Iberê Camargo

Obras de arte disponíveis

Exposição Niobe Xandó

Biografia

Iberê Camargo (Restinga Seca RS 1914 - Porto Alegre RS 1994)

Iberê Camargo foi um dos mais importantes artistas brasileiros, reconhecido como pintor, gravador, desenhista, escritor e professor. Nascido no Rio Grande do Sul em 1928, Iberê Camargo iniciou seus estudos de pintura com Frederico Lobe e Salvador Parlagreco na Escola de Artes e Ofícios de Santa Maria. Entre 1936 e 1939, Iberê Camargo cursou arquitetura técnica no Instituto de Belas Artes de Porto Alegre, onde também estudou com o mestre João Fahrion.

Iberê Camargo mudou-se para o Rio de Janeiro em 1942 e, com uma bolsa concedida pelo governo do Rio Grande do Sul, ingressou na Escola Nacional de Belas Artes (Enba). Insatisfeito com o ensino acadêmico, Iberê Camargo buscou orientação com Guignard e, em 1943, fundou o Grupo Guignard ao lado de outros artistas. Em 1947, Iberê Camargo recebeu um prêmio de viagem à Europa, onde estudou com mestres como Giorgio de Chirico, em Roma, e André Lhote, em Paris.

Iberê Camargo retornou ao Brasil em 1950 e passou a integrar a Comissão Nacional de Artes Plásticas. Em 1953, Iberê Camargo fundou o curso de gravura do Instituto Municipal de Belas Artes do Rio de Janeiro, atual Escola de Artes Visuais do Parque Lage. No ano seguinte, Iberê Camargo organizou, ao lado de Djanira e Milton Dacosta, o Salão Preto e Branco, em protesto contra as elevadas taxas de importação de materiais artísticos.

Iberê Camargo também se destacou como professor, ministrando cursos de pintura no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, entre 1960 e 1965. Em 1966, Iberê Camargo realizou um painel de 49 m² para a Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra. A partir de 1970, Iberê Camargo lecionou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Em 1980, Iberê Camargo envolveu-se em um episódio trágico ao matar um homem em legítima defesa, fato que marcou profundamente sua trajetória pessoal e sua produção artística.

Iberê Camargo recebeu, em 1986, o título de doutor honoris causa da Universidade Federal de Santa Maria. Entre as principais publicações de Iberê Camargo estão Tratado sobre Gravura em Metal (1964), o manual técnico A Gravura (1992) e o livro de contos No Andar do Tempo: 9 contos e um esboço autobiográfico (1988), obras que reforçam sua relevância para a arte e a cultura brasileiras.

Iberê Camargo foi um dos grandes nomes da arte brasileira do século XX, reconhecido como pintor, desenhista e gravador. Nascido em Restinga Seca (RS) e falecido em Porto Alegre, Iberê Camargo construiu uma trajetória singular e uma produção artística marcante, tornando-se referência fundamental da arte moderna brasileira.

Iberê Camargo iniciou sua formação artística na Escola de Artes e Ofícios de Santa Maria, onde estudou com Salvador Parlagreco e Frederico Loebe. Entre 1936 e 1939, Iberê Camargo cursou arquitetura técnica no Instituto de Belas Artes de Porto Alegre, período em que também aprofundou seus estudos de pintura sob a orientação de João Fahrion.

Iberê Camargo ganhou projeção em 1942 ao realizar sua primeira exposição individual em Porto Alegre. No mesmo ano, Iberê Camargo mudou-se para o Rio de Janeiro com uma bolsa concedida pelo governo do Rio Grande do Sul, buscando ampliar sua formação e aperfeiçoar seus conhecimentos em pintura.

Iberê Camargo teve uma breve, mas decisiva, passagem pela Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Insatisfeito com o ensino acadêmico, Iberê Camargo procurou a orientação de Alberto da Veiga Guignard, que ministrou aulas por apenas dois meses na sede da União Nacional dos Estudantes, na Praia do Flamengo, para um grupo seleto de aproximadamente 30 alunos.

Iberê Camargo recordou esse período em seu depoimento: “Cheguei ao Rio em agosto de 1942. E trazia comigo uma grande vontade de aprender. Através do casal Augusto Meyer, conheci Portinari e Lelio Landucci, a quem me liguei fraternalmente. Landucci, sensível e inteligente, sabia ver e ensinar a ver. Após uma rápida passagem pela Escola Nacional de Belas Artes, tornei-me aluno de Guignard. A sua obra teve breve influência sobre o meu trabalho, mas marcou-me para sempre a pureza do seu espírito.”

Iberê Camargo fundou, em 1943, ao lado de Geza Heller e Elisa Byington, o Grupo Guignard, um ateliê coletivo instalado em um edifício na Rua Marquês de Abrantes, em Botafogo. O espaço, que anteriormente abrigava a gafieira Flor do Abacate, recebeu do poeta Manuel Bandeira o nome de Nova Flor do Abacate.

Iberê Camargo relatou que Guignard ministrava aulas de desenho e pintura utilizando lápis extremamente duros, capazes de deixar sulcos profundos no papel. Essa prática rigorosa exerceu forte influência sobre seus alunos. Nesse período, Iberê Camargo iniciou seus primeiros experimentos com a gravura em metal, orientado por Hans Steiner e pelo próprio Guignard.

Iberê Camargo recebeu, em 1947, o Prêmio de Viagem ao Estrangeiro da Divisão Moderna do Salão Nacional de Belas Artes. A premiação permitiu que Iberê Camargo estudasse em Roma, em 1948, com mestres como Giorgio de Chirico, Achille Rosa e Petrucci. Em 1949, Iberê Camargo deu continuidade à sua formação em Paris, sob orientação de André Lhote, retornando ao Brasil em 1950.

Iberê Camargo assumiu, em 1953, o cargo de professor de gravura no Instituto de Belas Artes do Rio de Janeiro. Paralelamente, Iberê Camargo ensinou a técnica da gravura em seu ateliê e durante períodos de residência em Porto Alegre, em outras cidades brasileiras e também no exterior.

Iberê Camargo consolidou sua projeção internacional por meio da participação em importantes exposições e bienais. O artista esteve presente em diversas edições da Bienal de São Paulo, recebendo o Prêmio de Melhor Pintor Nacional na 4ª Bienal, em 1961, além de contar com salas especiais nas edições de 1963 e 1971. Iberê Camargo também participou da Bienal de Tóquio, em 1961 e 1968, da Bienal de Veneza, em 1962, e realizou uma importante retrospectiva no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ).

Iberê Camargo recebeu, em 1962, a encomenda da Companhia de Navegação Costeira para executar dois grandes painéis destinados aos navios Princesa Isabel e Princesa Leopoldina. Em 1966, Iberê Camargo produziu o painel oferecido pelo Brasil à sede da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra, na Suíça.

Iberê Camargo realizou numerosas exposições individuais em importantes centros culturais do Brasil e do exterior, incluindo Porto Alegre, Santa Maria, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Niterói, Montevidéu, Paris, Londres e Washington, ampliando o reconhecimento de sua obra junto à crítica e ao público internacional.

Iberê Camargo teve sua trajetória celebrada em importantes retrospectivas. Destacam-se a mostra de desenhos realizada em 1979 no Museu de Arte do Rio Grande do Sul, reapresentada em 1980 no Museu Guido Viaro, em Curitiba, e a exposição comemorativa dos 70 anos do artista, que percorreu as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre em 1984.

Iberê Camargo também foi homenageado por grandes instituições culturais nas décadas seguintes. Entre as exposições mais relevantes estão a retrospectiva de gravuras realizada em 1990 no Espaço Cultural Banco Francês e Brasileiro, em Porto Alegre, apresentada novamente em 1991 no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e a ampla retrospectiva promovida em 1994 pelo Centro Cultural Banco do Brasil, consolidando o legado de Iberê Camargo como um dos principais artistas da arte brasileira do século XX.

Iberê Camargo participou de importantes exposições coletivas internacionais que contribuíram para consolidar seu reconhecimento no cenário da arte moderna. Entre elas, destacam-se a Bienal do México (1958), a Exposição Internacional de Gravura da Iugoslávia (1971), a 10ª Quadriennale Nazionale d’Arte di Roma (1977) e a mostra Modernidade – Arte Brasileira do Século XX (1988), apresentada no Museu de Arte Moderna de Paris e posteriormente no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

Iberê Camargo também esteve presente em relevantes exposições coletivas realizadas no Brasil, entre elas Entre a Mancha e a Figura (MAM-RJ, 1982), Expressionismo no Brasil: Heranças e Afinidades (18ª Bienal de São Paulo, 1984), Mário Pedrosa: Arte, Revolução e Reflexão (1991, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro), Bienal Brasil Século XX (1994, São Paulo) e Grito (1997, Museu Nacional de Belas Artes), reafirmando sua importância para a história da arte brasileira.

