Escritoriodearte.com > Artistas > Sérgio de Camargo

Sérgio de Camargo

Sérgio de Camargo

OBRAS DO ARTISTA

Este artista não possui obras em nosso acervo.

Você possui uma obra deste artista e quer vender?

Após logar no site, clique em 'Avaliações' e envie sua obra.

BIOGRAFIA

Sérgio de Camargo (Rio de Janeiro RJ 1930 - idem 1990)

Escultor.

Inicia sua formação em artes aos 16 anos, na Academia Altamira, em Buenos Aires, sob orientação de Emilio Pettoruti (1892 - 1971) e Lucio Fontana (1899 - 1968). Em 1948, viaja para a Europa, onde entra em contato com a obra dos escultores Constantin Brancusi (1876 - 1957), Hans Arp (1886 - 1966) e Georges Vantongerloo (1886 - 1965). Na França, freqüenta o curso de filosofia na Sorbonne, e estuda com Gaston Bachelard. Em 1953, volta ao Brasil e, no ano seguinte, expõe no Salão Nacional de Arte Moderna, no Rio de Janeiro. Ainda em 1954, realiza suas primeiras esculturas figurativas em bronze. Em 1961, passa a residir em Paris, onde freqüenta o curso de sociologia da arte com Pierre Francastel (1905 - 1970), na École Pratique des Hautes Études e realiza suas primeiras experimentações com estruturas irregulares, em gesso, areia e tecido. Em 1963, executa os primeiros trabalhos da série "relevos", quando utiliza cilindros de madeira para compor a obra. Inicia, em meados dos anos 1960, trabalhos em mármore, passando, nos anos de 1970, a realizar suas obras quase exclusivamente com este material. Retorna ao Rio de Janeiro em 1974. Realiza diversas obras para espaços públicos, entre elas: muro estrutural para o Palácio do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília; Tríptico para o Banco do Brasil de Nova York; coluna Homenagem a Brancusi para a Faculdade de Medicina de Bourdeaux, França; escultura na Praça da Sé, São Paulo, e monumento para o Parque da Catacumba, Rio de Janeiro.

Comentário Crítico

Com sua "geometria empírica",1 Sérgio de Camargo torna-se um dos mais originais escultores brasileiros ligados à vertente construtiva. No início dos anos 1960, momento em que muitos acreditavam no esgotamento e defendiam a superação do legado moderno, Camargo lança-se na aventura do embate da forma moderna com os problemas culturais que lhe eram contemporâneos, inaugurando uma trajetória na qual a relação conflituosa, mas sempre atenta, com essa tradição gera uma produção inovadora e singular.

Sem filiar-se a nenhum grupo ou movimento de inspiração construtiva da época, Sérgio de Camargo desenvolve seu trabalho de modo independente e pessoal. Estuda durante dois anos (1946-1948) na Academia Altamira, em Buenos Aires, onde tem aulas com Emilio Pettoruti (1892 - 1974) e Lucio Fontana (1899 - 1968) e se interessa pelo construtivismo argentino. Em 1948, parte para Paris, onde se impressiona com a obra de Constantin Brancusi (1876 - 1957), visitando diversas vezes o ateliê do artista romeno. Freqüenta o curso de filosofia da Sorbonne e entra em contato com as obras de Georges Vantongerloo (1886 - 1965), Hans Arp (1886 - 1966) e Henri Laurens (1885 - 1954). Durante a década de 1950 sua produção não é grande. Volta ao Brasil em 1954 e realiza suas primeiras esculturas figurativas de bronze, nas quais a preocupação com o volume e a potência dos cortes resolutos a ordenar as massas, qualidades fundamentais de seus trabalhos posteriores, já se fazem presentes.

De novo em Paris (1961) freqüenta o curso de sociologia da arte de Pierre Francastel (1905 - 1970). Inicia experimentações, posteriormente destruídas, com materiais como gesso, areia e tecido, criando estruturas informes e irregulares. Em 1963 dá início à série de "relevos", com os quais se ocupa proficuamente por cerca de dez anos. A operação será quase sempre a mesma: dispor cilindros brancos de madeira de diversos tamanhos e cortados em ângulos variados sobre uma superfície plana também branca e de madeira. O desafio está em criar composições em que a forma geométrica original - cilindros ou paralelepípedos - é sistematicamente rompida e rearticulada estabelecendo um novo arranjo não reversível ao ponto de partida. Nesse instante, a diferença entre o método de Camargo e o procedimento do construtivismo histórico torna-se evidente. Mesmo incorporando a coerência da atitude sistemática e a exatidão geométrica, seu trabalho se abre para o imprevisto. Abarca, para lembrarmos a interpretação do crítico Ronaldo Brito, "a ordem e a loucura da ordem". Seus relevos encontram uma boa acolhida na Europa, e Sérgio de Camargo passa a ter uma bem-sucedida carreira internacional.

