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Jorge Guinle

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BIOGRAFIA

Jorge Guinle (Nova York, Estados Unidos 1947 - idem 1987)

Pintor, desenhista e gravador.

Jorge Guinle Filho muda-se com a família para o Brasil ainda no ano de seu nascimento e permanece no Rio de Janeiro até 1955. Desse ano até 1962, acompanhando a mãe, mora em Paris e, em seguida, em Nova York, onde reside até 1965. Na França, em paralelo a sua formação regular, inicia, como autodidata, estudos de pintura e freqüenta museus e galerias de arte, prática que mantém quando se transfere para os Estados Unidos. O contato com obras tanto de mestres da pintura como de artistas contemporâneos são marcantes em sua formação. É influenciado, de forma especial, pelas obras do pintor francês Henri Matisse (1869 - 1954) e pela action painting e arte pop norte-americanas. De 1965 a 1974 vive no Rio de Janeiro e passa temporadas em Londres e Paris, cidade para onde retorna nesse último ano e se estabelece por mais três anos. Em 1977, volta a residir no Rio de Janeiro. Seu trabalho ganha repercussão e, na década de 1980, integra as principais exposições de arte do país. A produção do artista, concentrada em seus últimos sete anos de vida, é dedicada sobretudo à pintura, que chama atenção pelo vigor e pela intrincada referência que faz aos movimentos artísticos modernos e contemporâneos. Jorge Guinle é um importante incentivador da revalorização da pintura promovida pelo grupo de jovens artistas conhecido como Geração 80. Participa da mostra Como Vai Você, Geração 80?, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage, Rio de Janeiro, 1984, escreve um texto para a edição especial da revista Módulo dedicada a essa mostra, participa de várias exposições e eventos realizados por esses artistas e escreve sobre suas obras.

Comentário crítico

Jorge Guinle passa grande parte de sua vida entre Paris e Nova York, onde conhece obras da action painting e da arte pop, decisivas em sua formação. Fixa-se no Brasil em 1977. Nos anos seguintes, o clima de abertura política no país favorece as manifestações artísticas e Guinle retoma a carreira, iniciada na metade da década de 1960, com forças renovadas. Sua trajetória é muito rápida: trabalha por sete anos, nos quais produz obras marcantes. Entre 1980 e 1982, faz entrevistas para a revista Interview, de circulação nacional, com importantes artistas brasileiros, como: Hélio Oiticica (1937 - 1980), Rubens Gerchman (1942 - 2008), Antonio Dias (1944), Lygia Clark (1920 - 1988), Cildo Meireles (1948) e Mira Schendel (1919 - 1988), entre outros.

Colorista nato, Guinle atribui a descoberta da pintura ao contato com obras do pintor francês Henri Matisse (1869 - 1954), principalmente Mulher Lendo sobre Fundo Negro (1939). Trabalha com arte abstrata, na qual utiliza a gestualidade e trava constante diálogo com artistas do expressionismo abstrato, principalmente Jackson Pollock (1912 - 1956), Willem de Kooning (1904 - 1997) e Franz Kline (1910 - 1962). Utiliza telas de grandes dimensões, com vastas áreas de cor, em que o olho se deixa levar pelo ritmo das pinceladas. Em telas como Operação Plástica (1980) revela sua admiração por Henri Matisse, o que ocorre também no quadro Cobertas Coarctadas (1981), no qual está presente a gama cromática do mestre francês, exemplificada em Paisagem de Collioure (1905). 

Suas obras oscilam entre figuração e abstração. Em Galicíneo Galhardeado (1982) representa seres reais ou imaginários. Em outras sugere paisagens como em Copacabana Me Engana ou Passarela (ambas de 1983). Sexta-Feira (1985) apresenta uma vontade ordenadora, com áreas bem delineadas, contornos definidos, e recortes de estampas que têm relação com planos de fundo de obras de Paul Klee (1879 - 1940) ou Bram van Velde (1895 - 1981). Já em Paisagem Infinita (1985) cria um redemoinho de impressões cromáticas. As nuances de cor, de grande pulsação luminosa, são obtidas pela gestualidade. O quadro Subida ao Céu (1986) beira a total abstração. O suporte é preenchido quase com um único ritmo, o efeito visual lembra os obtidos por Pollock, por exemplo em Olhos no Calor (1946).