Iberê Camargo iniciou sua trajetória artística vinculado ao figurativismo, produzindo paisagens, figuras humanas e naturezas-mortas com forte caráter naturalista e expressionista. Desde os primeiros trabalhos, Iberê Camargo atribuiu à cor um papel fundamental em sua pesquisa visual. Sua produção foi influenciada por importantes referências da arte moderna, incluindo Candido Portinari, os muralistas mexicanos, Alberto da Veiga Guignard e Pablo Picasso.

Iberê Camargo teve em Vista da Lapa uma das obras mais representativas desse período inicial. Integrante do acervo do Museu Nacional de Belas Artes, a pintura garantiu ao artista o Prêmio de Viagem ao Exterior no Salão Nacional de Belas Artes de 1947. A obra evidencia características que marcariam sua produção, como o lirismo, a intensidade cromática e as pinceladas vigorosas que conferem movimento e expressividade à composição.

Iberê Camargo afastou-se gradualmente da representação objetiva ao longo da década de 1950, sem abandonar o interesse pelas relações entre cor, forma e matéria. Esse processo alcançou um ponto decisivo em 1959, com o surgimento da série Carretéis. Embora ainda mantivessem referências ao universo concreto, as obras dessa fase apresentavam formas cada vez mais dissolvidas em uma pintura densa e carregada de energia gestual, marcando a transição para uma linguagem mais abstrata.

Iberê Camargo adotou de forma consciente o não-figurativismo no início dos anos 1960, consolidando-se como um dos principais representantes da pintura abstrata no Brasil. Mesmo quando essa tendência perdeu espaço entre parte da crítica e dos artistas brasileiros, Iberê Camargo permaneceu comprometido com a investigação das possibilidades expressivas da abstração, desenvolvendo uma linguagem singular e profundamente autoral.

Iberê Camargo aprofundou, nesse período, sua pesquisa sobre a materialidade da pintura. Suas telas passaram a apresentar uma intensa explosão cromática, frequentemente construída sobre fundos escuros e marcada pela espessura da tinta. Como declarou em entrevista a Walmir Ayala: “Por uma necessidade quase táctil, minha pintura é pastosa. Não se creia, entretanto, que emprego relevos ou texturas preestabelecidas, como fazem alguns pintores. A espessura resulta da superposição de camadas que coloco no afã de encontrar a cor ou o tom exato.”

Iberê Camargo viveu, na década de 1980, um episódio trágico ocorrido no Rio de Janeiro que exerceu profunda influência sobre sua trajetória pessoal e artística. A partir desse momento, Iberê Camargo retomou progressivamente elementos figurativos em sua produção, linguagem que permaneceu presente até os últimos anos de sua vida. As figuras humanas passaram a ocupar papel central em suas pinturas e desenhos, assumindo uma aparência marcada pela solidão, pela fragilidade e pela intensidade existencial.

Iberê Camargo desenvolveu, em sua fase final, uma das produções mais contundentes da arte brasileira do século XX. As figuras representadas em suas obras surgem atravessadas por sentimentos de angústia, resistência e transcendência, estabelecendo diálogos com questões universais da condição humana. Nesse período de maturidade, Iberê Camargo alcançou a plenitude de sua linguagem artística, consolidando uma obra de profunda densidade emocional e reconhecida como uma das mais significativas contribuições à pintura moderna brasileira.

Comentário crítico

Iberê Camargo iniciou sua trajetória artística de forma distante do universo da arte, mas com uma sólida formação autodidata. Iberê Camargo, nascido em Restinga Seca, no Rio Grande do Sul, afastou-se da casa dos pais em 1922 e, cinco anos depois, ingressou na Escola de Artes e Ofícios de Santa Maria, onde teve aulas de pintura com Frederico Lobe e Salvador Parlagreco. O ensino acadêmico, centrado na cópia de reproduções, não correspondia à busca de Iberê Camargo por uma expressão mais livre. Após um desentendimento com um professor, Iberê Camargo interrompeu os estudos em 1929 e retornou à casa da família.

Nos anos seguintes, Iberê Camargo atuou como desenhista técnico no Batalhão Ferroviário, aprimorando conhecimentos em geometria e perspectiva. Em 1936, Iberê Camargo voltou a estudar em Porto Alegre, matriculando-se no curso de arquitetura do Instituto de Belas Artes. A partir de 1940, Iberê Camargo dedicou-se intensamente à arte, realizando seus primeiros desenhos e pinturas com grande espontaneidade e gestualidade.

Iberê Camargo beneficiou-se, em 1942, de uma bolsa do governo do Rio Grande do Sul para mudar-se ao Rio de Janeiro e ingressar na Escola Nacional de Belas Artes. Insatisfeito com o ensino acadêmico, Iberê Camargo buscou orientação com Guignard, cujas influências passaram a ser visíveis em sua pintura — marcada por maior suavidade gestual e uma paleta de cores mais sutil.

A projeção internacional de Iberê Camargo ocorreu em 1947, ao receber o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Belas Artes. Em Roma, Iberê Camargo teve contato com mestres como Giorgio de Chirico e Petrucci. Em Paris, Iberê Camargo estudou com André Lhote e aprofundou seu aprendizado nos museus europeus. De volta ao Brasil em 1950, Iberê Camargo começou a lecionar e a desenvolver sua técnica de gravura, sendo contratado como professor no Instituto Municipal de Belas Artes do Rio de Janeiro.

Na década de 1950, Iberê Camargo atravessou uma fase decisiva na evolução de sua linguagem visual, com o surgimento das naturezas-mortas com carretéis. Aos poucos, essas obras perderam a função figurativa e abriram caminho para composições mais abstratas. Os carretéis tornaram-se símbolo recorrente em sua obra, marcando a transição de Iberê Camargo para a abstração. A partir de 1960, Iberê Camargo tornou sua pintura mais gestual e texturizada, com camadas espessas de tinta e uso intenso de cores.

Na década de 1970, Iberê Camargo passou a inserir signos e figuras reconhecíveis em suas obras, antecipando o retorno à figuração consolidado nas décadas seguintes. Um episódio marcante influenciou essa virada: após ser preso por matar um homem em legítima defesa, Iberê Camargo tornou sua pintura ainda mais densa e dramática. Suas figuras humanas ficaram sombrias e deformadas, refletindo sofrimento e angústia. As séries Ciclistas e Idiotas exemplificam essa fase madura de Iberê Camargo, marcada por uma visão trágica da existência humana.

A obra final de Iberê Camargo impressiona pela densidade da matéria pictórica. Mesmo diante de imagens de degradação e violência simbólica, suas telas mantêm força estética notável. Os últimos trabalhos de Iberê Camargo refletem a maturidade de sua linguagem, revelando a tensão entre a beleza da pintura e a dissolução do sujeito moderno.

Ao falecer em 1994, Iberê Camargo deixou um legado profundo e uma obra imortal, que continua a inspirar gerações de artistas, pesquisadores e admiradores da arte brasileira contemporânea.

Notas
1 CAMARGO, Iberê - Um esboço autobiográfico. In: ______. Gaveta dos Guardados. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1998. p.172.

2 BRITO, Ronaldo. O eterno inquieto. In: ______. Iberê Camargo. São Paulo: DBA Artes Gráficas, 1994. p. 17.

Críticas

Pierre Courthion

A pintura de Iberê Camargo

"Tentemos reconhecer o que caracteriza fundamentalmente a pintura de Iberê Camargo acompanhando, no artista, o que chamamos o processo de criação. Há inicialmente uma primeira concepção figurativa, a procura de uma arte táctil que encontrará no não-figurativo sua expressão mais alta e realizar-se-á finalmente no gestual. Iberê Camargo tem a presciência de não se fiar inteiramente no demonstrativo. Ele sabe que em arte as melhores realizações ultrapassam o raciocínio dedutivo. Entrega-se e abandona-se à inspiração que não é ‘sopro artificial’ de que falou Mallarmé, mas uma abertura para o desconhecido. (...) Camargo sempre virou as costas para a arte oficial e toda tentativa nesse sentido morreu em embrião. Há arranhões, traços de revolta. Sentimo-lo como que impaciente para viver sua arte. Ele tem também o dom de insinuar aquilo que gostaria de evocar. Assim é que na sua pintura sente-se em toda parte o mar, sem vê-lo jamais, pois tudo é signo e tudo nele se resume no signo. É por isso que Camargo se comunica conosco. Sua pintura é virulenta, às vezes mesmo vulcânica como uma lava cuja torrente chega até nós".
Fonte: COURTHION, Pierre. Iberê Camargo: nascimento de um artista. In: IBERÊ Camargo. Porto Alegre: Margs; Rio de Janeiro: Funarte, 1985. p. 65-69. (Coleção contemporânea, 1).

