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Leda Catunda

Leda Catunda

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BIOGRAFIA

Leda Catunda (São Paulo SP 1961)

Leda Catunda Serra

Pintora e gravadora.

Cursa artes plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado - Faap, em São Paulo, entre 1980 e 1984, onde é aluna, entre outros, de Regina Silveira (1939), Julio Plaza (1938 - 2003), Nelson Leirner (1932) e Walter Zanini (1925). A partir de 1986, leciona na Faap e em seu ateliê, até meados dos anos 1990. Desde o fim dos anos 1980, ministra também workshops e cursos livres em várias instituições culturais no Brasil e ocasionalmente no exterior. Recebe o Prêmio Brasília de Artes Plásticas/Distrito Federal, na categoria aquisição, em 1990. Em 2003, defende doutorado em artes, com o trabalho Poética da Maciez: Pinturas e Objetos Poéticos, na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo - ECA/USP, com orientação de Julio Plaza. Tem ainda relevante atuação docente, lecionando pintura e desenho no curso de artes plásticas da Faculdade Santa Marcelina - FASM, em São Paulo, entre 1998 e 2005. Em 1998, é publicado o livro Leda Catunda, de autoria de Tadeu Chiarelli, pela editora Cosac & Naify.

Comentário Crítico

Leda Catunda estuda artes plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado - Faap em São Paulo, de 1980 a 1984. Lá, assiste às aulas de Nelson Leirner (1932), Regina Silveira (1939), Julio Plaza (1938 - 2003) e Walter Zanini (1925). Os professores aproximam-na de discussões sobre arte conceitual, o estatuto da obra, sua mercantilização e o uso de meios tecnológicos de produção. Na mesma época, interessa-se pela pintura neo-expressionista produzida na Europa e nos Estados Unidos por artistas como Julian Schnabel (1951), Sandro Chia (1946) e Francesco Clemente (1952). Segundo o crítico de arte Tadeu Chiarelli, em suas primeiras obras, Leda trabalha com questões críticas do debate conceitual, como os interesses plásticos dos neo-expressionistas.1 Em 1982, faz litografias em que se apropria de imagens televisivas, procedimento familiar à geração de seus professores. Ao mesmo tempo, pinta quadros realistas.

No ano seguinte, a pintura passa a ser central em sua poética. Trabalha sobre tecidos estampados, cobrindo as figuras com cor. Continua trabalhando sobre superfícies estampadas. Ao invés de cobrir as imagens, sua pintura as realça, como em Jaguar (1984). Realiza figurações a partir do agrupamento de objetos e suportes inusitados. Junta tecidos recortados, costura-os e sobrepõe elementos pouco usuais à pintura. As obras ficam entre a pintura e o objeto. A artista lida também com motivos figurativos presentes na cultura popular.

Paulatinamente, o interesse de seu trabalho migra do tema da figuração para as questões estruturais. Chiarelli, afirma que "em 1989 (...) Leda tenta redimensionar a sua produção, atentando mais precisamente para os seus aspectos visuais e plásticos, buscando com ímpeto desvencilhar-se do caráter anedótico e fortemente narrativo que caracteriza o seu trabalho anterior".2 Não abandona a figura; no entanto, concentra-se nas relações formais e na estruturação da tela a partir do uso de materiais não convencionais, como meias e camisetas.

Na década de 1990, aprofunda o interesse pela especificidade dos materiais com que trabalha. Cria superfícies pictóricas a partir da sobreposição de tecidos e outros meios planos e coloridos. Trabalha com elementos diferentes, como tule, veludo, plástico, acolchoados, lona, couro e fórmica. O modo de agrupá-los por vezes é abstrato. Em outros trabalhos, como os relevos, a composição guarda familiaridade com imagens recorrentes. Partem de motivos simples, como o desenho da lua, insetos, gotas e partes do corpo. Nesses trabalhos, feitos na segunda metade da década de 1990, aproxima-se das esculturas de Claes Oldenburg (1929).

