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Luiz Otávio Salameh Braga

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BIOGRAFIA

Luiz Otávio Salameh Braga (Belém PA 1956)

Fotógrafo.

Autodidata, começa a fotografar aos 11 anos. Em 1975 inicia a trajetória profissional nas áreas de retrato, publicidade e arquitetura e ingressa na Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Pará (UFPA), onde se forma em 1983. Colabora com o jornal O Estado do Pará, em 1978, e cria o tablóide Zeppelin, no qual exerce as funções de editor e fotógrafo até 1980. Em 1979 realiza sua primeira mostra individual, I Portifólio, com retratos, cenas de rua e de trabalhadores ribeirinhos em preto-e-branco. Integra o projeto Visualidade Popular na Amazônia, promovido pela Fundação Nacional de Arte (Funarte), em 1982. Com base nessa experiência, seus ensaios tornam-se predominantemente coloridos e passam a enfocar a cultura visual, a população e a paisagem amazônica. Na década de 1980 estabelece contato com curadores como Rosely Nakagawa e Paulo Herkenhoff, e intensifica sua participação em exposições nacionais e internacionais. Com a série A Margem do Olhar ganha o Prêmio Marc Ferrez, do Instituto Nacional de Fotografia da Funarte, em 1988. Nessa época começa a fotografar misturando luzes naturais e artificiais, o que confere um caráter não naturalista às imagens. Recebe o Leopold Godowsky Color Phothography Award - Prêmio Fotografia Colorida Leopold Godowsky, da Universidade de Boston, Estados Unidos, em 1991, e Bolsa Vitae de Fotografia, em 1996. Paralelamente à realização de ensaios autorais, atua como fotógrafo independente, em Belém.

Comentário Crítico

Quando Luiz Braga começa a expor seus trabalhos, no fim da década de 1970, suas principais referências são nomes históricos ligados ao fotojornalismo nacional e internacional como Henry Cartier-Bresson (1908-2004), Jean Manzon (1915-1990) e José Medeiros (1921-1990), além de profissionais que atuam na revista Realidade como Maureen Bisilliat (1931- ), Walter Firmo (1937- ) e David Drew Zingg (1923-2000). Nesse período, o artista produz imagens em preto-e-branco de caráter documental, buscando, sobretudo, captar flagrantes do cotidiano.

Depois, mesmo enfatizando alguns aspectos formais, Braga continua interessado em produzir imagens com base na realidade que circunda a cidade de Belém, onde vive, a estética presente na cultura material, a paisagem e a população da Amazônia. Enfocando espaços urbanos e não a floresta, os resultados se afastam de estereótipos e revelam um olhar formado não apenas no fotojornalismo, mas também na história da arte (incluindo a história da fotografia) e na cultura visual popular amazônica.

A relação de suas fotos com a pintura não se dá por manipulações - como acontece no trabalho de alguns fotógrafos contemporâneos que retomam aspectos do pictorialismo do fim do século XIX - e sim por meio de cores e enquadramentos captados de maneira direta e que remetem a obras de diferentes artistas e movimentos.

Nos anos 1980, a cor passa a ser o principal elemento constitutivo de sua poética. As primeiras experiências nesse sentido são composições geométricas feitas com base em detalhes de artefatos e objetos industriais: barco, carro, banco, cortina e suvenir, oferecidos nas feiras. Essas imagens são banhadas por uma luz chapada que ressalta a planaridade do suporte e evidencia a cor como uma qualidade dos materiais registrados. Como ressalta o crítico Tadeu Chiarelli, essas fotografias que parecem abstrações, nas quais é possível adivinhar o referente, remetem a trabalhos de fotógrafos modernos ligados ao conceito de straight photography, como Paul Strand (1890-1976). E reportam à tradição construtiva presente na arte brasileira a partir dos anos 1950, e às pinturas do artista paraense Emmanuel Nassar (1949- ), realizadas nos anos 1980.1

Depois, Braga passa a registrar a população ribeirinha ambientada em casas, bares, barcos e espaços públicos. E raramente mostra cenas de ação, ao contrário, a atitude das pessoas é de contemplação e espera, ou de serenidade ao saber que estão sendo observadas. Em preto-e-branco ou em cores, os retratos são feitos com o consentimento dos modelos e denotam a idéia de cumplicidade. Talvez por isso representem um tempo calmo e silencioso.

A postura e a proporção das figuras em relação aos ambientes conferem a algumas delas sobriedade e melancolia que lembram as pinturas de Edward Hopper (1882-1967). Em comum com a obra do artista norte-americano, as fotos apresentam também portas e janelas, que fragmentam o espaço e inserem a paisagem natural ou urbana nas cenas de interiores. Além disso, as janelas abertas possibilitam o acesso a múltiplos ambientes, enquadramentos e camadas tanto da realidade quanto da imagem.

