Vik Muniz (São Paulo, SP - 1961)
Vik Muniz é um artista plástico brasileiro de projeção internacional, reconhecido por sua produção inovadora em fotografia, desenho, pintura e gravura. Nascido em São Paulo em 20 de dezembro de 1961 como Vicente José de Oliveira Muniz, o artista construiu uma trajetória marcada pela experimentação técnica e conceitual, tornando-se uma das figuras mais relevantes da arte contemporânea brasileira no cenário global. Atualmente radicado nos Estados Unidos, Vik Muniz desenvolve uma obra que articula crítica cultural, história da arte e reflexão sobre a percepção visual.
Formado em Publicidade pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), em São Paulo, Vik Muniz mudou-se para Nova York em 1983, onde iniciou sua inserção no circuito artístico internacional. Nesse período, passou a explorar a relação entre escultura e fotografia, consolidando uma linguagem própria baseada na reconstrução de imagens e na transformação de materiais cotidianos em obras de forte impacto visual e conceitual.
A produção de Vik Muniz, iniciada de forma consistente no final dos anos 1980, investiga temas como memória, representação e construção da imagem. O artista tornou-se amplamente conhecido pelo uso de materiais não convencionais e efêmeros, como açúcar, chocolate, doce de leite, ketchup, poeira, sucata e resíduos industriais. Essas composições são cuidadosamente montadas e posteriormente fotografadas, resultando em obras que existem simultaneamente como instalação e registro fotográfico.
Entre suas séries mais conhecidas estão The Best of Life (1988), na qual recria de memória imagens icônicas da revista Life, e Sugar Children (1996), em que retrata filhos de trabalhadores de plantações de açúcar na ilha de St. Kitts utilizando açúcar sobre papel. Essas obras consolidam sua investigação sobre memória coletiva, mediação das imagens e os limites entre original e reprodução.
Ao longo de sua carreira, Vik Muniz expandiu sua prática para projetos de grande escala, incluindo imagens construídas com lixo, intervenções em paisagens e experimentações com geoglifos. Um marco importante de sua trajetória é o documentário Waste Land (2010), dirigido por Lucy Walker, que acompanha sua colaboração com catadores de materiais recicláveis no aterro de Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro. O filme recebeu reconhecimento internacional, incluindo prêmios nos festivais de Sundance e Berlim, além de indicação ao Oscar de Melhor Documentário.
A dimensão social também se destaca na produção do artista, que frequentemente integra comunidades e trabalhadores ao processo criativo. Em 2007, Vik Muniz realizou uma série de retratos em chocolate para o Christmas Book da Neiman Marcus, destinando a renda a iniciativas sociais no Brasil, reforçando o diálogo entre arte, mercado e responsabilidade social.
A obra de Vik Muniz integra importantes exposições individuais e coletivas em instituições como o PS1 Contemporary Art Museum, o Seattle Art Museum, o Musée d’Art Contemporain de Montréal e o Museum of Contemporary Art Australia. Também está presente em acervos de relevância internacional, incluindo a Tate Modern, o Victoria & Albert Museum, o Getty Research Institute, o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) e o Instituto Inhotim.
Reconhecido por sua contribuição à cultura e à educação, Vik Muniz foi nomeado Embaixador da Boa Vontade da UNESCO. Sua produção, marcada pela inovação técnica e pela reflexão crítica sobre a imagem, consolida Vik Muniz como um dos principais nomes da arte brasileira contemporânea, com forte presença em coleções, museus e instituições culturais ao redor do mundo.
Comentário crítico
Vik Muniz construiu sua formação em Publicidade na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), em São Paulo, antes de se mudar para Nova York em 1983, onde iniciou sua consolidação no circuito artístico internacional. Nesse período, após um breve envolvimento com a escultura, o artista passou a se dedicar de forma mais sistemática à fotografia, desenvolvendo uma linguagem visual que se tornaria central em sua produção. O trabalho de Vik Muniz se destaca por recriar imagens consagradas da história da arte e da cultura visual por meio de materiais não convencionais, como papel, algodão, revistas, açúcar, chocolate líquido e poeira, explorando de forma crítica a relação entre imagem, matéria e percepção.
Em séries realizadas com chocolate líquido, Vik Muniz reinterpreta composições clássicas, como A Descida da Cruz, atribuída a Caravaggio, e a icônica fotografia de Jackson Pollock registrada por Hans Namuth. Nessas obras, construídas com precisão a partir de conta-gotas, o artista reforça a dimensão performática do processo criativo. Após serem fotografadas, as composições são deliberadamente destruídas, enfatizando o caráter efêmero da imagem e tensionando a ideia de permanência na arte contemporânea. Esse procedimento reforça o jogo entre ilusão e materialidade que caracteriza a produção de Vik Muniz.
