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Ivens Machado

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BIOGRAFIA

Ivens Machado (Florianópolis SC 1942)

Escultor, gravador e pintor.

Ivens Olinto Machado estudou gravura na Escolinha de Arte do Brasil, no Rio de Janeiro. É aluno de Anna Bella Geiger (1933). No início da década de 1970, realiza obras em papel, utilizando materiais como folhas pautadas ou quadriculadas, nas quais realiza interferências. Em 1974, faz sua primeira exposição individual na Central de Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro. É premiado em 1973 no 5º Salão de Verão do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, com a instalação Cerimônia em Três Tempos. Destaca-se em seu trabalho o uso freqüente de materiais de arquitetura como ferro, concreto e argila. Em suas obras apresenta formas brutas e superfícies irregulares, que evocam o acabamento rústico das casas pobres. Outras peças aludem ao universo sexual, por suas formas que permitem associações com o corpo humano. Esses trabalhos, realizados em cimento, contém fragmentos de telhas coloniais em sua superfície. A obra de Ivens Machado abre-se a reflexões acerca da memória social e histórica, por meio de suas formas e materiais.

Comentário Crítico

Ivens Machado, no início da década de 1970, realiza obras em papel utilizando materiais como folhas e cadernos pautados ou quadriculados, nos quais realiza interferências, como na série Fluidos Corretores (1974). Em um primeiro olhar, os desenhos reproduzem fielmente as pautas de um caderno. Porém o observador mais atento percebe que as linhas mudam repentinamente de direção, se partem ou se mantêm presas. Como nota o crítico Fernando Cocchiarale, à lógica do poder desse espaço marcado para o aprendizado o artista impõe uma outra lógica. Essas páginas de caderno jamais serão escritas. As linhas interrompidas, deslocadas de seu contexto habitual, pertencem ao campo da arte.

A década seguinte é marcada por um maior envolvimento do artista com a escultura. A obra Mapa Mudo (1979) é um mapa do Brasil feito com cacos de vidro verde cravados sobre cimento. Realizada durante a ditadura militar, a imagem evoca ao mesmo tempo as exuberantes florestas brasileiras e os muros das residências bem protegidas, sendo também um símbolo das fronteiras sociais e políticas no país. Na opinião do crítico Agnaldo Farias, a obra de Ivens Machado posiciona-se contra um projeto que se despreocupa da definição de propósitos e da função da arte - é uma arte que quer significar. Com a série de objetos de cimento e cacos de vidro, Machado opõe-se a um projeto de arte tátil, criando objetos que impedem qualquer contato por parte do observador.

Em sua produção Ivens Machado parte, portanto, de elementos sem relação harmônica entre si, utilizando muitas vezes materiais da construção civil. Trabalha com formas brutas e superfícies irregulares, geralmente de cimento, em que são encravados outros materiais como azulejo, vergalhão de aço, madeira ou telha de cerâmica. Utiliza como valores cromáticos as tonalidades originais dos materiais, como o vidro verde ou as telhas de cerâmica; algumas vezes usa pigmentos como o pó xadrez. Destaca-se em sua produção a conotação sexual de algumas de suas obras associada à brutalidade dos materiais - o resultado varia do humor à agressão.

Já em esculturas como Trambolhos e Muruduns (1985), o artista recupera estruturas e cores que lembram também o artesanato popular e a precariedade das habitações pobres. Suas esculturas causam estranheza, por sugerir objetos identificáveis, formas da natureza ou fragmentos do corpo humano e fazer referência a objetos de culturas primitivas. Em obras expostas em 1988, os objetos lembram cadeiras ou outros móveis, porém são esquisitos e incômodos ao olhar.

O artista de alguma maneira reorganiza os códigos da escultura convencional - trabalha ainda com questões como volume e massa -, e se torna um dos principais representantes de sua geração.

