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Lothar Charoux

Lothar Charoux

OBRAS DO ARTISTA

Lothar Charoux - Sem Título

Sem Título

técnica mista
19 x 14 cm
ass. inf. dir.

Preço: Sob Consulta
Lothar Charoux - Sem Título

Sem Título

técnica mista
14 x 19 cm
ass. inf. dir.

Preço: Sob Consulta

Leilão de Artes Online

BIOGRAFIA

Lothar Charoux (Viena, Áustria 1912 - São Paulo SP 1987)

Pintor, desenhista, professor.

Inicia estudos artísticos com seu tio, o escultor austríaco Siegfried Charoux. Vem para o Brasil em 1928, e fixa-se em São Paulo. Na década de 1930, matricula-se no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo - Laosp, onde conhece Waldemar da Costa (1904 - 1982), com quem, a partir de 1940, estuda pintura. Pinta paisagens e retratos. Posteriormente passa a lecionar desenho no Liceu de Artes e Ofícios e no Senai. Em 1947, realiza sua primeira exposição individual, na Galeria Itapetininga. A partir de 1948, Charoux volta-se a questões construtivas. Em 1952, participa da fundação do Grupo Ruptura, ao lado de Waldemar Cordeiro (1925 - 1973), Geraldo de Barros (1923 - 1998), Anatol Wladyslaw (1913 - 2004) e outros. Com Hermelindo Fiaminghi (1920 - 2004) e Luiz Sacilotto (1924 - 2003), cria a Associação de Artes Visuais NT - Novas Tendências, em 1963. É homenageado com retrospectiva no Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ em 1974. Em 2005, é publicado o livro Lothar Charoux: A Poética da Linha, pela historiadora de arte Maria Alice Milliet.

Comentário Crítico

A obra de Lothar Charoux, na década de 1940, é bastante diversificada. O artista realiza paisagens, em que apresenta proximidades formais com a pintura de Waldemar da Costa (1904 - 1982) e do Grupo Santa Helena, e retratos de caráter expressionista.

A partir de 1948, Charoux volta-se às questões construtivas. Para a historiadora da arte Ana Maria Belluzzo, o artista trabalha freqüentemente com uma trama prévia, que organiza o campo visual dos quadros. Na década de 1950, realiza a série dos desenhos negros, nos quais explora a oposição gráfica do traço branco com relação a uma superfície negra, promovendo seu valor luminoso. Em outras obras, busca propiciar uma tensão entre figura e fundo, por meio de formas geométricas vazadas, que cortam o plano em diferentes direções.

Para o historiador Walter Zanini, a participação de Charoux no Grupo Ruptura contribui para a maturidade atingida pelo movimento concretista naqueles anos. Em sua obra, o artista explora com criatividade e habilidade as questões da linha, do movimento e do equilíbrio, assim como as vibrações óticas e os mais variados jogos combinatórios.

Críticas

"Artista renitentemente concreto, na acepção mais atual do grupo 'Pesquisas visuais', não imita contudo as generalidades orgânicas e inorgânicas da natureza, não pretende sintetizar em suas linhas e texturas esquemas vegetais, animais ou minerais. Espécie de iluminurista clássico, também não se devota a uma temática religiosa de palimpsestos e de códices canônicos ou dinásticos. Não há episódios bíblicos nem históricos em seu acervo. Dir-se-ia mais um geômetra perdido na disponibilidade das proporções contínuas e harmônicas. Seus trabalhos, por mais atuais que sejam, não visam às soluções de desenho industrial de, por exemplo, Mavignier. Quedam-se nas metamorfoses inaplicáveis dum caleidoscópio cujas figuras eventuais e sempre mutáveis fascinam exatamente pela constante da verdade trigonométrica em tudo quanto é tendência desesperada de fuga ao preestabelecimento. Acha-se assim adstrito àquela arte de Luca Pacioli, Jacopo de Barbari e Vignola, arte que possuía algo da mágica e dos ritmos do número de ouro como antevisão de ritos e liturgias".
José Geraldo Vieira
CHAROUX, Lothar. Lothar Charoux: retrospectiva. São Paulo: MAM, 1974. p.20 [Texto originalmente publicado no jornal Folha de S, Paulo, 28 fev. 1965].

