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José Roberto Aguilar

José Roberto Aguilar

OBRAS DO ARTISTA

José Roberto Aguilar - Deuses

Deuses

acrílica sobre tela
2003
227 x 308 cm
ass. no verso


Preço: Sob Consulta
José Roberto Aguilar - Sem Título (Políptico)

Sem Título (Políptico)

óleo sobre tela
1984
200 x 240 cm
ass. inf. dir.
Obra é composta por quatro partes medindo 100 x 120 cm cada.

Preço: Sob Consulta
José Roberto Aguilar - S/T

S/T

acrílico sobre tela
s/d
100 x 70 cm
ass. inf. dir.

Preço: Sob Consulta

BIOGRAFIA

José Roberto Aguilar (São Paulo SP 1941)

Pintor, videomaker, performer, escultor, escritor, músico e curador.

Autodidata, integra o movimento performático-literário Kaos, em 1956, com Jorge Mautner (1941) e José Agripino de Paula. Em 1963, expõe pinturas na 7ª Bienal Internacional de São Paulo. Considerado um dos pioneiros da nova figuração no Brasil, participa da mostra Opinião 65, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, em 1965. Nessa época, passa a pintar com spray e pistola de ar comprimido. Vive em Londres, entre 1969 e 1972, e em Nova York, entre 1974 e 1975, época em que inicia suas experimentações com vídeo. Volta a morar em São Paulo em 1976. No ano seguinte, participa da 14ª Bienal Internacional de São Paulo com a instalação Circo Antropofágico Ambulante Cósmico e Latino-Americano Apresenta Esta Noite: A Transformação Permanente do Tabu em Totem, em que expõe 12 monitores de TV no palco do Teatro Ruth Escobar. Em 1981, cria o grupo musical Banda Performática e lança o livro A Divina Comédia Brasileira. Torna-se discípulo do líder espiritual indiano Rajneesh, em 1983, e começa a assinar suas telas como Aguilar Vigyan. Em 1989, realiza a performance Tomada da Bastilha, com a participação de 300 artistas, assistida por cerca de 10 mil pessoas em São Paulo. Nos anos 1990, faz pinturas em telas gigantes e esculturas em vidro e cerâmica. De 1995 a 2002, é diretor do espaço cultural Casa das Rosas, em São Paulo. Em 2003, Aguilar é nomeado representante do Ministério da Cultura na capital paulista.

Comentário Crítico

A partir dos anos 1950, José Roberto Aguilar realiza obras que possuem um caráter mágico-expressionista, em diálogo com a abstração, caracterizadas pela espontaneidade na pintura, obtida pela aplicação rápida da tinta. Na Série Futebol 1 (1966), emprega manchas de cor e tintas escorridas, em cores contrastantes, causando grande impacto pelo caráter fantástico das figuras disformes. Por volta de 1963, sua obra passa a revelar preocupações político-sociais. O artista realiza experiências com pinturas a spray e pistola sobre grandes superfícies de tela. Por meio dessas técnicas, obtém efeitos originais, captando a atmosfera dos luminosos em néon, típica das metrópoles atuais.

Um dos pioneiros no trabalho com videoarte no Brasil, Aguilar revela, ao longo de sua carreira, a facilidade em transitar de um suporte a outro. Em 1981, cria a Banda Performática, que reúne pintura, música, teatro e circo. Na metade da década de 1980, realiza pinturas nas quais se destacam a gestualidade e a inserção da caligrafia contra um plano de fundo contrastante.