Em meados dos anos 1960 começa a experimentar o mármore de carrara em algumas peças. Expõe, juntamente com seus relevos, uma das versões da escultura em mármore Homenagem a Brancusi, em sala especial na 33ª Bienal de Veneza. Em 1967 inaugura o primeiro de uma série de trabalhos públicos, o Muro Estrutural em concreto branco no auditório do Palácio Itamaraty, em Brasília. Somente nos anos 1970 passa a utilizar quase exclusivamente o mármore em trabalhos decididamente escultóricos, numa passagem natural dos relevos conhecidos como "trombas" às peças de chão. Por um lado, tal material, com fortes raízes na tradição escultórica, acentua o caráter de permanência e estabilidade dos trabalhos. Por outro, a superfície lisa e uniforme do mármore polido reage de modo mais efetivo aos efeitos da luz, intensificando o aspecto dinâmico e transitório do conjunto. Em 1974 retorna definitivamente ao Rio de Janeiro, mas mantém até o fim da vida ateliê em Massa Carrara, na Itália.

Com as peças alongadas em pedra negro-belga dos anos 1980, o artista experimenta de modo radical os limites da forma ao realizar cortes cada vez mais agudos a ameaçar a integridade física da matéria. Alcança o ponto extremo de convivência possível entre a ordem e sua dissolução. Segundo os críticos, esses trabalhos acrescentariam certa conotação dramática ao singular construtivismo de Sérgio de Camargo.

A possibilidade de trabalhar de modo coerente e conciso a combinação de um número restrito de volumes geométricos (cilindros, cubos, retângulos), sem prestar contas a certa racionalidade didática, confere ao método de Camargo caráter experimental permanente ao longo de sua obra. Tal experimentalismo, guardadas as devidas diferenças, coloca-o ao lado de artistas como Lygia Clark (1920 - 1988), Mira Schendel (1919 - 1988) e Hélio Oiticica (1937 - 1980). Pois "orientado pelo princípio construtivo da coerência e lucidez integrais, o desdobramento da obra de Camargo nem por isso abandona o páthos de aventura característico da lírica moderna", como também observa Ronaldo Brito.

Notas

1 Sérgio Camargo se utiliza dessa expressão para descrever seu método de trabalho.

Críticas

"Vê-los (os trabalhos de Sérgio de Camargo) como algum tipo de informalismo me parece um equívoco puro e simples, resultado sem dúvida de uma leitura grosseira e exclusivamente ótica. Mas para pensá-los como trabalho construtivo, baseado num sistema concreto de relações que seria por assim dizer sua própria essência - convém notar que essas esculturas não têm propriamente formas mas sim elementos combinados -, é necessário ir além de um certo racionalismo formalista tradicionalmente ligado ao projeto construtivista da Europa ocidental. A importância do trabalho de arte como o de Sérgio de Camargo para o nosso ambiente cultural pode ser localizada sobretudo em dois pontos. Primeiro, pela lógica cerrada de seu processo de produção, vinculando a arte a uma idéia de seqüência de investigação intelectual, ele atua de modo a transformar toda uma política vigente de olhar arte. (...) O segundo ponto talvez seja mais difícil demonstrar: trata-se da vinculação do trabalho de Sérgio de Camargo à problemática de uma arte latino-americana. Porque o seu construtivismo só não é racionalista como muito possivelmente também não é europeu. A descoberta de sua obra na Europa, na década de 60 - concomitantemente à descoberta do trabalho de Soto, Lygia Clark e Hélio Oiticica entre outros -, deveu-se pelo menos em parte à espécie particular de lógica que colocava em ação, estranha sem dúvida ao rígido construtivismo europeu, e pode ser considerada algo por assim dizer especificamente latino-americano. Sem cair, é claro, na metafísica, postulando um pensamento latino-americano independente, é seguro afirmar que trabalhos como o de Camargo fazem parte de um determinado construtivismo latino-americano cuja teoria ainda por fazer pode ser um produtivo tema de estudo e debate".
Ronaldo Brito
BRITO, Ronaldo. A ordem da loucura e a loucura da ordem. In: CAMARGO, Sérgio de. Sérgio de Camargo. São Paulo: Galeria Arte Global, 1975. p. 1

