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Glauco Rodrigues

OBRAS DO ARTISTA

Glauco Rodrigues - São Sebastião

São Sebastião

acrílico sobre tela colado em madeira
1980
100 x 80 cm
ass. inf. dir.
Quadro que teve como modelo o ator Stephan Nercessian, na época casado com a atriz Camila Amado, grande amiga de Glauco Rodrigues, obra exposta na década de 80 em mostra na extinta galeria São Paulo (Rua Estados Unidos) da marchand Regina Boni.

Preço: Sob Consulta

Leilão de Artes Online

BIOGRAFIA

Glauco Rodrigues (Bagé RS 1929 - Rio de Janeiro RJ 2004)

Pintor, desenhista, gravador, ilustrador, cenógrafo.

Glauco Otávio Castilhos Rodrigues começou a pintar, como autodidata, em 1945. Em 1949, recebe bolsa de estudos da Prefeitura de Bagé e freqüenta, por três meses, a Escola Nacional de Belas Artes - Enba, no Rio de Janeiro. Em 1951, funda o Clube de Gravura de Bagé, com Glênio Bianchetti (1928) e Danúbio Gonçalves (1925). Fixa-se em Porto Alegre e participa do Clube de Gravura de Porto Alegre, fundado por Carlos Scliar (1920 - 2001) e Vasco Prado (1914 - 1998). Em 1958, muda-se para o Rio de Janeiro e integra a primeira equipe da revista Senhor. Reside em Roma entre 1962 e 1965. Ao retornar ao Brasil, participa de importantes exposições, como Opinião 66, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ. No fim da década de 1950, sua produção se aproxima da abstração. Volta à figuração no início dos anos 1960, e produz obras sob o impacto da arte pop, tratando, com humor, de temas nacionais como a imagem do índio, o carnaval, o futebol, a natureza tropical e a história do Brasil, que inspiram séries como Terra Brasilis, 1970, Carta de Pero Vaz de Caminha, 1971, No País do Carnaval, 1982 ou Sete Vícios Capitais, 1985. Na década de 1980, recebe o Prêmio Golfinho de Ouro Artes Plásticas do Governo do Estado do Rio de Janeiro e publica o livro Glauco Rodrigues, que reúne toda sua obra. Em 1999, recebe o Prêmio Ministério da Cultura Candido Portinari - Artes Plásticas.

Comentário Crítico

Glauco Rodrigues inicia-se em pintura em 1945, como autodidata. Em 1949, tem aulas com o pintor José Moraes (1921 - 2003), que instala um ateliê coletivo nas proximidades de Bagé, Rio Grande do Sul. Nesse ano, recebe bolsa de estudo da Prefeitura de Bagé e freqüenta por três meses a Escola Nacional de Belas Artes - Enba, no Rio de Janeiro. Com os artistas Glênio Bianchetti (1928) e Danúbio Gonçalves (1925), cria o Clube de Gravura de Bagé, em 1951. Três anos depois, integra o Clube de Gravura de Porto Alegre. No período em que freqüenta essas associações de gravadores, seus trabalhos são voltados para a representação do homem do campo e para os tipos e costumes regionais. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1959, quando, como ilustrador, faz parte da primeira equipe da revista Senhor. Reside em Roma entre 1962 e 1965. Ao retornar ao Brasil, participa de importantes exposições, como Opinião 66, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ.

Desde o fim da década de 1950 e no período em que reside na Itália, sua produção se aproxima da abstração, como em Paisagem de Porto Alegre, 1957, ou assume caráter declaradamente abstrato, como ocorre na série de aquarelas realizadas em Roma. Volta à figuração no início dos anos 1960 e produz obras sob o impacto da arte pop, como O Mito, 1964/1965 e Pão de Açúcar, 1968 ou a série Carta de Pero Vaz Caminha, 1971, na qual o descobrimento do Brasil é narrado como história em quadrinhos. A partir dos anos 1970, passa a incorporar em seus trabalhos personagens históricos, juntamente com figuras contemporâneas. Utiliza freqüentemente citações de quadros consagrados, como a figura do O Derrubador Brasileiro, 1879, de Almeida Júnior (1850 - 1899), presente em Abrasileirar-Se, 1986 e Paz na Tarde, 1989, ou Primeira Missa no Brasil, 1860, de Victor Meirelles (1832 - 1903), retomada em obra de mesmo nome, datada de 1980. Na tela A Ira, 1985 estão presentes as figuras do afresco Expulsão do Paraíso, do pintor renascentista Masaccio (1401 - 1428).

