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Jacques Douchez

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BIOGRAFIA

Jacques Douchez (Mâcon, França 1921 - São Paulo SP 2012)

Tapeceiro e pintor. Chega ao Brasil, em São Paulo, em 1947.

Integra o Atelier-Abstração, de Samson Flexor (1907-1971), a partir de 1951. Participa, com pinturas abstratas, da 2ª Bienal de São Paulo e da 1ª Mostra do Atelier-Abstração, no Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB/SP), ambas em 1953. A partir de 1957, produz tapeçarias e cria, com Norberto Nicola (1930-2007), o Ateliê Douchez-Nicola. Nas 7ª, 8ª e 9ª Bienais de São Paulo, mostra tapeçarias. De 1961 em diante, apresenta suas tapeçarias em exposições individuais e com seu colega de atelier. Aos poucos, suas peças saem do plano e tornam-se tridimensionais. Em 1974, expõe na 1ª Mostra Brasileira de Tapeçaria, em São Paulo. Durante os anos 1970 e 1980, mostra suas obras novamente na Bienal de São Paulo, na 3ª Bienal de Medellín, na 7ª Bienal de Tapeçaria de Lausanne e na 1ª Trienal de Tapeçaria de São Paulo, onde ganha o 1º prêmio, nas duas trienais subseqüentes e na Trienal de Lodz. Faz várias individuais. Em 1980, o Ateliê Douchez-Nicola encerra suas atividades. Douchez continua produzindo formas tecidas. Em 1989, a exposição Jacques Douchez - Esculturas Tecidas tem lugar na Galeria Múltipla de Arte, São Paulo. A partir do anos 1990, volta a pintar, sempre tendendo à abstração. Em 2003, apresenta duas grandes mostras: Plano e Relevo, na Pinacoteca do Estado de São Paulo (Pesp), e Esculturas Tecidas, no Espaço Cultural da BM&F Brasil, São Paulo.

Comentário Crítico

A carreira de Jacquez Douchez se inicia no Atelier-Abstração, sob a orientação de Samson Flexor (1907-1971). Suas pinturas estão entre a abstração geométrica e a lírica. É construtivo, mas não concreto. Não usa cores muito fortes, mas faz telas com cores variadas e outras com tons mais acinzentados. As formas são compostas por retas e arcos de círculos, mas a composição não é simétrica, não segue padrões ou regras matemáticas. É a primeira fase de sua obra, menos significante do que as tapeçarias, que começa a realizá-los a partir do final do anos 1950, com Norberto Nicola (1930-2007), impulsionado pelas inovações do tapeceiro Jean Lurçat, na França, e de Genaro de Carvalho (1926-1971), no Brasil. Suas primeiras tapeçarias são planas e abstratas. Seguem a mesma linha das pinturas.

Entretanto, no manifesto do Ateliê Douchez-Nicola, os artistas afirmam querer sair do paradigma plano para produzir formas tecidas que levariam em conta as especificidades do material, a fibra. "A fibra e o tecido possuem um volume com qualidades próprias de tensão, elasticidade, comportamento, enfim, um lugar no espaço".1

Assim, as tapeçarias dos anos 1970 a 1990 já não são mais planas, mas formas tridimensionais compostas por diferentes planos de tecido, como faixas ou fitas, mais ou menos largas, que se entrelaçam, formam nós, são amarradas, se juntam e se separam de maneira articulada, construindo volumes. Às vezes, fios estendidos traçam retas paralelas verticais, atravessando a composição. Freqüentemente, as cores são bastante intensas e, sobretudo, contrastantes; e espaços vazios deixam ver as paredes. O tamanho dos trabalhos lhes confere monumentalidade, ressaltada por vários críticos.2 Salvo raras exceções, as peças são feitas para serem vistas de um ponto de vista frontal, e não, como uma escultura, de todos os lados. Ademais, ao contrário da tapeçaria de Nicola, aqui não há formas propriamente orgânicas, mas sim construídas a partir de elementos inicialmente geométricos.3

Nas décadas de 1990 e 2000, Douchez volta à pintura a óleo e ao guache. Nesses trabalhos, não vemos alterações radicais daquilo que fazia nos anos 1950. Algumas telas são justamente realizações de projetos antigos.

