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Flavio de Carvalho

Flavio de Carvalho

OBRAS DO ARTISTA

Flavio de Carvalho - Duas Mulheres


Duas Mulheres

Técnica: nanquim e acrílica sobre papel
Data: 1968
Medida: 67 x 48 cm
Comentários: ass. sup. dir.


Preço: Sob Consulta
Flavio de Carvalho - Sem Título


Sem Título

Técnica: gravura em metal sobre papel
Data: 1972
Medida: 70 x 50 cm
Comentários: assinado
Conjunto de 10 gravuras.

Preço: Sob Consulta
Flavio de Carvalho - Retrato de Elsa


Retrato de Elsa

Técnica: nanquim sobre papel
Data: 1964
Medida: 100 x 63 cm
Comentários: ass. sup. dir.


Preço: Sob Consulta
Flavio de Carvalho - Dois Nus


Dois Nus

Técnica: acrílica sobre papel
Data: 1972
Medida: 70 x 50 cm
Comentários: ass. sup. dir.


Preço: Sob Consulta
Flavio de Carvalho - Matriz para Litogravura


Matriz para Litogravura

Técnica: matriz em pedra litográfica
Data: déc. 60
Medida: 43 x 54,5 x 7 cm
Comentários: Matriz original desenhada diretamente pelo artista com crayon sobra pedra litográfica, inédita e não editada, integrante de uma série muito conhecida do artista impressa pelo master print Octávio Pereira.

Preço: Sob Consulta
Flavio de Carvalho - Duas Mulheres Conversando


Duas Mulheres Conversando

Técnica: nanquim sobre papel
Data: 1971
Medida: 70 x 50 cm
Comentários: ass. sup. dir.


Preço: Sob Consulta
Flavio de Carvalho - S/T


S/T

Técnica: gravura em metal sobre papel
Data: 1974
Medida: 70 x 50 cm
Comentários: ass. inf. dir.

Conjunto de 10 gravuras. Participou da exposição "Flavio de Carvalho - A Revolução Modernista no Brasil", Centro Cultural Banco do Brasil - Brasí­lia-DF (CCBB-DF), Fevereiro/Abril 2012.

Preço: Sob Consulta
Flavio de Carvalho - Soldado


Soldado

Técnica: bastão de cera sobre papel
Data: s/d
Medida: 34 x 27 cm
Comentários: ass.inf. dir.

Preço: Sob Consulta

BIOGRAFIA

Flavio de Carvalho (Amparo da Barra Mansa RJ 1899 - Valinhos SP 1973)

Pintor, desenhista, arquiteto, cenógrafo, decorador, escritor, teatrólogo, engenheiro.

Muda-se com a família para São Paulo em 1900. Em 1911, passa a estudar em Paris e, três anos depois, na Inglaterra, onde, em Newcastle, em 1918, inicia o curso de engenharia civil no Armstrong College da Universidade de Durham e ingressa no curso noturno de artes da King Edward the Seventh School of Fine Arts. Conclui o curso de engenharia em 1922 e nesse ano volta a residir em São Paulo, onde chega logo após a realização da Semana de Arte Moderna. Desenvolve atividades em várias áreas artísticas e intelectuais, freqüentemente de forma inovadora e provocativa. Participa de concursos públicos de arquitetura, como para o Palácio do Governo do Estado de São Paulo, em 1927, e, embora não tenha sido vencedor em nenhum deles, seus projetos são considerados pioneiros da arquitetura moderna no país. Em 1931, realiza o polêmico evento Experiência nº 2, em que caminha com boné na cabeça, de forma desafiadora, em sentido contrário ao de uma procissão de Corpus Christi e é bastante hostilizado. Em 1932, abre um ateliê, onde funda o Clube dos Artistas Modernos - CAM, com Antonio Gomide (1895-1967), Di Cavalcanti (1897-1976) e Carlos Prado (1908-1992). No ano seguinte, cria o Teatro da Experiência e encena o Bailado do Deus Morto - espetáculo de teatro-dança de sua autoria com estética inovadora, para o qual cria cenografia e figurino e que tem, em sua maioria, atores negros. Realiza, em 1934, a sua primeira exposição individual. A mostra é fechada pela polícia sob alegação de atentado ao pudor, e reaberta alguns dias depois, por ordem judicial. Em 1947, realiza os desenhos da Série Trágica, em que registra a morte da própria mãe. Após publicar, em 1956, uma série de artigos sobre moda na coluna Casa, Homem, Paisagem - em que escreve sobretudo a respeito de arquitetura e urbanismo -, que mantém no Diário de São Paulo, apresenta-se - e causa escândalo - em passeata pelo centro da cidade de São Paulo com o New Look, um traje tropical masculino por ele desenvolvido e que consiste de saia e blusa de mangas curtas e folgadas.

