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Nelson Felix

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BIOGRAFIA

Nelson Felix (Rio de Janeiro RJ 1954)

Escultor, desenhista, professor.

Nelson Tavares Felix de Oliveira inicia estudos de pintura com Ivan Serpa (1923 - 1973) em 1971. Forma-se em arquitetura em 1977. Dedica-se inicialmente ao desenho e, posteriormente, à escultura. Em 1989, recebe bolsa do Ministério da Cultura da França, por exposição ocorrida na Galeria Charles Sablon, em Paris. Recebe, em 1991, a bolsa Vitae de Artes Plásticas. A partir da década de 1990, realiza esculturas de mármore com base em órgãos ou aspectos do corpo humano. Em 1994, é artista residente na Curtin University, em Perth, e no Karratha College, em Karratha, ambas na Austrália. Também nessa data idealiza as Mesas, esculturas em granito, nas quais faz referências às interações entre a natureza e os objetos culturais. Ao retornar ao Brasil, realiza, em 1995, com Luiz Felipe Sá, o vídeo O Oco, sobre sua produção artística. Sua obra é analisada nas publicações Nelson Felix, com texto de Rodrigo Naves, pela editora Cosac & Naify, em 1998; Nelson Felix, com textos de Glória Ferreira, Nelson Brissac e Sônia Salzstein, pela editora Casa da Palavra, em 2001; e Trilogias: Conversas entre Nelson Felix e Glória Ferreira, pela editora Pinakotheke, em 2005.

Comentário Crítico

No início da carreira, Nelson Felix realiza desenhos carregados de matéria, obtidos pela pressão contínua do grafite sobre o papel, que antecipam suas esculturas. Elas são monolitos de grafite, nos quais são inseridos pequenos diamantes. O artista busca assim estabelecer relações entre a matéria opaca e a transparente, sendo que ambas, o grafite e o diamante, são formadas pelo mesmo elemento, o carbono.

Em trabalhos posteriores, Felix explora formas e relações por meio de organismos animais e vegetais. Em Grande Budha (1985), garras de metal são introduzidas no tronco de uma árvore à medida que ela cresce. O procedimento, de inegável aparência agressiva, permite que seja acentuado o processo de crescimento da árvore, que normalmente passaria despercebido. Constrangido por uma força não natural, o tronco da árvore oferece uma imagem do que ocorre quando se pretende controlar um elemento da natureza.

Na exposição Mesas (1995), realizada na Galeria Luisa Strina, em São Paulo, são reunidas seis mesas talhadas em granito, que, de móveis cotidianos, assumem outro caráter, aproximando-se da aparência de altares. Sobre elas, são depositados moldes realizados com base em seu corpo, nos quais são imersas, em azeite, glândulas endócrinas fundidas em ferro. Uma dessas mesas, muito pesada, é suspensa no teto de forma a roçar levemente as plantas dormideiras - que se fecham ao menor contato -, colocadas no solo. A obra faz referência a um estado de iminente transformação e à interações entre a natureza e os objetos culturais. Nelson Felix reforça a sensação de estranheza em suas obras com a reunião de elementos familiares e outros não usuais. Tanto em Grande Budha quanto em Mesas, o artista leva à extrema radicalidade a percepção da forma aberta no espaço. Já em Lajes (1997), apresentada na exposição Arte Cidade: a cidade e suas histórias, o deslocamento de três lajes de uma construção no centro de São Paulo cria outro ritmo no espaço arquitetônico, explorando relações entre equilíbrio e instabilidade. A consciência da totalidade do espaço é assim também trabalhada em relação à arquitetura.

Felix produz volumes esculpidos em mármore, que à primeira vista se assemelham a composições abstratas e têm por modelo glândulas ou órgãos do corpo humano, inspirando-se em manuais de medicina. O hiperdimensionamento das formas orgânicas e sua aparência expressiva lhes conferem um caráter de estranheza. O modelo natural passa a integrar o mundo das imagens, adquirindo uma dimensão plástica e revelando aspectos míticos ou simbólicos.