Frederico Morais

A abstração informal

"Ao contrário de Bandeira, de suas ‘féeries’ luminosas, tudo em Iberê Camargo é energia, drama, emoção à flor da pele. ‘Eu não pinto modelos, pinto emoções’, afirma o artista. O quadro é sempre um abismo emocional, uma angústia sem fim. Mais de uma vez ele se comparou a Sísifo. Em seu ateliê, em Porto Alegre, aponta-me uma tela que acabara de retocar pela enésima vez, me diz: ‘Parecia, de início, que eu ia pintar uma alvorada. Terminei fazendo um noturno. O que posso fazer? Tenho uma visão trágica da vida. Não sou um homem alegre, não vejo nenhum futuro para a humanidade, nenhum céu (...). ‘São dois os tempos perceptivos em sua pintura. O primeiro aproxima-se do tátil, é altamente provocativo, sensorial. Apenas o interdito secular nos inibe de tocar a superfície pintada e sentir fluir, nos dedos, torvelinho de emoções tumultuadas. Tem-se a sensação de que o quadro foi concluído ali, naquele exato momento. A tinta aparece, ainda, molhada, o gesto vibra, a cor pulsa entre negros e violetas. Bem próximo ao quadro, portanto, o que se sente é a pura materialidade da pintura. Depois, a distância, os planos se abrem e as formas se organizam, surgindo, como conseqüência, misteriosas figuras, fantasmas ameaçadores".
Fonte: MORAIS, Frederico. Abstração informal. In: DACOLEÇÃO: os caminhos da arte brasileira. São Paulo: Júlio Bogoricin, 1986. p.161.

Olívio Tavares de Araújo

As evoluções da gravura nas mãos do Mestre Iberê

"O momento principal da gravura de Iberê vai de 1958 a 1970, aproximadamente. É quando ele - e vários outros artistas do país - atravessam a passagem da figuração à abstração. Utilizando um tema, carretéis, o pintor (e gravador) gaúcho cumpre uma trajetória absolutamente íntegra e orgânica".
Fonte: ARAÚJO, Olívio Tavares de. As evoluções da gravura nas mãos do Mestre Iberê. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 6 mar. 1991.

Ronaldo Brito

A pintura moderna no Brasil

"Sem exagero, acredito, a obra de Iberê Camargo encarna hoje a pintura moderna no Brasil. A imagem, corriqueira, adquire no caso valor expressivo de verdade: as suas telas parecem efetivamente encarnar a pintura. Numa acepção muito específica, inclusive, ao reenfatizar dramaticamente a origem corpórea da concepção de Forma ocidental. Um embate contemporâneo, incerto e saturado, com a gênese e a história da forma na tradição pictórica do Ocidente seria talvez o mais próximo que se poderia chegar de uma caracterização concisa dessa pintura profunda, mas de impacto imediato, com acentos trágicos porém avessa à grandiloqüeência, tão ardentemente individualista quanto generosamente pública".
Fonte: BRITO, Ronaldo. Iberê Camargo. Tradução Cecil Stuart Birkinshaw; apresentação Jorge Gerdau Johannpeter, Alexandre Dórea Ribeiro; introdução Rodrigo Naves; fotografia Luiz Eduardo Robinson Achutti, Romulo Fialdini; edição Alexandre Dórea Ribeiro. São Paulo: DBA, 1994. p. 33.

Paulo Venâncio Filho

Uma trajetória através da pintura moderna e além

"A pintura de Iberê Camargo surge em condições adversas, na periferia da periferia da cultura universal. No sul, na província, deslocada tanto dos centros universais como dos nacionais. Vencer esse déficit a partir mesmo das limitadas condições locais e de uma forte convicção adquirida - o ilimitado respeito pela alta cultura, a admiração incontida pelos mestres da tradição, a consciência plena da necessidade e critério na formação artística - é tarefa que Iberê se impõe para se tornar pintor. É mais que evidente que sua ambição artística era consciente dos limites da condição cultural brasileira, do nosso atraso e isolamento. Esses ingredientes, mistura de provincialismo e arrebatamento artístico transcendente, dão, creio, o sentido particular e fundamental da obra de Iberê Camargo, que não se encontra, com a mesma veemência, em nenhum outro artista brasileiro.

Uma deformação estrutural típica brasileira, conjugada a uma ambição artística como poucas, estabelece o impulso e conflito por onde corre toda a obra: a irresolvida tensão entre deficiência do ambiente local e aspiração artística universal.

Disso resulta seu destino um tanto solitário tanto pela atitude quanto pela poética artísticas. O expressionismo é uma manifestação rara entre nós, minoritária, de uns poucos. Tudo indica que o destino de expressionista na arte brasileira é ser solitário. É o caso de Iberê, solitário e também revoltado. A revolta em Iberê é índice de um impulso individualista, ambiguamente moderno, antiprovinciano, antiburocrático, anti-establishment".
Fonte: VENÂNCIO FILHO, Paulo. Iberê Camargo: Uma trajetória através da pintura moderna e além. In: CAMARGO, Iberê; SALZSTEIN, Sônia (coord.). Diálogos com Iberê Camargo. Texto Sônia Salzstein. São Paulo: Fundação Iberê Camargo : Cosac & Naify, 2003. p 127-128.

Depoimentos

Angélica de Moraes

"[O] desabafo corrosivo como o ácido que [Iberê Camargo] usa para gravar suas imagens no metal é mais uma faceta do perfeccionismo de Iberê. [...] Ele nunca se conforma com os limites. E, mesmo teimando em viver no Brasil, não aceita dourar a pílula para tornar as coisas mais suportáveis. 'A economia deste país vai estrangulando todo gesto livre, vai cerceando, impedindo', espeta. [...] Também ele adaptado ao Terceiro Mundo soube teimar e insistir. Valeu a pena.

'O mais gostoso', diz [Carlos] Martins, 'foi constatar a correspondência perfeita entre a gravura e a pintura de Iberê'. O curador [o mesmo Carlos Martins] assinala a semelhança entre a fartura de tintas que costuma habitar as telas do pintor e o acúmulo de matéria que conseguiu obter em sua obra gráfica. Esse acúmulo foi feito por gradativos banhos de ácidos na mesma imagem. [...] O artista se revela essencialmente um gravador em metal. São poucas as imagens em outra técnica. A litografia [...] só surge em breves momentos, na retomada da gravura. Mas ele logo iria voltar às sutilezas do metal, embora venha encontrando dificuldades crescentes para montar uma equipe de auxiliares que o livre das tarefas mecânicas e árduas da técnica, como polir as chapas de cobre, dar os banhos de ácidos e imprimir a tiragem na prensa".
Fonte: MORAES, Angélica de. Gravuras de um "malnascido", o genial Iberê Camargo. Jornal da Tarde, São Paulo, 6 mar. 1991.

Augusto Massi

"Estudei gravura com o Carlos Petrucci, em Roma. De volta ao Brasil, fundei em 1953, no Rio de Janeiro, o curso de gravura no Instituto Nacional de Belas Artes. Escrevi tudo isso, tanto que agora saiu pela editora Sagra um livrinho meu sobre técnicas de gravura. É o fruto do meu estudo, da minha experiência, da minha caminhada. Sou da época do Goeldi, que fazia xilogravura com cepo de tamanco e canivete. Eu improvisava um buril com agulha de costura ou de gramofone. Fiz um enorme esforço para redescobrir a roda. Fui aluno e professor de mim mesmo. [...]

A obra do Goeldi era de uma economia de meio! Ele tinha o que dizer. E disse com poucas palavras. O Goeldi não concedia. Era muito íntegro, muito sincero, muito ele. Não gostava do Picasso. Para mim foi muito gratificante conhecer o Goeldi. Era um bom amigo".
Fonte: MASSI, Augusto. Iberê Camargo. O artista plástico recorda seu encontro com De Chirico e Portinari e fala sobre seu processo de criação. Folha de S. Paulo, São Paulo, 20 set. 1992.

Lisette Lagnado

"No ato da pintura, você faz um esforço de reconstrução?

Não, nada disso. Eu como pintor sou apenas um operário. Eu procuro fazer meu objeto da melhor forma possível, como se fosse uma mesa, uma cadeira. Atendo a sua necessidade de ser, de seu existir. Eu sei que uma mesa tem tantos pés, não pode ficar solta no espaço. Tenho de me submeter a essa necessidade construtiva do objeto comum para fazer minha pintura da melhor maneira que posso fazer, com meus conhecimentos de pintor, de artesão, de brochador de parede, não mais que isso. Agora se eu tenho essas ansiedades, isso é que é a pergunta. Por que procuras tanto essa imagem? Por que desmanchas tantas vezes, por que tu refazes, me dizem. Um pintor em São Paulo assistiu ao vídeo e disse ter visto desfilar uma humanidade, porque são tantas figuras que surgem, e que eu rejeito. Por que eu rejeito? Gostaria de saber. Para mim, é porque aquela formalmente é mais plástica, tem mais verdade como imagem. Mas eu posso estar dando a definição de um esteta, de um artista. Pode ser que eu esteja até sendo enganado por mim mesmo.

