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Carlos Frederico Fonseca Ferreira

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BIOGRAFIA

Carlos Frederico Fonseca Ferreira (Recife PE 1956)

Desenhista, gravador, pintor.

Inicia seus estudos de desenho em Olinda, com sua tia, a desenhista e pintora Noêmia Victor. Muda-se em 1971 para João Pessoa, onde reside durante 6 anos e monta com seu irmão Aprígio Fonseca o ATHELIER 58. Viaja a São Paulo em 1978 com Aprígio e monta ateliê na cidade. Volta a Olinda no mesmo ano e começa a pesquisar desenhos feitos nas calçadas. A pesquisa estende-se aos pátios das igrejas, onde encontra desenhos talhados sobre a cerâmica: imagens sacras, desenhos em quadrinhos e paisagens. Segundo o artista os desenhos são feitos por crianças que são guias de turistas, e há inscrições que datam de 50 anos. Através de um processo que utiliza tinta látex preta, papel canson e um saco de areia de 2,5kg, imprime esses desenhos e cria as "monotipias". Edita com Aprígio, em 1987, o livro Das Calçadas de Olinda. Nos anos 1980  frequenta a Oficina Guaianases de Gravura e trabalha na propaganda política de Roberto Freire (1927 - 2008), Gregório Bezerra e Henfil (1944 - 1988), iniciando a pintura mural das Brigadas Portinari, Gregório Bezerra e Brigada Henfil, com Aprígio, Luciano Pinheiro, Eudes Mota, Cavani Rosas e Plínio Palhano. A exposição Viva Canudos que faz com Aprígio, montada em Olinda e São Paulo, é proibida de ser mostrada no MAM/RJ, devido a uma possível conotação política. Viaja a Portugal em 1991 para pesquisar na cidade de Conimbriga mosaicos de imagens que remontam à epoca em que os romanos passaram por aquele local. Elabora com seu irmão o projeto Pátio, para ser exposto na 21ª Bienal Internacional de São Paulo, onde faz colagens sobre papel de seda e madeira, utilizando pó de mármore, cimento, areia, porcelana e outros materiais recicláveis, na intenção de se construir um pátio. O projeto não é aceito na Bienal. Em 1994, é realizada em São Paulo e Recife uma exposição com as mesmas obras do projeto, porém diferentemente do projeto original não ocorre a formação do pátio. Ariano Suassuna, então secretário de Cultura do Estado de Pernambuco dá-lhe o prêmio Leandro Gomes de Barros (1865 - 1918), em 1996, por sua contribuição para as artes plásticas no Estado. Faz com seu irmão Frederico a exposição olanda, olenda olinda, inspirada na influência holandesa na cidade de Olinda e Recife. Pretende levar a exposição a Amsterdam. Em 2001, faz gravuras para o livro de poemas Oitão do Mar, com  textos dos irmãos Aprígio e Fernando Fonseca.

Exposições Individuais

1986 - São Paulo SP - Individual, no Espaço Cultural Sanbra
1991 - Olinda PE - A imaginação de terra
1992 - Recife PE - Individual, no Espaço Cultural Pallon

Exposições Coletivas

1972 - João Pessoa PB - Frederico e Aprigio, na Galeria José Américo - Teatro Santa Rosa
1975 - Recife PE - 2º Salão de Arte Global de Pernambuco, na Casa de Cultura - prêmio aquisição
1975 - São Paulo SP - Coletiva de Artistas Premiados no 2º Salão de Arte Global de Pernambuco, na Galeria de Arte Global
1975 - Brasília DF - Coletiva de Artistas Premiados no 2º Salão de Arte Global de Pernambuco, na Fundação de Cultura
1975 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva de Artistas Premiados no 2º Salão de Arte Global de Pernambuco, no Palácio da Cultura
1977 - Recife PE - Frederico, Aprigio e Gil Vicente, na Galeria Corredor
1978 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Nacional de Artes Plásticas, na Funarte
1978 - Recife PE - 7 Artistas, na Galeria Artespaço
1979 - Rio de Janeiro RJ - Três Jovens Artistas Pernambucanos : Frederico, Aprigio e Plinio Palhano, no Museu Nacional de Belas Artes
1980 - Porto (Portugal) - Artistas Plásticos Pernambucanos em Portugal, na Escola Superior de Belas Artes do Porto
1980 - São Paulo SP - Que Viva Canudos (Frederico e Aprigio), no Masp
1981 - Olinda  PE - Que Viva Canudos (Frederico e Aprígio), no Museu de Arte Sacra de Pernambuco
1981 - Recife PE - Panorâmica de Arte Atual em Pernambuco, na Galeria da Prefeitura
1981- Recife PE - 34º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco - prêmio aquisição
1982 - Recife PE - 1º Salão de Arte Cidade do Recife, na Galeria Lula Cardoso Ayres - prêmio Cidade do Recife
1982 - Recife PE - 35º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco  - premiado
1983 - São Paulo SP - ? Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP - convidado
1983 - Madri (Espanha) - Das Calçadas de Olinda (Frederico e Aprigio), na Galeria de Arte Casa do Brasil
1983 - Alicante (Espanha) - Das Calçadas de Olinda (Frederico e Aprigio), na Cátedra de Arte Cinética
1983 - Vigo (Espanha) - Das Calçadas de Olinda (Frederico e Aprigio), no Centro Cultural Cidade de Vigo
1983 - Curitiba PR - 5a  Mostra do Desenho Brasileiro - prêmio aquisição
1985 - Recife PE - 38º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco - prêmio aquisição
1986 - São Paulo SP - 4º Salão Paulista de Arte Contemporânea
1988 - São Paulo SP - 6º Salão Paulista de Arte Contemporânea, na Fundação Bienal - sala especial : Projeto Das Calçadas de Olinda
1989 - Porto Alegre RS - Instalação Oca-Maloca e seus Quarenta Segredos, na Bolsa de Arte de Porto Alegre - participação especial
1990 - São Paulo SP - Instalação Oca-Maloca e seus Quarenta Segredos, no MAM/SP - participação especial
1990 - Recife PE - Frederico e Aprígio, no Centro Cultural Adalgisa Falcão
1991 - Recife PE - Pátio (Frederico e Aprigio), na Galeria Vicente do Rego Monteiro
1994 - São Paulo SP - Pátio (Frederico e Aprigio), na Mônica Filgueiras Galeria de Arte
1996 -  Recife PE - Bronzes das Calçadas de Olinda (Frederico e Aprigio), no Instituto de Arte Contemporânea(IAC) - Universidade Federal de Pernambuco
1997 - Paris (França) - Vírgula 7, no Espaço Cultural Jorge Amado
1997 - Madri (Espanha) - Vírgula 7, na Galeria de Arte da Casa do Brasil
1997 - São Paulo SP - Vírgula 7, na Pinacoteca do Estado
1997 - Santiago (Chile) - Vírgula 7, no Museu de Arte Contemporáneo de la Universidad de Chile
1998 - Recife PE - Tejupares, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães
1999 - Olinda PE - olanda, olenda, olinda, no Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco
1999 - Olinda PE - olanda, olenda, olinda, na Galeria Amparo 60
2000 - São Paulo SP - olanda, olenda, olinda, na Ana Cláudia Rosso Escritório de Arte

Fonte: Itaú Cultural

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