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Ubirajara Ribeiro

OBRAS DO ARTISTA

Ubirajara Ribeiro - Mulher olhando o meu Projeto

Mulher olhando o meu Projeto

Técnica mista sobre tela colada em madeira
1979
146 x 94 cm
ass. inf. dir.


Preço: Sob Consulta
Ubirajara Ribeiro - Sem Título

Sem Título

técnica mista
1955/89
67 x 113 cm
ass. na peça


Preço: Sob Consulta
Ubirajara Ribeiro - City - Cité - Espaço Medieval de Fazer Amor

City - Cité - Espaço Medieval de Fazer Amor

têmpera óleosa sobre tela
1991
39 x 53 cm
ass. inf. centro

Preço: Sob Consulta
Ubirajara Ribeiro - S/T

S/T

aquarela sobre papel
s/d
30 x 36 cm
ass. centro

Preço: Sob Consulta
Ubirajara Ribeiro - Para a Sonia

Para a Sonia

aquarela sobre papel
1988
26 x 39 cm
ass. centro

Preço: Sob Consulta

BIOGRAFIA

Ubirajara Ribeiro (São Paulo SP 1930 - idem 2002)

Aquarelista, gravador, pintor, professor, arquiteto.

Em 1948, Ubirajara Motta Lima Ribeiro cursa pintura com Vicente Mecozzi (1909 - 1964) e, entre 1952 e 1954 estuda com Pedro Corona, João Rossi (1923 - 2000) e Waldemar da Costa (1904 - 1982). Forma-se em arquitetura pela Universidade Mackenzie, em 1954. Em 1956 vai para Salvador e freqüenta curso livre de gravura com Mario Cravo Júnior (1923), na Escola de Belas Artes da Universidade da Bahia. Obtém bolsa de estudo do governo francês em 1960, e faz estágio no escritório dos arquitetos Guillaume Gillet (1912 - 1987) e Paul Chemetov (1928) em Paris. Na década de 1960 integra o grupo dos cinco arquitetos-pintores com Maurício Nogueira Lima (1930 - 1999), Flávio Império (1935 - 1985), Sérgio Ferro (1938) e Samuel Szpigel (1936). Inicia carreira como professor na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie e na Fundação Armando Álvares Penteado - Faap. Até meados da década de 1970 desenvolve intensa atividade na área de arquitetura, como os projetos da catedral presbiteriana em Brasília e da Refinaria de Mataripe, em Salvador; e o plano-diretor de Campos do Jordão, São Paulo, entre outros. Elabora, com Walter Maffei, o projeto de montagem da 11ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1971. No ano seguinte tem aulas de gravura em metal com Evandro Carlos Jardim (1935) na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo - ECA/USP. Em 1976 deixa definitivamente a arquitetura para se dedicar às artes plásticas. Organiza, em 1980, a exposição Papéis e Cia., no Paço das Artes, da qual resulta a Cooperativa de Artistas Plásticos de São Paulo, extinta no mesmo ano.

Comentário crítico

A obra de Ubirajara Ribeiro, no início da década de 1960, apresenta afinidades com a arte pop, pois explora sugestões eróticas relacionadas à propaganda. O artista passa a usar como "molduras", em suas obras, pedaços de móveis e outros materiais precários, como ocorre em A Luta, 1965, na qual alia materiais antigos a uma refinada técnica de pintura. É freqüente também em sua obra a inserção de letras ou palavras.

Sua produção é organizada em séries de trabalhos ligados pela preocupação temática. Em obras expostas em 1987, trabalha a partir de cartões postais de 1903-1904, sobre os quais realiza interferências ou cria colagens. Suas obras apresentam grande leveza e também um caráter lúdico.

Como nota a crítica Angélica de Morais, o artista, um dos principais aquarelistas do país, desloca o eixo principal de suas indagações da questão pictórica para o universo do desenho. Apesar da utilização dos materiais tradicionais da aquarela, a principal preocupação não é a mancha de cor, mas o traço, o gesto do pincel.

O artista transita com muita liberdade entre figuração e abstração, realizando trabalhos com uma grande variedade de técnicas: desenho, aquarela, pintura, gravura e objeto.