Em 2000, Vik Muniz publicou Clayton Days, resultado de sua residência no Frick Art & Historical Center, em Pittsburgh. A série apresenta fotografias que reinterpretam o cotidiano da residência de Henry Clay Frick a partir de uma perspectiva rebaixada, sugerindo um olhar associado à infância e à reconstrução subjetiva da memória. O projeto evidencia o interesse do artista por narrativas fragmentadas e pela transformação de ambientes históricos em construções ficcionais, nas quais memória, invenção e observação se sobrepõem.
Na série Pictures of Magazines (2003), Vik Muniz trabalha com fragmentos de revistas para construir retratos de figuras públicas e anônimas, incluindo Pelé, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e um vendedor de flores não identificado. Ao desmontar e recompor imagens impressas, o artista investiga a instabilidade do olhar e a forma como a fotografia pode ser simultaneamente índice e construção. O uso de materiais editoriais reforça sua crítica aos mecanismos de circulação e consumo das imagens na cultura contemporânea.
Ao longo dessas pesquisas, a produção de Vik Muniz amplia o campo da fotografia ao dialogar diretamente com práticas como desenho e pintura, sem se restringir às suas definições tradicionais. Seu trabalho provoca uma revisão constante dos limites da representação do real, deslocando a fotografia de seu papel documental para uma dimensão conceitual e material. Nesse processo, o artista estabelece uma relação ativa entre obra, processo e espectador, na qual a percepção é continuamente reorganizada e questionada dentro da arte contemporânea brasileira e internacional.
Críticas
Nelson Aguilar
A memória como ponto de partida e a luta contra o esquecimento
"Antes de mais nada Vik estabelece uma relação entre desenho e fotografia, entre memória e presente, já que toma como ponto de partida e reminiscência de uma imagem célebre, por exemplo, a de John Lennon em Manhattan. Ele desenha o clichê de memória. Nessa etapa, a aptidão mais solicitada é a da retenção, como se todas as reproduções dessa imagem tivessem desaparecido e como se contássemos apenas com o talento e a memória de Vik para fazê-la renascer. Às vezes, ele interroga pessoas para completar esse quebra-cabeça. Pouco a pouco, a figura trágica do Beatle aparece, como se estivesse em via de se compor na bacia do revelador. Obviamente, a imagem foi congelada para sempre nos olhos do público, verdadeiramente síntese do que se iria passar: seja o nome da cidade onde seria assassinado, escrito sobre sua camiseta, os braços cruzados como se esperasse seu carrasco e os óculos escuros de star. Ele desenha o rosto de esfinge do membro mais articulado do conjunto de rock e, finalmente, a grade atrás dele. No entanto, o desenho não é o produto final de Vik. O desenho conserva os traços de suas luta mortal contra o esquecimento. Então, ele fotografa o desenho e o desenvolve sobre um papel que possa dar a mesma granulação que uma radiofoto. Procede da mesma maneira com a lembrança do primeiro homem que pisou o solo lunar, a da execução de um vietcongue suspeito, a da menina que corre nua pela estrada após a queda do napalm. Todos esses clichês são provenientes da seleção das melhores fotos produzidas pela revista Life, primeiro livro que Vik comprou nos Estados Unidos assim que chegou lá, em 1983, quando possuía um conhecimento rudimentar do inglês. A série 'O melhor da Life', realizada entre 1988 e 1990, remete então à recaptura de um momento em que se sentia exilado, perdido e isolado. Para ser artista, lhe faltou reproduzir este estado, como se o resgate do tempo reencontrado lhe fornecesse a chave definitiva de sua vocação."
Fonte: AGUILAR, Nelson. MOSTRA do Redescobrimento. Arte Contemporânea. Curadoria geral Nelson Aguilar; apresentação Edemar Cid Ferreira. São Paulo, 255 p., 2000. p. 212.
Aracy Amaral
A técnica, o virtuosismo e a recriação com materiais inusitados
"Há em Vik Muniz (...) alguns traços que gostaríamos de abordar. Primeiramente, seu empenho no 'fazer', e não apenas na concepção de um trabalho, que é a tônica de sua produção. Nesse 'fazer', está implícito seu domínio técnico para levar a cabo uma ideia. Podendo partir da cópia de uma obra de arte ou de uma fotografia, minuciosamente, com competência, pinça determinados artistas da história da arte – Corot, Coubert, Monet, Da Vinci, Caravaggio, Rothko, Morris – pelo desafio ou pela admiração? – reproduzindo a obra de 'outro' à sua maneira. (...)
