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Ana Maria Tavares

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BIOGRAFIA

Ana Maria Tavares (Belo Horizonte MG 1958)

Escultora.

Ana Maria da Silva Araújo Tavares inicia sua formação na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, entre 1977 e 1978. Após esse período, transfere-se para São Paulo, onde cursa licenciatura em artes plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado - Faap. Leciona desenho na mesma instituição, entre 1982 e 1984. Freqüenta cursos com Regina Silveira (1939) e Julio Plaza (1938 - 2003), professores que influenciam seu experimentalismo. Entre 1984 e 1986, faz mestrado na The School of The Art Institute of Chicago [Escola do Instituto de Arte de Chicago], Estados Unidos. É marcante sua passagem por essa escola, pois intensifica questões conceituais e impõe novos parâmetros ao desenvolvimento de sua obra. Desde 1993, leciona na graduação do departamento artes plásticas na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo - ECA/USP, onde obtém título de doutora em 2000, com a tese Armadilhas para os Sentidos: uma Experiência no Espaço-Tempo da Arte. Entre 2002 e 2003, é bolsista da John Simon Guggenheim Foundation, em Nova York. A partir de 2002, torna-se docente no curso de pós-graduação em poéticas visuais na ECA/USP. Em 2006, realiza a instalação Enigmas de uma Noite com Midnight Daydreams, no Instituto Tomie Ohtake, e desenvolve obra de grande escala para a Bienal de Cingapura.

Comentário Crítico

Ana Maria Tavares inicia sua produção em meio à voga da pintura, no início dos anos 1980. Em 1983, participa da mostra coletiva Pintura como Meio, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC/USP. Suas telas procuram interagir com o espaço circundante: a artista dispõe seus painéis buscando criar ambientes.

Em 1984, muda-se para os Estados Unidos, onde cursa mestrado na The School of The Art Institute of Chicago. Na escola de Chicago, é incentivada a desenvolver um trabalho mais espontâneo e a fazer uso de referências e padrões de industriais. Segundo o crítico de arte Tadeu Chiarelli, com base em sua experiência norte-americana, que vai de 1984 a 1986, a artista radicaliza seu descontentamento com "os espaços limitados das modalidades tradicionais".¹ Algumas instalações dessa época são expostas na Superior Street Gallery, em Chicago. Em 1986, realiza no jardim da Faap a escultura Abrigo para o Sol. Chiarelli considera a obra um marco na trajetória de Ana Tavares, por "estabelecer relações inusitadas com o espaço".² A partir de 1988, a artista busca atribuir uma aparência ainda mais industrial aos trabalhos. Algumas esculturas lembram objetos de design, como móveis, escadas, chicotes e outros.

Na década de 1990, faz instalações importantes. Algumas de suas obras ambientais recriam lugares anódinos, de passagem, como salas de aeroporto, roletas e salas de espera. A artista refaz ambientes que não demonstram qualidades distintivas nos quais as pessoas ficam por pouco tempo. Nesses trabalhos, o espaço é invadido por objetos impessoais e estranhos à galeria de arte.

Notas
1 CHIARELLI, Tadeu. Ana Maria Tavares e o cerco da arte. In: Arte Internacional Brasileira. São Paulo: Lemos Editorial, 2002. p. 232.
2 Idem. p. 230.

