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Anna Bella Geiger

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BIOGRAFIA

Anna Bella Geiger (Rio de Janeiro RJ 1933)

Escultora, pintora, gravadora, desenhista, artista intermídia e professora.

Com formação em língua e literatura anglo-germânicas, inicia, na década de 1950, seus estudos artísticos no ateliê de Fayga Ostrower (1920 - 2001). Em 1954, vive em Nova York, onde freqüenta as aulas de história da arte com Hannah Levy no The Metropolitan Museum of Art - MET [Museu Metropolitano de Arte] e, como ouvinte, cursos na New York University. Retorna ao Brasil no ano seguinte. Entre 1960 e 1965, participa do ateliê de gravura em metal do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, onde passa a lecionar três anos mais tarde. Em 1969, novamente em Nova York, ministra aulas na Columbia University. Volta ao Rio de Janeiro em 1970. Em 1982, recebe bolsa da John Simon Guggenheim Memorial Foundation, em Nova York. Publica, com Fernando Cocchiarale (1951), o livro Abstracionismo Geométrico e Informal: a vanguarda brasileira nos anos cinqüenta, em 1987. Sua obra é marcada pelo uso de diversas linguagens e a exploração de novos materiais e suportes. Nos anos 1970, sua produção tem caráter experimental: fotomontagem, fotogravura, xerox, vídeo e Super-8. Dedica-se também à pintura desde a década de 1980. A partir da década de 1990, emprega novos materiais e produz formas cartográficas vazadas em metal, dentro de caixas de ferro ou gavetas, preenchidas por encáustica. Suas obras situam-se no limite entre pintura, objeto e gravura.

Comentário Crítico

Num primeiro momento, o trabalho de Anna Bella Geiger vincula-se ao abstracionismo informal. Aluna de desenho, gravura e pintura de Fayga Ostrower (1920 - 2001) a partir de 1950, a artista participa da 1ª Exposição Nacional de Arte Abstrata, no Hotel Quitandinha, em Petrópolis, Rio de Janeiro, em 1953. Após uma pausa na atividade artística, motivada pelo ingresso na Faculdade Nacional de Filosofia e viagem de estudo aos Estados Unidos, Geiger freqüenta o ateliê de gravura em metal do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ de 1960 a 1965. Nesse período, completamente dedicada à gravura, ela passa a desenvolver uma figuração de base abstrata.

De 1965 a 1968, Geiger produz o que é chamado pela crítica de "fase visceral", sob a influência da nova figuração. As imagens trazem a pesquisa da realidade orgânica mediante a representação fragmentada do corpo como referência a um possível mapa do microcosmo. Essa fase antecipa a utilização da cartografia em sua produção, cujo eixo central é o questionamento da noção de limitação de territórios culturais baseados em fronteiras geográficas, por exemplo, a problematização da existência de uma "cultura brasileira" comum a todos os habitantes da nação. Ao mesmo tempo Geiger compõe suas imagens com base em chapas de metal recortadas, explicitando e explorando artisticamente o próprio processo material de produção da técnica de gravura em metal.

Apesar da importância e constância da gravura em sua obra, em Circumambulatio (1972) percebe-se a necessidade de Geiger de encontrar novos meios de expressão. Nesse sentido, sua produção da década de 1970 é marcada por um caráter eminentemente experimental: fotogravura, fotografia clichê, fotomontagem, serigrafia, xerox, cartão-postal, vídeo, Super-8, são algumas das mídias utilizadas pela artista. Estimulada pelas questões levantadas pela arte conceitual e o momento político vivido, ela apresenta em seus trabalhos sobretudo questões relativas à identidade e cultura nacional, ao local do artista na sociedade, à constituição do meio de arte no Brasil e sua posição no mundo.

A série Brasil Nativo/Brasil Alienígena (1977), na qual Geiger dispõe nove cartões-postais com cenas da vida indígena lado a lado com retratos de sua vida cotidiana, é emblemática do período. Nela a cultura brasileira é pensada como resultado de tensões, continuidades e descontinuidades, a negar uma unidade cultural orgânica. Nesse momento, o uso irônico e transgressor da cartografia torna-se um elemento fundamental do trabalho em séries como O Pão Nosso de Cada Dia e Local da Ação. O caráter icônico dos mapas é tensionado a fim de criar uma verdadeira "topografia da arte", e simultaneamente problematizar as delimitações (culturais, políticas, sociais) indiciadas por fronteiras e limites.

Nos anos 1980 a artista começa a pintar e desenvolve longas séries, como Píer & Ocean, fazendo uma reavaliação crítica tanto da história da pintura quanto dos signos de seus trabalhos anteriores. Os anos 1990 são marcados por séries como Fronteiriços, em que novos materiais são usados. As formas cartográficas reaparecem vazadas em metal dentro de caixas de ferro ou gavetas de mapotecas preenchidas por encáustica. No limite entre gravura, pintura e objeto, essas obras são o emblema perfeito de toda sua produção na medida em que atualizam as séries anteriores. Mais recentemente, retoma seus interesses pelas novas tecnologias utilizando o vídeo em associação com a gravura (clichês de metal) e arquivos de ferro na instalação Indiferenciados (2001).

Críticas

"A pintura e as pinturas. O Todo e a(s) Parte(s) (1974). A obra e os métodos. O quadro e o tempo próprio de cada modo de pintar. A aposição da matéria na obra como história de formação da cor e da constituição do espaço. A artista integra partes díspares num todo unido por sua própria história de artista. Citação. Cada obra tem muitas pintoras, todas são Anna Bella Geiger. Condensação de tempos subjetivos no momento único da obra.

