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Anna Maria Maiolino

Anna Maria Maiolino

OBRAS DO ARTISTA

Anna Maria Maiolino - Sem Título - Série Leonardo Engenho


Sem Título - Série Leonardo Engenho

Técnica: fotografia
Data: 2006
Medida: 54 x 41 cm
Comentários: ass. inf. esq.


Preço: Sob Consulta

BIOGRAFIA

Anna Maria Maiolino (Scalea, Itália 1942)

Gravadora pintora, escultora, artista multimídia e desenhista.

Muda-se em 1954, devido à escassez provocada pelo pós-guerra, para Caracas, Venezuela, onde estuda na Escuela de Artes Plásticas Cristóbal Rojas entre 1958 e 1960, ano em que transfere-se para o Brasil. Em 1961, inicia curso de gravura em madeira na Escola Nacional de Belas Artes - Enba, no Rio de Janeiro, e integra-se à Nova Figuração, movimento de reação à abstração e tomada de posição frente ao momento político brasileiro. Freqüenta o ateliê de Ivan Serpa (1923 - 1973), no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, e estuda gravura com Adir Botelho (1932), em 1963. No ano seguinte, realiza sua primeira exposição individual na Galeria G, em Caracas. Em 1967 participa da Nova Objetividade Brasileira, exposição que entre outros preceitos, propunha a superação do quadro de cavalete em favor do objeto, sendo organizada por críticos e artistas, entre eles Hélio Oiticica (1937 - 1980). Entre 1968 e 1971, estuda no Pratt Graphic Center, em Nova York. A partir da década de 1970, começa a trabalhar com diversas mídias, como a instalação, a fotografia e filmes. Participa, em Curitiba, do 1º Festival do Filme Super-8, premiada com o filme In-Out, Antropofagia, seu primeiro trabalho em vídeo. Participa também do Festival Internacional do Filme Super-8, no Space Cardin, em Paris; da 5ª Jornada Brasileira de Curta-Metragem, em Salvador; e do 2º Festival Nacional de Curta-Metragem, na Alliance Française du Brésil, no Rio de Janeiro. No final da década de 1970, a artista passa a se dedicar à performances. Em 1978, realiza Mitos Vadios, num terreno baldio da rua Augusta, em São Paulo, e, em 1981, na rua Cardoso Júnior, Entrevidas, quando dúzias de ovos de galinha são espalhados pelo chão, para que o público tivesse que driblar um "campo minado". Na década de 1980, começa a trabalhar com a argila por influência do artista argentino Victor Grippo. Em 1990, recebe o prêmio de melhor mostra do ano, da Associação Brasileira de Críticos de Arte - ABCA, pela exposição individual realizada em 1989, no Centro Cultural Cândido Mendes. Realiza em Nova York, em 2002 exposição retrospectiva acompanhada do livro A Life Line/Vida Afora.

Comentário Crítico

Apesar da origem italiana, a formação artística de Anna Maria Maiolino é latino-americana. Precocemente, inicia seus estudos de arte na Escuela de Artes Plásticas Cristóbal Rojas, em Caracas, Venezuela, em 1958. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1960 e freqüenta os ateliês de pintura e gravura da Escola Nacional de Belas Artes - Enba. Na década de 1960, a artista concentra-se na xilogravura, paralelamente à produção de objetos. As paisagens e cenas de interior, as grandes áreas brancas demarcadas por figuras pretas de recorte suave dão lugar à figuração colorida de cunho narrativo com temas urbanos e/ou relacionados ao cotidiano e à condição da mulher. Maiolino torna-se uma das figuras-chave da exposição Nova Objetividade Brasileira, ocorrida no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ em 1967. Sua aproximação à cultura popular dá-se mediante o interesse pela gravura dos folhetos de cordel, combinando seu estilo gráfico a temas sociais e políticos atuais.

Muda-se para os Estados Unidos em 1968, lá permanece por cerca de três anos. A artista volta-se para a poesia experimental, que rapidamente a leva ao desenho. Inicia uma produção importante de desenhos,1 que continua até os dias de hoje. Sua tônica é a investigação da materialidade do papel e os limites de sua espacialidade. A figura sai de cena e dá lugar a novos elementos, como cortes, dobras, costuras com linha, palavras escritas, incisões gravadas etc. A folha é explorada em sua existência sensível no espaço, sendo por vezes trabalhada frente e verso. São dessa fase séries como Mapas Mentais (1971) e os desenhos-objeto Buracos Negros (ca.1974), nos quais o plano pessoal e o político se amalgamam.

