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Luiz Hermano

OBRAS DO ARTISTA

Luiz Hermano - Universo

Universo

litogravura sobre papel
1984
34 x 34 cm (cada)
ass. inf. dir.
Albúm contendo 10 gravuras assinadas e datadas. Exemplar nº 41/50.

Preço: Sob Consulta
Luiz Hermano - Sem Título

Sem Título

escultura em cobre retorcido
27 x 86 x 44 cm

Preço: Sob Consulta

BIOGRAFIA

Luiz Hermano (Preaoca CE 1954)

Escultor, gravador, desenhista, pintor.

No início dos anos 1970, Luiz Hermano Façanha Farias estuda filosofia em Fortaleza e, de maneira autodidata, trabalha com gravura em metal e desenho. Em 1979, freqüenta aulas de gravura com Carlos Martins (1946) na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage, no Rio de Janeiro. No mesmo ano, transfere-se para São Paulo e realiza a mostra Desenhos, no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp. Em 1984, recebe o Prêmio Chandon de Arte e Vinho, com o qual viaja para Paris, e faz exposição individual na Galeria Debret. Em 1983, participa da 5ª Bienal Internacional de Seul, e da 2ª Bienal Pan-Americana de Havana, em 1986. Na década de 1980, dedica-se, sobretudo, à pintura. Nos anos 1990, desenvolve obras tridimensionais utilizando materiais diversos, entre eles madeira, bambu e arames de cobre, alumínio e ferro. Expõe pinturas na 19ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1987, e esculturas na 21ª edição do evento, em 1991. Apresenta a mostra Esculturas para Vestir, no Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP, em 1994. Depois passa a trabalhar com artigos de consumo de massa, como brinquedos de plástico e utensílios de limpeza, com os quais cria instalações, painéis e objetos.

Comentário crítico

No inicio da carreira, Luiz Hermano produz desenhos e gravuras, nos quais a linearidade é fundamental, e apresenta cenas de inspiração surreal, que derivam do imaginário das gravuras populares e da literatura de cordel. Tanto em sua obra gráfica quanto nas pinturas estão presentes também memórias de infância e um certo aspecto lúdico. Posteriormente, passa a produzir objetos e esculturas em materiais filiformes, nos quais explora possibilidades formais relacionadas à produção artesanal de utensílios de seu estado natal, o Ceará, como os trançados, em que utiliza alumínio, cobre, aço inoxidável ou bronze. Como nota o historiador da arte Tadeu Chiarelli, o artista utiliza um modo de produção precário, artesanal, originário de um mundo pré-industrializado, para a criação de formas autônomas, empregando para isso materiais industrializados. É justamente nessa tensão que reside o interesse de sua obra. Essas questões podem ser percebidas, por exemplo, na série de trabalhos que empregam a figura do cubo. Nela, a lógica associada a essa figura geométrica é subvertida pela fragilidade construtiva.

Em produção mais recente, Hermano apropria-se de materiais diversos daqueles empregados anteriormente, como metais coloridos, cabaças naturais e vários tipos de brinquedos de plástico. Cria estruturas vazadas, enredadas no espaço, como as Torres (2003), construídas com réguas plásticas, em que explora questões ligadas ao equilíbrio e desequilíbrio. Como lembra ainda a crítica de arte Maria Alice Milliet, suas peças têm uma fragilidade que deriva dos materiais e também do processo de construção que utiliza.

Críticas

"Luiz Hermano, quando constrói suas esculturas, obedece a padrões e à inteligência interna de certas técnicas preexistentes, como a tecelagem, a cestaria, e a outros procedimentos artesanais imemoriais.

Apenas num país como o Brasil, onde a industrialização não rompeu com o modo de produção que em outras nações a antecedeu, seria pertinente encontrar um artista que, ao operar com materiais industrializados, resgata com tanta instensidade e com tamanha propriedade práticas artesanais antiquíssimas. (...)

