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Ricardo de Leone Chaves

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BIOGRAFIA

Ricardo de Leone Chaves (Porto Alegre RS 1951)

Fotógrafo.

Respeitado como um dos grandes nomes do fotojornalismo nacional, tem carreira movimentada. Autodidata, começa como auxiliar de laboratório no jornal Zero Hora, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, em 1969, passando em seguida para a agência Focontexto, de Assis Hoffmann. Trabalha para a sucursal gaúcha do Jornal do Brasil (1972/1974), após o que colaborou com diversas publicações da Editora Abril, antes de ser contratado em 1976. Transferiu-se para o Rio de Janeiro, em 1981, onde permanece até 1984, quando se muda para São Paulo, deixando a Abril para atuar como editor de fotografia adjunto (1984/1986) e, depois, editor (1986/1988), da revista IstoÉ. Em 1988 muda-se para Brasília, Distrito Federal, onde trabalha como coordenador de fotografia da agência Estado até 1991, quando volta a São Paulo para assumir o cargo de editor de fotografia da mesma empresa. Em 1992, retorna finalmente à sua cidade natal, Porto Alegre, para ser editor de fotografia do jornal Zero Hora.

Críticas

"Trabalhamos juntos pela primeira vez em 1979, incorporados à equipe da revista Veja, encarregada de cobrir a volta ao Brasil do exilado Leonel Brizola, e pude testemunhar o estilo impetuoso do meu jovem parceiro. Numa calçada de São Borja, à espera do caminhão que transportava Brizola, vi passar um jipe reservado aos fotógrafos. Eles disputavam, com a determinação homicida de náufragos homiziados no último bote, o melhor ângulo para congelar a imagem do líder que voltava. Graças a seus dotes físicos e profissionais, além de cotoveladas só comparáveis às que o grande Elias Figueiroa celebrizou no Beira-Rio, Kadão conseguiu cenas suficientemente impressionantes para garantir-lhe a assinatura da foto da capa".
Augusto Nunes
Carta ao Leitor, Zero Hora, 23 de maio de 1992.

"Como é um obstinado que busca imagens a qualquer tempo em qualquer lugar, isso significa que não raro seu corpanzil absorve menos calorias e proteínas do que seria de esperar. Mas o senso profissional - e a inseparável bolsa de fotógrafo - saem invariavelmente bem nutridos com um material de altíssima qualidade. Kadão não é apenas o editor de fotografia de Zero Hora. Ele é o melhor fotógrafo do Brasil".
Marcelo Rech
O Peregrino das Imagens, Zero Hora, abril de 1996.

Exposições Coletivas

1980 - Uruguai, Imagens de uma História Recente
1987 - Sonhos ao Sol
1992 - F 1, Vida de Cigano
1992 - Londres (Inglaterra) - Turning the Map: Images from the Americas, na Camerawork Gallery
1994 - Além da Utopia
1995 - São Paulo SP - Bienal Fotojornalismo Brasileiro, na Fundação Bienal
1999 - São Paulo SP - 9ª Coleção Pirelli/Masp de Fotografias, no Masp
2004 - Porto Alegre RS - Olho Vivo: a arte da fotografia, no Santander Cultural

Fonte: Itaú Cultural

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