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Ermelindo Nardin

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BIOGRAFIA

Ermelindo Nardin (Piracicaba SP 1943)

Pintor, desenhista, gravador e professor.

Estuda na Escola de Belas Artes de São Paulo entre 1957 e 1962 e, paralelamente, faz curso de história da arte com Wolfgang Pfeiffer, de desenho e pintura com Augusto Barbosa, de história da estética com Renato Cirell Czerna no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateubriand (Masp). Freqüenta o curso As Etapas da Arte nos Séculos XIX e XX, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP), em 1968. No mesmo ano, realiza sua primeira exposição individual no Museu de Arte Contemporânea José Pancetti (MACC). Ministra curso de xilogravura na Escola de Belas Artes de São Paulo, entre 1961 e 1962.   Recebe o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de Melhor Desenhista de 1980. Em 1983 o Masp publica o livro Retratos Imaginários de Ermelindo Nardin 1978/1983, com texto de Jacob Klintowitz. O artista leciona no Departamento de Artes Plásticas da Unicamp em 1986 e ministra o curso Expressão Gráfica, Formas e Cores no Paço das Artes, em 1988.

Críticas

"Sensualismo e magia são as duas tônicas sobre as quais Ermelindo Nardin apóia conscientemente seu estado criativo. Pintor, desenhista e gravador, já tive a oportunidade de constatar, em diferentes ocasiões, a capacidade que este jovem tem de ser um mestre de ofício em cada técnica. Resultado de um sério exercício no campo da atuação artística, no qual se reúne o técnico, o criador, o coordenador de atividades artísticas, o homem de ação e o ser de casulo (o artista). A globalidade criadora de Ermelindo Nardin só pode ser entendida a partir destas várias âncoras sobre o real, esta participação cálida na produção de seu tempo e especialmente da região onde atua. Este artista maduro e merecedor de uma audiência extensa e vária, como extenso e vário é o enredo plástico que ele vem deflagrando a partir do homem, do ambiente do homem, principalmente do sonho que faz do homem alguma coisa mais que um simples organismo pulsante. E este sonho, no caso da obra de Ermelindo Nardin, não tem nada de alienante, mas é profundamente comprometedor porque denuncia as privações e as fraquezas, o medo e a instabilidade emocional, sem transformar estas situações em patologia, mas em arte. E esta é a única forma de se denunciar problemas, não se tornando subserviente a eles, mas transcendendo sua natureza trivial e grotesca, sua rusticidade básica".
Walmir Ayala
NARDIN, Ermelindo. Ermelindo Nardin: técnica mista. São Paulo: Galeria Arte Global, 1977. il. p. b. , fotos. p. [5]

"Essencialmente pintor, Nardin despreza os eventos fugidios da pós-modernidade e da fidelidade à sua própria pintura, um mundo fantástico se abre para atingir a liberdade absoluta. Os limites entre as figuras são borrados, dificultando a leitura, sobretudo nas obras do fim da década de 1960 quando eu o conheci no Salão de Piracicaba, momento aquele em que Gismondi referia-se a um certo ´romantismo´ em suas grandes telas onde predominava, como ainda agora, o calor dos castanhos, rosas e laranjas somados a uma grafia agitada que marca o universo de sua obra. Mas as visões de sua imaginação aos poucos deixam refletir o sentimento, e o destaque é o bizarro que faz reviver de forma pessoal o mundo do belga Ensor. Uma riquíssima variedade de figuras vagueia pelas telas, atravessa o tempo, as fases e as técnicas que ele gosta de usar. A ausência do espaço não cede lugar à respiração e assim as relações se estabelecem. Bispos caricatos revelam expressões de inadequação ambiental, enquanto figuras femininas, em diálogos frios e secretos, transitam no espaço que lhes é habitual, a massa colorida ganha efeitos com as pontas dos dedos que a esbatem, desfazendo-se na fluidez textual da tinta. Tal construção de aparência simples é obtida pela complexidade de planos superpostos. Nos desenhos mais recentes as figuras se entrelaçam, as cores se adensam e a luz interpenetra filtrando planos ilusórios que somente o olho atento consegue captar. (...) Nardin é artista e professor no Departamento de Artes Plásticas da Unicamp. Nestes dois mundos ele cria, realizando-se".
Fúlvia Gonçalves
ERMELINDO Nardin. Apresentação de Bernardo Caro e Jacob Klintowitz. São Paulo: Museu de Arte Brasileira, 1988.