No caso de Vik Muniz, quando reproduz à sua maneira a obra de 'outro', referimo-nos aos materiais por ele utilizados, diversos daqueles empregados na obra selecionada por sua vontade. Fotografias reproduzidas com açúcar ou com detritos de lixo, ou uma Santa Ceia recriada com chocolate líquido implicam numa licença poética de alto teor de criatividade. Sabe-se que, na história da arte, este artista não está só em seus procedimentos. Já Arcimboldo, no século XVI, compunha, com rara inventividade, perfis de personagens em 'assemblages' artificiosos de legumes, frutas e vegetais. (...)
Na série elaborada com chocolate líquido, por exemplo, sabemos que Vik reconstruiu essas imagens através de um conta-gotas, com paciência quase oriental, e esse procedimento continuou ao fotografar rapidamente a imagem fixada (...) em Cibachrome. O processo do artista, decididamente maneirista, surpreende tanto pela similitude da imagem original com aquela reproduzida como pelo frescor do brilho reluzente da deliciosa coloração do chocolate que aflora nesses trabalhos. (...)
Poder-se-ia assinalar ser o seu um procedimento herdado do movimento pop dos anos 60? Talvez, pois os artistas dessa década (seja Jasper Johns, como Oldenburg, Warhol ou Lichtenstein, só para citar alguns poucos) copiaram ad infinitum páginas de jornais, fotografias de pessoas célebres, repintaram latas de cerveja ou representaram latas de sopa, reconstituíram anúncios e ambientes típicos da cultura visual norte-americana do tempo, com leveza e senso de humor que também se aproxima daquele implícito no fazer artístico de Vik Muniz.
A cópia e o múltiplo, já se sabe, existem desde que as máquinas foram inventadas. E Vik Muniz nelas se baseia, ao fazer da fotografia o produto final de seu trabalho. É por essa razão que temos sempre em mente este artista plástico, desenhista, pintor que se utiliza da linha, ou de técnicas mistas, mas que opta pela fotografia, com tiragem limitada para cada trabalho. Está, assim, dentro de seu tempo e, simultânea e contraditoriamente, fora dele, ao fazer do estritamente artesanal, manual, seu processo de trabalho. Que por esta mesma razão, surpreende-nos e intriga-nos pelo latente paradoxo entre o processo e o instigante resultado final. (...)
Mas essa é apenas uma das facetas da produção de Vik Muniz. Como desenhista, emerge pleno de poesia quando seu traço flui em linearidade pura com um singelo fio de arame, fixando, com economia máxima, objetos do cotidiano, um balanço, um rolo de papel higiênico, um vestido leve de verão secando no varal. Imagens elaboradas para posterior documentação fotográfica, sempre produto final de seus trabalhos. Nesta série em particular, ele vem nos demonstrar que a poética está viva quando existe domínio técnico, quando uma ideia norteia a obra, quando há um conceito a perseguir, enfim. (...)
Outro dado que impressiona neste artista é que ele não cultiva a cópia como mera releitura ou captação de um processo apenas para a obtenção da composição de uma imagem (...). Ele não está interessado apenas em cópias perfeitas, pastiches de obras reconhecidas ou de fotos famosas. O que se percebe, ao mesmo tempo em que se nota com clareza seu virtuosismo e erudição, é que, a partir de uma imagem – a partir de uma representação – na solidão da paciente elaboração de seus trabalhos, ocorre uma positiva diversidade na opção de meios para suas 'matrizes' – papéis perfurados, algodão, chocolate líquido, açúcar, lixo, arame, poeira, serragem, geléia, doce de leite, alfinetes, pantone. Entretanto, o êxito que tem rodeado suas apresentações é também um desafio, pelo excesso de assédio do mercado e das instituições. Que resista, portanto, com o necessário controle de qualidade, para que nos mantenhamos neste encantamento frente à humorosa, extraordinária feição lúdica, 'divertente', maravilhosa, do ato criativo em Vik Muniz."
Fonte: AMARAL, Aracy. Vik Muniz: o ilusionismo além da aparência especular. In: MUNIZ, Vik. Ver para crer. Texto Aracy Amaral, Beth Wilson. São Paulo: MAM, 2001. p. 20-24.