Talvez eu esteja procurando, sem saber, a primeira imagem, a imagem da mãe. Aí, quando a coisa se apresenta, aí satisfaz. Não sei dizer de antemão como ela é, mas sou capaz de reconhecê-la. É ela, eu sei".
Fonte: LAGNADO, Lisette. Conversações com Iberê Camargo. São Paulo: Iluminuras, 1994. p. 33.

Iberê Camargo

"Minha gravura e minha pintura sempre caminharam de forma paralela. Nem podia ser desligada. Porque eu sempre pinto o agora. Mas como não sou um saco vazio, esse agora tem muita coisa dentro, que vem à tona, que participa do hoje. Quando eu pinto o agora, estou pintando o ontem e já abrindo espaço para o futuro. É por isso que eu digo que ninguém pode caminhar sem colocar um passo na frente e outro atrás. Esse negócio de caminhar pulando não dá. Por isso que esse desejo de ruptura com as coisas é como querer tirar uma perna. Vai caminhar pulando como um sapo?"
Fonte: ÁS VÉSPERAS dos 80 anos, o pintor é homenageado pela Bienal, escreve livro de memórias e planeja voltar às paisagens que fazia nos anos 40. Folha de S. Paulo, São Paulo, 6 mar. 1994.

Exposições individuais

1942 - Porto Alegre RS - Individual, no Palácio do Governo
1944 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria de Arte Casa das Molduras
1946 - Porto Alegre RS - Individual, no Ministério da Educação e da Saúde
1947 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria de Arte Casa das Molduras
1951 - Resende RJ - Individual, no Museu de Arte Moderna
1952 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Biblioteca Nacional
1954 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Ibeu Copacabana
1955 - Porto Alegre RS - Individual, no Clube da Gravura
1958 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria GEA
1959 - Washington (Estados Unidos) - Individual, na Pan American Union Gallery
1960 - Montevidéu (Uruguai) - Individual, no Centro de Letras e Artes
1960 - Porto Alegre RS - Individual, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
1962 - Rio de Janeiro RJ - Exposição dos Painéis Realizados para a Cia. de Navegação Costeira, no Museu de Arte Moderna
1962 - Rio de Janeiro RJ - Retrospectiva, no Museu de Arte Moderna
1963 - Rio de Janeiro RJ - Individual, Petite Galerie
1964 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1965 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1966 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1969 - Porto Alegre RS - Individual, no Instituto de Idiomas Yázigi
1969 - Santa Maria RS - Individual, na Biblioteca Municipal de Santa Maria
1970 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Gabinete de Arte de Botafogo
1970 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Barcinsky
1972 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Atelier do Artista
1973 - Londres (Reino Unido) - Individual, na O'Hana Gallery
1973 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Ianeli
1973 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Maison de France
1974 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Aliança Francesa
1975 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Luiz Buarque de Holanda e Paulo Bittencourt
1976 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1977 - Porto Alegre RS - Individual, na Oficina de Arte
1977 - Santa Maria RS - Individual, na Galeria Iberê Camargo
1978 - São Paulo SP - Individual, na Cristina de Paula Galeria de Arte
1979 - Paris (França) - Individual, na Galeria Debret
1979 - Porto Alegre RS - Individual, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul
1979 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria de Arte Ipanema
1980 - Curitiba PR - Trabalhos de Iberê Camargo, no Museu Guido Viaro
1980 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria do Centro Comercial
1980 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Tina Presser
1980 - Porto Alegre RS - Individual, no MARGS
1981 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria do Centro Comercial
1981 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Acervo Galeria de Arte
1982 - Curitiba PR - Individual, na Galeria Max Stolz
1982 - Porto Alegre RS - Retrospectiva em papel de Iberê Camargo, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
1982 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Cláudio Gil Studio de Arte
1983 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Tina Presser
1984 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina
1984 - Fortaleza CE - Iberê Camargo: desenhos, pinturas e gravuras, na Galeria Multiarte
1984 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Tina Presser
1984 - Porto Alegre RS - Individual, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
1984 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo, Aquele Abraço, no Centro Municipal de Cultura
1984 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Cláudio Gil Studio de Arte
1984 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Thomas Cohn
1984 - Santa Maria RS - Individual, na Universidade Federak de Santa Maria
1985 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo: desenhos e pinturas, na Galeria Tina Presser
1985 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo: trajetórias e encontros, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
1986 - Curitiba PR - Individual, na Galeria Maz Stolz
1986 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Tina Presser
1986 - Vitória ES - Individual, na Galeria Usina
1987 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Montesanti Roesler
1987 - Sâo Paulo SP - Individual, na Galeria Paulo Klabin
1987 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina
1987 - Brasília DF - Individual, no Espaço Capital Arte Contemporânea
1987- Campo Grande MS - Individual, na Galeria Art-Con
1987 - Caxias do Sul RS - Individual, na Galeria Soluzzione
1987 - Florianópolis SC - Individual, na Galeria Espaço de Arte
1987 - Montevidéu (Uruguai) - Individual, no Centro de Exposições do Departamento Cultural do Palácio Municipal
1987 - Pelotas RS - Individual, na Galeria Van Gogh
1987 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeira Tina Presser
1987 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Paulo Klabin
1987 - Santa Maria RS - Individual, na Galeria Matiz
1987 - Uberaba MG - Individual, na M.D. Galeria de Arte
1988 - São Paulo SP - Individual, na Documenta Galeria de Arte
1988 - Aracaju SE - Individual, na Galeria Alvaro Santos
1988 - Fortaleza CE - Iberê Camargo: desenhos, pinturas e gravuras, na Galeria Multiarte
1988 - Pelotas RS - Individual, na Galeria Van Gogh
1988 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Tina Zappoli
1988 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Montesanti
1989 - São Paulo SP - Exposições de Gravuras de Iberê Camargo, na Biblioteca Municipal Mário de Andrade
1989 - Porto Alegre RS - Individual, Galeria Tina Zappoli
1989 - Porto Alegre RS - Individual, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul
1989 - Santana do Livramento RS - Individual, na Galeria Ponto D'Arte
1990 - São Paulo SP - A Gravura de Iberê Camargo: Uma Retrospectiva, no MAM Ibirapuera
1990 - São Paulo SP - Iberê Camargo: Ciclistas no Parque da Redenção, na Galeria Montesanti Roesler
1990 - Pelotas RS - Individual, na Galeria Van Gogh
1990 - Porto Alegre RS - A Gravura de Iberê Camargo: uma retrospectiva, no Espaço Cultural BFB
1990 - Porto Alegre RS - Individual, na Casa de Cultura Mário Quintana
1990 - Rio de Janeiro RJ - Ciclistas no Parque da Redenção, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage
1990 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Museu de Arte Moderna
1990 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Escola de Artes Visuais do Parque do Lage
1991 - São Paulo SP - A Gravura de Iberê Camargo: uma retrospectiva, no Museu de Arte Moderna
1991 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Montesanti Roesler
1991 - São Paulo SP - Individual, no Museu de Arte de São Paulo
1991 - Passo Fundo RS - Individual, no Espaço de Arte
1991 - Porto Alegre RS - Individual, no Instituto Goethe
1991 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage
1991 - Salvador BA - Iberê Camargo: pinturas e guaches, no Escritório de Arte da Bahia
1992 - Fortaleza CE - Individual, na Galeria Multiarte
1992 - Porto Alegre RS - Individual, no Centro Municipal de Cultura
1992 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Tina Zappoli
1993 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Camargo Vilaça
1993 - Florianópolis SC - Iberê Camargo: pinturas, no Museu de Arte de Santa Catarina
1993 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Iberê Camargo
1993 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo: retrato de amigos, no Hotel Center Park
1993 - Ribeirão Preto SP - iberê Camargo: retrospectiva de gravuras, no Museu de Arte de Ribeirão Preto Manuel Gismondi
1993 - Salvador BA - Individual, no Escritório de Arte da Bahia
1994 - São Paulo SP - Individual, no CCSP
1994 - Porto Alegre RS - Homenagem a Iberê Camargo, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul
1994 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo Mestre Moderno, na Galeria Iberê Camargo
1994 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo: Desenhos e Gravuras, no Espaço Cultural Fiat
1994 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo: Desenhos e Gravuras em Metal, na Galeria Tina Zappoli
1994 - Rio de Janeiro RJ - Iberê Camargo Mestre Moderno, no Centro Cultural Banco do Brasil