Em seus quadros nota-se um processo de carnavalização crítica da cultura visual brasileira: é constante a presença do índio, do carnaval, do futebol e da natureza tropical, como em De Natureza Tão Sutil, 1970 ou Abaporu, 1981, além das imagens apropriadas de artistas significativos do século XIX. Alguns críticos destacam o caráter hiper-realista de seus quadros, como em A Juventude, 1970. Revela em várias obras o interesse pela paisagem brasileira, como ocorre em Icatu-Água Boa, 1975.

Segundo o crítico Roberto Pontual, a obra de Glauco Rodrigues mostra um caráter de "tropicalismo crítico", questionando o contexto social e político brasileiro por meio de personagens identificáveis do passado histórico e empregando uma leve ironia. Ele parte de fontes fotográficas, postais ou reproduções, considerando a fotografia como fixadora de fatos e reunindo na superfície da tela signos de uma realidade que se apresenta como inegavelmente brasileira: o samba ou o índio, por exemplo. Em suas telas utiliza constantemente o verde e o amarelo e a própria bandeira do Brasil. Na opinião do crítico, o humor e a festa são táticas pelas quais o artista questiona uma série de clichês associados à imagem do país.

Críticas

"O espírito crítico começa a emergir a partir de 1969, nos primeiros quadros da série Terra Brasilis, quando o entusiasmo tropicalista e a plena compreensão da antropofagia de Oswald de Andrade o levam a elaborar montagens fotográfico-realistas com a iconografia urbana física da brasilidade; aproveita o espírito anárquico-construtivo de nossas raízes e influências para revelar uma característica oculta de ordem e decodificação que passa a refletir a realidade de uma história inédita, onde o fato consumado, marcado no tempo e no espaço, é permeado pela permanente renovação em movimento. Tal processo aperfeiçoa-se na série seguinte, O Descobrimento do Brasil, em que a narrativa se estrutura por meio da soma de detalhes ícono-históricos que, intactamente retirados das fontes mais diversas, são redimensionados sob aspecto crítico na busca do inconsciente coletivo brasileiro, num trabalho de síntese e justificação de tempo passado e atual. Atualizando as imagens clássicas da pintura brasileira, pela inserção das imagens triviais e cotidianas colhidas na urbanidade, recria a fábula de nosso destino com ancestralidade e humor. Sua experiência como ilustrador, diagramador e gráfico serviu para influenciar a fase mais recente de seu trabalho, quando passou do abstracionismo para a conquista da imagem real transfigurada, dando vida nova ao documento estático, com máxima fidelidade ao clima espêntico de tempo e espaço com grande poder de síntese e simplicidade de linguagem. Um trabalho conceitual e crítico, próprio de um criador contemporâneo ".
Samyra B. Serpa Crespo e outros
LOUZADA, Júlio. Artes plásticas Brasil 1985: seu mercado, seus leilões. são Paulo: J. Louzada, 1984.

"Regionalista e realista quando integrava o Clube de Gravura, em 1950, informal em seu período europeu (anos 60), Glauco Rodrigues realiza, a partir dos anos 70, uma pintura voltada para temas brasileiros, adotando recursos oriundos da pop e do hiper-realismo, mas encarando nossa cultura pelo prisma alegórico ou da carnavalização. Como ele mesmo confessa: 'Eu diria que sou uma espécie de escola de samba. O meu enredo em 1970 foi Terra Brasilis; em 1971, Carta de Pero Vaz de Caminha; em 1972, Os Olhos do Senhor Estão em Todo Lugar, Contemplando os Maus e os Bons; em 1973, Adivinhações; em 1974, Accuratisima Brasiliae Tabula; em 1975, Pau-Brasil; em 1976, Tradições Gaúchas; e Visão da Terra em 1977'. Nos quadros mais recentes, entre os quais Le But de la Peinture, de 1985, Glauco Rodrigues refaz seu próprio desfile, reafirmando e aprofundando as características básicas de seu trabalho, acentuando, porém, o virtuosismo técnico e a carga erótica dos temas, da cor e do próprio ato de pintar - áreas inteiras de cor pura convivem com manchas e toques vibráteis do pincel ".
Frederico Morais
DACOLEÇÃO: os caminhos da arte brasileira. São Paulo: Júlio Bogoricin, 1986.

"A volta de Glauco ao figurativo coincidiu com a sua volta ao Brasil e a sua maneira de reencontrar o figurativo e o Brasil de logo depois de 1964 - aquele paraíso atônito - foi usar a metáfora. O fato anedótico transformado pela inteligência e acuidade crítica, o fato anedótico e o fato pictórico finalmente conciliados num objetivo comum, a imagem usada ao mesmo tempo para deleitar os olhos e como comentário e sugestão. Ao mesmo tempo impacto e reflexão, realismo e delírio. A metáfora foi um pouco imposta pelas restrições da época, em que você precisava cuidar como dizia as coisas. Mas era também o olho de Bagé posto sobre os descaminhos da república.
(...)
Glauco pintou a ebulição e o medo. Em exposições sucessivas a partir desta época criou uma espécie de grande desfile, no qual o Brasil se via em alegorias coloridas, como numa passarela.

