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Thomaz Ianelli

Thomaz Ianelli

OBRAS DO ARTISTA

Thomaz Ianelli - Célia


Célia

Técnica: óleo sobre tela
Data:
Medida: 130 x 110 cm
Comentários: ass. inf. dir.


Preço: Sob Consulta
Thomaz Ianelli - S/T


S/T

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1981
Medida: 50 x 70 cm
Comentários: ass. inf. dir.

Preço: Sob Consulta

BIOGRAFIA

Thomaz Ianelli (São Paulo SP 1932 - idem 2001)

Pintor, gravador, aquarelista e desenhista.

Começa a trabalhar como aprendiz em uma empresa de desenho publicitário, a Companhia de Anúncios em Bondes, de 1948 a 1955. No início da década de 1950, freqüenta o ateliê de seu irmão, o pintor e escultor Arcangelo Ianelli (1922). Em 1953, tem aulas de desenho e pintura  com Angelo Simeone (1899 - 1974), na Associação Paulista de Belas Artes, em São Paulo. Entra em contato com os artistas Mario Zanini (1907 - 1971), Flexor (1907 - 1971) e Arnaldo Ferrari (1906 - 1974), entre outros. A partir de 1957, dedica-se à pintura, e, no ano seguinte, integra o Grupo Guanabara, participando de suas mostras coletivas. Em 1961, através do prêmio viagem que recebe no Concurso Velázquez, do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, viaja para a Europa, e conhece obras de artistas como Paul Klee (1879-1940) e Karel Appel (1921-2006), que passam a influenciar a sua pintura. Em 1965, ministra curso de desenho no Centro de Estudos Brasileiros, em Lima. Recebe prêmio aquisição nas 9ª e 12ª edições da Bienal Internacional de São Paulo, em 1967 e 1975. Torna-se membro do conselho da Associação Internacional de Artes Plásticas da Unesco, em 1972, e, dez anos depois é eleito o primeiro presidente da Associação Profissional de Artistas Plásticos. Em 1979, participa do Congresso Internacional de Artes Plásticas realizado em Stuttgart, na Alemanha, e trabalha em um ateliê de Rothrist, na Suíça. Em 1981, produz séries de têmperas e gravuras em metal. Em 1997, ilustra o livro Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, publicado pela editora Bibla, e, em 2000, é lançado pela editora Berlendis & Verteccia o livro Pinturas de Thomaz Ianelli: arte para criança, de Alberto Goldin.

Críticas

"(...) Afirmar que Thomaz é um colorista virtuose tornou-se hoje em dia quase uma obviedade. Primeiro, porque a constatação o acompanha com a mesma freqüência que as referências a Klee e à infância, e não há quem não a tenha tido em algum lugar. Segundo, porque a obra de arte nesse ponto fala imediatamente, e por si só (...). Sua obra tem um poder de encantamento imediato que repousa no impacto cromático. Só num segundo tempo de leitura entram em ação outros fatores. E o mais intrigante é que, como regra, suas cores são predominantemente consonantes (...). Thomaz costuma trabalhar primeiro com uma cor determinada, antes de colocar qualquer outra, estabelecendo com ela certos pontos de apoio essenciais. Numa segunda rodada, cria com outro tom um contraponto; e só então liberta o improviso (...). Há em várias fases, na pincelada de Thomaz, uma reminiscência de Volpi. E acredito que aí exista mais que casualidade (...). Em plena década de 70, podemos vê-lo obter, no óleo, um ritmo e uma luminosidade por transparência (e até por um formato de gesto) característicos da têmpera de Volpi".
Olívio Tavares de Araújo
ARAÚJO, Olívio Tavares de. Cor, textura, signos e estilo. In: _______. Thomaz. São Paulo: Grifo, 1980. p. 42-46.

"(...) A pintura de Thomaz Ianelli tem, porém, a particularidade de ser uma obra elaborada precisamente no curso dos anos de crise. Talvez por isso tenha sido ele obrigado a ir tão a fundo na recuperação dos valores pictóricos e fale hoje uma linguagem tão livre e tão rica.

