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Rubem Grilo

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BIOGRAFIA

Rubem Grilo (Pouso Alegre MG 1946)

Gravador, ilustrador, professor, curador.

Em 1963, Rubem Campos Grilo transfere-se para Itaguaí, Rio de Janeiro, e, aos 23 anos, conclui o curso de agronomia pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - UFRRJ. Em 1970, estuda xilogravura com José Altino (1946), na Escolinha de Arte do Brasil, no Rio de Janeiro. No ano seguinte, passa a freqüentar a Seção de Iconografia da Biblioteca Nacional e entra em contato com as gravuras de Oswaldo Goeldi (1895 - 1961), Lívio Abramo (1903 - 1992), Marcelo Grassmann (1925), entre outros. Nesse período, inicia curso de xilogravura na Escola de Belas Artes da UFRJ e é orientado por Adir Botelho (1932). Em visitas ao ateliê de Iberê Camargo (1914 - 1994), recebe lições de gravura em metal e, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage, estuda litografia com Antonio Grosso (1935). No início da década de 1970, ilustra jornais como Opinião, Movimento, Versus, Pasquim, Jornal do Brasil. Na Folha de S. Paulo, cria ilustrações para os fascículos da coleção Retrato do Brasil. Em 1985, publica o livro Grilo: Xilogravuras, pela Circo Editorial. Em 1990, é premiado pela Xylon Internacional, na Suíça. Em 1998, participa, com sala especial, da 24ª Bienal Internacional de São Paulo e, no ano seguinte, é curador geral da Mostra Rio Gravura. Tem trabalhos publicados em revistas especializadas como Graphis e Who's Who in Art Graphic (Suíça), Idea (Japão), Print (Estados Unidos).

Comentário crítico

Nas décadas de 1970 e 1980, a xilogravura surge para Rubem Grilo não como uma escolha meramente estética, formal, mas como uma técnica de alcance popular que lhe permite uma atuação política. Em sintonia com esse ideal está a opção em ilustrar periódicos e trabalhar com temas do cotidiano brasileiro como a ditadura militar, a burocracia, a previdência social, a Constituinte, o sistema político etc. Nessa escolha temática, Grilo busca elaborar uma comunicação direta, em que a crítica política é acentuada pela aproximação entre texto e imagem, como em Burocracia, 1979, Relações de Trabalho, 1980, Sociedade Civil, 1983, Golpe Militar, 1984. O traço tênue e contrastado transfigura e recria formas vigorosas a ocupar todos os espaços do plano, sem permitir nenhum ponto de fuga que desvie o olhar do leitor da imagem.

Nos anos 1990, passados os tempos de repressão militar, Rubem Grilo deixa de ilustrar periódicos. Na nova produção autoral, a crítica social permanece, porém a atenção volta-se para a simplicidade gráfica. A ambigüidade irônica da série Obra Menor traduz a preocupação com os detalhes, presentes em objetos representados em escala reduzida, medindo poucos centímetros. Nessa série, Grilo provoca questionamentos ao deslocar a funcionalidade de objetos. Em Relógio, 7 x 5,5 cm, 1994, por exemplo, substitui a ordem circular dos números por uma espiralar. Nessa operação, altera a lógica do objeto e passa a atuar como um suposto cientista a propor reflexões sobre a medição do tempo e sua importância na vida cotidiana.

Críticas

"Um fato: a xilogravura contemporânea brasileira recupera, através de Grilo, sua dimensão maior na tradição instaurada pela obra de Oswaldo Goeldi. Essa dimensão - a da obra magistral - tornada hoje uma crescente evidência quando da apreciação do trabalho de Rubem Grilo, resulta de um processo de criação no qual a intensidade produtiva logrou estabelecer o difícil mas possível equilíbrio entre invenção e inteligibilidade. A criação, na gravura de Rubem Grilo, é um tempo de construção/desconstrução imagística na qual o contínuo compor/descompor/recompor do trabalho estabelece a premissa básica da maestria: o eterno aprendizado. Fazer o trabalho para aprender com o trabalho, diz Grilo, situando-se na perplexidade do eterno aprendiz diante do mistério da criação. Essa perplexidade, longe de atenuar-se, só tende a intensificar-se, na crescente complexidade de um trabalho que tem logrado, em sua tensão específica, preservar o compromisso com a invenção sem cair no hermetismo".
George Kornis
KORNIS, George. Apresentação do livro Grilo xilogravuras. In: IMAGEM gráfica. Rio de Janeiro: Escola de Artes Visuais do Parque Lage, 1995. p. 152.