Na opinião da estudiosa Christina Bach, ocorre uma mudança nas obras do artista no período de 1986 a 1987, e distancia-se da ansiedade experimental da época anterior. Cavalo de Tróia, Pau-Brasil e As Vogais (todas de 1986) apresentam grandes planos de cores mais suaves, conseguidos pelo emprego de tintas diluídas, e revelam caráter de introspecção. O uso de cores translúcidas e cintilantes traz lembranças de obras de De Kooning, como Paliçada (1957) ou Subúrbio em Havana (1958). Os quadros Ulisses ou Cabeça de Pescador (ambos de 1987) mostram uma gestualidade menos febril, tonalidades mais sutis e distribuição dos elementos mais ritmada. Guinle alia o vigor que transmite a essas telas ao aspecto tênue, quase etéreo da cor e execução. Em razão da farta incidência de amarelos, muitas vezes pontuados por vermelhos vivos, predomina em alguns quadros uma atmosfera solar. Em obras como Iasmin e O Corpo (ambas de 1987) as tintas se liquefazem, tornam-se luz e revelam muita densidade emocional.

Ao longo da carreira, o artista participa de várias exposições nacionais, entre elas a mostra Como Vai Você, Geração 80?, realizada na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage, Rio de Janeiro, em 1984. Formada por um grupo de jovens artistas, que se torna conhecido como Geração 80, seus trabalhos relacionam-se a uma pesquisa e revalorização das técnicas de pintura, em contraposição às vertentes conceituais da arte brasileira na década de 1970. Destaca-se a importante atuação de Guinle como incentivador dessa nova geração: prepara um texto crítico para o catálogo da mostra, participa de várias manifestações coletivas e eventos promovidos pelos artistas e escreve sobre suas obras.

Críticas

"Essas telas exigem um olhar furioso mas extremamente culto, com uma vasta memória moderna. A operação é vertiginosa, exaustiva e engaja um olhar físico, pronto a sentir as palpitações da matéria, a energia dos gestos, as diferentes e divergentes decisões do artista - os ataques bruscos, as manobras obsessivas, os vários humores que cada tela parece literalmente exalar. Não há como percorrê-las a partir de um ponto de vista ideal: é necessário experimentá-las pelos poros da pintura. (...)

Diante dessas telas revivemos o dilema básico, a aporia, da arte contemporânea  - toda a liberdade, a disponibilidade imaginável, atuando entretanto em território fechado, no claustro da Arte e da Cultura. Instalação, happening, objeto, escultura ou pintura, seja qual for o suporte, a questão se impõe com a mesma premência: como fazer existir a arte no mundo contemporâneo? E, bem entendido, não se trata de algum vago desejo de mudar o mundo, e sim, antes e decisivamente, do próprio estar no mundo. Por isso em mais de um sentido, o diálogo das telas de Jorge Guinle se faz não apenas com as linguagens modernas mas também com a realidade institucional dessas linguagens, não só com a pintura mas com tudo o que aconteceu a ela. Interiorizadas, introjetadas no seu drama irônico, estão tanto a genial aventura da arte moderna quanto o seu triste fim institucional, tanto o mundo da arte quanto a arte no mundo. Apenas tudo isso é vivido na qualidade de pintura, e jamais a título de comentário de clichês visuais.