Exposições Individuais
1988 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na PS122
1988 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Stux Gallery
1989 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Stux Gallery
1990 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Stux Gallery
1990 - San Francisco (Estados Unidos) - Individual, na Stephan Wirtz Gallery
1990 - Santa Monica (Estados Unidos) - Individual, na Meyers/Bloom Gallery
1991 - Barcelona (Espanha) - Individual, na Galeria Berini
1991 - Colônia (Alemanha) - Individual, na Kicken-Pausebach
1991 - Nova York (Estados Unidos) - The Best of LIFE, na Stux Gallery
1991 - Paris (França) - Individual, na Galerie Claudine Papillon
1991 - São Paulo SP - Individual, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1992 - Luxemburgo (Luxemburgo) - Individual, na Gallerie Beaumont
1992 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Stux Gallery
1992 - Turin (Itália) - Individual, na Claudio Botello Arte
1993 - Nova York (Estados Unidos) e Verona (Itália) - Equivalents, na Tricia Collins Contemporary Art e na Ponte Pietra Gallery
1994 - Nova York (Estados Unidos) - Representations, na Wooster Gardens
1994 - Turin (Itália) - Individual, na Galeria Claudio Botello
1995 - São Paulo SP - The Wire Pictures, na Galeria Camargo Vilaça
1996 - Curitiba PR - Individual, na Galeria Casa da Imagem
1996 - Nova York (Estados Unidos) - The Best of Life, na Wooster Gardens
1996 - Nova York (Estados Unidos) - The Sugar Children, na Tricia Collins Contemporary Art
1996 - San Francisco (Estados Unidos) - Pantomimes, na Rena Bransten Gallery
1996 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Camargo Vilaça
1997 - Nova York (Estados Unidos) - Pictures of Thread, no Wooster Gardens
1997 - Santa Monica (Estados Unidos) - Individual, na Dan Bernier Gallery
1997 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Camargo Vilaça
1998 - Lisboa (Portugal) - Individual, na Galeria Módulo
1998 - Nova York (Estados Unidos) - Flora Industrialis, no Brent Sikkema Gallery
1998 - Nova York (Estados Unidos) - Seeing is Believing, no International Center of Photography
1998 - San Francisco (Estados Unidos) - Individual, na Rena Bransten Gallery
1999 - Chicago (Estados Unidos) - Seeing is Believing, no Museum of Contemporary Photography, Columbia College
1999 - Estocolmo (Suécia) - Individual, na Galeri Lars Bohman
1999 - Honolulu (Estados Unidos) - Individual, no The Contemporary Museum
1999 - Milão (Itália) - Individual, no Photo & Co
1999 - Nova York (Estados Unidos) - Beyond the Edges, no The Metropolitan Museum of Art
1999 - Paris (França) - Flora Industrialis, na Caisse des Dèpôts et Consignations
1999 - Paris (França) - Fresh Paint, na Galerie Renos Xippas
1999 - Paris (França) - Individual, no Centre National de la Photographie
1999 - Roma (Itália) - Individual, na Gian Enzo Sperone Gallery
1999 - Tucson (Estados Unidos) - Seeing is Believing, Center for Creative Photography, The University of Arizona
2000 - Amsterdã (Holanda) - Individual, na Foundation Huis Marseille
2000 - Honolulu (Estados Unidos) - Seeing is Believing, no The Contemporary Museum
2000 - Lausanne (Suíça) - Images Pièges, no Musée de l´Elysee
2000 - Nova York (Estados Unidos) - Photographs & Personal Articles, na Ubu Gallery
2000 - Nova York (Estados Unidos) - Pictures of Ink, na Brent Sikkema Gallery
2000 - Pittsburgh (Estados Unidos) - Clayton Days: picture stories, no The Frick Art & Historical Center
2000 - San Francisco (Estados Unidos) - Earthworks, na Rena Bransten Gallery
2000 - São Paulo SP - O Objeto Invisível, na Galeria Camargo Vilaça
2000 - Saratoga Springs (Estados Unidos) - Vik Muniz: a retrospective, no The Tang Teaching Museum and Art Gallery at Skidmore College
2000 - Tóquio (Japão) - Individual, na Gallery Gan
2001 - Madri (Espanha) - Individual, na Galería Elba Benítez
2001 - Nova York (Estados Unidos) - The Things Themselves: pictures of dust, no Whitney Museum of American Art