Saber acumulado em experiência nova. História revisitada: essas obras requisitam de Anna Bella Geiger, a artista de todas as linguagens.

(...) Quase. Manchas. Quase nada ou quase tudo. Quase-continentes ou quase-manchas. Ambivalência. Ao público se põe a questão, mas dele não se exige a resposta inexistente.

(...) O mapa insiste em assinalar o espaço político quando o local da ação, preciso para olhar, é o suporte - espaço e matéria - aqui e agora vivido pelo espectador. O suporte insiste em assinalar o espaço da obra quando o local da ação, preciso para o ser político, é o mapa - espaço e representação - aqui e agora onde habita o artista".
Paulo Herkenhoff
HERKENHOFF, Paulo. Passagens. In: GEIGER, Anna Bella. Anna Bella Geiger: última Thule, pinturas, objetos e gravuras. Rio de Janeiro: Galeria Saramenha, 1985. p. 11-12.

"Até o começo da década de 70, o essencial em cerca de vinte anos de trabalho de Anna Bella Geiger fora a dedicação quase absoluta à gravura em metal. (...) Mais adiante, a gravura foi posta em suspenso, substituída por uma série de recursos multimídia, como a fotolinguagem, a fotocópia, os cartões-postais e o videoteipe. (...) Mais recentemente, enfim, uma nova e inesperada reviravolta: a obra de Anna Bella Geiger, em 1985, passa a privilegiar pela primeira vez a pintura. Uma pintura tanto medida quanto solta, compacta e luminosa, ocultadora e reveladora, presa aos formatos tradicionais do quadro ou livre deles, nas montagens dos Macios dubiamente fofos e pontiagudos. Pintura de comando pós-moderno na qual Fernando Cocchiarale vê se refazerem, no caldeirão da revisita, as várias linguagens da artista desde a década de 50: 'As pinturas são o resumo de um diário de bordo. Condensadamente, passo a passo, combinam-se intuições abstratas, viscerais e conceituais numa sucessão análoga à da experiência da artista. Não ocorre aqui uma mera repetição de fases anteriores. As pinturas são a manifestação sucinta de um repertório metódico diferenciado que as vai conduzindo de modo progressivo até um porto seguro - Pier e Ocean'".
Roberto Pontual
PONTUAL, Roberto. Anna Bella Geiger. In: _______. Entre dois séculos: arte brasileira do século XX na coleção Gilberto Chateaubriand. Prefácio Gilberto Chateaubriand; apresentação M. F. do Nascimento Brito. Rio de Janeiro: Jornal do Brasil, 1987. p. 436.

"Veja o seu caso. Sem querer decifrar sua obra (...), penso que ela está profundamente vinculada à sua história pessoal e às circunstâncias que a formaram. De uma jovem e sensível filha de imigrantes, situada entre várias culturas, várias línguas (...), você se transformou numa mulher e numa artista profissional aqui no Brasil - síntese de todas aquelas influências. 
Sua obra, então, não poderia ser outra, a não ser a explicação, nos mais variados meios, desta sua ambigüidade original. Como quase todos nós no Brasil e na América Latina, sua obra e nós mesmos somos ainda um tanto locais, um tanto estrangeiros, respiramos Estados Unidos e Europa pisando em terras americanas, caminhando na corda bamba do Brasil nativo e do Brasil alienígena. E sua obra, trafegando por tantas linguagens diferentes, e sendo (...) ao mesmo tempo gravuras, objeto e pintura é, ela mesma, a nossa própria indeterminação congênita.
Imersa nos meandros auto-referentes do romântico informalismo dos anos 50/70, aos poucos você foi se dando conta (...), de convenções e contradições muito mais amplas e implacáveis. (...)
É neste sentido que considero aquele seu trabalho de 1975 - Passagens -, um marco. Ou melhor, uma via de acesso a uma formulação de arte e vida menos auto-centrada, até sua produção daquele ano pra cá, onde você discute o seu lugar no Mundo. O seu lugar e o lugar, o local da ação de seus semelhantes mais próximos, brasileiros e latino-americanos. Um local indefinido, sempre entre um lugar e outro".
Tadeu Chiarelli
GEIGER, Anna Bella. O Mundo talvez, olam ulay. Ipanema: Joel Edelstein Arte Contemporânea, 1995. p. 6-7.

"O sentido da obra de Anna Bella Geiger emerge precisamente da clara dispersão de seu estilo individual, dos meios e linguagens que aciona e, sobretudo, da deliberada fragmentação de forma e imagem, quase sempre tematizada nos títulos ou conceitos associados aos trabalhos, perpassando todos os níveis da sua produção. (...)

Transmutada ao longo dos últimos 22 anos pela repetição, variação cromática ou pela ampliação e redução, a imagem das nuvens tornou-se uma camuflagem de sua própria origem; uma pele estampada que suporta e vela diferenças, aprisionando os cacos icônicos. A camuflagem, porém, não é o único elemento de mobilização da superfície usado na gravura de Geiger. Suscitada pela presença dos mapas, a grade, ou rede de meridianos, desempenha função análoga. Ambas, camuflagem e rede, constituem a imagem da unidade de um campo, que junta na superfície da obra os fragmentos que a compõem. A camuflagem paira sobre o plano expandindo-o virtualmente para além de seus limites; a grade delimita e esquadrinha um território, contendo-o. Cada estampa dessa artista pode, então, ser tomada como fração do campo contínuo e ilimitado da nuvem-camuflagem.