Críticas

"Não é fácil abordar detalhadamente, de uma só vez, todas as questões que a trajetória de Ana Maria Tavares suscita, apesar da brevidade desse percurso. (...) Em rápido preâmbulo, constata-se que a paleta múltipla e vibrante dos primeiros tempos foi reduzida nos meados da década ao negro e às nuanças do grafite. O reducionismo cromático toma impulso no desenho linear, que comanda, por excelência, o fazer artístico desse período: dos cadernos e do papel, o desenho escapa às paredes, e delas ao espaço. (...) Linhas e riscos que mergulham no espaço ambiental, na conquista da corporeidade. Cada vez menos a parede é suporte, tanto quanto o solo vai ser: a expansão espacial parece anular até mesmo as leis da gravidade. (...) Sobretudo, estes desenhos tridimensionais dialogam cada vez mais com a escultura. Diálogo que se mantém propositadamente ambíguo: desenho ou escultura? Escultura e desenho? Vale também a aproximação com o design, como se verifica já na exposição Arte Híbrida, do Museu de Arte Moderna de São Paulo, em princípios de 1989. (...) Escada, Container e Pendurador, objetos de parede que guardam já nos títulos associação nítida com os utilitários inúteis de Arte Híbrida, são executados em aço carbônico (...). 
Os dois primeiros, em exagerada verticalidade, associam, às dimensões iguais, plataformas elevadas a provocar a contenção do olhar: nem tudo pode ser desvendado nesse universo, que mantém a ambigüidade como marca indispensável da sensibilidade contemporânea. (...) Nestas obras, novos fios condutores vêm à tona. A escolha de certo vocabulário intuitivo subverte o ritmo linear com a enfatização do geométrico e a depuração das formas orgânicas e vai prolongar-se na tensão quase erótica que cerca essas esculturas. Há nelas uma sedução perversa a voltear e enlaçar o espectador, conquistando sua cumplicidade. Extremamente bem realizada como é a síntese procurada nestes trabalhos - na indagação das possibilidades e desdobramentos do material, no diálogo dramático entre escultura, pintura e desenho - dribla aproximações com o racionalismo minimalista".
Stella Teixeira de Barros
BARROS, Stella Teixeira de. Ana Maria Tavares. Galeria: Revista de Arte, n. 23, p. 49-53.

"Já escrevi em alguma parte que ela assinalou, desde seu surgimento, uma vocação mural, abordando com grande vitalidade a superfície parietal. É um fato. Seus dois anos estudando em Chicago proporcionaram-lhe também - após a Faap - um domínio sobre técnicas e desafios que a conformam hoje como uma das artistas mais interessantes de sua geração. Sua fragilidade física, sua delicadeza moça e feminina contrastam vivamente com os equipamentos técnicos que manipula pessoalmente (soldadores elétricos, mesa de carpinteiro, lixas para polimento mecânico e manual de superfícies, mangueiras, tubos e cabos de ferro etc. ). Sua complexa instalação na última Bienal revelava já vontade de apresentar uma multiplicidade de idéias que fervilhavam em sua cabeça, o que, a meu ver, talvez tenha prejudicado, pelo excesso, aquele seu espaço/tríptico, se é que se pode referir a um tríptico tridimensional. 
Todavia, percebeu-se já diversas direções surgindo dessa proposta, uma das quais, em síntese expressiva, a representou na exposição Modernidade, em Paris. Os filamentos-linhas de repente se transformavam em intrincado emaranhado de tubulações revestidas de negro, em diâmetros diversos. Apoiados à parede branca, já eliminando o traço do desenho manual, branco e negro, num reducionismo cromático máximo, revelam a expressividade dessas formas longilíneas às quais se somam, também nestes trabalhos presentes, o significativo das sombras, projeções sutis a completar a visualidade de seu trabalho".
Aracy Amaral
AMARAL, Aracy. Quatro artistas. In: ARTE híbrida. Rio de Janeiro: Funarte, 1989.