Comentário Crítico

Engenheiro civil formado pela Universidade de Durham, na Inglaterra, Flávio de Carvalho participa do concurso para o Palácio do Governo de São Paulo, em 1927. Seu projeto, bastante discutido, destaca-se entre os concorrentes, principalmente pelo aspecto monumental do edifício, marcado pela decomposição dos volumes e pela intensidade dramática dos jogos de luzes dos holofotes. Em 1930, participa do Congresso Pan-Americano de Arquitetos com a conferência A Cidade do Homem Nu, na qual ressalta a idéia do homem despido dos preconceitos da civilização burguesa. A tese tem ampla conexão com o movimento antropofágico. Participa de vários outros concursos, sem ganhar nenhum. Apenas dois de seus projetos são concretizados: o conjunto de casas da alameda Lorena (1936/1938) e a fazenda Capuava (1939) ambos precursores da arquitetura moderna no Brasil. A casa da fazenda é a que melhor sintetiza suas idéias de arquitetura, movida principalmente pela imaginação e correspondente às novas formas de viver e de pensar. Nela, a decoração é tão importante quanto a arquitetura. Sua frente é um trapézio alto; o interior, um grande salão sem divisórias, com cortinas de panos coloridos que dançam com o vento. Os banheiros e a cozinha são revestidos com chapas de alumínio, material extremamente moderno. Há ainda uma lareira com cúpula de alumínio que solta fumaça colorida.

Na década de 1930 mantém intensa atividade. Em 1931, seus estudos sobre antropologia e psicanálise o levam a realizar a Experiência nº 2. Nela, atravessa uma procissão em sentido contrário. O ato é considerado desrespeitoso pelas pessoas, principalmente pelo fato de ter um boné à cabeça. O artista quase foi linchado e teve que ser protegido por policiais. Sua intenção era testar os limites de tolerância e a agressividade de uma multidão religiosa. Escreve um ensaio sobre o assunto, analisando o ocorrido, publicado no livro Experiência nº 2: uma possível teoria e uma experiência.  O volume é ilustrado pelo artista. Em sua atuação no Clube dos Artistas Modernos - CAM, estimula a vida cultural da cidade de São Paulo e participa da criação de um espaço de discussão de diferentes áreas, agregando artistas, compositores, escritores e psiquiatras. Em 1933, funda o Teatro da Experiência, que encena O Bailado do Deus Morto, um espetáculo experimental de teatro e dança, para o qual cria texto, cenários, figurino e faz a iluminação. Os atores, em sua maioria negros, usam máscaras de alumínio e realizam movimentos dinâmicos e ritualistas. O espetáculo inova a cena teatral brasileira e filia-se às manifestações dadaístas e surrealistas. O teatro é fechado pela polícia, e resulta no encerramento das atividades do CAM. Em 1935, realiza sua primeira exposição individual, também fechada pela polícia, com cinco obras apreendidas sob a alegação de atentado ao pudor e imoralidade. O artista consegue, na Justiça, o direito de reabertura da mostra.