O campo produzido pela gravura de Anna Bella nasce da tensão entre métodos artesanais de impressão (manipulação das telas, chapas e clichês-matrizes, entintamento, entradas do papel na prensa) e a gênese fotográfica da imagem".
Fernando Cocchiarale
COCCHIARALE, Fernando. O sentido constelar na obra de Anna Bella Geiger. In: GEIGER, Anna Bella. Anna Bella Geiger: constelações. Rio de Janeiro: MAM, 1996. p. 9-10,14.

"Anna Bella Geiger começa a gravar com Fayga Ostrower nos anos 50, dirigindo-se para a forma depois de ter com ela praticado gravura figurativa. Chega à abstração com gravuras rítmicas, compostas de linhas, cores e formas que circulam, elaboradas ou a partir de sua reflexão sobre a gramática visual de Fayga, ou paralelamente a esta. Teórica, como Fayga e De Lamonica, Anna Bella Geiger, no fim dos anos 60, experimenta várias linguagens, ora incorporando-as à gravura, ora levando-as a outras técnicas. Sua reflexão sobre os devires, nos anos 70, faz-se em videoteipe, xerox, fotografia, etc. Em sentido inverso, nos mesmos anos, seu pensamento estético sobre as noções filosóficas de parte e todo levam a fotografia à gravura, não sem antes fazê-la passar por experimentações com o clichê. Nos anos 60, a série ligada ao visceral fá-la deixar a abstração, intensamente praticada no decêncio em referência. É nesses anos que começa a lecionar no MAM e a pesquisar com meios, como a fotografia e o xerox, que, como se referiu acima, firmam-se no decêncio seguinte".
Leon Kossovitch e Mayra Laudanna
KOSSOVITCH, Leon; LAUDANNA, Mayra. Abstratos-concretos: abstratos. In: GRAVURA: arte brasileira do século XX. São Paulo: Itaú Cultural: Cosac & Naify, 2000. p. 18.

Depoimentos

"Comecei a desenhar cedo, e desenhava muito. Conhecia a Fayga Ostrower desde a infância, por uma relação familiar. Não era, porém, por isso que eu desenhava, e tampouco fui incentivada por minha família. (...)

Continuei a desenhar intensamente e então procurei a orientação da Fayga. Eu estava com 15 anos. Nessa época ela ainda não era artista abstrata - acompanhei de perto o seu processo, que influiu diretamente no meu trabalho. [?] Usava o linóleo para gravar, mas até chapa de raio X nós usávamos para gravar com ponta-seca. Os materiais eram caros e, muitas vezes, fiz um desenho de cada lado no papel Ingres, ou usei chapas de latão para gravar dos dois lados. Aprendi a imprimir gravura em metal antes de usá-la como meio para o meu trabalho. Nessa ocasião, a Fayga ilustrou um poema de Manuel Bandeira e eu fiz a impressão. (...)

Eu abominava a idéia de fazer uma faculdade de Belas Artes. Minha opção se voltava para a arquitetura, embora eu tivesse a nítida impressão de que ia cair em estereótipos: sínteses arquitetônicas, suas perspectivas, o uso de régua e esquadro. Decidi, então, pela Faculdade Nacional de Filosofia, e esses estudos me absorveram muito. Interrompi, e fui morar em Nova York. Queria ver os museus de arte moderna, ver o que acontecia por lá, e estudar história da arte com Hannah Levy no NYU e no Metropolitan Museum. Ela fora professora aqui na Fundação Getúlio Vargas nos anos 40, vinda da Alemanha. Foram anos importantíssimos para a minha formação. (...)

O que havia era uma grande e difícil indagação sobre a própria necessidade ou não de se manter a figuração, porque se por um lado era 'inexorável' e lógico o caminho da abstração, por outro havia um compromisso, digamos assim, político e ideológico para a manutenção da questão figurativa. Trabalhei muito pouco as questões relacionadas ao 'realismo social', como se denominava na época. (...)

A maior influência neste tipo de arte, e na gravura especialmente, vinha da artista alemã Käthe Kollwitz. Leskoschek fora seu aluno, e todo aquele passado europeu expressionista, que de algum modo era recente, influiu nos artistas daqui, como a Fayga e, conseqüentemente, agiu sobre mim. No meu trabalho, porém, pouco a pouco era mais importante acentuar uma linha ou uma forma geométrica que vinha da dobra de um braço do que manter a figura ou o objeto representado. Isto numa primeira etapa. A verdadeira consciência do que significava a abstração, radical, quando não se trabalhava mais a partir de nenhuma referência, só se deu através de muita elaboração. (...)

Lá pelos anos 70-71, comecei a buscar outros meios que me ajudassem a montar as idéias do meu trabalho. (...) A fotografia me interessava não como fotógrafa mas enquanto uso de imagens fotográficas apropriadas ou registradas por mim. (...)

Em 1972 comecei a experimentar a possibilidade de fotografia de clichê como tal, imprimindo-a na prensa. (...) Aqui, eu não tinha onde lidar com a técnica que nos Estados Unidos denominaram de photo-etching. (...)

Precisava usar a cor nessas gravuras, e de modo bem específico, sem oxidação (...). Apesar de ter usado este resultado nas gravuras abstratas dos anos 60, isso não servia agora (...). De modo prático mas bastante rudimentar, comecei a imprimir, entendendo aos poucos as possibilidades técnicas principalmente no uso da cor".
Anna Bella Geiger - Sesc Tijuca, 28 de setembro de 1986 e 8 de agosto de 1997
EXPERIÊNCIA com foto, vídeo e serigrafia: Anna Bella Geiger. In: GRAVURA brasileira hoje: depoimentos. Rio de Janeiro: Oficina de gravura SESC-Tijuca, 1997. v. 3.