No fim da década de 1980, Braga começa a trabalhar misturando a luminosidade natural com fontes de luz artificial. Quase sempre fotografando no horário do lusco-fusco e utilizando um tipo de filme apropriado para a luz do dia, as imagens ganham uma cor saturada e não naturalista.

Apesar de partir da paisagem urbana e humana da Amazônia, nesses trabalhos não é o referente que chama a atenção, tampouco a cor pertence a eles. Por vezes, o interesse de Braga está voltado para a própria luz colorida, que por incidir sobre objetos, ambientes e pessoas acaba, como se fosse por contingência, revelando-os. Mesmo aludindo a cenas oníricas, essas fotos atualizam a idéia comum à tradição modernista de que a fotografia deve se tornar arte por seus próprios meios e materiais.

Os enquadramentos lembram também o cinema. No entanto, o registro borrado de pessoas caminhando ou de galhos balançando ao vento dá às coisas uma consistência fantasmagórica que, assim como as tonalidades densas, potencializa a ambigüidade entre realidade e ficção que pode habitar o signo fotográfico.

Nota
1 CHIARELLI, Tadeu. Luiz Braga e a fotografia opaca. In: BRAGA, Luiz. Retratos amazônicos. São Paulo: MAM, 2005.

Acervos

Casa de Cultura Laura Alvim - Rio de Janeiro RJ
Coleção Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ - Rio de Janeiro RJ
Coleção Pirelli/Masp de Fotografias - São Paulo SP
Fundação Cultural do Estado do Pará Tancredo Neves - Belém PA
Fundação Romulo Maiorana - Belém PA
Fundação Vitae - São Paulo SP
Instituto Nacional de Artes Plásticas/Funarte - Rio de Janeiro RJ
Instituto Nacional de Fotografia/Funarte - Rio de Janeiro RJ
Museu de Arte de Belém - Belém PA
Photographic Resource Center of Boston University - Boston (Estados Unidos)
Secretaria da Cultura do Estado do Pará - Belém PA

Críticas

"Às vezes, suas fotos beiram a abstração, não por gosto esteticista, mas para privilegiar as cores em detrimento das figuras. É verdade que abstrair, compor grafismos com os motivos é sempre uma tentação culturalista, mas nas fotos de Braga esse recurso só é invocado para valorizar inscrição das cores, sem descuidar porém do gesto antropológico necessário de contato com o outro. 
Poderíamos então dizer que Luiz Braga realiza um confronto entre o olho civilizado da câmera e a paisagem popular que se oferece ao olhar. A câmera vê essa paisagem com um olhar informado, filtrado pela cultura, um olhar que compõe, na tentativa de tornar sensível e inteligível a festa de cores. Ela enquadra, portanto, mas também resgata aos nossos olhos essa paisagem à qual permanecíamos cegos. Voltando às palavras de Zol, foi preciso a intervenção do aparelho para que o visível surgisse".
Arlindo Machado
MACHADO, Arlindo. Dança cromática nas ruas de Belém. Folha de S. Paulo, São Paulo, 25 set. 1984. Ilustrada, p. 29.

"As imagens de Luiz Braga são portadoras de um traço inconfundível. Você não pode cortar nada da imagem nem adicionar. O recorte, abstrato, dentro da realidade é perfeito. Tudo é necessário, nada supérfluo (...) Luiz Braga é fotógrafo-andarilho dentro da sua cidade. São ruas feitas de cores, são ruas feitas de composições geométricas, ruas-quadros-abstratos. Mas sempre existe um detalhe, um punctum que traz o espectador de volta à realidade".
Stefania Bril
BRIL, Stefania. O mundo colorido, real e misterioso de Luiz Braga. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 28 set. 1984. p. 19.

