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José Resende

José Resende

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BIOGRAFIA

José Resende (São Paulo SP 1945)

Escultor.

José de Moura Resende Filho cursou gravura na Fundação Armando Álvares Penteado - Faap, em 1963. No mesmo ano, ingressa na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie. Começa a estudar desenho com Wesley Duke Lee (1931). Em 1964, faz estágio no escritório do arquiteto Paulo Mendes da Rocha. Em 1966, funda, com Wesley Duke Lee, Nelson Leirner (1932),  Geraldo de Barros (1923 - 1998), Frederico Nasser (1945) e Carlos Fajardo (1941) o Grupo Rex. Forma-se em arquitetura e é um dos fundadores da Escola Brasil:, juntamente com Luiz Paulo Baravelli (1942), Frederico Nasser e Carlos Fajardo. Na década de 1970, é professor do Instituto de Artes e Decoração da Faculdade de Comunicação e Arte da Universidade Mackenzie, e do Departamento de Escultura da Faculdade de Artes Plásticas da Faap. Em 1975, é co-editor da revista Malasartes, na qual publica artigos. Entre 1976 e 1986, é professor titular de Linguagem Arquitetônica e chefe de departamento na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Entre 1984 e 1985, reside em Nova York como bolsista da Fundação John Simon Guggenheim. Em seus trabalhos, explora as potencialidades expressivas dos materiais empregados, revelando o diálogo com a arte povera e com o pós-minimalismo norte-americano. Trabalha com uma diversidade de materiais como pedras, tubos de cobre, lâminas de chumbo, cabos de aço, chapas e ampolas de vidro. Emprega ainda líquidos como o mercúrio, água e tinta sépia. Em obras mais recentes, usa também o couro e a parafina.

Comentário Crítico

No começo da década de 1960, José Resende estuda desenho com Wesley Duke Lee (1931) e faz curso de gravura na Fundação Armando Álvares Penteado - Faap, São Paulo. Em 1967, forma-se em arquitetura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Nessa época, trabalha como estagiário no escritório do arquiteto Paulo Mendes da Rocha (1928). Com Nelson Leirner (1932), Wesley Duke Lee, Geraldo de Barros (1923-1998), Carlos Fajardo (1941) e Frederico Nasser (1945), cria o Grupo Rex em 1966. Em 1970, José Resende participa da fundação do Centro de Experimentação Artística Escola Brasil:, que valoriza métodos distintos do ensino tradicional em artes visuais. Passa a lecionar em várias instituições de São Paulo, entre elas a Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo - ECA/USP. De 1979 a 1981, faz curso de pós-graduação no Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP - FFLCH/USP.

Na década de 1960, sua obra, como aponta a estudiosa Daisy Peccinini, apresenta evocações de uma atmosfera "mágica", advindas provavelmente do estudo com Wesley Duke Lee, como ocorre em Homenagem ao Horizonte Longínquo (1967). Nas obras Retrato de Meu Pai (1965), Liaisons Dangereuses (Ligações Perigosas, 1966) e Núpcias no Tapete Mágico (1967), nota-se o caráter de fantasia evocativa eivado de tom irônico de origem pop.

Mais tarde seus trabalhos adquirem uma característica mais literal, tirando proveito das potencialidades expressivas dos materiais empregados, em consonância com preocupações da arte povera e do pós-minimalismo norte-americano. Entende-se assim a diversidade de materiais escolhidos pelo artista: tubos de cobre, lâminas de chumbo, cabos de aço, chapas e ampolas de vidro. Emprega com freqüência os mais diversos líquidos: mercúrio, água e tinta sépia. Em obras posteriores usa também o couro e a parafina. O artista valoriza muito a escolha dos materiais, que têm em si um caráter expressivo. O uso da parafina, por exemplo, por ser um material que se solidifica facilmente, permite ao espectador a observação do gesto do escultor e a cristalização dessa ação, na forma final. Em algumas esculturas da década de 1990, utiliza calotas metálicas como módulos para várias articulações.

Em síntese, a produção mais característica do artista procura dar relevância aos elementos empregados e às suas relações com o espaço, em lugar de apenas utilizá-los como suporte para formas convencionais. Explora a realidade espacial criando esculturas que incorporam ou dialogam com os espaços vazios. Seus trabalhos distinguem-se pelas articulações plásticas tensas: torções, curvas e nós, que sugerem equilíbrio precário, sensação de movimento ou deslocamento.