2001 - Recife PE - Ver é crer, no Mamam
2001 - Rio de Janeiro RJ - Ver para Crer, no MAM/RJ
2001 - São Paulo SP - Clayton Days: picture stories, no Instituto Cine Cultural
2001 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Fortes Vilaça
2001 - São Paulo SP - Ver para Crer, no MAM/SP
2002 - Fortaleza CE - Pictures of Earthworks: the Sarzedo drawings, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
2003 - Rio de Janeiro RJ - Retratos de Revista, no Paço Imperial
2003 - São Paulo SP - Vik Muniz: trabalhos monádicos e fotografias, na Galeria Fortes Vilaça
2004 - São Paulo SP - Retratos de Revista, na Pinacoteca do Estado
2005 - São Paulo SP - Divas e Monstros, no CCBB
Exposições Coletivas
1988 - Nova York (Estados Unidos) - Gravity and Blindness, na PS 122
1988 - Santa Monica (Estados Unidos) - The New Proverty II, no Meyers/Bloom Gallery
1989 - Colônia (Alemanha Ocidental, atual Alemanha) - Wortlaut: Konzepte Zwischen Visueller Poesie & Fluxus, na Galerie Schüppenhauer
1989 - Diepenheim (Holanda) - De Rozeboomkamer, na Beeldenroute Foundation
1989 - Nova York (Estados Unidos) - Buena Vista, na John Gibson Gallery
1989 - Nova York (Estados Unidos) - Coletiva, na Craig Cornelius Gallery
1989 - Nova York (Estados Unidos) - Coletiva, no Stux Gallery
1989 - Nova York (Estados Unidos) - Fluxus and Friend, no Emily Harvey Gallery
1989 - Nova York (Estados Unidos) - Frames of Reference, no The Gallery
1989 - Nova York (Estados Unidos) - Obscured, na Josh Baer Gallery
1989 - Nova York (Estados Unidos) - The Contemporary Triptych, na Jamison/Thomas Gallery
1989 - Nova York (Estados Unidos) - The Last Laugh; Humor, Irony, Self-Mockery & Derision, no Massimo Audiello Gallery
1989 - Santa Monica (Estados Unidos) - Coletiva, no Karl Bornstein Gallery
1990 - Amsterdam (Holanda) - Non Sculpture, na Galerie Barbara Farber
1990 - Baltimore (Estados Unidos) - Coletiva, Baltimore Sales and Rental Gallery, no Baltimore Museum
1990 - Barcelona (Espanha) - Coletiva, na Fernando Alcolea
1990 - Cleveland (Estados Unidos) - On the Edge Between Sculpture and Photography, na Cleveland Center for Contemporary Art
1990 - Dayton (Estados Unidos) - Assembled, na Wright State University
1990 - Düren (Alemanha) - 3rd International Biennale der Papierkunst 19, no Leopold-Hoesch Museum
1990 - Nova York (Estados Unidos) - Constructed Illusion, no Pace MacGill Gallery
1990 - Nova York (Estados Unidos) - Drawing, na Althea Viafora
1990 - Nova York (Estados Unidos) - Frames of Reference, na The Gallery
1990 - Nova York (Estados Unidos) - Framing Cartoons: In and out of context, Loughelton Gallery
1990 - Nova York (Estados Unidos) - Semi-Objects, na John Good Gallery
1990 - Nova York (Estados Unidos) - Stuttering, na Stux Gallery
1990 - Nova York (Estados Unidos) - Total Metal, na Simon Watson Gallery
1990 - Paris (França) - All's Quiet On The Western Front, Espace Dieu, na Galerie Antoine Candau
1990 - Paris (França) - U.S.A. Annees 90, na Galerie Antoine Candau, l'Espace-dieu
1990 - San Francisco (Estados Unidos) - Functional Fantasy, TransAmerica Pyramid Lobby
1991 - Akron (Estados Unidos) - The Encompassing Eye, Photography as Drawing, na University Art Galleries, University of Akron
1991 - Amsterdã (Holanda) - The Neighborhood, no A.I.R.
1991 - Aosta (Itália) - Theoretically Yours
1991 - Atlanta (Estados Unidos) - Outside America, na Fay Gold Gallery
1991 - Bolonha (Itália) - Anni Novanta, na Galleria d'Arte Moderna
1991 - Hartford (Estados Unidos) - Mike Kelley/Vik Muniz/Jim Shaw, na Real Art Ways
1991 - Hartford (Estados Unidos) - The Fettish of Knowledge, na Real Art Ways
1991 - Nova York (Estados Unidos) - Ornament, na John Post Lee
1991 - Nova York (Estados Unidos) - SummerReview 91, Stux Gallery
1991 - Nova York (Estados Unidos) - Timely Objects with Ironic Tendencies, na Rosa Esman Gallery