"Lothar Charoux mantém-se absolutamente fiel às questões formais lançadas em seu período concreto, nos anos 50. Desde aquela época vem criando espaços virtuais, em que a forma se completa, gestalticamente, no olho do espectador. Emprega linhas que se organizam simetricamente, e sobre suportes verticais organiza o ritmo visual criado pela relação entre as diferentes densidades lineares e a cor única que serve de fundo. Em seguida, o caráter puramente ótico e musical dá lugar a uma organização mais arquitetônica do espaço, a linha cede à cor".
Frederico Morais
DACOLEÇÃO: os caminhos da arte brasileira. São Paulo: Júlio Bogoricin, 1986.

"O desenho de Charoux é uma pesquisa ardente de precisão e objetividade. A sua geometria é quase escolástica, pouco se desviando dos problemas que se encontram nos manuais da disciplina. Não queremos dizer com isto que se trata de problemas elementares da geometria ginasial. Nenhuma ciência é mais moderna, mais necessária ao espírito do homem contemporâneo do que ela. Sem o seu estudo, o que é fundamental em nossa época no plano plástico, ou passar-nos-ia despercebido, ou incompreendido: como compreender o mecanismo e mais do que o mecanismo, o segredo interno desse vasto campo de formas novas que as ciências, a técnica moderna trouxeram e trazem todos os dias, ao uso cotidiano, isto é, ao conhecimento de nossos sentidos e de nossa imaginação? Charoux é um modesto e consciencioso intermediário entre esse vasto campo de formas novas, inéditas ou inusuais, como que explicado e codificado pela geometria, e nós, os leigos, os transeuntes descuidados, os seus consumidores distraídos ou inconsciente. Todas essas gestalts, ou idéias novas, ou pelo menos características do nosso tempo, são indispensáveis ao seu viver, portanto, à sua organização sensorial, e ao fim de contas à sua sensibilidade. O seu desenho em preto-e-branco, de delicada modulação, premiado em São Paulo, se funda numa figura nova em geometria, embora velha na engenharia, a turbina, ou conforme a definição dos livros, um número infinito de elementos incertos com continuidade. Os elementos estão associados no sentido de dar uma determinada direção. Na turbina, os pontos-elementos se distribuem num círculo perfeito, com a inclinação dos traços ou filetes variando ao longo da circunferência, mas de modo a guardar sempre o mesmo ângulo. A modulação alvinegra que nos encantou no desenho de Charoux era dada por essa inclinação sucessiva, dentro do mesmo ângulo e espaço".
Mário Pedrosa
PEDROSA, Mário. Acadêmicos e modernos: textos escolhidos III. São Paulo: Edusp, 1998. pp.257-259.

Exposições Individuais

1947 - São Paulo SP - Primeira individual, na Galeria Itapetininga
1950 - Salvador BA - Individual, na Galeria Anjo Azul
1957 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galerie
1958 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Ginásio Português
1962 - Campinas SP - Individual, na Galeria Aremar
1965 - São Paulo SP - Individual, na Galeria NT Novas Tendências
1970 - Belo Horizonte MG - Individual, na Ami Galeria de Arte 
1971 - Campinas SP - Individual, na Galeria Girassol
1971 - Santos SP - Individual, no CCBEU
1971 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Alberto Bonfiglioli
1972 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Astréia
1973 - Assunção (Paraguai) - Individual, na Galeria da Missão Cultural Brasileira  
1973 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Grupo B
1974 - São Paulo SP - Retrospectiva, no MAM/SP
1976 - Brasília DF - Individual, na Fundação Cultural do Distrito Federal
1976 - Goiânia (Goiás) - Individual, na Galeria P. D. Araújo
1976 - Milão (Itália) - Individual, no Centro Ítalo-Brasileiro
1978 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Arte Global
1978 - São Paulo SP - Individual, no MAM 
1979 - Montevidéu (Uruguai) - Individual, na Galería Karlen Gugelmeier
1979 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Alberto Bonfiglioli