Críticas

"(...) A originalidade de Leda está em seus materiais, em sua postura e em seu fazer. Ela pinta sobre suportes absolutamente não convencionais, muitas vezes aproveitando imagens neles preexistentes. (...) em vez de telas, há uma barraca de praia, o couro de poltronas desmontadas, toalhas de banho, edredons, rendões, cabeleiras postiças e até babadinhos de capa de liquidificador, transformados em telhados de casinhas, onde luzes se acendem. Um dos trabalhos mais provocativos é o das cabeleiras. Uma composição em negro, dramática, algo mórbido. Resulta de uma viagem da artista ao Japão e reproduz - com absoluta liberdade - o clima claustrofóbico das multidões do metrô de Tóquio. A figuração de Leda, que confessa não saber desenhar uma pessoa, é assumidamente meio canhestra, a não ser quando ela aproveita para colorir desenhos já estampados. Deve-se ler essa pintura com olhos de 1987, entendendo a arte como uma idéia vigorosa e pessoal, cuja força conta mais que a execução e a 'cozinha' da técnica. (...)".
Olívio Tavares de Araújo
LOUZADA, Júlio. Artes plásticas Brasil 1985:seu mercado, seus leilões. Prefácio Pietro Maria Bardi; Mino Carta. São Paulo: J. Louzada, 1984. p. 240.

"Numa época em que a pintura foi esquadrinhada, analisada, trabalhada no seu essencial, aparentemente esgotada na modernidade, como em projetos como o de Robert Ryman, Leda Catunda não elide nem busca sair pela tangente com relação à reificação da pintura, Catunda opera sua ironia. Suportes e superfície, tintas (gotas e pinceladas), cor - tudo está em colapso. A pintura reencontra seu sentido toda vez que um artista reinventa uma forma de pintar. Em sua paixão de pintar, Catunda escapa, na sua relação com a história da pintura, de algumas epidemias, tais como a epidemia das metáforas e a epidemia das citações. (...)
Em suma, sua pintura é paradoxal: persegue a realidade sem desistir da superfície sensual (...). Não pensa ter de escolher entre sentimento e pensamento (...). Sua pintura revela a base da natureza inumana em que o homem se instalou.  A pintura de Leda Catunda se instala naquele território irrequieto e de problemática conciliação entre sentidos e razão".
Paulo Herkenhoff
CATUNDA, LEDA. Leda Catunda. Texto Paulo Herkenhoff; tradução Esther Stearns d'Utra e Silva. São Paulo: Galeria Camargo Vilaça, 1996.

"Passados quase vinte anos de sua primeira grande aparição no circuito de arte paulistano e brasileiro, Leda Catunda se caracteriza hoje como uma artista que vem sabendo, como nunca, mesclar aos ensinamentos recebidos de seus professores na Faap, e à sua experiência como uma das artistas mais em evidência durante toda a década passada, um forte componente de inquietação diante das possibilidades da arte nos dias de hoje. 
Ao invés de acomodar-se aos achados primeiros de sua carreira, ousou redimensionar o devir de sua obra em direção a um aprofundamento extremamente particular da pintura, enquanto instituição e enquanto modalidade sensível de conhecimento do mundo. Para isso, valeu-se da introdução, nesse campo, de procedimentos tradicionalmente alheios a ele, fato que determinou sua singularidade no âmbito das artes visuais no país. 
Ainda em pleno processo de ampliação e sedimentação de sua poética, a duras penas resgatada das marchas e desvios abruptos que marcaram sua carreira no final da década passada e início desta, a artista Leda Catunda, no entanto, já demonstra ter alcançado um endereçamento definitivo para sua obra, enfatizando e ampliando os limites da pintura ainda enquanto instrumento de indagação sobre a forma e sobre a percepção do mundo".
Tadeu Chiarelli
CHIARELLI, Tadeu. Problematizando a natureza da pintura. In: LEDA Catunda. São Paulo: Cosac & Naify, 1998. p. 29.