"Ermelindo Nardin questiona os limites do figurativo com o abstrato, um jogo sutil do real com o representado. Sua conceptualização gráfica radicaliza a ruptura do significado/significante, signo/referente. Para Nardin a arte não é apenas um processo, um procedimento expressivo, mas a tomada de posição do artista frente ao mundo contemporâneo. A representação expressiva gestual quase abstrata de imagens - isentas de conceitos preestabelecidos - é a única 'regra organizadora' aceita pelo artista. Assim os instrumentos e técnicas tradicionais são utilizados com maestria, sem contrição, desde que sirvam a intenção desejada pelo artista; uma gravura que busca o expressivo e a fluidez cromática dando fisicalidade ao pensamento contemporâneo. Não se pode avaliar a contribuição de um artista em uma única fase. O artista só pode ser avaliado pela sua trajetória, pela vitalidade criadora e pela contumaz gana de trabalho dos múltiplos momentos e adversidades de sua vida pessoal e artística. Assim, Ermelindo Nardin procura, em toda a sua carreira de artista plástico, fixar uma forma expressiva, essencial, descentrada de valores estéticos exauridos, em benefício da autonomia gráfica e da cor, por isso a representação figurativa, em grande parte de sua produção criadora, é reduzida ao mínimo de detalhes e, deste modo, se torna ainda mais real, mais poderosa esteticamente. Nardin demonstra grande interesse pela qualidade e pelas características dos materiais e procedimentos técnicos. Redimensionados pelo artista alcançam independência e singularidade. A complexidade do pleno uso dos materiais de gravura é para o autor mais interessante do que o material e a técnica em si".
João Spinelli
NARDIN. Obra gráfica: a aventura e o aprofundamento do olhar. João Spinelli Piracicaba: Secretaria Municipal de Ação Cultural, 1998. 80p:il; 20cm. pp. 13-18.

"As gravuras recentes de Ermelindo Nardin propõem uma dimensão singular do signo, a da sua elaboração na história da obra do artista. Pois, é da obra precedente, em que o abstrato se vê substituído pelo figurativo, que surge uma posição terceira, distinta das duas precedentes. O que vai aparecendo até se firmar pertence à arqueologia, entendida como a articulação de signos que faculta tanto uma interpretação figurativa quanto uma abstrata da gravura. Sendo ambas possíveis, exercem-se elas a partir da articulação que a nenhuma delas pertence e cujo traço distintivo é o de, sendo embora estruturante, estar no plano da matéria. Podendo, nas gravuras de Nardin, visionar-se paisagens, corpos, rostos, mas também composições abstratas, seus metais operam como lógicas que definem lugares. A história da obra não dá conta dessa lógica formal, mas faz aceder-se a ela: fazendo visionar, os lugares pertencem ao figural, sendo eles mesmos invisíveis e infiguráveis: situando, assim, escandindo, recortando, compondo o visível, eles mostram o funcionamento dos signos; estes só não são significantes quando referidos à história da obra de Nardin, pois, então, tornam-se signos. Entretanto, se essa historicidade é o que se constrói depois dos lugares, o que opera é o imprescrito, o arbitrário, o significante; apossado semanticamente como história, este torna-se signo, ou ainda, figura e abstração calcadas sobre lugares".
Leon Kossovitch e Mayra Laudanna
GRAVURA: arte brasileira do século XX. Apresentação Ricardo Ribenboim; texto Leon Kossovitch, Mayra Laudanna, Ricardo Resende; design Rodney Schunck, Ricardo Ribenboim; fotografia da capa Romulo Fialdini. São Paulo: Itaú Cultural: Cosac & Naify, 2000. 270 p. il. color. pp. 22-23.

