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Almeida Júnior

OBRAS DO ARTISTA

Almeida Júnior - Le Marocain

Le Marocain

óleo sobre tela
1880
69 x 49 cm
ass. inf. dir.
Etiqueta da exposição "Almeida Junior, um criador de imaginários", na Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2007, reproduzido no livro da mostra na página 137.

Preço: Sob Consulta
Almeida Júnior - São Jerônimo

São Jerônimo

óleo sobre tela
1898
97 x 68 cm
ass. inf. esq.
Participou da exposição "Almeida Júnior - um criador de imaginários" na Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2007, reproduzido no catálogo da exposição na pág. 21.

Preço: Sob Consulta

BIOGRAFIA

Almeida Júnior (Itu SP 1850 - Piracicaba SP 1899)

Pintor.

José Ferraz de Almeida Júnior ingressou na Academia Imperial de Belas Artes - Aiba, em 1869, onde tem aulas de desenho com Jules Le Chevrel (ca.1810 - 1872) e de pintura com Victor Meirelles (1832 - 1903). Conclui estudos em 1874, mas não concorre ao prêmio de viagem e retorna a Itu. Abre ateliê em 1875 e atua como retratista e professor de desenho. Em visita ao interior de São Paulo, o imperador dom Pedro II (1825 - 1891) impressiona-se com seu trabalho e concede-lhe uma bolsa de estudos para a Europa. Vive em Paris entre 1876 e 1882 e estuda na École National Supérieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes], sendo aluno de Alexandre Cabanel (1823 - 1889). Durante sua estada na capital francesa, participa de quatro edições do Salon Officiel des Artistes Français. Regressa ao Brasil em 1882 e expõe na Aiba as obras produzidas em Paris. Em 1883, instala ateliê em São Paulo. Em 1886, Victor Meirelles o convida para ocupar sua vaga na Aiba como professor de pintura histórica, mas o artista prefere permanecer em São Paulo. Uma parcela da crítica de arte brasileira o vê como o "pintor do nacional", pois, em suas telas figuram os costumes, as cores e a luminosidade regional, contrários à tradição eurocêntrica vigente na pintura acadêmica. Ao montar seu ateliê em São Paulo, em 1883, traz para a cidade paulista amadurecimento artístico e contribui para a formação de novos artistas, entre eles Pedro Alexandrino (1856 - 1942).

Comentário crítico

Almeida Júnior revela desde cedo inclinação para o desenho e pintura e aos 19 anos (1869) parte de Itu, sua cidade natal, para o Rio de Janeiro, com a ajuda financeira de parentes e amigos, a fim de ingressar na Academia Imperial de Belas Artes - Aiba. Durante a permanência nessa instituição, segue o caminho tradicional de formação de todo pintor acadêmico: freqüenta os dois anos de aulas obrigatórias da disciplina desenho, considerada preliminar para o aprendizado da pintura. Posteriormente, cursa matérias específicas como desenho geométrico e figurado, modelo vivo, pintura histórica, anatomia e fisiologia das paixões, estética e matemática aplicada. Entre seus professores contam-se Jules Le Chevrel (ca.1810 - 1872) e Victor Meirelles (1832 - 1903). Termina os estudos em 1874, destacando-se pela qualidade dos trabalhos realizados, como comprovam as condecorações recebidas em sua formação nas disciplinas desenho figurado, pintura histórica e modelo vivo e a medalha de ouro com a tela Belizário Esmolando, na última participação como aluno na Exposição Geral de Belas Artes da Aiba.

Sem concorrer ao prêmio de viagem, Almeida Júnior volta a Itu, São Paulo, no início de 1875. Oferece seus serviços em ateliê próprio como professor de desenho e pintor. Realiza uma série de encomendas, principalmente retratos. Entre eles, o de Antônio Queiroz Telles, presidente da Estrada de Ferro Mogiana e de Antônio Pinheiro de Ulhoa Cintra, vice-presidente de São Paulo. São essas obras as principais responsáveis pela bolsa de estudos de aperfeiçoamento no exterior oferecida ao artista pelo imperador dom Pedro II (1825 - 1891).