Acervos

Casa de las Américas (Havana, Cuba)
Centre Georges Pompidou (Paris, França)
Coleção Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (SP)
Coleção João Sattamini - Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC-Niterói)
Coleção Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (RJ)
Fundação de Serralves (Porto, Portugal)
Musée d'Art et Histoire de Geneve
Museum of Modern Art of (Nova York, Estados unidos)

Exposições Individuais

1954 - Toronto (Canadá) - Individual, na Eglington Gallery
1963 - Nova York (Estados) - Individual, na European Gallery
1965 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Goeldi
1967 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Relevo
1968 - São Paulo SP - Individual, na Art Gallery
1969 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Columbia University
1972 - Rio de Janeiro RJ - Circumambulatio, Museu  de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ
1974 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1975 - Rio de Janeiro RJ - Situações-Limite, no - MAM/RJ
1976 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Arte Global
1978 - Nova York (Estados Unidos) - Anna Bella Geiger, no MoMA
1978 - Rio de Janeiro RJ - Local da Ação, no Centro Candido Mendes
1980 - São Paulo SP - Local de Ação, na Galeria Saramenha
1981 - São Paulo SP - Individual, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte
1982 - Nova Iorque (EUA) -Individual, no Guggenheim Fellowship
1984 - Londres (Inglaterra) - Individual, no Brazilian Centre
1984 - Munique (Alemanha) - Individual, na Galerie Irene Maeder
1985 - Rio de Janeiro RJ - Última Thule, na Galeria Saramenha
1987 - Brasília DF - Anna Bella Geiger: pinturas, na Espaço Capital Arte Contemporânea
1987 - São Paulo SP - Individual, no Escritório de Arte São Paulo
1988 - Rio de Janeiro RJ - O Sorriso do Gato de Cheshire em Alice nº 1, na Galeria Saramenha
1990 - Rio de Janeiro RJ - Anna Bella Geiger: pintura, na Galeria Saramenha
1990 - São Paulo SP - Individual, na Kate Art Gallery
1993 - Rio de Janeiro RJ - Friso e Vídeo Macios, na Galeria Ibeu Copacabana
1994 - Rio de Janeiro RJ - Ambiente Parcial com Retorno ao Sorriso do Gato de Cheshire em Alice nº 1, no Paço Imperial
1994 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Paço Imperial
1995 - Frankfurt (Alemanha) - Individual, na Galerie Bernd Slutzky
1995 - Rio de Janeiro RJ - O Mundo Talvez, Olam Ulay, na Joel Edelstein Arte Contemporânea
1996 - Rio de Janeiro RJ - Anna Bella Geiger: Constelações, no MAM/RJ
1997 - São Paulo SP - Anna Bella Geiger: Constelações, no Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP
1997 - Salvador BA - Anna Bella Geiger: Constelações, no Museu de Arte Moderna da Bahia - MAM/BA
1997 - Brasília DF - Anna Bella Geiger: Constelações, no Palácio Itamaraty
1998 - Rio de Janeiro RJ - Bereshith, No Princípio..., no Paço Imperial
1999 - Frankfurt (Alemanha) - Skulpturen, na Galeria Bernd Slutzky
2001 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Laura Marsiaj Arte Contemporânea
2001 - Rio de Janeiro RJ - Indiferenciados, no Paço Imperial
2001 - Rio de Janeiro RJ - Local da Ação, no Centro Cultural do Banco do Brasil - CCBB (Rio de Janeiro, RJ)
2002 - Rio de Janeiro RJ - Rrose Sèlavy, mesmo, no Parque das Ruínas
2003 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Paço Imperial
2003 - Rio de Janeiro RJ - Obras em Arquipélago, Paço Imperial
2004 - São Paulo SP - Obras em Arquipélago, no Instituto Tomie Ohtake
2005 - Frankfurt (Alemanha) - An Einem Bestimmten Ort, na Galerie Bernd Slutzky
2005 - Rio de Janeiro RJ - Ultra Licitum, na Galeria Laura Marsiaj Arte Contemporânea
2006 - Rio de Janeiro RJ - CIRCA, na Fundação Eva Kablin
2006 - Rio de Janeiro RJ - Os Caminhos de Fayga Ostrower, no Caixa Cultural (Rio de Janeiro, RJ)