Críticas

"Ele já trabalhou com tubos de cobre, lâminas de chumbo, cortinas de veludo, líquidos prensados entre chapas de vidro, ampolas de mercúrio e agora, nas obras mais recentes, tem usado o metal mas também o couro e a parafina. Com a parafina, por exemplo, que é um material que se solidifica com rapidez, ele cria objetos em que aparece a maneira como ele é feito, isto é, o gesto, e a seguir a cristalização dessa ação, na forma final. Para muitos artistas conceituados, o artista não deve sequer colocar a mão na matéria, o importante é a idéia, não a realização, isso ele pode mandar um assistente fazer. No caso de José Resende, nada é ortodoxo nem tampouco ele é fiel a este ou àquele segmento teórico. É por isso que a sua obra ainda guarda tal vitalidade a qual raros artistas dos anos 70 conseguiram preservar".
Casimiro Xavier de Mendonça
MENDONÇA, Casimiro Xavier de. José Resende: ação sobre a matéria. Galeria: revista de arte, São Paulo, n. 9, p. 62-69, 1988.

"O trabalho de Resende não é hermético. É um trabalho que exterioriza facilmente o processo físico e mental de sua construção, os percalços das coerentes resoluções finais e as características também físicas e mentais do resultado. São gigantescas ampolas de vidro combinando diversos líquidos, como clorofórmio, água, tinta sépia, óleo, mercúrio; e chapas de vidro retangulares ou quadradas (encostadas no chão e na parede) que prensam gesso, borracha ou abrem caminho a finas faixas de estanho. 
Salvo uma ou outra peça, este é um trabalho que ainda se atém à antiga 'fabricação' de objetos escultóricos convencionais, às qualidades compositivas formais de organização hierárquica e - apesar de rejeitarem a sua condição de objetos 'de pedestal' - conservam aquela presença sólida, marcante e nada efêmera que esses objetos possuem. Remetem mais naturalmente à tradição representada pelos construtivistas ou cinéticos, por exemplo, do que aos mais recentes movimentos da vanguarda escultórica que antagonizaram a tradição. Dentro da retomada dos valores eternos do objeto artístico e do questionamento dos valores contemporâneos que esse objeto assumiu - muitas vezes de forma apressada e incompleta -, eles podem estar inseridos naquilo que se chama de pós-minimalismo. Ou seja, a síntese dos momentos radicais 'desinfetantes' da mística minimalista, que é, antes, claro, a antítese libertária de seus dogmas".
Sheila Leirner
LEIRNER, Sheila. José Resende e o retrato fiel de uma ação. In: ______. Arte e seu tempo. São Paulo: Perspectiva, 1991. p. 360-361. (Debates, 237).

"(...) cada escultura de José Resende é uma empresa que se decide por si mesma: a evidência singular íntegra é o que sustenta e eventualmente redimensiona a inteligência 'incerta' do conjunto. O seu impacto inicial deriva exatamente da impressão de dar forma ao instável e ao contingente. Ou antes, em termos mais acurados, de exibi-los tão fluentemente enquanto fatores de coesão estrutural. 
A razão, o motivo de cada peça, seria levar adiante um teste. Teste para verificar a pertinência da unidade, seja qual for, em meio à serialidade, ao automatismo e à dispersão generalizados. Teste ainda para investigar o alcance cultural de uma linguagem estritamente plástica em face da demanda crescente por uma 'fala social' das imagens de arte. Por mais que se pretendam transitórias, 'simulacros', imagens registram, representam e fixam algo - enfim, permanecem imagens e, como tais, disponíveis. O fenômeno plástico, inversamente, não é passível de semelhante apropriação: há de descobri-lo e nomeá-lo onde porventura apareça; resume afinal uma experiência variável, intermitente, controvertida. 
De aspecto quase volátil, ou quase amorfo, a escultura de José Resende resiste à apresentação através de imagens. Ligeiras, instantâneas, ou espessas e truncadas, no limite mesmo da individuação, tais peças prescindem de contemplação: observá-las e senti-las exige desde logo experimentá-las, repassar por conta própria as suas articulações construtivas. Criticá-las, por sua vez, consiste numa larga medida em saber acompanhar iniciativas múltiplas, de sintaxes díspares, que repõem a atualidade da aventura plástica".
Ronaldo Brito
RESENDE, José. José Resende. Texto Ronaldo Brito. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 1994. p. 6.

