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Renina Katz

OBRAS DO ARTISTA

Renina Katz - Sem Título


Sem Título

Técnica: aquarela sobre papel
Data: 1993/94
Medida: 77 x 56 cm
Comentários: ass. inf. dir.


Preço: Sob Consulta
Renina Katz - Sem Título


Sem Título

Técnica: aquarela sobre papel
Data: 1994
Medida: 67 x 57 cm
Comentários: ass. inf. dir.


Preço: Sob Consulta
Renina Katz - Figura Feminina


Figura Feminina

Técnica: guache sobre papel
Data: 1947
Medida: 30 x 18 cm
Comentários: ass. inf. dir.


Preço: Sob Consulta
Renina Katz - Romanceiro da Inconfidência


Romanceiro da Inconfidência

Técnica: gravuras em metal
Data: 1956
Medida: 40 x 27 cm
Comentários: assinado
Álbum composto por 8 gravuras em metal sobre papel, edição de 20 exemplares. Impresso em 1990, com as matrizes originais em água-forte feitas pela artista em 1956 para ilustrar edição do "Romanceiro da Inconfidência" de Cecília Meireles, não concretizada na época. Complementa série de desenhos preparatórios recuperados por Elsio Motta e entregues sob a guarda de José Mindlin e que hoje pertencem a Brasiliana - Bilblioteca José e Guita Mindlin. Exemplar nº XII/XX.

Preço: Sob Consulta
Renina Katz - Sem Título


Sem Título

Técnica: aquarela sobre papel
Data: 2010
Medida: 100 x 75 cm
Comentários: ass. inf. dir.
Aquarela pertencente a série exposta no Centro Cultural da Caixa Econômica Federal de Salvador em 2011 "Cor e Luz - Aquarelas - Renina Katz", reproduzida no catálogo da mostra.

Preço: Sob Consulta

BIOGRAFIA

Renina Katz (Rio de Janeiro RJ 1925)

Gravadora, desenhista, ilustradora, professora.

Renina Katz Pedreira cursa a Escola Nacional de Belas Artes - Enba, no Rio de Janeiro, entre 1947 e 1950. Tem como professores, entre outros, Henrique Cavalleiro (1892 - 1975) e Quirino Campofiorito (1902 - 1993). Licencia-se em desenho pela Faculdade de Filosofia da Universidade do Brasil. Inicia-se em xilogravura com Axl Leskoschek (1889 - 1975) , em 1946. Incentivada por Poty (1924 - 1998), ingressa no curso de gravura em metal, oferecido por Carlos Oswald (1882 - 1971) no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro. Muda-se para São Paulo em 1951, e leciona gravura no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp e, posteriormente, na Fundação Armando Álvares Penteado - Faap, até a década de 1960. Em 1956, publica o primeiro álbum de gravuras, intitulado Favela. A partir dessa data, é docente da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU/USP, onde permanece por 28 anos, e na qual apresenta teses de mestrado e doutorado.

Comentário Crítico

No início da carreira, Renina Katz dedica-se à pintura e realiza retratos e paisagens do Rio de Janeiro. Na década de 1950 sua obra denota preocupações sociais com um caráter de denúncia. Revela o universo dos trabalhadores urbanos e de personagens marginalizados, como nas várias gravuras que tratam do tema dos retirantes (1948/1956) ou no álbum Favelas, 1956. Suas xilogravuras apresentam um caráter realista, uma mensagem direta e grande concisão de elementos formais e têm grande requinte técnico, sendo comparadas, por alguns críticos, com a produção da gravadora alemã Käthe Kollwitz (1867 - 1945). A emoção é expressa graficamente na contundente oposição entre os pretos e brancos que confere às cenas o aspecto dramático, como ocorre em Retirantes, s.d.