Toda a produção do artista tem, portanto, um caráter orgânico. Na opinião do historiador da arte Rodrigo Naves, a obra de Felix pode ser percebida em dois planos, um estritamente formal, que se apresenta aos olhos do observador, e outro sugerido, ao qual não se tem acesso diretamente. A articulação dessas duas dimensões, em constante tensão, confere ao trabalho de Nelson Felix sua particularidade diante da produção contemporânea.

Críticas

"Depois de rápido aprendizado com Ivan Serpa em 1971 (...), ainda que nesse período jamais tivesse abandonado a prática do desenho, seu instrumento básico, preferiu esperar até 1980 para apresentá-lo de maneira mais volumosa e conseqüente numa primeira individual. Desde então, esses desenhos conservaram um caráter de comentário sintético, de redução da figura humana e dos objetos a um mínimo de indícios, bem como de economia constante no plano cromático. Os pretos predominam, provocando uma sensação de feltro a sustentar a violência dos choques da memória, convocada a transitar de novo com as suas histórias nunca completas e claras. Agrada-lhe também exercitar formatos inusitados de suporte, gosto que talvez seja uma parte da explicação para os objetos e as esculturas, de borracha e metal, com que passou a trabalhar nos últimos tempos. Sempre recorrendo à estranheza, matriz do mágico".
Roberto Pontual
PONTUAL, Roberto. Entre dois séculos: arte brasileira do século XX na coleção Gilberto Chateaubriand. Rio de Janeiro: JB, 1987. 

"Toda a produção de Nelson Felix tem uma feição orgânica inequívoca. O artista lança mão de formas tiradas do corpo humano, usa por vezes seres vivos em suas obras (plantas, animais, etc.) e mesmo o caráter das relações que estabelece tem muito de troca de energia, de movimento vital. Com isso sua obra tende a existir praticamente em dois planos: um estritamente formal, que se entrega plenamente aos olhos do observador, e outro sugerido, ao qual não temos acesso direito e que possui uma vida misteriosa e intensa. Será a precisão na articulação dessas duas dimensões que conferirá ao trabalho não só uma particularidade em meio à produção contemporânea como principalmente um teor crítico distante das inúmeras mitologias intimistas dos nossos dias".
Rodrigo Naves
NAVES, Rodrigo. O espírito da coisa. In: FELIX, Nelson. Nelson Felix. Texto Rodrigo Naves. São Paulo: Cosac & Naify, 1998. p. 14.

Depoimentos

"Eu tenho um método: não anotar, não desenhar. Se você está envolvido mentalmente com o trabalho, ele vai ficando na cabeça, você vai elaborando o tempo inteiro. Quando eu fui morar na montanha aconteceu uma coisa interessante. Eu fiquei cinco anos sem luz, e isso me trouxe uma certa disciplina. Eu desenhava muito naquela época, e quando chegava uma determinada hora eu tinha de parar porque não tinha mais luz. Então eu acendia a lareira e ficava pensando no que eu ia fazer no dia seguinte: amanhã eu tenho de ver a placa de chumbo, fazer isso, fazer aquilo. No dia seguinte, eu estava muito certo do meu primeiro ato, imediatamente, meu pensamento descia para a mão, e eu começava a pensar com a mão e com a cabeça ao mesmo tempo. Já o processo da escultura é diferente. Ele está totalmente na cabeça, sempre, ele nunca desce para a mão, quando desce para a mão - é um ato de fazer, tem de ser assim".
Nelson Felix
FELIX, Nelson. Nelson Felix. Texto Rodrigo Naves. São Paulo: Cosac & Naify, 1998. p. 43.

