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Glênio Bianchetti

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BIOGRAFIA

Glênio Bianchetti (Bagé RS 1928)

Gravador, pintor, ilustrador, tapeceiro, professor e desenhista.

Glênio Alves Branco Bianchetti iniciou estudos artísticos em Bagé, na década de 1940, junto com Glauco Rodrigues (1929 - 2004), sob orientação de José Moraes (1921 - 2003). Em 1949, ingressa no Instituto de Belas Artes de Porto Alegre. Funda, em 1951, ao lado de Glauco Rodrigues e Danúbio Gonçalves (1925), o Clube de Gravura de Bagé, posteriormente incorporado ao Clube de Gravura de Porto Alegre, grupo que realiza uma produção artística de caráter social, do qual participam também Carlos Scliar (1920 - 2001) e Vasco Prado (1914 - 1998). Na década de 1950, Bianchetti produz xilografia e linoleogravura com temas relacionados ao trabalho e aos costumes regionais. A partir dos anos 1960, trabalha principalmente com pintura, litografia e gravura em metal. Em 1962, leciona desenho e pintura na recém-inaugurada Universidade de Brasília - UnB, na qual permanece até 1965, quando é afastado pelo regime militar. No início da década de 1970, colabora na criação do Museu de Arte de Brasília e participa de projetos voltados ao ensino artístico. Em 1988, é reintegrado à UnB. Entre 1996 e 1997, é organizada mostra retrospectiva do Grupo de Bagé com exposições em várias capitais. É homenageado com a retrospectiva dos seus 50 anos de carreira, em 1999, no Palácio do Itamaraty, em Brasília. Em 2004 é publicado livro Glenio Bianchetti, de autoria de José Paulo Bertoni.

Comentário Crítico

Glênio Bianchetti inicia sua trajetória na década de 1940, integrando o Grupo de Bagé. Em 1947, vai para Porto Alegre, onde estuda no Instituto de Belas Artes. Participa da fundação do Clube de Gravura de Porto Alegre, grupo que realiza uma produção artística de caráter social, tratando da realidade das classes mais pobres, do trabalho e dos costumes regionais. A produção de Bianchetti, na década de 1950, é realizada principalmente em xilografia e linoleogravura, e mostra operários em olarias ou meninos brincando, geralmente em espaços abertos. Destaca-se a qualidade do desenho e o uso apurado dos contrastes entre claro e escuro, sem gradações intermediárias, como ocorre em Sempre Vivas (1952) ou em Mulher Costurando (1957), na qual nota-se a influência do expressionismo.

A partir da década de 1960, o artista trabalha principalmente com pintura e, no campo da gravura, com litografia e gravura em metal. Na pintura, os temas principais de Bianchetti são a figura humana, a natureza-morta e a paisagem. No quadro Paisagem de Bagé (1949), emprega grande simplificação formal, uma pincelada gestual e uma gama cromática que confere à obra certo caráter dramático. Seus quadros revelam a admiração pelo cubismo e interesse pela abstração. A partir da década de 1970, o artista utiliza os grafismos ao lado das manchas de cor, em obras de cores muito contrastantes, como em Moça Lendo (1973).

Críticas

"Tendo começado a pintar em 1944, no Rio Grande do Sul, Glênio Bianchetti filiou-se desde o início de suas atividades artísticas ao expressionismo, quando a II Grande Guerra ainda envolvia o mundo inteiro em suas chamas e convulsões. Tornou-se assim natural a ligação do jovem pintor com essa corrente artística, tão profundamente representativa das vicissitudes e emoções dramáticas e múltiplas, experimentadas pelo homem, ao longo deste século. (...) Em composições diversas, o artista tira partido da intensidade da cor, ao mesmo tempo que procura sintetizar as formas de homens, mulheres ou de bichos. Em outros quadros, nota-se um acentuado abandono da espacialidade realista da imagem, em benefício do esquema cromático, disposto em largas chapadas coloridas. Aliás, esse processo é comum aos expressionistas. Na sua procura de simplificação da figura humana, o artista recorre freqüentemente à geometria, num compromisso evidente com a linha cubista, como acontece na produção de vários pintores europeus. Outras vezes, utiliza-se da abstração. (...) Na medida em que se afasta dos aspectos dramáticos da sociedade da nossa época, a arte do expositor orienta-se para soluções essencialmente plásticas e também para especulações de caráter espacial, tanto nas tapeçarias como nos quadros de cavalete. Esta é uma das feições características da produção artística de Glênio Bianchetti, um dos nossos expressionistas figurativos de maior originalidade pessoal, após a geração dos mestres da primeira fase do modernismo brasileiro".
Antônio Bento
BIANCHETTI: pintura. Apresentação de Antonio Bento e Joaquim Cardozo. São Paulo: MAM, 1970.