Críticas

"(...) Dos três artistas brasileiros que introduziram a pop art no país, Cordeiro, Wesley e Ubirajara, achamos o terceiro o mais feliz de todos. Se Wesley pegou o espírito irônico, irreverente e agressivo da arte pop, Ubirajara pegou o seu espírito brincalhão, leve, dançante e musical. Pop art é contra a arte séria e a noção séria e severa da composição. Em pop art predomina, especialmente no caso de Ubirajara, um espírito de leveza que joga e brinca com elementos compositivos. Aliás, com muita maestria e sensibilidade. O observador é quase convidado - como também no caso do neoconcretismo - a participar ativamente no jogo compositivo. Acabou-se o culto da composição severa, bem estruturada, fechada. O que predomina em pop art são jogos compositivos, abertos para a colaboração brincalhona de cada um. Ubirajara mostrou-se um mestre de leveza, inventividade, bom gosto e poesia". 
Théon Spanudis
[Texto escrito originalmente em 1964]
SPANUDIS, Théon. O pop-art de Ubirajara. Habitat, nº 79, 1964, apud PECCININI, Daisy. (Coord.). O objeto na arte: Brasil anos 60. São Paulo : FAAP, 1978, p.206-207.

"O território por onde avança a arte de Ubirajara é um tecido sutil de memórias e gestos, articulações que flutuam entre o consciente e o inconsciente, a meio caminho entre a definição da forma e sua dispersão no espaço. Seu alvo é o momento que não se repete, o fragmento de tempo aprisionado pelo gesto. (...). Um dos maiores mestres aquarelistas do país, ele desloca o eixo principal de suas indagações da questão pictórica para o universo do desenho. Apesar de continuar utilizando os materiais tradicionais da aquarela, o foco agora não é a mancha de cor, mas o gesto do pincel, o traço. Sem ser gráfico, o resultado se beneficia da intimidade e da experiência de Ubirajara em fazer construções a partir da linha (...)"
Angélica de Moraes
[Texto do catálogo da exposição individual realizada na Galeria Paralelo 23, em 1992]
LOUZADA, Maria Alice do Amaral, LOUZADA, Júlio. Artes plásticas Brasil 1996 : seu mercado, seus leilões. Fotografia de Sérgio Guerini. São Paulo : Júlio Louzada, 1996. p.702-703.

"Pertence a uma geração que, nos anos 60, sob a influência da pop art norte-americana e das novas figurações européias, reintroduziu a figura também na arte brasileira, encerrando o fastígio dos dois abstracionismos, o construtivo e o informal. Entre outros, destacaram-se, no Rio, Antônio Dias, Rubens Gerchman, Roberto Magalhães, Carlos Vergara, Wanda Pimentel, Maria do Carmo Secco. Em São Paulo, Wesley Duke Lee (a rigor, um pouco mais velho que Ubirajara), Marcello Nitsche, Cláudio Tozzi e José Roberto Aguilar (mais jovens que ele). Todos foram ativíssimos nos anos 70 e 80 e estão hoje, por assim dizer, consagrados.

Quem acompanhou desde cedo e de perto esses movimentos foi Walter Zanini, então diretor do Museu de Arte Contemporânea da USP e organizador de exposições hoje históricas, como 'Jovem Gravura', 'Jovem Desenho' e 'Jovem Arte Nacional'. Com seu conhecimento de causa, escreve Zanini em sua alentada História Geral da Arte no Brasil que Ubirajara vem desenvolvendo 'uma produção tranqüila e refinada, de predominância gráfica, que se alongou no tempo através de conjuntos de trabalhos regidos pela preocupação temática'. Mesmo quando pinta ou incursiona em outras técnicas, conserva-se sobretudo um desenhista, pela sutileza, pelo espírtito intimista, pela ligação com um universo muito pessoal de fantasias tratadas sotto voce, quase que em solilóquio, falando mais para si mesmo, sem ceder a efeitos, sem querer impressionar.  