Assim, no mesmo transe, o olhar deve acompanhar como puder os planos trancados, as diferentes texturas, a aparente arbitrariedade das cores, aderir enfim a essa heterogeneidade, reconhecendo porém a história que se passa ali. (...) Quem não localizar aí Picasso e Matisse, Pollock e De Kooning, não tiver intimidade com a pop, vai passar ao largo do trabalho. É sobre esta realidade histórica que incidem a sua angústia e o seu humor na exata medida em que, até certo ponto, toda a pintura de Jorge Guinle é uma espécie de paródia da liberdade de pintar (...)".
Ronaldo Brito
BRITO, Ronaldo. Paroxismos de pintura. In: GUINLE, Jorge. Jorge Guinle.  São Paulo: Galeria Luisa Strina, 1984. p. [3-6].

"(...) É na abertura da década de 80 que o trabalho de Jorge Guinle toma o corpo, a alma e o elã que ainda hoje o definem. Típico de uma postura pós-moderna, ele fez da pintura, simultaneamente energética e controlada, espontânea na aparência e voluntariosa na base, o seu campo de imersão e de comentário. O que há ali de imediatamente vulcânico é instrumento de tática. Pois não lhe interessa cobrir tela a tela com simples gestos desordenados, saídos de uma fúria inconsciente, de uma energia de que não se conhecem a causa e o alvo. Não desconstrói, por impulso inominado; mas, ao contrário, problematiza a pintura no próprio ato de pintar. Toda vivacidade liberatória desse seu neo-expressionismo carrega uma dose possante de cálculo. É ritual de antropofagia: a arte de antes passada, com os maiores cuidados, pelo caldeirão da arte de agora. Teimosa digestão".
Roberto Pontual
PONTUAL, Roberto. Jorge Guinle. In: _______. Entre dois séculos: arte brasileira do século XX na coleção Gilberto Chateaubriand. Rio de Janeiro: Editora JB, 1987. p. 517.

"A atividade de Jorge era um constante absorver/devolver que perspassava sua relação com o mundo: o resultado, ao final, era o reencontro com a pintura, a sua pintura, sempre sob a forma de uma explosão incontida. Gestual, nervosa, vibrante, generosa e capaz de descer a detalhes que resistem a qualquer olhada mais rápida. E também descuidada, às vezes, no que o descuido significa ignorar propositadamente as possibilidades da técnica (bastante limitadas aliás), para melhor desvendar os mistérios (estes ilimitados) da pintura em si: são poucas as telas em que não haja um ou outro craquelé, uma ou outra película enrugada pelo excesso de veículo. Mas, com isso, Jorge ampliava progressivamente as suas possibilidades, como poucos artistas de sua geração souberam fazê-lo".
Reynaldo Roels Jr.
ROELS JÚNIOR, Reynaldo. [Texto de apresentação]. In: GUINLE, Jorge. Jorge Guinle: l'heure bleue. Rio de Janeiro: Galeria Anna Maria Niemeyer, 1989. p. [ 7].

"(...) É preciso acentuar a especial concentração poética que protegeu Jorge Guinle dos contágios equivocados: o artista não era ingênuo. Cedo percorreu as grandes coleções internacionais - Matisse e Picasso, Pollock e De Kooning foram seus declarados heróis de infância. O pintor soube destilar seus ensinamentos e, mais, os converteu em substância própria.
Assim, envolver-nos com sua obra é percorrer uma significativa elucidação cultural: os mais diversos tipos de expressionismos, as mais variadas espécies de abstrações, os fauvismos e seus descendentes, os cubismos e suas inúmeras retomadas, dentre outras tantas referências históricas devem necessariamente ser consultadas. Seremos solicitados a resolver acareações e conspirações, antigas até. Certo é que somente com o tempo, habitando demoradamente os enormes retângulos deste pintor, será possível enxergar o alcance de uma produção que já nasceu repleta de inteligentes indicações: são 'voltas de pintura'.
Além disso, o artista era onívoro (...). E fica evidente que tudo e todos se comunicam. Em Jorge Guinle, é só olhar: o lirismo de Matisse soma-se à determinação de Picasso; a angústia de De Kooning mistura-se à melancolia de Bram van Velde; ao sofrimento existencial de Pollock adere o cinismo de Andy Warhol. Pode-se ficar horas procurando referências desde Cézanne até a pop em seus planos. O artista jamais fora intimidado por qualquer um desses mestres. Ao contrário, incentivou colóquios adormecidos, teimosos em se restaurarem no fim do século que acolheu as maiores epifanias artísticas".
Christina Bach
BACH, Christina. Jorge Guinle: energia solar. In: ______. Jorge Guinle. Apresentação Ronaldo Brito. São Paulo: Cosac & Naify, 2001. p. 18-19.