Acervos

Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo/Brasil
Acervo Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli - Margs - Porto Alegre RS
Centro Campestre do Sesc - SP
Centro Cívico de Santo André - SP
Coleção Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC/USP - São Paulo SP
Coleção Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP - São Paulo SP
Galeria de Arte da Unicamp - Campinas SP
Instituto de Cultura Puertorriqueña - San Juan (Puerto Rico)
Mie Prefectural Art Museum - Mie Ken (Japão)
Ministério das Relações Exteriores - Brasília DF
Museé de L'art Contemporain de Chamaliéres - França
Museu de Arte Contemporânea José Pancetti - MACC - Campinas SP
Museu de Arte de Joinville - SC
Museu de Arte de Ribeirão Preto - SP
Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp - São Paulo SP
Museu Nacional de Belas Artes - MNBA - Rio de Janeiro RJ
Ufes - Vitória ES

Exposições Individuais

1968 - Campinas SP - Individual, no MACC
1968 - São Paulo SP - Individual, no Centro Cultural e Desportivo Carlos de Souza Nazareth - Sesc
1974 - São Paulo SP - Individual, na Associação dos Médicos de Santos
1975 - São Paulo SP - Individual, no Masp
1976 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Eucatex
1977 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte Global
1977 - Vitória ES - Individual, na Ufes
1980 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Arte Aplicada
1982 - Brasília DF - Individual, no Itaú Galeria
1983 - São Paulo SP - Individual, no Masp
1984 - Ribeirão Preto SP - Individual, na Itaugaleria
1985 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1986 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Companhia das Artes
1987 - Porto Alegre RS - Individual, no Margs
1988 - São Paulo SP - Individual, no MAB/Faap
1988 - Campinas SP - Individual, no MACC
1988 - Bauru SP - Individual, na Graffiti Galeria de Arte
1990 - Piracicaba SP - Individual, no Engenho Central
1993 - São Paulo SP - Individual, no Museu Banespa
1994 - São Paulo SP - Individual, na Pinacoteca do Estado 
1994 - São Paulo SP - Individual, no MAC/USP
1995 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Sesc
1998 - Uberlândia MG - Individual, na Galeria Elizabeth Nasser
1998 - Uberaba MG - Individual, na Galeria da Fundação Cultural
1998 - Piracicaba SP - Nardin. Obra Gráfica: a aventura e o aprofundamento do olhar, na Casa das Artes Plásticas Miguel Dutra
1998 - São Paulo SP - Nardin. Obra Gráfica: a aventura e o aprofundamento do olhar, no Lúcia Ferreira Carvalho Escritório de Arte
1999 - São Paulo SP - Nardin: desenhos e gravuras recentes, na Monica Filgueiras Galeria de Arte
2001 - São Paulo SP - Nardin: gravuras de 1960 - 2000, no IEB/USP