"É noutro espaço, entre o investimento e a dissolução, que agora irá projetar-se a obra de Rubem Grilo. A dispersão é uma forma de manter coesa a relação pessoal de tempo, o fluxo de ação, mas simultaneamente desconcentrá-lo nas imagens, elidindo a sedução do virtuoso e o excesso de investimento numa mesma obra. É nesse território que a xilogravura de Grilo teria que encontrar sua nova poética. É entre dois extremos de sua ação gráfica - a imagem muito detalhista ou as imagens simples - que Rubem Grilo reconfirma a afirmação de Riva Castleman de que houve poucas alterações estilísticas nas imagens de linhas negras, de modo que o seu caráter medieval representou um elemento atemporal e sem intenção artística consciente. 'Refaço um gesto que já foi esgotado milhões e milhões de vezes', afirma Rubem Grilo. (...) Às vezes Rubem Grilo parece trabalhar como se faltassem palavras para um universo e fosse necessário torná-lo presente em imagem. É como se Grilo pensasse com a faca de gravar, pensasse gravando. Pensar seria um corte na matriz".
Paulo Herkenhoff
HERKENHOFF, Paulo. Rubem Grilo: caminhos da razão. In: GRILO, Rubem. Arte menor:xilogravuras. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 1996. p. 5-9.

"Não produzindo retratos ou caricaturas, Grilo traz tipos, caracteres que operam graficamente justapostos em cena, que, por sua vez, se justapõe à narração textual. Nas justaposições de suas cenas, as figuras e os objetos intensificam o narrado efetuando enumeração ou acúmulo: enfáticas, as figuras são graficamente estouradas por desproporção no desenho e nas luzes que as tornam maciças e frágeis, pois trincadas por linhas incisivas e açoitadas por forças deslocantes. A exacerbação das forças destrutivas contradiz a compacidade das figuras que, sendo estáticas as cenas, se exibem explodidas em si mesmas. Reforçam esses efeitos linhas que, exteriores às figuras, desenham movimentos velozes, como em HQ, cuja marca na obra de Grilo também se comprova no uso de balões. Feroz, o humor é o de um riso mascado, que acena repelindo, com que Grilo fala ante seus espectadores.
Ainda que algumas de suas gravuras prolonguem as de periódicos, Grilo ressignifica a eleição da madeira: arte superada, a xilogravura nada traz de experimental, pois cava, na incisão, o aprofundamento subjetivo. Foge, nele, a novidade externa, a da gravura experimental, diga-se, logo, a técnica mista, entendida como estática na perspectiva do sujeito, que imobiliza todo tecnicismo: por isso, a xilogravura, como simples, tradicional, não passa de instrumento dócil de uma subjetividade absoluta. Para Rubem Grilo, Antonio Henrique Amaral ou Anna Carolina, o desprestígio da xilogravura, seja o de mercado, seja o de preconceito técnico, pode privilegiar a subjetividade. Em Grilo, esta se acelera maximamente como busca incessante do eu pelo eu. O sujeito-Grilo vai emergindo sempre diferente, pois cada vez mais Grilo: o centramento do sujeito e a circunferência da gravura estão para todo o sempre locados; é impertinente, portanto, o pensamento de Nicolau de Cusa, para quem centro e circunferência estão em toda parte e em parte nenhuma. Como em Antonio Henrique Amaral, em Rubem Grilo se propõe a questão difícil da saída da gravura política: aquele o faz pela pintura, na qual a alegoria acaba apodrecendo; este, pela fixação de um centro que se acelera como identidade do eu".
Leon Kossovitch e Mayra Laudanna
KOSSOVITCH, Leon; LAUDANNA, Mayra. Sobre o político. In: GRAVURA: arte brasileira do século XX. Apresentação Ricardo Ribenboim; texto Leon Kossovitch, Mayra Laudanna, Ricardo Resende. São Paulo: Itaú Cultural: Cosac & Naify, 2000. p. 13.