Depoimentos

"A minha iconografia é abstrata. É uma iconografia da história da arte e não uma iconografia identificada, como a dos neo-expressionistas alemães e italianos, ou mesmo do Schnabel, que, mesmo usando uma imagem, reduz a sua função a zero. Neste ponto acho que divergem os caminhos da nova escola e o da minha pintura. Ao mesmo tempo, existe um diálogo conservador e historicista entre o meu trabalho e o deles, no uso da tela e da tinta a óleo, matérias tradicionais por excelência. Há também um diálogo entre meus trabalhos e os cultores da nova escola, na noção de uma escolha de estilo já dado e dirigido; numa heterogeneidade que negaria a unicidade de pensamento que cria o sublime homogêneo. No meu caso, por motivos emocionais, estéticos, se encontra uma mescla do abstrato-expressionismo gestual, de De Kooning e do Matisse, até um surrealismo automatista. Mas cada apropriação de um estilo, de um pensamento inicial, é desviada do propósito inicial da escola escolhida justamente pela inclusão de uma outra escola que seria sua negação. 
Por exemplo, o lado decorativo, joie-de-vivre matissiano das cores, seria negado pela construção ritmicamente exacerbada do abstrato-expressionismo. Por outro lado, a tragédia desta mesma pincelada abstracionista é negada pelo otimismo da cor e pela ambigüidade cômica da operação. A possibilidade e o prazer de sempre alargar e nutrir essas contradições formam a base da minha práxis artística. O sublime poderia justamente surgir nessa crítica do sublime já embalsamado e obsoleto, nessa fronteira exígua, onde ele nasce e desaparece".
Jorge Guinle
GUINLE, Jorge. [A pintura contra a parede]. In: BIENAL INTERNACIONAL DE SÃO PAULO, 17., 1983, São Paulo, SP. Catálogo geral. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1983. p. 201. [Trecho final do texto publicado originalmente no cartaz da exposição Jorge Guinle. Rio de Janeiro: Espaço ABC, MAM/RJ, 1982]. 

"A emoção que sinto quando a tela está pronta é muito forte. É uma emoção incrível e que nunca confessei. Uma emoção total, de harmonia com o mundo, de felicidade. Uma emoção fortíssima de volta ao passado e a todas as memórias passadas. Uma sensação de comicidade das coisas da vida como num momento Zen, onde você vê todo o absurdo mas o acha engraçado. Uma segurança total perante o mundo, uma felicidade, uma calma, uma sensação de paz. 
Quando levo uma tela de um lugar para outro, seguro-a com especial carinho, sentindo sua rugosidade, seu chassis. Em vez de fazer uma meditação eu pinto. É assim que encontro o meu sartori: a total paz com relação ao mundo onde os contrários se unem".
Jorge Guinle
GUINLE, Jorge. [Depoimento]. In: ______. Jorge Guinle: l'heure bleue. Rio de Janeiro: Galeria Anna Maria Niemeyer, 1989. p. [13]. [Texto escrito em setembro de 1986].