Exposições Coletivas

1942 - Rio de Janeiro RJ - 48º Salão Nacional de Belas Artes - Divisão Moderna, no MNBA
1942 - São Paulo SP - 7º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1944 - São Paulo SP - 9º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia
1946 - Rio de Janeiro RJ - 6 Novíssimos, no IAB/RJ
1946 - Santiago (Chile) - Exposición de Pintura Contemporánea Brasileña, na Universidad de Santiago do Chile 
1946 - Valparaíso (Chile) - Exposición de Pintura Contemporánea Brasileña
1947 - São Paulo SP - 19 Pintores, na Galeria Prestes Maia
1947 - São Paulo SP - Bonadei, Di Cavalcanti, Noêmia Mourão, Lothar Charoux, Oswald de Andrade Filho, Lúcia Suané, Cesar Lacanna, Mario Zanini e Raphael Galvez, na Galeria Itapetininga 
1949 - Salvador BA - 1ª Salão Baiano de Belas Artes, no Hotel Bahia - primeiro prêmio e medalha de ouro
1950 - Salvador BA - 2ª Salão Baiano de Belas Artes, na Galeria Belvedere da Sé
1951 - Salvador BA - 3ª Salão Baiano de Belas Artes, na Galeria Belvedere da Sé
1951 - São Paulo SP - 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon
1952 - São Paulo SP - 2º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1952 - São Paulo SP - Grupo Ruptura, no MAM/SP
1953 - São Paulo SP - 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados  
1954 - São Paulo SP - 3º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão das Nações
1955 - São Paulo SP - 4º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - prêmio aquisição
1956 - São Paulo SP - 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta, no MAM/SP
1957 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta, no MAM/RJ
1957 - São Paulo SP - 4ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho  
1957 - São Paulo SP - 6º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - pequena medalha de prata
1957 - Tóquio (Japão) - 4ª Bienal de Tóquio
1958 - São Paulo SP - 7º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1958 - São Paulo SP - Clark, Weissmann e Charoux, na Galeria de Arte da Folha
1958 - São Paulo SP - Exposição de Arte Contemporânea, no MAM/SP - 1º prêmio/desenho
1959 - Leverkusen (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa  
1959 - Munique (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa  
1959 - São Paulo SP - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1959 - Viena (Áustria) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 
1960 - Hamburgo (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa  
1960 - Lisboa (Portugal) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa  
1960 - Madri (Espanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 
1960 - Paris (França) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa  
1960 - São Paulo SP - 9º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - prêmio aquisição
1960 - Utrecht (Holanda) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1961 - São Paulo SP - 10º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - prêmio aquisição
1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1962 - São Paulo SP - 11º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - grande medalha de prata
1963 - Campinas SP - Pintura e Escultura Contemporâneas, no Museu Carlos Gomes
1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1963 - São Paulo SP - Galeria Novas Tendências: coletiva inaugural, na Associação de Artes Visuais Novas Tendências
1964 - São Paulo SP - 13º Salão Paulista de Arte Moderna - medalha de ouro
1965 - Campinas SP - 1º Salão de Arte Contemporânea - 1º prêmio/desenho
1965 - São Paulo SP - 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1966 - Campinas SP - Seis Pesquisadores da Arte Visual, no MACC
1966 - Salvador BA - 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas
1966 - São Paulo SP - 15º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1966 - São Paulo SP - Seis Pesquisadores da Arte Visual, no MAC/USP
1966 - São Paulo SP - Três Premissas, no MAB/Faap
1967 - Brasília DF - 4º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, no Teatro Nacional Cláudio Santoro  
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1968 - Assunção (Paraguai) - Tres Aspectos del Dibujo Contemporáneo Brasileño
1968 - Buenos Aires (Argentina) - Tres Aspectos del Dibujo Contemporáneo Brasileño
1968 - La Paz (Bolívia) - Tres Aspectos del Dibujo Contemporâneo Brasileño 
1968 - Rio de Janeiro RJ - 17º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ - isenção de júri 
1968 - Santiago (Chile) - Tres Aspectos del Dibujo Contemporáneo Brasileño
1968 - Santos SP - 1º Salão de Arte Moderna de Santos - prêmio aquisição de melhor conjunto de obra
1968 - São José dos Campos SP - Cinco Pesquisadores da Arte Visual 
1968 - São José dos Campos SP - Cinco Pesquisadores de Arte Visual
1968 - São José dos Campos SP - Seis Pesquisadores da Arte Visual  
1968 - São Paulo SP - 17º Salão Paulista de Arte Moderna - prêmio aquisição
1968 - São Paulo SP - 19 Pintores, na Tema Galeria de Arte
1969 - Belo Horizonte MG - 1º Salão Nacional de Arte Contemporânea de Belo Horizonte, no Museu da Pampulha - prêmio aquisição
