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Ione Saldanha

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BIOGRAFIA

Ione Saldanha (Alegrete RS 1919 - Rio de Janeiro RJ 2001)

Pintora, escultora e desenhista.

Realiza seus primeiros estudos no Rio de Janeiro, no ateliê do pintor Pedro Luiz Correia de Araújo (1874 - 1955), em 1948. Entra em contato com os artistas Arpad Szenes (1897 - 1985) e Vieira da Silva (1908 - 1992). Viaja para a Europa em 1951 e estuda a técnica de afresco em Paris, na Académie Julian, e em Florença, Itália. Inicialmente produz obras figurativas, como cenas cotidianas e retratos, e pintura de casarios, em que enfatiza a geometria. Posteriormente, sua produção adquire um caráter abstrato. No fim da década de 1960, passa a utilizar novos suportes, abandonando a superfície bidimensional, e pinta sobre ripas, carretéis (bobinas de madeira para cabos elétricos) e bambus. Em 1969, recebe o prêmio de viagem ao exterior no 7º Resumo de Arte do Jornal do Brasil, e vai para os Estados Unidos e Europa. Participa de várias edições da Bienal Internacional de São Paulo, com prêmio aquisição em 1967, e sala especial em 1975 e 1979. Apresenta a mostra Resumo de 45 Anos de Pintura, nas galerias A. M. Niemeyer, Paulo Klabin e Saramenha, no Rio de Janeiro, em 1988. Em 2001, é realizada a retrospectiva Ione Saldanha e a Simplicidade da Cor, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói - MAC/Niterói.

Comentário Crítico

No início da carreira, Ione Saldanha pinta quadros com cenas cotidianas e retratos, em que revela interesse pela obra de Henry Matisse (1869 - 1954). Produz também figurações de casarios, definidos como retângulos de cor. Como nota o crítico Roberto Pontual, nesses trabalhos os jogos de verticalidade e horizontalidade assumem o papel de cerne estrutural e norma compositiva. Ainda segundo o crítico, o casario transforma-se primeiro em síntese construtiva para diluir-se depois, com os mesmos elementos da geometria, em estruturas sob brumas. Algumas obras, como Cidade (1961), revelam afinidade com a produção de Vieira da Silva (1908 - 1992).

Já no fim da década de 1960, a artista busca novos suportes, abandonando a superfície bidimensional e expondo pinturas sobre ripas, bambus e bobinas. As Ripas, pintadas em apenas uma das superfícies, são expostas em conjunto, possibilitando uma infinidade de combinações de cores e apresentando grande leveza. Nessas obras, destaca-se o ritmo criado pela sucessão de variações cromáticas, que parecem se disseminar pelo espaço expositivo.

Os Bambus, pensados como colunas que se elevam do chão, são associados, por alguns críticos, a objetos de manifestações primitivas ou populares e também à produção de Alfredo Volpi (1896 - 1988), em relação à gama cromática. Já nas Bobinas, a artista transfigura o caráter industrial do suporte, explorando também seu aspecto lúdico.

Críticas

"Ione Saldanha, longilínea e doce como uma planta aquática, abandonou misteriosamente a tela em que pintava para uma atividade que não se sabe de onde veio. Com suas vigas e ripas bem cortadas ela reúne como que uma floração de juncos esguios e flexíveis, desses que outrora viajantes a cavalo, em busca do próximo pouso, encontravam pelos caminhos de sua, de nossa paisagem nativa. Essas hastes, ela as modula, não por meio de cores tonalizadas mas numa verdadeira escala de cores que se harmonizam pelos contrastes, e estes ressoam de espaço em espaço como num ambiente de festa de roça em que as bandeirinhas de papel são substituídas por essas ripas e vigas, ora ajustadas às paredes, ora pendentes do teto. Ela acrescenta qualquer coisa de tribal quando, contemplativa, pára sob os bambuzais do bosque e de lá arranca, como flautas rudes ou velhos tubos de soprar e tocar, bambus de várias espessuras e os pinta em matéria tosca como têmpera, respeitando seus gomos, canhestramente. Ei-los evocados como mastros mágicos, instrumentos rituais de alguma festa de iniciação africana. Ione, como que por uma volta súbita ao mundo da infância, descobre, com toda a sua civilização atual tão requintada, que veio também de antigas tribos silvestres".
Mário Pedrosa
Pedrosa, Mário. In: Saldanha, Ione. Ione Saldanha. n. p.

