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Sérgio Romagnolo

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BIOGRAFIA

Sérgio Romagnolo (São Paulo SP 1957)

Escultor, pintor, desenhista, artista intermídia e professor.

Sérgio Mauro Romagnolo estudou no Colégio Iadê, em São Paulo, entre 1976 e 1977. Em 1980, ingressa no curso de artes plásticas da Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Alvares Penteado - Faap, em São Paulo. Entra em contato com a obra de Regina Silveira, Nelson Leirner e Julio Plaza. Entre 1980 e 1984, é professor nas redes pública e privada de ensino. Leciona pintura na Faap entre 1985 e 1986. Nesse ano, realiza sua primeira exposição individual na Galeria Luisa Strina, em São Paulo. No início da década 1990, passa a dedicar-se à escultura e atua como professor em oficinas e workshops. Participa da Bienal Internacional de São Paulo em 1977, 1983, 1987 e 1991. Em 1999, finaliza o mestrado em artes na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo - ECA/USP, com a dissertação Esculturas: Rugas e Alegorias e, em 2002, conclui o doutorado em artes na mesma instituição, com a tese O Vazio e o Oco na Escultura. Entre 2000 e 2005, leciona na Faculdade Santa Marcelina, São Paulo e a partir de 2007, na Universidade Estadual Paulista - Unesp.

Comentário crítico

Em seus primeiros trabalhos, Sérgio Romagnolo explora o universo urbano e industrial, recriando peças como carros, prédios, aviões, máquinas fotográficas, câmeras de vídeo e latas de lixo feitas em plástico aquecido e moldado à mão. O artista agrega imagens diversas em situações inesperadas, mas, como nota a crítica de arte Lisette Lagnado, as peças, longe de serem aleatórias, apresentam ao espectador uma narrativa com soluções inteligentes. Segundo o próprio artista, sua produção abrange as imagens produzidas pelos meios de comunicação de massa, englobando, por exemplo, personagens de quadrinhos como os super-heróis. Em outros trabalhos, realiza imagens religiosas, como em Santa Tereza, 1990, Pietá, 1989 ou Coroa de Cristo, 1989.

Para o crítico de arte Ricardo Basbaum, o artista, que opta pela manualidade na realização de seus trabalhos, apresenta nas obras as marcas das pontas dos dedos ou das mãos, que permanecem na superfície após o resfriamento do plástico. Entretanto, os gestos registrados no material são impessoais, rígidos, exigem do espectador uma difícil reconstrução mental para que possa imaginar o seu processo de realização.

Em 1993, o artista molda 12 figuras que têm como referência os profetas de Aleijadinho. Para o historiador da arte Agnaldo Farias, as peças apresentam semelhanças entre si pelo hieratismo das poses, pelo drapeado do panejamento, mas revelam, na opção do artista pelo uso de material industrializado, a impossibilidade de permanência do passado e uma reflexão sobre o contemporâneo.

Críticas

"Arte híbrida é a veia de Sérgio Romagnolo. Não se trata apenas de um caso particular mas talvez de um fenômeno sociológico: a tendência da produção atual concentra-se justamente na encruzilhada dos inúmeros registros da cultura de massa. Toda uma imagética high tech está sendo reprocessada possibilitando o surgimento de artes claras e digestivas. Pode soar popismo dépassé dos anos 60, mas não é. Aqui, agora, a mass media não é o assunto e, sim, o meio. (...)
A mão que desenha, nesta fase mais recente, lhes outorgou o direito à tridimensionalidade. Da tela plana, passaram à escultura: seja de acetato, seja de fiber, seja de plástico. Previsível: a perspectiva embutida nas telas anteriores revestia cada objeto (o carro, a lata de lixo, a árvore) de contornos tão delimitados que já pulavam para fora de sua obstinada bidimensionalidade. O que Sérgio Romagnolo fez foi apenas isolar cada elemento, reordenando-os diferentemente. O resultado final consegue então remeter à estrutura da ´instalação´ em que cada peça trava um vivo diálogo com sua companheira graças à elaboração espacial do conjunto. As associações, longe de serem aleatórias, apresentam ao espectador uma narrativa com soluções inteligentes. (...)
Sérgio Romagnolo é um artista que não tem medo de conhecer profundamente as raízes da arte. Acredita com entusiasmo na retomada de fragmentos da história sob outro prisma, na possibilidade de uma expressão singular. ´Os artistas trabalham sempre para reformular o mistério´, diz".
Lisette Lagnado
Lagnado, Lisette. Desejo de servir. Romagnolo, Sérgio. Sérgio S.T. Romagnolo. p.3.