Sua pintura é classificada geralmente como expressionista, embora com aspectos surrealistas. Seus temas mais freqüentes são os retratos, escolha baseada no interesse em captar aspectos emotivos e psicológicos. O artista afirma que "no retrato há um mundo a se descobrir e a se aperfeiçoar; não só no que se refere à dialética pura da pintura como no que toca à importância humana do personagem".1 Alguns de seus mais importantes retratos, realizados na década de 1930, como Retrato de Oswald de Andrade e Julieta Bárbara (1939) e Retrato de Mário de Andrade (1939), trazem um gestualismo que se intensifica em suas composições das décadas seguintes. O ritmo das pinturas é dado pelas pinceladas densas, exacerbadas. O artista utiliza forte cromatismo e dá ênfase ao rosto, com a finalidade de valorizar a carga expressiva e a exploração da personalidade do retratado.

Em 1947, realiza a Série Trágica, desenhos em que, em rápidos traços, retrata sua mãe morrendo. De forma geral, em seu desenho os traços são agressivos, criando uma pulsação gráfica. Nas décadas de 1950 e 1960, pinta nus femininos, dedica-se ao desenho, à aquarela e à gravura. Em 1956, como conclusão de uma série de artigos sobre moda, lança o famoso traje de verão - o New Look, especialmente concebido para o homem dos trópicos, com o qual passeia pelas ruas de São Paulo, chocando a multidão. É composto de uma blusa de manga curta e folgada, um saiote, um chapéu de abas largas, todos feitos com tecidos leves, sandálias e meia arrastão. O desfile com o traje é para o artista mais uma experiência, com a finalidade de levar à reflexão sobre as convenções sociais.

Flávio de Carvalho utiliza ainda materiais novos em seus últimos trabalhos como, por exemplo, tinta fosforescente para luz negra. Animador cultural, irreverente e provocador, é considerado um precursor do artista multimídia. Destaca-se por sua atuação no teatro e suas performances, que abrem caminho para os novos procedimentos artísticos que têm desenvolvimento, no Brasil, a partir das décadas de 1960 e 1970.

Notas

1 Citado no livro 30 Mestres da pintura no Brasil: 30 anos São Paulo: MASP, 2001. p.152.

Críticas

"Flávio de Carvalho não foi um dos participantes da Semana. Apareceu no cenário modernista como enfant terrible, à semelhança do irônico Oswald de Andrade. Destacou-se mais pela vida extravagante que levava e pelas iniciativas consideradas provocatórias e escandalísticas. A ele são creditadas ações importantes para a renovação das artes. Engenheiro, arquiteto, pintor, desenhista de extraordinária inventiva, que o consagra como o número 1 do seu tempo, sociólogo e escritor. Flávio é lembrado como ativista atuante dos anos 30. Tentou, fundando o Salão de Maio, desprovincializar o meio dos 'amadores da arte' presos aos preguiçosos esquemas acadêmicos, porém sem nada obter de válido."
Pietro Maria Bardi
BARDI, Pietro Maria. O modernismo no Brasil. Prefácio Giovanni Lenti. São Paulo: Banco Sudameris, 1978. p. 95. (Arte e Cultura, 1).

"Toda vez que isso lhe foi possível, tratou de criar condições para que a arte produzida no Brasil conhecesse também, e nela se fertilizasse, a ambiência do resto do mundo. Foi dos primeiros a trazer conseqüentemente, para a nossa terra, a obra de artistas europeus, norte-americanos e latino-americanos atualizados. Tal sincronia com a criatividade em âmbito internacional processou-se no caso de Flávio de Carvalho essencialmente através da absorção do expressionismo. (...) A esse expressionismo de base, que lhe convocava as forças de uma selvageria rara na arte brasileira, ele soube incorporar igualmente a dimensão mais sinuosa e sutil do surrealismo, que lhe fornecia o veículo para os vôos vastos de uma imaginação a todo o vapor."
Roberto Pontual
PONTUAL, Roberto. Entre dois séculos: arte brasileira do século XX na coleção Gilberto Chateaubriand. Prefácio Gilberto Chateaubriand; apresentação M. F. do Nascimento Brito. Rio de Janeiro: Jornal do Brasil, 1987.