Notas
1 DOUCHEZ, Jacques. Plano e Relevo. Curadoria Antônio Carlos Miguel Abdalla; texto Olívio Tavares de Araújo. São Paulo: Pinacoteca do Estado, 2003, p. 12.
2 DOUCHEZ, Jacques. Esculturas Tecidas. Texto Antônio Carlos Miguel Abdalla e Alvaro Machado. São Paulo: Espaço Cultural BM&F, 2003, p. 9, por exemplo.
3 ZANINI, Walter (Coord.). História Geral da Arte no Brasil. V - II. São Paulo: Instituto Moreira Salles: Fundação Djalma Guimarães, 1983, p. 692.

Críticas

"Douchez se expressa através da lã e seus temas plásticos decorrem das possibilidades específicas da fibra: torção, jogo de faixas que se entrelaçam. Isto cria uma tapeçaria articulada, móvel, flexível. A personalidade de Douchez se revela naturalmente na sua obra. Formado em Artes Plásticas e em literatura, ele tem uma cultura humanista. Mas sem renegar os valores clássicos, se expressa hoje numa linguagem eminentemente contemporânea. Há quase sempre nas suas obras, uma organização racional da forma, que tem um parentesco com a arquitetura. As tapeçarias são de fato concebidas para integrar-se na arquitetura, na qual dominam a verticalidade, a horizontalidade e a curva. É interessante notar que Douchez, apesar de suas obras serem abstratas, coloca títulos nas tapeçarias, títulos que abrem margem à imaginação. É evidente que ?Azincourt? é uma obra que se justifica por si mesma, mas através do título surgem à nossa frente, com suas lanças, os soldados franceses derrotados em 1415 pelos ingleses. Das formas abstratas, surgem imagens figurativas, criando assim um mundo de sugestões plásticas".
Lisetta Levi - membro da A.I.C.A.
DOUCHEZ, Jacques. A Escultura tecida de Douchez. Texto Lisetta Levi. Campinas: Centro de Convivência Cultural, 1984.

"O fundamental para a evolução da arte de Douchez foi sua passagem, na década de 50, pelo Atelier Abstração, liderado por Samsom Flexor. A importância de Flexor na eclosão da linguagem abstrata no Brasil já tem sido reconhecida em várias fontes. Poderíamos acrescentar que a abstração flexoriana correspondia a uma visão mais intelectual e racional do mundo que a uma experiência emocional - e que Douchez, como bom francês, andou com naturalidade na mesma estrada. Assim, dominou inteiramente todos os recursos técnicos e estéticos da plástica (e foi um pintor reconhecido e premiado em sua época), antes de passar a tecer a lã. E isso se reflete na obra hoje produzida. Não há, aqui, nenhuma improvisação nem nenhum mal-entendido. O espaço é inteligentemente estruturado, com um 'esprit de finesse' e uma noção de propriedade e elegância que, a meu ver, caracterizam Douchez há quinze anos, pelo menos. É uma elegância que se exprime, antes de mais nada, pela clareza das intenções, explicitada na geometria subjacente a todo o trabalho. A tapeçaria de Jacquez Douchez não é orgânica, não evoca natureza, nem vegetação abundante. È um trabalho intelectual, pensado, articulado, construído com espírito, e a ele destinado. A tal ponto que, em fases mais antigas, a cor - esse com ponente 'emocional' por excelência - tinha menos importância que a estrutura, e a tapeçaria era menos pictórica que gráfica e escultórica".
Olívio Tavares de Araújo
DOUCHEZ, Jacques. Esculturas tecidas. São Paulo: Múltipla de Arte, 1989.

Depoimentos

Tentamos dar à tapeçaria uma nova dimensão criativa. A tapeçaria que buscamos afasta-se da idéia tradicional de uma representação plana. Criamos um objeto tecido. A reforma de Lurçat foi unicamente uma reconsideração da arte do plano, com uma técnica (a tecelagem) e um material (a lã) específicos. Trata-se agora de criar uma arte da fibra tecida, libertada de qualquer ligação com as artes de superfície pintada. A fibra e o tecido possuem um volume com qualidades próprias de tensão, elasticidade, comportamento, enfim um lugar no espaço. A cor é um atributo da matéria, mas por esta retida. A obra tecida deve modelar o espaço numa forma multidimensional.
Jacques Douchez e Norberto Nicola - São Paulo, 1959.
O Manifesto do Atelier Douchez-Nicola. In: DOUCHEZ, Jacques. Plano e relevo. São Paulo: Pinacoteca do Estado, 2003. Este manifesto foi publicado no catálogo da exposição na Galeria Bonino, Rio de Janeiro, em 1968.