1991 - Nova York (Estados Unidos) e Brescia (Itália) - Dissimilar Identity, na Scott Alan Gallery e no Museo Ken Damy di Fotografia Contemporanea
1991 - Paris (França) - Gallery Artists, Galerie Claudine Papillon
1991 - Paris (França) - Real Fake, na Foundation Cartier, Jouy-en-Josos
1991 - Pittsburgh (Estados Unidos) - Emil Lucas/Vik Muniz/Jim Hyde, na Steve Mendelson Gallery
1991 - San Francisco (Estados Unidos) - Framed, na Stephen Wirtz Gallery
1991 - Santa Monica (Estados Unidos) - The-Art-Over-The-Sofa Exhibit, no Boritzer/Gray Gallery
1991 - Torim (Itália) - The New Low, na Galeria Claudio Bottello
1992 - Aosta (Itália) - Theoretically Yours
1992 - Brescia (Itália) - Oltrefoto, no Museo Ken Damy di Fotografia Contemporanea
1992 - Nova York (Estados Unidos) - Brent Sikkema Fine Arts
1992 - Nova York (Estados Unidos) - Detour, no The International House
1992 - Nova York (Estados Unidos) - International House
1992 - Nova York (Estados Unidos) - Les Enfants Terribles, no Wooster Garden
1992 - Nova York (Estados Unidos) - Multiple Orgasm, no Arena
1992 - Nova York (Estados Unidos) - Re: Parceling Perception, no Four Walls
1992 - Paris (França) - Diversite Latino Americaine, na Gallery 1900/2000
1992 - Paris (França) - Gallery Artists, na Galerie Claudine Papillon
1992 - Paris (França) - Selective Passage, no Jusse Segan
1992 - Prato (Itália) - Life Size: Small, Medium, Large, no Museo D'Arte Contemporaneo Luigi Pecci
1992 - Prato (Itália) - The Collection, no Centro per l'arte Contemporaneo Luigi Pecci
1992 - Ridgefield (Estados Unidos) - Multiples, no The Alldrich Museum of Art
1993 - Itália - Sound, no Museo D'Arte Moderna-Bolazano
1993 - Loreto (Estados Unidos) - The Alternative Eye: Photography for the 90's, no Southern Alleghenies Museum
1993 - Nova York (Estados Unidos) - Coletiva, no Wooster Gardens
1993 - Nova York (Estados Unidos) - Coletiva, Tom Cugliani Gallery
1993 - Nova York (Estados Unidos) - Elvis Has Left the Building
1993 - Nova York (Estados Unidos) - Hypercathexis: Layers of Experience, na Stux Gallery
1993 - Nova York (Estados Unidos) - Jean-Francois Millet, A Dialogue, no Phillpe Briet Gallery
1993 - Nova York (Estados Unidos) - Moving Shadows, no Tennisport Arts
1993 - Nova York (Estados Unidos) - Wasteland no, Dooley Le Cappellaine Gallery
1993 - Paris (França) - Jours Tranquilles a Clichy
1993 - Post-Verbum, Pallazzo della Regione Bergamo
1993 - Torim (Itália) - Time to Time, no Castello de Rivara
1994 - Frankfurt (Alemanha) - Jetleg, na Gallerie Martina Detterer
1994 - Harford (Estados Unidos) - Garbage, na Real Art Ways
1994 - Nova York (Estados Unidos) - A Fistful of Flowers, no Grand Salon
1994 - Nova York (Estados Unidos) - Across The River And Into The Woods, The Rushmore Festival At Woodbury, NY, Curated by Collins and Milazzo
1994 - Nova York (Estados Unidos) - Crash, The Thread Waxing Space, NYC, NY
1994 - Nova York (Estados Unidos) - Possible Things, Marcel Sitcoske
1994 - Nova York (Estados Unidos) - Single Cell Creatures, no Katonah Museum of Art, Katonah
1994 - Nova York (Estados Unidos) - Up the Stablishment: Reconstructing The Counterculture, no Sonnabend Gallery
1995 - Curitiba PR - Mostra America, na Fundaçao Cultural de Curitiba
1995 - Dallas (Estados Unidos) - Blindspot, no The MAC, Dallas Artist Research and Exhibition
1995 - Houston (Estados Unidos) - Changing Perspectives, no Contemporary Art Museum
1995 - Los Angeles (Estados Unidos) - Recent Aquisitions, no Los Angeles County Museum
1995 - Nova York (Estados Unidos) - A Drawing, no Bravin Post Lee Gallery,
1995 - Nova York (Estados Unidos) - Garbage, no Thread Waxing Space
1995 - Nova York (Estados Unidos) - Group Show, no Margareth Murray Fine Arts
1995 - Nova York (Estados Unidos) - The Cultured Tourist, no Center For Photography At Woodstock
1995 - Nova York (Estados Unidos) - Wheel of Fortune, no Lombard/Fried Gallery
1995 - Rio de Janeiro RJ - 24º Panorama de Arte Brasileira, no MAM/RJ