"Além de ter um domínio absoluto sobre o desenho (...), Bianchetti se apresenta como um mago das concepções da cor, demonstrando a sua mestria na eleição das cores puras, na filtragem das tintas, e com o que consegue tornar mais agradáveis as cores mais desagradáveis para determinados tipos de temperamento. (...) Esteticamente, revelando-se senhor de um mundo imagético próprio e original, sem tombar na excentricidade, e cuja conquista resultou de longas pesquisas em torno da forma, de sua filosofia e de seu simbolismo, Bianchetti apresenta uma uniformidade de composição estrutural, não obstante a diversidade das temáticas e dos conteúdos. Por todas essas razões é que Bianchetti nos oferece uma poética pictorial conjugada a uma técnica magistral de execução a demonstrar que já venceu todas as suas problemáticas, adquiriu seu estilo, tornando-se um dos mais autênticos representantes do expressionismo figurativo no ciclo atual da nossa pintura contemporânea".
Hugo Auler
CAVALCANTI, Carlos; AYALA, Walmir, org. Dicionário brasileiro de artistas plásticos. Brasília: MEC/INL, 1973-1980. (Dicionários especializados, 5).

"Antes seja dito que a rigor desde o começo, mesmo antes da existência do Clube, a gravura de Bianchetti já era claramente engajada; suas posições ideológicas não foram conseqüência, e sim causa de sua adesão ao movimento. Naquele passo entendia-se como engajamento mostra a realidade social dos mais humildes, seus costumes, sua faina, a labuta diária, voltando-se para o entorno imediato. Para os gaúchos, graças à riqueza de sua paisagem física e humana, a sua cultura tão diferenciada no conjunto do país, foi uma tarefa particularmente bem realizada. Assim, uma rápida olhada na produção de Bianchetti entre 1951 e 57 nos mostra mulheres costurando, pilando ou fazendo marmelada, no meio de apetrechos característicos do Sul; operários em suas velhas e toscas olarias, puxadas por bois; a corrida de cavalo assistida por uma platéia de chapéus amplos, ponchos e bombachas, a refeição, o repouso e a sesta após o trabalho; um gaúcho típico trançando corda, meninos descalços brincando com passarinhos ou com um carrinho de lomba, o jogo do osso (um divertimento regional), etc. Como na questão da 'arte para o povo', pode surgir hoje algum ceticismo quanto à eficácia política desse tipo de imagem. Mas visto que não é a militância que dimensiona a qualidade real da obra, e sim os elementos agenciados no diálogo entre forma e conteúdo, tampouco há muito, aqui, com que nos preocuparmos".
Olívio Tavares de Áraújo
ARAÚJO, Olívio Tavares de. A Dimensão do Humano. In: catálogo: BIANCHETTI, Glênio, BIANCHETTI, Ailema de Bem (coord. ). 50 anos de arte.  Brasília: Ministerio de Relações Exteriores, 1999. p. 45 e 46.

Depoimentos

"Com o Clube dos Gravadores começou um movimento cultural, de âmbito internacional. Como a grande maioria de países e também Estados brasileiros possuíam entidades semelhantes, formou-se uma espécie de cooperativa, que intercambiava exposições pelas Américas e Europa. 'Vinham obras de longe', diz Bianchetti, 'e as nossas também percorriam diversos países, difundindo a gravura brasileira'.

Esse movimento confirmou as possibilidades de difusão da gravura devido às suas peculiaridades, como explica Bianchetti: 'A gravura é uma das artes mais democráticas. Ao contrário de outras formas artísticas, ela não se resume numa peça única, pode ser reproduzida, divulgada simultaneamente. Isto favorece, inclusive, o preço de cada obra, para quem vai adquiri-la'.

Nestes trinta anos de gravura, Glênio desenvolveu a técnica de xilogravura e a gravura de corte, em linóleo, a litografia e a serigrafia. Sua identidade maior se verifica em relação à gravura de corte, seja ela em madeira ou em linóleo, que encontram uma correspondência na pintura por ele desenvolvida. 'Minha obra tem origem expressionista. A gravura veio me proporcionar os elementos que faltavam na pintura, completando meu trabalho. Minha pintura tem cortes e tem entalhes resultantes da disposição das cores e formas. Tem muito de gravura. ' [...]