"Eis uma pintura popular (destinada a um público de massa), consumível, até certo ponto ingênuo (porque não propõe armadilhas), sexy e glamourosa (dependendo de quem vê). Mesmo com tais características, o trabalho de Sérgio Romagnolo não corresponde à definição da pop art de Richard Hamilton, como pode parecer à primeira vista. Para ser pop mesmo, cada uma dessas peças deveria ser produzida em massa, remetendo à escala empresarial, lidar com soluções a curto prazo e baratas, dirigir-se exclusivamente à mocidade e, essencialmente, provocar humor. É verdade, contudo, que, na formação deste jovem artista paulista, contemporâneos da por art - como Nelson Leirner e Julio Plaza - foram o pivô determinante para sua reflexão pessoal sobre as artes plásticas. Tudo começou de fato com a exposição ´Pintura como Meio´(1983), que já revelou nomes de talento como Leda Catunda e Ana Maria Tavares. A partir desse momento, soprou um novo fôlego no circuito das artes. Produzindo uma figuração não-mimétrica e nem propriamente gestualística, a ousadia da intenção residiu em evitar que a pintura se tornasse assunto, receptáculo de história, fim do processo. Se na época a expressão ´pintura conceitual´ soava como palavrão, hoje está claríssimo que é uma proposta estética que veio revigorar uma velha e sofrida questão: a de representação".
Lisette Lagnado
BIENAL INTERNACIONAL DE SÃO PAULO, 19., 1987. Catálogo geral. Apresentação de Jorge Wilheim. Introdução de Sheila Leirner. São Paulo: Fundação Bienal, 1987.

"Sempre tivemos muita dificuldade na abordagem dos trabalhos de Sérgio Romagnolo. Nos incomodava o mal acabado e suas peças, a inspiração de sua temática, quando começou a realizar obras tridimensionais, porquanto considerávamos mais pertinente a continuidade de seu desenvolvimento como pintor, focalizando a dinâmica dos super-heróis em grandes superfícies. Inclusive quando transpôs esses personagens de quadrinhos para o tridimensional, ou resgatava a lata de lixo da grande cidade norte-americana (e nada a ver com os nossos referenciais urbanos), ainda víamos que permanecia como caudatário do imaginário de sua geração, internacionalista, urbano-paulistana. Eis que subitamente suas preocupações com o questionamento de uma ´arte brasileira´ - e ele sempre atuou um pouco como o ´intelectual´ entre esses quatro artistas - passou a recorrer a objetos do cotidiano mais corrente: a santa, o cesto, o violão, a imagem sobre o pedestal. Ocorre aqui, sem dúvida, uma ironia na elaboração dessas peças, feitas com poliestireno moldado a mão com fogo com aquecedores industriais elétricos. Por essas imagens não perpassa nenhuma precisão de contornos, mas quiçá uma antipesquisa de forma, observando-se apenas a construção do banal através da linguagem da precariedade. Ao lado do discurso meio infantil de uma grande parte da produção da geração 80 também brasileira (Leonilson, Cozzolino) através de seu vocabulário delimitado, é claramente perceptível a contradição dos materiais industriais trabalhados artesanalmente, a mão moldando sobre a figura de que se apropriou para a obtenção de uma forma definitiva (?), as emendas evidenciadas rudemente, como a expor ao vivo a incoerência do processo. Por certo, os materiais industrializados utilizados pelos artistas não são uma descoberta desta geração, porém uma herança que já advém dos anos 60, dos anos ´pop´. E é nesta vertente que vejo Sérgio Romagnolo, assim como Leda, Zerbini, por exemplo, como exemplares ´neopop´ por vezes amargos nestes anos 80. Embora pessoalmente preferisse, apesar da ironia evidente, observar uma preocupação com a qualidade de execução cuja ausência deixa sua produção aparecer mais como um esboço arcabouço de intenções e menos como uma realização réussie. Enfim, mais como um gesto ou atitude que como uma obra completada. Talvez eu me engane".
Aracy Amaral
Amaral, Aracy. Quatro artistas. Arte híbrida. p.1-2.

