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Ivald Granato

Ivald Granato

OBRAS DO ARTISTA

Ivald Granato - Sem Título (Série Zoe)

Sem Título (Série Zoe)

técnica mista sobre papel colado em tela
68 x 50 cm
ass. inf. dir.


Preço: Sob Consulta
Ivald Granato - O Capeta de São Paulo

O Capeta de São Paulo

acrílica sobre tela
76 x 100 cm
ass. no verso


Preço: Sob Consulta
Ivald Granato - Sem Título

Sem Título

acrilico sobre sobre papel
1992
92 x 62 cm
ass. inf. dir.


Preço: Sob Consulta
Ivald Granato - Divisão de Pistoletto

Divisão de Pistoletto

acrílica sobre tela
1989
140 x 250 cm
ass. inf. dir.


Preço: Sob Consulta
Ivald Granato - Figura Feminina

Figura Feminina

técnica mista sobre papel colado em tela
1996
155 x 105 cm
ass. inf. dir.


Preço: Sob Consulta
Ivald Granato - Cobra

Cobra

óleo sobre placa
1971
35 x 50 cm
ass. no verso

Preço: Sob Consulta
Ivald Granato - Clássico Moderno

Clássico Moderno

óleo sobre tela
1998
110 x 141 cm
ass. no verso


Preço: Sob Consulta

BIOGRAFIA

Ivald Granato (Campos RJ 1949, São Paulo 2016)

Ivald Granato Filho

Pintor, gravador, desenhista e artista multimídia.

Em 1966, estuda pintura com Robert Newman. Depois, freqüenta por um breve período a Escola de Belas Artes. Desde a década de 1970, realiza performances e intervenções, recorrendo à fotografia e ao vídeo para documentá-las. Por duas vezes, em 1979 e em 1982, obtém o prêmio melhor desenhista do ano pela Associação Paulista dos Críticos de Arte - APCA. No início da década de 1980, participa de eventos com a Banda Performática, do artista José Roberto Aguilar, que associa pintura, música, teatro e circo. Realiza a exposição Ivald Granato: Desenhos 1964-2000, no Museu Nacional de Belas Artes - MNBA, no Rio de Janeiro, em 2002, e no Museu Brasileiro da Escultura - MuBE, em São Paulo, em 2003. Em sua produção são freqüentes as referências autobiográficas.

Críticas

"Ivald Granato é um vanguardista ´full-time´, que não isola os fatos da arte dos fatos vitais, aumentando continuamente as velocidades do viver e do fazer arte. Pluralista, não se sente comprometido com estilos, tendências ou suportes. Ele diz: ´Conheço as técnicas e as finalidades básicas da pintura. Posso fazer telas expressionistas, fauvistas, impressionistas ou em qualquer tendência mais recente. Por isso, transformei minha pintura num ato irônico sobre isto que conheço. Pintar, para mim, não é aplicar uma técnica conhecida, mas exercitar o ato de criar. Granato pinta e desenha rápido e muito. Pinta sem qualquer sentido de continuidade, o quadro interrompido a cada momento por mil pequenas coisas. O assalto ao quadro à luz do dia. Granato, como Picasso, é uma espécie de ginasta da pintura: este e seu cotidiano são uma dança só, que ele vai coreografando ao longo dos dias. Tudo o que passa ou está por perto pode entrar no quadro, o filho, o brinquedo, o cachorro, ele mesmo, de gravata borboleta, assim como em suas performances surge travestido de Warhol, Duchamp, Nixon, Neuzinha Brizola, Picabia".
Frederico Morais
Da coleção: os caminhos da arte brasileira. São Paulo: Júlio Bogoricin Imóveis, c.1986.