Em vez de enrolar, vincar, dobrar, torcer, cortar, alguns artistas brasileiros vêm costurando, bordando, ligando, colando dobradiças entre a visualidade não-erudita brasileira e as grandes questões da arte internacional das últimas décadas. É esse contexto que a produção de Luiz Hermano ocupa. E amplia".
Tadeu Chiarelli
Chiarelli, Tadeu. O minimalismo, a arte brasileira, o pós-minimalismo e a produção de Luiz Hermano - mas não necessariamente nessa ordem. Hermano, Luiz. Luiz Hermano. n. p.

"A obra de Luiz Hermano percorre um caminho balizado pelas estruturas construtivas que a compõem, pelas nuanças rítmicas de seus desdobramentos e repetições, pelos entrelaçamentos de luz e sombra, pela pontuação da sintaxe barroca dos grafismos rebuscados, pela memória arcaica dos artefatos de sua terra natal, o Ceará, e pela sensualidade vibrátil que pontua a economia opulenta das insistentes linhas compositivas. Conjugando os elementos desse trajeto, a reflexão suscitada recupera sem nostalgia uma artesania de um tempo ideal que aponta para o desenraizamento do artista, da mesma forma que para sua inserção do mundo. (...)

A dimensão do jogo que se arma entre o todo e as partes, o contínuo e o descontínuo, o fragmento e a obra promove a unidade e o rigor no trabalho do artista, conferindo-lhe uma racionalidade que oscila entre a montagem seca e a voluptuosa teia infiltrada de sensualidade. Sem perder a coerente organização das relações entre as partes, as esculturas resultam dessa relação, pela qual se infiltram linhas movediças, a quebrantar, com aguçada ironia, a rigidez de construções estritamente cerebrinas".
Stella Teixeira de Barros
Barros, Stella Teixeira de. Onde o ser e o estar igual fora. In: Hermano, Luiz. Luiz Hermano. n. p.

"Na obra de Luiz Hermano, a linha é o elemento construtor tanto no plano quanto no tridimensional. É o fio que enredado tece a teia e capta a figura e, trançado, arma a forma. No desenho - cerne de seu discurso plástico - o traço deriva de movimentos amplos, sinuosos ou restritos e enovelados. O gesto denota um prazer voluptuoso pelas curvas e rotundidades, pela repetição de motivos: torna-se gráfico quando risca o suporte e tátil quando manipula a matéria. A gestualidade é um vai-e-vem da mão, insistente como no rabisco da criança ou no ato de tecer. Um certo automatismo neste fazer libera a imaginação; o que passa para a obra são lembranças, sensações, fragmentos de histórias.

Entre os signos recorrentes na produção do artista - desenho, gravura, pintura e escultura - dois são notáveis: a espiral e a fita de Moebius, isolados ou compondo outras formas. O olhar atento descobrirá que faunos, sereias, espaçonaves, larvas, algas, moluscos e outras imagens são construídos por um emaranhado de linhas que nas gravuras substitui a regularidade da hachura. Do mesmo modo é possível reconhecer aqueles signos na trama que estrutura os objetos".
Maria Alice Milliet
Milliet, Maria Alice. Luiz Hermano: construção de um imaginário. In: HERMANO, Luiz. Luiz Hermano: esculturas para vestir. Apres. Maria ALice Milliet. São Paulo: MAM, 1994.

Acervos

Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo/Brasil
Biblioteca Nacional de Paris - Paris, França
Brazilian Embassy in Berlin - Alemanha
Brazilian Embassy in Jakarta - Jakarta Idonesia
Coleção Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC/USP - São Paulo SP
Coleção Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP
Museu de Arte de São Paulo Assis Cateaubriand - Masp - São Paulo SP
Museu de Arte Brasileira, MAB/Faap - São Paulo SP
Museu de Arte Contemporânea - MAC - Recife PE
Museu de Arte Contemporânea - MAC - Fortaleza CE
Museu de Arte Contemporânea - MAC - Curitiba PR
Museu da Gravura da Cidade de Curitiba - Curitiba PR 
Metrô de São Paulo - Estação República - São Paulo SP