"Sua peças atuais, mais do que as anteriores, tensionam o campo da escultura e do design, driblando cada uma dessas áreas, conformando um território possível onde os conceitos de objeto industrial e objeto artesanal, de objeto utilitário e objeto puramente estético, de arte e não arte se digladiam em cada uma das peças apresentadas, colocando o espectador frente a situações onde a contemplação passiva necessariamente se transforma em participação. 
São objetos estranhamente familiares, parentes desses que povoam nosso universo cotidiano. Todos rigorosamente executados. Objetos com uma aparência de racionalidade que a princípio produz no espectador o desejo de utilização imediata. No entanto, essa razão utilitária presente em suas configurações é na verdade falaciosa, e o público após a primeira impressão se dá conta deste fato. Se tal razão é apenas aparente, se os desenhos que configuram cada objeto exposto não foram pensados visando uma utilização prática, a que vêm esses objetos, uma vez que também não se inscrevem de maneira confortável no campo tradicional da escultura, já que lhes faltam certos apoios para que se configurem como tal? 
Entre o design e a escultura, entre o objeto de arte tradicional e objeto aparentemente utilitário, as peças da artista reafirmam a impossibilidade da arte hoje em dia constituir um sentido, a não ser pela negação ou tangenciamento crítico das modalidades artísticas tradicionais (ou pela reinvenção das mesmas, o que não é o caso de Ana)".
Tadeu Chiarelli
CHIARELLI, Tadeu. Ana Maria Tavares e o cerco da arte. In.: ANA Maria Tavares. São Paulo, Gabinete de Arte Raquel Arnaud, 1990, p. 3-4.

"O Pensamento de Ana Tavares é radical: leva às últimas conseqüências a falência da representação, instituindo à sua maneira uma utopia do pós-moderno. E se a visão duplicada do espaço museográfico parece instaurar um vazio sinistro, não se trata de circunscrever o problema na falta de destino da arte. As implicações levantadas são de ordem muito mais sociológicas do que puramente estéticas. Nesse procedimento, rompe-se mais uma fronteira que separa a arte da vida. Diferentemente da Pop Art, em que o espectador pertencia a um grupo de consumidores (reunidos sob o slogan da abundância), hoje o modo de subjetivação está intimamente ligado à consciência identitária da insuficiência: insuficiência financeira, amorosa, imunológica. Nesse sentido, as peças escultóricas são portadoras de risco. Vêm transmitir que o corpo desse sujeito, tão desejado e temido ao mesmo tempo, perdeu a temporalidade (natural? Artificial? Quem lembra?) da contemplação. É, como que para reforçar a sensação de clausura, a sala do MuBE não oferece visão para o espaço externo. Nenhuma paisagem, nenhuma figura a serem vistas, a não ser olhar a si mesma e à arquitetura da arte - higienizar os olhos da poluição do mundo. Enfim, merecer algum repouso. Relax". 
Lisette Lagnado
LAGNADO, Lisette. Portadores. In.: TAVARES, Ana Maria. Relax'o'vision/Porto Pampulha. São Paulo: Galeria Brito Cimino, 1998. p. 8.

Segundo o Pensamento de Ana Maria Tavares todos os objetos e ambientes, por mais familiares que nos pareçam, conservam uma dimensão enigmática. Sob um certo ponto de vista a artista atualiza a noção de 'natureza-morta' - gênero clássico exercido pelos artistas sobretudo a partir do século XVII sob a forma de representação de objetos, flores, frutas etc - trazendo-a para objetos e ambientes típicos da vida contemporânea. Apoiando-se na ambivalência do termo, que tanto aponta para o caráter imóvel das coisas representadas quanto para o fato de que elas possuem uma 'vida silenciosa'. Ana Maria Tavares constrói objetos e instalações que nos alertam não só sobre a vida oculta de tudo que existe, mas também sobre a maleabilidade das noções de tempo e espaço. Na qualidade de resposta crítica aos objetos e ambientes arquitetônicos cuja artificialidade é um emblema do nosso tempo, a poética de Ana Maria Tavares demonstra o que há de misterioso sob o acabamento sempre tão exato e nítido das coisas produzidas em séries industriais, não obstante elas serem, ao menos na aparência imediata, tão monotonamente iguais umas às outras. Apesar dos delirantes esforços dos produtores de realidades artificiais em nos afastar da natureza, apresentando os mistérios orgânicos - dos animais mais agressivos às paisagens mais insólitas -, pela via complacente dos canais de tevê a cabo, o fato é que elas deitam suas raízes em extratos profundos da vida.
Agnaldo Farias
FARIAS, Agnaldo. Enigmas de uma Noite.  In: TAVARES, Ana Maria. Ana Maria Tavares: enigmas de uma noite com Midnight Daydreams. Curadoria Agnaldo Farias; texto Agnaldo Farias. São Paulo: Instituto Tomie Ohtake: Fundação Carlos Chagas, 2004.