Exposições coletivas

1943 - Rio de Janeiro RJ - Grupo Guignard, na ENBA
1943 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Belas Artes, no Museu Nacional de Belas Artes
1944 - Belo Horizonte MG - Exposição de Arte Moderna, no Edifício Mariana
1944 - Londres (Reino Unido) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Royal Academy of Arts
1944 - Norwich (Reino Unido) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Norwich Castle and Museum
1944 - Rio de Janeiro RJ - 50º Salão Nacionak de Belas Artes, no Museu Nacional de Belas Artes
1945 - Bath (Reino Unido) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no victory Art Gallery
1945 - Bristol (Reino Unido) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Bristol City Museum & Art Gallery
1945 - Buenos Aires (Argentina) - 20 Artistas Brasileños, na Salas Nacionales de Exposición
1945 - Edimburgo (Reino Unido) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na National Gallery
1945 - Glasgow (Reino Unido) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Kelingrove Art Gallery
1945 - La Plata (Argentina) - 20 Artistas Brasileños, no Museo Provincial de Bellas Artes
1945 - Manchester (Reino Unido) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Manchester Art Gallery
1945 - Montevidéu (Uruguai) - 20 Artistas Brasileños, na Comisión Municipal de Cultura
1945 - Rio de Janeiro RJ - 51º Salão Nacional de Belas Artes, no Museu Nacional de Belas Artes
1946 - Rio de Janeiro RJ - 52º Salão Nacional de Belas Artes, no Museu Nacional de Belas Artes
1947 - Montevidéu (Uruguai) - Pintura Contemporânea Brasileira
1951 - Madri (Espanha) - Bienal de Madri
1952 - Nova York (Estados Unidos) - Coletiva no Museu Guggenheim, no Solomon R. Guggenheim Museum
1952 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Artistas Brasileiros, no Museu de Arte Moderna
1953 - Porto Alegre RS - 4º Salão do Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul
1953 - Rio de Janeiro RJ - 2º Salão Nacional de Arte Moderna, no Museu Nacional de Belas Artes
1954 - Rio de Janeiro RJ - Salão Preto e Branco, no Palácio da Cultura
1955 - Madri (Espanha) - Bienal de Madri, no Palácio da Cultura
1955 - Porto Alegre RS - Arte Brasileira Contemporânea, na Casa das Molduras
1955 - Rio de Janeiro RJ - Salão Carioca
1956 - São Paulo SP - 50 Anos de Paisagem Brasileira, no Museu de Arte Moderna
1956 - Barcelona (Espanha) - 3ª Bienal Hispano-Americana
1956 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão Nacional de Arte Moderna
1957 - Buenos Aires (Argentina) - Arte Moderna no Brasil, no Museo de Arte Moderno
1957 - Montevidéu (Uruguai) - Grabados Brasileños, no Instituto de Cultura Uruguayo-Brasileño
1957 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Arte Moderna
1957 - Rio de Janeiro RJ - 62º Salão Nacional de Belas Artes, no Museu Nacional de Belas Artes
1957 - Rio de Janeiro RJ - Salão para Todos, no Ministério da Educação e Cultura
1958 - Cidade do México (México) - Bienal Interamericana de Pintura y Grabado, no Instituto Nacional de Bellas Artes
1958 - Porto Alegre RS - Salão Pan-Americano de Arte, no Instituto de Belas Artes
1958 - Quito (Equador) - Exposição de Gravura Brasileira
1959 - São Paulo SP - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo Sobrinho
1959 - Rio de Janeiro RJ - 30 Anos de Arte Brasileira, na Galeria Macunaíma
1959 - Washington (Estados Unidos) - Pan American Union, no Smithsonian Institution
1960 - Cidade do México (México) - 2º Bienal Interamericana do México, no Palácio de Belas Artes
1960 - Nova York (Estados Unidos) - Latin American Painters and Painting, no Solomon R. Guggenheim Museum
1960 - Rio de Janeiro RJ - Doze Artistas Brasileiros, na Galeria Bonino
1960 - Rio de Janeiro RJ - Galeria Bonino: Mostra Inaugural, na Galeria Bonino
1960 - Rio de Janeiro RJ - 9º Salão Nacional de Arte Moderna, no Museu de Arte Moderna
1960 - Tóquio (Japão) - International Biennial Exhibition of Prints, no The National Museum of Modern Art
1961 - São Paulo SP - Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo Sobrinho
1961 - Rio de Janeiro RJ - Natureza Morta na Pintura, na Galeria Ibeu Copacabana
1961 - Rio de Janeiro RJ - O Rio na Pintura Brasileira, na Biblioteca Estadual da Guanabara
1961 - Rio de Janeiro RJ - O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana
1961 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Arte Moderna
1961 - Tóquio (Japão) - 6ª Bienal de Tóquio
1962 - São Paulo SP - Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf, no Museu de Arte Moderna
1962 - Colorado Springs (Estados Unidos) - New Art of Brazil, no Colorado Springs Fine Arts Center
1962 - Minneapolis (Estados Unidos) - New Art of Brazil, no Walker Art Center
1962 - Saint Louis (Estados Unidos) - New Art of Brazil, no City Art Museum
1962 - San Francisco (Estados Unidos) - New Art of Brazil, no San Francisco Museum of Art
1962 - Tóquio (Japão) - The 30th Exhibition of the Japan Print Association, no Japan Print Association
1962 - Veneza (Itália) - Bienal de Veneza
1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1963 - Rio de Janeiro RJ - A Paisagem como Tema, na Galeria Ibeu Copacabana
1963 - Rio de Janeiro RJ - Resumo de Arte JB, no Jornal do Brasil
1964 - Rio de Janeiro RJ - Exposição Pequeno Tamanho, na Galeria Bonino
1964 - Rio de Janeiro RJ - O Nu na Arte Contemporânea, na Galeria Ibeu Copacabana
1965 - Barcelona (Espanha) - Ocho Grabadores Brasileños, na Galería René Metras
1965 - Lacock (Reino Unido) - Coletiva no Royal College of Art, no Royal College of Arts
1965 - Lisboa (Portugal) - Salon Comparaisons
1965 - Paris (França) - Salon Comparaisons
1965 - Praga (República Tcheca) - Salon Comparaisons
1966 - São Paulo SP - Meio Século de Arte Nova, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
1966 - Austin (Estados Unidos) - Art of Latin America since Independence, na The University of Texas at Austin. Archer M. Huntington Art Gallery
1966 - Belo Horizonte MG - 2ª Exposição Circulante de Obras do Acervo do MAC/USP, no Museu de Arte da Prefeitura de Belo Horizonte (MG)
1966 - Bonn (Alemanha) - Brasilianische Kunst Heute
1966 - Cidade do México (México) - Pintura y Grabado del Brasil, no Museo de Arte Moderno
1966 - Curitiba PR - 2ª Exposição Circulante de Obras do Acervo do MAC/USP
1966 - La Jolla (Estados Unidos) - Art of Latin America since Independence, no Museum of Contemporary Art San Diego
1966 - New Haven (Estados Unidos) - Art of Latin America since Independence, na Yale University Art Gallery
1966 - New Orleans (Estados Unidos) - Art of Latin America since Independence, na Isaac Delgado Museum of Art
1966 - Porto Alegre RS - Exposição Circulante de Obras do Acervo do MAC/USP, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul
1966 - Salvador BA - 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas, no Convento de Nossa Senhora do Carmo. Igreja
1966 - San Francisco (Estados Unidos) - Art of Latin America since Independence, no San Francisco Museum of Modern Art
1967 - Rio de Janeiro RJ - Resumo de Arte JB, no Museu de Arte Moderna
1968 - Porto Alegre RS - Exposição de Gravuras, na Galeria do Instituto dos Arquitetos
1968 - Tóquio (Japão) - International Biennial Exhibition of Prints
1971 - São Paulo SP - Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1971 - Rio de Janeiro RJ - Resumo de Arte JB, no Museu de Arte Moderna
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio
1973 - Liubliana (Eslovênia) - Bienal Internacional de Gravura, na Moderna Galerija Ljubljana
1973 - Rio de Janeiro RJ - Gravura Brasileira no Século XX, no Museu Nacional de Belas Artes
1973 - Rio de Janeiro RJ - Quatro Gravadores Brasileiros, na Galeria Grupo B
1975 - São Paulo SP - Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1975 - São Paulo SP - 2ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo
1975 - Rio de Janeiro RJ - 2º Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no Centro Cultural Lume
1976 - São Paulo SP - Arte Brasileira: figuras e movimentos, na Galeria Arte Global
1977 - São Paulo SP - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1977 - São Paulo SP - 5º Salão Global de Inverno, no Museu de Arte de São Paulo
1977 - Atami (Japão) - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1977 - Belo Horizonte MG - 5º Salão Global de Inverno, na Fundação Palácio das Artes
1977 - Brasília DF - 5º Salão Global de Inverno
1977 - Kyoto (Japão) - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1977 - Rio de Janeiro RJ - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1977 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão Global de Inverno, no Museu Nacional de Belas Artes
1977 - Roma (Itália) - 10º Quadriennale Nazionale d'Arte di Roma
1977 - Tóquio (Japão) - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1978 - São Paulo SP - As Bienais e a Abstração: a década de 50, no Museu Lasar Segall