Uma linguagem sem compromisso a não ser com a sua integridade de pintura. Na dialética da linguagem e da realidade - contradição dinâmica e permanente na arte de Thomaz Ianelli -, atingiu ele aquele ponto de equilíbrio em que a linguagem é suficientemente consistente para ter autonomia e suficientemente permeável para não se enrijecer e estereotipar-se. Após o mergulho no universo distante dos signos e formas arcaizantes, voltou às paisagens e aos temas externos, dando provas de sua capacidade de transmudar qualquer coisa em fala pictórica. Conforme os temas, as cores são aí também da superfície e a composição se inspira na ordem natural reestruturada: a bidimensionalidade volta a ser ambígua ainda que predominante. Mas aos poucos, outra vez a linguagem se interioriza, as cores e a fatura tornam-se meios reveladores de uma dimensão outra, tocada de nostalgia e mistério, como nos trabalhos de 1980 e seguintes. O pintor mergulha outra vez no mundo remoto das formas-signos, sem referência direta ao mundo exterior. Só que agora - como é o caso de suas obras mais recentes - esse universo enigmático já nada tem do universo kleeniano e é menos a subjetividade do pintor do que a revelação dos subterrâneos de sua própria linguagem pictórica. Como se ele nos quisesse mostrar o seu avesso".
Ferreira Gullar
GULLAR, Ferreira. A pintura pintura de Thomaz Ianelli. In: _______. A pintura pintura de Thomaz Ianelli. Tradução Lucio Stein; prefácio Theon Spanudis. São Paulo: Cotia Trading, 1985. p. 25-26.

"Existem ainda configurações em sua pintura, porém tão deformadas e dissolvidas, que muitas vezes torna-se difícil reconhecê-las como tais. Assim, gradativamente a sua pintura entrou na fase atual que se caracteriza pela absoluta dissolvência dos elementos figurais. Thomaz criou um novo mundo de expressividade pictórica. Quais são as características deste seu mundo? Antes de mais nada, a leveza, a fluidez, a nebulosidade amorfa. Uma maciez dos coloridos fluidos, um lirismo que raramente tem elementos de uma leve dramaticidade, um flutuar, um levitar perpétuo. Amplos espaços se diluem além das fronteiras dos quadros. Fragmentos de delineamentos, fragmentos figurais seguram a consistência, a estrutura destes vultos amorfos. Estamos dentro de um mundo mágico e feérico. Com a criança dentro de si como guia, Thomaz nos conduz dentro desse mundo seu de lirismo amorfo.(...). Uma pureza, uma bondade emanam de todos os seus quadros. (...). O lirismo e às vezes a dramaticidade tomam o seu lugar. Assim Thomaz cria um rico mundo de suavidades amorfas e levitantes. Uns fragmentos lineares como os desenhos rupestres das cavernas dão, de uma maneira musical e dançante, a solidez estrutural deste  mundo amorfo e nebuloso ou, como uma sensível nervatura, oferecem consistência a estes vultos fluidos e etéreos dos cromatismos dilutos e insubstanciais. Uma suave dança perpétua. Um mundo fantasmagórico, onde o colorido puro canta os seus hinos singelos".
Theon Spanudis
SPANUDIS, Theon. O mundo de Thomaz Ianelli. In: GULLAR, Ferreira. A pintura pintura de Thomaz Ianelli. Tradução Lucio Stein; prefácio Theon Spanudis. São Paulo: Cotia Trading, 1985. p. 15-16.

"(...) o fato de a pincelada de Thomaz Ianelli buscar afirmar-se enquanto tal encontra nesses artistas e noutros anteriores (Malfatti, Flávio de Carvalho, Guignard, De Fiori ou Bandeira) uma ampla tradição. A presença do sujeito, como aquele capaz de individualizar sua arte e sua linguagem, encontra na questão da pincelada uma instância de afirmação.