Exposições Individuais

1986 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina 
1987 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galerie
1988 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina
1990 - Americana SP - Individual, no Museu de Arte Contemporânea
1990 - Recife PE - Individual, na Passárgada Arte Contemporânea
1990 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte São Paulo
1990 -  São Paulo SP - Sapatos e Flores, no Centro Cultural São Paulo
1993 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte São Paulo
1994 - Jundiaí SP - Individual, no Centro Cívico, Prefeitura Municipal de Jundiaí
1995 - Rio de Janeiro RJ - Sedução, Êxtase e Castigo, no Paço Imperial
1996 - São Paulo SP - A Alma da Dobra, na Galeria Casa Triângulo
1998 - Santo André SP - Individual, na Casa do Olhar
1998 - Santo André SP - Individual, na Prefeitura Municipal de Santo André
1998 - São Paulo SP - Individual, no Museu Brasileiro da Escultura
2000 - Campinas SP - Individual, no Museu de Arte Contemporânea de Campinas
2000 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Casa Triângulo
2001 - Curitiba PR - Individual, no Museu Alfredo Andersen
2001 - São Paulo SP - Individual,no Centro Universitário Maria Antonia
2002 - São Paulo SP - Individual, no Centro Cultural São Paulo 
2003 - Presidente Prudente SP - Individual, no Spart
2003 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina 
2004 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Casa Triângulo
2005 - Sao Paulo SP - Individual, na Galeria Casa Triângulo
2009 - São Paulo SP - O Corpo Denso da Imagem, no Instituto Tomie Ohtake
2009 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Casa Triângulo