Numa época em que se podia escrever pouco sobre a insensatez dominante, Glauco a botou nos seus quadros. A justaposição de elementos contrastantes, todos minuciosamente reproduzidos, para efeitos irônicos ou dramáticos. A nossa vocação autofágica reafirmada e ao mesmo tempo satirizada com citações de quadros antigos e a evocação de toda uma memória gráfica nacional ".
Luis Fernando Verissimo
RODRIGUES, Glauco. Glauco Rodrigues. Rio de Janeiro: Salamandra, 1989. p. 31-35.

"Há quarenta anos a obra de Glauco Rodrigues tem por substância e objetivo uma determinada visão de seu próprio país: o Brasil. Isto corresponde à totalidade atual de seu tempo de trabalho, desde o desenho e a gravura de cunho realista com que iniciou caminho nos campos gaúchos até as sucessivas séries de pinturas produzidas após a fixação no Rio de Janeiro. No percurso, consta-se apenas um momento de exceção à regra: foi justamente quando, vivendo em Roma entre 1962 e 1965, ele fez uso de abstração informal para compor analogias e naturezas-mortas, de nostálgico ardor cromático. Mas com o retorno à terra natal e sob o influxo da pop art afluente, nosso artista logo pôs em marcha um sistema todo seu de linguagem, o qual, ainda agora praticado, merece a etiqueta de 'tropicalismo crítico'.

Interessa-lhe primordialmente poder rearrumar a história pátria a partir dos ingredientes em que borbulha no caldeirão já meio-milenar da nação. Vê-se nesse fio particular de acontecimentos uma matriz de verdades e mentiras, de encontros e desvios, de esperanças e frustrações, cuja trama seu pincel-bisturi se dispõe a investigar. A operação, no entanto, nada tem da linearidade facciosa de um discurso que quisesse provar a todo custo como isto ou aquilo teria se passado. Ela é muito mais questionamento que afirmação. E questionamento pela ironia, a farsa, a derrisão: ópera bufa da existência nacional, composta com a memória do nu e do vestido, do cru e do cozido, da tribo e da metrópole. Pedaços do Brasil antropofagicamente redevorados para armar um mapa novo, coerente e completo. Ali, subconsciente e atualidade, unidos enfim por elo lógico, prefiguram um país sem complexos e sem máscaras, pronto a conduzir seu futuro.  

A unidade do sistema com que Glauco Rodrigues opera é o clichê, essa imagem da imagem através da qual a visão das coisas se sedimenta e se torna inamovível no fluxo do tempo. Cada quadro seu funciona como um palco ocupado por cenários e personagens vindos de outras paragens e situações, facilmente reconhecíveis. Partindo de uma base fotográfica (pois que é a fotografia senão um fixador de fatos?), ele reagrupa na superfície pintada, por apropriação de herança, os sinais imediatos de uma realidade que se apresenta como desmesuradamente, irrecusavelmente 'brasileira': o sol e o samba, o índio e o banhista de Copacabana, a Eva branca e o malandro negro, o drama e a magia, a evasão e a repressão, a miséria e a exuberância - excessos barrocos do como nos vemos e do como somos vistos. Numa pintura recente, cujo título ecoa versos de uma canção popular (Não existe pecado do lado de baixo do Equador), todos esses clichês se reúnem em apoteose. O Brasil parece mostrar-se ali inteiro, mais autêntico do que nunca. Cuidado, porém: tanta efusão da raça não passa de véu, fachada, fantasia a desvestir quando termina o carnaval. É então que o artista se imiscui, entre o fogo e a cinza ".
Roberto Pontual
RODRIGUES, Glauco. Un opera nomme Bresil. Paris: Galerie Etienne Dinet, 1990.