Ao contrário, a busca exacerbada de objetividade do concretismo na década de 50 resultaria no projeto de uso de cor chapada e tinta industrial, que não deixassem vestígio da passagem do autor. Thomaz Ianelli estabelece passagem seca e econômica do pincel. Aprendida a lição cezanniana, a pincelada conquista o espaço, constitui a superfície e constrói a figura - é sempre exercício visível e lúdico.

A cor de Thomaz Ianelli é sobretudo pigmento, na sua paleta terra. Provém de um outro Brasil, menos vegetal ou luminoso e desvinculado da tradição popular. É uma paleta das terras graves, entranhas trazidas à luz da pintura, sem exasperação dramática. De um mundo de manchas, pinceladas, imprecisões emergem figuras, como um exército poético de crianças, bailarinas, animais e brinquedos que estrutura o espaço. O olhar é estimulado à busca das imagens, como exercício de conjecturas e jogo de descobertas lúdicas. O desfecho gratificante é a apreensão desse universo de figuras, habitantes do informe que estruturam o espaço e fazem a obra. Surgem como afloramento da memória da infância, lembrar é perceber o visível no picadeiro da tela".
Paulo Herkenhoff
HERKENHOFF, Paulo. O lúdico Thomaz Ianelli. In: THOMAZ. Thomaz Ianelli. São Paulo: Yutaka Sanematsu Escritório de Arte, 1987. p. 4.

"Com freqüência o artista faz uso de uma linguagem metafórica para resgatar o que há de belo numa realidade às vezes dura e dramática. Este talvez seja o segredo de sua obra, a eficácia de suas pinturas, assim como da obra desse outro Thomaz, o construtor de objetos tridimensionais, pequenas assemblages que são montadas, como suas pinturas, com a mesma dosagem de humor e comentário crítico sobre o mundo, a partir de pequenos fragmentos de matéria ou de sonho. Desse mundo, Thomaz é sempre o melhor conhecedor, mas por assim dizer escamoteia o que sabe, dissimulando o propósito com que junta os materiais de seus objetos ou a escolha das figuras que povoam seus quadros, para só deixar emergir, atravessada pela síntese do humor e do olhar crítico, a poesia que sabe arrancar desse mundo.

Talvez se pudesse dizer que na obra de Thomaz, em sua leveza e no que carrega de magia e de sonho, há algo de infantil - à condição de sabermos entender o termo como sinônimo do duro trabalho de reconquista de uma ingenuidade que só a criança, ainda infensa à voragem do mundo, é capaz de expressar. Uma forma de inocência que só a um grande artista em sua maturidade é dado resgatar".
Emanoel Araújo
ARAÚJO, Emanoel. Thomaz Ianelli: a imaginária aparente. In: THOMAZ. A imaginária do aparente. Apresentação Emanoel Araújo; coordenação Ricardo Sardenberg; Texto Wilson Coutinho, Olívio Tavares de Araújo, Agnaldo Farias; curadoria Emanoel Araújo, Alberto H. Collazo, Rui Mário Gonçalves, Angélica de Moraes; depoimento Thomaz. São Paulo: Pinacoteca do Estado, 1999. p. 2.

Depoimentos

"Para dizer algo em torno de meu trabalho, não me vejo obrigado a encontrar definições ou tomar a defesa de minha corrente estética. Posicionar a arte torna-se, ao meu ver, uma tarefa complexa, porque ela nunca se obrigou a assemelhar-se com o 'último modelo'.

Por outro lado, coloco-me aberto e interessado em todas as posições denominadas 'vanguardistas', porém sempre voltado para um trabalho continuado, no qual obviamente acredito. Arte se faz com arte e não com o que se aborda. Em termos de pintura, muito vale o que se traz dentro de si; a maneira como ela se desenvolve e passa a ser compreendida.

A sensibilidade de cada um deve ser respeitada dentro de seus limites. Não acredito em fórmulas estéticas, e sim em alargar cada vez mais o nosso tipo de visão confrontativa. Através da realização pictórica, encontro uma satisfação de vida. Transcendo o plano material e, a partir desse momento, a pintura interliga-se com a própria música e a poesia.