Mas a década de 1970 coloca Anna Maria Maiolino diante do desafio de experimentar outras formas de expressão, e ela realiza filmes e instalações. Sob a ditadura realiza o super-8 In-Out Antropofagia (1974) e as instalações Feijão com Arroz (1979)2 e Entrevidas (1981).

Na década seguinte a artista volta-se também à pintura. E de certa forma anuncia a preocupação com a gestualidade e a relação com a matéria, presente nos objetos escultóricos de parede e relevos (em argila, gesso e cimento) do início dos anos 1990. Pouco a pouco, Maiolino concentra-se no aspecto manual do fazer artístico e passa a usar quase que exclusivamente a argila. Elabora projetos com grande quantidade desse material, em que a repetição do gesto e seu registro na matéria assinalam enorme concentração de energia. Instalações como Muitos (1995) ou São Estes (1998) colocam o corpo no centro do trabalho de arte, ao mesmo tempo em que transformam o gesto desmemoriado do cotidiano em reservatório de experiência.

Notas
1 O desenho representa até hoje um veio central da produção de Anna Maria Maiolino. Em 2002 a artista ganhou uma retrospectiva de seus trabalhos em papel no The Drawing Center, em Nova York. A mostra Anna Maria Maiolino: A Life Line/ Vida Afora, curada pela diretora da instituição Catherine de Zegher, abarcou quase 35 anos de carreira, em reconhecimento à importância de sua contribuição para a expansão e atualização dessa técnica. 
2 A instalação foi recentemente remontada no programa Atelier Finep do Paço Imperial, no Rio de Janeiro.

Críticas

"(...) se a figuração da primeira fase se disciplinou, progressivamente contida e ultrapassada, e se a influência pop do final da década de 1960 caminhou pouco a pouco para a área conceitual, permaneceu na artista o interesse por localizar-se em um espaço. Entre a investigação autobiográfica e a consciência de estar coletivamente no mundo, ocupando espaço e durando no tempo, ela passou a pronunciar-se cada vez mais por mapas. Nesses mapas, visuais e verbais, estão registrados os seus rumos e os acidentes acumulados no percurso. As pinturas sobre superfícies, planas ou em montagens tridimensionais, dos primeiros tempos, foram substituídas pelos desenhos e gravuras, dedicando-se a artista também à produção mais recente de audiovisuais e filmes na bitola Super-8. Em determinados desses trabalhos, as regiões geográficas aparecem claras e perfazem momentos de autobiografia da artista (...). Noutros, sobretudo das últimas fases, há apenas indicações da paisagem, analogias de céu, mar, terra ou apropriações de matérias do mundo concreto - pedras, por exemplo. Aos poucos, até mesmo o resíduo de evidência da paisagem exterior se perde, em troca de uma geografia íntima, mapas psicológicos. (...)".
Roberto Pontual
PONTUAL, Roberto. Arte brasileira contemporânea: Coleção Gilberto Chateaubriand. Rio de Janeiro: Jornal do Brasil, 1976.

"Os relevos surgem, em parte, dessa reconquista do tátil - tanto no que se refere a quem os faz quanto a quem os vê -, que evolui da relativa frieza do corte, dobra e costura, que ferem a superfície lisa do papel, para o envolvimento sensível das mãos com a argila, relação quase arquetípica do fazer humano. Talvez daí resulte a sensação de atemporalidade, experimentada pela visão dos relevos. A substituição da geometria, preponderante nos desenhos e gravuras dos anos 70, pela atual primazia da intuição tátil, certamente desloca o eixo dos métodos de organização do trabalho, o que é visível em suas configurações bastante diversas. Mas a intuição tátil não implica uma perda de rigor, uma vez que se subordina ao modo pelo qual a imagem vai sendo processada até sua feição definitiva - a moldagem. 
A inteligência plástica indispensável a um processo de criação através da moldagem, que opera imagens invertidas - positivas e negativas -, advém, no caso, da longa experiência da artista em gravura, cuja similaridade de método com a moldagem sobredetermina as diferenças aparentes entre sua obra gráfica e os relevos. Essa disciplina ordenadora do método de feitura reforça-se através da pintura que intervém, seja introduzindo alguns elementos geometrizados ou combinando-se à potencialidade plástica da sombra projetada pela superfície irregular das peças, dentro e fora de seus limites físicos".
Fernando Cocchiarale
MAIOLINO, Anna Maria. Anna Maria Maiolino: relevos. Rio de Janeiro: Centro Cultural Cândido Mendes, 1989

