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Anna Letycia

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BIOGRAFIA

Anna Letycia (Teresópolis RJ 1929)

Gravadora.

Anna Letycia Quadros inicia estudos de desenho e pintura com Bustamante Sá, na Associação Brasileira de Desenho, no Rio de Janeiro. Na década de 1950, no Rio, frequenta o curso de André Lhote, estuda gravura com Darel, na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), e com Iberê Camargo, no Instituto Municipal de Belas Artes. Realiza curso de xilogravura com Oswaldo Goeldi, na Escolinha de Arte do Brasil, e de pintura com Ivan Serpa, com quem participa da criação do Grupo Frente. Em 1959, frequenta o ateliê do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), coordenado por Edith Behring. É convidada a lecionar gravura no ateliê desse museu, atividade que exerce entre 1960 e 1966. Dá aulas de gravura em Santiago, onde recebe o título de professor honoris causa da Pontifícia Universidade Católica do Chile, em 1961. Em 1977, instala em Niterói a Oficina de Gravura no Museu do Ingá, que coordena até 1998. Desenvolve ainda atividades de cenógrafa e figurinista, e atua principalmente em parceria com Maria Clara Machado. Em 1998, é publicado o livro Anna Letycia, de Angela Ancora da Luz, pela Editora da Universidade de São Paulo.

Comentário Crítico

Durante a década de 1950, Anna Letycia, frequenta vários cursos de gravura, tendo como professores Iberê Camargo, Oswaldo Goeldi e Darel, entre outros. Passa a trabalhar exclusivamente com gravura em metal, a partir da década de 1950. Paralelamente, dedica-se ao ensino da gravura em várias instituições de ensino artístico no Rio de Janeiro, a partir dos anos 1960.

A afinidade com a obra de Goeldi na produção de Anna Letycia pode ser percebida no clima soturno de algumas gravuras e na ligação com o expressionismo. Utiliza frequentemente a imagem do caracol, motivo para geometrizações e múltiplas combinações formais, como em Caracol, 1965, na qual, através das formas espiraladas, explora sugestões de positivo e negativo, claro e escuro, e densidade e transparência. A partir de 1968, inclui a caixa como novo elemento formal em suas obras, e como símbolo da dualidade interior/exterior. Em Caixa Voadora, 1968 associa às formas espirais e cúbicas sugestões de motivos decorativos arquitetônicos. De uma produção inicial ligada a formas da natureza, a artista passa a criar obras abstratas, revelando constante pesquisa técnica e formal. Seus trabalhos se caracterizam pela economia de traços, pelo uso criterioso da cor e pela leveza sugerida através das formas sólidas.

Críticas

"A busca inicial de expressão através da pintura, em Anna Letycia, foi logo substituída pelo trabalho exclusivo com a gravura em metal, de meados da década de 1950 em diante. (...) Duas influências distintas e distanciadas, recebidas dos dois professores que a iniciaram nas técnicas da gravura - Iberê Camargo e Oswaldo Goeldi -, marcaram de modo muito profundo os primeiros tempos da obra de Anna Letycia; de Iberê adveio-lhe a predileção pelo uso do metal e, de Goeldi, certo clima soturno e denso, na figuração ainda permeada de expressionismo. Esse ponto de partida figurativo, abordando liricamente formas animais e vegetais, deslocou-se, já ao fim da década de 1950, rumo a uma abstração relacionada mais com o informalismo que peculiaridades da gravura em metal lhe permitiam do que com princípios construtivos absorvidos, tempos depois, no trabalho em desenvolvimento até os dias de hoje. De fato, na continuidade da atitude de pesquisa técnica e formal que sempre a caracterizou, sua gravura mais recente recupera a figuração, mas o faz em termos indiretos, na preferência por analogias a caracóis, caramujos e caixas em trompe l´oeil - signos que, na verdade, lhe servem basicamente como elementos de composição".
Roberto Pontual
PONTUAL, Roberto. Arte/Brasil/hoje:50 anos depois. São Paulo: Collectio, 1973.

"Centrado fundamentalmente na gravura em metal, seu trabalho passa da figuração do início da carreira para experimentações de caráter formal, tendo, a partir de meados da década de 80, se dedicado também à pintura".
Aracy Amaral e outros
AMARAL, Aracy (Org. ). Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo: perfil de um acervo. São Paulo: Techint Engenharia, 1988.