A arte tem segredos para contar, mas ela só lhe conta através de muito trabalho e muita perseverança".
Thomaz Ianelli, 1992
IANELLI, Thomaz. A imaginária do aparente. In: THOMAZ. A imaginária do aparente. Apresentação Emanoel Araújo; coordenação Ricardo Sardenberg; texto Wilson Coutinho, Olívio Tavares de Araújo, Agnaldo Farias; curadoria Emanoel Araújo, Alberto H. Collazo, Rui Mário Gonçalves, Angélica de Moraes; depoimento Thomaz. São Paulo: Pinacoteca do Estado, 1999. [Trecho extraído da orelha do catálogo].

Acervos

Fuji Art Museum - Tóquio (Japão)
Fundação Cultural do Distrito Federal - Brasília DF
Instituto de Cultura Hispânica de Madri - Madri (Espanha)
MAM/SP - São Paulo SP
Margs - Porto Alegre RS
Masp - São Paulo SP
MNBA - Rio de Janeiro RJ
Museu de Arte Contemporânea de Madri - Madri (Espanha)
MAP - Belo Horizonte MG
Museu de Arte da Universidade do Texas - Austin (Estados Unidos)
Museu de Arte do Paraná - Curitiba PR
Pinacoteca do Estado - São Paulo SP

Exposições Individuais

1960 - São Paulo SP - Primeira individual, na Galeria de Arte das Folhas - Prêmio Leirner
1961 - Campinas SP - Individual, na Galeria Aremar
1961 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Instituto Italiano de Cultura. Piccolla Galeria
1961 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Ambiente
1962 - Bilbao (Espanha) - Individual, no Instituto Vascongago
1962 - Madri (Espanha) - Individual, no Instituto de Cultura Hispânica
1962 - Paris (França) - Individual, na Maison du Brésil
1964 - Madri (Espanha) - Individual, na Galeria Nebli
1964 - São Paulo SP - Individual, na Galeria São Luís
1965 - Lima (Peru) - Individual, na Galeria Candido Portinari
1965 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Astréia
1968 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Cosme Velho
1969 - Santos SP - Individual, na Galeria CCBEU
1970 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Astréia
1971 - Campinas SP - Individual, no Banco Lar Brasileiro
1972 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Astréia
1973 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria de Arte Ipanema
1975 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Cosme Velho
1976 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Grafiti
1977 - São Paulo SP - Individual, na Cristina Faria de Paula Galeria de Arte
1979 - Curitiba PR - Thomaz Ianelli: óleos e aquarelas, no MAC/PR
1979 - Rio de Janeiro RJ - Thomaz Ianelli :óleos e guaches, na Galeria Bonino
1980 - Paris (França) - Individual, na Galeria Debret
1980 - São Paulo SP - Individual, na Grifo Galeria de Arte
1982 - Rio de Janeiro RJ - Thomaz Ianelli: óleos e têmperas, na Galeria Bonino
1984 - Belo Horizonte MG - Individual, no MAP
1984 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no MNBA
1985 - Brasília DF - Individual, na Fundação Cultural do Distrito Federal
1985 - Curitiba PR - Individual, no MAC/PR
1985 - Porto Alegre PR - Individual, no Margs
1985 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Tina Presser
1985 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP
1986 - São Paulo SP - Thomaz Ianelli: a obra sobre papel, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte
1987 - Buenos Aires (Argentina) - Thomaz Ianelli: pinturas, no Museo de Artes Plásticas Eduardo Sívori
1987 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Saramenha
1987 - São Paulo SP - Individual, na Yutaka Sanematsu Escritório de Arte
1988 - Lisboa (Portugal) - Individual, na Galeria 111
1989 - Santiago (Chile) - Individual, na Galeria Arte Actual
1989 - São Paulo SP - Thomaz Ianelli: aquarelas, na Kate Art Gallery
1990 - New Orleans (Estados Unidos) - Individual, na Global Art Gallery
1990 - Porto (Portugal) - Individual, na Galeria Zen
1992 - São Paulo SP - Individual, no Masp
1993 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Paço Imperial
1995 - Brasília DF - Individual, no Marlene Gastal Escritório de Arte
1996 - São Bernardo do Campo SP - Individual, no Espaço Henfil de Cultura
1997 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Nara Roesler
1998 - Porto Alegre RS - Thomaz Ianelli, na Bolsa de Arte de Porto Alegre
1999 - Miami (Estados Unidos) - Thomaz Ianelli: aquarelas, no National Eagle Bank
1999 - São Paulo SP - Individual, na Casa da Fazenda do Morumbi
1999 - São Paulo SP - Thomaz Ianelli: a imaginária do aparente, na Pinacoteca do Estado
2000 - Lisboa (Portugal) -Formas Flutuantes, no Centro Cultural Padrão dos Descobrimentos