Depoimentos

"A grande conquista da arte foi tomar consciência de suas questões intrínsecas, de coisas que só dizem respeito a ela. Mas, por outro lado, é complicado reduzir toda a arte a formas, cores, linhas. Porque, ao se expressar, certas pessoas transmitem sua experiência de vida. Acho que passa por uma questão de autenticidade, de ser verdadeiro consigo mesmo e se realizar de acordo com suas necessidades particulares. Estou condicionado a um tipo de cultura e, ao mesmo tempo, tento crescer dentro disso. O que tenho feito até hoje é responder a esta questão. Ter um olhar altamente crítico sobre meu processo mas, ao mesmo tempo, saber que o caminho tem de ser por onde sinto meu chão. (...)
Alguns trabalhos meus se aproximam do expressionismo. Quando se diz expressionismo, a referência é o expressionismo alemão, a grande sala onde essa linguagem se tornou universalmente conhecida.
Se você pensar o expressionismo não apenas como uma representação de imagens exacerbadas, angustiadas, mas sobretudo como uma poética do eu, uma poética individual em que o artista se desgarra do coletivo, se torna, na ação e no pensamento, uma pessoa, a consciência do eu - eu diria, então, que meu trabalho tem a ver com o expressionismo. Mas, por outro lado, não me obrigo a ser expressionista como opção estética. (...)
A imprensa foi o começo do amadurecimento. O trabalho começa somente quando você descobre uma razão nele. Não é quando se faz um desenho, é quando esse desenho se converte numa coisa significativa. A partir da década de 70, durante quinze anos, colaborei com a imprensa alternativa, que era um veículo de oposição aos governos militares brasileiros. Essa trincheira de certa maneira aprofundou a urgência sobre o trabalho. Publiquei de 1973 a 1975 no semanário Opinião, de 1975 a 1979 no jornal Movimento. De 1980 a 1982 publiquei na Folha de S.Paulo, num caderno chamado Folhetim. E fiz pequenas colaborações para o Jornal do Brasil, O Globo, O Pasquim, Versus, enfim, vários tipos de imprensa. A última colaboração foi uma coleção de fascículos chamada Retratos do Brasil, um balanço do que o país viveu durante o período militar.
E durante todo esse tempo mantive, como ponto de honra, o hábito de fazer xilogravura exatamente para distingui-la de uma forma apropriada pela imprensa. Progressivamente, meu trabalho foi ficando mais demorado, mais complexo".
Rubem Grilo
Senac Nacional 1999
GRILO, Rubem. Gravura, linguagem e vida. In: OFICINAS: gravura. Rio de Janeiro: SENAC, 1999. p. 113-118.