"O que logo impressiona no desdobramento da pintura de Ione Saldanha, a partir da segunda metade dos anos 40, é a coerência interna do percurso, o rumo ordenado e lógico que a tem feito deslocar-se de um a outro ponto sem abandonar a concentração do interesse em alguns poucos problemas básicos. Torna-se mesmo fácil determinar o essencial desse núcleo, pois tudo nele se apresenta com evidência desde as primeiras figurações de casario, disciplinadas por uma geometria flexível mas tendente ao rigor da construção. (...) Na obra dos últimos 20 anos, Ione Saldanha, sem sair de seu casulo, alinhou-se numa via frequente da pintura contemporânea. Mantendo o arcabouço ortogonal de antes, além do sistema de organização pulsante das unidades cromáticas, modificadas agora nos seus padrões e na sua intensidade, ela não só foi buscar novos materiais de suporte, como superou naturalmente a limitação da superfície bidimensional, em troca do espaço pleno da vida e da envolvência ambiental. RIPAS e BAMBUS passaram a valer-lhe como base, segundo uma manipulação de formas e cores que situam o objeto criado e/ou o ambiente instalado nas vizinhanças das manifestações primitivas ou populares, com seus ritos e festejos. A pintura continua sendo, no entanto, em todos os casos, o fundamental. É ela que se destaca e transfigura esses novos materiais. Uma pintura ao mesmo tempo sensível e vibrante, silenciosa e carregada de ruídos, de cores firmes e transparências, de introspecção e alegria comunitária".
Roberto Pontual
PONTUAL, Roberto. Entre dois séculos: arte brasileira do século XX na coleção Gilberto Chateaubriand. Prefácio de Gilberto Allard Chateaubriand e Antônio Houaiss. Apresentação de M. F. do Nascimento Brito. Rio de Janeiro: Jornal do Brasil, 1987.

"O que primeiro saltou foi a delicada e franciscana ripa. Livre da tela, ganhou novos significados e até mesmo componentes simbólicos que redesenham a memória de uma rusticidade rural e gaúcha. De vara e sarrafo colorido passou a conotar estaca, tocha, lança, foguete, flauta, báculo e, quando juntas, como que esquecidas contra a parede, lembram restos de uma tosca construção popular, um ´cercado brasileiro´, atributos de algum rito tribal ou agrário. Ou são simplesmente fragmentos de uma tela. As ripas são pintadas em apenas uma de suas faces, a escala tonal da estrutura cromática contrabalançando o caráter ascensional do suporte. Porque uma das habilidades de Ione foi sempre esta, de casar a verticalidade (que é geralmente tensa, mas também veículo da energia espiritual) com a horizontalidade (que é repousante). Céu e terra: uma espiritualidade dotada de humana sensualidade. Cidade de Deus, cidade dos homens".
Frederico Morais
Morais, Frederico. Bobinas e empilhados ou a cidade de Ione. In: Saldanha, Ione. Ione Saldanha. n. p.