Depoimentos

"Eu nunca havia pensado em me dedicar à gravura. Era aluna do Iberê Camargo num pequeno ateliê que ele tinha na Lapa. Trabalhava em desenho e pintura. Antes de ir ter aulas com o Iberê eu havia freqüentado aulas de desenho na Associação Brasileira de Desenho (...). Como o Iberê havia feito um concurso para professor de gravura no Instituto Municipal de Belas Artes (...) eu o acompanhei. Comecei a freqüentar as aulas levada pelo entusiasmo do professor (...)

Posteriormente fui estudar xilo com Oswaldo Goeldi na Escolinha de Arte do Brasil (...). Não senti muito as possibilidades da xilo para o meu trabalho, mas valeu porque me aproximei do Goeldi, de quem fiquei amiga. (...)

O xilogravador pode ter um conteúdo de vanguarda. Dominando a técnica, ele pode dizer qualquer coisa. Não há relação direta de uma coisa com a outra. A xilogravura pode ser feita até sem professor, ao contrário da gravura em metal, que tem de ser aprendida, mesmo porque também precisa de uma prensa especial e uma série de informações. Veja-se o exemplo dos gravadores de cordel. É claro que aí também seria bom ter as informações necessárias, sem ter de descobrir por si só. Na gravura em metal você tem de aprender o bê-a-bá. (...)

Você vai procurar um professor de escultura e encontra um ou dois. Você vai procurar um professor de pintura e é difícil de encontrar. Estou falando isso com referência a cursos livres. Se alguém me pede uma orientação sobre um professor de desenho, não sei quem indicar. Agora, se alguém quiser saber onde se pode aprender gravura, eu tenho quatro ou cinco lugares só no Rio de Janeiro. Os gravadores geralmente trabalham em conjunto, o que muita gente chama de panelinha. Eles se entendem melhor porque se reúnem por uma questão de necessidade. (...)

O ateliê do MAM era realmente maravilhoso. Isso deveu-se a Edith Behring. Ela havia trabalhado quatro anos em Paris, fazendo gravura em metal com Friedlaender. (...) A Edith orientou a montagem da oficina em padrões ideais. O Friedlaender foi convidado para dar o curso inicial do ateliê e esteve no Rio por três meses. Ele ficou entusiasmado com a montagem do ateliê. Edith ficou esse período como assistente dele e tradutora. Acho todo o trabalho da Edith muito importante, mesmo porque ela ficou ensinando vários anos. O Friedlaender ficou só três meses. (...) A vinda dele foi importante, mas muito mais importante foi a montagem do ateliê do MAM e a continuidade do seu trabalho. (...)

Eu não fiz o curso desde o começo. Nessa época eu estudava gravura com o Iberê e ele fazia restrições, como também o Goeldi, à vinda do Friedlaender, porque entendiam que ele iria dar uma orientação diferente à gravura no Brasil. Para eles o Brasil já tinha uma gravura bem marcada e peculiar. (...)

Fala-se muito em 'cozinha de gravura'. Mário Pedrosa fazia muitas críticas a esse respeito. É verdade também que o Mário não conhecia os problemas técnicos da gravura. Creio que suas críticas tinham outras razões que agora não interessam. Mas se se quiser chamar de 'cozinha' o processo de água-tinta quando é necessário acender um fogareiro para aquecer o breu, usar uma banheira d'água para soltar o processo do açúcar, então está certo. E ainda existe o processo de preparação de vernizes em banho-maria e tantas outras alquimias próprias da gravura em metal, chegamos então à conclusão de que todo gravador em metal 'cozinha' muito bem".
Anna Letycia
Sesc Tijuca, 27 de abril de 1986.