Além de retratar muitas situações sociais específicas tendo como centro o homem, a gravura de Glênio é principalmente uma arte brasileira, representando hoje o documento de uma época, 'gravando' o regionalismo gaúcho, bem primitivo, vivenciado pelo artista desde sua infância, lembrando valores quase extintos hoje em dia.

Depois da fundação do Clube de Gravura de Porto Alegre, muitas atividades plásticas se sucederam na vida de Glênio, desde a direção do Setor Gráfico da Divisão de Cultura da Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul, a orientação de cursos de gravuras no Instituto de Belas Artes de Porto Alegre, até chegar a Brasília, em 1961, e fazer parte do corpo docente da UnB, lecionando gravura e desenho, onde participou da efervescência cultural nascente desta universidade até 1965. Ele recorda ainda o tempo em que havia um grande entrosamento entre os 'artistas' da cidade e uma maior discussão em torno dos movimentos culturais: 'À saída do cinema, ou durante uma exposição, sempre reunia-se um grupo para discutir, avaliar e lançar novas idéias'".
Glênio Bianchetti
BIANCHETTI, Glênio. 'A gravura é uma arte democrática'. Jornal de Brasília, Brasília, 23 ago. 1981.

Exposições Individuais

1950 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria de Arte Correio do Povo
1959 - Porto Alegre RS - Individual, no Margs
1962 - Porto Alegre RS - Individual, no Instituto de Belas Artes da UFRGS
1963 - Brasília DF - Individual, na Galeria do Hotel Nacional
1966 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Picola Galeria
1967 - Brasília DF - Individual, no Teatro Nacional
1968 - Brasília DF - Individual, na Caixa Econômica Federal
1968 - Brasília DF - Individual, no Congresso Nacional 
1968 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria do IAB/RS
1969 - Brasília DF - Individual, na Galeria Paiol
1969 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Décor
1970 - São Paulo SP - Bianchetti: pintura, no Cambona Centro de Arte
1970 - São Paulo SP - Bianchetti: pintura, no MAM/SP
1971 - Brasília DF - Individual, na Galeria Clube das Nações
1971 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Chica da Silva
1971 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP
1972 - Brasília DF - Individual, na Fundação Cultural
1972 - Porto Alegre - Individual, na Esphera Galeria de Arte 
1972 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Esfhera
1972 - Salvador BA - Individual, no MAM/BA
1972 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Cosme Velho
1973 - Brasília DF - Individual, na Galeria Oscar Seraphico
1974 - Brasília DF - Individual, na Galeria Oscar Seraphico
1974 - Brasília DF - Individual, na Galeria Studio 
1974 - Brasília DF - Individual, no Atelier do Artista
1975 - Goiânia GO - Individual, na Galeria Hotel Bandeirantes
1976 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria de Arte Ipanema
1977 - Brasília DF - Individual, no Atelier do Artista
1977 - Porto Alegre RS - Individual, no Centro Municipal de Cultura
1977 - Roma (Itália) - Individual, na Galeria de Arte Casa do Brasil
1978 - Porto Alegre RS - Individual, no Centro Municipal de Cultura
1979 - Brasília DF - Individual, na Galeria Oscar Seraphico
1979 - Brasília DF - Individual, no Atelier do Artista
1980 - Brasília DF - Individual, no Clube das Nações
1980 - Brasília DF - Individual, no IAB/DF
1981 - Bagé RS - Individual, no Museu da Gravura Brasileira
1981 - Brasília DF - Glênio Bianchetti: 30 anos de gravura, no IAB/DF
1981 - Porto Alegre RS - Individual, no Cambona Centro de Arte
1981 - Porto Alegre RS - Individual, no Centro Municipal de Cultura
1982 - Brasília DF - Individual, na Oscar Seráphico Galeria de Arte 
1984 - Brasília DF - Individual, na Galeria da Cultura Inglesa
1984 - Brasília DF - Individual, no Atelier do Artista
1985 - Brasília DF - Glênio Bianchetti: litografias, no Atelier do Artista
1985 - Goiânia GO - Individual, na Casa Grande Galeria de Arte
1986 - Brasília DF - Individual, na Galeria Contemporânea de Arte
1986 - Brasília DF - Individual, no Atelier do Artista
1986 - Montevidéu (Uruguai) - Individual, na Galeria do Banco do Brasil
1987 - Brasília DF - Individual, na Galeria Contemporânea de Arte
1987 - Montevidéu (Uruguai) - Individual, na Galeria do Banco do Brasil
1988 - Brasília DF - Individual, na Galeria Contemporânea de Arte
1988 - Brasília DF - Individual, na Galeria do Centro Médico 
1988 - Brasília DF - Individual, na Portfolio Galeria de Arte
1988 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria Mosaico
1990 - Brasília DF - Glênio Bianchetti: pinturas, no Atelier do Artista 
1993 - Brasília DF - Individual, na Visual Galeria de Arte
1993 - Brasília DF - Individual, no Conjunto Cultural da Caixa
1994 - Brasília DF - Individual, no Espaço Cultural Iate Clube
1995 - Brasília DF - Glênio Bianchetti: pintura pequenos formatos, no Atelier do Artista
1995 - Brasília DF - Individual, na Café Galeria
1996 - Brasília DF - Individual, na Casa da Cultura da América Latina
1996 - Goiânia GO - Individual, na Galeria Casa Grande
1997 - Brasília DF - Individual, na Casa da Cultura da América Latina 
1998 - Brasília DF - Individual, no Atelier do Artista 
1998 - Brasília DF - Você tem Fome de Quê?, no Conjunto Cultural da Caixa
1998 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria de Arte Mosaico
1999 - Brasília DF - Glênio Biachetti: 50 anos de arte, no Ministério das Relações Exteriores
2000 - Brasília DF - Individual, no Atelier do Artista
2000 - Brasília DF - Individual, no Espaço Cultural da Câmara dos Deputados
2003 - Brasília DF - Glenio Bianchetti: pinturas, na residência do artista