"Foi justamente na passagem da pintura para essa forma híbrida que é o relevo - pintura/escultura - que Maiolino parece ter atingido sua maturidade como artista e sua exata significação para a arte brasileira atual. 
Aí ela expande e carrega de novos significados e possibilidades a recente tradição artística local de operar entre os limites da pintura e da escultura, uma vez que em seus relevos a hibridização não se dá apenas em relação aos aspectos formais que envolvem a pintura e a escultura, mas igualmente a partes significativas das histórias desses dois procedimentos artísticos: elaborados segundo as técnicas tradicionais da modelagem e guardando no seu processamento traços referentes à história ancestral da escultura (e mesmo da gravura), esses trabalhos igualmente contemplam a história da pintura pela ênfase dada ao lado pictórico constitutivo do relevo, não apenas pela manutenção da dependência em relação à parede como igualmente pela utilização de pigmentos e texturas muito típicas do universo pictórico. 
Outro dado significativo nesta nova fase é que, quando aquelas formas se liberam do espaço totalmente plano da tela e do papel, renasceram tensionadas não apenas entre a pintura e a escultura, mas igualmente entre o retângulo e o oval, o racional e o irracional, o objetivo e o subjetivo. São formas que se apresentam ao mundo como um lugar determinado - uma operação típica da arte moderna em geral e das obras neoconcretas em particular - e, ao mesmo tempo, representam, mapeiam de novo um lugar afetivo, impregnado de memória, o óvulo originário. 
Neles são perceptíveis as representações dos tons, das cores, da topografia mediterrânea da infância da artista, em equilíbrio perfeito com a apresentação de cada relevo em si mesmo, como resultado de um conjunto de operações motoras e perceptivas, formas de intenso impacto visual".
Tadeu Chiarelli
MAIOLINO, Anna Maria. Anna Maria Maiolino: um, nenhum, cem mil. São Paulo: Gabinete de Arte Raquel Arnaud, 1993.

"Ao fazer uma opção pelo pensamento da ação, descobri na frase de Pirandello 'Um, Nenhum, Cem Mil' o sentido que a artista buscava imprimir na sua obra. De fato, uma aunidade que se repete, vai como que desfazendo os limites das diferenças singulares e transformando-se, diante de olhos menos avisados, em massa uniforme, que anula os contornos específicos da forma. Um que é cem mil passa a ser nenhum por uma ação generalizadora do pensamento, que se desvincula da experiência radical do real, em que as coisas pulsam em sua unicidade. Quando Maiolino enfatiza o gesto, como unidade primeira da ação do artista, o que está querendo dizer é que no ato de fazer formas simples como as cobrinhas e os bolinhos (técnicas primeiras da moldagem em argila) há uma retenção, uma marca, da individualidade. O que se repete, então, no ato mesmo do fazer, para além da cobrinha e da bolinha em si, é a unicidade de um gesto que retém a singularidade que o produziu. E mais, cada gesto possui o limite da matéria, e é no jogo entre intenção e materialização, entre gesto e matéria, que se delineiam os contornos singulares da forma. Logo, cada cobrinha ou bolinha, de fato, não é igual à outra".
Márcio Doctors
MAIOLINO, Anna Maria. Anna Maria Maiolino: um, nenhum, cem mil. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 1994.

Depoimentos

"(...) o objeto foi nos anos '60 um afã de sair da dimensão do quadro, do papel. . .