Acervos

Museu de Arte de Goiânia - GO

Exposições Individuais

1955 - Rio de Janeiro RJ - Individual, Galeria Dezon
1958 - Rio de Janeiro RJ - Individual, Galeria GEA
1960 - La Paz (Bolívia) - Individual, Galería Municipal
1961 - Santiago (Chile) - Individual, Centro Brasileiro de Cultura
1962 - Belo Horizonte MG - Individual, Museu de Arte da Pampulha
1962 - Rio de Janeiro RJ - Individual, Petite Galerie
1962 - São Paulo SP - Individual, Petite Galerie
1965 - Rio de Janeiro RJ - Individual, Petite Galerie
1965 - São Paulo SP - Individual, Petite Galerie
1966 - Milão (Itália) - Individual, Centro Cultural Ítalo-Brasileiro
1968 - Lima (Peru) - Individual, Galeria Candido Portinari
1968 - Paris (França) - Individual, Galerie Debret
1968 - São Paulo SP - Individual, Galeria Ars Mobile
1969 - São Paulo SP - Individual, Galeria Ars Mobile
1970 - Paris (França) - Individual, Galerie Jacob
1972 - Belo Horizonte MG - Individual, Galeria da Escola Guignard
1972 - Rio de Janeiro RJ - Individual, Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro
1975 - Brasília DF - Individual, Oscar Seraphico Galeria de Arte
1979 - Rio de Janeiro RJ - Individual, GB ARTe
1982 - São Paulo SP - Individual, Galeria Suzanna Sassoun
1983 - Brasília DF - Individual, Oscar Seraphico Galeria de Arte
1983 - São Paulo SP - Individual, Galeria Suzanna Sassoun
1984 - Brasília DF - Individual, Oscar Seraphico Galeria de Arte
1984 - Rio de Janeiro RJ - Individual, GB ARTe
1984 - São Paulo SP - Individual, Galeria Suzanna Sassoun
1985 - Montevidéu (Uruguai) - Individual, Instituto de Cultura Uruguayo-Brasileño
1985 - São Paulo SP - Individual, Galeria Suzanna Sassoun
1987 - Rio de Janeiro RJ - Individual, Galeria GB ARTe
1988 - Assunção (Paraguai) - Individual, Instituto Cultural Brasil-Paraguai
1989 - São Paulo SP - Individual, Galeria Suzanna Sassoun
1989 - São Paulo SP - Individual, Centro de Estudos Brasileiros
1993 - Madri (Espanha) - Individual, Brita Prinz Galería
1995 - Rio de Janeiro RJ - Anna Letycia: gravuras, Escola de Artes Visuais do Parque Lage
1995 - Rio de Janeiro RJ - Anna Letycia: gravuras, UERJ. Galeria Candido Portinari
1996 - Rio de Janeiro RJ - Anna Letycia: gravuras 1955-1996, Paço Imperial
1997 - Passo Fundo RS - Anna Letycia: gravuras, Museu de Artes Visuais Ruth Schneider
1999 - Rio de Janeiro RJ - Anna Letycia, Espaço Cultural dos Correios
2008 - São Paulo SP - Gravuras de Anna Letycia, Instituto Tomie Ohtake
2009 - Rio de Janeiro RJ - Individual, Marcia Barrozo do Amaral Galeria de Arte
2009 - Brasília DF - Gravuras de Anna Letycia, Caixa Cultural