"José Resende, aprofundando sua concepção de arte como uma forma específica de pensamento, a exigir uma leitura especializada, seria o responsável pela introdução de novos materiais no campo da escultura como a parafina, o vidro, a borracha, couro, chumbo, feltro, cobre, tecidos, breu e mesmo elementos líquidos, exercendo, como conseqüência, uma considerável influência sobre os novos escultores brasileiros. Em texto recente, Ronaldo Brito destaca 'os embates cegos, com materiais notoriamente refratários a qualquer formalização regular', 'explorando atritos, aversões e impregnações exclusivamente materiais', e, por serem estes materiais, em geral, comuns, pesados e industriais, 'favorecendo livres associações com processos de construção'".
Frederico Morais
MORAIS, Frederico. O campo tridimensional: esculturas, relevos, objetos e intalações. In: TRIDIMENSIONALIDADE: arte brasileira do século XX. 2. ed. São Paulo: Itaú Cultural: Cosac & Naify, 1999. p. 236.

Depoimentos

"No Salão de Abril (Rio - '65) já participei com objetos. Eram objetos muito distantes entre si quanto feitura. Inclusive havia uma caixa que seria de raízes bem dadaístas ou surrealistas: uma caixa pequenina, preciosa, um pouco de requintado, coberta de veludo com um vidro de mercúrio dentro. Você se via dentro. No mesmo conjunto de trabalhos havia uma caixa de acrílico que continha uma fotografia de meu pai; embora tivesse este cunho um pouco intimista, já rompia com esta coisa de suporte tradicional, com a curiosidade de produzir algo com acrílico. 
Na primeira exposição da Rex, expus peças que se somaram àquelas com as quais tinha participado no Salão de Abril. Com as constantes exposições da Rex, houve um aceleramento muito grande da produção. Já eram construções, com materiais muito diversos entre as diferentes peças. Houve um salto muito grande do meu trabalho. Acredito que culminou com peças de maior porte, quando mandamos trabalhos para a Bienal 67. Até então tínhamo-nos mantido distantes desses salões. Com o final da Rex, enfim de certa forma capitulamos, entrando na Bienal. Já em 65, naquela exposição de Abril foi onde apareceram estas manifestações de objeto, quando ganhou Prêmio Roberto Magalhães, que tradicionalmente era um artista gráfico, de desenho. 
Já havia várias atividades no Rio de Janeiro, girando em torno deste nome Objeto, que inclusive deve vir da teoria do não-objeto. Tentar levantar o aparecimento dos objetos não vinculados à proposta estética dos neoconcretos, é difícil de ser feito. Porque, quando no Rio de Janeiro começaram a participar Antonio Dias, Gerchman, Vergara, houve uma aproximação grande destes com, por exemplo, Hélio Oiticica, Lygia Clark, Ferreira Gullar, que viram neles um certo reavivamento da questão da produção de arte, uma certa expectativa para um refortalecimento da manifestação de arte aqui. 
Nós em São Paulo não participamos nem um pouco deste processo. Esta atividade popcreta do Waldemar Cordeiro não é abertura. Consideramos uma apropriação da pop de forma muito superficial. Nossa posição frente a esta exposição Popcreta, na época, foi achá-la uma apropriação que nos pareceu uma compreensão extremamente simplista do pop. Coisa aliás que acho até hoje".
José Resende
RESENDE, José. Depoimento do artista para o Departamento de Pesquisa e Documentação de Arte Brasileira da FAAP, São Paulo, 26/08/1977. In: ALVARADO, Daisy Valle Machado Peccinini de (Coord. ). Objeto na arte: Brasil anos 60. Apresentação Daisy Valle Machado Peccinini de Alvarado. São Paulo: FAAP, 1978. p. 203.