Às expensas do imperador, passa o ano de 1877 freqüentando aulas de desenho em Paris, ingressando na tradicional École National Supérieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes] em 1878. Faz um curso de três anos, tendo como principal professor Alexandre Cabanel (1823 - 1889), um dos maiores inimigos dos impressionistas. Essa estada serve mais para ratificar os valores aprendidos na Aiba e para o aprimoramento técnico (domínio do desenho e da geometria da composição, por exemplo) do que para efetuar uma mudança na orientação artística de Almeida Júnior. Participa do Salon Officiel des Artistes Français de 1879 a 1882, apresentando obras avaliadas como importantes em sua produção. Por exemplo, no Salão de 1880 expõe Derrubador Brasileiro (1879), considerada precursora do conjunto de quadros de temática regionalista (entretanto, ainda bem distante do caráter realista e da luminosidade das pinturas "caipiras").

Volta ao Brasil em 1882 e realiza exposição de suas obras européias na Aiba. Ao instalar nesse ano ateliê em São Paulo, torna-se um dos responsáveis pelo amadurecimento do meio artístico paulista, pois além de estabelecer uma relação mais moderna com o mercado local, promovendo vernissages exclusivos para imprensa e potenciais compradores ou redigindo textos informativos sobre os quadros, contribui para a formação de novas gerações de artistas, tendo sido Pedro Alexandrino (1856 - 1942) o mais bem-sucedido entre eles.

Em concomitância com outros gêneros de pintura, Almeida Júnior realiza na última década de sua vida o conjunto de telas de temática regionalista pelo qual viria conquistar definitivamente seu lugar na história da arte brasileira. Em pinturas como Caipiras Negaceando (1888), Caipira Picando Fumo (1893), Amolação Interrompida (1894), Apertando o Lombilho (1895), O Violeiro (1899) revela-se a admiração por pintores não-acadêmicos, mas de grande importância na França do século XIX, com o realista Gustave Courbet (1819 - 1877) ou Jean-Baptiste-Camille Corot (1796 - 1875). Há o desejo de aproximação realista ao cotidiano do homem do interior sem o filtro das fórmulas universalistas da pintura acadêmica. Por isso, não hesita em retratar o caipira em seu ambiente pobre e simples, em sua vida calma e triste, sem nunca ridicularizá-lo ou transformá-lo em personagem pitoresco.

Contudo, é preciso lembrar que apesar das inovações introduzidas nessas telas, começando pela temática, mas contando a luminosidade solar presente no clareamento da paleta e a gestualidade mais livre, Almeida Júnior não abandona as lições de desenho e composição geométrica de sua formação acadêmica.

Seus quadros caipiras e sua pintura de gênero, em geral com cenas do cotidiano burguês (por exemplo Leitura, de 1892) são bem aceitos pela burguesia empenhada na construção de uma imagem e história para si mesma, a história do povo paulista. Mas vale dizer que quase todos os críticos de arte contemporâneos e posteriores ao artista celebram nele o que vêem ser um primeiro arroubo do caráter nacional na pintura brasileira, até mesmo intelectuais em lados tão opostos como é o caso de Monteiro Lobato (1882 - 1948) e Mário de Andrade (1893 - 1945). A exceção comparece no crítico carioca Gonzaga Duque (1863 - 1911) em texto sobre o salão de 1904, no qual lamenta o fato de Almeida Júnior ter-se transformado num pintor pastoso, amaneirado e duro, criticando a "intermitente pretensão de fundamentar uma arte nacional com a pintura de costumes".

Acervos

Acervo Banco Itaú S.A. - São Paulo SP
Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo/Brasil - São Paulo SP
Acervo do Museu Paulista - São Paulo SP
Igreja Matriz de Nossa Senhora da Candelária - Itu SP
Museu de Antropologia do Vale do Paraíba - Jacareí SP
Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp - São Paulo SP
Museu Nacional de Belas Artes - MNBA - Rio de Janeiro RJ

Críticas 

"A madrugada do dia seguinte raia com Almeida Junior, que conduz pelas mãos uma coisa nova e verdadeira - o naturalismo. Exerce entre nós a missão de Courbet em França. Pinta, não o homem, mas um homem - o filho da terra, e cria com isso a pintura nacional em contraposição à internacional dominante. Vem de França, onde aperfeiçoara estudos, traz consigo quadros bíblicos diferentes de tudo mais, pessoalíssimos, reveladores duma compreensão extremamente lúcida da verdadeira arte. A fuga para o Egito é bem um carpinteiro humilde fugindo por um areal de verdade, com mulher e filho de verdade, montado num burrico de verdade. Mudem-se áquelas figuras os trajes, vistam-nas à moda nossa, dêem-lhes a nossa paisagem como ambiente, e o quadro bíblico continuará verdadeiro: é sempre um marido, a mulher e filhinho, humaníssimos todos, que fogem para salvar a vida. Se era assim o pintor num quadro dessa ordem, gênero em que, de comum, a arte naufraga no mar do convencionalismo anti-humano e anti-natural, continua assim, humano e natural, despreocupado de modas e escolas, até o fim da carreira. Não há obra mais una que a sua. Nunca foi senão Almeida Júnior no individuo; paulista na espécie; brasileiro no gênero".
Monteiro Lobato
LOBATO, Monteiro. Almeida Junior. In: ______. Idéias de Jéca Tatú. São Paulo: Brasiliense, 1956. p. 79 (Obras Completas de Monteiro Lobato,  4). [Texto publicado pela primeira vez na Revista do Brasil, São Paulo, n. 13, v. 2 jan.1917, p. 33-51.]