"O trabalho de Sérgio de Camargo acrescentou uma variável surpreendente à tradição construtiva moderna em seus desdobramentos brasileiros a partir dos anos 50. Porque uma inesperada e heterodoxa vertente, lírica e solar, brotava desse trabalho, praticamente ao mesmo tempo em que no contexto internacional o informalismo cético da produção européia e a antimetafísica irreverente e 'integrada' da pop art começavam a fustigar o legado da arte moderna. Isto é, quando tudo levava a crer que a linhagem construtiva tinha chegado a seu esgotamento histórico, finalmente reduzida ao tecnicismo banal da op art ou de tantas tendências matemático-geométricas que se vulgarizavam mundialmente, e quando o melhor da arte contemporânea denunciava o encetamento de um lento processo de saturação cultural, a obra de Sérgio repunha a noção de forma no centro de uma especulação essencialmente otimista e experimental".
Sônia Salzstein
SALZSTEIN, Sônia. In: CAMARGO, Sérgio de. Construção. São Paulo: Gabinete de Arte Raquel Arnaud, 1997. p. 17.

"Em sua extensa série de relevos e esculturas, o artista está sempre voltando ao mesmo paradigma construtivo - um cilindro ou um cubo e as maneiras que podem ser cortados e combinados - e quanto mais ele explora este paradigma, quanto mais lhe articula as possibilidades, quanto mais lhe esvazia o statusde paradigma, de ?lei', mais nos faz perguntar que tipo de estabilidade e finalidade é essa que conferimos a paradigmas. O mais sutil de tudo talvez seja o fato de Camargo não investigar esse paradoxo no âmbito do conceitual e do ideal, mas naquilo que tem a ver com a luz, com as variações dela no mundo cotidiano e sua incalculável complexidade de nuanças".
Guy Brett
BRETT, Guy. Um salto radical. In: ADES, Dawn. Arte na América Latina: a era moderna, 1820-1980. São Paulo: Cosac & Naify, 1997. p. 253-283.

"Sérgio de Camargo criou relevos e esculturas para atrair a luz - o branco como armadilha. A luz era sua matéria-prima, costumava dizer. Mas depois de percorrer a obra, deserto branco, a luz quer descansar. Melhor, deseja a sombra, sem perder de vista o sol. Solombra. E é nesse momento, na sombra, que a obra vibra. Em silêncio. A sombra funciona como corte. Intercepção da luz. O corte é preciso, rápido, rigoroso, mas nunca áspero ou agressivo. Cai sempre em oblíqua. Como a sombra. Contra a plenitude da forma, o corte. Contra a plenitude da luz, a sombra. Uma sensualidade discreta percorre toda a obra do artista".
Frederico Morais
MORAIS, Frederico. Tridimensionalidade na arte brasileira do século XX. In: TRIDIMENSIONALIDADE: arte brasileira do século XX. 2.ed. São Paulo: Itaú Cultural: Cosac & Naify, 1999. p. 233.

"Basta a originalidade do trabalho de Sérgio de Camargo para demonstrar a heterogeneidade das fontes que alimentaram a formação do repertório construtivo no Brasil. Em seu referencial, existem Fontana, Brancusi e Arp, não a concepção matemática de Bill. Há ainda a tradição clássica do relevo, desde o Partenon até as portas do Batistério de Florença. Contudo, quando, na década de 60, sua obra aparece na galeria Signals de Londres antes de Oiticica e Lygia Clark, sobressai como traço em comum a strong sense of the body and physical movement ('um forte sentido de corpo e de movimento físico'), que o crítico Guy Brett atribui a um mesmo fundo de cultura. Em texto poético o próprio artista empresta conotação carnal à sua relação com a matéria, referida em termos de ?íntimo comércio a cujo hálito confundi o meu?. (...) 
Conclusão: não se enquadra Sérgio de Camargo tão facilmente. Entender seu trabalho como manifestação do formalismo racionalista seria ignorar a sua complexidade. A lógica interna de sua obra escultórica não se prende à fria racionalidade. Trata-se de um corpo sistêmico aberto à imponderabilidade: o que o alimenta e faz viver é, simultaneamente, fator de perturbação e desordem. Sua organicidade corresponde a uma combinatória de elementos truncados dispostos em placa contra a parede ou apoiados sobre o chão; a luz é a matéria com a qual interage. Por muitos anos, os relevos e as colunas são inteiramente brancos. O artista dispõe os fragmentos, mas é a luz que faz palpitar a superfície. Na fase final, vem a vingança dos blocos negros que absorvem, engolem a luz. A todo momento, a percepção visual se confunde com a tátil: nos relevos, a oscilação de claro-escuro suscita lembranças de crostas, de peles escamadas alvejadas pelo sol, enquanto os sólidos em mármore negro parecem macios e quentes ao olhar: evocações que remetem a memória arcaica das sensações".
Maria Alice Milliet
MILLIET, Maria Alice. Tendências construtivas e os limites da linguagem plástica. In: MOSTRA DO REDESCOBRIMENTO, 2000, SÃO PAULO. Arte moderna. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo: Associação Brasil 500 anos Artes Visuais, 2000. p. 44-59.