Exposições Individuais

1985 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Thomas Cohn Arte Contemporânea
1986 - Porto Alegre RS - Leda Catunda: espaço investigação, no Margs
1987 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina
1988 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Thomas Cohn Arte Contemporânea
1990 - Americana SP - Individual, no MAC/Americana
1990 - Recife PE - Individual, no Espaço Pasárgada
1990 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte São Paulo
1992 - Lisboa (Portugal) - Individual, no Módulo Centro Difusor de Arte
1992 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte São Paulo
1992 - São Paulo SP - Individual, no CCSP
1993 - Porto (Portugal) - Individual, no Módulo Centro Difusor de Arte
1994 - São José dos Campos SP - Individual, na Fundação Cultural Cassiano Ricardo
1996 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Camargo Vilaça
1997 - Goiânia GO - Individual, na Galeria de Arte Marina Potrich
1997 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Paço Imperial
1998 - Curitiba PR - Individual, na Galeria Casa da Imagem
1998 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Camargo Vilaça
1999 - São Paulo SP - Individual, no Paço das Artes
2000 - Belo Horizonte MG - Individual, na Kalil e Lauar Galeria de Arte
2000 - Goiânia GO - Individual, na Galeria de Arte Marina Potrich
2000 - Vila Velha ES - Leda Catunda: pinturas moles, no Museu Vale do Rio Doce
2002 - São Paulo SP - Retrato, na Galeria Fortes Vilaça
2003 - São Paulo SP - Individual, no CCSP
2003 - São Paulo SP - Poéticas da Maciez: pinturas e objetos, no Centro Universitário Maria Antonia
2004 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Fortes Vilaça