Críticas

"Contra um projeto que se despreocupou da definição dos propósitos e da função da arte, a obra do Ivens representa um bloqueio. Esta a primeira razão dos cacos de vidro sobre o muro. Fronteira que limita ´contra´. À primeira vista trata-se da restauração de uma diferença tradicional. À primeira vista apenas, e eu vou dizer por quê. Contra a idéia de uma arte tátil, em que a obra seria o acomodamento do gesto e da experiência, os objetos do Ivens nos impedem qualquer intimidade. As coisas não podem ser tocadas. Se eu as toco me firo. O afastamento do tátil, do suave manuseio, da boa brincadeira é materialmente necessário. Aqui, ao mesmo tempo que o limite nega, afasta, ele também instaura. E é este o dado fundamental desses trabalhos. A obra do Ivens constitui os marcos iniciais de um território que é o território da arte. Ao dizer ´eu não sou´, ela diz também: a partir daqui a produção artística tem o seu espaço próprio. Esta é a segunda razão da presença dos cacos de vidro. Em primeiro lugar defesas; em segundo, fundações. Então tudo funciona como um muro - que é ao mesmo tempo um divisor e aquilo que cerca o terreno onde se constrói a casa".
Eduardo Jardim
Jardim, Eduardo. Demarcar o território da arte. In: Machado, Ivens. Ivens Machado. n. p.

"Ivens não molda (ou desbasta) o seu trabalho. Ele o monta a partir de elementos independentes, que por vezes têm um sentido próprio, em uma unidade autônoma e diferente do significado original de cada um deles. Ele não apenas produz a réplica de uma imagem associando peças díspares, tal como um boneco construído com peças de automóveis ou, mais corriqueiramente, como os tucanos de conchas e pedras nas lojas de souvenirs. Estas seriam réplicas, o princípio mimético mais banal e cujo resultado máximo (exceto em mãos geniais, como Picasso ou Giacometti) é o de produzir uma representação. O mérito da escultura de Ivens está em conseguir impregnar suas esculturas com uma individualidade e uma existência, ainda que só classificáveis dentro da categoria de ´objetos culturais´, e não segundo as classificações científicas (inanimados ou animados, minerais, vegetais ou animais). As referências aos ´objetos reais´, digamos assim, são explícitas: boca, tartaruga, asa, pênis, boomerang, o que for. Mas não se esgotam em si mesmas e criam associações múltiplas que só se definem aos poucos".
Reynaldo Roels Jr.
Roels Jr. , Reynaldo. Auto-suficiência da escultura. Jornal do Brasil.

"Ferro, cimento, vidro, madeira. As esculturas de Ivens Machado são construções, tal como casas, edifícios, pontes, mas são arquiteturas sem projeto. Protótipos de si mesmas, são designs sem desígnios. Tal repertório construtivo poderia anunciar os termos de uma certa modernidade, e efetivamente o faz, mas as formas que resultam desse antidesenho parecem contrariar de propósito qualquer idéia de norma, controle e ou disciplina e, nesse sentido, são ´retrógradas´. São por assim dizer primitivas, anteriores e avessas a qualquer sistema. Há nelas muito do naturalismo excêntrico e maníaco de um Gaudí, mas sua apreensão simbólica remonta a outros primórdios. Dolmens e menires contemporâneos são como monumentos elevados para celebrar divindades sem nomes próprios. Objetos incomuns, cuja solidez, peso e volume determinam essa monumental quase-arquitetura, são apesar de tronchos, como Trambolhos e Murunduns, surpreendentemente graciosos. Às vezes pousam sobre o chão com uma leveza de pássaro pernalta; às vezes articulam-se entre os cantos como uma engenharia de insetos; às vezes esvaem-se entre os planos como lagartas informes. E, se fossem plantas, seriam carnívoras. 
Mas, de fato, além desse mimetismo de aparências, não se percebe nessa tentativa de outra visualidade nenhuma referência intencional a uma ´natureza´ anterior, o que nos dificulta o recurso a possíveis metafísicas. Trata-se mais propriamente de uma física inaugural, seca e bruta, matéria apropriada diretamente do fenômeno e da emergência. Não há leis de formação nem de procedimentos que forneçam modelos para uma devida classificação dessa botânica de Vênus. Mas, mesmo sendo nada, essas esculturas são Coisas, e, se buscam identidade e sentido próprios, é porque, a nossos olhos, não podem contrariar esse destino inevitável que exigimos de todas as coisas. Frutos estéreis e desnaturados, gerados de uma psicologia muito pessoal, não categórica, podem no máximo instaurar uma ordem narcísica do Mesmo, privada e não pública, cabendo a nós politizá-las".
Milton Machado
Machado, Milton. Ivens Machado. In: Bienal Internacional de São Paulo, 22. , 1994. [Catálogo geral de participantes]. p. 63.