Exposições Coletivas

1958 - São Paulo SP - 13º Salão do Centro Acadêmico de Belas Artes - 3º prêmio de desenho
1959 - São Paulo SP - 14º Salão do Centro Acadêmico de Belas Artes - 2º prêmio de pintura
1960 - São Paulo SP - 15º Salão do Centro Acadêmico de Belas Artes - prêmio de gravura e 1º prêmio de pintura
1961 - São Paulo SP - 26º Salão Paulista de Belas Artes
1967 - São Paulo SP - 1º Jovem Arte Contemporânea, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - prêmio aquisição
1968 - Campinas SP - 1º Salão do Artista Jovem de Campinas, MACC - prêmio estímulo 
1968 - Campo Grande MS - 28 Artistas do Acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, no Diário da Serra
1968 - Piracicaba SP - 1º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba
1968 - Salvador BA - 2ª Bienal Nacional de Artes Plásticas, MAM/BA
1968 - São Paulo SP - 2º Jovem Arte Contemporânea, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
1969 - Campinas SP - 2º Salão do Artista Jovem de Campinas, no MACC
1969 - Campinas SP - 5º Salão de Arte Contemporânea de Campinas
1969 - Fortaleza CE - 28 Artistas do Acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, Centro de Artes Visuais Raimundo Cela
1969 - Piracicaba SP - 2º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba
1969 - Porto Alegre RS - 2º Jovem Arte Contemporânea, Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
1969 - Santo André SP - 2º Salão de Arte Contemporânea de Santo André
1969 - São Paulo SP - 3º Jovem Arte Contemporânea, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
1970 - Campinas SP - 6º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, Museu de Arte Contemporânea José Pancetti
1970 - Santo André SP - 3º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, Paço Municipal
1970 - São Paulo SP - 4º Jovem Arte Contemporânea, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
1971 - Campinas SP - 7º Salão de Arte Contemporânea de Campinas
1971 - Santo André SP - 4º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, Paço Municipal - prêmio aquisição
1971 - São Paulo SP - 5º Jovem Arte Contemporânea, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
1972 - Santo André SP - 5º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, Paço Municipal
1972 - São Paulo SP - 4º Salão Paulista de Arte Contemporânea, Masp
1973 - Limeira SP - 1º Salão de Arte Contemporânea de Limeira
1973 - Santo André SP - 6º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, Paço Municipal
1973 - Santos SP - 2ª Bienal de Artes Plásticas
1974 - Campinas SP - 1º Levantamento do Desenho Brasileiro
1974 - Campinas SP - 9º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, Museu de Arte Contemporânea José Pancetti
1974 - Limeira SP - 2º Salão de Arte Contemporânea de Limeira - Prêmio Cidade de Limeira
1974 - Rio de Janeiro RJ - O Desenho Brasileiro 74, MAM/RJ
1974 - Santo André SP - 7º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, Paço Municipal
1974 - São Paulo SP - Bienal Nacional 74, Fundação Bienal
1975 - Limeira SP - 3º Salão de Arte Contemporânea de Limeira - hours concours
1975 - Ribeirão Preto SP - 1º Salão de Artes Plásticas de Ribeirão Preto - prêmio aquisição
1975 - Santo André SP - 8º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, Paço Municipal
1975 - São Paulo SP - 13ª Bienal Internacional de São Paulo, Fundação Bienal
1976 - Goiânia GO - 3º Concurso Nacional de Artes Plásticas de Goiânia - prêmio aquisição
1976 - Limeira SP - 4º Salão de Arte Contemporânea de Limeira - Prêmio Secretaria do Estado da Cultura, Ciência e Tecnologia de São Paulo