"A câmera de Luiz Braga opera-se como a intermediação entre a luz natural equatorial e as fontes artificiais num mesmo tempo e imagem. Há em Belém uma explosão de uma luz cegante, que tem, no ambiente, o seu contraponto de sombra, ou nos filtros da umidade da estação das chuvas ou na densa escuridão da floresta. A fotografia de Luiz Braga confronta a luz natural de um raio de sol crepuscular com o foco artificial de um vapor de mercúrio. O pôr-do-sol é a própria história natural de cada dia, com o seu tempo cíclico da mecânica dos astros, o vapor de mercúrio banha com um clima de artificialidade, com um corpo estranho, impalpável e visível. A luz, nas suas qualidades históricas e diversidade de fontes na imagem, faz de cada uma das fotografias de Luiz Braga um espaço de clareza. 
(...) Um lampejo é agora o verbo, princípio da linguagem da fotografia. A luz tornar-se-ia questão central explícita da obra de Luiz Braga. Sua fotografia só marginalmente produziria simulacros. Braga sabe que a foto não ilumina como uma fonte de emissão de luz, mas é resultante de uma operação da luz. Seu desafio é explicitar isso, mesmo quando há remanescentes do antigo ´páthos´ do modelo caboclo ou vestígios do recorte da cultura material amazônica".
Paulo Herkenhoff
BRAGA, Luiz. Anos-luz: fotografias. São Paulo: Masp; Belém: Galeria Theodoro Braga, 1992.

"Apesar de desenvolver uma temática regional, a fotografia de Luiz Braga está sintonizada com os movimentos visuais contemporâneos. Com cores saturadas e tons harmônicos, ele assume uma fantástica visão, apreendida com respeito e encantamento. Experimental na técnica e clássico no enquadramento, Braga é o artista atento, que registra a região amazônica e seu habitante sem o exotismo do olhar estrangeiro. Trabalhando a questão da cor com domínio, síntese e maturidade, ele consegue evidenciar uma luz misteriosa que estimula a imaginação. O confronto da luz natural com luz artificial registra a ambigüidade do momento da passagem da luz do dia para a luz da noite, e provoca a incômoda sensação de questionar as fronteiras entre realidade e ficção".
Rubens Fernandes Junior
FERNANDES JUNIOR, Rubens. Luiz Braga. IrisFoto, São Paulo, n. 453, p. 34-39, abr. /maio 1992.

Depoimentos

"Há quase vinte anos vivencio o desafio de ser fotógrafo e viver na Amazônia. Paraíso dos fotógrafos, a região vem alimentando a mídia com imagens exóticas e registros etnográficos que revelam um olhar distanciado e não raro preconceituoso. A constituição de um olhar contemporâneo da Amazônia sobre si mesma é a linha mestra desta proposta e tem sido o meu objetivo desde o início de minha carreira como fotógrafo. Nasci e cresci em Belém do Pará, meu olhar se fez sem pressa, nem alvoroço, respeitando o ritmo da natureza e da gente da minha terra. Evidentemente que meus personagens não vivem num paraíso. Mas estão em paz com seu ambiente. Não me interessa assumir culpas ou colocar enfeites em suas vidas. Nem tampouco transformar sua pobreza em bandeira ou explorar seu lado exótico ou folclórico. Quero sim, reinocentar meu olhar, buscando o novo naquilo que sempre esteve dentro de mim. Minha opção pela Amazônia é simples e natural, passando ao largo do modismo ecológico que nem sempre conhece ou leva em conta quem nela vive e faz sua história. Uma história comum, feita por heróis anônimos, observadores atentos da natureza, criativos na sua essência e alegres no seu dia-a-dia, feito de viagens de canoa, banhos de rio, trabalho duro e muita esperança".
Luiz Braga
Brinquedos de Miriti. Texto Cleber Papa. São Paulo: São Paulo ImagemData, 1998. 16p. il. , foto color. (Brasil das artes). p. 10.

Exposições Individuais

1979 - Belém PA - 1º Portfolio, na Galeria Theodoro Braga
1980 - Belém PA - Portfolio 80, no Signo's Clube
1984 - São Paulo SP - No Olho da Rua, no CCSP
1984 - Belém PA - No Olho da Rua, na Galeria Theodoro Braga
1987 - São Paulo SP - À Margem do Olhar, na Galeria Fotoptica
1987 - Rio de Janeiro RJ - À Margem do Olhar, na Casa de Cultura Laura Alvim
1987 - Brasília DF - À Margem do Olhar, na Galeria do Teatro Nacional de Brasília
1987 - Belém PA - À Margem do Olhar, na Galeria Theodoro Braga
1992 - Rio de Janeiro RJ - Luiz Braga, no CCBB
1992 - São Paulo SP - Anos-Luz, no Masp
1992 - Belém PA - Anos-Luz, na Galeria Theodoro Braga
1993 - Amsterdã (Holanda) - Luiz Braga, na Pulitzer Art Gallery
1994 - Colônia (Alemanha) - Luiz Braga - Fotografias, na Bi-Pi's Kulturgalerie
1994 - João Pessoa PB - Anos-Luz, individual integrante da programação da 1ª Semana Paraibana de Fotografia
1994 - Niterói RJ - Anos-Luz, individual integrante da programação da 1ª Semana Paraibana de Fotografia
1994 - Curitiba PR - Anos-Luz, individual integrante da programação da 1ª Semana Paraibana de Fotografia
1998 - São Paulo SP - Brinquedos de Miriti, no Espaço Cultural da Estação Santa Cecília do Metrô
1998 - São Paulo SP - Marajó e Tapajó: a transformação do barro, no Espaço Cultural da Estação Santa Cecília do Metrô
1998 - São Paulo SP - Rendas e Bilros da Lagoa da Conceição, no Espaço Cultural da Estação Santa Cecília do Metrô
1998 - São Paulo SP - Cerâmica de Apiaí, no Espaço Cultural da Estação Santa Cecília do Metrô
1998 - Belém PA - Belém Postal, no Museu do Estado do Pará e no Shopping Iguatemi
1998 - Belém PA - Belém - Cidade Patrimônio, no Espaço Cultural Ernesto Pinho
2000 - Curitiba PR - Desenhos do Olhar, no Memorial de Curitiba
2005 - São Paulo SP - Luiz Braga, no MAM/SP