Exposições Individuais

1973 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Grupo B
1980 - Rio de Janeiro RJ - 14 Pinturas Eróticas, na Galeria Anna Maria Niemeyer
1980 - Rio de Janeiro RJ - Memória Oblíqua, na Galeria Andrea Sigaud
1981 - Belo Horizonte MG - Desregramentos, na Parnaso Galeria de Arte
1981 - Brasília DF - Desregramentos, na Galeria Jorge Souza
1982 - São Paulo SP - Passos Diacríticos, na Galeria Luisa Strina
1982 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no MAM/RJ. Espaço ABC 
1983 - Niterói RJ - Marcapasso, na Galeria de Arte da UFF
1984 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina
1985 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria do CCCM
1985 - Munique (Alemanha) - Individual, na Galeria Irene Maeder
1985 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Saramenha
1986 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina
1986 - Vitória ES - Individual, na Galeria Usina

Exposições Coletivas

1965 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva, na Galeria do Hotel Copacabana Palace
1978 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MNBA
1979 - Rio de Janeiro RJ - 2º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1980 - Rio de Janeiro RJ - 6ª O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana
1981 - Rio de Janeiro RJ - 4º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1982 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1982 - Rio de Janeiro RJ - Entre a Mancha e a Figura, no MAM/RJ
1983 - Belo Horizonte MG - Arte Hoje, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes
1983 - Rio de Janeiro RJ - 13 Artistas/13 Obras, na Thomas Cohn Arte Contemporânea
1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1983 - São Paulo SP - 17ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1984 - Curitiba PR - Simões de Assis Galeria de Arte: mostra inaugural, na Simões de Assis Galeria de Arte
1984 - Fortaleza CE - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas
1984 - Niterói RJ - 1ª Arte Brasileira Atual, na Galeria de Arte da UFF
1984 - Rio de Janeiro RJ - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1984 - Rio de Janeiro RJ - Como Vai Você, Geração 80?, na EAV/Parque Lage
1984 - Rio de Janeiro RJ - Viva a Pintura, na Petite Galerie
1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ - prêmio de viagem ao exterior
1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1985 - São Paulo SP - Coletiva, na Galeria Subdistrito
1985 - Vitória ES - 3 Foragidos, na Ufes. Galeria de Arte e Pesquisa
1986 - Rio de Janeiro RJ - Quatro Quadros, no CCCM
1986 - Rio de Janeiro RJ - Território Ocupado, na EAV/Parque Lage
1986 - Rio de Janeiro RJ - Transvanguarda e Culturas Nacionais, no MAM/RJ
1986 - São Paulo SP - 4º Salão Paulista de Arte Contemporânea, na Fundação Bienal
1987 - Rio de Janeiro RJ - Gesto Alucinado, no Rio Design Center