Exposições Individuais

1970 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no MAM/RJ
1970 - São Paulo SP - Individual, no MAC/USP
1972 - Assunção (Paraguai) - Individual, na Galeria da Missão Cultural Brasileira
1974 - São Paulo SP - Individual, no Masp
1975 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no MAM/RJ
1980 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira Contemporânea, na Funarte
1980 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Parque da Catacumba
1981 - São Paulo SP - Individual, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1983 - São Paulo SP - Individual, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1985 - São Paulo SP - Individual, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1988 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Funarte. Galeria Sérgio Milliet
1988 - São Paulo SP - Individual, na Subdistrito Comercial de Arte
1989 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Sérgio Milliet
1989 - São Paulo SP - Individual, na Subdistrito Comercial de Arte
1990 - São Paulo SP - Individual, no MAC/USP
1991 - Hartford (Estados Unidos) - Individual, na University of Hartford. Joseloff Gallery
1991 - São Paulo SP - Individual, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1991 - Vitória ES - Individual, na Ufes
1992 - São Paulo SP - Individual, na Capela do Morumbi
1993 - Assunção (Paraguai) - Individual, na Galeria Lívio Abramo
1993 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Paulo Fernandes
1994 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no CCBB
1994 - São Paulo SP - Individual, na USP. Escola Politécnica
1995 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Robert Miller Gallery
1995 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Paulo Fernandes
1995 - São Paulo SP - José Resende: esculturas, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1996 - Largo da Carioca RJ - Passante, no Largo da Carioca
1997 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Paulo Fernandes
1997 - São Paulo SP - Individual, no Arquivo do Estado
1997 - São Paulo SP - Individual, no Hotel Renaissance
1997 - Volta Redonda RJ - Marco dos 100 Milhões de Toneladas, na CSN
1998 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Centro de Artes Hélio Oiticica
1999 - Recife PE - Individual, no Mamam
1999 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Camargo Vilaça
2002 - Rio de Janeiro RJ - Academia dos Seletos, no Paço Imperial
2002 - São Paulo SP - Individual, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
2003 - São Paulo SP - Individual, no CCSP
2005 - São Paulo SP - Individual, no Centro Cultural Maria Antonia