Exposições Coletivas

1981 - Santos SP - 9º Salão de Arte Jovem
1982 - São Paulo SP - 1º Festival Nacional da Mulher nas Artes, no MAC/USP
1983 - São Paulo SP - 17ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1983 - São Paulo SP - Arte na Rua 1
1983 - São Paulo SP - Pintura como Meio, no MAC/USP
1984 - Fortaleza CE - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas
1984 - Havana (Cuba) - 1ª Bienal de Havana, no Museo Nacional de Bellas Artes
1984 - Madri (Espanha) - Arco/84
1984 - Rio de Janeiro RJ - Como Vai Você, Geração 80?, na EAV/Parque Lage
1984 - Rio de Janeiro RJ - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1984 - Rio de Janeiro RJ - Stand 320 : jovem pintura brasileira, na Thomas Cohn Arte Contemporânea
1984 - São Paulo SP - Leda Catunda, Sérgio Romagnolo, Ciro Cozzolino e Leonilson, na Galeria Luisa Strina
1985 - Brasília DF - Brasilidade e Independência, no Teatro Nacional Cláudio Santoro
1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1985 - São Paulo SP - Tendências do Livro de Artista no Brasil, no CCSP
1985 - Tóquio (Japão) - Today's Art of Brazil, no Hara Museum of Contemporary Art
1986 - Fortaleza CE - Imagine: o planeta saúda o cometa, na Arte Galeria
1986 - Guadalajara (México) - Pinturas: escrete volador
1986 - Nova York (Estados Unidos) - Brazilian Painting, no Snug Harbor Cultural Center
1986 - Porto Alegre RS - Coleção Rubem Knijnik: arte brasileira anos 60/70/80, no Margs
1986 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Mostra Christian Dior de Arte Contemporânea: pintura, no Paço Imperial
1986 - Rio de Janeiro RJ - Transvanguarda e Culturas Nacionais, no MAM/RJ
1987 - Brasília DF - Pintura Fora do Quadro: 10 artistas contemporâneos, no Espaço Capital Arte Contemporânea
1987 - Paris (França) - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris
1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1987 - São Paulo SP - A Trama do Gosto: um outro olhar sobre o cotidiano, na Fundação Bienal
1987 - São Paulo SP - Imagens de Segunda Geração, no MAC/USP
1988 - Rio de Janeiro RJ - 88 x 68: um balanço dos anos
1988 - São Paulo SP - Coleção Particular de Eduardo Brandão, na Galeria Casa Triângulo
1988 - São Paulo SP - MAC 25 Anos: aquisições e doações recentes, no MAC/USP
1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP
1989 - Amsterdã (Holanda) - U-ABC, no Stedelijk Museum
1989 - Piracicaba SP - 22º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba
1989 - Porto Alegre RS - Arte Híbrida, no Espaço Cultural BFB
1989 - Rio de Janeiro RJ - Arte Híbrida, na Funarte. Centro de Artes
1989 - São Paulo SP - 20º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1989 - São Paulo SP - Acervo Galeria São Paulo, na Galeria de Arte São Paulo
1989 - São Paulo SP - Arte Híbrida, no MAM/SP
1989 - São Paulo SP - Perspectivas Recentes, no CCSP
1990 - Brasília DF - Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no MAB/DF - prêmio aquisição
1990 - Lisboa (Portugal) - U-ABC, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1990 - Piracicaba SP - 22º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba
1991 - Caracas (Venezuela) - Brasil: la nueva generación, na Fundación Museo de Bellas Artes
1991 - São Paulo SP - BR/80. Pintura Brasil Década 80, na Itaugaleria
1991 - São Paulo SP - Programa de Exposições de Artes Plásticas, no CCSP
1992 - Paris (França) - Latin American Artists of the Twentieth Century, no Centre Georges Pompidou
1992 - Sevilha (Espanha) - Latin American Artists of the Twentieth Century, na Estación Plaza de Armas
1992 - Rio de Janeiro RJ - 1ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1992 - Rio de Janeiro RJ - Brazilian Contemporary Art, na EAV/Parque Lage
1992 - Rio de Janeiro RJ - Coca-Cola 50 Anos com Arte, no MAM/RJ
1992 - São Paulo SP - Branco Dominante, na Galeria de Arte São Paulo
1992 - São Paulo SP - Coca-Cola 50 Anos com Arte, no MAM/SP
1992 - São Paulo SP - Programa Anual de Exposições de Artes Plásticas 91, na Fundação Bienal
1992 - São Paulo SP - Um Olhar Sobre o Figurativo, na Galeria Casa Triângulo
1993 - Colônia (Alemanha) - Latin American Artists of the Twentieth Century, no Kunsthalle Cologne
1993 - Niterói RJ - 2ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no MAC/Niterói
1993 - Nova York (Estados Unidos) - Latin American Artists of the Twentieth Century, no MoMA
1993 - São Paulo SP - A Arte Brasileira no Mundo, uma Trajetória: 24 artistas brasileiros, na Dan Galeria
1993 - São Paulo SP - Masp no Morumbi Shopping, no Shopping Morumbi
1993 - Washington (Estados Unidos) - Ultramodern: the art of contemporary brazil, no The Nacional Museum of Woman in the Arts
1994 - São Paulo SP - 22ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Paisagens
1995 - Denver (Estados Unidos) - Latin American Women Artists 1915 - 1995, no Denver Art Museum
1995 - Milwaukee (Estados Unidos) - Latin American Women Artists 1915 - 1995, no Milwaukee Art Center
1995 - Phoenix (Estados Unidos) - Latin American Women Artists 1915 - 1995, no Fhoenix Art Museum
1995 - Rio de Janeiro RJ - A Infância Perversa: fábulas sobre a memória e o tempo, no MAM/RJ
1995 - Salvador BA - A Infância Perversa: fábulas sobre a memória e o tempo, no MAM/BA
1995 - São Paulo SP - Anos 80: o palco da diversidade, na Galeria de Arte do Sesi