Exposições Coletivas

1954 - Rio de Janeiro RJ - Salão Preto e Branco, no Palácio da Cultura
1954 - Salvador BA - 4º Salão Baiano de Belas Artes, no Hotel Bahia - menção honrosa
1955 - Rio de Janeiro RJ - 4º Salão Nacional de Arte Moderna
1955 - Rio de Janeiro RJ - Salão Carioca
1956 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão Nacional de Arte Moderna
1957 - São Paulo SP - 4ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1957 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Arte Moderna - isenção de júri
1958 - Cidade do México (México) - 1ª Bienal Interamericana de Pintura y Grabado, no Instituto Nacional de Bellas Artes
1958 - Curitiba PR - 15º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná - prêmio aquisição
1958 - Rio de Janeiro RJ - 7º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ - prêmio viagem ao país
1958 - Rio de Janeiro RJ - Salão de Arte A Mãe e a Criança
1958 - Rio de Janeiro RJ - Salão do Mar
1958 - São Paulo SP - Prêmio Leirner de Arte Contemporânea, na Galeria de Artes da Folha
1959 - Leverkusen (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 
1959 - Munique (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa, na Kunsthaus
1959 - Paris (França) - 1ª Bienal de Paris
1959 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1959 - São Paulo SP - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1959 - São Paulo SP - Prêmio Leirner de Arte Contemporânea, na Galeria de Arte das Folhas
1959 - Viena (Áustria) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Cidade do México (México) - 2ª Bienal Interamericana do México, no Palácio de Belas Artes
1960 - Hamburgo (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Lisboa (Portugal) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Madri (Espanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Paris (França) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960 - Rio de Janeiro RJ - 9º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1960 - Utrecht (Holanda) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1961 - Belo Horizonte MG - 16º Salão de Belas Artes da Cidade de Belo Horizonte, no MAP - 1º prêmio
1961 - Bruxelas (Bélgica) - Graveurs Brésiliens
1961 - Curitiba PR - 2º Salão Anual de Curitiba, no Museu de Arte do Paraná
1961 - Rio de Janeiro RJ - 1ª O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana
1961 - Rio de Janeiro RJ -10º Salão Nacional de Arte Moderna
1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1962 - Curitiba PR - Salão do Paraná, na Biblioteca Pública do Paraná - medalha de ouro
1962 - Havana (Cuba) - 1º Salão Panamericano de Cuba, na Casa de las Américas - 1º prêmio gravura
1962 - Rio de Janeiro RJ - 11º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ - prêmio viagem ao estrangeiro
1962 - Rio de Janeiro RJ - Milton Dacosta e Anna Letycia, na Petite Galerie
1962 - Veneza (Itália) - 31ª Bienal de Veneza
1962 - Kassel (Alemanha) - Gravadores Brasileiros
1962 - Washington (Estados Unidos) - Gravadores Brasileiros
1962 - Seul (Coréia do Sul) - Gravadores Brasileiros
1962 - Lisboa (Portugal) - Gravadores Brasileiros
1962 - Sydney (Austrália) - Gravadores Brasileiros
1962 - Melbourne (Austrália) - Gravadores Brasileiros
1963 - Londres (Inglaterra) - Brazilian Art Today, na Royal College of Art
1963 - Paris (França) - 3ª Bienal de Paris - prêmio André Malraux
1965 - Bonn (Alemanha) - Arte Brasileira Atual
1965 - Londres (Reino Unido) - Brazilian Art Today, na Royal Academy of Arts
1965 - Paris (França) - 4ª Bienal de Paris, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris
1965 - Santiago (Chile) - 2ª Bienal Americana de Gravura, no Museo de Arte Contemporáneo
1965 - Viena (Áustria) - Arte Brasileira Atual
1965 - São Paulo SP - 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1966 - Belo Horizonte MG - 21º Salão de Belas Artes da Cidade de Belo Horizonte, no Museu de Arte da Pampulha - grande medalha de gravura
1966 - Buenos Aires (Argentina) - Artistas Brasileiros Contemporâneos, no Museo de Arte Moderno
1966 - Ribeirão Preto SP - 40 Gravuras Nacionais e Estrangeiras do Acervo do MAC, na Escola de Artes Plásticas de Ribeirão Preto
1966 - Rio de Janeiro RJ - 4ª Resumo de Arte JB, no Museu de Arte Moderna
1966 - Rio de Janeiro RJ - O Artista e a Máquina, no MAM/RJ
1966 - São Paulo SP - 2ª Exposição da Jovem Gravura Nacional, no MAC/USP
1966 - São Paulo SP - 40 Gravuras Nacionais e Estrangeiras do Acervo do MAC, no MAC/USP
1966 - São Paulo SP - O Artista e a Máquina, no Masp