Renina Katz deixa os temas ligados ao realismo social a partir da metade da década de 1950, quando sua obra passa gradualmente a adquirir um caráter não figurativo, embora permaneça nela a relação com a paisagem. A artista passa a enfatizar, cada vez mais, o jogo de transparências em suas obras. Inicia a produção em litogravura na década de 1970. A maioria de suas gravuras são sugestões de paisagens, concebidas como lugares da memória. Na opinião do crítico Roberto Pontual, quando suas gravuras pendem para o caráter lírico, Katz aproxima-se da atmosfera transparente e musical das obras de Fayga Ostrower (1920 - 2001).

Na série Lugares, 1981, a gravadora parte da representação da paisagem urbana, também como um lugar da memória, inspirando-se no poema de Carlos Drummond de Andrade (1902 - 1987) intitulado Paisagem: Como Se Faz. Ela afirma que "a cor surgiu como uma necessidade na evolução do trabalho, e a multiplicação das matrizes trouxe a possibilidade de explorar os vários valores tonais".1 Para obter as superfícies translúcidas, típicas em suas obras, Renina Katz grava muitas matrizes e aplica várias cores, realizando diversas impressões para obter uma única gravura. Em trabalhos posteriores, como Cosmos 2, 1992,  ou Limite 2, 1993, destacam-se a sutil luminosidade e o surpreendente uso da cor.

Notas
1 Citado em KATZ, Renina. Renina Katz. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1997, p. 125.

Depoimentos

"Lá pelos anos cinqüenta e poucos, como eu era uma geração pós-guerra, a geração libertária da guerra contra o fascismo, aderi à vertente do chamado realismo social ou socialista. Trabalhei no que poderia ser considerado proselitismo: a série das favelas, dos retirantes, dos camponeses sem terra, dos meninos do morro etc... (...) Eu ia aos lugares e trabalhava d´après nature. Da série dos retirantes, uma boa parte dos esboços foi feita na Estação do Norte, em São Paulo (...) aos sábados e domingos eu ia lá e desenhava muitíssimo. (...) 
Esse período terminou, e, por uma série de razões, esgotou-se. Eu mudei, era muito jovem, minha perspectiva histórica mudou também, e isso influenciou meu trabalho. Foi uma passagem complicada. (...) Comecei a olhar para fora, comecei a fazer paisagens, a descobrir também a paisagem urbana e, aos poucos, o trabalho foi se transformando. O meu trabalho, que todo mundo acha muito abstrato. . . é relativamente abstrato, porque sempre tem uma referência do entorno, da paisagem... (...) 
Fiz muitas gravuras em serigrafia, além da tese de mestrado (...) Quando comecei a me dedicar regularmente à litografia, fui muito criticada. Os gravadores diziam que fazia estampa e não gravura (...) Também continuo a fazer gravuras em metal. São trabalhos que não circulam muito".
Renina Katz a Laurita Salles - junho de 1993
Depoimento de Renina Katz a Laurita Salles. In: Museu da Gravura Brasileira. Curitiba, jun. 1993. p. 8, 10-11, 14-15.