1995 - San Francisco (Estados Unidos) - Blue, no Steven Wirtz Gallery
1995 - San Francisco (Estados Unidos) - Group Show, na Steven Wirtz Gallery
1995 - San Francisco (Estados Unidos) - The Photographic Condition, no San Francisco Museum of Modern Art
1995 - São Paulo SP - Panorama da Arte Contemporanea Brasileira, MAM/SP
1995 - São Paulo SP - 24º Panorama de Arte Brasileira, no MAM/SP
1995 - Verona (Itália) - Nonsolofotografia, na Galeria Ponte Pietra
1996 - Chicago (Estados Unidos) - Some Assembly Required, no The Art Institute of Chicago
1996 - Graz (Áustria) - Inclusion/Exclusion, no Steirischer Herbst
1996 - Nova York (Estados Unidos) - Recent Aquistions, no The Metropolitan Museum of Art
1996 - Nova York (Estados Unidos) - The Subverted Object, na UBU Gallery
1996 - Rio de Janeiro RJ - Novas Aquisições, MAM/RJ
1996 - San Jose (Estados Unidos) - Shadow Play, no Institute of Contemporary Art
1996 - Santa Fé (Estados Unidos) - Material Matters, na A.O.I. Gallery
1996 - São Paulo SP - Bis, na Galeria Camargo Vilaça
1996 - Zurique (Suiça) - Wesenchau: Disingenuous Images, na Galerie Renee Ziegler
1997 - Blérancourt (França) - Une Fleur des Photographes: L'Arum, no Musée National de la Coopération franco-américaine, Chateau de Blérancourt
1997 - Chicago (Estados Unidos) - New Faces and Other Recent Acquisitions, no The Art Institute of Chicago
1997 - Cidade do México (México) - New Faces and Other Recent Acquisitions, no Centro Arte Contemporaneo
1997 - Nova York (Estados Unidos) - 20 Years, Almost, no Robert Miller Gallery
1997 - Nova York (Estados Unidos) - Hope, no The National Arts Club
1997 - Nova York (Estados Unidos) - New Photography 13, no Museum of Modern Art
1997 - Nova York (Estados Unidos) - Normotic, no One Great Jones
1997 - Nova York (Estados Unidos) - One Line Drawing, no UBU Gallery
1997 - Nova York (Estados Unidos) - Ut Scientia Pictura, no Paolo Baldacci Gallery
1997 - Paris (França) - Artistes Latino-Americains, na Daniel Templon
1997 - Paris Photographie d'une Collection, no Caisse des Dépôts et Consignations, 13 Quai Voltaire
1997 - San Francisco (Estados Unidos) - Pool, na Rena Bransten Gallery
1997 - Valencia (Espanha) - Colección Ordônez Falcôn de Fotografia, no IVAM. Centre Julio Gonzalez
1998 - Berlim (Alemanha) - Coleção Gilberto Chateaubriand, MAM/RJ, no Haus der Kulturen der Welt
1998 - Copenhagen (Dinamarca) - The Garden of the Forking Paths, no Kunstforeningen
1998 - Londres (Inglaterra) - Group Exhibition, na The Cannon Gallery for Photography e no The Victoria and Albert Museum
1998 - Memphis (Estados Unidos) - The Cottingley Fairies and Other Apparitions, no The Brooks Museum of Art
1998 - Nova York (Estados Unidos) - Internality/Externality, na Galerie Lelong
1998 - Nova York (Estados Unidos) - The Cultured Tourist,no Leslie Tonkonow
1998 - Paris (França) - La Collection II, na Foundation Cartier pour l'art contemporain
1998 - Paris (França) - Le Donnè, le fictif, no Centro National de la Photographie
1998 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo: doações recentes 1996 - 1998, no CCBB
1998 - Rio de Janeiro RJ - Horizonte Reflexivo, no Centro Cultural Light
1998 - Saltzburg (Áustria) - Das Mass der Dinge, na Ursula Blickle Stiftung
1998 - Kraichtal (Alemanha) - Das Mass der Dinge, na Galerie Im Traklhaus
1998 - San Diego (Estados Unidos) - Double Trouble, The Patchett Collection, no Museum of Contemporary Art
1998 - San Francisco (Estados Unidos) - Food, no Marcel Sitcoske Gallery
1998 - San José (Estados Unidos) - In Over Our Heads: The Image of Water in Contemporary Art, no San Jose Museum of Art
1998 - São Paulo SP - 24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1998 - São Paulo SP - City Canibal, no Paço das Artes
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Masp
1998 - São Paulo SP - Urban Canibal, no Paço das Artes
1999 - Bogotá (Colômbia) - De Brasil: alquimias y processos, na Biblioteca Luis Ángel Arango.