Exposições Póstumas

1987 - Rio de Janeiro RJ - A Hora Azul, no CCCM. Grande Galeria
1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1988 - São Paulo SP - Jorge Guinle: fase azul - obras inéditas, na Galeria de Arte São Paulo
1989 - Rio de Janeiro RJ - Jorge Guinle: l'heure bleue, na Galeria Anna Maria Niemeyer
1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1989 - São Paulo SP - Gesto e Estrutura, na Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1990 - Campo Grande MS - Individual, na Galeria de Arte Contemporânea
1990 - Los Angeles (Estados Unidos) - Brazil Projects' 90, na Municipal Art Gallery
1990 - São Paulo SP - Brazil Projects' 90, no Masp
1991 - Monterrey (México) - Mito y Magia en América: los ochenta, no Museo de Arte Contemporáneo de Monterrey
1991 - Rio de Janeiro RJ - 10 Anos: Coleção Centro Cultural Cândido Mendes, no MAM/RJ
1991 - Rio de Janeiro RJ - BR/80: pintura Brasil década 80, na Fundação Casa França-Brasil
1991 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Itaugaleria
1991 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no MAM/RJ
1992 - Rio de Janeiro RJ - 1ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1992 - Rio de Janeiro RJ - Brazilian Contemporary Art, na EAV/Parque Lage
1992 - Rio de Janeiro RJ - Diferenças, no MNBA
1992 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Museu da República
1992 - São Paulo SP - Individual, no Gabinete de Arte Raquel de Arnaud
1993 - Niterói RJ - 2ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no MAC/Niterói
1993 - Rio de Janeiro RJ - Emblemas do Corpo: o nu na arte moderna brasileira, no CCBB
1993 - Washington (Estados Unidos) - Brasil: imagens dos anos 80 e 90, no Art Museum of the Americas
1994 - Poços de Caldas MG - Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos do Unibanco, na Casa de Cultura
1994 - Rio de Janeiro RJ - Brasil: imagens dos anos 80 e 90, no MAM/RJ
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Brasil: imagens dos anos 80 e 90, na Casa das Rosas
1995 - Rio de Janeiro RJ - Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos do Unibanco, no MAM/RJ
1995 - São Paulo SP - Anos 80: o palco da diversidade, na Galeria de Arte do Sesi
1996 - Rio de Janeiro RJ - O Grito, no MNBA
1996 - Rio de Janeiro RJ - Viagem Erótica: da figura ao abstrato, na UERJ. Galeria Candido Portinari
1997 - Curitiba PR - A Arte Contemporânea da Gravura, no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba
1997 - Niterói RJ - Jorge Guinle: obras da Coleção João Leão Sattamini, no MAC/Niterói
1998 - Belo Horizonte MG - Individual, na Pace Arte Galeria
1998 - Goiânia GO - Os Anos 80, na Galeria de Arte Marina Potrich
1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no MAC/Niterói
1998 - São Paulo SP - Destaques da Coleção Unibanco, no Instituto Moreira Salles
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Masp
1999 - Vila Velha ES - Jorge Guinle: Coleção Marcio Espindula, no Museu Ferroviário Vale do Rio Doce
1999 - Vitória ES - Individual, na Galeria Pedro Nolasco
2000 - Curitiba PR - Jorge Guinle: desenhos, na Galeria Casa da Imagem
2000 - Niterói RJ - Pinturas na Coleção João Sattamini, no MAC/Niterói
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - Jorge Guinle: desenhos, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
2001 - Rio de Janeiro RJ - Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light
2001 - Rio de Janeiro RJ - O Espírito de Nossa Época, no MAM/RJ
2001 - São Paulo SP - O Espírito de Nossa Época, no MAM/SP
2002 - Niterói RJ - Coleção Sattamini: modernos e contemporâneos, no MAC/Niterói
2002 - Porto Alegre RS - Violência e Paixão, no Santander Cultural
2002 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Mostra Rio Arte Contemporânea, no MAM/RJ
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 - Rio de Janeiro RJ - Seleção do Acervo de Arte da UCAM, no CCCM
2002 - São Paulo SP - 28 (+) Pintura, no Espaço Virgílio
2002 - São Paulo SP - Mapa do Agora: arte brasileira recente na Coleção João Sattamini do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Instituto Tomie Ohtake
2002 - São Paulo SP - Paralela, em Galpão localizado na Avenida Matarazzo, 530
2003 - São Paulo SP - 2080, no MAM/SP
2003 - São Paulo SP - Marcantonio Vilaça - Passaporte Contemporâneo, no MAC/USP
2004 - Rio de Janeiro RJ - O Século de um Brasileiro: Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial
2004 - Rio de Janeiro RJ - Onde Está Você, Geração 80?, no CCBB
2004 - São Paulo SP - As Bienais: um olhar sobre a produção brasileira, na Galeria Bergamin
2005 - São Paulo SP - O Século de um Brasileiro: Coleção Roberto Marinho, no MAM/SP
2007 - Belo Horizonte MG - Coletiva de Acervo, na Galeria Murilo Castro
2007 - São Paulo SP - Itaú Contemporâneo: arte no Brasil 1981-2006, no Itaú Cultural
2008 - Porto Alegre RS - Jorge Guinle - Belo Caos, na Fundação Iberê Camargo
2009 - São Paulo SP - Jorge Guinle - Belo Caos, no MAM/SP

Fonte: Itaú Cultural

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