Efe Godoy

Obras de arte disponíveis

Efe Godoy - Da Delicadeza De Respirar Em Flor

Da Delicadeza De Respirar Em Flor

aquarela sobre papel202630 x 40 cm
Efe Godoy - Anatomia De Um Pressentimento Bom

Anatomia De Um Pressentimento Bom

aquarela sobre papel202630 x 24 cm
Efe Godoy - Cavalo + Alecrim - Série "Bicho, Planta, Feitiço."

Cavalo + Alecrim - Série "Bicho, Planta, Feitiço."

grafite e aquarela sobre papel202630 x 24 cm

Biografia

Efe Godoy (Minas Gerais, Brasil - 1988)

Efe Godoy nasceu em Sete Lagoas, Minas Gerais, em 1988. Vive e trabalha em Belo Horizonte, Minas Gerais. É artista visual e desenvolve sua pesquisa em diferentes linguagens, entre elas vídeo, objeto, desenho, pintura e performance. A produção de Efe Godoy pesquisa o hibridismo, com ênfase em recortes de memórias da infância e fabulações espontâneas.

Efe Godoy passou pela Escola Guignard, da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), e continuou sua formação por meio de residências artísticas no Brasil e no exterior. Entre essas experiências estão a Bolsa Pampulha, em Belo Horizonte, nos anos de 2015 e 2016; a residência artística no EAC, em Montevidéu, em 2018; a Residência Adelina, em São Paulo, também em 2018; e o HEMIENCuentro, do Instituto Hemispheric da New York University, realizado na Cidade do México em 2019.

Em 2015, Efe Godoy realizou Por enquanto pássaros, sua exposição individual no BDMG Cultural, em Belo Horizonte. A mostra apresentou desenhos relacionados à presença de pássaros e figuras humanas.

Em 2016, Efe Godoy apresentou Como se eu estivesse lá, na Aliança Francesa de Belo Horizonte. A exposição foi desenvolvida a partir da tragédia provocada pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, e reuniu trabalhos realizados a partir de fotografias compartilhadas nas redes sociais, com intervenções de desenhos e colagens.

No mesmo período, Efe Godoy participou da Bolsa Pampulha e desenvolveu trabalhos que incluíam performance. Entre eles está Homem-Capivara, apresentado no contexto do programa.

Em 2016, Efe Godoy também apresentou No mesmo tempo que crescem as plantas e todas as coisas, no Memorial Minas Gerais Vale, em Belo Horizonte, como parte do edital Jovens Artistas Mineiros. A exposição reuniu 200 ilustrações relacionadas às relações entre homem e natureza e contou ainda com performances e encontros com o público.

Em 2019, Efe Godoy realizou a exposição Estranho familiar, na Galeria Celma Albuquerque, em Belo Horizonte. A exposição apresentou trabalhos relacionados ao hibridismo, com figuras nas quais animais, plantas, humanos e objetos aparecem combinados. No mesmo ano, participou da Mostra VERBO de Performance Arte, na Galeria Vermelho, em São Paulo.

A pesquisa de Efe Godoy sobre hibridismo continuou presente em sua produção. Entre os trabalhos registrados pela Albuquerque Contemporânea estão a série Ser flor, ser híbrida, em estado de namoro com a indefinição, de 2020, realizada em desenho sobre papel, e a série Um sentimento macio e áspero, arranha e cria casquinha, de 2021, realizada em desenho e aquarela sobre papel.

Em 2020, Efe Godoy recebeu o Prêmio SARP, do Salão de Arte de Ribeirão Preto. Em 2021, recebeu o Prêmio MABRI de Pequenos Formatos. Em 2022, foi indicada ao Prêmio PIPA.

Em 2022, Efe Godoy desenvolveu a série Para sonhar imagens de transformação, realizada em aquarela sobre papel algodão. No ano seguinte, sua produção passou a apresentar também pinturas em óleo e acrílica sobre tela e pinturas realizadas sobre fotografias encontradas.

Em 2023, Efe Godoy apresentou Conversas telepáticas sobre assuntos preferidos, na Albuquerque Contemporânea, em Belo Horizonte. Segundo o texto da exposição, embora desenho, aquarela e pintura já estivessem presentes em sua produção, foi nessa mostra que a pintura se tornou o eixo central de seu trabalho. A exposição abordou temas como símbolos da natureza, sexualidade, memória e hibridismo, apresentando seres híbridos que combinam plantas, animais e seres humanos.

Em 2024, Efe Godoy realizou uma residência artística pela Sam Art Project, em Paris. No mesmo ano, a Albuquerque Contemporânea apresentou na ZONAMACO, no México, o projeto solo Bicho, planta, feitiço, formado por uma série de 90 desenhos de seres híbridos.

Entre os trabalhos mais recentes de Efe Godoy estão aquarelas e fotografias garimpadas e rasgadas sobre papel, além de pinturas em óleo e acrílica sobre tela. A produção de 2024 e 2025 registrada pela Albuquerque Contemporânea inclui trabalhos como a cada vez que que esqueço de dizer algo, brota um pensamento novo que pode ser esquecido outra vez!, Sonhei que me polinizava e Metamorfoseada em orquídea flor, por dentro e por fora que era liberdade e amor.

Em 2025, Efe Godoy participou de uma exposição coletiva no Pavilhão Brasil da EXPO Osaka, no Japão, e apresentou uma exposição individual no projeto Arte Contemporânea, no Museu de Arte Contemporânea do Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte.

Em 2026, Efe Godoy apresentou Reflorestar: quando permito florescer, na Piccola Galleria da Casa Fiat de Cultura, em Belo Horizonte. A exposição ocorreu de 2 de junho a 19 de julho e reuniu pinturas produzidas a partir de fotografias antigas, com aquarela, flores, folhas, raízes e espécies inventadas. A mostra também contou com uma intervenção artística criada pela artista nas paredes da galeria.

A pesquisa de Efe Godoy também se relaciona à ideia de interferir na vida das pessoas por meio da reverberação do afeto. A artista utiliza as redes sociais como espaço de interação, aproximando os espaços íntimos da vida e da arte.

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