Exposições Individuais

1978 - Fortaleza CE - Individual, na Galeria Credimus
1979 - São Paulo SP - Individual, no Masp
1981 - São Paulo SP - Individual, no Masp
1982 - São Paulo SP - Individual, no MAC/USP
1983 - Brasília DF - Individual, na Fundação Cultural de Brasília
1983 - Cuiabá MT - Individual, no Museu de Arte e Cultura Popular
1983 - Fortaleza (Ceará) - Individual, na Arte Galeria 
1984 - Paris (França) - Individual, na Galeria Debret
1984 - São Paulo SP - Individual, no Paço das Artes
1985 - São Paulo SP - Individual, no Paço das Artes
1986 - São Paulo SP - Bélico, na Galeria Unidade Dois
1987 - São Paulo SP - Luiz Hermano, no Ateliê Alex Cerveny, Eide Feldon, Humberto Brasil e Luis Hermano
1987 - São Paulo SP e Rio de Janeiro RJ - Individual, na Montesanti Galeria
1987 - Washington e Nova York (Estados Unidos) - Astronave, no Brazilian American Culture Institute e Art Studio
1989 - Curitiba PR - Projetos para Dias de Chuva, no Museu da Gravura da Cidade de Curitiba
1990 - São Paulo SP - Imagem Objeto, no MAC/USP
1992 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Montesanti-Roesler
1993 - Berlim (Alemanha) - Individual, no Epiphaniekirche, Charlottenburg
1994 - São Paulo SP - Esculturas para Vestir, no MAM/SP
1995 - Goiânia GO - Luiz Hermano: objetos, na Marina Potrich Galeria de Arte
1995 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Joel Edelstein Arte Contemporânea
1995 - São José dos Campos SP - Gravuras, Pinturas e Objetos, na Fundação Cultural Cassiano Ricardo
1996 - Morro da Viagem ES - Individual, na Estação Cultural Mosteiro Zen Budista
1997 - São Paulo SP - Individual, na Valu Oria Galeria de Arte
1998 - Fortaleza CE - Individual, no Centro Cultural da Abolição
1999 - Belo Horizonte MG - Individual, na Kolams Galeria de Arte
1999 - Recife PE -  Individual, na Galeria Ária
1999 - Brasília DF - Individual, na Referência Galeria de Arte
2000 - Brasília DF - Individual, na Galeria Referência
2000 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP - Nestlé
2000 - São Paulo SP - Individual, na Valu Oria Galeria de Arte
2001 - São Paulo SP -  Individual, no Paço das Artes
2001 - Berlim (Alemanha) - Individual, na Embaixada do Brasil 
2002 - Stuttgart (Alemanha) - Individual, na Adriana Schmidt Gallery
2003 - São Paulo SP - Ludens, na Galeria Nara Roesler