Depoimentos

"Em 1945, quando não havia ainda terminado a Segunda Guerra Mundial, eu, Glênio Bianchetti e outros mais formamos um grupo em Bagé, no Rio Grande do Sul. [...] Em 1949, eu fui ao Rio de Janeiro. Jovem, estava marcado por esse destino de quase todos os artistas brasileiros, ou seja, o de ser autodidata, e sofrendo centenas de influências, razão por que, um ano após, eu me encontrei num beco sem saída, influenciado demasiadamente pela Escola de Paris e, principalmente, por Picasso. Minha pintura ficou então num ponto que me pôs praticamente sem perspectivas. Nessa época, eu fazia uma espécie de ponte aérea entre Bagé e Rio de Janeiro. Em uma das idas a minha cidade natal, tive a idéia de realizar uma coisa que eu ainda não havia feito em minha vida de pintor: um aprendizado clássico. Um estudo profundo do desenho, da forma, da composição, procurando desenhar anatomia e planejamento à maneira de Leonardo da Vinci. Acontece que, nesse momento, em Bagé, estavam Glênio Bianchetti, que havia andado por Porto Alegre, e Danúbio Gonçalves, que havia chegado da Europa. Encontramo-nos e todos estávamos, mais ou menos, no mesmo impasse. Logo depois regressou Carlos Scliar, que havia participado daquele conflito universal, o qual retornara ao Brasil com a mesma intenção de fazer esse aprendizado, uma vez que do estudo clássico o havia afastado o modernismo. Daí, ter surgido o célebre Clube de Gravura de Porto Alegre, onde começamos a desenhar. [... Nosso] aprendizado foi levado muito a sério, tanto assim que trabalhávamos com modelo vivo, e constituiu uma saída para aquele empecilho, ao qual me levara a Escola de Paris, permitindo que eu voltasse à pintura clássica, a uma clara e nítida figuração. Aliás, trabalhando juntos, nesse aprendizado, havia entre todos uma recíproca posição de professor, pois cada um era mestre de cada um de nós, haja vista as críticas que fazíamos aos trabalhos realizados. Nessa mesma época, nasceu o nosso interesse pelos costumes, tradições e paisagens do Rio Grande do Sul, dando origem a uma arte que não era bem um realismo social, por isso que mais se caracterizava por um realismo regional ".
Glauco Rodrigues a Hugo Auler, 7 de setembro de 1977
AULER, Hugo. Um dos caminhos de uma arte brasileira? Correio Brasiliense, Brasília, n. 7, set. 1977.

"O que se fazia no Brasil em 50 era uma arte com toda uma influência da Escola de Paris e o nosso grupo achava que tínhamos que fazer arte brasileira e fomos ao detalhe da coisa, retratando nossos costumes. Aquela era uma posição nossa. Éramos um grupo aqui do Rio Grande do Sul e nossa posição foi muito contestada. [...]

Tínhamos como projeto o trabalho interligado e a crítica mutuamente exercida, de maneira a pôr em prática a nossa consciência de que só documentando o real, com a mais exigente fidelidade, estaríamos cumprindo com o dever de todo artista, que é o de servir. De Porto Alegre, partíamos para o interior, nessa busca do específico gaúcho. Quanto mais particular, mais universal, quanto mais gaúcho, mais brasileiro. Entre 1950 e 1954, a aventura desdobrou-se intensamente. Desenho e gravura serviam a um objetivo imediato, concreto. [...]

Primeiro o trabalho tem que ser bom e depois na medida em que é brasileiro é universal. Por sermos brasileiros estamos inseridos num mundo ocidental e temos influências da pintura européia. O que não pode ser feito é copiar. Temos que digerir essas influências e além do mais tem uma série de informações de que não podemos nos isolar. Eu sigo o meu faro, não faço concessões".
Glauco Rodrigues, 13 de setembro de 1977
LOPEZ, Maria Beatriz. Glauco Rodrigues sempre perto da temática gaúcha. Zero Hora, Porto Alegre, n. 13, set. 1977.

"Eu diria que sou uma espécie de escola de samba. O meu enredo em 1970 foi Terra Brasilis; em 1971, Carta de Pero Vaz de Caminha; em 1972, Os olhos do Senhor estão em todo o lugar contemplando os Maus e os Bons; em 1973, Adivinhações; em 1974, Acuratissima Brasiliae Tabula; em 1975, Pau Brasil; em 1976, Tradições Gaúchas e, em 1977, Visão da Terra: a Lenda do Caotipurú. O quadro precursor de todos esses enredos é De Natureza tão Sutil, pintado em 1970, onde aparece a porta-bandeira Neide e o mestre-sala Delegado, como arara, arco-íris, bananas etc.
Como toda escola de samba, eu obedeço ao regulamento: minhas cores são o verde-amarelo-azul e branco, sendo permitido o dourado, o prateado e as cores de pele".
Glauco Rodrigues
RODRIGUES, Glauco. Apoteose Tropical: desfile-exposição com pinturas de Glauco Rodrigues. Rio de Janeiro: Fundação Casa-França Brasil, 1991.