Acervos

Banco do Brasil - São Paulo SP
Banco Itaú - São Paulo SP
Fundação Calouste Gulbenkian - Lisboa (Portugal)
Fundação Roberto Marinho/Rede Globo - Rio de Janeiro RJ
Kennedy Center - Washington (Estados Unidos)
Museu de Arte Brasileira/Faap - São Paulo SP
Museu de Arte Contemporânea - Campinas SP
Museu de Arte de São Paulo - São Paulo SP
Museu de Arte Moderna - São Paulo SP
Palácio do Itamaraty - Brasília DF
Palácio de Convenções/Parque do Anhembi - São Paulo SP
Pinacoteca do Estado do Estado de São Paulo - São Paulo SP

Exposições Individuais

1959 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte das Folhas
1963 - Rio de Janeiro - Individual, no MAM/RJ
1963 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Astréia
1965 - Lima (Peru) - Individual, na Galeria Portinari
1968 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1975 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Documenta
1976 - Washington (Estados Unidos) - Individual, na American-Brazilian Cultural Institute
1977 - Santos SP - Individual, no Clube XV
1979 - São Paulo SP - Esculturas Tecidas, na Galeria Múltipla de Arte
1981 - Campos do Jordão SP - Jacques Douchez: Tapeçarias, no Auditório Cláudio Santoro, por ocasião do Festival de Inverno de Campos do Jordão
1982 - Curitiba PR - 20 Anos de Tapeçaria, no MAC/PR
1984 - São Paulo SP - A Escultura Tecida de Douchez, na Galeria Arte Aplicada
1984 - Campinas SP - A Escultura Tecida de Douchez, no Centro de Convivência Cultural de Campinas
1987 - Jundiaí SP - Individual, no Museu Histórico e Cultural de Jundiaí - Solar do Barão
1989 - São Paulo SP - Esculturas Tecidas, na Galeria Múltipla de Arte
2003 - São Paulo SP - Jacques Douchez: plano e relevo, na Pinacoteca do Estado
2003 - São Paulo SP - Esculturas Tecidas, no Espaço Cultural BM&F
2003 - Santos SP - Esculturas Tecidas, na Pinacoteca Benedicto Calixto