Exposições Coletivas

1982 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1982- Belém PA - Salão Arte Pará, no salão do edifício do jornal O Liberal
1983 - Belém PA - Fotopará 83, na Galeria Theodoro Braga
1983 - Recife PE - 36º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco
1983 - São Paulo SP - 1ª Bienal Internacional de Arte Fotográfica, na Escola Panamericana de Artes
1984 - Belém PA - Fotopará 84, na Galeria Theodoro Braga
1984 - Belém PA - Salão Arte Pará, no salão do edifício do jornal O Liberal
1984 - Rio de Janeiro RJ - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ - prêmio aquisição
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - Belém PA - Coletiva de Fotógrafos do Pará, na Galeria Angelus, Teatro da Paz
1985 - Belém PA - Salão Arte Pará 85, no salão do edifício do jornal O Liberal - artista premiado
1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1985 - Rio de Janeiro RJ - Foto-Grafismo, na Galeria de Fotografia da Funarte
1985 - Rio de Janeiro RJ - Premiados do 7º Salão Nacional de Artes Plásticas, na Galeria Sérgio Milliet
1985 - São Paulo SP - 1ª Quadrienal de Fotografia, no MAM/SP
1986 - Belém PA - 9º Salão Nacional de Artes Plásticas, no Museu da Universidade
1986 - Belém PA - Salão Arte Pará 86, no salão do edifício do jornal O Liberal
1986 - Quito (Equador) - Fotógrafos Brasileiros Contemporâneos, no 3º Encuentro y Muestra Nacional de Fotografía
1986 - São Paulo SP - Cartões-Postais, na Galeria Fotoptica
1987 - Belém PA - 6º Salão Arte Pará, na Galeria Romulo Maiorana - prêmio aquisição
1987 - Rio de Janeiro RJ - 1º Fotonorte, na Funarte
1988 - Belém PA - 7º Salão Arte Pará, na Galeria Romulo Maiorana - artista premiado
1988 - Buenos Aires (Argentina) - Mostras de Portfolio, no Centro Cultural San Martín
1988 - La Plata (Argentina) - Brasil, Cenários e Personagens, na Galeria Ômega
1988 - Moscou (Rússia) - Brasil, Cenários e Personagens, na Embaixada Brasileira em Moscou
1989 - Rio de Janeiro RJ - Acervo, na Casa de Cultura Laura Alvim
1989 - Rio de Janeiro RJ - Brasil, Cenários e Personagens, na Galeria de Fotografias da Funarte
1989 - Ruzomberok (Tchecoslováquia, atual República Tcheca) - Fotoforum, no Liptovské Múzeum Ru?omberok
1989 - São Paulo SP - As 40 Melhores Fotografias dos Dez Anos da Galeria Fotoptica, na Galeria Fotoptica
1990 - Boston (Estados Unidos) - The Leopold Godowsky Jr Color Photography Awards, coletiva dos premiados, na Klebenov Gallery, Photographic Resource Center, University of Boston
1991 - São Paulo SP - Mês da Fotografia - Nafoto, na Galeria Fotoptica
1991 - São Paulo SP - Sobrecor, na Casa da Fotografia Fuji
1991- Belém PA - 10º Salão Arte Pará, na Galeria Romulo Maiorana - artista convidado
1992 - Belém PA - 1º Salão Paraense de Arte Contemporânea, no Centur - artista convidado
1992 - Colônia (Alemanha) - Luiz Braga & Emmanuel Nassar, na Galerie Weisse Stadt
1992 - Rio de Janeiro RJ - A Face Negra na Sociedade Brasileira, na Galeria de Fotografia da Funarte
1992 - Rio de Janeiro RJ - Alexandre Rodrigues Ferreira, fotografias integradas à exposição do naturalista, na Biblioteca Nacional
1992 - Rio de Janeiro RJ - Arte Amazonas, programação da ECO-92, no MAM/RJ
1992 - São Paulo SP - 2ª Coleção Pirelli/Masp de Fotografias, no Masp