Exposições Coletivas

1948 - Porto Alegre RS - Coletiva, na Galeria do Povo
1951 - Curitiba PR - 8º Salão Paranaense de Belas Artes, no Departamento de Cultura - menção honrosa
1952 - Curitiba PR - 9º Salão Paranaense de Belas Artes, no Departamento de Cultura
1952 - Porto Alegre RS - Clube da Gravura de Porto Alegre
1953 - Rio de Janeiro RJ - 2º Salão Nacional de Arte Moderna
1954 - Goiânia GO - Exposição do Congresso Nacional de Intelectuais
1954 - Rio de Janeiro RJ - Salão Preto e Branco, no Palácio da Cultura
1955 - Rio de Janeiro RJ - 4º Salão Nacional de Arte Moderna
1956 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão Nacional de Arte Moderna 
1957 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Arte Moderna
1958 - Cidade do México (México) - 1ª Bienal Interamericana de Pintura y Grabado, no Instituto Nacional de Belas Artes
1958 - Porto Alegre RS - 1º Salão Pan-Americano de Arte
1958 - Rio de Janeiro RJ - 7º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1958 - Rio de Janeiro RJ - Salão de Arte A Mãe e a Criança
1966 - Brasília DF - 3º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, na Fundação Cultural
1966 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva, na Galeria Giro
1967 - Bagé RS - 1º Salão Bageense de Artes Plásticas, na Pinacoteca da Urcamp
1970 - Brasília DF - 1º Encontro de Artistas Plásticos de Brasília, na Fundação Cultural do Distrito Federal
1970 - Brasília DF - Artistas Gaúchos, no Palácio do Buriti
1970 - Brasília DF - Coletiva, na Galeria Conselho Britânico
1970 - São Paulo SP - Pré - Bienal de São Paulo, na Fundação Bienal
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria Collectio
1973 - Bagé RS - Quatro de Bagé, na Fundação Attila Taborda
1973 - Paris (França) - Salão de Artistas Plásticos
1973 - Paris (França) - Salão de Maio
1976 - Bagé RS - 2º Encontro de Artistas Plásticos, no Museu Dom Diogo de Souza
1976 - Bagé RS - Projeto Cultura
1976 - Porto Alegre RS - Por uma Arte Brasileira: Grupo de Bagé, na UFRGS
1976 - Porto Alegre RS - Tradições Gaúchas, na UFRGS
1976 - São Paulo SP - 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1978 - Brasília DF - A Serigrafia e a Gravura, na Galeria Vasp
1978 - Brasília DF - Coletiva, na Galeria Oscar Seraphico
1978 - Brasília DF - Quatorze Artistas de Brasília, na Funarte
1978 - Curitiba PR - 1ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, no Centro de Criatividade
1981 - Piauí - Coletiva Artes Plásticas - Seleção Cláudio Gil, na Secretaria da Cultura
1982 - Brasília DF - Coletiva, na Galeria Oscar Seraphico
1982 - Brasília DF - Coletiva, no Studio Arte
1983 - Brasília DF - Coletiva Campanha Pró-Nordeste - Independent British Institute
1983 - Porto Alegre RS - Arte Livro Gaúcho: 1950/1983, no Margs
1983 - Porto Alegre RS - Do Passado ao Presente: as artes plásticas no Rio Grande do Sul, no Cambona Centro de Arte
1984 - Brasília DF - Armindo Leal, Gilberto Melo, Glênio Bianchetti, Ivanir Vianna, Lêda Watson, Marlene Godoy, Marques de Sá, Minnie Sardinha, Naura Timm, Wilma Lacerda, no Centro de Convenções. Setor de Difusão Cultural