Exposições Coletivas

1958 - Curitiba PR - 15º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná - menção honrosa
1958 - São Paulo SP - 4ª Exposição do Grupo Guanabara, na ACM
1959 - Curitiba PR - 16º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná
1959 - Santos SP - 6º Salão Santista de Belas Artes - prêmio aquisição
1959 - São Paulo SP - 5ª Exposição do Grupo Guanabara, na ACM
1960 - Rio de Janeiro RJ - 9º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1960 - Santos SP - 8º Salão Santista de Belas Artes - pequena medalha de prata
1960 - São Paulo SP - 9º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - medalha de bronze
1961 - São Paulo SP - 10º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - 1º prêmio de cartaz
1961 - Rio de Janeiro RJ - Natureza-Morta na Pintura, na Galeria Ibeu Copacabana
1961 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Arte Moderna, no MNBA - prêmio de viagem ao exterior
1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1962 - Barcelona (Espanha) - Arte de América y España
1962 - Madri (Espanha) - Arte de América y España
1962 - Paris (França) - Arte de América y España
1962 - Munique (Alemanha) - Arte de América y España
1962 - Bruxelas (Bélgica) - Arte de América y España
1962 - Amsterdã (Holanda) - Arte de América y España
1962 - Milão (Itália) - Arte de América y España
1962 - Berna (Suiça) - Arte de América y España
1963 - Londres (Inglaterra) - Brazilian Art Today
1963 - Viena (Áustria) - Brazilian Art Today
1963 - Bruxelas (Bélgica) - Brazilian Art Today
1963 - Paris (França) - 3ª Bienal dos Jovens
1963 - São Paulo SP - 12º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - medalha de prata
1964 - Rio de Janeiro RJ - 2ª O Rosto e a Obra, no Ibeu Copacabana
1965 - Londres (Inglaterra) - Brazilian Art Today, na Royal Academy of Arts
1965 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Esso de Artistas Jovens, no MAM/RJ
1965 - São Paulo SP - 1º Salão Esso de Artistas Jovens, no MAC/USP
1966 - Bonn (Alemanha) - Brazilian Art Today, no Beethovenhalle
1966 - Washington (Estados Unidos) - Pintura Brasileira
1966 - São Paulo SP - Três Premissas, no MAB-FAAP
1966 - Paris (França) - Pintura Brasileira
1966 - Fulda (Alemanha) - Pintura Brasileira
1967 - Cidade do México (México) - Dez Pintores Brasileiros Modernos, no Palácio de Belas Artes
1967 - Montevidéu (Uruguai) - Dez Pintores Brasileiros Modernos
1967 - Santiago (Chile) - Dez Pintores Brasileiros Modernos
1967 - Lima (Peru) - Dez Pintores Brasileiros Modernos
1967 - Nova York (Estados Unidos) - Art by Latin América, no Zegri Gallery
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - Prêmio Itamaraty
1969 - Campinas SP - 5º Salão de Arte Contemporânea de Campinas
1969 - Santo André SP - 2º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal - Prêmio Cidade de Santo André
1969 - São Paulo SP - O Amarelo na Pintura, na Galeria Cosme Velho
1969 - São Paulo SP - 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1970 - Brasília DF - Salão Comemorativo do Pensamento Ecológico
1970 - São Paulo SP - Salão Comemorativo do Pensamento Ecológico
1970 - Rio de Janeiro RJ - Arte Contemporânea Brasileira, no Banco de Boston
1970 - Santo André SP - 3º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal
1970 - São Paulo SP - 2º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1970 - São Paulo SP - 2º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Masp - menção honrosa