Exposições Individuais

1972 - Rio de Janeiro RJ - Primeira individual, na Marina Lima Presentes
1973 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Atelier
1981 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na EAV/Parque Lage
1983 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria de Arte Banerj
1983 - São Paulo SP - Individual, no Sesc Pompéia
1984 - Paris (França) - Individual, no Espace Latino-Américain
1984 - Vitória ES - Rubem Grilo: xilogravuras, na Ufes. Galeria de Arte e Pesquisa
1985 - Curitiba PR - Individual, na Casa da Gravura Solar do Barão
1985 - Joinville SC - Individual, no Museu de Arte de Joinville
1985 - Porto Alegre RS - Individual, no Margs
1985 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Funarte. Galeria Sérgio Milliet
1986 - Brasília DF - Individual, na Galeria Oswaldo Goeldi
1986 - Campinas SP - Individual, na Galeria Aquarela
1986 - Cuiabá MT - Individual, na Universidade Federal de Mato Grosso. Instituto de Linguagens
1986 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Suzanna Sassoun
1989 - Assunção (Paraguai) - Individual, no Centro de Estudos Brasileiros
1992 - São Paulo SP - Arte Menor, no Masp
1993 - Brasília DF - Individual, no Espaço Cultural 508 Sul
1995 - Rio de Janeiro RJ - Rubem Grilo: xilogravuras, na EAV/Parque Lage
1995 - Rio de Janeiro RJ - Rubem Grilo: xilogravuras, na UERJ. Centro de Educação e Humanidades
1996 - Rio de Janeiro RJ - Arte Menor: xilogravuras, no CCBB
1997 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Guignard
1997 - Vitória ES - Individual, na Ufes. Galeria de Arte e Pesquisa
1998 - Rio de Janeiro RJ - Pensar Gráfico, no Paço Imperial
1998 - Salvador BA - Individual, no MAM/BA
1999 - Florianópolis SC - Individual, no Masc
2000 - Nova Hamburgo RS - Individual, no Centro Universitário Feevale
2000 - Pelotas RS - Individual, no Museu de Arte Leopoldo Gottuzzo
2000 - Porto Alegre RS - Arte Menor: xilogravuras, na Casa de Cultura Mario Quintana. Galeria Sotéro Cosme
2001 - Fortaleza CE - Arte Menor: xilogravuras, no Mauc
2004 - Passo Fundo RS - Rubem Grilo: Coleção Paulo Dalacorte, no Museu de Artes Visuais Ruth Schneider
2004 - Recife PE - Arte Menor, na UFPE. Instituto de Arte Contemporânea. Centro Cultural Benfica
2004 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Anita Schwartz Galeria