Exposições Coletivas

1952 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Nacional de Arte Moderna, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ
1953 - Petrópolis RJ - 1 ª Exposição Nacional de Arte Abstrata, no Hotel Quitandinha
1956 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão Ferroviário, no Ministério da Educação e Cultura
1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1962 - Curitiba PR - Salão do Paraná, na Biblioteca Pública do Paraná
1962 - Havana (Cuba) - 1º Salão Panamericano de Cuba, na Casa de las Américas, 1º prêmio
1962 - Madri (Espanha) - Arte de América y España
1963 - Curitiba PR - 20º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná - medalha de ouro
1963 - Curitiba PR - Salão de Arte Moderna - 1º prêmio
1963 - Londres (Inglaterra) - Brazilian Art Today, no Royal College of Art
1963 - Santiago (Chile) - 1ª Bienal Americana de Gravura - menção honrosa
1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1964 - Ribeirão Preto SP - 1ª Exposição da Jovem Gravura Nacional
1964 - São Paulo SP - 1ª Exposição da Jovem Gravura Nacional, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC/USP - 1º prêmio
1965 - Belo Horizonte MG - 1ª Exposição da Jovem Gravura Nacional, no Museu de Arte da Pampulha - MAP  (Belo Horizonte MG)
1965 - Curitiba PR - 1ª Exposição da Jovem Gravura Nacional, na Secretaria do Estado de Educação
1965 - Florianópolis SC - 1ª Exposição da Jovem Gravura Nacional, no Museu de Arte de Santa Catarina - Masc (Florianólopis SC)
1965 - Londres (Reino Unido) - Brazilian Art Today, no Royal Academy of Arts
1965 - Santiago (Chile) - 2ª Bienal Americana de Gravura, no Museo de Arte Contemporáneo
1965 - São Paulo SP - 2ª Exposição do Jovem Desenho Nacional, no MAC/USP
1965 - São Paulo SP - 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1966 - Rio de Janeiro RJ - 15º Salão Nacional de Arte Moderna - isenção de júri 
1966 - Rio de Janeiro RJ - Resumo JB, no MAM/RJ - 1º prêmio/gravura
1966 - Salvador BA - 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas - prêmio aquisição
1966 - São Paulo SP - 2ª Exposição da Jovem Gravura Nacional, no MAC/USP
1966 - Tóquio (Japão) - A Week of Brazilian Contemporary Art, na Kaigado Gallery
1967 - Brasília DF - 4º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, no Teatro Nacional Cláudio Santoro - 1º prêmio/gravura
1967 - Liubliana (Eslovênia) - 7ª Bienal Internacional de Gravura, na Moderna Galerija Ljubljana
1967 - Paris (França) - 5ª Bienal dos Jovens
1967 - Rio de Janeiro RJ - 3ª O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1968 - Edimburgo (Escócia) - Young Brazilian Art, na Demarco Gallery
1968 - Rio de Janeiro RJ - 17ª Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1968 - Rio de Janeiro RJ - 6º Resumo de Arte do JB - prêmio de viagem ao exterior
1969 - Rio de Janeiro RJ - 18ª Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1969 - Rio de Janeiro RJ - Salão da Bússola, no MAM/RJ
1969 - São Paulo SP - 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1970 - Rio de Janeiro RJ - 19ª Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
1970 - São Paulo SP - A Gravura Brasileira, no Paço das Artes
1971 - São Paulo SP - 3º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1972 - Rio de Janeiro RJ - Circumambulatio, no MAM/RJ
1972 - Rio de Janeiro RJ - Exposição, no MAM/RJ
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio
1972 - São Paulo SP - Múltiplos Brasileiros, na Galeria Múltipla de Arte
1973 - Rio de Janeiro RJ - Indagação sobre a Natureza: significado e função da obra de arte, na Galeria Ibeu Copacabana
1973 - São Paulo SP - Circumambulatio, no MAC/USP
1973 - São Paulo SP - Expo-Projeção 73, no Espaço Grife
1974 - São Paulo SP - 6º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1974 - São Paulo SP - 8ª Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP
1974 - São Paulo SP - Prospectiva' 74, no MAC/USP
1975 - Chicago (Estados Unidos) - Video Art, no Museum of Contemporary Arts
1975 - Filadélfia (Estados Unidos) - Video Art, noc The The Institute of Contemporary Art
1975 - Kassel (Alemanha) - Multimedia II, no Richard Bottinelli Gallery
1975 - Rio de Janeiro RJ - Mostra de Arte Experimental de Filmes Super-8, Audiovisual e Videotape, na Galeria Maison de France
1977 - São Paulo SP - Poéticas Visuais, no MAC/USP
1977 - Washington (Estados Unidos) - The Original and its Reproduction: a Melhoramentos project, no Brazilian-American Cultural Institute
1978 - Curitiba PR - 1ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, no Centro de Criatividade de Curitiba
1978 - Liubliana (Eslovênia) - Juij Group, na Moderna Galerija Ljubljana
1978 - Paris (França) - Artistes Brésiliens, no Musée Galliera
1978 - Paris (França) - Images et Massages d'Amerique Latine, no Centre Culturel Villeparisi
1978 - São Paulo SP - 1º Encontro Internacional de Vídeo-Arte de São Paulo, no Museu da Imagem e do Som - MIS (São Paulo, SP)
1978 - São Paulo SP - Anna Bella Geiger e Artur A. Barrio, na Pinacoteca do Estado de São Paulo - Pesp
1978 - Tóquio (Japão) - 11ª International Biennial Exhibition of Prints
1978 - Veneza (Itália) - 39ª Bienal de Veneza
1979 - Nova York (Estados Unidos) - Contemporary Brazilian Works on Paper: 49 artists, na Nobé Gallery
1980 - Amsterdã (Holanda) - Kunstenaarsboeken, no Stedelijk Museum Amsterdam
1980 - Curitiba PR - 3ª Mostra Anual de Gravura Cidade de Curitiba, na Casa da Gravura Solar do Barão
1980 - Kyoto (Japão) - Impact Art, no Kyoto City Museum