Exposições Individuais

1975 - Milão (Itália) - Individual, na Galeria Milano
1977 - São Paulo SP - Individual, na Pinacoteca do Estado
1978 - Milão (Itália) - Individual, no Studio Sta'Andrea
1978 - Veneza (Itália) - Individual, na Galeria Il Canale
1979 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Saramenha
1983 - Turim (Itália) - Individual, na Galeria Tucci Russo
1984 - Bari (Itália) - Individual, no Grazia Terrible Internacional Research Center
1985 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Thomas Cohn
1985 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina
1986 - Milão (Itália) - Individual, no Piero Cavellini
1987 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Saramenha
1987 - Toronto (Canadá) - Individual, na Mercer Union Gallery
1988 - Rio de Janeiro RJ - Perspectivas Recentes da Escultura Contemporânea Brasileira, na Galeria Funarte. Sala Sérgio Milliet
1988 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina
1990 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Thomas Cohn
1991 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina
1994 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Paço Imperial
2001 - Rio de Janeiro RJ - O Engenheiro de Fábulas, no Paço Imperial
2002 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Artur Fidalgo Escritório de Arte
2002 - Vila Velha ES - O Engenheiro de Fábulas, no Museu Vale do Rio Doce

Exposições Coletivas

1966 - Salvador BA - 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas
1971 - Rio de Janeiro RJ - 3º Salão de Verão, no MAM/RJ
1973 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão de Verão, no MAM/RJ - 1º prêmio
1973 - São Paulo SP - 12ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1974 - São Paulo SP - 8ª Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP
1974 - São Paulo SP - Prospectiva 74, no MAC/USP
1975 - Filadélfia (Estados Unidos) - Video Art, no The Institute of Contemporary Art
1975 - Rio de Janeiro RJ - Mostra de Arte Experimental de Filmes Super-8, Audiovisual e Videotape, na Galeria Maison de France
1977 - Rio de Janeiro RJ - Identification of Artist - a book, na EAV/Parque Lage
1981 - São Paulo SP - 16ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1985 - Paris (França) - 13ª Bienal de Paris
1985 - Roma (Itália) - Nuove Trame dell' Arte, na Galeria Genazzano
1985 - São Paulo SP - 16º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1986 - Nova York (Estados Unidos) - Couriers: Six Brazilian Artists, na New House Gallery
1986 - Rio de Janeiro RJ - Transvanguarda e Culturas Nacionais, no MAM/RJ
1987 - Paris (França) - Modernidade: Arte Brasileira do Século XX, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris
1987 - São Paulo SP - 19ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1988 - Nova York (Estados Unidos) - Brazil Projects
1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, na MAM/SP
1988 - São Paulo SP - Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1989 - Rio de Janeiro RJ - A Ordem Desfeita, na 110 Arte Contemporânea
1989 - Rio de Janeiro RJ - Rio Hoje, no MAM/RJ
1989 - Rio de Janeiro RJ - Transvanguarda e Culturas Nacionais; Rio Hoje, no MAM/RJ
1990 - Brasília DF - Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no Museu de Arte de Brasília
1990 - Gibelina (Itália) - Intervento Permanente, no Palazzo di Lorenzo
1990 - Rio de Janeiro RJ - Projetos Arqueos, na Fundição Progresso
1992 - Curitiba PR - 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba/Mostra América, no Museu da Gravura
1992 - Rio de Janeiro RJ - 1ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1992 - Rio de Janeiro RJ - Brazilian Contemporary Art, na EAV/Parque Lage
1992 - São Paulo SP - A Sedução dos Volumes: os tridimensionais do MAC, no MAC/USP
1992 - São Paulo SP - Anos 60/70: Coleção Gilberto Chateubriand/Museu de Arte Moderna-RJ, na Galeria de Arte do Sesi
1992 - Termoli (Itália) - Brazilian Contemporary Art
1993 - Niterói RJ - 2ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no MAC/Niterói
1993 - Rio de Janeiro RJ - A Rarefação dos Sentidos: Coleção João Sattamini - anos 70, na EAV/Parque Lage
1993 - Rio de Janeiro RJ - Arte Erótica, no MAM/RJ
1994 - Rio de Janeiro RJ - Livro-Objeto: a fronteira dos vazios, no CCBB
1994 - Rio de Janeiro RJ - Trincheiras: arte e política no Brasil, no MAM/RJ
1994 - São Paulo SP - 22ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Espelhos e Sombras, no MAM/SP
1995 - Rio de Janeiro RJ - Espelhos e Sombras, no CCBB