Em 2002, na exposição Rio de Poemas, Aguilar realiza uma série de telas inspiradas em textos literários, como o conto A Terceira Margem do Rio, de Guimarães Rosa (1908 - 1967). A atração pela literatura e pela mitologia são constantes na produção do artista. Ele apropria-se da escrita e dos signos gráficos, tornando-os elementos integrantes de suas telas. Em suas pinturas, apresenta uma dinâmica multidirecional e revela a articulação de emoções. Nas telas da série Rio de Poemas, o artista diminiu a gestualidade, produzindo pinturas quase diáfanas

Críticas 

"De antes Aguilar conservou a disposição de impacto visual e de agressividade conceitual. Hoje, as figuras que lhe habitam os trabalhos chegaram àquele ponto de saturação crítico - caricatural que as transfere para a área de anonimato dos graffiti. A zona limítrofe entre bom e mau gosto se rompe, não há mais como defini-los e contê-los, são por fim uma só e única coisa. Mas a antropofagia se individualiza e se valoriza pelo fato de que a acumulação aparentemente caótica e automatizada de toda espécie de sinal sobre o quadro, gestos figurando e desfigurando, rabiscando, comentando ou camuflando a escrita, mantém muito ainda de atuação racional, nessas narrativas com signos e personagens que nos remetem a Dubuffet ou Enrico Baj, sem deixar de ser bastante nossas. Suas figuras e referências à paisagem mais retratam, no sentido de investigação implícito no termo, do que apenas mostram".
Roberto Pontual
PONTUAL, Roberto. Arte brasileira contemporânea: Coleção Gilberto Chateaubriand. Rio de Janeiro: Edições Jornal do Brasil, 1976.

"José Roberto Aguilar compunha com o músico Jorge Mautner e o escritor José Agripino o ´Grupo Kaos´. Influenciado pela nova figuração européia, mas incorporando o Expressionismo Abstrato do norte-americano Pollock, e mais recentemente elementos do rock (criou e foi o líder de uma banda performática, chegando a gravar discos), e religiosos (como membro de seita criada por Rajneesh assina suas telas atualmente com o nome Vigyan), é um artista essencialmente urbano, que capta e transmite o ritmo frenético da megalópole moderna. Desde as primeiras apresentações em mostras coletivas, no início da década de 60, Aguilar trabalha basicamente com o mesmo material: letras, palavras, frases ou citações inteiras de textos de Oswald de Andrade, Borges, Bukowski. A letra como ícone. Estes signos linguísticos ocupam uniformemente o espaço da tela ou aparecem relacionados com figuras humanas, áreas ou faixas de cor. As figuras - homens e mulheres - são grafitadas toscamente e parecem manter um diálogo incompreensível, à maneira de Ionesco. Mas o artista sente-se bem neste seu estilo torrencial e em produzir, com imagens, o ruído infernal da urbe moderna".
Frederico Morais
DACOLEÇÃO: os caminhos da arte brasileira. São Paulo: Júlio Bogoricin, 1986.

"Aguilar sempre tratou a pintura de uma forma extática. Orgia de cores expondo vestígios de seu corpo em giros, curvas, movimentos expressos e impressos nas camadas de tinta sobre a tela. Do tato tinta na pele tela. Com intenção parecida adentrou pioneiramente na video-arte. A camera-pincel refazendo o traçado dos gestos. Chupando a superfície de pessoas, coisas, cores, reveladas por sua transformação em fluxo luminoso; linhas pulsantes. 'O olho do diabo'. Sem abandonar a pintura - porto seguro de onde sempre partiu para outros descobrimentos -, Aguilar chega agora a uma nova encruzilhada-sintese dos diversos meios por onde a imagem corre. Onde a matéria e a realidade virtual se alimentam, abrindo territórios e repertórios virgens, a serem explorados".
Arnaldo Antunes
ANTUNES, Arnaldo. Tantra coisa : insights de um voyer. In: ARTE e artistas plásticos no Brasil 2000. São Paulo: Meta, 2000.