Acervos

Casa da Cultura de Ribeirão Preto - Ribeirão Preto SP
Coleção Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP
FRAC-Haute Normandie (Fonds Régional d'Art Contemporain) - France
Fundação ARCO - Madrid (Espanha)
Museu de Arte de Brasília - MAB - Brasília DF
Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp
Universidade de Uberlândia - UFU - Uberlândia MG

Exposições Individuais

1982 - São Paulo SP - Objetos e Interferências, na Pinacoteca do Estado
1986 - Chicago (Estados Unidos) - Individual, na Superior Street Gallery
1990 - São Paulo SP - Ana Maria Tavares e o Cerco da Arte, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1993 - São Paulo SP - Chicotes, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1994 - Rio de Janeiro RJ - Chicotes, no Paço Imperial
1996 - São Paulo - SP - Rotatórias, na Galeria André Milan
1997 - Belo Horizonte MG - Porto Pampulha, no Museu de Arte da Pampulha
1998 - São Paulo SP - Relax 'O' visions, no MuBE
1999 - Rio de Janeiro RJ - Projeto Zona Instável, na EAV/Parque Lage
2000 - São Paulo SP - Estação II, no Centro Universitário Maria Antonia
2001 - Middleburg (Holanda) - Numinoso, no Kabinetten van De Vleeshal
2002 - Berlim (Alemanha) - Entrückte Körper_GRU/TXL, na Galerie Vostell
2002 - São Paulo SP - Numinosum, na Galeria Brito Cimino
2004 - São Paulo SP - Enigmas de uma Noite com Midnight Daydreams, no Instituto Tomie Ohtake
2004 - São Paulo SP - Noturnos, no CCSP
2005 - Porto (Portugal) - Paisagem para Exit I, na Culturgest - Caixa Geral de Depósitos
2008 - São Paulo SP - Espelhos - Reflexos/Reflexões, na Marília Chede Razuk
2008 - São Paulo SP - Fortuna e Recusa, na Galeria Vermelho
2008 - Arnheim (Holanda) - Crystal Waters
2008 - Moscou (Rússia) - The Shusev State Museum of Architecture
2010 - São Paulo SP - Paisagens Perdidas, na Galeria Vermelho
2011 - São Paulo SP - Desviantes, na Galeria Vermelho
2011 - Rio de Janeiro RJ - Desviantes
2013 - Fortaleza CE - Natural-Natural: Paisagem e Artifício, no CCBNB
2013 - Juazeiro do Norte CE - Natural-Natural: Paisagem e Artifício, no CCBNB
2013 - Nashville (Estados Unidos) - Ana Maria Tavares: Utopias Desviantes, no Frist Center for the Visual Arts