"Eu comecei pela descoberta dos gravadores japoneses, ainda aluna de pintura na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro... Vi umas estampas japonesas e fiquei fascinada... Comecei então a procurar as gravuras... Frans Masereel, que era um expressionista belga, Käthe Kollwitz, Munch etc. (...) Nessa época havia no Rio um artista austríaco que dava aulas, chamado Axl Leskoschek, e era um excelente xilogravador... Ele era um professor que transmitia uma tal paixão pela xilogravura que acabou contaminando todo mundo. (...) Eu comecei a achar que a xilogravura, naquele momento, era a linguagem adequada para o meu projeto artístico: eu estava numa fase de muito engajamento político, de denúncia..., enfim, todos aqueles arroubos juvenis e achava que a xilogravura, por causa dos cortes, das incisões... (eu trabalhava em preto-e-branco, sem cor alguma), me daria aquilo de que eu precisava. 
Tinha o Goeldi, que era um exemplo magnífico, tinha o Lívio Abramo, Segall, tinha o Munch..., enfim, um conjunto de gravadores que apontavam um caminho no qual eu poderia obter resultados artísticos que faziam parte do meu projeto... E aí eu me encantei totalmente..., fui ver os mexicanos, fui ver o Posada, o Leopoldo Mendez, que era um gravador excelente e fundou o Taller de Artes Graficas do México, que fazia um resgate da gravura popular nos moldes do Posada, dos tempos da revolução... Então com esse conjunto de informações eu fui de corpo e alma, e fiquei fazendo praticamente só desenho e xilogravura, com algumas pequenas incursões na gravura em metal, de 1948 até 1956... Em 1956 me deu uma espécie de crise: eu achava que minha gravura estava ficando numa elaboração extrema, num refinamento formal, e que ela estava perdendo a força de convicção do recado que eu queria dar... Porque era uma gravura muito comprometida com os recados... (...) E aí eu mudei os rumos, partindo para uma outra coisa, que eu ainda não definia bem o que era, em que eu pudesse transmitir outros recados... E tudo isso estava envolvido também com a minha militância: em 1956 eu já não era uma jovem militante..."
Renina Katz a Renato P. Dória - 1995/1996
A XILOGRAVURA em Maria Bonomi e Renina Katz. Revista de Arte e Arqueologia. Campinas, Unicamp, n. 2, p. 311, 1995.

Exposições Individuais

1950 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Enba
1952 - São Paulo SP - Renina Katz: gravuras e desenhos, no Masp
1953 - São Paulo SP - Individual, no Masp
1953 - São Paulo SP - Renina Katz: gravuras, no MAM/SP
1958 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria GEA
1958 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Ambiente
1959 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte das Folhas
1963 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galeria
1964 - Santiago (Chile) - Individual, na Galeria Centro Chile-Brasil
1964 - Valparaíso (Chile) - Individual, na Galeria Centro Chile-Brasil
1966 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Astréia
1967 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galeria
1969 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galeria
1970 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galeria
1970 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Ars Mobile
1973 - Washington (Estados Unidos) - Individual, no Brazilian-American Cultural Institute
1974 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Múltipla de Arte
1975 - Cidade do México (México) - Individual, na Galeria Arvil
1975 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Graffiti Galeria de Arte
1976 - Ouro Preto MG - Individual, no Museu Casa dos Contos. Centro de Estudos do Ciclo do Ouro
1976 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Múltipla de Arte
1977 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Guignard
1977 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1977 - Washington (Estados Unidos) - Individual, no Brazilian-American Cultural Institute
1977 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Múltipla de Arte
1978 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Múltipla de Arte
1979 - Assunção (Paraguai) - Individual, no Centro de Estudos Brasileiros
1979 - Lisboa (Portugal) - Individual, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1979 - Roma (Itália) - Individual, na Galleria Doria Pamphili
1980 - Ribeirão Preto SP - Individual, na Itaugaleria
1980 - Rio de Janeiro RJ - Gravura Brasileira
1981 - Curitiba PR - Individual, na Fundação Cultural de Curitiba
1981 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Fundação Casa de Rui Barbosa
1981 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Suzanna Sassoun
1981 - São Paulo SP - Individual, no Masp
1982 - Salvador BA - Individual, no Solar do Unhão
1983 - Haia (Holanda) - Renina Katz: 20 litografias
1984 - Brasília DF - Renina Katz: litografias, na Galeria Paulo Figueiredo
1985 - Caxias do Sul RS - Individual, na Universidade de Caxias do Sul
1985 - Porto Alegre RS - Individual, no Margs
1986 - São Paulo SP - Individual, na Traço Galeria de Arte
1987 - Curitiba PR - Individual, na Documenta
1987 - São Paulo SP - Renina Katz: aqurelas, na Múltipla de Arte
1988 - Curitiba PR - Individual, no Museu Municipal de Arte
1989 - Curitiba PR - Individual, no Museu de Gravura
1989 - Rio de Janeiro RJ - Renina Katz: litografias, no MNBA
1989 - São Paulo SP - Individual, no Masp
1989 - São Paulo SP - Renina Katz: desenhos, no Museu Lasar Segall
1990 - São Paulo - Renina Katz: o espaço do artista quando jovem, no Paço das Artes
1992 - Ouro Preto MG - Individual, no Museu da Inconfidência
1992 - Poços de Caldas MG - Individual, na Casa da Cultura de Poços de Caldas
1994 - São Paulo SP - Diário de Anotações, na Pinacoteca do Estado
1995 - São Paulo SP - Renina Katz: aqurelas, na Múltipla de Arte
1996 - São Paulo SP - Ares e Lugares, na Pinacoteca do Estado
2002 - São Paulo SP - Individual, no Ana Cláudia Roso Escritório de Arte
2004 - São Paulo SP - Individual, na Estação Pinacoteca