Depoimentos

"Quem me ensinou a pintar foi o Mautner (Jorge). Um dia ele chegou e disse, cheio de segurança e arrogância: vamos pintar. Meu avô é pintor. Vou até lá, olho como ele faz e trago toda a informação. Passou uma tarde com o avô e voltou : já sei como pintar. Temos que comprar uma tela, terebentina, uns pincéis e tintas. Ele fez tudo isso e ficamos olhando o Mautner pintar. Compramos também nosso material. Quando abri o tubo de terebentina, aquele cheiro me envolveu. Foi como se tivesse acionado a lâmpada de Aladim. O cheiro evocou todas as maravilhas imaginadas e não imaginadas. Senti na hora que pintar seria muito mágico, um ritual. . . Acho que minha loucura veio do meu pai. Era uma criança, um homem que mostrava todo seu maravilhamento diante do homem. Engenhoso, criativo. Durante a guerra comprou um lote imenso de trens miniaturas, centenas de vagões e locomotivas. Em 1949, montou um parque ferroviário alucinante na Galeria Prestes Maia. Depois, organizou a maior filmoteca de São Paulo, A Rainha, alugava filmes. Foi no início da televisão. Mais tarde, ergueu a maior fábrica de botões da América Latina. Tem também o lado materno, minha mãe tocava piano muito bem. Hoje, meu pai vive uma placidez Zen".
José Roberto Aguilar
AGUILAR, José Roberto. José Roberto Aguilar/Swami Antar Vigyan: tarot. São Paulo : Galeria de Arte São Paulo, 1984.

"Embora essas peças falem do 'Mahabharata', elas não tem vontade de ser, poderiam ser qualquer coisa. São peças antropomórficas não concebidas como representação. Podem ser qualquer coisa. Funcionam como peças de realidade virtual, metáforas da arte. Já as esculturas de vidro seriam sílabas, palavras congeladas da escrita de Ganesha - intraduzível através da lógica e resistente ao dualismo cartesiano. Podem ser vistas como pinceladas. . . Essa exposição nasceu da proposta de um amigo meu terapeuta, para que eu fizesse uma adaptação do Mahabharata para o teatro. Ela acabou se realizando através de três séries de pinturas, a última das quais foi dedicada ao 'Bahgvad Gita', a que usa cores mais fortes".
José Roberto Aguilar
GONÇALVES FILHO, Antônio. Aguilar pinta e revela suas visões do Mahabharata. Folha de S. Paulo, São Paulo, 18 maio 1993.

Exposições Individuais

1964 - São Paulo SP - Individual, na Galeria São Luiz
1965 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Seta
1966 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Seta
1967 - Campinas SP - Individual, no MACC
1968 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Art-Art
1969 - Nova York (Estados Unidos) - Exposição de Gravuras, no Center for Inter American Relations
1969 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galerie
1970 - São Paulo SP - Individual, no IAB/SP
1971 - Birmingham (Inglaterra) - Individual, na Ikan Gallery
1973 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Ralph Camargo
1974 - Rio de Janeiro RJ - A Transformação Permanente do Tabu em Totem, na Petite Galerie
1974 - São Paulo SP - Individual, na Petite Galerie
1976 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Grafitti
1976 - São Paulo SP - 15 Anos de Pintura, no Masp
1977 - Brasília DF - Individual, na Fundação Cultural do Distrito Federal
1977 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Fernando Millan
1977 - São Paulo SP - Vídeo-Arte, no MAC/USP
1978 - Tóquio (Japão) - Individual, na Galeria Varig
1980 - Milão (Itália) - Vídeo, na Galeria de Brer
1980 - São Paulo SP - Individual, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte
1980 - São Paulo SP - Vídeo, na Galeria Luiza Strina
1980 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina
1980 - São Paulo SP - Individual, no Itaugaleria
1981 - São Paulo SP - Individual, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte
1983 - São Paulo SP - Individual, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte
1984 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Artespaço
1984 - São Paulo SP - Tarot, na Galeria São Paulo
1985 - Colônia (Alemanha) - Individual, na Inge Baecker Gallery
1986 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na na Galeria Montesanti-Roesler
1987 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Montesanti-Roesler
1989 - São Paulo SP - 2º Paradiso, no Subdistrito Comercial de Arte
1990 - Berlim (Alemanha) - Individual, na Galerie Rudolf Schoen
1991 - São Paulo SP - Gigantomaquia Pictural, no Masp
1993 - Nova York (Estados Unidos) - Performance, na New York University
1993 - São Paulo SP - Visões do Mahabharata, na Galeria São Paulo
1993 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte São Paulo
1996 - São Paulo SP - A Criação do Mundo e o Tempo, no MAM/SP
2002 - São Paulo SP - Rio de Poesias, no Escritório de Arte São Paulo
2003 - Curitiba PR - Visionários, na Casa Andrade Muricy
2005 - São Paulo SP - Individual, no Instituto Tomie Ohtake