Exposições Coletivas

1981 - São Paulo SP - Foto/Idéia, no MAC/USP
1982 - Caxias do Sul RS - Artemicro, na Universidade de Caxias do Sul
1982 - Coimbra (Portugal) - Microarte, no Círculo das Artes Plásticas
1982 - Lisboa (Portugal) - Microarte, na Cooperativa Diferença
1982 - Rio de Janeiro RJ - Artemicro, no MAM/RJ
1982 - São Paulo SP - Arte e Mulher, no MAC/USP
1982 - São Paulo SP - Artemicro, no MIS/SP
1983 - Dallas (Estados Unidos) - Artemicro, na Bath House Cultural Center
1983 - San Juan (Porto Rico) - 6ª Bienal de San Juan del Grabado latino-americano y del Caribe, no Instituto de Cultura Puertorriqueña
1983 - São Paulo SP - 17ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1983 - São Paulo SP - Arte na Rua, organizado pelo MAC/USP e apresentado através de outdoors espalhados pela cidade
1983 - São Paulo SP - Pintura como Meio, no MAC/USP
1984 - Havana (Cuba) - 1ª Bienal de Havana, no Museo Nacional de Bellas Artes
1984 - Rio de Janeiro RJ - Como Vai Você, Geração 80?, na EAV/Parque Lage
1986 - Chicago (Estados Unidos) - Fellowship Show, na The School of the Art Institute of Chicago
1986 - Chicago (Estados Unidos) - Theses Show River City
1986 - Indianápolis (Estados Unidos) - Four Exhibits/Midwest, na Goodman Quad Gallery
1986 - Porto Alegre RS - Caminhos do Desenho Brasileiro, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
1986 - Rio de Janeiro RJ - Desenho Contemporâneo Brasileiro, na Funarte - Galeria Rodrigo M. Franco de Andrade
1986 - São Paulo SP - Projeto Vermelho, no MAB/Faap
1987 - Paris (França) - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris
1987 - São Paulo SP - 19ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1987 - São Paulo SP - Foto/Idéia, no MAC/USP
1988 - Campinas SP - 13º São de Arte Contemporânea de Campinas, no MAC "José Pancetti"
1988 - São Paulo SP - 19º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1988 - São Paulo SP - Coleção Particular de Eduardo Brandão, na Galeria Casa Triângulo
1988 - São Paulo SP - Formas Tridimensionais, no MAM/SP
1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP
1989 - Porto Alegre RS - Arte Híbrida, no Espaço Cultural BFB
1989 - Rio de Janeiro RJ - 11º Salão Nacional de Artes Plásticas, na Funarte
1989 - Rio de Janeiro RJ - Arte Híbrida, na Fundação Nacional de Arte. Centro de Artes
1989 - São Paulo SP - Arte Híbrida, no MAM/SP
1989 - São Paulo SP - Perspectivas Recentes, no CCSP
1990 - Brasília DF - Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no Museu de Arte de Brasília
1990 - São Paulo SP - Apropriações, no Paço das Artes
1991 - Belo Horizonte MG - Montagens Ambientais, no Centro Cultural da UFMG
1991 - Caracas (Venezuela) - Brasil: la nueva generación, na Fundación Museo de Bellas Artes
1991 - Curitiba PR - Formas Tridimensionais: A Questão Orgânica, no Museu Municipal de Arte de Curitiba
1991 - Ribeirão Preto SP - 16º Salão de Arte de Ribeirão Preto - prêmio cidade de Ribeirão Preto e prêmio aquisição
1991 - São Paulo SP - 21ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1991 - São Paulo SP - 22º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1992 - Chicago (Estados Unidos) - Encounters, no The Betty Rymer Gallery
1992 - Rio de Janeiro RJ - Brazilian Contemporary Art, na EAV/Parque Lage
1993 - Washington D. C (Estados Unidos) - Ultramodern: the art of contemporary Brazil, no The National Museum of Women in the Arts
1994 - San Juan (Porto Rico) - Pequeño Formato Latino-Americano 94, na Luigi Marrozzini Gallery