Exposições Individuais

1961 - Rio de Janeiro RJ - Glauco Rodrigues: pintura, na Petite Galerie
1962 - Munique (Alemanha) - Glauco Rodrigues: aquarela, no Consulado Geral do Brasil em Munique
1962 - São Paulo SP - Glauco Rodrigues: desenho, na Petite Galerie
1963 - Frankfurt (Alemanha) - Glauco Rodrigues: aquarela, na Casa da Cultura de Frankfurt
1963 - Roma (Itália) - Glauco Rodrigues: pintura, na Galeria d'Arte della Casa do Brasil
1963 - Stuttgart (Alemanha) - Glauco Rodrigues: aquarela, na Galeria Maercklin
1964 - Rio de Janeiro RJ - Têmperas Vinílicas e Aquarelas de Roma entre 1962/64, na Petite Galerie
1965 - Rio de Janeiro RJ - Glauco Rodrigues: pintura, na Petite Galerie
1965 - Roma (Itália) - 50 Disegni dal 1960 a 1963, na Galeria Bianco e Nero
1966 - Porto Alegre RS - Glauco Rodrigues: pintura, desenho e serigrafia, na Galeria Leopoldina
1966 - Rio de Janeiro - Glauco Rodrigues: pintura, aquarela, desenho e objetos, na Galeria Relevo
1967 - Rio de Janeiro RJ - Desenhos para os Letreiros do Filme Garota de Ipanema, na Galeria Santa Rosa
1968 - Porto Alegre RS - Glauco Rodrigues: pintura e desenho, na Galeria Leopoldina
1969 - Rio de Janeiro RJ - Cenas de Praia, na Petite Galerie
1970 - Rio de Janeiro RJ - Terra Brasilis: pintura, na Galeria Bonino
1971 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Iramar Gallery
1971 - São Paulo SP - Carta de Pero Vaz Caminha sobre o descobrimento da Terra Nova que fez Pedro Álvares Cabral a El Rey Nosso Senhor: seqüência de 26 pinturas, na Galeria de Arte Portal
1973 - Brasília DF - Adivinhações: pintura, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1973 - Rio de Janeiro RJ - Glauco Rodrigues 1964/1973: pinturas nas Coleções Particulares, no Centro Cultural Lume
1973 - Rio de Janeiro RJ - Provérbios: Os Olhos do Senhor Estão em Todo Lugar, Contemplando os Bons e os Maus, na Galeria Luiz Buarque de Hollanda e Paulo Bittencourt
1974 - São Paulo SP - Acuratíssima Brasiliae Tabula, na Galeria de Arte Ipanema
1975 - Rio de Janeiro RJ - Pau Brasil, na Galeria de Arte Ipanema
1977 - Porto Alegre RS - Tradições Gaúchas: pinturas e serigrafias, no IAB/RS
1977 - Rio de Janeiro RJ - A Lenda do Coati-Puru, na Galeria de Arte Ipanema
1977 - São Paulo SP - Glauco Rodrigues: aquarela do Brasil, na Galeria de Arte Ipanema
1979 - Rio de Janeiro RJ - Guia Turístico e Histórico do Rio de Janeiro no Tempo dos Vice-Reis: homenagem a Leandro Joaquim, na Galeria de Arte Ipanema
1980 - Bagé RS - Glauco Rodrigues: litografias, no Museu da Gravura Brasileira
1981 - Brasília DF - Glauco Rodrigues: paisagens imaginárias brasileiras, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1981 - Porto Alegre RS - Lembranças, na Cambona Centro de Artes
1981 - Rio de Janeiro RJ - Glauco Rodrigues no País do Carnaval: homenagem a Tarsila, na Galeria de Arte da Gávea
1983 - Porto Alegre RS - Glauco Rodrigues de 1952 a 1983, na Masson Galeria de Arte
1985 - Rio de Janeiro RJ - Glauco Rodrigues: os 7 vícios capitais, na Galeria Estampa
1986 - São Paulo SP - Individual, na Escritório de Arte São Paulo
1987 - Rio de Janeiro RJ - Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, na GB Arte
1988 - Rio de Janeiro RJ - Glauco Rodrigues: aquarelas, na GB Arte
1989 - Porto Alegre RS - Glauco Rodrigues: obras gráficas, no Espaço Cultural BFB
1989 - Porto Alegre RS - Glauco Rodrigues: paisagens gaúchas imaginárias, na Galeria de Arte Mosaico
1989 - São Paulo SP - Individual, na Escritório de Arte São Paulo
1989 - São Paulo SP - Individual, na Paulo Prado Galeria de Arte
1990 - Paris (França) - Un Opera Nomme Bresil, na Galerie Étienne Dinet
1990 - São Paulo SP - Glauco Rodrigues: pinturas e aquarelas, no Escritório de Arte São Paulo
1991 - Rio de Janeiro RJ - Apoteose Tropical, na Fundação Casa França-Brasil
1995 - Barra Mansa RJ - Individual, no Centro Universitário de Barra Mansa
1999 - Porto Alegre RS - Individual, na Galeria de Arte Mosaico