Exposições Coletivas

1946 - Rio de Janeiro RJ - Os Pintores vão à Escola do Povo, na Enba
1948 - Rio de Janeiro RJ - 54º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA
1949 - Rio de Janeiro RJ - 55º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA
1949 - Salvador BA - 1º Salão Baiano de Belas Artes, no Hotel Bahia
1950 - Salvador BA - 2º Salão Baiano de Belas Artes, na Galeria Belvedere da Sé
1951 - Rio de Janeiro RJ - 57º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA - prêmio aquisição e prêmio de viagem ao país
1952 - Rio de Janeiro RJ - 2º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - prêmio aquisição
1953 - Rio de Janeiro RJ - 2º Salão Nacional de Arte Moderna, no MNBA
1954 - Genebra (Suíça) - 9º Recontre International, no Musée Rath
1954 - Goiânia GO - Exposição do Congresso Nacional de Intelectuais
1954 - Rio de Janeiro RJ - Salão Preto e Branco, no Palácio da Cultura
1954 - Salvador BA - 4º Salão Baiano de Belas Artes, no Hotel Bahia
1954 - São Paulo SP - 3º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1954 - Varsóvia (Polônia) - Mostra de Arte Brasileira
1954 - Zurique (Suíça) - Arte Brasileira, Arquitetura Brasileira Moderna e Novos Gráficos Brasileiros, no Kunstgewerbenmuseum
1955 - Nova Délhi (Índia) - Mostra de Arte Brasileira
1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP
1955 - São Paulo SP - 4º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - prêmio aquisição e medalha de ouro
1956 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Ferroviário
1956 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão Nacional de Arte Moderna
1956 - Veneza (Itália) - 28ª Bienal de Veneza
1956 - Wisconsin (Estados Unidos) - Internacional Print Show
1956 - Zurique (Suíça) - Xylon 2
1957 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Arte Moderna
1957 - São Paulo SP - 6º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1958 - Rio de Janeiro RJ - 7º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1958 - Rio de Janeiro RJ - Salão do Mar
1959 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1959 - São Paulo SP - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1959 - São Paulo SP - 8º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - prêmio aquisição
1960 - São Paulo SP - 9º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1960 - São Paulo SP - Coleção Leirner, na Galeria de Arte das Folhas
1960 - São Paulo SP - Contribuição da Mulher às Artes Plásticas no País, no MAM/SP
1961 - Rio de Janeiro RJ - 1ª O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana
1961 - São Paulo SP - 10º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1971 - Rio de Janeiro RJ - 9º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ
1974 - Genebra (Suíça) - Coletiva, na Galeria Ziegler
1974 - Madri (Espanha) - Arte Gráfica de Hoje, na Sala de Exposições da Direção Geral de Belas Artes
1974 - New Orleans (Estados Unidos) - Contemporary Brazilian Prints, na Loyola University
1974 - Alabama (Estados Unidos) - Contemporary Brazilian Prints, na University of South Alabama
1974 - Tennessee (Estados Unidos) - Contemporary Brazilian Prints, na University of Tennessee
1974 - Washington (Estados Unidos) - Contemporary Brazilian Prints, no Brazilian-American Cultural Institute