. . . mas, não sei porque se faz tanto barulho em cima disso; acho que na verdade houve barulho na medida em que se começou a criar objeto sério. . . depois, foi mais um lance de mercado que uma necessidade do artista. . . com a maneira de multiplicar o objeto para maior número de compradores; (...) na verdade, surgiu um público novo a consumir arte. . . e a coisa tinha que ser relativamente barata, porque não seria possível ao nível de um colecionador, como era o usual, não é? - acho que foi aí a morte do objeto, no momento quando se começou a criar objeto em série, o objeto perdeu toda aquela força inicial com que foi começado o trabalho em 64/65 (...)

(...) acho que o objeto foi espontâneo, (...) mas, realmente, na época havia uma vontade, uma efervescência, que aliás todo o país estava vivendo, (...) os artistas estavam se procurando, não estavam isolados (...)

(...) comecei a trabalhar com colagens, pinturas (...) e, nesta pintura, que inclusive era um casal de namorados, no matrimônio, eu coloquei o véu da noiva, realmente o véu. . . tinha um clima de deboche (...) coloquei o véu grudado com cola, tinha pinturas e colagens (...)".
Anna Maria Maiolino, 1974
MAIOLINO, Anna Maria. Depoimento da artista para o Departamento de Pesquisa e Documentação de Arte Brasileira da Faap. Rio de Janeiro, 08. 09. 1977. In: ALVARADO, Daisy Valle Machado Peccinini de (coord. ). Objeto na arte:  Brasil anos 60.  São Paulo: FAAP, 1978. p. 176

Exposições Individuais

1964 - Caracas (Venezuela) - Primeira individual, na Galeria G
1967 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Goeldi
1973 - Rio de Janeiro RJ - Lugares e Memória, na Galeria Grupo B
1974 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Arte Global
1976 - Rio de Janeiro RJ - Aos Poucos, na Petite Galerie
1979 - Rio de Janeiro RJ - Feijão com Arroz, na Galeria Aliança Francesa
1980 - João Pessoa PB - Feijão com Arroz, no Núcleo de Arte Contemporânea da UFPB
1980 - Rio de Janeiro RJ - Feijão com Arroz, no Centro Cultural Candido Mendes 
1981 - São Paulo SP - Anna Maria Maiolino: desenhos, no Escritório Brasileiro de Artes
1982 - Roma (Itália) - Individual, na Galeria d'Arte della Casa do Brasil
1983 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Matias Marcier
1984 - São Paulo SP - Anna Maria Maiolino: desenhos, na Arco Arte Contemporânea Galeria Bruno Musatti
1987 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Paulo Klabin
1989 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Centro Cultural Candido Memdes - prêmio Mário Pedrosa, melhor mostra pela ABCA em 1990
1991 - Belém PA - Individual, na Fundação Romulo Maiorana
1991 - Brasília DF - Individual, na Performance Galeria de Arte
1991 - Niterói RJ - Individual, no Museu do Ingá
1991 - Rio de Janeiro RJ - Entrevidas, no Instituto Brasil-Estados Unidos
1991 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Anna Maria Niemeyer
1991 - São Paulo SP - De Vita Migrare, Anno MCMXCI - instalação, na Fundação Bienal
1991 - Uberlândia MG - Individual, na Galeria de Arte e Acervo da UFU
1993 - São Paulo SP - Um, Nenhum, Cem Mil, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud - Prêmio APCA de Pesquisa de Linguagem/os melhores de 1993
1994 - Rio de Janeiro RJ - Um, Nenhum, Cem Mil, no CCBB
1995 - Paris (França) - Individual, na Galerie Debret
1995 - Piracicaba SP - Individual, na Casa das Artes Plásticas "Miguel Dutra"
1997 - Rio de Janeiro RJ - Anna Maria Maiolino, no Joel Edelstein Arte Contemporânea
1997 - Rio de Janeiro RJ - Instalação e Desenhos, nas Galerias Sérgio Milliet e Lygia Clark, da Funarte
1998 - São Paulo SP - São Estes - instalação, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1999 - Belo Horizonte MG - Codificações Matéricas, na Celma Albuquerque Galeria de Arte
1999 - São Paulo SP - + & -, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
2000 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Art in General Gallery
2002 - Nova York (Estados Unidos) - A Life Line/Vida Afora, no Drawing Center
2002 - Nova York (Estados Unidos) - N Times One, na Art in General
2003 - Rio de Janeiro RJ - Arroz & Feijão, no Paço Imperial
2003 - São Paulo SP - Vestígios, Indícios e Outros, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
2004 - Rio de Janeiro RJ - Segmentos, na Mercedes Viegas Escritório de Arte
2004 - São Paulo SP - Conversa Contemporânea, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud

Exposições Coletivas

1958 - Caracas (Venezuela) - 2º Salón de Jóvenes Pintores
1959 - Caracas (Venezuela) - 3º Salón de Jóvenes Pintores
1960 - Caracas (Venezuela) - 4º Salón de Jóvenes Pintores
1961 - Caracas (Venezuela) - 21º Salón Oficial de Arte Venezuelano
1963 - Curitiba PR - 20º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná - prêmio aquisição
1965 - Rio de Janeiro RJ - 14º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1966 - Brasília DF - 3º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal - referência especial do júri - gravura
1966 - Rio de Janeiro RJ - Opinião 66, no MAM/RJ
1966 - Salvador BA - 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas
1966 - São Paulo SP - 2ª Exposição da Jovem Gravura Nacional, no MAC/USP
1967 - Belgrado (Iugoslávia) - Gravura Brasileira Contemporânea, na Galeria Doma Omladine
1967 - Brasília DF - 4º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, no Teatro Nacional Cláudio Santoro
1967 - Campinas SP - 3º Salão de Arte Contemporânea, no Museu de Arte Contemporânea José Pancetti - prêmio cidade
1967 - Rio de Janeiro RJ - Nova Objetividade Brasileira, no MAM/RJ
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1968 - Brasília DF - 4ª Salão de Artes Plásticas, no Salão de Arte Moderna do Distrito Federal
1968 - Rio de Janeiro RJ - 17º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1968 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Salão Esso de Artistas Jovens, no MAM/RJ
1968 - Rio de Janeiro RJ - Bandeiras na Praça, na Praça General Osório
1968 - São Paulo SP - 2ª Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP - prêmio aquisição
1969 - Porto Alegre RS - 2ª Jovem Arte Contemporânea, no Margs - prêmio aquisição
1972 - Rio de Janeiro RJ - 21º Salão Nacional de Arte Moderna, no Ministério da Educação e Cultura
1972 - San Juan (Puerto Rico) - 2ª Bienal de San Juan del Grabado Latinoamericano y del Caribe, no Instituto de Cultura Puertorriqueña
1973 - Belo Horizonte MG - 5º Salão Nacional de Arte Contemporânea, no Museu de Arte da Pampulha - prêmio aquisição
1973 - Grenchen (Suíça) - Trienal de Grenchen
1973 - Niterói RJ - 2ª Mostra de Artes Visuais do Estado do Rio de Janeiro - prêmio Guignard/aquisição
1973 - Nova York (Estados Unidos) - Art at Carnival, no MoMA
1973 - Paris (França) - Bienal dos Jovens, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris
1973 - Rio de Janeiro RJ - 22º Salão Nacional de Arte Moderna, no Ministério da Educação e Cultura
1973 - Rio de Janeiro RJ - Indagação sobre a Natureza: significado e função da obra de arte, na Galeria Ibeu Copacabana
1973 - São Paulo SP - 12ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1973 - São Paulo SP - Expo-Projeção 73, no Espaço Grife
1973 - Buenos Aires (Argentina) - Expo-Projeção 73, no Centro de Arte y Comunicación - CAYC
1974 - Campinas SP - 9º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no Museu de Arte Contemporânea José Pancetti - artista convidado
1974 - São Paulo SP - 6º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1975 - Rio de Janeiro RJ - A Comunicação segundo os Artistas Plásticos, na Rede Globo
1975 - Rio de Janeiro RJ - Mostra de Arte Experimental de Filmes Super-8, Audiovisual e Videotape, na Galeria Maison de France
1976 - Salvador BA - Arte Brasileira dos Anos 60/70 na Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/BA
1977 - Brasília DF - Arte Brasileira dos Anos 60/70 na Coleção Gilberto Chateaubriand, na Fundação Cultural do Distrito Federal
1977 - Madri (Espanha) - Arte Atual Ibero-Americana, na Instituto de Cultura Hispânica
1977 - Recife PE - Arte Brasileira, Anos 60/70 na Coleção Gilberto Chateaubriand, no Casarão João Alfredo