"Flávio de Carvalho é um expressionista, isto é, alguém que procura externar uma visão do mundo observado de dentro, e para tanto capaz de deformar ou reformar a realidade, reinventar cores e desmontar esquemas tradicionais, levado antes pela emoção do que pelo raciocínio. Como pintor - basicamente de figuras, com especial predileção pelo retrato -, usou de absoluta liberdade formal e cromática, indiferente à fidelidade anatômica, à textura das carnes, ao colorido atmosférico: na busca da expressão, fragmentou freqüentemente o corpo humano em dezenas de segmentos cromáticos, que se confundem aos segundos planos de suas pinturas numa ambigüidade deliberada que possui, mais que função decorativa, papel eminentemente expressivo. A cor torna-se livre - cor pictórica, para além da mera referência às cores naturais; e toda a superfície de seus quadros vibra de um ritmo diferente, tornando-se a figura mero pretexto pictórico. (...) Flávio escreveu (...) dizendo de certa feita sobre o problema da cor e do assunto: 'O problema do conjunto de cores nada tem a ver com o assunto em pintura. Um conjunto de cores sem assunto pode ser tão sugestivo, ou mesmo mais, que um conjunto de cores com assunto'."
José Roberto Teixeira Leite 
LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988.

"Extremamente heterodoxa, a obra de Flávio de Carvalho não pode ser desvinculada de sua biografia. Ritualizando todos os aspectos de seu cotidiano, para o artista parece nunca terem existido diferenças de grau entre a ação de pintar uma amiga e fazer amor com ela, a ação de registrar graficamente a agonia da mãe e caminhar de chapéu na cabeça em sentido inverso a uma procissão católica. Todas as suas ações eram uma indagação pessoal sobre o eu e o mundo, não importando se essa indagação ficasse registrada ou não em técnicas tradicionalmente tidas como artísticas. Infelizmente, porém, as várias gerações da crítica modernista vêm valorizando apenas os registros materiais de sua passagem pelo circuito brasileiro - a pintura, o desenho, certos feitos arquitetônicos -, esquecendo ou procurando esquecer que muitas vezes o que mais interessa na produção de Carvalho não é o produto final de seu processo criativo (em alguns momentos magistral, como a série de desenhos Minha Mãe Morrendo), mas cada atitude tomada pelo artista para se relacionar com os mistérios do mundo."
Tadeu Chiarelli
CHIARELLI, Tadeu. Às margens do modernismo. In: ______. Arte internacional brasileira. São Paulo: Lemos, 1999. p. 47-59.

"A importância de Flávio de Carvalho para a história da arte brasileira, por mais pontual que seja, está relacionada à energia e inventividade que emanam de suas atitudes. Atitudes essas que não se esterilizam em um culto bizarro da personalidade, mas que abrem todo um universo novo de experimentação artística, à margem das instituições e das práticas tradicionais. Portanto, devemos dizer que a medida de sua exemplaridade não nos chega atrelada aos resultados concretos da obra - o que também é o caso -, mas muito mais de uma potência criativa que é liberada por uma atuação arriscadamente plural. Por mais caótica que tenha sido essa energia, ela não deve ser desprezada; afinal, seu poder de irradiação ainda não se esgotou. Essa possibilidade de pensar a atitude enquanto forma nos obriga a reavaliar, sem reducionismos, a própria noção de obra e de seus modelos de disseminação dentro de contextos culturais específicos.

Apesar do interesse contemporâneo pelo 'artista experimental' - é claro que as performances e a irreverência de Flávio de Carvalho dão-lhe um acento particular -, deve ser acrescentado que as pinturas e os desenhos que produziu têm uma intensidade ainda pouco notada por nossos críticos e historiadores. Especialmente os desenhos, os quais revelam uma ansiedade gráfica mais contundente e desenvolta. Observada em perspectiva histórica, sua pintura dos anos 30 e 40 é mais do que simplesmente peculiar, pois mostra uma vontade de expressão, por meio de uma materialidade que é distinta, mais vigorosa e original do que o acanhamento formal de seus pares".
Luiz Camillo Osorio
OSORIO, Luiz Camillo. Poética em trânsito: Flávio de Carvalho. In: ______. Flávio de Carvalho. São Paulo: Cosac & Naify, 2000. p. 10.