1976 - Santo André SP - 9º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, Paço Municipal
1976 - São Paulo SP - 7º Salão Paulista de Arte Contemporânea, Paço das Artes
1976 - São Paulo SP - 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, Museu de Arte Moderna
1976 - São Paulo SP - Bienal Nacional 76, Fundação Bienal
1977 - Ribeirão Preto SP - 2º Salão de Arte de Ribeirão Preto, Casa da Cultura de Ribeirão Preto 
1977 - Tóquio (Japão) - Coletiva Artistas Brasileiros, Museu Central de Arte
1978 - Curitiba PR - 1ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, Centro de Criatividade
1978 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Nacional de Artes Plásticas, Museu Nacional de Belas Artes
1979 - Curitiba PR - 1ª Mostra do Desenho Brasileiro
1979 - Rio de Janeiro RJ - 2º Salão Nacional de Artes Plásticas, Museu de Arte Moderna
1979 - San Juan (Puerto Rico) - 4ª Bienal de San Juan del Grabado latino-americano y del Caribe
1979 - São Paulo SP - 11º Panorama de Arte Atual Brasileira, MAM/SP
1980 - Campinas SP - Anacrônicos da Madrugada, Museu de Arte Contemporânea José Pancetti
1980 - Curitiba PR - 2ª Mostra do Desenho Brasileiro, Teatro Guaíra
1980 - Ituiutaba MG - Anacrônicos da Madrugada
1980 - Rio de Janeiro RJ - 3º Salão Nacional de Artes Plásticas, Museu Nacional de Belas Artes
1980 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva, Galeria Bonino
1980 - Santiago (Chile) - 20 Pintores Brasileños, Academia Chilena de Bellas Artes
1980 - São Paulo SP - 12º Panorama de Arte Atual Brasileira, Museu de Arte Moderna
1980 - São Paulo SP - Exposição Itália - Brasil, Masp
1980 - São Paulo SP - Mestres do Abstracionismo Lírico no Brasil, Galeria Eugenie Villien
1981 - Altinópolis SP - Anacrônicos da Madrugada
1981 - Bogotá (Colômbia) - 10 Artistas Brasileños, Museo de Arte Moderno de Bogotá 
1981 - Cravinhos SP - Anacrônicos da Madrugada
1981 - Matão SP - Anacrônicos da Madrugada
1981 - Piracicaba SP - 14º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba
1981 - Ribeirão Preto SP - Anacrônicos da Madrugada, Itaúgaleria
1981 - San Juan (Puerto Rico) - 5ª Bienal de San Juan del Grabado latino-americano y del Caribe
1981 - São Carlos SP - Anacrônicos da Madrugada, Itaugaleria
1981 - Tóquio (Japão) - Coletiva de Artistas Brasileiros e Japoneses, Museu de Belas Artes
1982 - Belo Horizonte MG - Anacrônicos da Madrugada, Itaugaleria
1982 - Brasília DF - Anacrônicos da Madrugada, Itaugaleria
1982 - Fukuoka Ken - Coletiva, organizada pelo Masp, Fukuoka Art Museum
1982 - Gunma Ken - Coletiva, organizada pelo Masp, Gunma Prefectural Museum of Modern Art
1982 - Kumamoto Ken - Coletiva, organizada pelo Masp, Kumamoto Prefectural Museum
1982 - Mie Ken - Coletiva, organizada pelo Masp, Mie Prefectural Art Museum
1982 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão Nacional de Artes Plásticas, Museu de Arte Moderna
1982 - Tóquio (Japão) - Coletiva, organizada pelo Masp, Asahi Seimei Gallery
1982 - Yamaguchi Ken - Coletiva, organizada pelo Masp, Yamaguchi Prefectural Art Museum
1983 - Catanduva SP - Anacrônicos da Madrugada, Itaugaleria
1983 - San Juan (Puerto Rico) - 6ª Bienal de San Juan del Grabado latino-americano y del Caribe
1984 - Barcelona (Espanha) - 13º Prêmio Internacional de Desenho Joan Miró
1984 - Cidade do México (México) - 4ª Bienal Ibero-Americana de Arte - artista convidado
1984 - Ourinhos SP - Homenagem a Arte da Gravura no Brasil, Itaugaleria
1984 - Ribeirão Preto SP - 4º Salão de Artes Plásticas de Ribeirão Preto - prêmio aquisição
1985 - Barcelona (Espanha) - 14º Prêmio Internacional de Desenho Joan Miró
1985 - Quito (Equador) - Exposição de Artistas Brasileiros, Casa da Cultura do Equador