 "Nos quadros e panos recentes de Granato há vários caminhos, alguns continuando as suas tendências pictóricas implícitas, mas outros basicamente novos, sobretudo quanto à apreensão do tempo e da duração. No grafismo dos trabalhos anteriores há uma apreensão impressionante dos ritmos temporais, através da sua capacidade vertiginosa de desenho instantâneo. Na pintura atual de Granato há uma ênfase da duração pelo uso de numerosas camadas de tinta, constituindo em alguns casos uma espécie de palimpsesto não figurativo. Em algumas das pinturas recentes de Granato constituem-se espontaneamente esboços inconscientes de figurinhas, vivamente cinestésicos. Esse elemento cinestésico e os ritmos das linhas coloridas do seu grafismo abstrato exprimem o ritmo do seu tempo, que, nas fases anteriores de sua obra, já desempenhara uma função importante, de um modo diferente. A síntese dos aspectos de fluxo e de duração do tempo constitui a contribuição mais interessante da atual fase da pintura de Granato, que se afirma como um dos pintores brasileiros mais significativos de nossa época".
Mário Schenberg
Pensando a arte. São Paulo: Nova Stella, 1988.

Bienais

2002 - 3ª Bienal de Artes Visuais de São João da Boa Vista, São João da Boa Vista/SP.
1984 - I Bienal de La Habana, Havana/Cuba.
1984 - 4ª Bienal Ibero-americana de Arte, Cidade do México/México.
1981 - Bienal de São Paulo | Pinturas, São Paulo/SP.
1979 - Bienal de São Paulo | Sala A - Pinturas e Sala B - Instalação, São Paulo/SP.

Acervos

Museu de Arte do Rio de Janeiro 
Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro 
Museu de Arte de São Paulo 
Pinacoteca do Estado de São Paulo 
Museu de Arte Contemporânea de São Paulo 
Museu de Arte Brasileira - Fundação Armando Alvares Penteado 
Museum Ludwig | Alemanha 
Banco América do Sul S.A. 
Chase Manhattan Individual Bank 
Banco Itaú 
Osaka Foundation of Culture - Osaka - Japão 
Le Coq. Madri 
Banespa
Banco Real

Prêmios

1970 - Salão de Arte Moderna - Prêmio Aquisição.
1972 - 3o Prêmio de Pintura - Salão dos Transportes - RJ.
1979 - Prêmio melhor desenhista do ano - SP.
1983 - Prêmio Embauba - Panorama 83 - Pintura Museu de Arte Moderna de São Paulo.
1988 - Prêmio Municipal de Cultura - Campos - RJ.
1990 - Prêmio melhor ilustrador do ano - Editora Abril.
1990 - Prêmio Aquisição na 1a Trienal de Osaka - Japão.

Performances para TV

1976 - "O Urubu" Art Performance.
1976 - "O Assalto".
1980 - "Meu romance com Andy Warhol".
1982 - "14 noites" .
1982 - "Bandait".
1982 - "Estúdio Kikito".
1984 - "Ivald Granato in Performance" - Programa especial para a série Câmera Aberta - RTC - Produção de Tadeu Jungle e Walter Silveira .
1984 - 4o Prêmio Fotóptica - II Festival de Video Brasil"Bandait".
1984 - Performance Radar Tantã.
1985 - Rock no MAM - Rio .
1986 - Especial para a Televisão de Frankfurt - Alemanha.
1987 - Tinta com telas no programa "Perdidos na Noite"da TV Bandeirantes.
1988 - TV Mix - Escultura como Perfil.
1989 - Pintura do Painel - Programa Metrópolis - TV Cultura - SP.
1991 - Performance na Escola Panamericana ( Pintura de um desenho com participação de uma modelo). Video com direção de Walter Silveira.