Acervos

Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo. Palácio dos Bandeirantes - São Paulo SP
Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo/Brasil - São Paulo SP
Associação Paulista de Medicina - São Paulo SP
Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM RJ - Rio de Janeiro RJ
Coleção Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - São Paulo SP
Coleção Museu de Arte Moderna de São Paulo - São Paulo SP
Galleria Nazionale d'Arte Moderna di Roma - Roma (Itália)
Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris - Paris (França)
Museu de Arte Brasileira - FAAP - São Paulo SP
Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - São Paulo SP
Museum of Modern Art - MoMA - Nova York (Estados Unidos)
Pinacoteca da Universidade Federal de Viçosa - Viçosa MG
Pinacoteca Municipal/Centro Cultural São Paulo - São Paulo SP

Exposições Individuais

1934 - São Paulo SP - Primeira individual, no Prédio Alves de Lima, na Rua Barão de Itapetininga - fechada pela polícia, por atentado à moral, e reaberta por ordem judicial
1948 - Buenos Aires (Argentina) - Individual, na Galeria Viau
1948 - São Paulo SP - Individual, no Masp
1952 - São Paulo SP - Flávio de Carvalho: desenhos, no MAM/SP
1956 - Roma (Itália) - Individual, na Galleria L'Obelisco
1957 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Montmartre Jorge
1958 - Paris (França) - Individual, na Hélène Dale Galerie
1959 - São Paulo SP - Individual, na Galeria KLM
1960 - São Paulo SP - Individual, na Galeria São Luís
1966 - Porto Alegre RS - Individual, no IAB
1966 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Itália
1967 - São Paulo SP - Flávio de Carvalho: retrospectiva, no MAB/Faap
1969 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Azulão
1973 - São Paulo SP - Individual, no MAC/USP
1973 - São Paulo SP - Flávio de Carvalho: retrospectiva, no MAB/Faap

Exposições Coletivas

1931 - Rio de Janeiro RJ - Salão Revolucionário, na Enba
1934 - São Paulo SP - 1º Salão Paulista de Belas Artes, na Rua 11 de Agosto
1937 - São Paulo SP - 1º Salão de Maio, no Esplanada Hotel de São Paulo
1938 - São Paulo SP - 2º Salão de Maio, no Esplanada Hotel de São Paulo
1939 - Porto Alegre RS - 2º Salão da Associação de Artes Plásticas Francisco Lisboa
1939 - São Paulo SP - 3º Salão de Maio, na Galeria Itá
1939 - São Paulo SP - 5º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1941 - São Paulo SP - 6º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1942 - São Paulo SP - 7º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1944 - Londres (Inglaterra) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Royal Academy of Arts
1944 - Norwich (Inglaterra) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Norwich Castle and Museum
1945 - Baht (Inglaterra) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Victory Art Gallery
1945 - Bristol (Inglaterra) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Bristol City Museum & Art Gallery
1945 - Edimburgo (Escócia) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na National Gallery
1945 - Glasgow (Escócia) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Kelingrove Art Gallery
1945 - Manchester (Inglaterra) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Manchester Art Gallery
1945 - São Paulo SP - Galeria Domus: mostra inaugural, na Galeria Domus
1946 - São Paulo SP - 10º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1947 - São Paulo SP - 11º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1948 - Rio de Janeiro RJ - Exposição Internacional de Arquitetura Contemporânea
1949 - Rio de Janeiro RJ - Exposição da Pintura Paulista, no Ministério da Educação e Saúde
1950 - Roma (Itália) - Mostra d'Arte Brasiliana
1950 - Veneza (Itália) - 25ª Bienal de Veneza
1951 - São Paulo SP - 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon
1951 - São Paulo SP - 1º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1952 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Artistas Brasileiros, no MAM/RJ
1953 - São Paulo SP - 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados
1954 - São Paulo SP - Arte Contemporânea: exposição do acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, no MAM/SP
1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão das Nações
1957 - São Paulo SP - 12 Artistas de São Paulo, na Galeria de Arte das Folhas
1959 - Leverkusen (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1959 - Munique (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa, na Kunsthaus
1959 - Viena (Áustria) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Hamburgo (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Lisboa (Portugal) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Madri (Espanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Paris (França) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - São Paulo SP - Coleção Leirner, na Galeria de Arte das Folhas
1960 - Utrecht (Holanda) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1962 - São Paulo SP - Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf, no MAM/SP
1963 - Campinas SP - Pintura e Escultura Contemporâneas, no Museu Carlos Gomes
1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - premiado
1964 - Rio de Janeiro RJ - O Nu na Arte Contemporânea, na Galeria Ibeu Copacabana
1965 - São Paulo SP - 14º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - medalha de ouro
1965 - São Paulo SP - 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - grande prêmio em desenho
1969 - São Paulo SP - 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1970 - São Paulo SP - 2º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1970 - São Paulo SP - Flávio de Carvalho - J. Toledo: retrospectiva, no MAM/SP
1970 - São Paulo SP - Pinacoteca do Estado de São Paulo 1970
1971 - São Paulo SP - 11ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1971 - São Paulo SP - 3º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1972 - Rio de Janeiro RJ - 50 Anos de Arquitetura Moderna, no MAM/RJ
1972 - São Paulo SP - 2ª Exposição Internacional de Gravura, no MAM/SP
1972 - São Paulo SP - A Semana de 22: antecedentes e conseqüências, no Masp
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio

Exposições Póstumas

1973 - São Paulo SP - 12ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1975 - São Paulo SP - SPAM e CAM, no Museu Lasar Segall
1976 - São Paulo SP - Os Salões: da Família Artística Paulista, de Maio e do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo, no Museu Lasar Segall
1979 - São Paulo SP - 15ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1980 - Buenos Aires (Argentina) - Ochenta Años de Arte Brasileño, no Banco Itaú
1982 - Bauru SP - 80 Anos de Arte Brasileira
1982 - Curitiba PR - 5ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, na Casa da Gravura Solar do Barão
1982 - Lisboa (Portugal) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1982 - Londres (Inglaterra) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery
1982 - Marília SP - 80 Anos de Arte Brasileira
1982 - Rio de Janeiro RJ - Entre a Mancha e a Figura, no MAM/RJ
1982 - São Paulo SP - 80 Anos de Arte Brasileira, no MAB/Faap
1982 - São Paulo SP - Do Modernismo à Bienal, no MAM/SP
1983 - Belo Horizonte MG - 80 Anos de Arte Brasileira, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes
1983 - Campinas SP - 80 Anos de Arte Brasileira, no MACC
1983 - Curitiba PR - 80 Anos de Arte Brasileira, no MAC/PR
1983 - Ribeirão Preto SP - 80 Anos de Arte Brasileira
1983 - Santo André SP - 80 Anos de Arte Brasileira, na Prefeitura Municipal de Santo André
1983 - São Paulo SP - 17ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1984 - Fortaleza CE - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas
1984 - Rio de Janeiro RJ - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas - Salão de 31, no MAM/RJ
1984 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Funarte. Galeria Sérgio Milliet
1984 - Rio de Janeiro RJ - Intervenções no Espaço Urbano, na Funarte. Galeria Sérgio Milliet
1984 - Rio de Janeiro RJ - Salão de 31, na Funarte
1984 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - Belo Horizonte MG - Individual, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes
1985 - Campinas SP - Individual, na Galeria de Arte Unicamp
1985 - Salvador BA - Flávio de Carvalho: retrospectiva, no Núcleo de Artes do Desenbanco
1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1985 - São Paulo SP - A Arte do Imaginário, na Galeria Encontro das Artes
1985 - Vitória ES - Individual, na Itaugaleria
1987 - Paris (França) - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris
1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1987 - São Paulo SP - 19ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1987 - São Paulo SP - O Brasil Pintado por Mestres Nacionais e Estrangeiros: séculos XVIII - XX, no Masp
1987 - São Paulo SP - O Ofício da Arte: pintura, no Sesc
1988 - São Paulo SP - MAC 25 anos: destaques da coleção inicial, no MAC/USP
1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP
1989 - Recife PE - Jogo de Memória
1989 - Rio de Janeiro RJ - Jogo de Memória, na Montesanti Galleria
1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1989 - São Paulo SP - Jogo de Memória, na Galeria Montesanti Roesler
1990 - Chicago (Estados Unidos) - Brazil: crossroads of modern arts, no Randolph Gallery
1990 - Chicago (Estados Unidos) - Expressões Singulares da Arte Brasileira, no Chicago Cultural Center
1990 - São Paulo SP - A Coleção de Arte do Município de São Paulo, no Masp