1970 - São Paulo SP - Mostra Inaugural, na Galeria Astréia
1971 - Paris (França) - Salão de Outono, no Grand Palais
1971 - Santos SP - 1ª Bienal de Artes Plásticas - Prêmio Interventor Federal
1972 - Belo Horizonte MG - Cinco Anos de Vanguarda Brasileira, na Fundação Palácio das Artes
1972 - Curitiba PR - 29º Salão Paranaense, no Teatro Guaíra
1972 - Quito (Equador) - Salão da la Independência, na Casa de la Cultura Ecuatoriana
1972 - Rio de Janeiro RJ - De Ontem para Hoje, no Istituto Italiano di Cultura de San Paolo
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio
1973 - São Paulo SP - 5º Panorama de Arte Atual Brasileira, MAM/SP
1973 - Washington (Estados Unidos) - Art Gallery of the Brazilian, no Brazilian-American Cultural Institute
1974 - Bogotá (Colômbia) - 28 Artistas del Brazil, no Museu de Arte Moderna de Bogotá
1974 - Cali (Colômbia) - 28 Artistas del Brazil, no Museo de Arte Moderno La Tertulia
1974 - Caracas (Venezuela) - 28 Artistas del Brazil
1974 - Santiago (Chile) - 28 Artistas del Brazil, no Museo de Arte Moderno
1974 - Lima (Peru) - 28 Artistas del Brazil
1974 - Medellín (Colômbia) - 28 Artistas del Brazil
1974 - Equador - 28 Artistas del Brazil
1974 - São Paulo SP - Calendário, na Galeria Cosme Velho
1975 - Brasília DF - Salão do Pensamento Ecológico
1975 - São Paulo SP - 13ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1975 - São Paulo SP - Calendário, na Documenta Galeria de Arte
1975 - São Paulo SP - Mostra Inaugural, na Grifo Galeria de Arte
1975 - São Paulo SP - Salão do Pensamento Ecológico
1976 - Paris (França) - Américas e o Caribe, na United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization
1976 - São Paulo SP - 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1976 - São Paulo SP - Américas e o Caribe, no MAM/SP
1976 - São Paulo SP - Italianos i Oriundi, na Fiat Automóveis
1977 - Goiânia GO - Colecionadores de Goiás dos Mestres da Pintura Brasileira, na Casa Grande Galeria de Arte
1977 - Madri (Espanha) - Arte Actual de Ibero-Americana, no Instituto de Cultura Hispânica - itinerante
1977 - São Paulo SP - Exposições das Arcadas, no MAM/SP
1978 - Barcelona (Espanha) - 17º Prêmio Internacional de Desenho Joan Miró, na Fundação Joan Miró
1978 - Cidade de Cingapura (Cingapura) - Quatro Artistas, Quatro Técnicas, no National Museum Art Gallery
1978 - Piracicaba SP - Quatro Artistas, Quatro Técnicas, no Teatro Municipal Doutor Losso Netto
1978 - São Paulo SP - 2º Salão Nacional de Antigüidades e Galerias de Arte, no Masp
1978 - São Paulo SP - O Circo, no Paço das Artes
1979 - Buenos Aires (Argentina) - 1ª Trienal Latinoamericana del Grabado, nas Salas Nacionales de Exposición
1979 - Mendonza (Argentina) - 1ª Trienal Latino-americana del Grabado, no Museo de Arte Moderno
1979 - São Paulo SP - Quatro Coloristas, na Christina Faria de Paula Galeria de Arte
1980 - Lausanne (Suíça) - Acervo da Galerie Claudine Planque
1980 - Nova York (Estados Unidos) - Latin American Art, na Sotheby's Park Bernet Gallery
1980 - São Paulo SP - Mostra Itália Brasil, no Masp
1981 - Nova York (Estados Unidos) - 19th e 20th Century Latin American Paintings, na Sotheby's Park Bernet Gallery
1981 - São Paulo SP - Artistas Contemporâneos Brasileiros, na Galeria da Arte São Paulo
1982 - Cidade do México (México) - 3ª Bienal Iberoamericana de Arte