Exposições Coletivas

1963 - São Paulo SP - 2º Salão do Trabalho - menção honrosa
1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1964 - Ribeirão Preto SP - 1ª Exposição da Jovem Gravura Nacional
1964 - São Paulo SP - 1ª Exposição da Jovem Gravura Nacional, no MAC/USP 
1964 - São Paulo SP - 1º Salão de Arte, na Galeria de Arte das Folhas - primeiro prêmio
1965 - Belo Horizonte MG - 1ª Exposição da Jovem Gravura Nacional, no Museu de Arte da Pampulha
1965 - Campinas SP - 1º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC
1965 - Curitiba PR - 1ª Exposição da Jovem Gravura Nacional, na Secretaria do Estado de Educação
1965 - Florianópolis SC - 1ª Exposição da Jovem Gravura Nacional, no Museu de Arte de Santa Catarina  
1965 - Paris (França) - 4ª Bienal de Paris
1965 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Esso de Artistas Jovens, no MAM/RJ 
1965 - Rio de Janeiro RJ - Opinião 65, na Faap
1965 - Rio de Janeiro RJ - Opinião 65, no MAM/RJ
1965 - s.l. - 4ª Bienal da Poesia
1965 - São Paulo SP - 14º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia 
1965 - São Paulo SP - 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1965 - São Paulo SP - Propostas 65, no MAB/Faap  
1965 - São Paulo SP - Salão Esso de Artistas Jovens, no MAC/USP 
1966 - Campinas SP - 2º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MAC/Campinas - primeiro prêmio
1966 - Rio de Janeiro RJ - O Homem e a Máquina, no MAM/RJ
1966 - Rio de Janeiro RJ - Opinião 66
1966 - Salvador BA - 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas - prêmio aquisição
1966 - São Paulo SP - 15º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1966 - São Paulo SP - O Homem e a Máquina, no Masp
1966 - São Paulo SP - Três Premissas, no MAB
1967 - Bogotá (Colômbia) - Três Aspectos da Pintura Contemporânea Brasileira
1967 - Brasília DF - 4º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, no Teatro Nacional Cláudio Santoro
1967 - Buenos Aires (Argentina) - Três Aspectos da Pintura Contemporânea Brasileira
1967 - Campinas SP - 3º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC - primeiro prêmio 
1967 - Caracas (Venezuela) - Três Aspectos da Pintura Contemporânea Brasileira
1967 - Lima (Peru) - Três Aspectos da Pintura Contemporânea Brasileira
1967 - México - Três Aspectos da Pintura Contemporânea Brasileira
1967 - Montevidéu (Uruguai) - Três Aspectos da Pintura Contemporânea Brasileira
1967 - Santiago (Chile) - Três Aspectos da Pintura Contemporânea Brasileira
1967 - São Paulo SP - 16º Salão Paulista de Arte Moderna
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - Prêmio Itamaraty
1968 - Campo Grande MS - 28 Artistas do Acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, no Diário da Serra  
1969 - Fortaleza CE - 28 Artistas do Acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, no Centro de Artes Visuais Raimundo Cela
1969 - São Paulo SP - 10ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1972 - São Paulo SP - Arte Multiplicada Brasileira, na Múltipla de Arte  
1972 - São Paulo SP - Os Pioneiros da Arte do Realismo Fantástico, no Paço das Artes
1975 - Alabama (Estados Unidos) - Exposição de Arte Brasileira
1975 - Birmingham (Inglaterra) - Arte Brasileira
1975 - Bogotá (Colômbia) - Pintura Contemporânea Brasileira
1975 - Caracas (Venezuela) - Pintura Contemporânea Brasileira
1975 - La Paz (Bolívia) - Pintura Contemporânea Brasileira
1975 - Lima (Peru) - Pintura Contemporânea Brasileira