Acervos

Banco Real - São Paulo SP
Banco Suiço-Brasileiro - São Paulo SP
Fonde National d'Art Coontemporain - França
FUNARTE - Rio de Janeiro RJ
Instituto Itaú Cultural - São Paulo SP
Museu de Arte Contemporânea de Niterói - MAC - Niterói - Niterói RJ
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ - Rio de Janeiro RJ
Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP - São Paulo SP
Museu Nacional de Belas Artes - MNBA - Rio de Janeiro RJ
Nynex Corporation - Nova York, Estados Unidos

Exposições Individuais

1980 - Rio de Janeiro RJ - Primeira individual, na Galeria Jean Boghici
1980 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina
1983 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Paulo Klabin
1984 - São Paulo SP - Individual, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte
1986 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Saramenha
1988 - Rio de Janeiro RJ - Nelson Felix: esculturas e desenhos, na Galeria Saramenha
1988 - São Paulo SP - Nelson Felix: esculturas e desenhos, na Galeria Luisa Strina
1989 - Paris (França) - Individual, na Galeria Charles Sablon - recebe bolsa do Ministério da Cultura da França
1990 - Nova Friburgo RJ - Individual, no Porão das Artes, na Secretaria de Cultura
1990 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina
1993 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Paulo Fernandes
1993 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no MNBA
1993 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina
1993 - São Paulo SP - Individual, no Masp
1994 - Perth (Austrália) - Individual, no Perth Institute of Art
1995 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina
1995 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Millan
1996 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Paulo Fernandes
1996 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Funarte
1996 - São Paulo SP - Nelson Felix: desenhos, na Galeria OX
1997 - Brasília DF - Individual, na Referência Galeria de Arte
1997 - Brasília DF - Individual, no Espaço Cultural 508 Sul
1998 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Paulo Fernandes
1998 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina
1998 - São Paulo SP - Individual, no MuBE
2001 - Rio de Janeiro RJ - Baladas, na H.A.P Galeria
2003 - Rio de Janeiro RJ - Nelson Félix: esculturas e desenhos, na Galeria H.A.P
2004 - São Paulo SP - Vazio Sexo, na Marília Razuk Galeria de Arte
2005 - São Paulo SP - Trilogias, no Museu de Arte Moderna de São Paulo
2005 - Rio de Janeiro RJ - Trilogias, no Paço Imperial
2006 - Vila Velha ES - Camiri, no Museu Vale
2007 - Belo Horizonte MG - Nelson Felix, na Manoel Macedo Galeria de Arte
2008 - Rio de Janeiro RJ - 4 cantos, na H.A.P Galeria
2009 - Rio de Janeiro RJ - Cavalariças, na H.A.P Galeria