1981 - Kobe (Japão) - International Video Art Festival Portopia 81
1981 - São Paulo SP - 16ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1981 - São Paulo SP - Foto/Idéia, no MAC/USP
1982 - Penápolis SP - 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1982 - Rio de Janeiro RJ - 5º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ - prêmio viagem ao exterior
1982 - Rio de Janeiro RJ - Contemporaneidade: Homenagem a Mário Pedrosa, no MAM/RJ
1983 - Nova York (Estados Unidos) - Latin-American Artist's Multiples, na Franklin Furnace, Inc.
1983 - Nova York (Estados Unidos) - Mostra, na Fundação Guggenheim
1983 - Nova York (Estados Unidos) - Video Art: a history, no MoMA
1983 - Olinda PE - 2ª Exposição da Coleção Abelardo Rodrigues de Artes Plásticas, no Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (Olinda, PE)
1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1984 - Buenos Aires (Argentina) - 1ª Bienal de Papel - prêmio/desenho
1984 - Londres (Inglaterra) - Portraits of a Country: Brazilian Modern art from the Gilberto Chateaubriand Collection, no Barbican Art Gallery
1984 - Ribeirão Preto SP - Gravadores Brasileiros Anos 50/60, na Galeria Campus
1984 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Exposição Nacional de Arte Abstrata - Hotel Quitandinha 1953, na Galeria de Arte Banerj
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - Londres (Inglaterra) - Impostors, na Interim Art Gallery
1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1985 - Rio de Janeiro RJ - Arte Construção: 21 artistas contemporâneos, na Galeria do Centro Empresarial Rio
1985 - Rio de Janeiro RJ - Velha Mania: desenho brasileiro, na Escola de Artes Visuais - EAV/Parque Lage
1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1985 - São Paulo SP - Arte e Tecnologia, no MAC/USP
1985 - São Paulo SP - Arte Novos Meios/Multimeios: Brasil 70/80, no Museu de Arte Brasileira - MAB/Faap
1985 - São Paulo SP - Tendências do Livro de Artista no Brasil, no Centro Cultural São Paulo - CCSP
1986 - Curitiba PR - 7ª Acervo do Museu Nacional da Gravura - Casa da Gravura, no Museu Guido Viaro
1986 - Rio de Janeiro - Território Ocupado, na EAV/Parque Lage
1986 - São Paulo SP - Projeto Vermelho Proggetto Rosso, no MAB/Faap
1987 - Austin (Estados Unidos) - Latin American Artists in New York Since 1970, na The University of Texas at Austin. Archer M. Huntington Art Gallery
1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand , no MAM/RJ
1987 - São Paulo SP - Foto/Idéia, no MAC/USP
1988 - Campinas SP - 13º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no Museu de Arte Contemporânea José Pancetti
1988 - Curitiba PR - 8ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba, na Casa da Gravura Solar do Barão
1988 - Nova York (Estados Unidos) - Abstract Vision, no Museum of Contemporary Hispanic Art
1988 - Nova York (Estados Unidos) - The Latin American Spirit: art and artists in the United States, 1920/1970, no The Bronx Museum of the Arts
1989 - El Paso (Estados Unidos) - The Latin American Spirit: art and artists in the United States, 1920-1970, no El Paso Museum of Art
1989 - Rio de Janeiro RJ - Coleção Banco Bozzano-Simonsen, no MAM/RJ
1989 - Rio de Janeiro RJ - Gravura Brasileira: 4 temas, na EAV/Parque Lage
1989 - San Diego (Estados Unidos) - The Latin American Spirit: art and artists in the United States, 1920/1970, no San Diego Museum of Art
1989 - San Juan (Porto Rico) - The Latin American Spirit: art and artists in the United States, 1920-1970, no Instituto de Cultura Puertorriqueña
1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1990 - Brasília DF - Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no MAB/DF
1990 - Curitiba PR - 9ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba, no Museu da Gravura
1990 - Miami (Estados Unidos) - The Latin American Spirit: art and artists in the United States, 1920/1970, no Center for the Fine Arts Miami Art Museum of Date
1991 - São Paulo SP - O Que Faz Você Agora Geração 60?: Jovem Arte Contemporânea dos anos 60 Revisitada, no MAC/USP
1992 - Curitiba PR - 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba/Mostra América, no Museu da Gravura
1992 - Rio de Janeiro RJ - 1ª A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
1992 - Rio de Janeiro RJ - Brazilian Contemporary Art, na EAV/Parque Lage
1992 - Rio de Janeiro RJ - Eco Art, no MAM/RJ
1992 - Rio de Janeiro RJ - Gravura da Arte no Brasil: proposta para um mapeamento, no CCBB
1992 - Rio de Janeiro RJ - Percurso do Artista: gravuras, na EAV/Parque Lage
1993 - Brasília DF - Um Olhar sobre Joseph Beuys, na Fundação Athos Bulcão
1993 - Florença (Itália) - Brasil: Segni d'Art, na Biblioteca Nationale Centrale di Firenze
1993 - Milão (Itália) - Brasil: Segni d'Arte, na Biblioteca Nazionale Braidense
1993 - Rio de Janeiro RJ - A Rarefação dos Sentidos: Coleção João Sattamini - anos 70, na EAV/Parque Lage
1993 - Rio de Janeiro RJ - O Papel do Rio, no Paço Imperial
1993 - Rio de Janeiro RJ - Paixão do Olhar, no MAM/RJ
1993 - Roma (Itália) - Brasil: Segni d'Arte, no Centro de Estudos Brasileiros
1993 - São Paulo SP - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateaubraind, na Galeria de Arte do Sesi
1993 - Veneza (Itália) - Brasil: Segni d'Arte, na Fondazione Scientífica Querini Stampalia
1993 - Washington (Estados Unidos) - Ultramodern: the art of contemporary Brazil, no The National Museum of Women in the Arts