1975 - Rio de Janeiro RJ - A Comunicação segundo os Artistas Plásticos
1975 - Santiago (Chile) - Pintura Contemporânea Brasileira
1976 - Michigan (Estados Unidos) - 20 Artistas Brasileiros, na Kresge Art Gallery
1976 - São Paulo SP - 7º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Paço das Artes
1976 - Texas (Estados Unidos) - Exposição de desenho latino-Americano, na Universidade do Texas
1977 - São Paulo SP - 14ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - prêmio governador do estado
1978 - Caracas (Venezuela) - Encontro Internacional de Vídeo-Arte
1978 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Nacional de Artes Plásticas, no Palácio da Cultura
1978 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MNBA
1978 - São Paulo SP - 1º Encontro Internacional de Vídeo-Arte de São Paulo, no MIS/SP 
1979 - Nova Iorque (Estados Unidos) - Contemporary Brazilian Works on Paper, na Nobe Gallery
1979 - Rio de Janeiro RJ - 2º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1979 - São Paulo SP - 15ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1980 - São Paulo SP - Salão Paulista de Arte Contemporânea - 1º Prêmio
1981 - Londres (Inglaterra) - Arte Brasileira Contemporânea, na Barbikan Gallery
1981 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira Contemporânea, no MAM/RJ
1981 - Rio de Janeiro RJ - Pablo, Pablo! : uma interpretação brasileira de Guernica, na Funarte  
1981 - São Paulo SP - Arte Brasileira Contemporânea, no MAM/SP
1981 - São Paulo SP - Artistas Contemporâneos Brasileiros, no Escritório de Arte São Paulo
1982 - Lisboa (Portugal) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1982 - Londres (Inglaterra) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery 
1982 - Rio de Janeiro RJ - Entre a Mancha e a Figura, no MAM/RJ
1982 - Rio de Janeiro RJ - Universo do Futebol, no MAM/RJ
1983 - Rio de Janeiro RJ - 3 x 4 Grandes Formatos, na  Galeria do Centro Empresarial Rio  
1983 - São Paulo SP - 14º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1983 - São Paulo SP - Arte na Rua 1 
1984 - Londres (Inglaterra) - Coletiva, na Barbikan Gallery
1984 - Rio de Janeiro RJ - Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras
1984 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand : retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP
1984 - São Paulo SP - Coletiva, no MAM/SP
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura : síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - Brasília DF - Brasilidade e Independência, no Teatro Nacional Cláudio Santoro 
1985 - Rio de Janeiro RJ - Opinião 65, na Galeria de Arte Banerj
1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - Sala Expressionismo Brasileiro
1985 - São Paulo SP - Arte e Tecnologia, no MAC/USP
1985 - São Paulo SP - Arte Novos Meios/ Multimeios : Brasil 70/80, no MAB/Faap
1985 - São Paulo SP - Tendências do Livro de Artista no Brasil, no CCSP
1985 - Tóquio (Japão) - Today's Art of Brazil, no Hara Museum of Contemporary Art
1986 - São Paulo SP - 17º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador ; homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1987 - São Paulo SP - 20ª Exposição de Arte Contemporânea, no Chapel Art Show 
1987 - São Paulo SP - A Trama do Gosto: um outro olhar sobre o cotidiano, na Fundação Bienal  
1987 - São Paulo SP - Palavra Imágica, no MAC/USP
1988 - Leverkussen (Alemanha) - Brasil Já, no Morsbroich Museum  
1988 - São Paulo SP - 63/66 Figura e Objeto, na Galeria Millan