1995 - São Paulo SP - Livro-Objeto: a fronteira dos vazios, no MAM/SP
1996 - Brasília DF - Arte e Espaço Urbano: quinze propostas, no Ministério das Relações Exteriores. Palácio do Itamaraty
1996 - Brasília DF - Quatro Mestres Escultores Brasileiros Contemporâneos: Arte e Espaço Urbano: Quinze Propostas, na Fundação Athos Bulcão
1996 - Rio de Janeiro RJ - Mensa/Mensae, na Funarte. Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
1996 - Rio de Janeiro RJ - Transparências, no MAM/RJ
1997 - Curitiba PR - A Arte Contemporânea da Gravura, no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba
1997 - Niterói RJ - Entre Esculturas e Objetos, no MAC/Niterói
1997 - Porto Alegre RS - 1ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, na Aplub; na Casa de Cultura Mário Quintana; no DC Navegantes; no Edel; na Usina do Gasômetro; no Instituto de Artes da UFRGS; na Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul; no Margs; no Espaço Ulbra; no Museu de Comunicação Social; na Reitoria da UFRGS e no Theatro São Pedro
1997 - Porto Alegre RS - Vertente Cartográfica, na Usina do Gasômetro
1997 - São Paulo SP - Arte Cidade: a cidade e suas histórias
1997 - São Paulo SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1998 - Belo Horizonte MG - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1998 - Brasília DF - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural
1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no MAC/Niterói
1998 - Penápolis SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural
1998 - Rio de Janeiro RJ - 16º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1998 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo: doações recentes 1996-1998, no CCBB
1998 - Rio de Janeiro RJ - Terra Incógnita, no CCBB
1998 - São Paulo SP - 24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Masp
2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20: arte do Brasil, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
2000 - Niterói RJ - Coleção Sattamini: dos materiais às diferenças internas, no MAC/Niterói
2000 - Rio de Janeiro RJ - Brasilidades, no Centro Cultural Light
2000 - Rio de Janeiro RJ - Situações: arte brasileira anos 70 (2000 : Rio de Janeiro, RJ) - Fundação Casa França-Brasil
2000 - São Paulo SP - Arte Conceitual e Conceitualismos: anos 70 no acervo do MAC/USP, na Galeria de Arte do Sesi
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - Escultura Brasileira: da Pinacoteca ao Jardim da Luz, na Pinacoteca do Estado
2001 - Porto Alegre RS - Coleção Liba e Rubem Knijnik: arte brasileira contemporânea, no Margs
2001 - Rio de Janeiro RJ - Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no Paço Imperial
2001 - Rio de Janeiro RJ - O Espírito de Nossa Época, no MAM/RJ
2001 - São Paulo SP - Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no MAM/SP
2001 - São Paulo SP - O Espírito de Nossa Época, no MAM/SP
2002 - Brasília DF - Fragmentos a Seu Ímã, no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio
2002 - Niterói RJ - Acervo em Papel, no MAC/Niterói
2002 - Niterói RJ - Coleção Sattamini: esculturas e objetos, no MAC/Niterói
2002 - Niterói RJ - Diálogo, Antagonismo e Replicação na Coleção Sattamini, no MAC/Niterói
2002 - Porto Alegre RS - Violência e Paixão, no Santander Cultural
2002 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Mostra Rio Arte Contemporânea, no MAM/RJ
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 - São Paulo SP - A Forma e a Imagem Técnica na Arte do Rio de Janeiro: 1950-1975, no Paço das Artes
2002 - São Paulo SP - Cidadeprojeto / cidadeexperiência, no MAM/SP
2002 - São Paulo SP - Mapa do Agora: 50 anos da arte brasileira Coleção Sattamini, no Instituto Tomie Ohtake
2003 - Porto Alegre RS - 4ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, no Cais do Porto
2003 - Rio de Janeiro RJ - 11º Universidarte, na Universidade Estácio de Sá
2003 - Rio de Janeiro RJ - 1º Projéteis de Arte Contemporânea, na Funarte
2003 - São Paulo SP - Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural
2003 - São Paulo SP - Arteconhecimento: 70 anos USP, no MAC/USP
2004 - São Paulo SP - 26ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
2004 - São Paulo SP - Fotografia e Escultura no Acervo do MAM - 1995 a 2004, no MAM/SP
2005 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva 2005, no Mercedes Viegas Escritório de Arte

Fonte: Itaú Cultural

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