Exposições Coletivas

1977 - Buenos Aires (Argentina) - Imagens e Palavras, no Centro de Arte y Comunicación - CAYC
1977 - São Paulo SP - 14ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1980 - São Paulo SP - 4º Salão Jovem, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
1982 - Santo André SP - Quatro Novos, no Centro Cívico
1983 - Santo André SP - 11º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal
1983 - São Paulo SP - 17ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1983 - São Paulo SP - Pintura como Meio, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
1984 - Fortaleza CE - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas  
1984 - Rio de Janeiro RJ - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas, no Museu de Arte Moderna 
1984 - Rio de Janeiro RJ - Como Vai Você, Geração 80?, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage
1984 - Rio de Janeiro RJ - Stand 320 : jovem pintura brasileira, na Thomas Cohn Arte Contemporânea
1984 - São Paulo SP - Coletiva, na Galeria Luiza Strina
1984 -  Madri (Espanha) - Coletiva Stand 320: jovem pintura brasileira, na  Feira Arco
1985 - Buenos Aires (Argentina) - Nueva Pintura Brasileña, no Centro de Arte y Comunicación - CAYC
1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no Museu de Arte Moderna - prêmio aquisição
1985 - São Paulo SP - 3º Salão Paulista de Arte Contemporânea, na Fundação Bienal
1986 - Fortaleza CE - Imagine: o planeta saúda o cometa, na Arte Galeria 
1986 - Guadalajara (México) - Pinturas: escrete volador
1986 - Rio de Janeiro RJ - Transvanguarda e Culturas Nacionais, no Museu de Arte Moderna 
1986 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Mostra Christian Dior de Arte Contemporânea: pintura, no Paço Imperial
1986 - São Paulo SP - 4º Salão Paulista de Arte Contemporânea, na Fundação Bienal  
1987 - Brasília DF - Pintura Fora dos Quadros: 10 artistas contemporâneos, no Espaço Capital Arte Contemporânea
1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no Museu de Arte Moderna
1987 - São Paulo SP - 19ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1987 - São Paulo SP - Imagens de Segunda Geração, no Museu de Arte Contemporânea d Universidade de São Paulo  
1988 - Rio de Janeiro RJ - 88 x 68: um balanço dos anos 
1988 - São Paulo SP - Coleção Particular de Eduardo Brandão, na Galeria Casa Triângulo
1988 - São Paulo SP - Coletiva, no MAM/SP e no Masp
1989 - Porto Alegre RS - Arte Híbrida, no Espaço Cultural BFB  
1989 - Rio de Janeiro RJ - Arte Híbrida, na Fundação Nacional de Arte. Centro de Artes
1989 - São Paulo SP - Acervo Galeria São Paulo, na Galeria de Arte São Paulo
1989 - São Paulo SP - Acervo Galeria São Paulo (1989 : São Paulo, SP) - Escritório de Arte São Paulo
1989 - São Paulo SP - Arte Híbrida, no Museu de Arte Moderna
1990 - Brasília DF - Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no Museu de Arte de Brasília
1990 - Los Angeles (Estados Unidos) - Brazil Projects' 90, na Municipal Art Gallery
1990 - São Paulo SP - BARDI 90, no Masp
1990 - São Paulo SP - Programa Anual de Exposições de Artes Plásticas, no Centro Cultural São Paulo - artista convidado 
1990 - São Paulo SP - Brazil Projects' 90, no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand 
1991 - São Paulo SP - 21ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1992 - Ancara (Turquia) - SANAT 92
1992 - Rio de Janeiro RJ - Brazilian Contemporary Art, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage
1992 - Rio de Janeiro RJ -1º A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1992 - São Paulo SP - A Sedução dos Volumes: os tridimensionais do MAC, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo 
1993 - Niterói RJ - 2º A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Museu de Arte Contemporânea
1993 - Rio de Janeiro RJ - O Papel do Rio, no Paço Imperial
1993 - São Paulo SP - Brazilian Art Project, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
1993 - Washington D.C. (Estados Unidos) Artista Participante - Brasil: imagens dos anos 80 e 90, no Art Museum of the Americas
1994 - Lisboa (Portugal) - Além da Taprobana: a figura humana nas artes plásticas dos países de língua portuguesa, na Sociedade Nacional de Belas Artes 
1994 - Rio de Janeiro RJ - Brasil: imagens dos anos 80 e 90, no Museu de Arte Moderna
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal  
1994 - São Paulo SP - Brasil: imagens dos anos 80 e 90, na Casa das Rosas  
1995 - Nova York (Estados Unidos) - The Education of the Five Senses, no White Columns
1995 - Rio de Janeiro RJ - A Infância Perversa: fábulas sobre a memória e o tempo, no Museu de Arte Moderna  
1995 - Rio de Janeiro RJ - Além da Taprobana: a figura humana nas artes plásticas dos países de língua portuguesa  
1995 - Salvador BA - A Infância Perversa: fábulas sobre a memória e o tempo, no Museu de Arte Moderna