Fonte: Itaú Cultural

Estudou na Academia Altamira, em Buenos Aires (1946), com Emílio Pettoruti e Lucio Fontana. Na Europa, para onde viajou em 1948, faz curso livre de Filosofia na Sorbonne, em Paris, onde estudou com Gaston Bachelard. Nessa época sofreu o impacto da obra de Brancusi, cujo ateliê visitou com frequência. Entrou em contato também com as obras de Georges Vantongerloo, Hans Arp e Henri Laurens, que estimulariam sua produção futura. De volta ao Brasil, aproximou-se do pintor Milton Dacosta em 1958, quando este produzia suas principais obras construtivistas.

Entre 1961 e 1973 voltou a residir em Paris, onde frequentou aulas de Sociologia da Arte com Pierre Francastel, na Ecole Pratique des Hautes Etudes. Nesse período trabalhou em seu ateliê de Malakoff, em Paris, e junto ao ateliê Soldani, em Massa, na Itália. A convite do crítico de arte inglês Guy Brett realizou individual na galeria Signals London, onde posteriormente introduziu Lygia Clark, Hélio Oiticica e Mira Schendel, propiciando o lançamento na Europa desses grandes artistas. No final de 1973 retornou definitivamente ao Rio de Janeiro, onde iniciou a construção de seu ateliê no bairro de Jacarepaguá. A partir daí começou a frequentar o grupo de artistas Waltercio Caldas, Iole de Freitas, Tunga, José Resende e Eduardo Sued e dos críticos Ronaldo Brito, Paulo Sergio Duarte e Paulo Venancio Filho, encontrando ambiente propício para discussão e reflexão que perdurou até o fim de sua vida.

Além do Brasil, Sergio Camargo conquistou grande respeito no circuito internacional. Tem obras em museus nacionais e estrangeiros e integra conceituadas coleções privadas. Após sua morte, em dezembro de 1990, foi realizada uma exposição itinerante internacional em vários museus no exterior, de 1994 a 1996. Em 2000, nos dez anos de sua morte, Sergio Camargo ganhou um local de visitação permanente no Paço Imperial do Rio de Janeiro,com a reconstituição de seu ateliê de Jacarepaguá. Raquel Arnaud representa o artista desde 1975 e é responsável pelo Espólio Sergio Camargo desde 1990.

Fonte: iacbrasil

Exposições individuais

1958
Galeria GEA, Rio de Janeiro, Brasil
Galeria de Arte das Folhas, São Paulo, Brasil

1964
Signals Gallery, Londres, Inglaterra

1965
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Galeria São Luiz, São Paulo, Brasil

1967
Galleria del Naviglio, Milão, Itália
Galeria L'Obelisco, Roma, Itália
Galleria La Polena, Gênova, Itália

1968
Gimpel et Hanover Galerie, Zurique, Suíça
Gimpel Fils Gallery, Londres, Inglaterra
Galleria Notizie, Turim, Itália
Galeria Buchholz, Munique, Alemanha

1969
Gimpel & Weitzenhoffer, Nova York, EUA

1970
Gimpel Fils Gallery, Londres, Inglaterra
Galeria Gromholt, Oslo, Noruega

1971
Artestudio, Macerata, Itália
Artestudio, Brescia, Itália
Galeria M. Bochum, Bochum, Alemanha

1972
Estúdio Actual, Caracas, Venezuela
Galeria Collectio, São Paulo, Brasil
Petite Galerie, Rio de Janeiro, Brasil

1974
Gimpel Fils Gallery, Londres, Inglaterra
Galeria Gromholt, Oslo, Noruega
Museo de Arte Moderno, Cidade do México, México

1975
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Galeria de Arte Global, São Paulo, Brasil

1977
Gabinete de Artes Gráficas, São Paulo, Brasil

1980
Espaço Arte Brasileira Contemporânea, Funarte, Rio de Janeiro, Brasil
Galeria Paulo Klabin, Rio de Janeiro, Brasil
Museu de Arte de São Paulo, Brasil
CAYC, Buenos Aires, Argentina

1981
Galeria Sagittaria, Pordenone, Itália
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

1982
Galeria Bellechasse, Paris, França
Gimpel Fils Gallery, Londres, Inglaterra

1983
Galeria Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil

1985
Galeria Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil

1987
Galeria Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil
Paço Imperial, Rio de Janeiro, Brasil

1988
Galeria 111, Lisboa, Portugal

1990
Galeria Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil

Exposições individuais póstumas

1994
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Galeria Paulo Fernandes, Rio de Janeiro, Brasil