Exposições Coletivas

1979 - Fortaleza CE - Salão de Abril - Primeiro Prêmio de Gravura
1980 - Curitiba PR - 3ª Mostra de Gravura, na Casa da Gravura Solar do Barão - prêmio aquisição
1980 - Fortaleza CE - 8º Salão Nacional do Ceará - prêmio aquisição
1980 - Rio de Janeiro RJ - 3º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MNBA
1980 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Arte Contemporânea 
1980 - São Paulo SP - 1º Salão de Arte Contemporânea
1980 - São Paulo SP - Desenho Jovem, no MAC/USP
1980 - Rio de Janeiro RJ - 3º Salão Nacional de Artes Plásticas
1981 - Curitiba PR - 38º Salão Paranaense, no Teatro Guaíra 
1981 - Curitiba PR - 3ª Mostra do Desenho Brasileiro - prêmio aquisição
1981 - Curitiba PR - 4ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, na Casa da Gravura Solar do Barão
1981 - Piracicaba SP - 14º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba, na Casa das Artes Plásticas Miguel Dutra
1981 - Rio de Janeiro RJ - 4º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1981 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Arte Contemporânea
1981 - San Juan (Porto Rico) - 5ª Bienal de Grabado
1981 - São Paulo SP - 16ª Bienal Internacional de São Paulo 
1981 - Seul (Coréia) - 4ª Bienal Internacional de Seoul 
1982 - Curitiba PR - 5ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, na Casa da Gravura Solar do Barão
1982 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ - prêmio aquisição
1983 - Seul (Coréia) - 5ª Bienal Internacional  
1984 - Curitiba PR - 1ª Bienal Latino Americana de Gravura
1984 - Curitiba PR - 6ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba
1984 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Arte Contemporânea
1984 - Santo André SP - 12º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal
1984 - São Paulo SP - 15º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1984 - São Paulo SP - Arte na Rua 2
1984 - São Paulo SP - Prêmio Chandon de Arte e Vinho - Primeiro Prêmio de Viagem ao Exterior
1986 - Curitiba PR - 7º Acervo do Museu Nacional da Gravura - Casa da Gravura, no Museu Guido Viaro 
1986 - Havana (Cuba) - 2ª Bienal Pan-Americana de Havana
1986 - São Paulo SP - 1ª Seleção Helena Rubinstein de Arte Jovem, no Museu de Arte de São Paulo
1987 - Paris (França) - Premiére Selection de L´Art Jeune Brésilien, na Maison de l´Amerique Latine
1987 - São Paulo SP - 19ª Bienal Internacional de São Paulo, Funda - sala especial 
1987 - São Paulo SP - A Trama do Gosto/Objetos, na Fundação Bienal
1987 - São Paulo SP - Premiére Selection de L´Art Jeune Brésilien, no Masp
1990 - Curitiba PR - 9ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura
1990 - São Paulo SP - 21º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1990 - São Paulo SP - 9 Artistas, na Adriana Penteado Arte Contemporânea
1990 - São Paulo SP - Arte Gravura Hoje, no Paço das Artes
1990 - São Paulo SP - Gente de Fibra, no Sesc Pompéia 
1990 - São Paulo SP - Objetos, na Galeria Casa Triângulo
1991 - São Paulo SP - 21ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal de São Paulo
1991 - Workshop Brasil Alemanha - Mostra itinerante
1992 - Paris (França) - Gravadores do Sec. XX, na Biblioteca Nacional de Paris
1992 - Poços de Caldas MG - Arte Moderna Brasileira: acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, na Casa da Cultura
1992 - São Paulo SP - 7º Salão Brasileiro de Arte, na Fundação Mokiti Okada
1992 - São Paulo SP - A Sedução dos Volumes: os tridimensionais do MAC, no MAC/USP
1992 - São Paulo SP - Arte Brasileira na Coleção Anos 70, 80, 90, no MAC/USP
1992 - São Paulo SP - Mostra Fundação Mokifi Okada - Prêmio de Viagem a Nova York
1992 - São Paulo SP - Nove Artistas, na Adriana Penteado Arte Contemporânea
1994 - Miami e Chicago (Estados Unidos) - Objetos, no Art Miami e Chicago International Art Exposition
1994 - São Paulo SP - Bandeiras: 60 artistas homenageiam os 60 anos da USP, no MAC/USP
1995 - São Paulo SP - Brasil Japão Arte, na Fundação Mokiti Okada
1995 - São Paulo SP - Coletiva 34, na Adriana Penteado Arte Contemporânea
1995 - São Paulo SP - Entre Objetos, na Galeria Nara Roesler