1978 - São Paulo SP - Objeto na Arte: Brasil, Anos 60, no MAB/Faap
1978 - São Paulo SP - Mitos Vadios, no Estacionamento da Rua Augusta
1979 - Nova York (Estados Unidos) - Contemporary Brazilian Works on Paper: 49 artists, na Nobé Gallery
1979 - Rio de Janeiro RJ - 2º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1980 - Brasília DF - Artistas Premiados do 3º Salão Nacional de Artes Plásticas, na Galeria Oswaldo Goeldi/Funarte - prêmio de aquisição/desenho
1980 - Belo Horizonte MG - Artistas Premiados do 3º Salão Nacional de Artes Plásticas, no Palácio das Artes - prêmio de aquisição/desenho
1980 - Curitiba PR - Artistas Premiados do 3º Salão Nacional de Artes Plásticas - prêmio de aquisição/desenho
1980 - Porto Alegre RS - Artistas Premiados do 3º Salão Nacional de Artes Plásticas, no Margs - prêmio de aquisição/desenho
1980 - Recife PE - Artistas Premiados do 3º Salão Nacional de Artes Plásticas, na Galeria Massangana - prêmio de aquisição/desenho
1980 - Rio de Janeiro RJ - 3º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MNBA
1980 - Salvador BA - Artistas Premiados do 3º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/BA - prêmio de aquisição/desenho
1980 - São Paulo SP - Artistas Premiados do 3º Salão Nacional de Artes Plásticas, no Masp - prêmio de aquisição/desenho
1981 - Rio de Janeiro RJ - 4º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1981 - São Paulo SP - 2º Salão Paulista de Artes Plásticas e Visuais, no Paço das Artes
1981 - São Paulo SP - HMST: 4 instalações e 4 artistas, no Paço das Artes
1981 - Wroclaw (Polônia) - 2ª Trienal Internacional de Desenho
1983 - Valparaíso (Chile) - 6ª Bienal de Valparaíso
1984 - Curitiba PR - 6ª A Xilogravura na História da Arte Brasileira, na Casa Romário Martins
1984 - Curitiba PR - 6ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba, na Fundação Cultural de Curitiba
1984 - Havana (Cuba) - 1ª Bienal de Havana, no Museo Nacional de Bellas Artes
1984 - Rio de Janeiro RJ - A Xilogravura na História da Arte Brasileira, na Funarte. Galeria Sérgio Milliet
1985 - São Paulo SP - Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP
1986 - Rio de Janeiro RJ - Sete Décadas da Presença Italiana na Arte Brasileira, no Paço Imperial
1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1987 - Rio de Janeiro RJ - Nova Figuração Rio/Buenos Aires, na Galeria do Instituto Cultural Brasil-Argentina
1987 - Wroclaw (Polônia) - 4ª Trienal Internacional de Desenho
1988 - Nova York (Estados Unidos) - Brazil: a group exhibition of contemporary painting and sculpture, no Sergio Tissenbaum and ISD Inc.
1988 - São Paulo SP - 63/66 Figura e Objeto, na Geleria Millan
1989 - Rio de Janeiro RJ - Rio Hoje, no MAM/RJ
1990 - São Paulo SP - Gente de Fibra, no Sesc Pompéia
1991 - Rio de Janeiro RJ - Pintura Anos 60-70: Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1991 - São Paulo SP - 21ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1991 - São Paulo SP - O Clássico no Contemporâneo, no Paço das Artes
1991 - São Paulo SP - O Que Faz Você Agora Geração 60?: jovem arte contemporânea dos anos 60 revisitada, no MAC/USP
1992 - Antuérpia (Bélgica) - America - Bridge of the sun: 500 years latin america and the low countries, no The Royal Museum of Fine Arts
1992 - Curitiba PR - 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba/Mostra América, no Museu da Gravura
1992 - Rio de Janeiro RJ - Gravura de Arte no Brasil: proposta para um mapeamento, no CCBB
1992 - Santo André SP - Litogravura: métodos e conceitos, no Paço Municipal
1992 - São Paulo SP - Anos 60/70: Coleção Gilberto Chateubriand/Museu de Arte Moderna-RJ, na Galeria de Arte do Sesi
1993 - Belém PA - 12º Salão Arte Pará, na Fundação Romulo Maiorana