1995
Henie-Onstad Kunstsenter, Oslo, Noruega
Charlottenborg Museum, Copenhagen, Dinamarca
Stedelijjk Museum, Schiedam, Holanda

1996
Museum of Modern Art of Oxford, Oxford, Inglaterra
Galerie Denise René, Paris, França
Maison de l&rsquoAmérique Latine, Paris, França

1997
Galeria Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil

1999
Palácio do Itamaraty, Brasília, Brasil

2003
Projetos, protótipos e pequenos formatos. Centro Cultural Maria Antonia, São Paulo, Brasil

2010
Instituto de Arte Contemporânea, São Paulo, Brasil

Exposições Coletivas

1951
Salão Nacional de Arte Moderna. Rio de Janeiro, Brasil

1952
Salão Nacional de Arte Moderna. Rio de Janeiro, Brasil

1953
Salão Nacional de Arte Moderna. Rio de Janeiro, Brasil

1954
Salão Nacional de Arte Moderna. Rio de Janeiro, Brasil
Salão Paulista de Arte Moderna. São Paulo, Brasil

1955
Salão Nacional de Arte Moderna. Rio de Janeiro, Brasil
Salão Paulista de Arte Moderna. São Paulo, Brasil

1957
Arte Moderno Brasileño. Buenos Aires, Argentina Montevidéu, Uruguai Santiago, Chile Lima, Peru
4ª Bienal de São Paulo. São Paulo, Brasil

1958
Galeria GEA, Rio de Janeiro, Brasil

1961
Galeria IBEU, Rio de Janeiro, Brasil
Festival de Arte Contemporânea. Porto Alegre, Brasil

1962
L'Art Latino-Américain. Paris, França
Formes et Magie. Paris, França
7 artistes brésiliennes de l'Ecole de Paris. Galerie XXème, Paris, França
La boîte et son contenu. Galerie H. Legendre, Paris, França
Transitions. Galerie Ravenstein, Bruxelas, Bélgica
3ª Bienal de Paris, França
Salon de la Jeune Sculpture, Paris, França

1964
Galerie Margarette Lauter, Mannheim, Alemanha
L'aujourd'hui de demain. Palais Saint Veast, Arras, França
Festival of South American Art. Signals London, Londres, Inglaterra
First pilot exhibition. Signals London, Londres, Inglaterra
Second pilot exhibition. Signals London, Londres, Inglaterra
Salon de la Jeune Sculpture. Paris, França
Salon Compairaisons. Paris, França

1965
8ª Bienal de São Paulo. São Paulo, Brasil
Galerie Denise René, Paris, França
Artmouvement. Royal Scottish Academy, Edimburgo, Escócia
Spacialkinetic art. Midland, Inglaterra
Group Gallery. Nottingham, Inglaterra
Cornucópia 65. Molton Gallery, Londres, Inglaterra
Mouvemente in art. Tel Aviv Museum, Tel Aviv, Israel
Objectif 65. Galerie de la Librairie Anglaise, Paris, França
Galeria Cavalero, Cannes, França
Signals London, Londres, Inglaterra
White on White. The Cordoba Museum, Lincoln, EUA
Galerie Kerchache, Paris, França
Artmouvement. Art Museum, Glasgow, Escócia
Sonomontage. Hampstead Theatre Club, Londres, Inglaterra
Mouvement. Art Galley, Manchester, Inglaterra
ArtScience 65. University of Liverpool, Liverpool, Inglaterra
White on White. Adilson Gallery of American Art, Andover, EUA
Salon Compairaisons. Paris, França
Salão Esso. Rio de Janeiro, Brasil

1966
33ª Biennale di Venezia. Veneza, Itália
Mouvements. University of Sheffield, Sheffield, Inglaterra
Indications. Indica Gallery, Londres, Inglaterra
Bianco: Bianco. Galeria l'Obelisco, Roma, Itália
The artist at work. Hampstead Arts Center, Londres, Inglaterra
Leeds student art week. Leeds, Inglaterra
International kinetic show. Galerie ad libitum, Antuérpia, Holanda
White structures. Kunsthalle, Berna, Suíça
Galerie Kerchache, Paris, França
Esculturas. Galeria 4 Planetas, São Paulo, Brasil
Exhibition of kinetic art. Herbert Art Gallery, Coventry, Inglaterra
Kinetic art. Ritchie Hendriks Gallery, Dublin, Irlanda
Artistas Brasileños Contemporaneos. Museo de Arte Moderno, Montevidéu, Uruguai Museo de Arte Moderno, Buenos Aires, Argentina
Coletiva Brasileira. Galeria IBEU, Rio de Janeiro, Brasil
4º Resumo de Arte do Jornal do Brasil. Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Salon Compairaisons. Paris, França
Salon de Mai. Paris, França