Exposições Coletivas

1948 - Porto Alegre RS - Os Novos de Bagé, no Jornal Correio do Povo
1949 - Rio de Janeiro RJ - 55º Salão Nacional de Belas Artes - Divisão Moderna, no MNBA - menção honrosa
1950 - Rio de Janeiro RJ - 56º Salão Nacional de Belas Artes - Divisão Moderna, no MNBA - medalha de bronze
1951 - Rio de Janeiro RJ - 57º Salão Nacional de Belas Artes - Divisão Moderna, no MNBA - medalha de prata
1952 - Porto Alegre RS - Clube da Gravura de Porto Alegre
1952 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1953 - Rio de Janeiro RJ - 2º Salão Nacional de Arte Moderna, no MNBA
1954 - Goiânia GO - Exposição do Congresso Nacional de Intelectuais
1954 - Rio de Janeiro RJ - Salão Preto e Branco, no Palácio da Cultura
1956 - São Paulo SP - Contribuição ao Realismo, no MAM/SP
1959 - São Paulo SP - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1960 - Rio de Janeiro RJ - 4º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ - prêmio viagem ao país
1961 - Paris (França) - 2ª Bienal dos Jovens
1961 - Rio de Janeiro RJ - 1ª O Rosto e a Obra, na Galeria do Ibeu Copacabana
1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1961 - São Paulo SP - Coletiva, na Petite Galerie
1962 - Kassel (Alemanha) - Brasilianische Kunstler der Gegenwart, na Kasseler Kunstverein
1962 - Spoleto (Itália) - Gravuras e Desenhos Brasileiros
1962 - Washington (Estados Unidos) - Spotlight in Brazil, na OEA
1963 - Spoleto (Itália) - Arte del Sud America
1964 - Veneza (Itália) - 32ª Bienal de Veneza
1966 - Houston (Estados Unidos) - Coletiva, na Kiko Gallery
1966 - Rio de Janeiro RJ - Auto-Retratos, na Galeria do Ibeu Copacabana
1966 - Rio de Janeiro RJ - Opinião 66, no MAM/RJ
1966 - Rio de Janeiro RJ - Supermercado 66, na Galeria Relevo
1967 - Petrópolis RJ - 1º Salão Nacional de Pintura Jovem, no Hotel Quitandinha
1967 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva, na Petite Galerie
1967 - Rio de Janeiro RJ - Nova Objetividade Brasileira, no MAM/RJ
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - prêmio aquisição
1968 - Belo Horizonte MG - Serigrafias, na UFMG. Faculdade de Letras
1968 - Cáli (Colômbia) - 1º Salão Austral y Colombiano de Pintura - menção honrosa
1968 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Feira de Arte do Rio de Janeiro, no MAM/RJ
1968 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva, na Galeria de Arte do Copacabana Palace
1968 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva, na Galeria Santa Rosa
1968 - Rio de Janeiro RJ - O Artista Brasileiro e a Iconografia de Massa, na Esdi
1968 - São Paulo SP - Coletiva, na Galeria Cosme Velho
1968 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Feira de Arte do Rio de Janeiro, no MAM/RJ
1969 - São Paulo SP - Coletiva, na Galeria Cosme Velho
1969 - São Paulo SP - Coletiva, no Paço das Artes
1970 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva, na Galeria Espaço
1971 - Nova York (Estados Unidos) - Coletiva, na Iramar Gallery
1971 - Rio de Janeiro RJ - 50 Anos de Arte Moderna Brasileira, no MAM/RJ
1971 - Rio de Janeiro RJ - 9º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ
1972 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Mostra de Serigrafia, no MNBA
1972 - Rio de Janeiro RJ - 50 Anos de Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Galeria do Ibeu Copacabana
1972 - Rio de Janeiro RJ - Exposição, no MAM/RJ
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio
1973 - Bagé RS - Quatro de Bagé, na Fundação Attila Taborda
1973 - Belo Horizonte MG - Coletiva, na Escola Theodor Herzl
1973 - Rio de Janeiro RJ - Alguns Aspectos do Desenho Brasileiro, na Galeria Ibeu Copacabana
1973 - Rio de Janeiro RJ - Homenagem a Eneida, na Galeria Chica da Silva
1974 - Rio de Janeiro RJ - Renouveau de la Figuration, na Galeria Maison de France
1976 - Bagé RS - 2º Encontro de Artistas Plásticos, no Museu Dom Diogo de Souza
1976 - Porto Alegre RS - Por uma Arte Brasileira: Grupo de Bagé, na UFRGS. Instituto de Artes
1976 - Porto Alegre RS - Tradições Gaúchas, na UFRGS. Instituto de Artes. Pinacoteca Barão de Santo Ângelo
1976 - Salvador BA - Arte Brasileira dos Anos 60/70 na Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/BA
1976 - São Paulo SP - Artistas do Rio, na Azulão Galeria