1974 - Rio de Janeiro RJ - A Moderna Gravura Brasileira, na Fundação Biblioteca Nacional
1974 - São Paulo SP - 6º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1975 - Paris (França) - Arte Gráfica Brasileira, no Musée Galliera
1975 - Viena (Áustria) - Arte Gráfica Brasileira, no Museu Albertina
1975 - Lisboa (Portugal) - Arte Gráfica Brasileira, na Fundação Gulbenkian
1976 - Buenos Aires (Argentina) - 20 Artistas Brasileños, no Centro de Arte y Comunicación (CAYC) e no Museo de Bellas Artes de Bahia Blanca
1976 - Massachusetts (Estados Unidos) - Arte Gráfica Brasileira, no Bristol Community College
1976 - São Paulo SP - 7 Artistas de Litografia, na Galeria de Arte Global
1977 - São Paulo SP - 9º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1977 - Washington (Estados Unidos) - The Original and its Reproduction: a Melhoramentos project, no Brazilian-American Cultural Institute
1978 - Curitiba PR - 1ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, no Centro de Criatividade
1979 - Belo Horizonte MG - Aquarela no Brasil, no Paço das Artes
1979 - São Paulo SP - Matrizes e Filiais: 4 artistas, no Sesc
1979 - Tel Aviv (Israel) - Artistas Brasileiros em Israel
1980 - Belgrado (Iugoslávia) - Artistas Brasileiros
1980 - Curitiba PR - Gravuras, no Centro de Criatividade
1980 - São Bernardo do Campo SP - Acervo da Pinacoteca de São Bernardo
1980 - São Paulo SP - 12º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1980 - São Paulo SP - Coletiva, na Galeria Lácio
1981 - Nova York (Estados Unidos) - A Gravura de Mulher Brasileira, na Brazilian Cultural Foundation
1982 - Maracaibo (Venezuela) - 2ª Bienal de Gravura
1982 - Penápolis SP - 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1982 - São Paulo SP - Seis Gravadores Expressionistas do Brasil: Segall, Goeldi, Abramo, Renina, Poty, Grassmann, no Museu Lasar Segall
1983 - Londres (Inglaterra) - 18 Women Brazilian Artists, no Barbican Art Gallery
1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1984 - Curitiba PR - 6ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba. A Xilogravura na História da Arte Brasileira, na Casa Romário Martins
1984 - Ourinhos SP - Homenagem a Arte da Gravura no Brasil, na Itaugaleria
1984 - Ribeirão Preto SP - Gravadores Brasileiros Anos 50/60, na Galeria CampusUSP-Banespa
1984 - Rio de Janeiro RJ - 4 Gravadores, na Arte Maior Galeria
1984 - Rio de Janeiro RJ - A Xilogravura na História da Arte Brasileira, na Funarte. Galeria Sérgio Milliet
1984 - Rio de Janeiro RJ - Doações Recentes 82-84, no MNBA
1984 - Rio de Janeiro RJ - Visão da Cidade, no Solar Grandjean de Montigny
1984 - São Paulo SP - 15º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP - Prêmio Cia. Suzano de Papéis e Celulose
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1985 - Rio de Janeiro RJ - Axl Leskoschek e seus Alunos: Brasil/1940-1948, na Galeria de Arte Banerj
1985 - São Paulo SP - Axl Leskoschek e seus Alunos: Brasil/1940-1948, no MAM/SP
1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1986 - Belo Horizonte MG - Aquarelistas Brasileiros, no Cemig Espaço Cultural Galeria de Arte
1986 - Havana (Cuba) - 2ª Bienal de Havana
1986 - Veneza (Itália) - 42ª Bienal de Veneza
1987 - Campinas SP - 1ª Bienal Internacional de Gravura, no MACC
1987 - Espanha - Arte Brasileira Contemporânea