1969 - Curitiba PR - 26º Salão Paranaense, na Federação das Indústrias do Paraná - primeiro prêmio/desenho
1969 - Rio de Janeiro RJ - Salão da Bússola, no MAM/RJ
1969 - Santo André SP - 2º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal - prêmio aquisição
1969 - São José dos Campos SP - 1º Salão de Arte Contemporânea - primeiro prêmio
1969 - São Paulo SP - 1º Panorama da Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1969 - São Paulo SP - 1º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Masp
1970 - Campinas SP - 6º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC
1970 - Mogi das Cruzes SP - Mogi-Arte - 1º prêmio
1970 - Rio de Janeiro RJ - 19º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1970 - Santo André SP - 3º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal
1970 - São Bernardo do Campo SP - 13º Salão de Arte de São Bernardo do Campo
1970 - São Caetano do Sul SP - Salão de Arte Contemporânea de São Caetano do Sul
1970 - São José dos Campos SP - 2ª Mostra de Artes Plásticas Contemporâneas
1970 - São Paulo SP - 1º Salão de Arte Contemporânea
1970 - São Paulo SP - 2º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1970 - São Paulo SP - Feira da Arte 70
1971 - Piracicaba SP - 3º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba  
1971 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão de Arte da Eletrobrás, no MAM/RJ - prêmio aquisição
1971 - Rio de Janeiro RJ - 20º Salão Nacional de Arte Moderna
1971 - Rio de Janeiro RJ - 50 Anos de Arte Moderna Brasileira, no MAM/RJ
1971 - Santos SP - 1ª Bienal de Artes Plásticas - 1ª prêmio
1971 - São Paulo SP - 2º Salão de Arte Contemporânea
1971 - São Paulo SP - 3º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP - prêmio/desenho
1971 - São Paulo SP - 3º Salão Paulista de Arte Contemporânea, na Galeria Prestes Maia
1972 - Florianópolis SC - 1º Salão de Artes Plásticas da Ilha de Santa Catarina
1972 - Jundiaí SP - 3º Encontro Jundiaiense de Arte, no Museu Histórico e Cultural - medalha de ouro
1972 - Rio de Janeiro RJ - 21º Salão Nacional de Arte Moderna, no MEC
1972 - São Paulo SP - 2ª Exposição Internacional de Gravura, no MAM/SP
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, Galeria da Collectio
1972 - São Paulo SP - Mostra de Arte Sesquicentenário da Independência e Brasil Plástica - 72, na Fundação Bienal
1972 - São Paulo SP - Múltiplos Brasileiros, na Galeria Múltipla de Arte
1972 - São Paulo SP - Retrospectiva Waldemar da Costa: homenagem ao mestre, no MAM/SP
1972 - São Paulo SP - Retrospectiva Waldemar da Costa: homenagem ao mestre, no MAM/SP
1973 - Porto Alegre RS - 2º Salão de Artes Visuais, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Artes - prêmio aquisição
1973 - Rio de Janeiro RJ - 22º Salão Nacional de Arte Moderna
1973 - São Paulo SP - 12ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1974 - Campinas SP - 9º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC
1974 - Santo André SP - 7º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Centro Cívico, no Paço Imperial - prêmio aquisição
1974 - São Paulo SP - 6º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1975 - Penápolis SP - 1º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1975 - São Paulo SP - 13ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1976 - Penápolis SP - 2º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1976 - São Paulo SP - O Desenho Jovem dos Anos 40, na Pinacoteca do Estado
1977 - Maldonado (Uruguai) - 2ª Bienal Internacional de Desenho
1977 - São Paulo SP - 9º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1977 - São Paulo SP - Os Grupos: a década de 40, no Museu Lasar Segall
1977 - São Paulo SP - Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, na Pinacoteca do Estado, no MAM/RJ
1978 - Penápolis SP - 3º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1978 - São Paulo SP - 19 Pintores, no MAM/SP
1978 - São Paulo SP - As Bienais e a Abstração: a década de 50, no Museu Lasar Segall
1979 - São Paulo SP - 11º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1980 - Penápolis SP - 4º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1980 - São Paulo SP - 12º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1981 - São Paulo SP - Artistas Contemporâneos Brasileiros, no Escritório de Arte São Paulo
1982 - Lisboa (Portugal) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão  
1982 - Londres (Inglaterra) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery  
1982 - Penápolis SP - 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1982 - São Paulo SP - Do Modernismo à Bienal, no MAM/SP
1984 - São Paulo SP - A Cor e o Desenho do Brasil, no MAM/SP
1984 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP
1984 - São Paulo SP - Coletiva, no Movimento das Artes
1985 - Penápolis SP - 6º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação das Artes de Penápolis
1987 - Rio de Janeiro RJ - 1º Abstração Geométrica: concretismo e neoconcretismo, na Fundação Nacional de Arte. Centro de Artes
1987 - São Paulo SP - A Trama do Gosto: um outro olhar sobre o cotidiano, na Fundação Bienal