1967
Structures et mouvement. Galerie Denise René, Paris, França
Lumière et mouvement. Musée d'Art Moderne de la ville de Paris, Paris, França
Ouvertures. Galerie Maywald, Paris, França
Galerie Europe, Paris, França
Kinetika, Museum des XX Jahrhunderts. Schweinzergarten, Viena, Áustria
Ipotesi linguistiche intersoggetive. Florença, Bolonha, Lecce, Livorno, Napoli, Sansepolcro, Turim, Itália
Galerie Loo, Genebra, Suíça
Galleria Regis, Liguria, Itália
Formes et lieux. Galerie Maywald, Paris, França
Galerie Accent, Bruxelas, Bélgica
Peintures et sculptures. Centre Comunal de Malakoff, Malakoff, França
Salon de la Jeune Sculpture. Paris, França
Salon Compairaisons. Paris, França
Salon de Mai. Paris, França
Salon Realités Nouvelles. Paris, França

1968
4ª Documenta. Kassel, Alemanha
Latin American artists. The Delawe Art Center, Wilmington, EUA
Hemis-fair, San Antonio, EUA
Art vivant 1965-1968. Fondation Maeght, Saint-Paul-de-Vence, França
Kunstnernes Hus, Oslo, Noruega
Six Latin American countries. Midland Art Group, Nottingham, Inglaterra
Silence et mouvement. Rijkmuseum Kroller-Muller, Oterloo, Holanda
Galeria Gromholt, Oslo, Noruega
Des formers inventées. Galerie Vercarmer, Paris, França
Kunstamarkt, Colônia, Alemanha
Kunsten Inag, Oslo, Noruega
2001. Gavina, Roma, Itália
Nikust i Tussen ar. Hine-Onstad Kunstsenter, Hovikoddenn, Noruega
Salon de la Jeune Sculpture. Paris, França
Salon Grands et Jeunes d'Aujourd'hui. Paris, França

1969
Art experimental. Musée d'Art et d'Industrie, Saint-Etienne, França
Hommage an das schweigen. Tiroler Kunstpavillon, Innsbruck, Áustria
L'Oeil écoute. Palais des Papes, Avignon, França
Open air sculptures. Syon Park, Londres, Inglaterra
Fondation Port Bacarès, Roussillon, França
Position. Galerie Denise René, Paris, França
Kunstmarkt 69. Colônia, Alemanha
Galeria Gromholt, Oslo, Noruega
New York State University, New Paltz, EUA
Galeria Buchholz, Munique, Alemanha
Collector's Choice. GrimpelWeitzenhoffer, Nova York, EUA
Depuis Rodin. Musée Municipal, Saint-Germain-en-Laye, França
Bijoux d'art contemporain. Toulouse, França
Salon de la Jeune Sculpture. Paris, França
Salon Realités Nouvelles. Paris, França

1970
Bienal de Menton. Menton, França
Bienal de Medellín. Medellín, Colômbia
Der Wanderbare Raum. Galeria Buchholz, Munique, Alemanha
Itinéraires blancs. Musée d'Art et d&rsquoIndustrie, Saint Etienne, França
Selection d'oeuvres. Centre Nacional d'Art Contemporain, Paris, França
Vision 24. Instituto Italo-Latinoamericano, Roma, Itália
Festival d'art plastique. Montargis, França
Kunstmarkt. Basileia, Suíça
Kunstmarkt. Colônia, Alemanha
Salon de Mai. Paris, França
Salon Realités Nouvelles. Paris, França
Salon Grands et Jeunes d'Aujourd'hui. Paris, França

1971
Latin America i Skandinavia. Kunstnemes Hus, Oslo, Noruega
Gentolfre Kunstvernner, Charlottelund, Dinamarca
Lunds Konsthall, Lund, Suécia
Konsthalle, Goterborg, Suécia
Dritte Internationale Fruhjahrsmesse, Berlim, Alemanha
Salon de Mai. Paris, França
Salon Realités Nouvelles. Paris, França

1973
Carrara, Itália
Semana latino-americana de Paris-Cefral. Paris, França
50 jovens escultores da Escola de Paris. Sophienholm, Odensse, Noruega
5 artistes d'Amérique Latine. Nanterre, França
Gromholts-Samling. Henie Onstad Kunstsenter, Hovikodden, Noruega
Brasil/50 anos depois. Galeria Collectio, São Paulo, Brasil
Salon de Mai. Paris, França

1974
Basically White. Lucy Milton Gallery, Londres, Inglaterra
intenationale Kleinformat, Ausstelung. Galeria Lydia Megert, Berna, Suíça
Gromholts-Samling. Bergen, Noruega