1987 - Liubliana (Iugoslávia - atual Eslovênia) - 17ª Bienal Internacional de Gravura, na Moderna Galerija Ljubljana
1988 - Curitiba PR - 8ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba, na Fundação Cultural
1988 - Lisboa (Portugal) - Pioneiros e Discípulos, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1988 - Salvador BA - Os Ilustradores de Jorge Amado, na Fundação Casa de Jorge Amado
1988 - São Paulo SP - 1º Salão Nacional de Aquarelas da FASM, na Faculdade Santa Marcelina
1988 - São Paulo SP - MAC 25 Anos: aquisições e doações recentes, no MAC/USP
1988 - São Paulo SP - Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Sesc Pompéia
1989 - Copenhague (Dinamarca) - Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Museu Charlottenborg
1989 - Espanha - El Grabado Brasileño Contemporáneo
1989 - Rio de Janeiro RJ - Gravura Brasileira: 4 temas, na EAV/Parque Lage
1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1990 - Curitiba PR - 9ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura
1990 - Logroño (Espanha) - El Grabado Brasileño Contemporáneo
1991 - Curitiba PR - Museu Municipal de Arte: acervo, no Museu Municipal de Arte
1991 - São Paulo SP - A Mata, no MAC/USP
1991 - São Paulo SP - Homem e Natureza, no MAC/USP
1991 - São Paulo SP - Registros e Impressões: artistas seminais, na Casa das Rosas
1992 - Curitiba PR - Enfocando a Gravura em Metal, no Museu da Gravura
1992 - Curitiba PR - 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba/Mostra América, no Museu da Gravura
1992 - Rio Janeiro RJ - Gravura de Arte no Brasil: proposta para um mapeamento, no CCBB
1993 - João Pessoa PB - Xilogravura: do cordel à galeria, na Funesc
1993 - Lisboa (Portugal) - Matrizes e Gravuras Brasileiras: Coleção Guita e José Mindlin, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1993 - Manágua (Nicarágua) - Coletiva, no Centro de Estudos Brasileiros
1993 - São Paulo SP - Obras para Ilustração do Suplemento Literário: 1956 1967, no MAM/SP
1993 - Veneza (Itália) - Coletiva, na Fondazione Scientifica Querini Stampalia
1994 - Rio de Janeiro RJ - LivroObjeto: a fronteira dos vazios, no CCBB
1994 - Rio de Janeiro RJ - Trincheiras: arte e política no Brasil, no MAM/RJ
1994 - São José dos Campos SP - 1ª Bienal de Gravura de São José dos Campos
1994 - São Paulo SP - Bandeiras: 60 artistas homenageiam os 60 anos da USP, no MAC/USP
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Coletiva, no CCSP
1994 - São Paulo SP - Gravuras: sutilezas e mistérios, técnicas de impressão, na Pinacoteca do Estado
1994 - São Paulo SP - Os Clubes de Gravura do Brasil, na Pinacoteca do Estado
1994 - São Paulo SP - Poética da Resistência: aspectos da gravura brasileira, na Galeria de Arte do Sesi
1994 - São Paulo SP - Xilogravura: do cordel à galeria, no Metrô
1995 - São Paulo SP - LivroObjeto: a fronteira dos vazios, no MAM/SP
1995 - São Paulo SP - 1ª United Artist, na Casa das Rosas
1996 - Rio de Janeiro RJ - Panorama da Gravura Brasileira, no Museus Castro Maya. Museu da Chácara do Céu
1996 - São Paulo SP - Bandeiras, na Galeria de Arte do Sesi
1996 - São Paulo SP - Ex Libris /Home Page, no Paço das Artes
1996 - São Paulo SP - Mulheres Artistas no Acervo do MAC, no MAC/USP
1996 - São Paulo SP - 4º Studio Unesp Sesc Senai de Tecnologias de Imagens, no Sesc Pompéia