1966 - Tóquio (Japão) - A Week of Brazilian Contemporary Art, na Kaigado Gallery
1967 - Brasília DF - 4º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, no Teatro Nacional Cláudio Santoro
1967 - Rio de Janeiro RJ - 16º Salão Nacional de Arte Moderna
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1968 - Piracicaba SP - 40 Gravuras Nacionais e Estrangeiras do Acervo do MAC, no USP/Esalq
1968 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Feira de Arte do Rio de Janeiro, no MAM/RJ
1968 - Tóquio (Japão) - International Biennial Exhibition of Prints
1968 - Veneza (Itália) - 34ª Bienal de Veneza
1968 - Veneza (Itália) - Dois Brasileiros em Veneza, no Instituto Italiano de Cultura. Piccolla Galeria
1969 - Liubliana (Eslovênia) - 8ª Bienal Internacional de Gravura, na Moderna Galerija Ljubljana
1969 - Rio de Janeiro RJ - 7º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ
1969 - São Paulo SP - 1ª Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1970 - Florença (Itália) - 1ª Bienal de Gravura
1970 - Florença (Itália) - 2ª Biennalle Internazionale della Gráfica d'Arte
1970 - San Juan (Puerto Rico) - 1ª Bienal de San Juan del Grabado Latinoamericano y del Caribe, no Instituto de Cultura Puertorriqueña
1970 - Milão (Itália) - Arte Braziliana Contemporânea, no Consulado do Brasil
1970 - Olinda PE - 40 Gravuras Nacionais e Estrangeiras do Acervo do MAC, no MAC 
1970 - Penápolis SP - 40 Gravuras Nacionais e Estrangeiras do Acervo do MAC 
1970 - Recife PE - 40 Gravuras: nacionais e estrangeiras, no MAC/PE
1970 - San Juan (Porto Rico) - 1ª Bienal de San Juan del Grabado Latinoamericano y del Caribe, no Instituto de Cultura Puertorriqueña - artista convidada
1970 - São Paulo SP - 40 Gravuras: nacionais e estrangeiras, no MAC/USP
1970 - São Paulo SP - A Gravura Brasileira, no Paço das Artes
1970 - Tóquio (Japão) - Bienal de Tóquio
1971 - Curitiba PR - 28º Salão Paranaense, na Biblioteca Pública do Paraná
1971 - Lausanne (Suíça) - Quinze Gravadores Brasileiros Contemporâneos, no Musée des Arts Découratifs
1971 - São Paulo SP - 3º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1972 - São Paulo SP - 2ª Exposição Internacional de Gravura, no MAM/SP
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria Collectio
1972 - Tóquio (Japão) - 8ª International Biennial Exhibition of Prints
1973 - Madri (Espanha) - Grabadores del Nuevo Mundo, na Galeria Aele
1974 - Paris (França) - Feira Internacional de Arte Contemporânea
1974 - São Paulo SP - 6º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1975 - Lisboa (Portugal) - Arte Gráfica Brasileira
1975 - Paris (França) - Arte Gráfica Brasileira, no Musée Galliera
1975 - Viena (Áustria) - Arte Gráfica Brasileira
1976 - Bagé RS - 2º Encontro de Artistas Plásticos, no Museu Dom Diogo de Souza
1977 - Madri (Espanha) - Arte Actual de Iberoamerica, no Instituto de Cultura Hispânica
1977 - São Paulo SP - 9º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1977 - Valparaíso (Chile) - 3ª Bienal de Valparaíso
1977 - Washington D. C. (Estados Unidos) - The Original and its Reproduction: a Melhoramentos project, no Brazilian-American Cultural Institute
1978 - Curitiba PR - 1ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, no Centro de Criatividade de Curitiba
1979 - Buenos Aires (Argentina) - 1ª Trienal Latinoamericana del Grabado, nas Salas Nacionales de Exposición
1979 - Rio de Janeiro RJ - 2º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1980 - Cidade do México (México) - Grabadores Brasileños Contemporâneos, no Museo de Arte Carrillo Gil
1980 - Rio de Janeiro RJ - 3º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1980 - Rio de Janeiro RJ - Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici
1981 - Belo Horizonte MG - Destaques Hilton de Gravura, no Palácio das Artes
1981 - Brasília DF - Destaques Hilton de Gravura, na  ECT Galeria de Arte
1981 - Curitiba PR - Destaques Hilton de Gravura, na Casa da Gravura Solar do Barão
1981 - Florianópolis SC - Destaques Hilton de Gravura, no Masc
1981 - Porto Alegre RS - Destaques Hilton de Gravura, no Margs
1981 - Recife PE - Destaques Hilton de Gravura, no MAM/PE
1981 - Rio de Janeiro RJ - Destaques Hilton de Gravura, no MAM/RJ
1981 - Salvador BA - Destaques Hilton de Gravura, no Teatro Castro Alves
1981 - São Paulo SP - Destaques Hilton de Gravura, no MAM/SP
1982 - Penápolis SP - 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1982 - Rio de Janeiro RJ - Contemporaneidade: homenagem a Mário Pedrosa, no MAM/RJ
1983 - Montevidéu (Uruguai) - 1ª Bienal de Grabado Iberoamericano, no Museo de Arte Contemporânea