Exposições Coletivas

1965 - São Paulo SP - 2ª Exposição do Jovem Desenho Nacional, no MAC/USP
1966 - Rio de Janeiro RJ - Arte Jovem das Américas, no MAM/RJ
1966 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão de Abril, no MAM/RJ
1966 - São Paulo SP - Descoberta da América, na Rex Gallery & Sons
1966 - São Paulo SP - Flash Back, na Rex Gallery & Sons
1966 - São Paulo SP - Galeria Rex: exposição inaugural, na Rex Gallery & Sons
1967 - Brasília DF - 4º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, no Teatro Nacional Cláudio Santoro - prêmio aquisição
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - prêmio aquisição
1967 - São Paulo SP - 1ª Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP - prêmio aquisição
1968 - Rio de Janeiro RJ - Baravelli, Fajardo, Nasser, Resende, na Petite Galerie
1968 - São Paulo SP - Baravelli, Fajardo, Nasser, Resende, na Galeria Art-Art
1970 - Rio de Janeiro RJ - Baravelli, Fajardo, Nasser, Resende, no MAM/RJ
1970 - São Paulo SP - Baravelli, Fajardo, Nasser, Resende, no MAC/USP
1972 - Assunção (Paraguai) - Luiz Paulo Baravelli, Frederico Nasser, José Resende e Carlos Fajardo, na Galeria da Missão Cultural Brasileira
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio
1972 - São Paulo SP - Bienal Nacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1972 - São Paulo SP - Mostra de Arte Sesquicentenário da Independência e Brasil Plástica - 72, na Fundação Bienal
1972 - São Paulo SP - 4º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP - menção honrosa
1973 - Bruxelas (Bélgica) - Imagem do Brasil, no Manhattan Center
1974 - São Paulo SP - Galeria Luisa Strina: mostra inaugural, na Galeria Luisa Strina
1975 - Campinas SP - Waltercio Caldas, Rubens Gerchman, Carlos Vergara, José Resende, no MACC
1975 - São Paulo SP - 7º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP - prêmio em escultura
1978 - São Paulo SP - O Objeto na Arte: Brasil anos 60, no MAB/Faap
1980 - Paris (França) - 11ª Bienal de Paris - menção honrosa
1981 - São Paulo SP - Arte Pesquisa, no MAC/USP
1981 - São Paulo SP - Artistas Contemporâneos Brasileiros, no Escritório de Arte São Paulo
1983 - Rio de Janeiro RJ - 13 Artistas/13 Obras, na Thomas Cohn Arte Contemporânea
1983 - Rio de Janeiro RJ - 3000 Metros Cúbicos, no Espaço Cultural Sérgio Porto
1983 - São Paulo SP - 17ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1983 - São Paulo SP - Imaginar o Presente, na Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1984 - Rio de Janeiro RJ - Madeira, Matéria de Arte, no MAM/RJ
1984 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - Hakone (Japão) - The Fourth Henry Moore Grand Prize Exhibition, no Hakone Open-Air Museum - prêmio aquisição
1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1985 - Santo Domingo (República Dominicana) - 1º Simpósio de Escultura
1985 - São Paulo SP - Sete Artistas, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1985 - São Paulo SP - Tendências do Livro de Artista no Brasil, no CCSP
1986 - Fortaleza CE - 1ª Exposição Internacional de Esculturas Efêmeras, na Fundação Demócrito Rocha
1986 - Niterói RJ - 1083º, na UFF. Núcleo de Documentação
1986 - Porto Alegre RS - Coleção Rubem Knijnik: arte brasileira anos 60/70/80, no Margs
1986 - São Paulo SP - A Nova Dimensão do Objeto, no MAC/USP
1986 - São Paulo SP - A Virada do Século, na Pinacoteca do Estado
1987 - Paris (França) - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris
1988 - Ribeirão Preto SP - Arte Hoje 88, na Casa da Cultura de Ribeirão Preto
1988 - Rio de Janeiro RJ - Uma Escultura para o Mar de Angra, na EAV/Parque Lage
1988 - São Paulo SP - 63/66 Figura e Objeto, na Galeria Millan
1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP
1988 - Seul (Coréia do Sul) - Olympic Park Sculpture Exhibition
1988 - Veneza (Itália) - 43ª Bienal de Veneza
1989 - São Paulo SP - 10 Escultores, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1990 - Atami (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1990 - Brasília DF - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1990 - Rio de Janeiro RJ - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1990 - São Paulo SP - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea, na Fundação Brasil-Japão
1990 - Sapporo (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1990 - Tóquio (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1991 - Estocolmo (Suécia) - Viva Brasil Viva, na Konstavdelningen och Liljevalchs Konsthall
1991 - São Paulo SP - Nacional x Internacional na Arte Brasileira, no Paço das Artes
1991 - São Paulo SP - O Que Faz Você Agora Geração 60?: jovem arte contemporânea dos anos 60 revisitada, no MAC/USP
1991 - São Paulo SP - Programa de Exposições de Artes Plásticas, no CCSP
1992 - Curitiba PR - 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba/Mostra América, no Museu da Gravura
1992 - Kassel (Alemanha) - 9ª Documenta, no Museum Fridericianum
1992 - Paris (França) - Latin American Artists of the Twentieth Century, no Centre Georges Pompidou
1992 - Rio de Janeiro RJ - 1ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1992 - São Paulo SP - A Sedução dos Volumes: os tridimensionais do MAC, no MAC/USP
1992 - São Paulo SP - Branco Dominante, na Galeria de Arte São Paulo
1992 - São Paulo SP - Programa Anual de Exposições de Artes Plásticas 91, na Fundação Bienal
1992 - Sevilha (Espanha) - Latin American Artists of the Twentieth Century, no Estación Plaza de Armas
1993 - Colônia (Alemanha) - Latin American Artists of the Twentieth Century, no Kunsthalle Cologne
1993 - Nova York (Estados Unidos) - Latin American Artists of the Twentieth Century, no MoMA