1975
Arte no Brasil Documento/Debate. Org. Prefeitura de Campinas, Campinas, Brasil
Artistas Latino-Americanos de Hoy. The University of Texas of Austin, University Art Museum, Austin, EUA
Birmingham Museum of Arts, Alabama, EUA
Oeuvres en bois du XXème Siècle. Portland Art Museum, Portland, EUA
10º Salão de Arte Contemporânea de Campinas. Campinas, Brasil

1976
Sala Brasília (13ª Bienal de São Paulo). São Paulo, Brasil
Creadores latino-americanos contemporâneos. Cidade do México, México
Brasil Documento/Debate. Pinacoteca do Estado, São Paulo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

1977
Gabinete de Artes Gráficas, São Paulo, Brasil
Projeto construtivo brasileiro de arte. Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Pinacoteca do Estado, São Paulo, Brasil
Escultura ao ar livre. Sesc Tijuca, Rio de Janeiro, Brasil

1978
Panorama de Arte Atual Brasileira. Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil
Cuatro artistas brasileños. Fundación Eugenio Mendonza, Caracas, Venezuela
50 anos de Escultura Brasileira no Espaço Urbano. Praça Nossa Senhora da Paz, Rio de Janeiro, Brasil

1979
15ª Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil
Festival Cervantino. Cidade do México, México
Escultura brasileira. Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro, Brasil
Escultores brasileiros. Galeria Aktuel, Rio de Janeiro, Brasil

1980
Homenagem a Mário Pedrosa. Galeria Jean Boghici, Rio de Janeiro, Brasil
Amilcar de Castro, Lygia Clark, Sergio Camargo, Frans Weissmann (exposição inaugural). Galeria Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil

1981
Arte Latinoamericana Contemporaneo y Japón. Museu Nacional de Arte, Osaka, Japão

1982
41ª Biennale di Venezia. Veneza, Itália

1983
17ª Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil
Galeria Aidé Santamarina, Casa de las Américas, Havana, Cuba

1984
5 artistas brasileños. Casa Negret, Bogotá, Colômbia
Um aniversário e 5 grandes artistas. Galeria Aktuel, Rio de Janeiro, Brasil
Madeira matéria de arte. Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

1985
Destaques da arte contemporânea brasileira. Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil
Geometric abstraction in Latin American art. CDS Gallery, Nova York, EUA
Galeria Paulo Klabin, São Paulo, Brasil
Pinacoteca do Estado, São Paulo, Brasil
Abstracción en el Siglo XX. Museo de Arte Moderno, Buenos Aires, Argentina
Coleção Denison de Arte Contemporânea Brasileira. Museu de Arte de São Paulo, São Paulo, Brasil
Homenagem a Maria Leontina. Petite Galerie, Rio de Janeiro, Brasil
Panorama da Arte Atual Brasileira/Formas tridimensionais. Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil
8º Salão Nacional de Artes Plásticas (sala especial "Salão Branco e Preto no 3º Salão Nacional, em 1954&rdquo). Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

1986
1ª Exposição Internacional de Esculturas Efêmeras. Fundação Demócrito Rocha, Fortaleza, Brasil

1987/88
Modernidade: Arte Brasileira do Século XX. Musée d&rsquoArt Moderne de la Ville de Paris, Paris, França Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil

1990
Coerência &ndash Transformação. Galeria Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil

Exposições Coletivas Póstumas

1993
Poética. Galeria Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil
A Arte Brasileira no Mundo: uma trajetória. Dan Galeria, São Paulo, Brasil

1994
Bienal Brasil Século XX. Fundação Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil
Coleção Unibanco. Casa de Cultura de Poços de Caldas, Poços de Caldas, Brasil

1997
Bienal do Mercosul. Porto Alegre, Brasil
Galeria Brito Cimino (mostra inaugural), São Paulo, Brasil
A Escultura Brasileira de 1920 a 1990: perfil de uma identidade. Centro Cultural do BID, Washington, USA Espaço Cultural do Banco Safra, São Paulo, Brasil

1998
Teoria dos Valores. Casa França-Brasil, Rio de Janeiro, Brasil Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil
Arte Construtiva no Brasil: coleção Adolpho Leirner. Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil

2000
Mira Schendel, Sergio CamargoWillys de Castro. Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil
Brasil +500 - Mostra do redescobrimento. Fundação Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil
Heterotopias: Medio siglo sin lugar. Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madri, Espanha