1999 - Liverpool (Inglaterra) - 1st Liverpool Biennial of Contemporary Art, na Tate Gallery
1999 - Londres (Inglaterra) - Abracadabra, no The Tate Gallery
1999 - Nova York (Estados Unidos) - Museum As Muse: Artist Reflect, no MoMA
1999 - San Francisco (Estados Unidos) - Eye Candy, na Rena Bransten Gallery
1999 - São João da Boa Vista SP - 2ª Semana Fernando Furlanetto Fotografia, no Tearto Municipal
1999 - Seattle (Estados Unidos) - Cherry, no James Harris Gallery
2000 - Buenos Aires (Argentina) - Brasil: plural y singular, no Museu de Arte Moderno de Buenos Aires
2000 - Curitiba PR - Novas Tendências, na Casa Vermelha
2000 - Guadalajara (México) - America Foto Latina: la fotografia en el arte contemporáneo, no Museo de Las Artes de La Universidad de Guadalajara
2000 - Lausanne (Suíça) - Vik Muniz/Geraldo de Barros, no Musée de l'Elysée
2000 - Nova York (Estados Unidos) - 2000 Whitney Biennial, no Whitney Museum of American Art
2000 - Rio de Janeiro RJ - A Imagem do Som de Gilberto Gil, no Paço Imperial
2000 - Salvador BA - A Quietude da Terra: vida cotidiana, arte contemporânea e projeto axé, no MAM/BA
2000 - São Paulo SP - A Figura Humana na Coleção Itaú, no Itaú Cultural
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - Fim de Milênio: os anos 90 no MAM, no MAM/SP
2001 - Nova York (Estados Unidos) - Brazil: body and soul, no Solomon R. Guggenheim Museum
2001 - Recife PE - Palavraimagem, no Mamam
2001 - Recife PE - Políticas de la Diferencia: arte iberoamericano fin de siglo, no Centro de Convenções de Pernambuco
2001 - Rio de Janeiro RJ - Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no Paço Imperial
2001 - Rio de Janeiro RJ - O Espírito de Nossa Época, no MAM/RJ
2001 - São Paulo SP - Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no MAM/SP
2001 - São Paulo SP - Fotografia/Não Fotografia, no MAM/SP
2001 - São Paulo SP - O Espírito da Nossa Época, no MAM/SP
2001 - São Paulo SP - Rotativa Fase 1, nà Galeria Fortes Vilaça
2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural
2001 - Veneza (Itália) - 49ª Bienal de Veneza, no Palazzo Fortuny e Giardini
2002 - Buenos Aires (Argentina) - The Thread Unraveled: contemporary brazilian art, no Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires
2002 - Nova York (Estados Unidos) - Tempo, no MoMA
2002 - Rio de Janeiro RJ - Artefoto, no CCBB
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 - Rio de Janeiro RJ - Entre a Palavra e a Imagem: módulo 1, na Sala MAM-Cittá América
2002 - Rio de Janeiro RJ - Identidades: o retrato brasileiro na Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
2002 - Rio de Janeiro RJ - Paralelos: arte brasileira da segunda metade do século XX em contexto, Collección Cisneros, no MAM/RJ
2002 - São Paulo SP - Fotografias no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, no MAM/SP
2002 - São Paulo SP - Imagens Apropriadas, no MAM/SP
2002 - São Paulo SP - Paralela, no Galpão localizado na Avenida Matarazzo, 530
2002 - São Paulo SP - Paralelos: arte brasileira da segunda metade do século XX em contexto, Colección Cisneros, no MAM/SP
2003 - Barcelona (Espanha) - Mapas abiertos. Fotografía Latinoamericana 1991-2002, no Palau de la Virreina
2003 - Brasília DF - Artefoto, no CCBB
2003 - Madri (Espanha) - Mapas abiertos. Fotografía Latinoamericana 1991-2002, na Fundación Telefónica
2003 - São Paulo SP - A Gravura Vai Bem, Obrigado: a gravura histórica e contemporânea brasileira, no Espaço Virgílio
2003 - São Paulo SP - A Nova Geometria, na Galeria Fortes Vilaça
2003 - São Paulo SP - A Subversão dos Meios, no Itaú Cultural
2003 - São Paulo SP - Clube de Colecionadores de Gravura do MAM, no MAM/SP
2003 - São Paulo SP - 28º Panorama de Arte Brasileira, no MAM/SP
2004 - Belo Horizonte MG - Pampulha, Obra Colecionada: 1943-2003, no MAP
2004 - Madri (Espanha) - Arco/2004, no Parque Ferial Juan Carlos I
2004 - Rio de Janeiro RJ - Arte Contemporânea Brasileira nas Coleções do Rio, no MAM/RJ
2004 - Rio de Janeiro RJ - Novas Aquisições 2003: Coleção Gilberto Chateubriand, no MAM/RJ
2004 - Rio de Janeiro RJ - 28º Panorama de Arte Brasileira, no Paço Imperial
2004 - São Paulo SP - Bazar de Verão, no Galeria Fortes Vilaça
2004 - São Paulo SP - Fotografia e Escultura no Acervo do MAM - 1995 a 2004, no MAM/SP