1984 - Brasília DF - Artistas Plásticos, na Galeria Contemporânea de Arte
1984 - Brasília DF - Coletiva, na Galeria New Arte
1984 - Brasília DF - Coletiva, na Galeria Performance
1984 - Curitiba PR - A Xilogravura na História da Arte Brasileira, na Casa Romário Martins
1984 - Rio de Janeiro RJ - A Xilogravura na História da Arte Brasileira, na Galeria Sérgio Milliet
1984 - Rio de Janeiro RJ - Doações Recentes 82-84, no MNBA
1985 - Brasília DF - Exposição Inaugural do Museu de Arte de Brasília, no MAB
1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1986 - Brasília DF - Artistas da Região Centro-Oeste, na Galeria Contemporânea de Arte
1986 - Brasília DF - Cartazes para a Constituinte, no Senado Federal
1986 - Brasília DF - Coletiva Oscar Seráphico Galeria de Arte, na Oscar Seráphico Galeria de Arte
1986 - Brasília DF - Coletiva, na Embaixada Americana
1986 - Brasília DF - Todos de Brasília, no Congresso Nacional
1986 - Cairo (Egito) - Grafic Arts of Brazil: brazilian artists of today
1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1988 - Brasília DF - Coletiva de Natal, na Portfólio Galeria de Arte
1988 - Brasília DF - Coletiva, na Galeria Arte Dreer
1988 - Brasília DF - Professores da UnB, na Embaixada da França
1988 - São Paulo SP - Arte Atual de Brasília, no MAB/Faap
1989 - Brasília DF - Quadros sobre a Independência, na CEF
1990 - Brasília DF - Coletiva, no MAB/DF
1990 - Brasília DF - Dez Artistas Contemporâneos, na Galeria Portfolio
1990 - Goiás GO - 20 Anos do Museu de Arte de Goiânia, no Museu de Arte
1991 - Brasília DF - Professores Artistas da UnB, na UnB
1992 - Brasília DF - Acervo da Caixa Econômica Federal
1992 - Porto Alegre RS - Coletiva, na Associação Francisco Lisboa
1993 - Brasília DF - Coletiva, no IAB/DF
1993 - Brasília DF - Coletiva, na Embaixada da Bulgária
1993 - Brasília DF - Coletiva, no Espaço Cultural Lago Norte
1993 - Brasília DF - Exposição e Leilão dos Organimos Internacionais, na Embaixada da Colômbia
1993 - João Pessoa PB - Xilogravura: do cordel à galeria, na Funesc
1994 - Bagé RS - Homens da Terra, no Museu da Gravura Brasileira
1994 - Brasília DF - 3ª Coletiva de Primavera, na Embaixada da Colômbia
1994 - Brasília DF - Arte Brasiliense, no Espaço Cultural do MEC - Esplanada dos Ministérios
1994 - Brasília DF - Arte Mercosul, no Espaço Cultural do MEC
1994 - Brasília DF - Gente de Brasília Pinta no Botânico, no Jardim Botânico
1994 - Brasília DF - Coletiva de Primavera, na Embaixada da Colômbia
1994 - São Paulo SP - Os Clubes de Gravura do Brasil, na Pinacoteca do Estado
1994 - São Paulo SP - Poética da Resistência: aspectos da gravura brasileira, na Galeria de Arte do Sesi
1994 - São Paulo SP - Xilogravura: do cordel à galeria, no Metrô
1995 - Brasília DF - Grandes Nomes, Pequenos Formatos, na Referência Galeria de Arte
1995 - Brasília DF - Três Gerações na Arte Brasileira, no MAB/DF
1996 - Bagé RS - Grupo de Bagé: retrospectiva de gravura, no Museu da Gravura Brasileira
1996 - Brasília DF - 2º Salão de Artes Plásticas, no Iate Clube
1996 - Porto Alegre RS - Arte Sul 96, no Margs