É verdade que, sob certo ângulo, a obra de Ubirajara Ribeiro impressiona sempre: pelo brilho, pelo virtuosismo. Dotado de talento e técnica excepcionais, realiza inevitavelmente trabalhos impecáveis e sedutores, muitas vezes revestidos de uma leve aura de mistério. Mas não se trata, em seu caso, de recursos exteriores nem truques do ofício, reunidos postiçamente com a função de agradar. São a maneira natural pela qual a obra vem à tona, o ponto de chegada de um processo límpido, fluente e (pelo menos aparentemente) sereno, que deságua numa beleza precisa.
(...)

Ubirajara faz desenho, aquarela, gravura, pintura, objeto, sempre com o mesmo amplo domínio das técnicas, e as investiga em suas especificidades, e as utiliza como suportes para distintas investigações no próprio processo expressivo. Transita com absoluta liberdade entre a figuração e a abstração, e é impressionante como domina ambas as linguagens. Ora se esmera em controlar, nesta ou naquela série, cada passo e cada resultado, ora invoca a colaboração do imprevisto e do acaso, numa outra. Cada proposta gera suas próprias soluções.
(...)

Ubirajara Ribeiro é seguramente um inventor, não só de formas mas também de maneiras de obtê-las. Cria dentro da criação. Circunscrito a limites aparentemente até convencionais - o intimismo, o solilóquio, os pequenos formatos, a aquarela, o gesto delicado - preserva na arte seu coeficiente básico de aventura experimental".
Olívio Tavares de Araújo
RIBEIRO, Ubirajara. Segmentos. São Paulo: Múltipla de Arte, 2001.

Exposições Individuais

1960 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Ponto de Encontro
1964 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Mobilinea
1964 - São Paulo SP - Individual, na Seta Galeria de Arte
1965 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Mobilínea
1965 - Taubaté SP - Individual, na Galeria Mobilínea 
1966 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Ponto de Encontro 
1969 - São Paulo SP - Individual, na Seta Galeria de Arte
1972 - São Paulo SP - Individual, na Seta Galeria de Arte
1975 - São Paulo SP - Ubirajara Ribeiro: retrospectiva, no MAC/USP
1977 - São Paulo SP - Individual, na Graphus Galeria de Arte - Prêmio APCA
1979 - Caxias do Sul RS - Individual, no Clube Juvenil
1979 - São Paulo SP - Individual, na Itaugaleria
1980 - Recife PE - Individual, na Artespaço Galeria de Arte
1980 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Sesc Paulista
1981 - Florianópolis SC - Individual, no Masc
1981 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Guignard
1981 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Sesc Paulista
1982 - Guarujá SP - Individual, no Hotel Jequitimar
1982 - São Paulo SP - Arte sobre Papel, na Galeria Suzanna Sassoun
1983 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Sesc Paulista
1985 - São Paulo SP - Individual, no CCSP
1987 - São Paulo SP - As Partes (de) Ubirajara, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte
1991 - São Paulo SP - Individual, no Espaço Cultural Quo Vadis
1992 - Bauru SP - Individual, na Prefeitura Municipal de Bauru
1992 - Santos SP - Individual, no Centro Cultural Patrícia Galvão
1992 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Paralelo 23
1993 - São Paulo SP - The End-A-Final, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte
1993 - Sonoma (Estados Unidos) - Individual, na Sonoma University Art Gallery
1993 - Washington (Estados Unidos) - Individual, na University Art Gallery
1993 - Washington (Estados Unidos) - Individual, na Biblioteca do Congresso
1998 - Campinas SP - Individual, no Tênis Clube 
1998 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Espaço Azul 
2000 - Belém PA - Individual, no Centro Cultural Brasil Estados Unidos
2001 - São Paulo SP - Ubirajara Ribeiro: segmentos, na Multipla de Arte

