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Eduardo Cabral

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BIOGRAFIA

Eduardo Cabral (1955)

1955 - Goiânia GO

Formação

1992 - Estados Unidos - Recebe bolsa de estudos no programa internacional Fellowships in the Visual Arts

Cronologia

Pintor, artista visual

1996 - Brasília DF -  Coordena a exposição 4 Mestres Escultores Brasileiros Contemporâneos: Arte e Espaço Urbano, 15 propostas, na Fundação Athos Bulcão 

Críticas

"Ligado em Matisse, modulando pela cor, em rimas plásticas de monumental simplicidade, articulando apenas dois ou três planos de cada vez, dividindo a superfície em três, quando muito quatro áreas delimitadas em esquemas regulares ele é, por vários títulos, um racionalista interessado em clarificar, desembaraçar o campo visual, de tal sorte que usa procedimentos arcaicos tectônicos, ao repartir emblematicamente as figuras, que resgata para o nosso tempo numa linguagem de muita atualidade. Eduardo emprega a pintura para atingir a capacidade imaginativa do expectador. Mas começa por acossar-nos oticamente. Constrói campos visuais povoados de pinceladas breves, que se cruzam com grande vibração, encarregando-se da unidade textural e, nos trabalhos mais recentes, inventa uma luminosidade escandalosa. Trabalhos alegres e irônicos onde também se cruzam, ´numa boa´, o telúrico e o moderninho (...)".
João Evangelista de Andrade Filho
ANDRADE FILHO, João Evangelista de. In: CENTROIANOS. Apresentação de João Evangelista de Andrade Filho. Goiânia: Multiarte Galeria, 1987.

"Eduardo trabalha com uma certa fabulação de bichos e da vegetação onde o regional aparece de maneira universal. O seu trabalho se impõe pela força. É uma arte vigorosa".
Olívio Tavares de Araújo
ARAÚJO, Olívio Tavares de. In: ARTE atual de Brasília. Texto de Ijalmar Nogueira. São Paulo: MAB, 1988.

"(...) O universo pictural, exposto nas telas, compõe-se do equipamento natural que cerca o artista. A mata, a paisagem, árvores e troncos que ora se parecem cobras, ora mastros festivos compondo a natureza, sensibilizam os nossos sentidos, lembrando-nos do esplendoroso cheiro de mato, cheiro de terra de que há muito nos distanciamos. Na visão aérea, de outro quadro, entre a pintura do mato e da água sobressaem pequenas figuras, semelhantes às dos peixes voltando à tona, para se mostrarem vivos. Evocam o ruído alegre da água borbulhando, aguçam a memória de nossos ouvidos. Cabral usa uma iconografia poética na sua pintura. A arte registra, desespera, critica, porém promove também alegria e paz. Faz com que os homens, de repente, tenham uma pausa para sentir os seus próprios sentimentos. A matéria da pintura de Eduardo Cabral é construída com pequenas e ligeiras pinceladas de tintas, sobrepostas em camadas, equânimes, formando uma espécie de rede cromática, provocativa de belos efeitos visuais. Azul, negro, terra e cinza para o branco, relevantes, montam a argamassa pictórica das obras. Cabral tem boa mão. Constrói o espaço das composições com primorosa distribuição de formas e de cores, que estabelecem, entre si, uma relação de equilíbrio, importante para a sua pintura. O futuro está aqui, com poesia e trabalho".
Radha Abramo
ABRAMO, RADHA. In: EDUARDO Cabral: pinturas. Apresentação de Radha Abramo. Brasília: Espaço Capital Arte Contemporânea, 1989.

Exposições Individuais

1986 - Brasília DF - Individual, na Sala de Exposições da UnB
1989 - Brasília DF - Individual, no Espaço Capital
1992 - Brasília DF - Individual, na Sala Le Corbusier da Embaixada da França

Exposições Coletivas

1986 - Brasília DF - 9º Salão Nacional de Artes Plásticas - Centro-Oeste, no Museu de Arte de Brasília
1987 - Anápolis GO - Coletiva, na Galeria Antonio Sibasolli
1987 - Brasília DF - Coletiva, na Funarte. Galeria Oswaldo Goeldi
1987 - Brasília DF - Coletiva, no Teatro Nacional
1987 - Brasília DF - Salão de Artes de Brasília, na Fundação Cultural do Distrito Federal - prêmio de viagem ao exterior
1987 - Florianópolis SC - 7 x BSB, no Masc
1987 - Goiânia GO - Centroianos, na Galeria Multiarte
1987 - Goiânia GO - Coletiva, no Museu de Arte de Goiânia
1987 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva, na Galeria de Arte do Ibeu
1987 - Uberlândia MG - Coletiva, na Galeria de Arte da Universidade Federal
1988 - Roma (Itália) - Coletiva, na Galeria da Casa do Brasil
1988 - São Paulo SP - Arte Atual de Brasília, no MAB/Faap
1989 - Brasília DF - Os 11 de Brasília, na Itaugaleria
1989 - Lisboa (Portugal) - Coletiva, na Galeria da Embaixada do Brasil
1989 - Madri (Espanha) - Coletiva, na Galeria da Casa do Brasil
1989 - Roma (Itália) - Coletiva, na Galeria da Casa do Brasil
1990 - São Paulo SP - 8 Artistas de Brasília, no MAM/SP
1991 - Brasília DF - BR/80 Pintura Brasil Década 80, na Itaugaleria
1991 - Goiânia GO - BR/80 Pintura Brasil Década 80, na Itaugaleria
1993 - Washington (Estados Unidos) - Brasil: imagens dos anos 80 e 90, no Art Museum of the Americas
1994 - Rio de Janeiro RJ - Brasil: imagens dos anos 80 e 90, no MAM/RJ
1994 - São Paulo SP - Brasil: imagens dos anos 80 e 90, na Casa das Rosas
1995 - Lausanne (Suíça) - Rio: mistérios e fronteiras, no Musée de Pully
1996 - Rio de Janeiro RJ - Rio: mistérios e fronteiras, no MAM/RJ
2000 - Brasília DF - Athos Criativos, no Conjunto Nacional
2000 - São Bento do Sapucaí SP - Athos Criativos, no O Casarão

Fonte: Itaú Cultural

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