2001
Century City: ArtCulture in the Twentieth Century Metropolis. Tate Modern, Londres, Inglaterra

Prêmios

Isenção de Júri, 3º Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil, 1954
Prêmio Aquisição, 3º Salão Paulista de Arte Moderna, São Paulo, Brasil, 1954
Isenção de Júri, 5º Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil, 1956
Isenção de Júri, 6º Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil, 1957
Isenção de Júri, 7º Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil, 1958
Isenção de Júri, 9º Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil, 1960
Prêmio Internacional de Escultura, 3ª Bienal de Paris, Paris, França, 1963
Prêmio Nacional de Escultura, 8ª Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil, 1965
Prêmio H. Stern Melhor Exposição de Escultura do Ano, 4º Resumo de Arte JB, Rio de Janeiro, Brasil, 1966
Prêmio Melhor Exposição de Escultura do Ano (individual no Gabinete de Artes Gráficas), Associação Paulista de Críticos de Arte, São Paulo, Brasil, 1977
Prêmio Melhor Retrospectiva do Ano (individual no Museu de Arte de São Paulo), Associação Paulista de Críticos de Arte, São Paulo, Brasil, 1980

Museus e coleções públicas

Acervo Banco Itaú S.A., São Paulo, Brasil
Albright-Knox Art Gallery, Buffalo, Estados Unidos
Austin Museum of Art, Austin, Estados Unidos
Birmingham Museum of Art, Birmingham, Estados Unidos
Casa de las Américas, Havana, Cuba
Centre National d'Art Contemporain, Paris, França
Contemporary Art Society, Londres, Inglaterra
Dallas Museum of Fine Arts, Dallas, Estados Unidos
Didrichsen Art Museum, GunnarMarie-Louise Didrichsen Foundation, Helsinque, Finlândia
Fondazione Antonio e Carmela Calderara, Vacciago, Itália
Fundação José e Paulina Nemirovsky, São Paulo, Brasil
Fundación Cisneros, Colección Patricia Phelps de Cisneros, Nova York, Estados Unidos Caracas Venezuela
Fundación Museo de Arte Moderno Jesús Soto, Ciudad Bolívar, Venezuela
Galleria Nazionale d&rsquoArte Moderna, Roma, Itália
Hirshhorn MuseumSculpture Garden, Washington, Estados Unidos
Instituto de Arte Contemporânea, São Paulo, Brasil
Jack S. Blanton Museum of Art, University of Texas at Austin, Austin, Estados Unidos
Kunstmuseum Bern, Collection Victor Loeb, Berna, Suíça
Lehmbruck Museum, Duisburg, Alemanha
Los Angeles County Museum of Art, Los Angeles, Estados Unidos
Musée d'Art moderne de la Ville de Paris, Paris, França
Musée des Sables, Port-Barcarès, França
Musée national d'art moderne &ndash Centre Pompidou, Paris, França
Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires, Fondación Costantini, Buenos Aires, Argentina
Museo de Arte Moderno de Medellín, Parque de las Esculturas del Cerro Nutibara, Medellín, Colômbia
Museo de Arte Moderno, Cidade do México, México
Museo de Bellas Artes, Caracas, Venezuela
Museo de la Solidariedad Salvador Allende, Santiago, Chile
Museo Tamayo, Cidade do México, México
Museu de Arte Brasileira, Fundação Armando Alvares Penteado, São Paulo, Brasil
Museu de Arte Contemporânea de Niterói/Coleção João Sattamini, Niterói, Brasil
Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Museu Nacional de Belas-Artes, Rio de Janeiro, Brasil
Museum of Fine Arts, Houston/Coleção Adolpho Leirner, Houston, Estados Unidos
Museum of Modern Art, Nova York, Estados Unidos
Nasjonalmuseet, Oslo, Noruega
Oklahoma Museum, Oklahoma, Estados Unidos
Paço Imperial, Rio de Janeiro, Brasil
Pinacoteca do Estado, São Paulo, Brasil
Rijksmuseum Kröller-Müller, Otterlo, Holanda
Tate Gallery, Londres, Inglaterra
Ulster Museum, Belfast, Irlanda

Obras em Espaços Públicos

Cemitério de Oslo, Noruega
Centro Empresarial Itaú, São Paulo, Brasil
Collège d´Enseignement Technique, Equeurdreville, França
Faculté de Medicine, Bordeaux, França
Fylkeshuset, Trondheim, Noruega
Ministério das Relações Exteriores, Brasília, Brasil
Musée des Sables, Port-Barcarès, França
Museo de Bellas Artes, Caracas, Venezuela
Parque da Catacumba, Rio de Janeiro, Brasil
Parque de las Esculturas del Cerro Nutibara, Medellín, Colômbia
Praça da Sé, São Paulo, Brasil

VEJA TAMBÉM

Tarsila do Amaral - Estudo de Ilustração para o Livro Martim Cererê
Estudo de Ilustração para o Livro Martim Cererê
Claudio Tozzi - Papagália
Papagália
Carlos Scliar - Natureza Morta
Natureza Morta