Exposições Coletivas

1972 - Capri (Itália) - 2ª Triennale Internazionale della Xilografia Contemporânea - prêmio aquisição
1972 - Rio de Janeiro RJ - 21º Salão Nacional de Arte Moderna, no MEC
1972 - Rio de Janeiro RJ - 4º Salão de Verão, no MAM/RJ
1973 - Niterói RJ - 2ª Mostra de Artes Visuais do Estado do Rio de Janeiro
1973 - Rio de Janeiro RJ - 22º Salão Nacional de Arte Moderna
1973 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão de Verão, no MAM/RJ
1974 - Rio de Janeiro RJ - Grafikos, na Livraria Carlitos
1976 - Rio de Janeiro RJ - Arte Gráfica na Imprensa, na ABI
1976 - São Paulo SP - Exposição com ilustradores do jornal Movimento, na Aliança Francesa
1982 - Curitiba PR - 5ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, na Casa da Gravura Solar do Barão
1982 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ - prêmio aquisição
1982 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Carioca de Arte, na Estação Carioca do Metrô
1982 - Rio de Janeiro RJ - Universo do Futebol, no MAM/RJ
1983 - Curitiba PR - Salão de Gravura - 1º prêmio
1983 - México - 31 Artistas Gráficos Brasileiros
1983 - Colômbia - 31 Artistas Gráficos Brasileiros
1983 - Montevidéu (Uruguai) - 1ª Bienal de Grabado Iberoamericano, no Museo de Arte Contemporânea - prêmio especial de viagem ao exterior
1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1983 - Rio de Janeiro RJ - 7º Salão Carioca de Arte, na Estação Carioca do Metrô
1983 - São Paulo SP - Exposição sobre Direitos Humanos, no CCSP
1983 - Taipé (Taiwan) - 1ª International Biennial Print Exhibition, no Taipei Fine Arts Museum
1984 - Brno (Tchecoslováquia, atual República Tcheca) - 11ª Biennal of Graphic Design
1984 - Curitiba PR - 6ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba A Xilogravura na História da Arte Brasileira, na Casa Romário Martins - premiado
1984 - Fortaleza CE - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas
1984 - Rio de Janeiro RJ - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ - premiado
1984 - Rio de Janeiro RJ - O Rosto e a Obra, na Galeria do Ibeu Copacabana
1984 - Rio de Janeiro RJ - O Universo da Xilogravura, na Funarte. Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
1984 - Rio de Janeiro RJ - A Xilogravura na História da Arte Brasileira, na Funarte. Galeria Sérgio Milliet
1984 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Carioca de Arte, na Estação Carioca do Metrô
1984 - São Paulo SP - 15º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1985 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1985 - Rio de Janeiro RJ - Arte Construção: 21 artistas contemporâneos, na Galeria do Centro Empresarial Rio
1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1986 - Bogotá (Colômbia) - 5ª Bienal Americana de Artes Gráficas
1986 - Bogotá (Colômbia) - Nuevos Nombres: 4 artistas brasileños, no Banco de La República. Biblioteca Luis Ángel Arango
1987 - Berlim (Alemanha) - Intergrafik: internationale biennale der grafik - 3º prêmio
1987 - Brasília DF - Missões 300 Anos: a visão do artista, no Teatro Nacional Cláudio Santoro
1987 - Campinas SP - 1ª Bienal Internacional da Gravura, no MACC
1987 - Porto Alegre RS - Missões 300 Anos: a visão do artista, na UFRGS. Centro Cultural
1987 - Rio de Janeiro RJ - Missões 300 Anos: a visão do artista, na EAV/Parque Lage
1987 - São Paulo SP - Missões 300 Anos: a visão do artista, no Masp
1987 - Taipé (Taiwan) - 3ª International Biennial Print Exhibition, no Taipei Fine Arts Museum
1988 - Brno (Tchecoslováquia, atual República Tcheca) - 13ª Biennal of Graphic Design
1988 - Curitiba PR - 8ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba. Adir Botelho e Rubem Grilo, no Museu de Arte do Paraná
1988 - Porto Alegre RS - Missões 300 Anos: a visão do artista
1988 - Rio de Janeiro RJ - Missões 300 Anos: a visão do artista, na EAV/Parque Lage
1988 - São Paulo SP - Missões 300 Anos: a visão do artista, no Masp
1989 - Belo Horizonte MG - 21º Festival de Inverno da UFMG
1989 - Havana (Cuba) - 3ª Bienal de Havana
1989 - Liubliana (Iugoslávia - atual Eslovênia) - 18ª Bienal Internacional de Gravura, na Moderna Galerija Ljubljana
1989 - Rio de Janeiro RJ - Gravura Brasileira: 4 temas, na EAV/Parque Lage
1990 - Amadora (Portugal) - 2ª Bienal de Gravura
1990 - Berlim (Alemanha) - Intergrafik: internationale triennale grafik
1990 - Biella (Itália) - Premio Internazionale Biella per l'Incisione
1990 - Caracas (Venezuela) - Encuentro de Grabado Latinoamericano
1990 - Rio de Janeiro RJ - Armadilhas Indígenas, na Funarte
1990 - São Paulo SP - Armadilhas Indígenas, no Masp