1986 - Taipé (Taiwan) - International Biennial Print Exhibition
1986 - Tóquio (Japão) - Hanga Annual 86 - Japan Print Association, Metropolitan Museum of Fine Arts
1987 - Campinas SP - 1ª Bienal Internacional de Gravura, Museu de Arte Contemporânea José Pancetti
1987 - Milão (Itália) - América Latina Lodivecchio - Storia, Miti, Leggende, Magia
1987 - Milão (Itália) - Immagini Brasiliane, com artistas do Departamento de Artes Plásticas da Unicamp
1987 - São Paulo SP - 20ª Exposição de Arte Contemporânea, Chapel Art Show
1988 - Pequim (China) - 1ª Exposição Brasil-China, Galeria de Belas Artes da China - artista convidado
1988 - San Juan (Puerto Rico) - 8ª Bienal de San Juan del Grabado latino-americano y del Caribe
1988 - São Paulo SP - Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, Sesc Pompéia
1988 - São Paulo SP - 21ª Chapel Art Show, Chapel Art Show (São Paulo, SP) 
1989 - Copenhague (Dinamarca) - Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, Museu Charlottenborg
1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, Fundação Bienal
1989 - São Paulo SP - Viagem ao Papel nas Bienais Brasileiras, Museu de Arte Moderna
1990 - San Juan (Puerto Rico) - 9ª Bienal de San Juan del Grabado latino-americano y del Caribe
1990 - São Paulo SP - 21º Panorama de Arte Atual Brasileira, Museu de Arte Moderna
1990 - São Paulo SP - Exposição de Gravadores Brasileiros, Fundação Mokiti Okada
1991 - São Paulo SP - Cidadania: 200 anos da declaração dos direitos do homem, Sesc Pompéia
1991 - São Paulo SP - Figuras - Desenho do Acervo, Masp
1991 - São Paulo SP - O Que Faz Você Agora Geração 60?: jovem arte contemporânea dos anos 60 revisitada, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
1991 - São Paulo SP - Registros e Impressões: artistas seminais, Casa das Rosas
1992 - São Paulo SP - 3º Encontro do Papel Artesanal da América Latina - América 92, MAB/Faap
1992 - São Paulo SP - Arte Brasileira na Coleção: anos 70/90, MAC/USP
1993 - Maastricht (Holanda) - The First International Print Biennial
1993 - São Paulo SP - Candelária Urgente, FASM
1993 - São Paulo SP - Utopia Revisitada, Ceuma/USP
1994 - Chamalières (França) - 3ème Triennale Mondiale D'Estampes
1994 - São Paulo SP - Bandeiras: 60 artistas homenageiam os 60 anos da USP, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
1994 - São Paulo SP - Gravuras: sutilezas e mistérios, técnicas de impressão, Pinacoteca do Estado
1995 - São Paulo SP - Ateliê Calcográfico Iole: 15 anos, Sesc Pompéia
1995 - São Paulo SP - Projeto Contato, Galeria Sesc Paulista
1995 - Tóquio (Japão) - International Trienial 9, Tama Art University Museum
1995 - Uzice (Iugoslávia) - 2nd Graphic Art Bienial
1996 - Cidade do México (México) - Aquarelas Brasil - México 96, Museo Nacional de la Acuarela
1996 - São Paulo SP - Bandeiras, Galeria de Arte do Sesi
1997 - Uzice (Iugoslávia) - 3rd Graphic Art Bienial
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura. São Paulo: gravura hoje, Palácio Gustavo Capanema
2000 - São Paulo SP - Investigações. A Gravura Brasileira, Itaú Cultural
2000 - São Paulo SP - O Bardi dos Artistas, Galeria Marta Traba
2001 - Brasília DF - Investigações. A Gravura Brasileira, Itaugaleria
2001 - Penápolis SP - Investigações. A Gravura Brasileira, Itaugaleria
2005 - São Paulo SP - Pequenas Grandes Obras, Cultural Blue Life
2005 - São Paulo SP - Caderno de Notas, Vlado 30 anos, Pinacoteca do Estado
2009 - Milão (Itália) - Pequenas Grandes Obras - Arte Contemporânea Brasileira,  Istituto Brasile - Italia

Fonte: Itaú Cultural

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