Exposições Coletivas

1956 - Rio de Janeiro RJ - Petit Salon, na Maison de France - prêmio de viagem ao exterior
1956 - Salvador BA - Artistas Modernos da Bahia, na Galeria Oxumaré
1957 - São Paulo SP - Artistas da Bahia, no MAM/SP
1958 - Rio de Janeiro RJ - 7º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1958 - São Paulo SP - 7º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1961 - São Paulo SP - 10º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - prêmio aquisição
1964 - São Paulo SP - 13º Salão Paulista de Arte Moderna - medalha de ouro
1965 - Porto Alegre RS - 5 Pintores de Vanguarda, no Margs
1965 - São Paulo SP - 2ª Exposição do Jovem Desenho Nacional, no MAC/USP
1965 - São Paulo SP - Propostas 65, no MAB/Faap
1966 - Campinas SP - 1º Salão de Arte Moderna da Juventude de São Paulo, no MACC
1966 - Campinas SP - 2º Salão de Arte Contemporânea de Campinas - prêmio aquisição
1966 - Curitiba PR - 23º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná
1966 - São Paulo SP - 15º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1966 - São Paulo SP - Galeria Cosme Velho: exposição inaugural, na Galeria Cosme Velho
1966 - São Paulo SP - Três Premissas, na MAB/Faap
1967 - Campinas SP - 3º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC
1967 - São Caetano do Sul SP - 1º Salão de Arte Contemporânea de São Caetano do Sul 
1967 - São Paulo SP - 16º Salão Paulista de Arte Moderna - prêmio aquisição
1967 - São Paulo SP - 6 Pintores da Nova Objetividade, no IAB/SP 
1968 - Campo Grande MS - 28 Artistas do Acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, no Diário da Serra
1968 - São Caetano do Sul SP - 2º Salão de Arte Contemporânea de São Caetano do Sul 
1969 - Fortaleza CE - 28 Artistas do Acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, no Centro de Artes Visuais Raimundo Cela
1971 - São Paulo SP - 11ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1972 - Campinas SP - 8º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC - prêmio aquisição
1972 - São Paulo SP - 2ª Exposição Internacional de Gravura, no MAM/SP
1972 - São Paulo SP - Galeria Urano: exposição inaugural, na Galeria Urano
1972 - São Paulo SP - Retrospectiva Waldemar da Costa: homenagem ao mestre, no MAM/SP
1973 - Brasília DF - Arquitetos Pintores, no Touring Club do Brasil
1974 - Barcelona (Espanha) - Arte Grafico Brasileño Hoy, na Sala de Exposiciones de la Direccion General de Bellas Artes
1974 - São Paulo SP - Prospectiva'74, no MAC/USP
1978 - São Paulo SP - 1ª Mostra do Móvel e do Objeto Inusitado, no Paço das Artes - premiado
1978 - São Paulo SP - Mitos Vadios, em Estacionamento da Rua Augusta 
1978 - São Paulo SP - O Objeto na Arte: Brasil anos 60, no MAB/Faap
1979 - São Paulo SP - 11º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1979 - São Paulo SP - Gravuras Técnicas, na Faculdade Padre Manoel da Nóbrega
1979 - São Paulo SP - O Desenho como Instrumento, na Pinacoteca do Estado
1979 - São Paulo SP - Volta à Figura: década de 60, no Museu Lasar Segall
1979 - Washington (Estados Unidos) - Artistas Brasileiros, na BACI
1980 - São Paulo SP - 12º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1981 - Bogotá (Colômbia) - 10 Artistas Brasileños, no Museo de Arte Moderno de Bogotá
1981 - Campinas SP - Arquitetos/Artistas Plásticos, no MACC
1981 - Ribeirão Preto SP - Coletiva de Gravuras, na Itaugaleria
1982 - Penápolis SP - 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1982 - São Paulo SP - Lettres à Moi Même, na Galeria Suzanna Sassoun
1983 - São Paulo SP - 14º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1983 - São Paulo SP - Anistia Internacional/Brasil, no MIS/SP