Exposições Coletivas

1953 - São Paulo SP - 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados
1953 - São Paulo SP - 2ª Mostra do Atelier Abstração, no IAB/SP
1954 - São Paulo SP - 3º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão das Nações
1955 - São Paulo SP - 4º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1955 - São Paulo SP - O Atelier Abstração, no Instituto Mackenzie
1955 - Toquio (Japão) - 3ª Bienal de Tóquio
1956 - São Paulo SP - 3ª Mostra do Atelier Abstração, no MAM/SP
1956 - São Paulo SP - 5º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1957 - São Paulo SP - 12 Artistas de São Paulo, na Galeria de Arte das Folhas
1957 - São Paulo SP - 4ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1957 - São Paulo SP - Pintura Abstrata, no MAM/SP
1958 - Nova York (Estados Unidos) - Ateliê Abstração of São Paulo, na Roland de Anelle Gallery
1958 - Paris (França) - 50 Ans d'Art Abstrait, na Galeria Creuze
1958 - São Paulo SP - 7º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1959 - São Paulo - Prêmio Leirner de Arte Contemporânea, na Galeria de Arte das Folhas
1959 - São Paulo SP - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1961 - Belo Horizonte MG - Atelier Douchez-Nicola, no MAM/BH
1961 - Curitiba PR - Atelier Douchez-Nicola, Galeria Paulo Valente
1961 - Rio de Janeiro RJ - Atelier Douchez-Nicola e Amélia Toledo, na Galeria Oca
1961 - Rio de Janeiro RJ - Atelier Douchez-Nicola, na Galeria GEAD
1961 - São Paulo SP - Atelier Douchez-Nicola, na Galeria Sistina
1962 - Campinas SP - Atelier Douchez-Nicola, no Centro de Ciências e Artes
1962 - Lima (Peru) - Atelier Douchez-Nicola, na Art Center
1962 - Rio de Janeiro RJ - Atelier Douchez-Nicola, na Embaixada Norte-americana
1962 - São Paulo SP - Atelier Douchez-Nicola, na Galeria Astréia
1963 - Montevidéu (Uruguai) - Atelier Douchez-Nicola, no Centro de Artes e Letras
1963 - Rio de Janeiro RJ - Atelier Douchez-Nicola, no MAM/RJ
1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1963 - São Paulo SP - Atelier Douchez-Nicola, na Galeria Astréia
1964 - São Paulo SP - Tapeçarias sobre Cartões de Artistas Brasileiros, na Galeria Astréia
1965 - Lima (Peru) - Atelier Douchez-Nicola, na Galeria Cândido Portinari
1965 - Londres (Inglaterra) - Exposição de Arte Brasileira, no The Royal College of London
1965 - Santiado (Chile) - Atelier Douchez-Nicola, no Centro Brasileiro de Cultura
1965 - São Paulo SP - 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1965 - São Paulo SP - Atelier Douchez-Nicola, na Galeria de Arte Hispânica
1966 - Cidade do México (México) - Atelier Douchez-Nicola, no Museo de Arte Moderno
1966 - Paris (França) - Exposição de Arte Brasileira, na Galeria Jansen
1966 - Rio de Janeiro RJ - Atelier Douchez-Nicola, na Morada Móveis Objetos de Arte
1966 - Viena (Áustria) - Atelier Douchez-Nicola, no Künste Museum
1967 - Lima (Peru) - Atelier Douchez-Nicola, na Galeria Cândido Portinari
1967 - Rio de Janeiro RJ - 3ª O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1967 - São Paulo SP - Atelier Douchez-Nicola, na Galeria Chelsea
1968 - Amsterdã (Holanda) - Exposição de Arte Brasileira
1968 - Rio de Janeiro RJ - Atelier Douchez-Nicola, na Galeria Bonino
1968 - São Paulo SP - Atelier Douchez-Nicola, na Galeria Documenta
1969 - Brasília DF - Atelier Douchez-Nicola, na Galeria Editora Civilização Brasileira
1969 - São Paulo SP - 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1969 - São Paulo SP - Atelier Douchez-Nicola, na Galeria Documenta
1970 - Belo Horizonte MG - Coletiva, na UFMG
1970 - Cidade do México (México) - Atelier Douchez-Nicola, no Palácio de Belas Artes
1970 - Ingelheim (Alemanha) - Semana de Arte Brasileira
1970 - Osaka (Japão) - Expo 70
1970 - Rio de Janeiro RJ - Atelier Douchez-Nicola, na Galeria Bonino
1971 - Nova York (Estados Unidos) - Atelier Douchez-Nicola e Odetto Guersoni, no Edifício Pan American - Panam
1971 - Nova York (Estados Unidos) - Coletiva, na Galeria Ruth Kaufmann
1971 - São Paulo SP - 11ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1971 - Washington (Estados Unidos) - Atelier Douchez-Nicola, na Galeria da Organização de Estados Americanos
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio
1972 - São Paulo SP - Atelier Douchez-Nicola, na Galeria Cosme Velho
1973 - Brasília DF - Atelier Douchez-Nicola, na Fundação Cultural de Brasília