1982 - Nova York (Estados Unidos) - Contemporary Artists, na Kouros Gallery
1983 - Atami (Japão) - 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1983 - Kyoto (Japão) - 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1983 - Rio de Janeiro RJ - 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no MNBA
1983 - São Paulo SP - 14º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1983 - São Paulo SP - 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no Masp
1983 - Tóquio ( Japão) - 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1984 - São Paulo SP - Arte na Rua 2
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - Nova York (Estados Unidos) - Important Latin American Paintings, na Sotheby's Park Bernet Gallery
1985 - Rio de Janeiro RJ - Seis Décadas da Arte Moderna: Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial
1986 - Havana (Cuba) - 2ª Bienal de Havana
1986 - Los Angeles (Estados Unidos) - 1ª Los Angeles International Art Fair
1986 - Rio de Janeiro RJ - Sete Décadas da Presença Italiana na Arte Brasileira, no Paço Imperial
1986 - São Paulo SP - Algumas Tendências da Pintura Argentina e Brasileira, na Galeria Praxis
1986 - São Paulo SP - Cor e Desenho, ou Tensão e Humor, na Galeria Papier
1986 - São Paulo SP - Muro de Artes Gráficas, no MAM/SP
1986 - São Paulo SP - Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1986 - São Paulo SP - Volpi Permanência e Matriz: 7 artistas de São Paulo, na Galeria Montesanti Roesler
1986 - São Paulo SP - Algumas Tendências da Pintura Argentina e Brasileira, na Galeria Praxis
1986 - São Paulo SP - Antes e Agora: 8 pintores, na Fundação Cásper Líbero
1986 - São Paulo SP - Cor e Desenho ou Tensão e Humor, na Galeria Papier
1986 - São Paulo SP - Muro de Artes Gráficas, no MAM/SP
1986 - São Paulo SP - 17º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1986 - São Paulo SP - 1ª Quadrienal de Propaganda: salas especiais, no MAM/SP
1986 - São Paulo SP - Volpi Permanência e Matriz: 7 artistas de São Paulo, na Galeria Montesanti Roesler
1987 - Rio de Janeiro RJ - Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial
1987 - Buenos Aires (Argentina) - Coleção Roberto Marinho, no Museu de Belas Artes
1987 - Lisboa (Portugal) - Coleção Roberto Marinho, na Fundação Calouste Gulbenkian
1987 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1987 - São Paulo SP - 18º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1987 - São Paulo SP - 20ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show
1987 - Taipé (Taiwan) - 3ª International Biennial Print Exhibition, no Taipei Fine Arts Museum
1988 - Lisboa (Portugal) - 2º Fórum de Arte Contemporânea
1988 - Parque Nacional do Xingú (Mato Grosso)- Aquarelas ao Natural
1988 - Pequim (China) - 1ª Exposição Brasil-China, na Galeria de Belas Artes da China
1988 - São Paulo SP - 15 Anos de Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Mokiti Okada M.O.A.
1989 - Lisboa (Portugal) - 2º Fórum de Arte Contemporânea
1989 - Lisboa (Portugal) - Seis Décadas de Arte Moderna Brasileira: Coleção Roberto Marinho, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1989 - São Paulo SP - 20º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1990 - Atami (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1990 - Brasília DF - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1990 - Buenos Aires (Argentina) - Atualidade Brasileira Contemporânea, na OEA