1990 - São Paulo SP - Mobiliário Modernista 1º Tempo, na Associação Pró Parque Modernista
1991 - Belo Horizonte MG - Dois Retratos da Arte, no MAP
1991 - Brasília DF - Dois Retratos da Arte, no Museu Histórico e Diplomático. Palácio Itamaraty
1991 - Curitiba PR - Dois Retratos da Arte, na Fundação Cultural de Curitiba. Solar do Barão
1991 - Porto Alegre RS - Dois Retratos da Arte, no Margs
1991 - Recife PE - Dois Retratos da Arte, no Museu do Estado de Pernambuco
1991 - Rio de Janeiro RJ - Dois Retratos da Arte, no MAM/RJ
1991 - Salvador BA - Dois Retratos da Arte, no Museu de Arte da Bahia
1991 - São Paulo SP - Dois Retratos da Arte, no MAC/USP
1991 - São Paulo SP - Expressões Singulares da Arte Brasileira, no MAC/USP
1992 - São Paulo SP - Flávio de Carvalho: desenhos, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte
1992 - São Paulo SP - O Olhar de Sérgio sobre a Arte Brasileira: desenhos e pinturas, na Biblioteca Municipal Mário de Andrade
1992 - São Paulo SP - Primeiro Aniversário da Grifo Galeria de Arte, na Grifo Galeria de Arte
1993 - Poços de Caldas MG - Coleção Mário de Andrade: o modernismo em 50 obras sobre papel, na Casa de Cultura
1993 - Rio de Janeiro RJ - Brasil 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA
1993 - Rio de Janeiro RJ - Emblemas do Corpo: o nu na arte moderna brasileira, no CCBB
1993 - São Paulo SP - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Galeria de Arte do Sesi
1993 - São Paulo SP - O Modernismo no Museu de Arte Brasileira: pintura, no MAB/Faap
1994 - Poços de Caldas MG - Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos de Unibanco, na Casa da Cultura
1994 - Rio de Janeiro RJ - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateubriand, no MAM/RJ
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1995 - Rio de Janeiro RJ - Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos do Unibanco, no MAM/RJ
1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP
1996 - São Paulo SP - Figura e Paisagem no Acervo do MAM: homenagem a Volpi, no MAM/SP
1996 - São Paulo SP - O Mundo de Mario Schenberg, na Casa das Rosas
1997 - São Paulo SP - Mestres do Expressionismo no Brasil, no Masp
1998 - Belo Horizonte MG - O Suporte da Palavra, no Itaú Cultural
1998 - São Paulo SP - 24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1998 - São Paulo SP - A Arte de Expor Arte, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - Coleção MAM Bahia: pinturas, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - Destaques da Coleção Unibanco, no Instituto Moreira Salles
1998 - São Paulo SP - Fantasia Brasileira: o balé do IV Centenário, no Sesc Belenzinho
1998 - São Paulo SP - Iconografia Paulistana em Coleções Particulares, no Museu da Casa Brasileira
1998 - São Paulo SP - O Colecionador, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Masp
1998 - São Paulo SP - O Suporte da Palavra, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - Os Colecionadores - Guita e José Mindlin: matrizes e gravuras, na Galeria de Arte do Sesi
1999 - Rio de Janeiro RJ - Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/RJ
1999 - Rio de Janeiro RJ - Flávio de Carvalho: 100 anos de um revolucionário romântico, no CCBB
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura. Coleção Guita e José Mindlin, no Espaço Cultural dos Correios