Exposições Individuais

1956 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP
1956 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galerie
1959 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no MAM/RJ
1961 - Santiago (Chile) - Individual, na Galeria do Centro Brasileiro de Cultura
1962 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Relevo
1964 - Berna (Suíça) - Individual, na Galeria Rudolf Manuel
1964 - Roma (Itália) - Individual, na Galleria d'Arte della Casa do Brasil
1965 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galerie
1968 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1971 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no MAM/RJ
1981 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no IAB/RJ
1983 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Paulo Klabin
1984 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Artespaço Escritório de Arte
1985 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Paulo Klabin
1987 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Paulo Klabin
1990 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Anna Maria Niemeyer

Exposições Coletivas

1948 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Belas Artes/Divisão Moderna - medalha de bronze
1949 - Salvador BA - 1º Salão Baiano de Belas Artes
1953 - São Paulo SP - 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados
1954 - Rio de Janeiro - Salão Nacional de Arte Moderna - prêmio aquisição
1954 - Rio de Janeiro RJ - Salão Preto e Branco
1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão das Nações
1955 - São Paulo SP - 4º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
1957 - Buenos Aires (Argentina) - Arte Moderna no Brasil
1957 - Rosário (Argentina) - Arte Moderna no Brasil
1957 - Santiago (Chile) - Arte Moderna no Brasil
1957 - Lima (Peru) - Arte Moderna no Brasil
1957 - São Paulo SP - 4ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1959 - Leverkusen (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1959 - Munique (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa, no Kunsthaus
1959 - São Paulo SP - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1959 - Viena (Áustria) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1959 - Amsterdã (Holanda) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Hamburgo (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Lisboa (Portugal) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 
1960 - Madri (Espanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Paris (França) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - São Paulo SP - Contribuição da Mulher às Artes Plásticas no País, no MAM/SP
1960 - Utrecht (Holanda) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1961 - Rio de Janeiro RJ - Salão Nacional de Arte Moderna
1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1965 - São Paulo SP - 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1967 - Houston (Estados Unidos) - Coletiva, na Kilo´s Gallery
1967 - Londres (Inglaterra) - Coletiva, na Axion Gallery
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1968 - Rio de Janeiro RJ - Arte no Aterro: um mês de arte pública, no Aterro do Flamengo 
1969 - Rio de Janeiro RJ - 7º Resumo de Arte do Jornal do Brasil, no MAM/RJ - prêmio de viagem ao exterior
1969 - São Paulo SP - 10ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - Prêmio Governador do Estado
1969 - São Paulo SP - 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1970 - Belo Horizonte MG - Objeto e Participação, no Palácio das Artes
1970 - Medellín (Colômbia) - 2ª Bienal de Arte Coltejer
1971 - Nova York (Estados Unidos) - Brasileiros Contemporâneos, na Iramar Gallery
1971 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Múltiplos, na Petite Galeria  
1971 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão de Arte da Eletrobrás, no MAM/RJ
1972 - Curitiba PR - 29º Salão Paranaense, no Teatro Guaíra 
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio
1972 - São Paulo SP - 4º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1973 - São Paulo SP - 12ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1975 - São Paulo SP - 7º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1977 - Belo Horizonte MG - 9º Salão de Arte de Belo Horizonte
1977 - Rio de Janeiro RJ - Visão da Terra, no MAM/RJ
1977 - Rio de Janeiro RJ - 2º Arte Agora: visão da terra, no MAM/RJ
1977 - Roma (Itália) - 10ª Quadriennalle Di Roma
1979 - São Paulo SP - 15ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1981 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva Nuchy, na Nuchy Galeria de Arte