1994 - Beijing (Pequim) - Works on Paper, no Yan Huang Art Museum
1994 - Belo Horizonte MG - O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70, no Itaú Cultural Belo Horizonte 
1994 - Nova York (Estados Unidos) - Blast 4: bioinfomática, na The X-Art Foundation
1994 - Penápolis SP - O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70, na Galeria Itaú Cultural
1994 - Pequim (China) - Contemporary Art in Brazil: works on paper, no Yan Huang Art Museum
1994 - Rio de Janeiro RJ - Livro-Objeto: a fronteira dos vazios, no CCBB
1994 - Rio de Janeiro RJ - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateubriand, no MAM/RJ
1994 - Rio de Janeiro RJ - Sob o Signo de Gêmeos, na Galeria Saramenha
1994 - Rio de Janeiro RJ - Trincheiras: arte e política no Brasil, no MAM/RJ
1994 - São Paulo SP - A Fotografia Contaminada, no CCSP
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Marinhas, na Galeria Nara Roesler
1994 - São Paulo SP - O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70, no Itaú Cultural
1994 - São Paulo SP - Poética da Resistência: aspectos da gravura brasileira, na Galeria de Arte do Sesi
1995 - Arizona (Estados Unidos) - The World´s Womem on Line!, no Institute for Studies in the Arts of Arizona State University
1995 - Bremen (Alemanha) - Copie-Grafien-Bücher und Graphik-Neues, no Museum Weserburg
1995 - Curitiba PR - 11ª Mostra de Gravura, na Fundação Cultural de Curitiba. Solar do Barão
1995 - Lausanne (Suíça) - Rio: mistérios e fronteiras, no Musée de Pully
1995 - Nova York (Estados Unidos) - Adding it up: Acquisitons 70-95, no MoMA
1995 - São Paulo SP - Livro-Objeto: a fronteira dos vazios, no MAM/SP
1995 - Tucson (Estados Unidos) - The World's Women on Line!, na Arizona State University. Institute for Studies in the Arts
1995 -Washington (EUA) - Ultramodern Art of Contemporary Brasil, no National Museum of  Women in the Arts  
1996 - Belém PA - 15º Salão Arte Pará, no Museu de Arte do Belém
1996 - Belo Horizonte MG - Impressões Itinerantes, no Palácio das Artes
1996 - Brasília DF - O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70, na Itaú Galeria
1996 - Niterói RJ - Arte Contemporânea Brasileira na Coleção João Sattamini, no Museu de Arte Contemporânea (Niterói, RJ) 
1996 - Rio de Janeiro RJ - Rio: mistérios e fronteiras, no MAM/RJ
1996 - São Paulo SP - Mercosul Cultural, no CCSP
1996 - São Paulo SP - Modernidade e Contemporaneidade nas Artes Plásticas, no CCSP
1996 - São Paulo SP - Mulheres Artistas no Acervo do MAC, no MAC/USP
1997 - Curitiba PR - A Arte Contemporânea da Gravura, no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba
1997 - Havana (Cuba) - 6ª Bienal de Havana, no Centro de Arte Contemporáneo Wifredo Lam
1997 - Little Rock (Estados Unidos) - Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, no Arkansas Art Center
1997 - Nova York (Estados Unidos) - Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, no El Museo del Barrio
1997 - Porto Alegre RS - 1ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, no Aplub; Casa de Cultura Mário Quintana; DC Navegantes; Edel; Usina do Gasômetro; Instituto de Artes da UFRGS; Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul; Margs; Espaço Ulbra; Museu de Comunicação Social; Reitoria da UFRGS; Theatro São Pedro
1997 - Porto Alegre RS - Vertente Cartográfica, na Usina do Gasômetro
1997 - Rio de Janeiro RJ - Identidade/Não Identidade: a fotografia brasileira atual, no Centro Cultural Light
1997 - São Paulo SP - Identidade/Não Identidade: a fotografia brasileira atual, no MAM/SP
1998 - Austin (Estados Unidos) - Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, na Archer M. Huntington Art Gallery
1998 - Belo Horizonte MG - O Suporte da Palavra 
1998 - Caracas (Venezuela) - Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, no Museo de Bellas Artes
1998 - Cuenca (Equador) - 6ª Bienal Internacional de Cuenca 
1998 - Monterrey (Mexico) - Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, no Museo de Arte Contemporáneo
1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no MAC-Niterói
1998 - Porto Alegre RS - 1º Bienal do Mercosul
1998 - Rio de Janeiro RJ - 16º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1998 - Rio de Janeiro RJ - Anos 60/70: Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
1998 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo: doações recentes 1996-1998, no CCBB
1998 - Rio de Janeiro RJ - Terra Incógnita, no CCBB
1998 - São Paulo SP - 24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1998 - São Paulo SP - Fronteiras, no Itaú Cultural
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Masp
1998 - São Paulo SP - O Suporte da Palavra, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - Os Colecionadores - Guita e José Mindlin: matrizes e gravuras, na Galeria de Arte do Sesi
1999 - Miami (Estados Unidos) - Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, no Miami Art Museum
1999 - Cidade do Porto (Portugal) - CIRCA 68, na Fundação Serralves 
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura: Gravura Moderna Brasileira: acervo Museu Nacional de Belas Artes, no MNBA
2000 - Belo Horizonte MG - Investigações. A Gravura Brasileira. São ou Não São Gravuras, no Itaú Cultural
2000 - Brasília DF - Investigações. São ou Não São Gravuras?, na Itaú Galeria
2000 - Curitiba PR - 12ª Mostra da Gravura de Curitiba. Marcas do Corpo, Dobras da Alma
2000 - Madrid (Espanha) - Cartografias del Deseo, no Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia
2000 - Rio de de Janeiro RJ - Brasilidades, no Centro Cultural Light
2000 - Rio de Janeiro RJ - Jornal Aberto, no Museu do Telephone
2000 - Rio de Janeiro RJ - Situações: arte brasileira anos 70, na Fundação Casa França-Brasil
2000 - São Paulo SP - Arte Conceitual e Conceitualismo: anos 70 no acervo do MAC/USP, na Galeria de Arte do Sesi
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra de Redescobrimento. Arte Contemporânea, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - Investigações. A Gravura Brasileira, no Itaú Cultural
2001 - Brasília DF - Investigações. A Gravura Brasileira, na Galeria Itaú Cultural
2001 - Campinas SP - (quase) Efêmera Arte, no Itaú Cultural
2001 - Campinas SP - Deslocamentos do Eu: o auto-retrato digital e pré-digital na arte brasileira 1976-2001, no Itaú Cultural
2001 - Penápolis SP - Investigações. A Gravura Brasileira, no Galeria Itaú Cultural
2001 - Rio de Janeiro RJ - 9ª Universidarte, na Universidade Estácio de Sá. Galeria Maria Martins
2001 - Rio de Janeiro RJ - A Trajetória: o experimento do artista, a trajetória e o processo, na Funarte
2001 - Rio de Janeiro RJ - Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light
2001 - Rio de Janeiro RJ - Orlândia, ocupação temporária de uma casa em obras reunindo 44 artistas de várias gerações, na Rua Jornalista Orlando Dantas nº 53, Botafogo
2001 - São Paulo SP - Cultura Brasileira 1, na Casa das Rosas
2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural
2001 - Washington D. C. (Estados Unidos) - Virgin Territory: women, gender, and history in contemporary brazilian art, no National Museum of Women in the Arts
2002 - Brasília DF - Fragmentos a Seu Ímã, no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio
2002 - Niterói RJ - Acervo em Papel, no MAC-Niterói
2002 - Rio de Janeiro RJ - A Imagem do Som do Rock Pop Brasil, no Paço Imperial
2002 - Rio de Janeiro RJ - Artefoto, no CCBB
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 - Rio de Janeiro RJ - Entre a Imagem e a Palavra: módulo 2, na Sala MAM-Cittá América
2002 - São Paulo SP - A Forma e a Imagem Técnica na Arte do Rio de Janeiro: 1950-1975, no Paço das Artes
2002 - São Paulo SP - Múltiplos Brasileiros 30 Anos Depois, na Multipla de Arte
2002 - Washington (EUA) - Virgin Territories, no The National Museum for Women in the Arts
2003 - Brasília DF - Artefoto, no CCBB
2003 - Iowa City (Estados Unidos) - Layers of Brazilian Art, na Faulconer Gallery
2003 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Projéteis de Arte Contemporânea, na Funarte
2003 - Rio de Janeiro RJ - Bandeiras do Brasil, no Museu da República
2003 - Rio de Janeiro RJ - Cada Um - Dois, na EAV/Parque Lage
2003 - Rio de Janeiro RJ - Ordem x Liberdade, no MAM/RJ
2003 - Rio de Janeiro RJ - Projeto Brazilianart, na Almacén Galeria de Arte
2003 - Rio de Janeiro RJ - Tesouros da Caixa: arte moderna brasileira no acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa
2003 - São Paulo SP - A Subversão dos Meios, no Itaú Cultural
2003 - São Paulo SP - Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no  Itaú Cultural
2003 - São Paulo SP - Entre Aberto, na Galeria Gravura Brasileira
2003 - São Paulo SP - MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no MAC/USP
2003 - São Paulo SP - Meus Amigos, no Espaço MAM - Villa-Lobos
2003 - Vila Velha ES - O Sal da Terra, no Museu Vale do Rio Doce
2004 - Fortaleza CE - Heterodoxia: edição Fortaleza, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
2004 - Rio de Janeiro RJ - Arte Contemporânea Brasileira nas Coleções do Rio, no MAM/RJ
2004 - Rio de Janeiro RJ - Novas Aquisições 2003: Coleção Gilberto Chateubriand, no MAM/RJ
2004 - São Paulo SP - Arte Contemporânea no Ateliê de Iberê Camargo, no Centro Universitário Maria Antonia
2004 - São Paulo SP - Núcleos Contemporâneos, na Valu Oria Galeria de Arte
2005 - Campos de Goytacazes RJ - Imagem Sitiada, no Sesc de Campos de Goytacazes
2005 - Londres (Reino Unido) - Citizens, no Pitzhanger Manor Museum 
2005 - Petrópolis RJ - Expresso Abstrato, no Museu Imperial
2005 - Petrópolis RJ - Imagem Sitiada, na Galeria do Sesc Petrópolis
2005 - Rio de Janeiro RJ - Imagem Sitiada, na Galeria do Sesc Copacabana
2005 - São Paulo SP  - O Corpo na Arte Contemporânea Brasileira, no Itaú Cultural
2005 - São Paulo SP - Anna Bella Geiger, Carlos Vergara e Claudio Murabac, na Valu Oria Galeria de Arte
2006 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva de Fotografia, na Galeria Laura Marsiaj de Arte Contemporânea
2006 - Rio de Janeiro RJ - Um Século de Arte Brasileira, no MAM/RJ
2006 - Liège (Bélgica) - Biennale Internationale de la Photographie et des Arts Visuelsde Liège Brasil, no Centre Culturel les Chiroux
2006 - Madrid (Espanha) - First Generation: Arte e Imagem em Movimento, Museu NCA Reina Sofia
2006 - São Paulo SP - Um Século de Arte Brasileira, no Museu de Arte de São Paulo - Masp
2006 - São Paulo SP - Manobras Radicais, no CCBB
2006 - São Paulo SP - Paralelas, no Pavilhão dos Estados
2007 - Rio de Janeiro RJ - O Banco do Brasil e as Artes Gráficas, no CCBB
2007 - Salvador BA - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu de Arte Moderna da Bahia - MAM/BA  
2007 - Curutiba PR - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu Oscar Niemeyer 
2007 - São Paulo SP - Arte Como Questão, no Instituto Tomie Ohtake 
2008 - Madri (Espanha) - ARCO, no Instituto Feira de Madri

Fonte: Itaú Cultural

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