1977 - Belo Horizonte MG - 5º Salão Global de Inverno, na Fundação Palácio das Artes
1977 - Brasília DF - 5º Salão Global de Inverno
1977 - Brasília DF - Arte Brasileira dos Anos 60/70 na Coleção Gilberto Chateaubriand, na Fundação Cultural do Distrito Federal
1977 - Recife PE - Arte Brasileira dos Anos 60/70 na Coleção Gilberto Chateaubriand, no Casarão de João Alfredo
1977 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Arte Agora: visão da terra, no MAM/RJ
1977 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão Global de Inverno, no MNBA
1977 - São Paulo SP - 5º Salão Global de Inverno, no Masp
1978 - Curitiba PR - 1ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, no Centro de Criatividade
1978 - São Paulo SP - 1ª Bienal Latino-Americana de São Paulo, na Fundação Bienal
1978 - São Paulo SP - O Objeto na Arte: Brasil anos 60, no MAB/Faap
1979 - Curitiba PR - 1ª Mostra de Desenho Brasileiro, na Sala de Exposições do Teatro Guaíra
1981 - Cidade do Panamá (Panamá) - 8 Expresiones Artísticas, no Centro de Convenções Atlapa. Teatro Anayansi
1981 - Rio de Janeiro RJ - Do Moderno ao Contemporâneo: Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1981 - Rio de Janeiro RJ - Universo do Carnaval: imagens e reflexões, na Acervo Galeria de Arte
1982 - Lisboa (Portugal) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1982 - Lisboa (Portugal) - Do Moderno ao Contemporâneo: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
1982 - Londres (Inglaterra) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery
1982 - Rio de Janeiro RJ - Que Casa é essa da Arte Brasileira
1983 - Porto Alegre RS - Arte Livro Gaúcho: 1950/1983, no Margs
1983 - Porto Alegre RS - Do Passado ao Presente: as artes plásticas no Rio Grande do Sul, no Cambona Centro de Artes
1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1983 - Rio de Janeiro RJ - Auto-Retratos Brasileiros, na Galeria de Arte Banerj
1983 - São Paulo SP - 14º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1984 - Londres (Inglaterra) - Portrait of Country: brazilian modern art from the Gilberto Chateaubriand collection, no Barbican Art Gallery
1984 - Rio de Janeiro RJ - Doações Recentes 82-84, no MNBA
1984 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP
1985 - Brasília DF - Brasilidade e Independência, no Teatro Nacional Cláudio Santoro
1985 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo: trajetória e encontros, no Margs
1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1985 - Rio de Janeiro RJ - Retrato do Colecionador na sua Coleção, na Galeria de Arte Banerj
1986 - Brasília DF - Iberê Camargo: trajetória e encontros, no Teatro Nacional Cláudio Santoro
1986 - Rio de Janeiro RJ - Iberê Camargo: trajetória e encontros, no MAM/RJ
1986 - São Paulo SP - Iberê Camargo: trajetória e encontros, no Masp
1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand , no MAM/RJ
1987 - Rio de Janeiro RJ - Rio de Janeiro, Fevereiro e Março: do modernismo à geração 80, na Galeria de Arte Banerj
1988 - Novo Hamburgo RS - Carlos Scliar, Glauco Pinto de Moraes e Glauco Rodrigues, na Galeria Contemporânea
1988 - Rio de Janeiro RJ - 88 x 68: um balanço dos anos
1988 - Rio de Janeiro RJ - Le Déjeuner sur l'Art: Manet no Brasil, na EAV/Parque Lage
1988 - Salvador BA - Os Ilustradores de Jorge Amado, na Fundação Casa de Jorge Amado
1989 - Juiz de Fora MG - Cada Cabeça uma Sentença, no Museu Mariano Procópio
1989 - Ouro Preto MG - Ideologia Inconfidente em Processo, no Museu da Inconfidência
1989 - Rio de Janeiro RJ - Gravura Brasileira: 4 temas, na EAV/Parque Lage
1989 - Rio de Janeiro RJ - Ontem, Hoje, Amanhã, na Galeria do Centro Empresarial Rio
1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1990 - Goiânia GO - 20 Anos do Museu de Arte de Goiânia, no Museu de Arte
1991 - São Paulo SP - A Mata, no MAC/USP
1991 - São Paulo SP - Homem e Natureza, no MAC/USP
1992 - Rio de Janeiro RJ - 1ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1992 - Rio de Janeiro RJ - Gravura de Arte no Brasil: proposta para um mapeamento, no CCBB
1992 - São Paulo SP - Anos 60/70: Coleção Gilberto Chateubriand/Museu de Arte Moderna-RJ, no Galeria de Arte do Sesi
1992 - Zurique (Suíça) - Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, na Kunsthaus Zürich