1983 - São Paulo SP - Avenida Paulista, na Galeria Sesc Paulista
1984 - Haia (Holanda) - A Cor e o Desenho do Brasil
1984 - Lisboa (Portugal) - A Cor e o Desenho do Brasil
1984 - Londres (Inglaterra) - A Cor e o Desenho do Brasil
1984 - Madri (Espanha) - A Cor e o Desenho do Brasil
1984 - Paris (França) - A Cor e o Desenho do Brasil
1984 - Roma (Itália) - A Cor e o Desenho do Brasil
1984 - São Paulo SP - 15º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1984 - São Paulo SP - A Cor e o Desenho do Brasil, no MAM/SP 
1985 - Califórnia (Estados Unidos) - Brazil: 10 works on paper, na Sonoma State University Art Gallery
1985 - Penápolis SP - 6º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1985 - São Paulo SP - A Arte do Imaginário, na Galeria Encontro das Artes
1985 - São Paulo SP - Arte Movimento, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte
1985 - São Paulo SP - Arte Novos Meios/Multimeios: Brasil 70/80, no MAB/Faap
1985 - São Paulo SP - Seis Gravadores, na Arte Movimento
1985 - São Paulo SP - Transcriar, no CCSP. Divisão de Artes Plásticas
1985 - São Paulo SP - Transcriar, no MAC/USP
1986 - Itália - Projeto Vermelho - Proggetto Rosso
1986 - Los Angeles (Estados Unidos) - 1st Los Angeles International Art Fair
1986 - São Paulo SP - Projeto Vermelho-Proggetto Rosso, no MAB/Faap
1986 - São Paulo SP - XX-XXI: uma virada no século, na Pinacoteca do Estado
1987 - Califórnia (Estados Unidos) - Brasil, Pequenos Formatos, na Sonoma University Art Gallery
1987 - Los Angeles (Estados Unidos) - 2nd Los Angeles International Art Fair 
1987 - São Paulo SP - 18º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1987 - São Paulo SP - Palavra Imágica, no MAC/USP
1987 - Washington (Estados Unidos) - Brasil, Pequenos Formatos, na Biblioteca do Congresso
1988 - Campinas SP - 13º Salão de Arte Contemporânea, no MACC - prêmio aquisição
1988 - São Paulo SP - 1º Salão Nacional de Aquarelas da FASM, na Faculdade Santa Marcelina
1988 - São Paulo SP - 63/66 Figura e Objeto, na Galeria Millan
1988 - São Paulo SP - 6º Salão Paulista de Arte Contemporânea 
1988 - São Paulo SP - Aquarela: tinta, pincel, água, papel, no Paço das Artes
1988 - São Paulo SP - Juréia, na Sadalla Galeria de Arte
1988 - São Paulo SP - MAC 25 Anos: aquisições e doações recentes, no MAC/USP 
1988 - São Paulo SP - Recado a Mario Schenberg, na Funarte
1989 -  São Paulo SP - Cada Cabeça Uma Sentença, no Masp
1989 - Juiz de Fora MG - Cada Cabeça Uma Sentença, no Museu Mariano Procópio
1990 - Belém PA - Aquarela Paulista, na Galeria Elf
1990 - Curitiba PR - 9ª Artistas Convidados: litografias, na Casa Romário Martins
1990 - Curitiba PR - 9ª Mostra de Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura
1990 - Curitiba PR - ApósAquarela: aquarela contemporânea em São Paulo: grupo de estudos da linguagem da aquarela, no Museu Municipal de Arte
1990 - Itu SP - ApósAquarela: aquarela contemprânea em São Paulo: grupo de estudos da linguagem da aquarela, no Espaço Cultural Almeida Júnior
1990 - Juiz de Fora MG - Olhar Van Gogh, na Universidade Federal de Juiz de Fora. Centro de Estudos Murilo Mendes
1990 - São Paulo SP - 21º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1990 - São Paulo SP - A Presença do Desenho, no Paço das Artes
1990 - São Paulo SP - Arte Brasileira, no MAC/USP
1990 - São Paulo SP - Exposição da Associação Paulista dos Críticos de Arte, no Jockey Clube de São Paulo 
1990 - São Paulo SP - Pantanal, na Sadalla Galeria de Arte
1991 - Santos SP - 3ª Bienal Nacional de Santos, no Centro Cultural Patrícia Galvão