Exposições Coletivas

1976 - Rio de Janeiro RJ - 11º Salão de Maio, na SBBA - menção honrosa
1976 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Universitário de Artes Plásticas, na Funarte - 2º prêmio
1978 - Rio de Janeiro RJ - Desenho 78, no Hotel Copacabana Palace
1978 - São Paulo SP - Artistas Cariocas, na Fundação Bienal
1979 - Rio de Janeiro RJ - 2º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1979 - Rio de Janeiro RJ - 3º Salão Carioca de Arte, no Palácio da Cultura - premiado
1980 - Belo Horizonte MG - Grupo Configuração, no Palácio das Artes
1980 - Brasília DF - Grupo Configuração, na Fundação Cultural do Distrito Federal
1980 - Curitiba PR - Grupo Configuração, na Fundação Cultural de Curitiba. Solar do Barão
1981 - Rio de Janeiro RJ - Do Moderno ao Contemporâneo: Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1982 - Lisboa (Portugal) - Do Moderno ao Contemporâneo: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1983 - Curitiba PR - 5ª Mostra do Desenho Brasileiro, no Teatro Guaíra
1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1984 - Niterói RJ - 12 Desenhistas Brasileiros: um traço em comum, na Galeria de Artes UFF
1984 - Rio de Janeiro RJ - Como Vai Você, Geração 80?, na EAV/Parque Lage
1984 - São Paulo SP - 15º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1984 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP
1985 - Califórnia (Estados Unidos) - Brazil 10: works on paper, na Sonoma State University Art Gallery
1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1985 - Rio de Janeiro RJ - Brasil Desenho, na Funarte
1985 - Rio de Janeiro RJ - Velha Mania: desenho brasileiro, na EAV/Parque Lage
1985 - São Paulo SP - 26 Artistas, na Galeria Paulo Klabin
1985 - São Paulo SP - Brasil Desenho, no CCSP
1985 - Vitória ES - 3 Foragidos, na Ufes. Galeria de Arte e Pesquisa
1986 - Fortaleza CE - Imagine: o planeta saúda o cometa, na Arte Galeria
1986 - Los Angeles (Estados Unidos) - 1st Los Angeles International Art Fair
1986 - Niterói RJ - Na Ponta do Lápis, na Galeria de Arte da UFF
1986 - Nuremberg (Alemanha) - 3ª Trienal de Desenho, no Germansches National Museum
1986 - Porto Alegre RS - Caminhos do Desenho Brasileiro, no Margs
1986 - Viena (Áustria) - 3ª Trienal de Desenho, no Gurlitt Museum
1986 - Linz (Áustria) - 3ª Trienal de Desenho, na Neue Galerie der Stadt Linz
1987 - Los Angeles (Estados Unidos) - 2nd Los Angeles International Art Fair
1987 - Nova York (Estados Unidos) - Coletiva, na Scott Hanson Gallery e Eliane Benson Gallery
1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1988 - Paris (França) - Avant-Première, na Galerie Charles Sablon
1989 - Rio de Janeiro RJ - Rio Hoje, no MAM/RJ
1990 - Colônia (Alemanha) - 24ª Cologne Art Fair, no Stand Galeria Luisa Strina
1990 - Rio de Janeiro RJ - O Rosto e a Obra, na Galeria do Ibeu Copacabana
1991 - Basiléia (Suíça) - Basel Fair, no Stand Galeria Luisa Strina
1991 - Caracas (Venezuela) - Brasil: la nueva generación, na Fundación Museo de Bellas Artes
1991 - Paris (França) - Blancs Dominantes, na Galerie Charles Sablon
1992 - Niterói RJ - 1ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1992 - Paris (França) - 33 Esculturas Latino-Americanas, no Centro Cultural Mexicano
1993 - Brasília DF - 2º Fórum Brasília de Artes Visuais
1993 - Brasília DF - Um Olhar sobre Joseph Beuys, na Fundação Athos Bulcão
1993 - Niterói RJ - 2ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no MAC/Niterói
1993 - Rio de Janeiro RJ - Brasil, 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA
1993 - Rio de Janeiro RJ - Direitos Humanos: pintando a solução, no MNBA
1993 - Rio de Janeiro RJ - Emblemas do Corpo: o nu na arte moderna brasileira, no CCBB
1993 - São Paulo SP - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateubriand, na Galeria de Arte do Sesi
1994 - Rio de Janeiro RJ - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateubriand, no MAM/RJ
1996 - Niterói RJ - Arte Contemporânea Brasileira na Coleção João Sattamini, no MAC/Niterói
1996 - Rio de Janeiro RJ - Coleção Carioca, no Espaço Cultural dos Correios
1996 - Rio de Janeiro RJ - Mesas/Mensae, na Funarte. Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
1996 - Rio de Janeiro RJ - Muito Antes Pelo Contrário, na Galeria Paulo Fernandes
1996 - São Paulo SP - 23ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - Prêmio Bravo Brasil TVA, ao melhor artista brasileiro da mostra
1996 - São Paulo SP - Desenhos, no Espaço Ox
1997 - Curitiba PR - Coletiva de Abertura - Casa da Imagem