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Coletiva de Escultura, no Espaço Namour
1995 - Curitiba PR - O Objeto Gravado, no Museu da Gravura
1995 - Rio de Janeiro RJ - Chicotes, no Paço Imperial
1995 - São Paulo SP - Arte na Cidade, na Universidade Federal de Uberlândia
1995 - São Paulo SP - Entre o Desenho e a Escultura, no MAM/SP
1995 - São Paulo SP - United Artists, na Casa das Rosas
1995 - Uberlândia MG - Arte na Cidade, na Universidade Federal de Uberlândia
1996 - Brasília DF - Arte e Espaço Urbano: quinze propostas, no Ministério das Relações Exteriores. Palácio do Itamaraty
1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira Contemporânea: doações recentes/96, no MAM/SP
1996 - São Paulo SP - Metal e Suas Ligações, no Sesc Pompéia
1996 - São Paulo SP - Non Existen los Limites, na Maternidade Matarazzo
1996 - São Paulo SP - Doações Recentes, no MAM/SP
1996 - Vigo (Espanha) - Otros Espacios: a Rádio, na Rádio de Vigo
1997 - São Paulo SP - Ao Cubo, no Paço das Artes
1997 - São Paulo SP - Brito Cimino Arte Contemporânea: mostra inaugural, na Galeria Brito Cimino
1997 - São Paulo SP - Diversidade da Escultura Contemporânea Brasileira, na Avenida Paulista
1997 - Tijuana (México) - ES 97 Tijuana, no Centro Cultural de Tijuana
1997- São Paulo SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1998 - Belo Horizonte MG - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1998 - Brasília DF - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Itaú Galeria
1998 - Penápolis SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural
1998 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo: doações recentes 1996 - 1998, no CCBB
1998 - Rio de Janeiro RJ - Horizonte Reflexivo, no Centro Cultural Light
1998 - São Paulo SP - City Canibal, no Paço das Artes
1998 - São Paulo SP - Doações Recente, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - Seleção, na Galeria Brito Cimino
1999 - Paris (França) - Feira Internacional de Arte Contemporânea
1999 - São João da Boa Vista SP - 2ª Semana Fernando Furlanetto Fotografia, no Teatro Municipal
1999 - São Paulo SP - 26º Panorama de Arte Brasileira, no MAM/SP
1999 - São Paulo SP - Enigmas, na Galeria Brito Cimino
1999 - São Paulo SP - Parallèle, na Galeria Brito Cimino
1999 - São Paulo SP - Território Expandido, no Sesc/Pompéia
2000 - Belo Horizonte MG - O Brasil Amanhã
2000 - Curitiba PR - 12ª Mostra da Gravura de Curitiba. Marcas do Corpo, Dobras da Alma
2000 - Fortaleza CE - 26º Panorama de Arte Brasileira, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
2000 - Havana (Cuba) - 7ª Bienal de la Habana, no Centro de Arte Contemporáneo Wifredo Lam
2000 - Kraichtal (Alemanha) - Em Busca da Identidade, no Ursula Blickle Stiftung
2000 - Madrid (Espanha) - Arco/2000, no Parque Feiral Juan Carlos I
2000 - Niterói RJ - 26º Panorama de Arte Brasileira, no MAC-Niterói
2000 - Pontevedra (Espanha) - 26ª Bienal de Arte de Pontevedra, na Facultade de Ciencias Sociais
2000 - Pontevedra (Espanha) - 26ª Bienal de Arte de Pontevedra, no Pazo da Cultura de Pontevedra
2000 - San Juan (Porto Rico) - PR' [Intervenciones Multiples - Multiples Intervenciones]
2000 - São Paulo SP - Entre a Arte e o Design: acervo do Mam, no MAM/SP
2000 - São Paulo SP - Escultura Brasileira: da Pinacoteca ao Jardim da Luz, na Pinacoteca do Estado
2000 - São Paulo SP - Estação 2, no Centro Universitário Maria Antônia/USP
2000 - São Paulo SP - III, na Galeria Brito Cimino
2000 - São Paulo SP - Obra Nova, no MAC/USP