1973 - Brasília DF - Coletiva, na Galeria Múltipla
1973 - São Paulo SP - Atelier Douchez-Nicola, na Masp
1974 - Belo Horizonte MG - Tapeçaria Brasileira, na UFMG
1974 - São Paulo SP - 1ª Mostra de Tapeçaria Brasileira, no MAB/Faap
1975 - Buenos Aires (Argentina) - Coletiva, no Museu de Arte Moderna de Buenos Aires
1975 - Buenos Aires (Argentina) - Primer Encuentro Argentino-Brasileño-Uruguya Del Tapiz, no Museo de Artes Visuales
1975 - Lisboa (Portugal) - Atelier Douchez-Nicola, na Fundação Gulbenkian/Galerias de Exposições Temporárias
1975 - Paris (França) - C.R.E.A
1975 - São Paulo SP - 13º Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1975 - Lausanne (Suíça) - 7ª Bienal de Tapeçaria de Lausanne
1976 - São Paulo SP - 1ª Trienais de Tapeçaria de São Paulo, no MAM/SP
1977 - Belo Horizonte MG - 5º Salão Global de Inverno, na Fundação Palácio das Artes
1977 - Brasília DF - 5º Salão Global de Inverno
1977 - Buenos Aires (Argentina) - Coletiva, no Museu de Arte Moderna de Buenos Aires
1977 - Cleveland (Estados Unidos) - Fiberworks, no The Cleveland Museum of Art
1977 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão Global de Inverno, no MNBA
1977 - São Paulo SP - 5º Salão Global de Inverno, no Masp
1978 - Buenos Aires (Argentina) - Atelier Douchez-Nicola, na Galeria Práxis
1978 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos da Tapeçaria Brasileira, na Galeria Funarte
1978 - São Paulo SP - 1ª Mostra do Móvel e do Objeto Inusitado, no Paço das Artes
1978 - São Paulo SP - As Bienais e a Abstração: a década de 50, no Museu Lasar Segall
1979 - São Paulo SP - 2ª Trienal de Tapeçaria, no MAM/SP
1980 - Bonn (Alemanha) - Quatro Artistas Brasileiros, no Kultur-Forum Bonn Center
1980 - Frankfurt (Alemanha) - Quatro Artistas Brasileiros, no Memorial Hoechst
1980 - Leverkusen (Alemanha) - Quatro Artistas Brasileiros, no Retiro da Bayer
1980 - Lisboa (Portugal) - Quatro Artistas Brasileiros, no Museu Gulbenkian da Fundação Calouste Gulbenkian
1980 - Porto (Portugal) - Quatro Artistas Brasileiros, na Junta Comercial
1980 - Santiago (Chile) - Quatro Artistas Brasileiros, no Museu Nacional de Belas Artes
1980 - São Paulo SP - Quatro Artistas Brasileiros, no MAM/SP
1980 - Sttutgart (Alemanha) - Quatro Artistas Brasileiros, no Edifício do Parlamento
1981 - Porto Alegre RS - Jacques Douchez e Liciê Hunsche, no Margs
1982 - Penápolis SP - 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1982 - São Paulo SP - 3ª Trienais de Tapeçaria de São Paulo, no MAM/SP
1982 - São Paulo SP - Jacques Douchez e Iracema Arditi, no Colégio Humboldt
1983 - Rio de Janeiro RJ - Douchez e a Tapeçaria Brasileira, Hotel Méridien - Salão Elysée
1983 - Rio de Janeiro RJ - Douchez e a Tapeçaria Brasileira, na Aliança Francesa
1983 - São Paulo SP - Artescultura, Centro Experimental de Estudos e Pesquisas de Artes Plásticas, Cênicas, Arquitetura e Design
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - Porto Alegre RS - Exposição Nacional de Arte Têxtil, no Margs
1985 - São Paulo SP - Tendências/Tapeçarias, no Masp
1986 - São Caetano do Sul SP - Tapeçarias, na Multiarte Galeria
1986 - São Paulo SP - 1ª Mostra do Centro Paulista de Tapeçaria, na Galeria do Sesi
1987 - São Paulo SP - 20ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show
1987 - São Paulo SP - 2ª Mostra do Centro Paulista de Tapeçaria, Sesc Pompéia
1988 - Itapecerica da Serra SP - Coletiva, Espaço Cultural da Itapostes
1988 - São Paulo SP - A Escultura ao Alcance de Todos, no Centro de Convenções Rebouças
1992 - Campinas SP - Premiados nos Salões de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1996 - Campinas SP - Abstracionismo Geométrico, no MACC
1996 - São Paulo SP - Abstracionismo Geométrico, no Museu Banespa
1996 - São Paulo SP - Abstratos no Acervo do Banespa, no Espaço Banespa Paulista
1996 - São Paulo SP - Museu Banespa - 30 Anos de Arte, no Espaço Banespa Paulista
1998 - São Paulo SP - Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/SP
1999 - Rio de Janeiro RJ - Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/RJ
1999 - São Paulo SP - Coletiva de Abertura no Atelier Naji Ayoub
1999 - São Paulo SP - Década de 50 e seus Desdobramentos, na Jo Slaviero Galeria de Arte
2000 - São Paulo SP - Coletiva, na Galeria Luísa Strina

Fonte: Itaú Cultural

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