1996 - Santiago (Chile) - Viva Brasil , no MAC/Santiago
1996 - São Paulo SP - 15 Artistas Brasileiros, no MAM/SP
1996 - São Paulo SP ? Bandeiras, na Galeria de Arte do Sesi
1997 - Ouro Preto MG - Experiências e Perspectivas: 12 visões contemporâneas, no Museu Casa dos Contos. Centro de Estudos do Ciclo do Ouro
1997 - Ouro Preto SP - Festival de Inverno da UFMG. Experiências e Perspectivas: 12 Visões
1997 - Rio de Janeiro RJ - 15 Artistas Brasileiros, no MAM/RJ
1997 - São Paulo SP - 3º United Artists: luz, na Casa das Rosas
1997 - São Paulo SP - Dimensões da Arte Contemporânea, MAC/USP 
1997 - São Paulo SP - Luz, na Casa das Rosas
1997 - São Paulo SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1997 - São Paulo SP - A Cidade dos Artistas, no MAC/SP
1997 - São Paulo SP - Arte Suporte Computador, na Casa das Rosas
1998 - Belo Horizonte MG - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1998 - Brasília DF - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaugaleria
1998 - Fortaleza CE - Ceará e Pernambuco: dragões e leões, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
1998 - Penápolis SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural
1998 - Rio de Janeiro RJ - 16º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1998 - São Paulo SP - Múltiplos, na Valu Oria Galeria de Arte
1998 -  Madri (Espanha) - ARCO - Valu Oria Galeria de Arte
1999 - Goiânia GO - 2ª Grande Coletiva da Arte Brasileira, na Galeria de Arte Marina Potrich
1999 - Paris (França) - FIAC - Valu Oria Galeria de Arte
1999 - Ribeirão Preto SP - Dudi Maia Rosa, Cristina Rogozinski, Eliane Prolik, Frederico Pinto, Luiz Hermano, Marcia Pastore e Paulo Humberto, no Museu de Arte de Ribeirão Preto Pedro Manuel-Gismondi
2000 - São Paulo SP - Fim de Milênio: os anos 90 no MAM, no MAM/SP
2000 - São Paulo SP - Obra Nova, no MAC/SP
2001 - Brusque SC  -1º Simpósio Internacional de Escultura do Brasil
2001 - Madrid ( Espanha) - ARCO - Valu Oria Galeria de Arte
2001 - Nova York (Estados Unidos) - The Thread Unraveled: contemporary brazilian art, no El Museo del Barrio
2001 - Rio de Janeiro RJ - O Espírito de Nossa Época, no MAM/RJ
2001 - São Paulo SP - Museu de Arte Brasileira: 40 anos, no Museu de Arte Brasileira
2001 - São Paulo SP - O Espírito de Nossa Época, no MAM/SP
2001 - São Paulo SP - Pequenos Formatos, na Valu Oria Galeria de Arte
2001 -  São Paulo SP - Caminhos da Forma, no Sesi - MAC/SP
2002 - Buenos Aires (Argentina) - The Thread Unravelled: contemporary brazilian art, no Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires
2002 - Caracas (Venezuela) - FIA, na Galeria Adriana Schimidt
2002 - Curitiba PR - Faxinal das Artes, no MAC/Curitiba
2002 - Madrid ( Espanha) - ARCO - Valu Oria Galeria de Arte
2002 - São Paulo SP - México Imaginário: o olhar do artista brasileiro, na Casa das Rosas
2002 - São Paulo SP - O Orgânico em Colapso, na Valu Oria Galeria de Arte
2002 - São Paulo SP - Ópera Aberta: celebração, na Casa das Rosas
2003 - Curitiba PR - 6ª Mostra João Turin de Arte Tridimencional, na Casa Andrade Muricy
2003 - Curitiba PR - Heterodoxia: edição Curitiba, no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba
2003 - Goiânia GO - Heterodoxia: edição Goiânia, na Universidade Federal de Goiás. Faculdade de Artes Visuais
2003 - João Pessoa PB - Heterodoxia: edição João Pessoa, na Galeria de Arte Archidy Picado
2003 - Recife PE - Ver de Novo/Ver o Novo, no MAMAM
2003 - Rio de Janeiro RJ - Projeto Brazilianart, no Almacén Galeria de Arte
2003 - São Paulo SP - Entre Aberto, na Gravura Brasileira
2003 - São Paulo SP - MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no MAC/USP
2004 - Campinas SP - Coleção Metrópolis de Arte Contemporânea, no Espaço Cultural CPFL
2004 - Fortaleza CE - Heterodoxia: edição Fortaleza, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
2004 - São Paulo SP - Novas Aquisições: 1995 - 2003, no Museu de Arte Brasileira, no Museu de Arte Brasileira /Faap
2004 - São Paulo SP - Pintura Reencarnada, no Paço das Artes

Fonte: Itaú Cultural

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