1993 - Nova York (Estados Unidos) - Waltercio Caldas e José Resende, na John Gibson Gallery
1993 - Rio de Janeiro RJ - Brasil 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA
1993 - Rio de Janeiro RJ - Emblemas do Corpo: o nu na arte moderna brasileira, no CCBB
1993 - Santos SP - Bienal de Santos
1993 - São Paulo SP - A Arte Brasileira no Mundo, uma Trajetória: 24 artistas brasileiros, na Dan Galeria
1993 - São Paulo SP - Exposição Luso-Nipo-Brasileira, no MAB/Faap
1994 - São Paulo SP - 1º Arte Cidade: cidades sem janelas, no Matadouro Municipal da Vila Mariana
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1995 - Rio de Janeiro RJ - 24º Panorama de Arte Brasileira, no MAM/RJ
1995 - São Paulo SP - Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP - prêmio aquisição
1996 - Brasília DF - Arte e Espaço Urbano: quinze propostas, no Ministério das Relações Exteriores. Palácio do Itamaraty
1996 - Porto Alegre RS - 1ª Sesc Escultura: exposição internacional de esculturas ao ar livre, no Sesc Campestre
1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP
1996 - São Paulo SP - 2ª United Artists: utopia, na Casa das Rosas
1997 - São Paulo SP - Diversidade da Escultura Contemporânea Brasileira, na Avenida Paulista - realização Ministério da Cultura/Itaú Cultural
1997 - São Paulo SP - Escultura Brasileira: perfil de uma identidade, no Banco Safra
1997 - São Paulo SP - Intervalos, no Paço das Artes
1997 - São Paulo SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1997 - Washington (Estados Unidos) - Escultura Brasileira: perfil de uma identidade, no Centro Cultural do BID
1998 - Belo Horizonte MG - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1998 - Brasília DF - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural
1998 - Penápolis SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural
1998 - Ribeirão Preto SP - As Dimensões da Arte Contemporânea, no Museu de Arte de Ribeirão Preto Pedro Manuel-Gismondi
1998 - Ribeirão Preto SP - Coleção João Carlos Figueiredo Ferraz, no MAC/Ribeirão Preto
1998 - Rio de Janeiro RJ - Beijo, no Paço Imperial
1998 - São Paulo SP - 24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1998 - São Paulo SP - Década de Setenta, na Galeria São Paulo
1998 - São Paulo SP - Formas Transitivas: arte brasileira, construção e invenção 1970/1998, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1998 - São Paulo SP - Fronteiras, no Itaú Cultural
1998 - Sydney (Austrália) - 11ª Bienal de Sydney
1999 - Liverpool (Inglaterra) - 1st Liverpool Biennial of Contemporary Art, na Compton House
1999 - São Paulo SP - 26º Panorama de Arte Brasileira, no MAM/SP
2000 - Belo Horizonte MG - Investigações: São ou Não São Gravuras, no Itaú Cultural
2000 - Belo Horizonte MG - 26º Salão de Arte Moderna de Belo Horizonte. O Brasil Amanhã
2000 - Brasília DF - Investigações: São ou Não São Gravuras, na Galeria Itaú Cultural
2000 - Curitiba PR - 12ª Mostra da Gravura de Curitiba. Marcas do Corpo, Dobras da Alma
2000 - Fortaleza CE - 26º Panorama de Arte Brasileira, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20: arte do Brasil, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
2000 - Niterói RJ - 26º Panorama de Arte Brasileira, no MAC/Niterói
2000 - Rio de Janeiro RJ - Situações: arte brasileira anos 70, na Fundação Casa França-Brasil
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - Escultura Brasileira: da Pinacoteca ao Jardim da Luz, na Pinacoteca do Estado
2001 - Oxford (Reino Unido) - Experiment Experiência: art in Brazil 1958-2000, no Museum of Modern Art
2001 - Porto Alegre RS - 3ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul
2001 - Porto Alegre RS - Coleção Liba e Rubem Knijnik: arte brasileira contemporânea, no Margs
2001 - Rio de Janeiro RJ - O Espírito de Nossa Época, no MAM/RJ
2001 - São Paulo SP - Anos 70: Trajetórias, no Itaú Cultural
2001 - São Paulo SP - O Espírito de Nossa Época, no MAM/SP
2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural
2002 - Brasília DF - Fragmentos a Seu Ímã, no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio
2002 - Fortaleza CE - Ceará Redescobre o Brasil, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
2002 - Londrina PR - São ou Não São Gravuras?, no Museu de Arte de Londrina
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 - Rio de Janeiro RJ - Paralelos: arte brasileira da segunda metade do século XX em contexto, Collección Cisneros, no MAM/RJ
2002 - São Paulo SP - 12 Esculturas, no Galpão de Design
2002 - São Paulo SP - 4º Artecidadezonaleste, no Sesc
2002 - São Paulo SP - Cidadeprojeto / cidadeexperiência, no MAM/SP
2002 - São Paulo SP - Paralelos: arte brasileira da segunda metade do século XX em contexto, Colección Cisneros, no MAM/SP
2003 - Madri (Espanha) - Arco/2003, no Parque Ferial Juan Carlos I
2003 - Rio de Janeiro RJ - Grupo Rex/Escola Brasil, no MAM/RJ
2003 - Rio de Janeiro RJ - Vinte e Cinco Anos: Galeria de Arte Cândido Mendes, na Galeria Candido Mendes
2003 - São Paulo SP - A Subversão dos Meios, no Itaú Cultural
2003 - São Paulo SP - Arco 2003, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
2003 - São Paulo SP - Estética do Fluido, no MAM/SP
2003 - São Paulo SP - Meus Amigos, no MAM/SP
2003 - São Paulo SP - Um Difícil Momento de Equilíbrio, no MAM/SP
2003 - Vila Velha ES - O Sal da Terra, no Museu Vale do Rio Doce
2004 - São Paulo SP - Arte Contemporânea: uma história em aberto, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
2004 - São Paulo SP - Em Tempo sem Tempo, no Paço das Artes

Fonte: Itaú Cultural

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