"Já nos últimos dias monárquicos, a inteligência plástica brasileira principia se inquietante de sua funcionalidade nacional, de alguma forma anunciando os tempos modernos. A influência da técnica européia ainda predomina, e predominará até os nossos dias, mas os artistas de maior valor se voltam para a expressão da terra e do homem. O pernambucano Teles Júnior cria paisagens nordestinas de caráter vigoroso e fiel; e em São Paulo, Almeida Júnior, em luta aberta com as luzes do nosso dia e a cor da terra que a sua paleta parisiense não aprendera, analisa com firmeza os costumes e o tipo do caipira. Mas isto já era a República, e ecoa o que estavam fazendo na música, com as mesmas hesitações e felicidade intermitente, Alexandre Levi e Alberto Nepomuceno".
Mário de Andrade
ANDRADE, Mário. As artes plásticas no Brasil. Revista da Academia Paulista de Letras, ano VII, n. 26, 12 jun. 1944, p. 27. Citado na publicação ALMEIDA JÚNIOR: vida e obra. São Paulo: Art Editora, 1979, p. 30.

"Podemos dizer que ele não teve a força necessária para se impressionar com o movimento de vanguarda na Europa, dominada como se achava a sua sensibilidade pelos orientadores academizantes tanto da terra como da França. A Almeida Júnior teria, pois, faltado uma capacidade divinatória da transformação (...). Dificilmente se poderá falar de uma originalidade, pois que esta, a que há, consiste apenas em uma faceta anedótica, em uma questão do tratamento do dado humano ambiente, mas singularmente não documental, pois não há documento onde não existe a preocupação da fidelidade, senão da ilustração bonita do assunto. Almeida Júnior será, pois, o pintor, em sua fase caipira, do assunto brasileiro à luz não de condições eufóricas de uma economia ambiente, mas de um temperamento feliz, triunfante, tratando o pitoresco do meio com a liberdade de quem não possui maiores preocupações do que um cromatismo e um material humano etnicamente não aproveitados até então".
Geraldo Ferraz
FERRAZ, Geraldo. Revisões Sobre a Pintura de Almeida Júnior - Diante do Centenário de Artista. Jornal de Noticias, Rio de Janeiro, 7 de maio de 1950. Citado na publicação ALMEIDA Júnior: vida e obra. São Paulo: Art Editora, 1979, pp. 37-38.

"Não é possível entender bem a pintura brasileira anterior ao modernismo sem uma referência à sua atuação, que ajudou a suprimir a monumentalidade das obras, a renovar os assuntos e os personagens, a vincular organicamente as figuras ao ambiente e talvez reformular o tratamento da luz. É com ele que ingressa pela primeira vez na pintura o homem brasileiro (...). A crítica está de acordo quando o aponta como marco divisório incontestável da pintura de cunho brasileiro, mas diverge quando se trata de situar onde, precisamente, se teria processado a inovação. Isto é, a reformulação que provocou no código se deu no nível dos temas, instaurando na pintura um certo regionalismo, ou no nível da notação cromática e luminosa, transpondo para a tela a tão propalada luz brasileira? (...) O que realizou, na esteira não dos impressionistas, como se tem dito, mas dos pintores acadêmicos secundários, foi uma acomodação entre dois sistemas diversos de notação, que coexistiam na mesma época na Europa, um inovador, outro retrógrado, adaptando-os à realidade brasileira".
Gilda de Mello e Souza
Souza, Gilda de Mello e. Pintura brasileira contemporânea: os precursores. Discurso. São Paulo, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, ano V, n.5, 1974, p. 119-29.  Citado na publicação ALMEIDA JÚNIOR: vida e obra. São Paulo: Art Editora, 1979, p. 45.