1995 - São Paulo SP - 1º United Artists, na Casa das Rosas
1995 - São Paulo SP - Anos 80: o palco da diversidade, na Galeria de Arte do Sesi
1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira Contemporânea: doações recentes/96, no Museu de Arte Moderna
1996 - São Paulo SP - 1ª Off Bienal, no Museu Brasileiro da Escultura
1997 - Curitiba PR - A Arte Contemporânea da Gravura, no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba
1997 - Niterói RJ - Entre Esculturas e Objetos, no Museu de Arte Contemporânea
1997 - São Paulo SP - Arte em Movimento: oficinas interativas, no Sesc
1997 - São Paulo SP - Arte Suporte Computador, na Casa das Rosas
1997 - São Paulo SP - Esculturas ao Ar Livre, no Centro Cultural São Paulo
1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no Museu de Arte Contemporânea
1998 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo: Doações Recentes/98, no Museu de Arte Moderna
1998 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo: doações recentes 1996 - 1998, no Centro Cultural Banco do Brasil
1998 - São Paulo SP - A Arte da Escultura no Conjunto Nacional, no Conjunto Nacional
1998 - São Paulo SP - Afinidades Eletivas I: o olhar do colecionador, na Casa das Rosas
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand 
1999 - Ribeirão Preto SP - Albano Afonso, Amilcar Packer, Edouard Fraipont, Jarbas Lopes, Paulo Whitaker, Pazé, Rosana Monnerat, Sandra Cinto, Sérgio Romagnolo e Vânia Mignone, no Museu de Arte de Ribeirão Preto Pedro Manuel-Gismondi 
2000 - São Paulo SP - Ars Erótica: sexo e erotismo na arte brasileira, no Museu de Arte Moderna
2000 - São Paulo SP - Desfile de Vacas
2001 - Rio de Janeiro RJ - Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no Paço Imperial
2001 - Rio de Janeiro RJ - O Espírito de Nossa Época, no Museu de Arte Moderna
2001 - São Paulo SP - Caminhos da Forma, na Galeria de Arte do Sesi 
2001 - São Paulo SP - Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no Museu de Arte Moderna  
2001 - São Paulo SP - O Espírito de Nossa Época, no Museu de Arte Moderna
2001 - São Paulo SP - Sérgio Guerra, Sérgio Romagnolo e Elizabeth Jobim, no Centro Universitário Maria Antonia
2002 - Brasília DF - Fragmentos a Seu Ímã, no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio
2002 - Liverpool (Reino Unido) - Pot
2002 - Londrina PR - São ou Não São Gravuras?, no Museu de Arte de Londrina 
2002 - Niterói RJ - Coleção Sattamini: esculturas e objetos, no Museu de Arte Contemporânea
2002 - São Paulo SP - Infláveis,  no Sesc Belenzinho  
2002 - São Paulo SP - Mapa do Agora: arte brasileira recente na Coleção João Sattamini do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Instituto Tomie Ohtake 
2002 - São Paulo SP - Ópera Aberta: celebração, na Casa das Rosas
2002 - São Paulo SP - Pot, na Galeria Fortes Vilaça
2002 - São Paulo SP - Paralela, no Galpão localizado na Avenida Matarazzo, 530, São Paulo. Exposição idealizada e organizada em conjunto pelas galerias Fortes Vilaça, Luisa Strina, Casa Triângulo e Brito Cimino 
2003 - São Paulo SP - 2080, no Museu de Arte Moderna
2003 - São Paulo SP - Aquisições Recentes 2003 pelo Núcleo Contemporâneo do MAM, no Museu de Arte Moderna
2003 - São Paulo SP - Casa Triângulo, na Casa Triângulo
2003 - São Paulo SP - Marcantonio Vilaça - Passaporte Contemporâneo, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
2003 - São Paulo SP - Meus Amigos, no Espaço MAM - Villa-Lobos
2004 - Rio de Janeiro RJ - Onde Está Você, Geração 80?, Centro Cultural Banco do Brasil
2004 - São Paulo SP - Arte Contemporânea no Acervo Municipal, no Centro Cultural São Paulo
2004 - São Paulo SP - Heterodoxia: edição Latino-Americana, na Galeria Marta Traba 
2005 - Belo Horizonte MG - Coletiva de Acervo 2005, na Galeria Murilo Castro
2005 - São Paulo SP - Arte em Metrópolis, no Instituto Tomie Ohtake
2006 - Rio de Janeiro RJ - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu de Arte Moderna
2006 - São Paulo SP - Brasiliana Masp: moderna contemporânea, no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand 
2006 - São Paulo SP - Paralela 2006, no Pavilhão dos Estados 
2006 - São Paulo SP - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand, na Pinacoteca do Estado
2006 - São Paulo SP - Volpi e as Heranças Contemporâneas, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
2007 - Brasília DF - Jardim do Poder, no Centro Cultural Banco do Brasil
2007 - Curitiba PR - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu Oscar Niemeyer 
2007 - Salvador BA - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu de Arte Moderna da Bahia
2009 - Estocolmo (Suécia) - Nano Stockholm, no Artist Space
2009 - Brasília DF - Experiências Contemporâneas: coleção Marcantonio Vilaça no MAC USP, no Espaço Cultural Marcantonio Vilaça

Fonte: Itaú Cultural

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