1990 - Tuzla (Iugoslávia, atual Bósnia-Herzegóvina) - 6ª International Biennial Exhibition of Portrait, Drawings and Graphics
1990 - Winterthur (Suíça) - 11ª Xylon: international triennial exhibition of artists relief printing - 2º prêmio
1991 - Campinas SP - Imaginário Popular, na Galeria Aquarela de Arte Contemporânea
1991 - São José do Rio Pardo SP - Imaginário Popular, no Museu Rio Pardense
1992 - Curitiba PR - 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba. Mostra América, no Museu da Gravura (Curitiba, PR)
1992 - Rio de Janeiro RJ - Gravura de Arte no Brasil: proposta para um mapeamento, no CCBB
1993 - Biella (Itália) - 12º Premio Internazionale Biella per L'Incisione
1993 - Helsinque (Finlândia) - International Print Triennial, no Alvar Aalto Museum
1993 - João Pessoa PB - Xilogravura: do cordel à galeria, na Funesc
1993 - Lisboa (Portugal) - Matrizes e Gravuras Brasileiras: Coleção Guita e José Mindlin, na Fundação Calouste Gulbenkian. Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1994 - Belgrado (Iugoslávia - atual Sérvia e Montenegro) - 3º Print Biennal Belgrade
1994 - Cidade do México (México) - 9ª Bienal Ibero-Americana de Arte
1994 - São Paulo SP - Xilogravura: do cordel à galeria, no Metrô
1995 - Belo Horizonte MG - Imagem Derivada: um olhar acerca do desdobramento da gravura hoje, no MAP
1995 - Biella (Itália) - Premio Internazionale Biella per L'Incisione
1996 - Cidade do México (México) - 10ª Bienal Ibero-Americana de Arte
1996 - Winterthur (Suíça) - 13ª Xylon: international triennial exhibition of artists relief printing
1997 - Barra Mansa RJ - Traços Contemporâneos: homenagem a gravura brasileira, no Centro Universitário de Barra Mansa
1997 - Cracóvia (Polônia) - International Print Triennial
1997 - Curitiba PR - A Arte Contemporânea da Gravura, no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba
1997 - Irving (Estados Unidos) - Contemporary Brazilian Prints, na University of Dallas. Haggar Art Gallery
1997 - Liubliana (Eslovênia) - 22ª International Biennial of Graphic Art
1997 - Odessa (Estados Unidos) - Contemporary Brazilian Prints, na Gallery at The University of Texas of the Permian Basin
1997 - Plano (Estados Unidos) - Contemporary Brazilian Prints, na Collin County Community College. Spring Creek Art Gallery
1997 - Wichita Falls (Estados Unidos) - Contemporary Brazilian Prints, na Midwestern State University Art Gallery
1998 - Abilene (Estados Unidos) - Contemporary Brazilian Prints, na Abilene Christian University Shore Art Gallery
1998 - Baton Rouge (Estados Unidos) - Contemporary Brazilian Prints, na Louisiana State University
1998 - Cidade do México (México) - 11ª Bienal Iberoamericana de Arte, no Museo del Palacio de Bellas Artes
1998 - Rio de Janeiro RJ - A Imagem do Som de Caetano Veloso, no Paço Imperial
1998 - Rio de Janeiro RJ - Teoria dos Valores, no MAM/RJ
1998 - Rio de Janeiro RJ - A Imagem do Som de Caetano Veloso (1998 : Rio de Janeiro, RJ) - Paço Imperial (Rio de Janeiro, RJ)
1998 - São Paulo SP - 24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1998 - São Paulo SP - Os Colecionadores - Guita e José Mindlin: matrizes e gravuras, na Galeria de Arte do Sesi
1998 - São Paulo SP - Teoria dos Valores, no MAM/SP
1999 - Niterói RJ - Mostra Rio Gravura. Acervo Banerj, no Museu do Ingá
1999 - Rio de Janeiro RJ Curadoria - Mostra Rio Gravura. Coleção Guita e José Mindlin, no Centro Cultural Correios
2000 - Buenos Aires (Argentina) - 1ª Bienal Argentina de Gráfica Latino-Americana, no Museu Nacional del Grabado
2000 - Hanover (Alemanha) - Expo 2000 Hannover
2000 - São Paulo SP - Investigações. A Gravura Brasileira, no Itaú Cultural
2001 - Brasília DF - Investigações. A Gravura Brasileira, na Galeria Itaú Cultural
2001 - Penápolis SP - Investigações. A Gravura Brasileira, na Galeria Itaú Cultural
2001 - São Paulo SP - Cultura Brasileira 1, na Casa das Rosas
2002 - Brasília DF - Fragmentos a Seu Ímã, no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio
2002 - Passo Fundo RS - Gravuras: Coleção Paulo Dalacorte, no Museu de Artes Visuais Ruth Schneider
2002 - Porto Alegre RS - Gravuras: Coleção Paulo Dalacorte, no Museu do Trabalho
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2003 - Rio de Janeiro RJ - Arte em Movimento, no Espaço BNDES
2003 - Rio de Janeiro RJ - Grande Orlândia: artistas abaixo da linha do equador
2003 - São Paulo SP - Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural
2003 - São Paulo SP - MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no MAC/USP

Fonte: Itaú Cultural

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