1999 - São Paulo SP - A Figura Feminina no Acervo do MAB, no MAB/Faap
1999 - São Paulo SP - Cotidiano/Arte. O Consumo, no Itaú Cultural
1999 - São Paulo SP - Flávio de Carvalho: 100 anos de um revolucionário romântico, no MAB/Faap
1999 - São Paulo SP - O Bailado do Deus Morto
1999 - São Paulo SP - Obras sobre Papel: do modernismo à abstração, na Dan Galeria
2000 - Lisboa (Portugal) - Brasil-brasis: cousas notaveis e espantosas. Olhares Modernistas, no Museu do Chiado
2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20: arte do Brasil, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
2000 - São Paulo SP - A Figura Feminina no Acervo do MAB, no MAB/Faap
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - O Papel da Arte, na Galeria de Arte do Sesi
2000 - São Paulo SP - São Paulo: de vila a metrópole, na Galeria Masp Prestes Maia
2000 - Valência (Espanha) - De la Antropofagia a Brasilía: Brasil 1920-1950, no IVAM. Centre Julio Gonzáles
2001 - Campinas SP - (quase) Efêmera Arte, no Itaú Cultural
2001 - Rio de Janeiro RJ - Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light
2001 - São Paulo SP - 30 Mestres da Pintura no Brasil, no Masp
2001 - São Paulo SP - A Permanência dos Gêneros Tradicionais da Arte: o retrato, a paisagem, a natureza-morta, no MAM/SP
2001 - São Paulo SP - Auto-Retrato o Espelho do Artista, na Galeria de Arte do Sesi
2001 - São Paulo SP - Museu de Arte Brasileira: 40 anos, no MAB/Faap
2002 - Porto Alegre RS - Desenhos, Gravuras, Esculturas e Aquarelas, na Garagem de Arte
2002 - Rio de Janeiro RJ - Arquipélagos: o universo plural do MAM, no MAM/RJ
2002 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2002 - Rio de Janeiro RJ - Identidades: o retrato brasileiro na Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
2002 - São Paulo SP - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2002 - São Paulo SP - Da Antropofagia a Brasília: Brasil 1920-1950, no MAB/Faap
2002 - São Paulo SP - Modernismo: da Semana de 22 à seção de arte de Sérgio Milliet, no CCSP
2002 - São Paulo SP - Ópera Aberta: celebração, na Casa das Rosas
2003 - Brasília DF - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2003 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira: da Revolução de 30 ao pós-guerra, no MAM/RJ
2003 - Rio de Janeiro RJ - Autonomia do Desenho, no MAM/RJ
2003 - São Paulo SP - A Aventura Modernista de Berta Singerman: uma voz argentina no Brasil, no Museu Lasar Segall
2003 - São Paulo SP - Arteconhecimento: 70 anos USP, no MAC/USP
2003 - São Paulo SP - Compressores e Condensadores, no MAM/SP
2003 - São Paulo SP - Entre Aberto, na Gravura Brasileira
2003 - São Paulo SP - Retratos, no MAB/Faap
2003 - São Paulo SP - Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no Instituto Tomie Ohtake
2004 - Rio de Janeiro RJ - 90 Anos de Tomie Ohtake, no MNBA
2004 - Rio de Janeiro RJ - Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no MNBA
2004 - São Paulo SP - O Preço da Sedução: do espartilho ao silicone, no Itaú Cultural
2004 - São Paulo SP - Plataforma São Paulo 450 Anos, no MAC/USP
2004 - São Paulo SP - Sala do Acervo, na Ricardo Camargo Galeria
2005 - São Paulo SP - O Corpo na Arte Contemporânea Brasileira, no Itaú Cultural

Fonte: Itaú Cultural

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