1997 - São Paulo SP - Arte Cidade: a cidade e suas histórias, na Estação da Luz, nas Indústrias Matarazzo e no Moinho Central
1998 - Belo Horizonte MG - Escultura Brasileira Contemporânea, no MAP
1998 - Brasília DF - Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no MAB/DF
1998 - Maracaibo (Venezuela) - 3ª Bienal do Barro de América, no Centro de Arte de Maracaibo Lia Bermúdez
1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no MAC/Niterói
1998 - Ribeirão Preto, SP - As Dimensões da Arte Contemporânea, no Museu de Arte de Ribeirão Preto Pedro Manuel-Gismondi
1998 - São Paulo SP - 3ª Bienal do Barro de América, no Memorial da América Latina
1998 - São Paulo SP - Fronteiras, no Itaú Cultural
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Masp
1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no MAC/Niterói
1999 - Belo Horizonte MG - Da Pintura e da Escultura, na Celma Albuquerque Galeria de Arte
1999 - Porto Alegre RS - 2ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, no Margs, no Espaço Usina Gasômetro e no Espaço Armazém do Cais do Porto (antigo DEPREC)
1999 - São Paulo SP - Mostra Rio Gravura. Impressões Contemporâneas, no Paço Imperial
1999 - São Paulo SP - Território Expandido, no Sesc Pompéia
2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20: arte do Brasil, na Fundação Calouste Gulbenkian. Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
2000 - Niterói RJ - Coleção Sattamini: dos materiais às diferenças internas, no MAC/Niterói
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - Fim de Milênio: os anos 90 no MAM, no MAM/SP
2001 - Rio de Janeiro RJ - O Espírito de Nossa Época, no MAM/RJ
2001 - São Paulo SP - O Espírito de Nossa Época, no MAM/SP
2002 - Belo Horizonte MG - Antonio Dias e Nelson Felix, na Celma Albuquerque Galeria de Arte
2002 - Brasília DF - Fragmentos a Seu Ímã, no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio
2002 - Fortaleza CE - Ceará Redescobre o Brasil, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
2002 - Rio de Janeiro RJ - A Imagem do Som do Rock Pop Brasil, no Paço Imperial
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 - Rio de Janeiro RJ - 10ª Universidarte, na Galeria Maria Martins Universidarte
2002 - São Paulo SP - 4º Artecidadezonaleste, no Sesc Belenzinho
2002 - São Paulo SP - Infláveis, no Sesc Belenzinho
2002 - São Paulo SP - Insólitos, no MAM/SP
2002 - São Paulo SP - Mapa do Agora: arte brasileira recente na Coleção João Sattamini do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Instituto Tomie Ohtake
2003 - São Paulo SP - 2080, no MAM/SP
2003 - São Paulo SP - Meus Amigos, no MAM/SP
2003 - São Paulo SP - Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no Instituto Tomie Ohtake
2003 - Vila Velha ES - O Sal da Terra, no Museu Vale do Rio Doce
2004 - Rio de Janeiro RJ - Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira, no MNBA
2004 - São Paulo SP - Arte Contemporânea no Ateliê de Iberê Camargo, no Centro Universitário Maria Antonia
2004 - São Paulo SP - Fotografia e Escultura no Acervo do MAM - 1995 a 2004, no MAM/SP
2004 - Curitiba PR - Tomie Ohtake na Trama Espiritual da Arte Brasileira: exposição comemorativa dos 90 anos da artista, no Museu Oscar Niemeyer
2005 - São Paulo SP - O Corpo na Arte Contemporânea Brasileira, no Itaú Cultural
2005 - Paris (França) - Diversidade na Arte Contemporânea Brasileira, no Carreau du Temple
2005 - Porto Alegre RS - Bienal de Artes Visuais do Mercosul
2005 - Rio de Janeiro RJ - Projeto UniversiArte, na Universidade Estácio de Sá
2006 - São Paulo SP - MAM na Oca, na Oca
2006 - Caxias do Sul RS - Gravura em Metal: matéria e conceito no ateliê Iberê Camargo, no Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho
2007 - São Paulo SP - 80/90: modernos, pós-modernos, etc, no Instituto Tomie Ohtake
2007 - Curitiba PR - 62º Salão Paranaense, no Museu de Arte Contemporânea do Paraná
2008 - São Paulo SP - MAM 60, na Oca
2008 - Londres (Reino Unido) - Paper Trail: 15 Brazilian Artists, na Allsopp Contemporary
2010 - São Paulo SP - Ponto de Equilíbrio, no Instituto Tomie Ohtake
2010 - São Paulo SP - Recortes de uma Coleção, na Galeria Ricardo Camargo
2010 - São Paulo SP - 6ª sp-arte, na Fundação Bienal
2010 - Rio de Janeiro RJ - Arquivo Geral, no Centro de Arte Hélio Oiticica
2010 - Rio de Janeiro RJ - Objetos Diretos: pequenos formatos de artistas brasileiros, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
2011 - São Paulo SP - 7ª SP-Arte, no Pavilhão da Bienal

Fonte: Itaú Cultural

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