2001 - Berlim (Alemanha) - Coletiva, na Fine Art Galerie Rafael Vostel
2001 - Bolonha (Itália) - Em Busca da Identidade, na Galleria d'Arte Moderna di Bologna
2001 - Bordeaux (França) - Côte à Côte, Art Contemporain du Brésil, capcMusée d´art contemporain
2001 - Buenos Aires (Argentina) - Arte Contemporânea Brasileira, no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires
2001 - Buenos Aires (Argentina) - Políticas de la Diferencia. Arte Iberoamericano fin de siglo, no Museo de Arte latino-americano de Buenos Aires - Malba - Colección Constantini
2001 - Istambul (Turquia) - Ego fugal, 7ª Bienal Internacional de Istambul
2001 - Recife PE - Políticas de la Diferencia: arte iberoamericano fin siglo, no Centro de Convenções de Pernambuco
2001 - Rio de Janeiro RJ - Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no Paço Imperial
2001 - Rio de Janeiro RJ - O Espírito de Nossa Época, no MAM/RJ
2001 - Rotterdam (Holanda) - Coletiva, na Galeria Rotterdam
2001 - Salzburg (Áustria) - Em Busca da Identidade, no Rupertinum
2001 - São Paulo SP - Bienal 50 Anos, na Fundação Bienal
2001 - São Paulo SP - Brás: São Paulo, no Sesc/Belenzinho
2001 - São Paulo SP - Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no MAM/SP
2001 - São Paulo SP - O Espírito de Nossa Época, no MAM/SP
2002 - Basel (Suíça) - Art Unlimited, na Basel Art Fair
2002 - São Paulo SP - Arte Cidade Zona Leste, no Sesc/Belenzinho
2002 - Brasília DF - Fragmentos a Seu Ímã, no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio
2002 - Fortaleza CE - Arte Brasileira Contemporânea, no Museu de Arte Moderna de Fortaleza, Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
2002 - Fortaleza CE - Ceará Redescobre o Brasil, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 - São Paulo SP - 4ª Artecidadezonaleste, no Sesc/Belenzinho
2002 - São Paulo SP - A Linha Como Estrutura da Forma, no Espaço MAM - Villa-Lobos
2002 - São Paulo SP - Coleção Metrópolis de Arte Contemporânea, na Pinacoteca do Estado
2002 - São Paulo SP - Estratégias para Deslumbrar, na Galeria de Arte do Sesi
2002 - São Paulo SP - Ópera Aberta: celebração, na Casa das Rosas
2002 - São Paulo SP - Paralela, em Galpão localizado na Avenida Matarazzo, 530, São Paulo. Exposição idealizada e organizada em conjunto pelas galerias Fortes Vilaça, Luisa Strina, Casa Triângulo e Brito Cimino
2003 - Iowa City (Estados Unidos) - Layers of Brazilian Art, na Faulconer Gallery
2003 - Londres (Inglaterra) - The Straight or Croocked Way, no Royal College of Art
2003 - Nova York (Estados Unidos) - Living Inside the Grid, no The New Museum of Contemporary Art
2003 - São Paulo SP - 2080, no MAM/SP
2003 - São Paulo SP - Meus Amigos, no Espaço MAM - Villa-Lobos
2003 - Frankfurt (Alemanha) - At Your Own Risk, no Schirn Kunsthalle
2003 - Iowa (Estados Unidos) - Layers of Brazilian Art, na Faulconer Gallery
2003 - Berlim (Alemanha) - Conceptualisms: Zeitgenossische Tendenzen in Musik, Kunt und Film, na Akademie der Kunst
2004 - Rio de Janeiro RJ - Onde Está Você, Geração 80?, no CCBB
2004 - São Paulo SP - Arte Contemporânea no Acervo Municipal, no CCSP
2004 - São Paulo SP - Coleção Metrópolis de Arte Contemporânea, no Espaço Cultural CPFL
2004 - São Paulo SP - Sala de Arte, na Galeria Brito Cimino
2004 - São Paulo SP - Versão Brasileira, na Galeria Brito Cimino
2004 - Kanasawa (Japão) - Mostra Inaugural do 21st. Century Nuseum of Contemporary Art
2005 - São Paulo SP - Arte em Metrópolis, no Instituto Tomie Ohtake