1991 - São Paulo SP - Aquarela Contemporânea, no Renato Magalhães Gouvêa Escritório de Arte
1991 - São Paulo SP - Artistas Arquitetos, no Masp 
1991 - São Paulo SP - Artistas Seminais, na Casa das Rosas
1991 - São Paulo SP - Cidadania: 200 anos da declaração dos direitos do homem, no Sesc Pompéia
1991 - São Paulo SP - Registro Gráfico: litografias originais, na Kramer Galeria de Arte
1991 - São Paulo SP - Registros e Impressões: artistas seminais, na Casa das Rosas
1991 - São Paulo SP - Homenagem à Avenida Paulista, na Galeria Sesc Paulista - prêmio melhor evento do ano
1992 - Campinas SP - Premiados nos Salões de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC
1992 - Curitiba PR - 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba/Mostra América, no Museu da Gravura
1992 - Jundiaí SP - Salão de Arte de Jundiaí 
1992 - Santo André SP - Litogravura: métodos e conceitos, no Paço Municipal
1992 - Santo André SP - Re Luz: momentos d'aquarela, no Paço Municipal
1993 - Mococa SP - 10º Salão de Arte Contemporânea de Mococa
1993 - São Paulo SP - 1º Salão Paulista de Aquarelas, na Faculdade Santa Marcelina - 1º prêmio
1993 - São Paulo SP - Brasil: pequenos formatos, poucas palavras, na Documenta Galeria de Arte
1993 - Washington (Estados Unidos) - Brasil Pequenos Formatos, na Biblioteca do Congresso Americano
1994 - Londrina PR - 3ª Semana de Arte de Londrina, no Museu de Arte de Londrina
1994 - Piracicaba SP - Bienal Brasileira de Arte Naif, no Sesc
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Os Bichos, na Galeria Paralelo 23
1994 - São Paulo SP - Unidade e Confronto, na Escola Panamericana de Arte 
1995 - Santo André SP - 23º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal
1995 - São Bernardo do Campo SP - Livros-Objetos, no Espaço Henfil de Cultura
1995 - São Paulo SP - A Grande Viagem, no Palácio do Governo
1995 - São Paulo SP - Aquarela, na Faculdade Santa Marcelina
1995 - São Paulo SP - Art for Less, na Trilha Arte Contemporânea
1995 - São Paulo SP - Das Vanguardas Européias e Modernismo Brasileiro à Visualidade Contemporânea, no MAC/USP
1995 - São Paulo SP - Projeto Arte Atual Brasil, no Renato Magalhães Gouvêa Escritório de Arte
1995 - São Paulo SP - Projeto Contato, na Galeria do Sesc Paulista
1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP
1996 - São Paulo SP - Ex Libris/Home Page, no Paço das Artes
1998 - São Paulo SP - Figurações: 30 anos na arte brasileira, no MAC/USP
1998 - São Paulo SP - Os Colecionadores - Guita e José Mindlin: matrizes e gravuras, na Galeria de Arte do Sesi
1999 - São Paulo SP - Litografia: fidelidade e memória, no Espaço de Artes Unicid
1999 - São Paulo SP - Subterrâneos, na Cultura Inglesa
1999 - São Paulo SP - Transparências, no Escritório de Arte Rosa Barbosa
2000 - Cidade do México (México) - 12ª Bienal Iberoamericana de Arte, no Palácio de Bellas Artes de La Ciudad de México 
2000 - São Paulo SP - Coleção Pirelli no Acervo do MAM: a arte brasileira nos anos 60, no MAM/SP
2000 - São Paulo SP - O Papel da Arte, na Galeria de Arte do Sesi
2000 - São Paulo SP - Obra Nova, no MAC/USP
2001 - Rio de Janeiro RJ - Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light
2001 - São Paulo SP - Arte Hoje, na Arvani Arte
2002 - São Paulo SP - Quem Faz as Bienais, na Galeria Múltipla de Arte

Exposições Póstumas

2003 - São Paulo SP - Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural
2003 - São Paulo SP - A Subversão dos Meios, no Itaú Cultural
2004 - São Paulo SP - O Preço da Sedução: do espartilho ao silicone, no Itaú Cultural

Fonte: Itaú Cultural

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