1978 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Brasil Arte Turismo, no Hotel Copacabana Palace
1979 - São Paulo SP - 15ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1980 - Rio de Janeiro RJ - Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici
1981 - Osaka (Japão) - Exposição Latino-Americana de Arte Contemporânea Brasil/Japão, na National Museum of Art
1982 - Lisboa (Portugal) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1982 - Londres (Reino Unido) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery
1982 - Penápolis SP - 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1982 - Porto Alegre RS - Homenagem a Iberê Camargo, na Galeria Yázigi
1982 - Porto Alegre RS - Homenagem a Iberê Camargo, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
1982 - Rio de Janeiro RJ - Entre a Mancha e a Figura, no Museu de Arte Moderna
1983 - Porto Alegre RS - Do Passado ao Presente: as artes plásticas no Rio Grande do Sul, na Cambona Centro de Artes
1983 - Rio de Janeiro RJ - 3 x 4 Grandes Formatos, na Galeria do Centro Empresarial Rio
1983 - Rio de Janeiro RJ - Arte Moderna no Salão Nacional: 1940 - 1982, na Fundação Nacional de Artes. Centro de Artes
1983 - Rio de Janeiro RJ - Auto-Retratos Brasileiros, na Galeria de Arte Banerj
1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no Museu de Arte Moderna
1984 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no Museu de Arte Moderna
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1984 - Fortaleza CE - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas
1984 - Porto Alegre RS - Gravuras: uma trajetória no tempo, no Cambona Centro de Artes
1984 - Ribeirão Preto SP - Gravadores Brasileiros Anos 50/60, na Galeria Campus
1984 - Rio de Janeiro RJ - Intervenções no Espaço Urbano, na Galeria Sérgio Milliet
1984 - Rio de Janeiro RJ - Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras
1984 - Rio de Janeiro RJ - Viva a Pintura, na Petite Galerie
1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1985 - Brasília DF - Pintura Brasileira Atuante, na Fundação Cultural do Distrito Federal
1985 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo: trajetória e encontros, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
1985 - Porto Alegre RS - 1ª Mostra de Ováis, na Galeria do Arco
1985 - Porto Alegre RS - Pré-Visão: gaúchos na Bienal, na Galeria Tina Presser
1985 - Rio de Janeiro RJ - Encontros, na Petite Galerie
1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no Museu de Arte Moderna
1985 - Rio de Janeiro RJ - Seis Décadas de Arte Moderna: Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial
1986 - São Paulo SP - Iberê Camargo: trajetória e encontros, no Museu de Arte de São Paulo
1986 - Brasília DF - Iberê Camargo: trajetória e encontros, no Teatro Nacional Cláudio Santoro
1986 - Rio de Janeiro RJ - A Nova Flor de Abacate, Grupo Guignard-1943 e Os Dissidentes-1942, na Galeria de Arte Banerj
1986 - Rio de Janeiro RJ - Iberê Camargo: trajetória e encontros, no Museu de Arte Moderna
1986 - Rio de Janeiro RJ - Sete Décadas da Presença Italiana na Arte Brasileira, no Paço Imperial
1987 - São Paulo SP - Iberê Camargo, na Galeria Luisa Strina
1987 - São Paulo SP - O Ofício da Arte: pintura, no SESC
1987 - Paris (França) - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris
1987 - Ribeirão Preto SP - Exposição Coletiva, no Ribeirão Preto Promoções de Artes Plásticas
1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no Museu de Arte Moderna
1987 - Rio de Janeiro RJ - Rio de Janeiro, Fevereiro, Março: do modernismo à geração 80, na Galeria de Arte Banerj
1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Museu de Arte Moderna
1988 - São Paulo SP - Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Sesc Pompéia
1988 - Ribeirão Preto SP - Lívio Abramo, Iberê Camargo e Amilcar de Castro, na Casa da Cultura de Ribeirão Preto
1988 - Rio de Janeiro RJ - O Tempo e o Vento Galeria de Arte Ipanema
1988 - Salvador BA - Os Ilustradores de Jorge Amado Fundação Casa de Jorge Amado
1989 - São Paulo SP - Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1989 - São Paulo SP - Gesto e Estrutura, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1989 - São Paulo SP - Jogo de Memória, na Galeria Montesanti Roesler
1989 - São Paulo SP - Panorama de Arte Atual Brasileira, no Museu de Arte Moderna
1989 - Cachoeira do Sul RS - Iberê Camargo: Pinturas, gravuras e desenhos, na Galeria Artmão
1989 - Copenhague (Dinamarca) - Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Museu Charlottenborg
1989 - Fortaleza CE - Arte Brasileira dos Séculos XIX e XX nas Coleções Cearenses: pinturas e desenhos, no Espaço Cultural Unifor
1989 - Lisboa (Portugal) - Seis Décadas de Arte Moderna Brasileira: Coleção Roberto Marinho, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1989 - Porto Alegre RS - Arte Sul 89, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
1989 - Porto Alegre RS - Galeria Tina Zappoli: 8º aniversário, na Galeria Tina Zappoli
1989 - Recife PE - Jogo de Memória
1989 - Rio de Janeiro RJ - Gravura Brasileira: 4 temas, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage
1989 - Rio de Janeiro RJ - Jogo de Memória, na Montesanti Galleria
1989 - Rio de Janeiro RJ - Rio Hoje, na Museu de Arte Moderna
1989 - Rio de Janeiro RJ - Tina Zapolli visita Saramenha, na Galeria Saramenha
1990 - São Paulo SP - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea, na Fundação Brasil-Japão
1990 - Atami (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1990 - Brasília DF - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1990 - Curitiba PR - 9ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura
1990 - Porto Alegre RS - 1990: aos nossos artistas, na Galeria Tina Zappoli
1990 - Rio de Janeiro RJ - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1990 - Rio de Janeiro RJ - Ibeu: 1940 - 1990, na Galeria Ibeu Copacabana
1990 - Rio de Janeiro RJ - Primavera 90, na Galeria H. Stern
1990 - Sapporo (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1990 - Tóquio (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1991 - São Paulo SP - A Árvore de Cada Um, na Galeria Nara Roesler
1991 - São Paulo SP - Sobre a Árvore, na Galeria Montesanti Roesler
1991 - São Paulo SP - Sobre o Branco, na Galeria de Arte São Paulo
1991 - Rio de Janeiro RJ - Mário Pedrosa, Arte, Revolução e Reflexão, no Centro Cultural Banco do Brasil
1992 - São Paulo SP - Branco Dominante, na Galeria de Arte São Paulo
1992 - Araraquara SP - Coletiva na Casa do Médico, na Casa do Médico
1992 - Cachoeira do Sul RS - Francisco Stockinger e Iberê Camargo
1992 - Curitiba PR - 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba/Mostra América, no Museu da Gravura
1992 - Poços de Caldas MG - Arte Moderna Brasileira: acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, na Casa da Cultura
1992 - Portão RS - Históricos, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul
1992 - Porto Alegre RS - 1992, na Galeria Tina Zappoli
1992 - Porto Alegre RS - Arte Contemporânea: destaques do Sul, no Espaço Cultural Edel Trade Center
1992 - Porto Alegre RS - Mário Pedrosa, Arte, Revolução e Reflexão, no Centro Municipal de Cultura
1992 - Rio de Janeiro RJ - 1ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1992 - Rio de Janeiro RJ - De Debret a Iberê, no Museu da Cidade
1992 - Rio de Janeiro RJ - Gravura de Arte no Brasil: proposta para um mapeamento, no Centro Cultural Banco do Brasil
1992 - Rio de Janeiro RJ - Natureza: quatro séculos de arte no Brasil, no Centro Cultural Banco do Brasil
1993 - São Paulo SP - Poética, na Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1993 - Fortaleza CE - 23 Anos, na Galeria Ignez Fiuza
1993 - Niterói RJ - 2ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Museu de Arte Contemporânea
1993 - Porto Alegre RS - 1993, na Galeria Tina Zappoli
1993 - Rio de Janeiro RJ - Arte Erótica, no Museu de Arte Moderna
1993 - Rio de Janeiro RJ - Brasil: 100 Anos de Arte Moderna, no Museu Nacional de Belas Artes
1993 - Rio de Janeiro RJ - Emblemas do Corpo: o nu na arte moderna brasileira, Centro Cultural Banco do Brasil
1993 - Rio de Janeiro RJ - Gravuras de Amilcar de Castro, Antonio Dias, Iberê Camargo e Sérgio Fingermann, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage
1994 - São Paulo SP - Arte Moderna Brasileira: uma seleção da Coleção Roberto Marinho, na Museu de Arte de São Paulo
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Poética da Resistência: aspectos da gravura brasileira, na Galeria de Arte do Sesi
1994 - Poços de Caldas MG - Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos de Unibanco, na Casa da Cultura
1994 - Porto Alegre RS - 1994, na Galeria Tina Zappoli
1994 - Porto Alegre RS - Zero Hora 30 Anos, na Agência de Arte
1994 - Rio de Janeiro RJ - Trincheiras: arte e política no Brasil, no Museu de Arte Moderna