1981 - Rio de Janeiro RJ - Do Moderno ao Contemporâneo: Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1982 - Lisboa (Portugal) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1982 - Lisboa (Portugal) - Do Moderno ao Contemporâneo: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1982 - Londres (Inglaterra) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Barbican Art Gallery
1982 - Rio de Janeiro RJ - Contemporaneidade: homenagem a Mário Pedrosa, no MAM/RJ
1984 - Rio de Janeiro RJ - Madeira, Matéria de Arte, no MAM/RJ
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - Rio de Janeiro RJ - Encontros, na Petite Galerie
1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1986 - Rio de Janeiro RJ - Tempos de Guerra: Hotel Internacional, na Galeria de Arte Banerj
1986 - Rio de Janeiro RJ - Tempos de Guerra: Pensão Mauá, na Galeria de Arte Banerj
1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1987 - São Paulo SP - As Bienais no Acervo do MAC: 1951 a 1985, no MAC/USP
1987 - Paris (França) - Modernidade - Arte Brasileira do Século XX, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris
1988 - Rio de Janeiro RJ - Resumo de 45 Anos de Pintura, na Galeria Anna Maria Niemeyer
1988 - Rio de Janeiro RJ - Resumo de 45 Anos de Pintura, na Galeria Paulo Klabin 
1988 - Rio de Janeiro RJ - Resumo de 45 Anos de Pintura, na Galeria Saramenha
1988 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Abstração Geométrica, na Funarte. Centro de Artes
1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP
1989 - Rio de Janeiro RJ - Geometria sem Manifesto, no Gabinete de Arte Cleide Wanderley
1989 - Rio de Janeiro RJ - Rio Hoje, no MAM/RJ
1991 - São Paulo SP - A Mata, no MAC/USP
1992 - Rio de Janeiro RJ - 1º A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1992 - Rio de Janeiro RJ - Natureza: quatro séculos de arte no Brasil, no CCBB
1992 - São Paulo SP - A Sedução dos Volumes: os tridimensionais do MAC, no MAC/USP
1993 - Rio de Janeiro RJ - Brasil: 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA
1994 - Rio de Janeiro RJ - Bambús e Bobinas, na Galeria Anna Maria Niemeyer
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1996 - Niterói RJ - Arte Contemporânea Brasileira na Coleção João Sattamini, no MAC/Niterói
1997 - Porto Alegre RS - 1ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul
1997 - Porto Alegre RS - Vertente Construtiva e Design, no Espaço Cultural ULBRA
1997 - São Paulo SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1998 - Belo Horizonte MG - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1998 - Brasília DF - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural
1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no MAC/Niterói
1998 - Penápolis SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural
1998 - São Paulo SP - Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Masp
1999 - Rio de Janeiro RJ - Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM/RJ
2000 - Belo Horizonte MG - Ars Brasilis, no Minas Tênis Clube. Galeria de Arte
2000 - Niterói RJ - Coleção Sattamini: dos materiais às diferenças internas, no MAC/Niterói
2000 - Rio de Janeiro RJ - Brasilidades, no Centro Cultural Light
2000 - Rio de Janeiro RJ - Quando o Brasil era Moderno: artes plásticas no Rio de Janeiro de 1905 a 1960, no Paço Imperial

Exposições Póstumas

2001 - Niterói RJ - Aluísio Carvão e Ione Saldanha, no MAC/Niterói
2001 - Rio de Janeiro RJ - Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no Paço Imperial
2001 - Rio de Janeiro RJ - Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light
2001 - São Paulo SP - Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no MAM/SP
2001 - Belo Horizonte MG - Do Corpo à Terra: um marco radical na arte brasileira, no Itaú Cultural
2002 - Niterói RJ - Diálogo, Antagonismo e Replicação na Coleção Sattamini, no MAC/Niterói
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 - São Paulo SP - Mapa do Agora: arte brasileira recente na Coleção João Sattamini do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Instituto Tomie Ohtake
2003 - São Paulo SP - Escultores - Esculturas, na Pinakotheke
2003 - Niterói RJ - Apropriações: Curto-Circuito de Experiências Participativas, no MAC/Niterói
2003 - Rio de Janeiro RJ - Ordem x Liberdade, no MAM/RJ  
2004 - Rio de Janeiro RJ - 30 Artistas, no Mercedes Viegas Escritório de Arte
2004 - Niterói RJ - Modernidade Transitiva, no MAC/Niterói

Fonte: Itaú Cultural

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