1993 - Florença (Itália) - Brasil: Segni d'Art, na Biblioteca Nationale Centrale di Firenze
1993 - João Pessoa PB - Xilogravura: do cordel à galeria, na Fundação Espaço Cultural da Paraíba
1993 - Milão (Itália) - Brasil: Segni d'Arte, na Biblioteca Nazionale Braidense
1993 - Roma (Itália) - Brasil: Segni d'Arte, no Centro de Estudos Brasileiros
1993 - São Paulo SP - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Galeria de Arte do Sesi
1993 - Veneza (Itália) - Brasil: Segni d'Arte, na Fondazione Scientífica Querini Stampalia
1994 - Atlanta (Estados Unidos) - Multiple Word: an international survey of artists books, no The Atlanta College of Art Gallery
1994 - Frankfurt (Alemanha) - A Espessura do Signo: desenho brasileiro contemporâneo, no Karmeliter Kloster
1994 - Rio de Janeiro RJ - Livro-Objeto: a fronteira dos vazios, no CCBB
1994 - Rio de Janeiro RJ - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateubriand, no MAM/RJ
1994 - Rio de Janeiro RJ - Preto no Branco e/ou. . . : desenhos, na EAV/Parque Lage
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Poética da Resistência: aspectos da gravura brasileira, na Galeria de Arte do Sesi
1994 - São Paulo SP - Xilogravura: do cordel à galeria, na Companhia do Metropolitano de São Paulo
1994 - São Paulo SP - Xilogravura: do cordel à galeria, no Masp
1994 - São Paulo SP- Poética da Resistência: aspectos da gravura brasileira, na Galeria de Arte do Sesi
1995 - Caracas (Venezuela) - 2ª Bienal Barro de América, no Museo de Arte Contemporáneo de Caracas Sofía Imber
1995 - Rio de Janeiro RJ - Homenagem à Mulher nas Artes: três gerações de artistas mulheres, no Museu da República
1995 - Santos SP - 5ª Bienal Nacional de Santos, no Centro Cultural Patrícia Galvão (Santos, SP)
1995 - São Paulo SP - Livro-Objeto: a fronteira dos vazios, no MAM/SP
1995 - Maracaibo (Venezuela) - 2ª Bienal Barro de América, no Museu de Arte de Maracaibo Li Bermúdez
1996 - Belo Horizonte MG - Impressões Itinerantes, no Palácio das Artes
1996 - Boston (Estados Unidos) - Inside the Visible, no Institute of Contemporary Art
1996 - Boston (Estados Unidos) - Inside the Visible, no National Museum of Women in the Arts
1996 - Kortrijk (Bélgica) - Inside the Visible, na Kanaal Art Foundation
1996 - Londres (Inglaterra) - Inside the Visible, na Whitechapel Art Gallery
1996 - Perth (Austrália) - Inside the Visible, na Art Gallery of Western Austrália
1996 - São Paulo SP - 15 Artistas Brasileiros, no MAM/SP
1996 - São Paulo SP - Mulheres Artistas no Acervo do MAC/USP, no MAC/USP
1996 - Washington D.C. (Estados Unidos) - Inside the Visible, no The National Museum of Women in the Art
1996 - Kortrijk (Bélgica) - Inside the Visible, na Kanaal Foundation
1997 - Curitiba PR - A Arte Contemporânea da Gravura, no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba
1997 - Nova York (Estados Unidos) - Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, no El Museo del Barrio
1997 - Rio de Janeiro RJ - 15 Artistas Brasileiros, no MAM/RJ
1997 - San Diego (Estados Unidos) - In Site 97 
1997 - Tijuana (México) - In Site 97
1997 - Little Rock (Estados Unidos) - Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, no Arkansas Art Center
1998 - Austin (Estados Unidos) - Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, na Archer M. Huntington Art Gallery
1998 - Caracas (Venezuela) - Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, no Museo de Bellas Artes
1998 - Monterrey (Mexico) - Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, no Museo de Arte Contemporáneo