Exposições póstumas

1995 - Buenos Aires (Argentina) - Individual, na Fundacíon Banco Patricios
1995 - São Paulo SP - Morandi no Brasil, no Centro Cultural São Paulo
1995 - Brasília DF - Coleções de Brasília, no Ministério das Relações Exteriores. Palácio do Itamaraty
1995 - Londrina PR - Arte Brasileira: confrontos e contrastes, no Pavilhão Internacional Octávio Cesário Pereira Júnior
1995 - Rio de Janeiro RJ - Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos do Unibanco, no Museu de Arte Moderna
1996 - Curitiba PR - Individual, na Galeria Max Stolz
1996 - Niterói RJ - Individual, Galeria de Arte da Universidade Federal Fluminense
1995 - São Paulo SP - Morandi no Brasil, no Centro Cultural São Paulo
1995 - Brasília DF - Coleções de Brasília, no Ministério das Relações Exteriores. Palácio do Itamaraty
1995 - Londrina PR - Arte Brasileira: confrontos e contrastes, no Pavilhão Internacional Octávio Cesário Pereira Júnior
1995 - Rio de Janeiro RJ - Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos do Unibanco, no Museu de Arte Moderna
1995 - São Paulo SP - Morandi no Brasil, no Centro Cultural São Paulo
1995 - Brasília DF - Coleções de Brasília, no Ministério das Relações Exteriores. Palácio do Itamaraty
1995 - Londrina PR - Arte Brasileira: confrontos e contrastes, no Pavilhão Internacional Octávio Cesário Pereira Júnior
1995 - Rio de Janeiro RJ - Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos do Unibanco, no Museu de Arte Moderna
1997 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Cezar Prestes Arte
1997 - Porto Alegre RS - Permanência, na Galeria Tina Zappoli
1997 - São Paulo SP - Brito Cimino Arte Contemporânea: mostra inaugural, na Galeria Brito Cimino
1997 - Barra Mansa RJ - O Museu Visita a Galeria, no Centro Universitário de Barra Mansa. Unidade Cicuta
1997 - Curitiba PR - A Arte Contemporânea da Gravura, no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba
1998 - São Paulo SP - A Arte de Expor Arte, no Museu de Arte Moderna
1998 - São Paulo SP - Afinidades Eletivas I: o olhar do colecionador, na Casa das Rosas
1998 - São Paulo SP - Coleção MAM Bahia: pinturas, no Museu de Arte Moderna
1998 - São Paulo SP - Destaques da Coleção Unibanco, no Instituto Moreira Salles
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu de Arte de São Paulo
1998 - São Paulo SP - os Colecionadores - Guita e José Mindlin: Matrizes e Gravuras, na Galeria de Arte do Sesi
1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no Museu de Arte Contemporânea
1998 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo: Doações Recentes 1996 - 1998, no Centro Cultural Banco do Brasil
1999 - São Paulo SP - Arte Brasileira, Século XX: diálogos com Dufy, no Museu de Arte Moderna
1999 - São Paulo SP - Cotidiano/Arte. O Consumo, no Itaú Cultural
1999 - Niterói RJ - Mostra Rio Gravura. Acervo Banerj, no Museu do Ingá
1999 - Porto Alegre RS - Garagem de Arte: mostra inaugural, Garagem de Arte
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura. Gravura Moderna Brasileira: acervo Museu Nacional de Belas Artes, no Museu Nacional de Belas Artes
1999 - Porto Alegre RS - Individual, no MARGS
1999 - Porto Alegre RS - Primeira Mostra da Fundação Iberê Camargo, na Fundação Iberê Camargo
2000 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo: caminhos de uma poética, na Fundação Iberê Camargo
2000 - São Paulo SP - A Figura Humana na Coleção Itaú, no Itaú Cultural
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - Investigações. A Gravura Brasileira, no Itaú Cultural
2000 - São Paulo SP - O Papel da Arte, na Galeria de Arte do Sesi
2000 - Brasília DF - Exposição Brasil Europa: encontros no século XX, na Caixa Cultural
2000 - Caxias do Sul RS - Mostra Itinerante do Acervo do Margs
2000 - Curitiba PR - Mostra da Gravura de Curitiba. Marcas do Corpo, Dobras da Alma
2000 - Curitiba PR - Mostra da Gravura de Curitiba. Marcas do Corpo, Dobras da Alma
2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20: arte do Brasil, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
2000 - Niterói RJ - Pinturas na Coleção João Sattamini, no Museu de Arte Contemporânea
2000 - Passo Fundo RS - Mostra Itinerante do Acervo do Margs
2000 - Pelotas RS - Mostra Itinerante do Acervo do Margs
2000 - Porto Alegre RS - Entre Séculos, na Galeria Tina Zappoli
2000 - Rio de Janeiro RJ - Quando o Brasil era Moderno: artes plásticas no Rio de Janeiro de 1905 a 1960, no Paço Imperial
2000 - Santa Maria RS - Mostra Itinerante do Acervo do Margs
2001 - São Paulo SP - Iberê Camargo: restrospectiva, na Galeria Millan
2001 - Porto Alegre Rs - Iberê Camargo: um exercício do olhar, na Fundação Iberê Camargo
2001 - São Paulo SP - O Espírito de Nossa Época, no Museu de Arte Moderna
2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural
2001 - Brasília DF - Investigações. A Gravura Brasileira, na Itaugaleria
2001 - Penápolis SP - Investigações. A Gravura Brasileira, na Itaugaleria
2001 - Porto Alegre RS - Coleção Liba e Rubem Knijnik: arte brasileira contemporânea, no MARGS
2001 - Rio de Janeiro RJ - Acervo da Arte Carioca, na Galeria de Arte Ipanema
2001 - Rio de Janeiro RJ - Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light
2001 - Rio de Janeiro RJ - Coleções do Moderno: Hecilda e Sergio Fadel na Chácara do Céu, nos Museus Castro Maya. Museu da Chácara do Céu
2001 - Rio de Janeiro RJ - O Espírito de Nossa Época, no Museu de Arte Moderna
2001 - Rio de Janeiro RJ - Trilhando a Gravura, no Museu da Chácara do Céu
2002 - Porto Alegre RS - Retrato: um olhar além do tempo, na Fundação Iberê Camargo
2002 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Bolsa de Arte do Rio de Janeiro
2002 - São Paulo SP - 28 (+) Pintura, na Galeria Virgílio
2002 - São Paulo SP - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no Centro Cultural Banco do Brasil
2002 - São Paulo SP - Mapa do Agora: arte brasileira recente na Coleção João Sattamini do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Instituto Tomie Ohtake
2002 - Brasília DF - Fragmentos a seu Ímã: obras primas do MAB, no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio
2002 - Niterói RJ - Arte Brasileira sobre Papel: séculos XIX e XX, no Solar do Jambeiro
2002 - Niterói RJ - Coleção Sattamini: modernos e contemporâneos, no MAC-Niterói
2002 - Niterói RJ - Diálogo, Antagonismo e Replicação na Coleção Sattamini, no Museu de Arte Contemporânea
2002 - Porto Alegre RS - Desenhos, Gravuras, Esculturas e Aquarelas, na Garagem de Arte
2002 - Porto Alegre RS - Violência e Paixão, no Santander Cultural
2002 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no Centro Cultural Banco do Brasil
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Mostra Rio Arte Contemporânea, no Museu de Arte Moderna
2003 - São Paulo SP - Iberê Camargo: diante da pintura, no Paço Imperial
2003 - São Paulo SP - A Gravura Vai Bem, Obrigado: a gravura histórica e contemporânea brasileira, na Galeria Virgílio
2003 - São Paulo SP - MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
2003 - São Paulo SP - Natureza Morta, no Espaço Cultural BM&F
2003 - São Paulo SP - Papel e Tridimensional, no Arvani Arte
2003 - Brasília DF - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no Centro Cultural Banco do Brasil
2003 - Ipatinga MG - Arte Brasileira no Acervo do MAP, no Centro Cultural Usiminas - Ipatinga
2003 - Porto Alegre RS - Humanidades, na Galeria Tina Zappoli