1990 - Óbidos (Portugal) - 3ª Bienal de Óbidos, no Solar da Praça de Santa Maria
1990 - Rio de Janeiro RJ - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1990 - São Paulo SP - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea, na Fundação Brasil-Japão
1990 - Sapporo (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1990 - Tóquio (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1991 - Santiago (Chile) - Diez Años, na Galeria de Arte Actual
1991 - Santos SP - 3ª Bienal Nacional de Santos, no Centro Cultural Patrícia Galvão
1991 - São Paulo SP - Dois Pintores Brasileiros: Siron Franco, Thomaz Ianelli, na Fundação Memorial da América Latina
1992 - Campinas SP - Premiados nos Salões de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC
1992 - Rio de Janeiro RJ - Artis Mundi, Fórum Global ECO 92
1992 - São Paulo SP - Grupo Guanabara: 1950-1959, na Renato Magalhães Gouvêa - Escritório de Arte
1993 - Caracas (Venezuela) - Feira Internacional das Galerias de Arte
1993 - João Pessoa PB - Xilogravura: do cordel à galeria, na Funesc
1993 - Santos SP - 4ª Bienal Nacional de Santos, no Centro Cultural Patrícia Galvão
1993 - São Paulo SP - Universo do Circo e Arte do Aretuzza, na Pinacoteca do Estado
1993 - São Paulo SP - Mostra do Anuário Latino-Americano de Artes Plásticas
1993 - Buenos Aires (Argentina) - Mostra do Anuário Latino-Americano de Artes Plásticas
1994 - Miami (Estados Unidos) - Art Miami 94 - Feira Internacional de Arte
1994 - São José dos Campos SP - 1ª Bienal de Gravura de São José dos Campos
1994 - São Paulo SP - Da Imagética Brasileira e de Miró, no MAC/USP
1994 - São Paulo SP - Xilogravura: do cordel à galeria, no Metrô
1994 - São Paulo SP - Bandeiras: 60 artistas homenageiam os 60 anos da USP, no MAC/USP
1995 - Ilinois (Estados Unidos) - Mostra de Aquarelas da FASM, na Northern Illinois University. Galeria 200
1995 - São Paulo SP - Mostra de Aquarelas da FASM, na Faculdade Santa Marcelina
1996 - Cidade do México (México) - Aquarela Brasil-México 96, no Museo Nacional de la Acuarela
1996 - Rio de Janeiro RJ - Projeto Arcos da Lapa do Laboratoire Sculpture Urbaine Grenoble, nos Arcos da Lapa
1996 - São Paulo SP - Bandeiras, na Galeria de Arte do Sesi
1997 - Grenoble (França) - Labratoire Sculpture Urbaine
1997 - São Paulo SP - 10 anos, na Faculdade de Artes Santa Marcelina
1997 - São Paulo SP - Jerusalém 3.000 Anos pela Paz, no MuBE
1997 - São Paulo SP - Ubu: a patafísica nos trópicos, no MAB-FAAP
1998 - São Paulo SP - Arte Contemporânea, na Sérgio Caribé Galeria de Arte
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura. Gravura Moderna Brasileira: acervo Museu Nacional de Belas Artes, no MNBA
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura: São Paulo: gravura hoje, no Palácio Gustavo Capanema
1999 - São Paulo SP - 8 Artistas Brasileiros, na Sérgio Caribé Galeria de Arte
1999 - São Paulo SP - Americamérica: obras das três Américas, no Masp
2000 - São Paulo SP - Os Anjos Estão de Volta, na Pinacoteca do Estado
2001 - Rio de Janeiro RJ - Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light
2001 - São Paulo SP - Mostra Inaugural, na Arte Infinita Galeria

Exposições Póstumas

2004 - São Paulo SP - Grupo Guanabara, no Masp. Galeria Prestes Maia

Fonte: Itaú Cultural

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