1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1984 - Porto Alegre RS - Gravuras: uma trajetória no tempo, no Cambona Centro de Arte
1984 - Ribeirão Preto SP - Gravadores Brasileiros Anos 50/60, na Galeria Campus
1984 - Rio de Janeiro RJ - Doações Recentes 82-84, no MNBA
1984 - São Paulo SP - Artistas pelas Diretas, no MIS/SP
1985 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo: trajetória e encontros, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1985 - Rio de Janeiro RJ - Arte Construção: 21 artistas contemporâneos, na Galeria do Centro Empresarial Rio
1985 - Rio de Janeiro RJ - Encontros, na Petite Galerie
1985 - São Paulo SP - Destaques Arte Contemporânea, no MAM/SP
1986 - Brasília DF - Iberê Camargo: trajetória e encontros, no Teatro Nacional Cláudio Santoro
1986 - Curitiba PR - 7ª Acervo do Museu Nacional da Gravura - Casa da Gravura, no Museu Guido Viaro
1986 - Rio de Janeiro RJ - Iberê Camargo: trajetória e encontros, no MAM/RJ
1986 - São Paulo SP - Iberê Camargo: trajetória e encontros, no Masp
1987 - Rio de Janeiro RJ - Dez Anos de Trabalho da Oficina do Ingá, no Espaço Petrobras
1987 - São Paulo SP - As Bienais no Acervo do MAC: 1951 a 1985, no MAC/USP
1988 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Abstração Geométrica, na Fundação Nacional de Arte. Centro de Artes
1988 - Salvador BA - Os Ilustradores de Jorge Amado, na Fundação Casa de Jorge Amado
1988 - São Paulo SP - MAC 25 anos: destaques da coleção inicial, no MAC/USP
1989 - Rio de Janeiro RJ - Gravura Brasileira: 4 temas, na EAV/Parque Lage
1990 - Curitiba PR - 9ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura
1990 - Goiânia GO - 20 Anos do Museu de Arte de Goiânia, no Museu de Arte
1990 - São Paulo SP - Espiral, na Miriam Mamber Galeria de Arte
1991 - São Paulo SP - O Que Faz Você Agora Geração 60?: jovem arte contemporânea dos anos 60 revisitada, no MAC/USP- artista convidada
1992 - Curitiba PR - 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba/Mostra América, no Museu da Gravura
1992 - Rio de Janeiro RJ - Gravura de Arte no Brasil: proposta para um mapeamento, no CCBB
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Poética da Resistência: aspectos da gravura brasileira, na Galeria de Arte do Sesi
1996 - Niterói RJ - 48 Contemporâneos, na Galeria de Artes UFF
1997 - Barra Mansa RJ - Traços Contemporâneos: homenagem a gravura brasileira, no Centro Universitário de Barra Mansa
1997 - Rio de Janeiro RJ - Poemas Visitados, no Espaço Cultural dos Correios
1998 - Jacareí SP - Mulheres Gravadoras: uma homenagem à Edith Behring, na Vila Cultura - Pátio dos Trilhos
1998 - São Paulo SP - O Colecionador, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - Os Colecionadores - Guita e José Mindlin: matrizes e gravuras, na Galeria de Arte do Sesi
1999 - Florianópolis SC - Encontros à Beira do Cais, no Museu Victor Meirelles
1999 - Niterói RJ - Mostra Rio Gravura. Acervo Banerj, no Museu do Ingá
1999 - Rio de Janeiro RJ - 16 Artistas Expõem Gravuras, na Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura. Gravura Moderna Brasileira: acervo Museu Nacional de Belas Artes, no MNBA
2000 - São Paulo SP - Investigações. A Gravura Brasileira, no Itaú Cultural
2001 - Brasília DF - Investigações. A Gravura Brasileira, no Itaú Cultural
2001 - Macau (China) - Bienal de Gravura
2001 - Penápolis SP - Investigações. A Gravura Brasileira, no Itaú Cultural
2001 - Rio de Janeiro RJ - Anna Letycia, Alex Gama, Marília Rodrigues, Uiara Bartira, no Espaço Cultural dos Correios
2001 - São Paulo SP - Bienal 50 Anos: uma homenagem a Ciccillo Matarazzo, na Fundação Bienal
2002 - Niterói RJ - Niterói Arte Hoje, no MAC-Niterói
2002 - Passo Fundo RS - Gravuras: Coleção Paulo Dalacorte, no Museu de Artes Visuais Ruth Schneider
2002 - Porto Alegre RS - Gravuras: Coleção Paulo Dalacorte, no Museu do Trabalho
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 - Rio de Janeiro RJ - Niterói Arte Hoje, no Centro Cultural Candido Mendes
2003 - Rio de Janeiro RJ - Tesouros da Caixa: arte moderna brasileira no acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa
2003 - São Paulo SP - Entre Aberto, na Gravura Brasileira
2003 - São Paulo SP - MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no MAC/USP
2004 - São Paulo SP - Novas Aquisições: 1995 - 2003, no MAB/FAAP
2004 - São Paulo SP - Arte Contemporânea no Ateliê de Iberê Camargo, no Centro Universitário Maria Antonia

Fonte: Itaú Cultural

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