2003 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira: da Revolução de 30 ao pós-guerra, no Museu de Arte Moderna
2003 - Rio de Janeiro RJ - Arte em Movimento, no Espaço BNDES
2003 - Rio de Janeiro RJ - Ordem x Liberdade, no Museu de Arte Moderna
2004 - Mariana MG - Individual, na Galeria Sesi
2004 - Ouro Preto MG - Iberê Gravura, no Museu da Inconfidência
2004 - Porto Alegre RS - Pintura Pura, na Fundação Iberê Camargo
2004 - São Paulo SP - Abstração como Linguagem: perfil de um acervo, na Pinakotheke
2004 - São Paulo SP - Arte Contemporânea no Ateliê de Iberê Camargo, no Centro Universitário Maria Antonia
2004 - São Paulo SP - As Bienais: um olhar sobre a produção brasileira 1951/2002, na Galeria Bergamin
2004 - São Paulo SP - Gesto e Expressão: o abstracionismo informal nas coleções JP Morgan Chase e MAM, no Museu de Arte Moderna
2004 - Belo Horizonte MG - Pampulha, Obra Colecionada: 1943-2003, no Museu de Arte da Pampulha
2004 - Brasília DF - O Olhar Modernista de JK, no Ministério das Relações Exteriores. Palácio do Itamaraty
2004 - Niterói RJ - Modernidade Transitiva, no Museu de Arte Contemporânea
2004 - Rio de Janeiro RJ - O Século de um Brasileiro: Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial
2005 - Bordeaux (França) - Iberê Camargo: Ciclistas et autres variations, no Musée des Beaux-Arts de Bordeaux
2005 - São Paulo SP - 100 Anos da Pinacoteca: a formação de um acervo, na Galeria de Arte do Sesi
2005 - São Paulo SP - Dor, Forma, Beleza: a representação criadora da experiência traumática, na Estação Pinacoteca
2005 - São Paulo SP - O Século de um Brasileiro: Coleção Roberto Marinho, no Museu de Arte Moderna
2005 - Fortaleza CE - Arte Brasileira: nas coleções públicas e privadas do Ceará, Espaço Cultural Unifor
2005 - Porto Alegre RS - A Reunião, Galeria Tina Zappoli
2005 - Porto Alegre RS - 5ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul
2005 - Rio de Janeiro RJ - Obras-primas da Arte Brasileira (2005 : Rio de Janeiro, RJ) - Centro de Exposições do Rio Design Barra (Rio de Janeiro, RJ)
2006 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria de Arte Ipanema
2006 - São Paulo SP - Arte Moderna em Contexto: coleção ABN AMRO Real, no Banco Santander
2006 - São Paulo SP - Concreta '56: a raiz da forma, no Museu de Arte Moderna
2006 - São Paulo SP - O Olhar Modernista de JK, no MAB-FAAP
2006 - São Paulo SP - Pincelada - Pintura e Método: projeções da década de 50, no Instituto Tomie Ohtake
2006 - São Paulo SP - 1º Salão de Arte, no A Hebraica
2006 - Caxias do Sul RS - Gravura em Metal: matéria e conceito no ateliê Iberê Camargo, no Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho
2006 - Recife PE - Arte Moderna em Contexto: coleção ABN AMRO Real, no Instituto Cultural Banco Real
2006 - Rio de Janeiro RJ - Arte Moderna em Contexto: coleção ABN AMRO Real, no Museu de Arte Moderna
2006 - Rio de Janeiro RJ - Entre a Razão e a Emoção, na Galeria de Arte Ipanema
2007 - São Paulo SP - A Gravura de Iberê Camargo, no Instituto Tomie Ohtake
2007 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo e as Projeções de um Ateliê no Tempo, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
2007 - Salvador BA - Gravuras de Iberê Camargo: percursos e aproximações em uma poética, no Museu Rodin Bahia
2007 - São Paulo SP - Arte e Ousadia - o Brasil na Coleção Sattamini, no Museu de Arte de São Paulo
2007 - São Paulo SP - Itaú Contemporâneo: arte no Brasil 1981-2006, no Itaú Cultural
2007 - São Paulo SP - Modernidade Negociada: um recorte da arte brasileira nos anos 40, no Museu de Arte Moderna
2007 - Belo Horizonte MG - Binária: acervo e coleções, noMuseu de Arte da Pampulha
2007 - Rio de Janeiro RJ - O Banco do Brasil e As Artes Gráficas, no Centro Cultural Banco do Brasil
2008 - Nova Hamburgo RS - Gravuras de Iberê Camargo: percursos e aproximações em uma poética, na Pinacoteca da Feevale
2008 - Porto Alegre RS - Moderno no Limite, na Fundação Iberê Camargo
2008 - São Paulo SP - Brasil Brasileiro, no Centro Cultural Banco do Brasil
2008 - São Paulo SP - Estratégias para Entrar e Sair da Modernidade na Coleção Itaú Moderno, no Museu de Arte de São Paulo
2008 - São Paulo SP - MAM 60, na Oca
2008 - Porto Alegre RS - Acervo do Margs - Expressividade na Arte Brasileira, no Museu de Artes Visuais Ruth Schneider
2008 - Tiradentes MG - Verdes Modernos, na Fundação Oscar Araripe
2009 - Porto Alegre RS -Persistência do Corpo, na Fundação Iberê Camargo
2009 - Fortaleza CE - Iberê Camargo: uma experiência da pintura, no Espaço Cultural Unifor
2009 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo: um ensaio visual, na Fundação Iberê Camargo
2009 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo: uma experiência da pintura, na Fundação Iberê Camargo
2009 - Porto Alegre RS - Paisagens de Dentro: as últimas pinturas de Iberê Camargo, na Fundação Iberê Camargo
2009 - São Paulo SP - Arte na França 1860-1960: o Realismo, no Museu de Arte de São Paulo
2009 - São Paulo SP - Latitudes: mestres latinoamericanos na Coleção FEMSA, no Instituto Tomie Ohtake
2009 - São Paulo SP - Tesouros da Coleção Roberto Marinho, no Espaço Cultural BM&F Bovespa
2009 - Niterói RJ - Arte Contemporânea Brasileira nas Coleções João Sattamini e Mac de Niterói, no Museu de Arte Contemporânea
2009 - Porto Alegre RS - Cálculo da Expressão, no Fundação Iberê Camargo
2009 - Rio de Janeiro RJ - Brasil Brasileiro, no Centro Cultural Banco do Brasil
2010 - São Paulo SP - Coleção Domingos Giobbi: arte, uma relação afetiva, na Estação Pinacoteca
2010 - Porto Alegre RS - Os Meandros da Memória, na Fundação Iberê Camargo
2010 - São Paulo SP - Cálculo da Expressão, no Museu Lasar Segall
2010 - São Paulo SP - Oca Maloca, na Caixa Cultural
2010 - Ribeirão Preto SP - Animal, na Galeria de Arte Marcelo Guarnieri
2011 - Caxias do Sul RS - Iberê Camargo: linha de partida, no Centro de Cultura Doutor Henrique Ordovás Filho
2011 - Pelotas RS - Iberê Camargo: linha de partida, no Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo
2011 - Porto Alegre RS - A Linha Incontornável: desenhos de Iberê Camargo, na Fundação Iberê Camargo
2011 - Porto Alegre RS - Conjuro do mundo: as figuras-cesuras de Iberê Camargo, na Fundação Iberê Camargo
2011 - São Paulo SP - Modernismos no Brasil, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
2011 - Belo Horizonte MG - 1911-2011 - Arte Brasileira e Depois, na Coleção Itaú, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes
2011 - Bruxelas (Bélgica) - Gravura Extrema, no Centre de la Gravure et de l'Image Imprimée La Louvière
2011 - Florianópolis SC - Arte no cotidiano: acerca do colecionismo, no Museu Victor Meirelles
2011 - Porto Alegre RS - De Chirico: o sentimento da arquitetura, na Fundação Iberê Camargo
2011 - Porto Alegre RS - Do Atelier ao Cubo Branco, no MARGS
2011 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo e o Ambiente Cultural do Pós-Guerra, na Fundação Iberê Camargo
2011 - Porto Alegre RS - Labirintos da Iconografia, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
2011 - Vitória ES - Sobrevitória, no Museu de Arte Moderna
2012 - Salvador BA - Artrio, no Paulo Darzé Galeria de Arte
2012 - Porto Alegre RS - O "outro" na Pintura de Iberê Camargo, na Fundação Iberê Camargo
2013 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo: o carretel: "Meu Personagem", na Fundação Iberê Camargo

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