2005 - São Paulo SP - Razão e Sensibilidade
2005 - Curitiba PR - Arte em Metrópolis, no Museu Oscar Niemeyer
2005 - São Paulo SP - Homo Ludens: do faz-de-conta à vertigem, no Itaú Cultural
2005 - San Diego (Estados Unidos), Tijuana (México) - InSite, no San Diego Museum of Art e Centro Cultural Tijuana
2005 - San Diego (Estados Unidos) - Farsites: Urban Crisis and Domestic Symptoms in Recent Contemporary Art, no The San Diego Museum of Art
2006 - São Paulo SP - Seis Séculos de Arte Gráfica, no Centro Cultural Banco do Brasil
2006 - São Paulo SP - A Cidade para a Cidade, na Galeria Olido
2006 - São Paulo SP - Brazilian Art Show, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
2006 - São Paulo SP - Manobras Radicais, no CCBB
2006 - Cingapura - Bienal de Cingapura
2006 - São Paulo SP - MAM na Oca, na Oca
2006 - São Paulo SP - Paralela 2006, no Pavilhão dos Estados
2006 - São Paulo SP - A Cidade para a Cidade, na Galeria Olido
2006 - São Paulo SP - Brazilian Art Show, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo Sobrinho
2006 - São Paulo SP - MAM na Oca, na Oca
2006 - São Paulo SP - Manobras Radicais, no Centro Cultural Banco do Brasil
2006 - São Paulo SP - Paralela 2006, no Pavilhão dos Estados
2006 - Cingapura - Bienal de Cingapura
2007 - São Paulo SP - 80/90: modernos, pós-modernos, etc, no Instituto Tomie Ohtake
2007 - São Paulo SP - Itaú Contemporâneo: arte no Brasil 1981 - 2006, no Itaú Cultural
2007 - Belo Horizonte MG - Binária: acervo e coleções, no Museu de Arte da Pampulha
2008 - Arnhem (Holanda) - Grandeur, no Sonsbeek
2008 - Arnhem (Holanda) - Nature, Space and Time - Recent Acquisitions, no Kröller Müller Museum
2008 - Madri (Espanha) - Heteronímia Brasil, no Museu da América
2008 - São Paulo SP - MAM 60, na Oca
2008 - São Paulo SP - Procedente MAP: Novas Aquisições, no Museu de Arte da Pampulha
2008 - São Paulo SP - Quando Vidas se Tornam Forma : Diálogo com o Futuro Brasil-Japão, no Museu de Arte Moderna 
2008 - São Paulo SP - Quase Líquido, no Itaú Cultural
2008 - Tóquio (Japão) - Neo-Tropicália, no Museum of Contemporary Art Tokyo
2008 - Toyota (Japão) - Bloming Now: Brasil-Japão, o seu lugar, no Toyota Municipal Museum of Art
2009 - Hiroshima (Japão) - Neo-tropicália, no Museum of Contemporary Art
2009 - São Francisco (Estados Unidos) - Neo-Tropicália, no Yerba Buena Center for the Arts
2009 - São Paulo SP - Outros Passatempos - O Jogo e a Arte em Zonas de Conflito, no Sesc Vila Mariana
2009 - São Paulo SP - Atenção: estratégias para perceber a arte, no Museu de Arte Moderna
2009 - Toscana (Itália) - After Utopia, no Centro per l'arte contemporanea Luigi Pecci
2010 - Lisboa (Portugal) - Tudo o que é sólido dissolve-se no ar, no Museu Colecção Berardo
2010 - São Paulo SP - Livre Tradução, na Galeria Vermelho
2010 - São Paulo SP - 6ª sp-arte, na Fundação Bienal
2010 - São Paulo SP - Tékhne, no Museu de Arte Brasileira
2010 - São Paulo SP - Tékhne, na Fundação Armando Álvares Penteado
2010 - Belo Horizonte MG - Coisário Cassino Museu, no Museu de Arte da Pampulha
2011 - Brasília DF - Mulheres nas Artes, no Salão Nobre do Palácio do Planalto
2011 - São Paulo SP - 7ª sp-arte, na Fundação Bienal
2012 - Niterói RJ - Mulheres nas Coleções João Sattamini e Mac Niterói, no Mac Niterói
2013 - São Paulo SP - MAC 50: Doações Recentes, no MAC USP Nova Sede
2013 - São Paulo SP - Doações Recentes I, no Museu de Arte Contemporânea de São Paulo

Fonte: Itaú Cultural

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