1988 - Stuttgart (Alemanha) - Brasil Já, na Galerie Landesgirokasse 
1989 - Hannover (Alemanha)- Brasil Já, no Sprengel Museum 
1989 - São Paulo SP - 20º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1989 - São Paulo SP - Acervo Galeria São Paulo, no Escritório de Arte São Paulo
ac.1990 - Tóquio (Japão) - Arte Brasileira , na Latin Art Gallery 
1990 - Atami (Japão) - 9º Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea  
1990 - Berlim (Alemanha) - Art Brasil Berlin. José Roberto Aguilar, Cristina Barroso e Rubens Oestroem, na Galerie Rudolf Schoen
1990 - Berlim (Alemanha) - Berliner Galerien Zeigen Brasilienische Kunst
1990 - Brasília DF - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea  
1990 - Brasília DF - Pantanal : sete visões, na Visual Galeria de Arte
1990 - Brasília DF - Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no MAB/DF 
1990 - Los Angeles (Estados Unidos) - Brazil Projects´90, na Municipal Art Gallery
1990 - Rio de Janeiro RJ - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea 
1990 - São Paulo SP - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea, na Fundação Brasil-Japão  
1990 - São Paulo SP - Brazil Projects´90, no Masp
1990 - São Paulo SP - Exposição Brasil -Japão de Arte Contemporânea, no Masp
1990 - Sapporo (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea 
1990 - Tóquio (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea  
1991 - Estocolmo (Suécia) - Viva Brasil Viva, na Liljevalchs Konsthall
1992 - Campinas SP - Premiados nos Salões de Arte Contemporânea de Campinas, no Museu de Arte Contemporânea José Pancetti
1992 - Rio de Janeiro RJ - A Caminho de Niterói : Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1992 - Rio de Janeiro RJ - Eco Art, no MAM/RJ
1992 - São Paulo SP - Anos 60/70: Coleção Gilberto Chateubriand/Museu de Arte Moderna-RJ, na Galeria de Arte do Sesi  
1993 - João Pessoa PB - Xilogravura : do cordel à galeria, na Fundação Espaço Cultural da Paraiba
1993 - Niterói RJ - A Caminho de Niterói : Coleção João Sattamini, no MAC/Niterói
1993 - São Paulo SP - O Desenho Moderno no Brasil : Coleção Gilberto Chateaubriand, na Galeria de Arte do Sesi
1994 - Belo Horizonte MG - O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70 
1994 - Penápolis SP - O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70, na Galeria Itaú Cultural  
1994 - Rio de Janeiro RJ - O Desenho Moderno no Brasil : Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1994 - Rio de Janeiro RJ - Via Fax, no Museu do Telephone
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70, no Itaú Cultural  
1994 - São Paulo SP - Xilogravura : do cordel à galeria, na Companhia do Metropolitano de São Paulo
1994 - São Paulo SP- Bandeiras: 60 artistas homenageiam os 60 anos da USP, no MAC/USP 
1995 - Belo Horizonte MG - Projeto Babel, na Praça da Liberdade
1995 - Rio de Janeiro RJ - Opinião 65 : 30 anos, no CCBB
1995 - São Paulo SP - 1º United Artists, na Casa das Rosas
1995 - São Paulo SP - Projeto Babel, no Sesc Pompéia
1995 - São Paulo SP - Projeto Contato, na Galeria do Sesc Paulista
1996 - Brasília DF - O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70, no Itaugaleria
1996 - Niterói RJ - Arte Contemporânea Brasileira na Coleção João Sattamini, no MAC/Niterói 
1996 - São Paulo SP - 1º Off Bienal, no Museu Brasileiro da Escultura  
1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira : 50 anos de história no acervo MAC/USP : 1920 - 1970, no MAC/USP