Exposições Individuais

1965 - Correios - Campos - RJ.
1966 - Banco Português do Brasil - Campos.
1967 - Saldanha da Gama - Campos -RJ.
1970 - Galeria Goeldi - RJ.
1972 - Galeria Grupo - RJ.
1973 - Palácio da Culrura - RJ.
1974 - Art Nobile - Desenhos, pinturas, gravuras, objetos - SP.
1975 - Galeria Luisa Strina - Desenhos - SP.
1975 - Museu de Arte Brasileira - Desenhos,pinturas,gravuras,objetos,perform.-SP.
1977 - Museu Guido - Viaro - Litogravuras - PR.
1977 - Gabinete das Artes Gráficas - Litogravuras.
1978 - Galeria de Arte Global - Pinturas - SP.
1978 - Eucatexpo - DF.
1979 - Mostra Performance - Escola Fotográfica Ação Imagem e Ação - SP.
1979 - Mostra de Desenhos no Museu de Arte Contemporânea - SP.
1980 - Galeria Monica Figueiras - Pinturas - SP.
1982 - Galeria São Paulo - Desenhos - SP.
1982 - Museu de Arte Moderna - Universo do Futebol - RJ.
1982 - Galeria São Paulo - Pinturas - SP.
1983 - Museu de Arte Moderna - Fotoperformance - RJ.
1983 - Carbono 14 - Fotoperformance - SP.
1984 - Galeria Maeder - Viva Munchen - Alemanha.
1984 - Galeria Mônica Figueiras de Almeida - Moderne Kunst - SP.
1984 - Galeria Paulo Figueiredo - SP.
1984 - Exposição Frankfurt - Alemanha.
1985 - Galeria Tina Presse - Porto Alegre.
1985 - Galeria Paulo Klabin - RJ.
1985 - Galeria Maeder - Alemanha.
1985 - Ulieno - Ribeirão Preto.
1985 - Galeria Mônica Figueiras de Almeida - SP.
1986 - Galeria Subdistrito - SP.
1986 - Galeria Usina Arte Contemporânea - Vitória - ES.
1986 - Galeria Paulo Cunha - RJ.
1986 - Galeria Maeder - Alemanha.
1986 - Kunst in Schloss - Thurn und Taxis - Regensburg - Alemanha.
1986 - Embaixada do Brasil - Bonn - Alemanha.
1987 - Unidade 2 - Apertando o Gatilho.
1987 - O rabo do jacaré - Jubileu de Prata - Campos - RJ.
1987 - Galeria Monica Figueiras - O rabo do jacaré - SP.
1987 - Galerie am Moritzplatz - Alemanha.
1987 - Galeria Subdistrito - Disparate - SP.
1987 - Galeria Millan.
1987 - Ipanema Galeria de Arte.
1988 - International Gallery - NY - EUA.
1988 - Galeria do Centur - Belém - Pará.
1989 - Esculturas na Galeria Irene Maeder - Alemanha.
1989 - Galeria Tina Zappoli - Porto Alegre.
1989 - Galeria Municipal de Arte - Fundapel - Porto Alegre.
1989 - Galeria Subdistrito - SP.
1990 - Gravuras na Estação Santa Cecilia do Metrô - SP.
1991 - Kramer Galeria de Arte - Japão - Desenhos e Aquarelas.
1991 - Galeria de Monica Figueiras, "PainterModel"- 24 pinturas sobre papel.
1992 - Kramer Galeria de Arte - "Japão 1992".
1992 - Espaço Cultural La Lamp - BH.
1992 - Centro Cultural Banco do Brasil - RJ.
1995 - Galeria Nara Roesler.
1997 - Porto Velho.
1997 - Galeria Nara Roesler.
2001 - Exposição Head - Mube, Museu da escultura de São Paulo, SP/SP.
2002 - Museu de Arte Moderna Bahia Coleção Luis Osvaldo Pastore, Salvador/BA.
2002 - Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco. "Desenhos,1964-2000" - Olinda/PE.
2002 - Exposição coleção Luis Osvaldo Pastore. Museu Nac.de Belas Artes - RJ/RJ.
2002 - Exposição Head - Espaço Cultural dos Correio, RJ/RJ.
2006 - Reserva Cultural, São Paulo/SP.

Exposições Coletivas

2002 - 3aBienal de artes visuais de São João da Boa Vista.
2002 - "Plástica-Plástica" - Casa das Rosas, SP/SP.
2002 - México imaginário - "O olhar do artista brasileiro" - Casas das rosas, SP/SP.
2002 - Artistas Brasileiros Conteporaneos. Projeto giclée - Casas das Rosas, SP/SP.
1997 - Projeto Vitrine Petrobrás.
1990 - Participação da um Trienal de Osaka, Japão.
1990 - Pantanal - Sete Visões - Brasília/Rio/São Paulo.
1984 - Participa da "1a Bienal de La Habana".
1984 - Participa da "4a Bienal Iberoamericana de Arte", na Cidade do México em julho/agosto de 1984.
1981 - Bienal de São Paulo - Pinturas.
1979 - Bienal de São Paulo - SalaA/Pinturas - SalaB/Instalação e documentação das performances.

Fonte: Itaú Cultural

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