1992 - Zurique (Suíça) - Image du Brésil, na Fundação Suíça para Fotografia
1993 - Berlim (Alemanha) - Clima Global, na Staatlich Kunsthalle
1993 - São Paulo SP - 3º Studio Internacional de Tecnologias da Imagem, no Sesc Pompéia
1993 - São Paulo SP - Coleção Joaquim Paiva, exposição integrante do Mês Internacional da Fotografia, na Casa da Fotografia Fuji
1993 - São Paulo SP - Fotografia Brasileira Contemporânea, exposição integrante do Mês Internacional da Fotografia, no Sesc Pompéia
1994 - Frankfurt (Alemanha) - Espessura da Luz - Fotografia Brasileira Contemporânea, na Bienal Internacional do Livro
1995 - Herten (Alemanha) - Lichtbild, na Internationale Fototage
1995 - João Pessoa PB - Salão Paraíba Brasil de Arte Fotográfica, na Funesc
1995 - São Paulo SP - Retratos - Anos 80/90, exposição integrante do Mês Internacional da Fotografia, no Espaço Cultural Faap
1996 - Bogotá (Colômbia) - Imagenes de Brasil. Coleção Pirelli/Masp de Fotografias, na Casa do Brasil 
1996 - Buenos Aires (Argentina) - Imagenes de Brasil. Coleção Pirelli/Masp de Fotografias, no Museo Nacional de Bellas Artes
1996 - Caracas (Venezuela) - Imagenes de Brasil. Coleção Pirelli/Masp de Fotografias, no Museo de Arte Contemporáneo de Caracas Sofía Imber
1996 - Londres (Inglaterra) - Novas Travessias - Recent Photographic Art from Brazil, na Photographer´s Gallery
1997 - Colônia (Alemanha) - Lichtbilder - Junge Brasilianische Fotografie, 10 Photoszene Köln/Photokina, na Du Mont Künsthalle/Blaue Halle
1998 - Belém PA - 2º Fotonorte - artista convidado
1998 - Belém PA - Projeto 3 - Fotografias, no Mabeu
1998 - Belém PA - Retrato Paraense, no Museu do Estado do Pará
1998 - Manaus AM - Salão Plástica Amazônia, no Teatro Chaminé
1998 - Rio de Janeiro RJ - LGC Arte Hoje, na Galeria LGC
1998 - São Paulo SP - Amazônicas, no Itaú Cultural
1998 - São Paulo SP - Homem e Meio Ambiente, na Casa de Fotografia Fuji
1998 - São Paulo SP - Viagens. Terra e Mar à Vista, no Itaú Cultural
1999 - Berlim (Alemanha) - 2º Fotonorte, no Instituto Cultural Brasileiro na Alemanha - artista convidado
1999 - Rio de Janeiro RJ - 4º Salão Finep de Fotojornalismo, no Espaço Cultural Finep
1999 - São Paulo SP - Fotógrafos e Fotoartistas na Coleção do Museu de Arte Moderna de São Paulo: fotografia contemporânea brasileira, no Espaço Porto Seguro de Fotografia
1999 - Wolfsburg (Alemanha) - Brasilianische Fotografie 1946 bis 1998, no Künstmuseum Wolfsburg
2000 - Belém PA Comissão de seleção - 6ª Salão Unama de Pequenos Formatos, na Universidade da Amazônia. Galeria de Arte
2000 - Belo Horizonte MG - O Brasil na Visualidade Popular, no MAP
2000 - Curitiba PR - 3ª Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba, no Museu da Fotografia
2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural
2002 - Belém PA - Fotografia Contemporânea Paraense, no MIS/PA
2002 - São Paulo SP - Fotografias no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, no MAM/SP
2002 - São Paulo SP - Visões e Alumbramentos: fotografia contemporânea brasileira da coleção Joaquim Paiva, na Oca
2003 - Belém PA - 22º Salão Arte Pará, no Museu do Estado do Pará
2004 - São Paulo SP - Fotografia e Escultura no Acervo do MAM - 1995 a 2004, no MAM/SP

Fonte: Itaú Cultural

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