1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP
1996 - São Paulo SP - Bandeiras, na Galeria de Arte do Sesi 
1996 - São Paulo SP - O Mundo de Mario Schenberg, na Casa das Rosas 
1996 - São Paulo SP - O Mundo de Mário Schenberg, na Casa das Rosas
1996 - São Paulo SP - Off Bienal Um, no Museu Brasileiro de Esculturas
1998 - Brasília DF - Cien Recuerdos para Garcia Lorca, no Espaço Cultural 508 Sul  
1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no MAC/Niterói
1998 - Rio de Janeiro RJ - 16º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ  
1998 - São Paulo SP - Afinidades Eletivas I: o olhar do colecionador, na Casa das Rosas
1998 - São Paulo SP - Canibáliafetiva, na A Estufa 
1998 - São Paulo SP - Década de 70, na Galeria de Arte São Paulo  
1998 - São Paulo SP - Figurações: 30 anos na arte brasileira, no MAC/USP
1998 - São Paulo SP - Os Colecionadores - Guita e José Mindlin : matrizes e gravuras, na Galeria de Arte do Sesi
1999 - São Paulo SP - United Artists: Viagens de Identidades, na Casa das Rosas
2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20 : arte do Brasil, na Fundação Calouste Gulbenkian
2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20 : arte do Brasil, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
2000 - Rio de Janeiro RJ - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Carta de Pero Vaz de Caminha, no Museu Histórico Nacional 
2000 - Rio de Janeiro RJ - Situações : arte brasileira anos 70, na Fundação Casa França-Brasil
2000 - São Paulo SP - Arte Conceitual e Conceitualismos: anos 70 no acervo do MAC/USP, na Galeria de Arte do Sesi  
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal 
2000 - São Paulo SP - Coleção Pirelli no Acervo do MAM : a arte brasileira nos anos 60, no MAM/SP
2000 - São Paulo SP - Desfile de Vacas
2001 - Rio de Janeiro RJ - O Espírito de Nossa Época, no MAM/RJ
2001 - São Paulo SP - Arte Hoje, na Arvani Arte
2001 - São Paulo SP - Cultura Brasileira 1, na Casa das Rosas  
2001 - São Paulo SP - Museu de Arte Brasileira: 40 anos, no MAB 
2001 - São Paulo SP - O Espírito de Nossa Época, no MAM/SP
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, na Paço Imperial 
2002 - São Paulo SP - Mapa do Agora: arte brasileira recente na Coleção João Sattamini do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Instituto Tomie Ohtake
2002 - São Paulo SP - México Imaginário: o olhar do artista brasileiro, na Casa das Rosas 
2003 - Rio de Janeiro RJ - Projeto Brazilianart, no Almacén Galeria de Arte
2003 - Rio de Janeiro RJ - Tesouros da Caixa: arte moderna brasileira no acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa  
2003 - São Paulo SP - A Subversão dos Meios, no Itaú Cultural  
2003 - São Paulo SP - Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural 
2003 - São Paulo SP - Israel e Palestina: dois estados para dois povos, no Sesc Pompéia 
2003 - São Paulo SP - MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no MAC/USP
2004 - Campinas SP - Coleção Metrópolis de Arte Contemporânea, no Espaço Cultural CPFL
2004 - São Paulo SP - Núcleos Contemporâneos, no Valu Oria Galeria de Arte
2005 - São Paulo SP - O Corpo na Arte Contemporânea Brasileira, no Itaú Cultural
2005 - São Paulo SP - O Corpo na Arte Contemporânea Brasileira, no Itaú Cultural
2005 - São Paulo SP - Pequenas Grandes Obras, no Cultural Blue Life

Fonte: Itaú Cultural

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