1996 - Porto Alegre RS - Grupo de Bagé no Acervo do Margs, no Margs
1996 - Porto Alegre RS - Grupo de Bagé no Clube de Gravura, no Conjunto Cultural da Caixa
1996 - Porto Alegre RS - Grupo de Bagé: gravura e atualidade, no Centro Municipal de Cultura
1996 - Porto Alegre RS - Grupo de Bagé: pintura e atualidade, na Galeria de Arte Mosaico
1996 - Porto Alegre RS - Siamo Tutti Buona Gente
1997 - Boston (Estados Unidos) - Contemporary Art of Central Brazil, no Scollay Square Gallery
1997 - Brasília DF - 21 Expressões... Um Encontro, no Conjunto Cultural da Caixa
1997 - Brasília DF - Grupo de Bagé no Clube de Gravura: década de 50, no Conjunto Cultural da Caixa
1997 - Curitiba PR - Grupo de Bagé no Clube de Gravura: década de 50, na Galeria da Caixa Econômica Federal
1997 - Montevidéu (Uruguai) - 1ª Bienal Interparlamentar do Mercosul - menção honrosa
1997 - Rio de Janeiro RJ - Grupo de Bagé no Clube de Gravura: década de 50, na Galeria da Caixa Econômica Federal
1997 - São Paulo SP - Grupo de Bagé no Clube de Gravura: década de 50, na Galeria da Caixa Econômica Federal
1998 - Brasília DF - Cem Recuerdos para García Lorca, no Espaço Cultural do Distrito Federal
1998 - Brasília DF - Grandes Talentos, na ECT Galeria de Arte
1998 - Brasília DF - Panorama das Artes Visuais no Distrito Federal
1998 - Porto Alregre RS - Resgatando a Memória, na CEF
1999 - Porto Alegre RS - Garagem de Arte: mostra inaugural, na Garagem de Arte
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura: Gravura Moderna Brasileira: acervo Museu Nacional de Belas Artes, no MNBA
2000 - Bento Gonçalves RS - Coletiva de Gravura, na Universidade de Caxias do Sul
2000 - Brasília DF - A Mostra Grátis, no Espaço Cultural Renato Russo
2000 - Buenos Aires (Argentina) - Feira de Galerías de Arte del Mercosur, na Pabellón A de La Rural
2000 - Canela RS - Coletiva de Gravura, na Universidade de Caxias do Sul
2000 - Caxias do Sul RS - Coletiva de Gravura, na Universidade de Caxias do Sul
2000 - Farroupilha RS - Coletiva de Gravura, na Universidade de Caxias do Sul
2000 - Guaporé RS - Coletiva de Gravura
2000 - Nova Prata RS - Coletiva de Gravura, na Universidade de Caxias do Sul
2000 - Porto Alegre RS - Mercocidades: artes visuais
2000 - São Paulo SP - Investigações. A Gravura Brasileira, no Itaú Cultural
2000 - Vacaria RS - Coletiva de Gravura, na Universidade de Caxias do Sul
2000 - Veranópolis RS - Coletiva de Gravura, na Universidade de Caxias do Sul
2001 - Brasília DF - Investigações. A Gravura Brasileira, na Galeria Itaú Cultural
2001 - Penápolis SP - Investigações. A Gravura Brasileira, na Galeria Itaú Cultural
2001 - Porto Alegre RS - Coleção Liba e Rubem Knijnik: arte brasileira contemporânea, no Margs
2001 - Rio de Janeiro RJ - Trilhando a Gravura, no Museu da Chácara do Céu
2002 - Brasília DF - JK: uma aventura estética, no Conjunto Cultural da Caixa
2002 - Porto Alegre RS - Desenhos, Gravuras, Esculturas e Aquarelas, na Garagem de Arte
2003 - São Paulo SP - Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural

Fonte: Itaú Cultural

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