1993 - Rio de Janeiro RJ - Brasil 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA
1993 - Rio de Janeiro RJ - O Papel do Rio, no Paço Imperial
1993 - Rio de Janeiro RJ - Paixão do Olhar, no MAM/RJ
1993 - São Paulo SP - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Galeria de Arte do Sesi
1994 - Lisboa (Portugal) - Além da Taprobana: a figura humana nas artes plásticas dos países de língua portuguesa, na Sociedade Nacional de Belas Artes
1994 - Rio de Janeiro RJ - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateubriand, no MAM/RJ
1994 - Rio de Janeiro RJ - Trincheiras: arte e política no Brasil, no MAM/RJ
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Poética da Resistência: aspectos da gravura brasileira, na Galeria de Arte do Sesi
1995 - Brasília DF - Coleções de Brasília, no Ministério das Relações Exteriores. Palácio do Itamaraty
1995 - Rio de Janeiro RJ - Além de Taprobana: a figura humana nas artes plásticas dos países de língua portuguesa, no MAM/RJ
1996 - Bagé RS - Grupo de Bagé: retrospectiva de gravura, no Museu da Gravura Brasileira
1996 - Belo Horizonte MG - Impressões Itinerantes, no Palácio das Artes
1996 - Porto Alegre RS - Grupo de Bagé no Acervo do Margs, no Margs
1996 - Porto Alegre RS - Grupo de Bagé no Clube de Gravura, na Galeria da Caixa Econômica Federal
1996 - Porto Alegre RS - Grupo de Bagé: gravura e atualidade, no Centro Municipal de Cultura
1996 - Porto Alegre RS - Grupo de Bagé: pintura e atualidade, na Galeria de Arte Mosaico
1996 - São Paulo SP - Ex Libris/Home Page, no Paço das Artes
1997 - Brasília DF - Grupo de Bagé no Clube de Gravura: década de 50, na Galeria da Caixa Econômica Federal
1997 - Curitiba PR - Grupo de Bagé no Clube de Gravura: década de 50, na Galeria da Caixa Econômica Federal
1997 - Rio de Janeiro RJ - Grupo de Bagé no Clube de Gravura: década de 50, na Galeria da Caixa Econômica Federal
1997 - Rio de Janeiro RJ - Poemas Visitados, no Espaço Cultural dos Correios
1997 - São Paulo SP - Grupo de Bagé no Clube de Gravura: década de 50, na Galeria da Caixa Econômica Federal
1998 - Rio de Janeiro RJ - A Imagem do Som de Caetano Veloso, no Paço Imperial
1998 - São Paulo SP - Fronteiras, no Itaú Cultural
1998 - São Paulo SP - Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa-Paulista
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Masp
1999 - Porto Alegre RS - Garagem de Arte: mostra inaugural, na Garagem de Arte
1999 - Rio de Janeiro RJ - Cotidiano/Arte. O Objeto Anos 60/90, no MAM/RJ
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura. Gravura Moderna Brasileira: acervo Museu Nacional de Belas Artes, no MNBA
1999 - São Paulo SP - Cotidiano/Arte. O Consumo, no Itaú Cultural
1999 - São Paulo SP - Cotidiano/Arte. Objeto Anos 60/90, no Itaú Cultural
2000 - Brasília DF - Exposição Brasil Europa: encontros no século XX, no Conjunto Cultural da Caixa
2000 - Rio de Janeiro RJ - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Carta de Pero Vaz de Caminha, no Museu Histórico Nacional
2000 - São Paulo SP - Almeida Júnior: um artista revisitado, na Pinacoteca do Estado
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Negro de Corpo e Alma, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - Investigações: A Gravura Brasileira, no Itaú Cultural
2001 - Brasília DF - Investigações. A Gravura Brasileira, na Galeria Itaú Cultural
2001 - Penápolis SP - Investigações. A Gravura Brasileira, na Galeria Itaú Cultural
2001 - Rio de Janeiro RJ - Trilhando a Gravura, no Museu da Chácara do Céu
2002 - Niterói RJ - Acervo em Papel, no MAC/Niterói
2002 - Porto Alegre RS - Desenhos, Gravuras, Esculturas e Aquarelas, na Garagem de Arte
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 - Rio de Janeiro RJ - Identidades: o retrato brasileiro na Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
2003 - Rio de Janeiro RJ - Tesouros da Caixa: arte moderna brasileira no acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa
2003 - São Paulo SP - Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural
2004 - Rio de Janeiro RJ - Novas Aquisições 2003: Coleção Gilberto Chateubriand, no MAM/RJ

Fonte: Itaú Cultural

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