1998 - Rio de Janeiro RJ - Anos 60/70: Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1998 - São Paulo SP - 24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1998 - São Paulo SP - Formas Transitivas: arte brasileira, construção e invenção 1970/1998, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand- MAM/RJ, no Masp
1999 - Miami (Estados Unidos) - Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, no Miami Art Museum
1999 - Nova York (Estados Unidos) - The Third Eye, no Art in General Gallery
1999 - Rio de Janeiro RJ - Impressões Contemporâneas, no Paço Imperial
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura. Gravura Moderna Brasileira: acervo Museu Nacional de Belas Artes, no MNBA
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura. Impressões Contemporâneas, no Paço Imperial
1999 - São Paulo SP - Litografia: fidelidade e memória, no Espaço de Artes Unicid
1999 - Vila Nova de Serveira (Portugual) - 10ª Bienal de Serveira
2000 - Praga (República Tcheca) - Beyond Preconceptions: the sixties experiment, na National Gallery
2000 - Rio de Janeiro RJ - Situações: arte brasileira anos 70, na Fundação Casa França-Brasil
2000 - São Paulo SP - Coleção Pirelli no Acervo do MAM: a arte brasileira nos anos 60, no MAM/SP
2000 - São Paulo SP - Exposição, na Brito Cimino Arte Contemporânea e Moderna
2000 - Varsóvia (Polônia) - Beyond Preconceptions: the sixties experiment
2001 - Buenos Aires (Argentina) - Beyond Preconceptions: the sixties experiment, no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires
2001 - Porto Alegre RS - Coleção Liba e Rubem Knijnik: arte brasileira contemporânea, no Margs
2001 - Rio de Janeiro - Beyond Preconceptions: the sixties experiment, no Paço Imperial
2001 - Rio de Janeiro RJ - Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light
2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural
2001 - São Paulo SP- Beyond Preconceptions: the sixties experiment, no MAB/Faap
2001 - Washington D. C. (Estados Unidos) - Virgin Territory: women, gender, and history in contemporary brazilian art, no The National Museum of Women in the Arts
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 - Rio de Janeiro RJ - Entre a Palavra e a Imagem: módulo 1, no Sala MAM-Cittá América
2002 - Rio de Janeiro RJ - Genealogia do Espaço, na Galeria do Parque das Ruínas
2002 - Rio de Janeiro RJ - Seleção do Acervo de Arte da UCAM, no Centro Cultural Candido Mendes
2002 - São Paulo SP - 12 Esculturas, no Galpão de Design
2002 - São Paulo SP - A Forma e a Imagem Técnica na Arte do Rio de Janeiro: 1950-1975, no Paço das Artes
2002 - São Paulo SP - Beyond Preconceptions: the sixties experiment, no MAM/SP
2002 - São Paulo SP - Paralela, em Galpão localizado na Avenida Matarazzo, 530, São Paulo - Exposição idealizada e organizada em conjunto pelas galerias Fortes Vilaça, Luisa Strina, Casa Triângulo e Brito Cimino.
2003 - Iowa City (Estados Unidos) - Layers of Brazilian Art, no Faulconer Gallery
2003 - Madri (Espanha) - Arco/2003, no Parque Ferial Juan Carlos I
2003 - Rio de Janeiro RJ - Vinte e Cinco Anos: Galeria de Arte Cândido Mendes, no Galeria Candido Mendes
2003 - São Paulo SP - A Subversão dos Meios, no Itaú Cultural
2003 - São Paulo SP - Arco 2003, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
2003 - São Paulo SP - Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural
2004 - Rio de Janeiro RJ - 30 Artistas, no Mercedes Viegas Escritório de Arte
2004 - São Paulo SP - Novas Aquisições: 1995 - 2003, no MAB/Faap
2004 - São Paulo SP - Arte Contemporânea: uma história em aberto, na Gabinete de Arte Raquel Arnaud
2005 - Rio de Janeiro RJ - 10 Indicam 10, no CCCM
2005 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva 2005, na Mercedes Viegas Escritório de Arte

Fonte: Itaú Cultural

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