1997 - Barra Mansa RJ - Traços Contemporâneos: homenagem a gravura brasileira, no Centro Universitário de Barra Mansa
1997 - São Paulo SP - A Cidade dos Artistas, no MAC/USP
1998 - Brasília DF - Brasileiro que nem Eu, que nem Quem?, no Ministério das Relações Exteriores
1998 - Brasília DF - Cien Recuerdos para Garcia Lorca, no Espaço Cultural 508 Sul
1998 - Campinas SP - A Grande Arte da Gravura, na Galeria Croqui
1998 - Jacareí SP - Mulheres Gravadoras: uma homenagem a Edith Behring, na Vila Cultura - Pátio do Trilhos
1998 - Rio de Janeiro RJ - Pensar Gráfico: A Gravura da Linguagem, no Paço Imperial
1998 - São Paulo SP - Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa-Paulista
1998 - São Paulo SP - Os Colecionadores - Guita e José Mindlin: matrizes e gravuras, no Galeria de Arte do Sesi
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura. Coleção Guita e José Mindlin, no Espaço Cultural dos Correios
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura. Gravura Moderna Brasileira: acervo Museu Nacional de Belas Artes, no MNBA
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura. Maria Bonomi e Renina Katz: gravuras recentes, no Museu Histórico Nacional
1999 - São Paulo SP - Brasileiro que nem Eu, que nem Quem?, no MAB/Faap. Salão Cultural
1999 - São Paulo SP - Litografia: fidelidade e memória, no Espaço de Artes Unicid
2000 - Cidade do México (México) - 12ª Bienal Iberoamericana de Arte, no Palácio de Bellas Artes de La Ciudad de México
2000 - São Paulo SP - Brasil Sobre Papel: matizes e vivências, no Espaço de Artes Unicid
2000 - São Paulo SP - Investigações: A Gravura Brasileira, no Itaú Cultural
2000 - São Paulo SP - Maria Bonomi, Renina Katz: vigência, na Galeria Múltipla de Arte
2000 - São Paulo SP - O Papel da Arte, na Galeria de Arte do Sesi
2000 - Valência (Espanha) - De la Antropofagia a Brasilía: Brasil 1920-1950, no IVAM. Centre Julio Gonzáles
2001 - Brasília DF - Investigações. A Gravura Brasileira, no Galeria Itaú Cultural
2001 - Penápolis SP - Investigações. A Gravura Brasileira, no Galeria Itaú Cultural
2001 - Rio de Janeiro RJ - Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light
2001 - São Paulo SP - O Feminino na Arte, na Biblioteca Mário de Andrade
2002 - Passo Fundo RS - Gravuras: Coleção Paulo Dalacorte, no Museu de Artes Visuais Ruth Schneider
2002 - Porto Alegre RS - Gravuras: Coleção Paulo Dalacorte, no Museu do Trabalho
2002 - São Paulo SP - Da Antropofagia a Brasília: Brasil 1920-1950, no MAB
2002 - São Paulo SP - Ópera Aberta: celebração, na Casa das Rosas
2002 - São Paulo SP - Quem Faz as Bienais, na Galeria Múltipla de Arte
2003 - Rio de Janeiro RJ - Projeto Brazilianart, na Almacén Galeria de Arte
2003 - São Paulo SP - A Gravura Vai Bem, Obrigado: a gravura histórica e contemporânea brasileira, no Espaço Virgílio
2003 - São Paulo SP - Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural
2003 - São Paulo SP - Arteconhecimento: 70 anos USP, no MAC/USP
2003 - São Paulo SP - Entre Aberto, na Gravura Brasileira
2003 - São Paulo SP - Israel e Palestina: dois estados para dois povos, no Sesc Pompéia
2003 - São Paulo SP - MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no MAC/USP
2004 - São Paulo SP - Novas Aquisições: 1995 - 2003, no MAB/Faap

Fonte: Itaú Cultural

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