1995 - São Paulo SP - 1ª United Artists, na Casa das Rosas
1996 - Leverkusen (Alemanha) - Brasilianische Kunst der Gegenwart, no Bayer AG - Foyer Hochhaus W1
1996 - Dormagen (Alemanha) - Brasilianische Kunst der Gegenwart, no Bayer AG - Feierabendhaus
1996 - Miami (Estados Unidos) - Latin American Women Artists 1915 - 1995, no Center for the Fine Arts Miami Art Museum of Date
1996 - Potsdam (Alemanha) - Contrapartida, na Kunstspeicher
1996 - São Paulo SP - 15 Artistas Brasileiros, no MAM/SP
1996 - São Paulo SP - 1ª Off Bienal, no MuBE
1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira Contemporânea, no MAM/SP
1996 - São Paulo SP - Mulheres Artistas no Acervo do MAC, no MAC/USP
1996 - Washington (Estados Unidos) - Latin American Women Artists 1915-1995, no Nacional Museum of Women in the Art
1997 - Curitiba PR - A Arte Contemporânea da Gravura, no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba
1997 - Goiânia GO - Brasilidade: coletânea de artistas brasileiros, na Galeria de Arte Marina Potrich
1997 - Sydney (Austrália) - Material Immaterial, na Art Gallery of New South Wales
1997 - Ouro Preto MG - Experiências e Perspectivas: 12 visões contemporâneas, no Museu Casa dos Contos
1997 - Rio de Janeiro RJ - 15 Artistas Brasileiros, no MAM/RJ
1997 - São Paulo SP - 1ª Heranças Contemporâneas, no MAC/USP
1998 - Belo Horizonte MG - Emmanuel Nassar, Leda Catunda, Marcos Benjamim, na Kolams Galeria de Arte
1998 - Berlim (Alemanha) - Der Brasilianische Blick, na Haus der Kulturen der Welt
1998 - Campinas SP - Medidas de Si, no Itaú Cultural
1998 - Goiânia GO - Os Anos 80, na Galeria de Arte Marina Potrich
1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no MAC/Niterói
1998 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo: doações recentes 1996-1998, no CCBB
1998 - São Paulo SP - Acervo Galeria de Arte São Paulo, na Galeria de Arte São Paulo
1998 - São Paulo SP - Afinidades Eletivas I: o olhar do colecionador, na Casa das Rosas
1998 - São Paulo SP - Medidas de Si, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Masp
1999 - Piracicaba SP - 31º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba, no Engenho Central
1999 - Rio de Janeiro RJ - A Imagem do Som de Chico Buarque, no Paço Imperial
1999 - Rio de Janeiro RJ - Cotidiano/Arte. O Objeto - Anos 60/90, no MAM/RJ
1999 - São Paulo SP - Cotidiano/Arte. O Consumo, no Itaú Cultural
1999 - São Paulo SP - Cotidiano/Arte. O Objeto - Anos 60/90, no Itaú Cultural
1999 - São Paulo SP - Cotidiano/Arte. O Objeto - Anos 90, no Itaú Cultural
1999 - São Paulo SP - O Brasil no Século da Arte, na Galeria de Arte do Sesi
2000 - Curitiba PR - 12ª Mostra da Gravura de Curitiba. Marcas do Corpo, Dobras da Alma
2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20: arte do Brasil, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
2000 - Petrópolis RJ - O Século das Mulheres: algumas artistas, na Casa de Petrópolis. Instituto de Cultura
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - Desfile de Vacas
2001 - Porto Alegre RS - 3ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul
2001 - Porto Alegre RS - Coleção Liba e Rubem Knijnik: arte brasileira contemporânea, no Margs
2001 - Rio de Janeiro RJ - Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no Paço Imperial
2001 - Rio de Janeiro RJ - O Espírito de Nossa Época, no MAM/RJ
2001 - São Paulo SP - Cultura Brasileira 1, na Casa das Rosas
2001 - São Paulo SP - Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no MAM/SP
2001 - São Paulo SP - O Espírito de Nossa Época, no MAM/SP
2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural
2002 - Brasília DF - Fragmentos a Seu Ímã, no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio
2002 - Niterói RJ - Diálogo, Antagonismo e Replicação na Coleção Sattamini, no MAC/Niterói
2002 - Rio de Janeiro RJ - Arte em Campo, no Centro Cultural da Justiça Federal
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 - São Paulo SP - 28 (+) Pintura, no Espaço Virgílio
2002 - São Paulo SP - Coleção Metrópolis de Arte Contemporânea, na Pinacoteca do Estado
2002 - São Paulo SP - Infláveis, no Sesc Belenzinho
2002 - São Paulo SP - Mapa do Agora: arte brasileira recente na Coleção João Sattamini do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Instituto Tomie Ohtake
2002 - São Paulo SP - Ópera Aberta: celebração, na Casa das Rosas
2002 - São Paulo SP - Paralela, no Galpão localizado na Avenida Matarazzo, 530
2002 - São Paulo SP - Rotativa Fase 2, na Galeria Fortes Vilaça
2003 - São Paulo SP - 2080, no MAM/SP
2003 - São Paulo SP - Aquisições Recentes 2003 pelo Núcleo Contemporâneo do MAM, no MAM/SP
2003 - São Paulo SP - MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no MAC/USP
2003 - São Paulo SP - Marcantonio Vilaça - Passaporte Contemporâneo, no MAC/USP
2003 - São Paulo SP - Meus Amigos, no MAM/SP
2004 - Campinas SP - Coleção Metrópolis de Arte Contemporânea, no Espaço Cultural CPFL
2004 - Rio de Janeiro RJ - Onde Está Você, Geração 80?, no CCBB
2004 - São Paulo SP - Arte Contemporânea no Acervo Municipal, no CCSP
2004 - São Paulo SP - Bazar de Verão, na Galeria Fortes Vilaça
2004 - São Paulo SP - Still Life / Natureza Morta, na Galeria de Arte do Sesi
2005 - São Paulo SP - Arte em Metrópolis, no Instituto Tomie Ohtake

Fonte: Itaú Cultural

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