Exposições Póstumas

1987 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Abstração Geométrica: concretismo e neoconcretismo, na Funarte
1987 - São Paulo SP  - 1ª Abstração Geométrica: concretismo e neoconcretismo, no MAB/Faap
1988 - São Paulo SP - 15 Anos de Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Mokiti Okada
1991 - Santos SP - 3ª Bienal Nacional de Santos, no Centro de Cultura Patrícia Galvão
1991 - São Paulo SP - Construtivismo: arte cartaz 40/50/60, no MAC/USP
1992 - Rio de Janeiro RJ - 1º A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1992 - São Paulo SP - O Olhar de Sérgio sobre a Arte Brasileira: desenhos e pinturas, na Biblioteca Mário de Andrade
1992 - Zurique (Suíça) - Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, no Kunsthaus
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1996 - Rio de Janeiro RJ - Tendências Construtivas no Acervo do MAC/USP: construção, medida e proporção, no CCBB
1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP
1996 - São Paulo SP - Desexp(l)os(ign)ição, na Casa das Rosas
1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no MAC/Niterói
1998 - São Paulo SP - Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Masp
1999 - Rio de Janeiro RJ - A Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/RJ
1999 - São Paulo SP - Década de 50 e Seus Envolvimentos, na Jo Slaviero Galeria de Arte
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Arte Moderna, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - O Papel da Arte, na Galeria de Arte do Sesi
2000 - Valência (Espanha) - De la Antropofagia a Brasilía: Brasil 1920-1950, no IVAM. Centre Julio Gonzáles
2002 - Niterói RJ - Diálogo, Antagonismo e Replicação na Coleção Sattamini, no Museu de Arte Contemporânea - MAC/Niterói
2002 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2002 - São Paulo SP - Da Antropofagia a Brasília: Brasil 1920-1950, no Museu de Arte Brasileira - MAB/Faap
2002 - São Paulo SP - Grupo Ruptura: revisitando a exposição inaugural, no Centro Universitário Maria Antonia
2002 - São Paulo SP - Mapa do Agora: arte brasileira recente na Coleção João Sattamini do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Instituto Tomie Ohtake
2003 - Brasília DF - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
2003 - Cidade do México (México) - Cuasi Corpus: arte concreto y neoconcreto de Brasil: una selección del acervo del Museo de Arte Moderna de São Paulo y la Colección Adolpho Leirner, no Museo Rufino Tamayo
2003 - Rio de Janeiro RJ - Ordem x Liberdade, no Museu de Arte Moderna - MAM/RJ
2003 - São Paulo SP - Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural
2003 - São Paulo SP - MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no MAC/USP
2004 - Rio de Janeiro RJ - Modernidade Transitiva, no MAC/Niterói
2004 - São Paulo SP - Construtivos e Cinéticos, na Galeria Berenice Arvani

Fonte: Itaú Cultural

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