"Em algumas telas realizadas em São Paulo clareou a paleta, o que era uma inovação para o meio, embora não o fosse para a Europa, como bem observou, entre outros, Gilda de Mello e Souza, pois muitos artistas franceses ficaram nesse meio caminho, entre as inovações impressionistas e as soluções tradicionais. Esta colocação se contrapõe, portanto, à afirmação de autores como Luis Martins, que, em seu ensaio sobre o artista publicado na Revista do Arquivo Municipal, em 1940 (p. 12), declarou que suas telas receberam um colorido mais vivo e luminoso em contato com a natureza tropical do Brasil. Seria, entretanto, influência brasileira, ou aproveitamento de lições francesas, conjugado com uma adaptação ao gosto do povo de sua terra, referendado em suas diversas manifestações (casas, roupas...)? Almeida Júnior, ao retratar a natureza de seu país, denota mais a aplicação de teorias intelectualizadas e absorvidas do que uma embriaguez com o sol e colorido da roça, que o tornariam mais emocional e livre".
Maria Cecília França Lourenço
LOURENÇO, Maria Cecília França. Revendo Almeida Júnior. 1980. 427 f. Dissertação (Mestrado) - Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo - ECA/USP, 1980.

"Em Almeida Júnior a gente sente, em seus últimos trabalhos, a preguiça, o dengue, a entrega sonolenta diante do castigo do sol - uma sugestão irresistível de milharais queimando nas tardes de estio, bambuais se debruçando sobre a água mole dos lagos e um canto melancólico de cigarra (...) Há um espírito brasileiro inequívoco em seus quadros, qualquer coisa de inconscientemente bárbaro e profundo, uma fatalidade de terra moça - que nenhum grande estrangeiro conseguiria traduzir. Ele é o primeiro clássico da nossa pintura. Essa influência da terra, certamente inconsciente, manifestou-se numa circunstância característica a que já me referi: depois de seu regresso ao Brasil, Almeida Júnior modificou completamente o seu colorido, tornando-o mais claro, mais brilhante, mais solar".
Luís Martins
MARTINS, Luís. Almeida Júnior. Revista do Arquivo Municipal. São Paulo, Departamento de Cultura, ano VI, v. LXVI, 1940, p. 5-22. Citado na publicação ALMEIDA Júnior. São Paulo: Círculo do Livro, 1985, p. 9.

"Se dividirmos a produção de Almeida Júnior entre certas composições 'européias' (interiores de ateliê, por exemplo), as de preocupação com a luz, realizadas na Europa ou aqui mesmo, (...), a retratística, e toda a série regionalista que tanto marcou sua contribuição, veremos que o artista, além de apresentar essa empatia com seu entorno natal e desejar projetá-lo, nos oferece também em algumas telas uma fuga do convencionalismo, o que o torna tão atraente até hoje: é o caso de Leitura, ambiente construído para acolher essa figura de mulher placidamente sentada e retida, no espaço e no tempo, sob a mesma solarização mencionada antes. Além disso, atrai-nos em Almeida Júnior sua obra como documento de um momento de transição vivido por sua geração em São Paulo (...). Os artistas da Academia viviam de encomendismo a partir do governo e da burguesia, e Almeida Júnior não era exceção: os retratos inúmeros aí estão a testemunhar sua inserção no sistema. Porém, ao fixar como imagem sua região, seus costumes, em tantas telas, colocando-as no mercado ele está a testemunhar a abertura de uma nova sociedade que assume sua própria realidade, comprando essas obras, simultaneamente ao anseio de europeização que era o dado mais marcante do tempo, somente rompido como modismo pela influência do romantismo que projetou o indigenismo através da literatura, grande influência na pintura brasileira do século XIX. (...) Como só ver sentimentalismo e empatia com seu entorno e não reconhecer que essa motivação o tornou original como obra? Não importa que outros tenham vindo depois, imitando-o com mediocridade em academia regionalista. Almeida Júnior permanece sensível à luz local, manipulando-a com rara mestria ao tirar dela partido do ponto de vista formal. (...) Mas também parece projetar visualmente uma deglutição do impressionismo a partir da cultura e da sensibilidade brasileiras de um tempo de que Almeida Júnior foi, sem dúvida, o porta-voz mais expressivo".
Aracy Amaral
AMARAL, Aracy. A luz de Almeida Júnior. Revista USP. São Paulo, n. 5, p. 57-60, mar. /abr. /maio, 1990.

"Creio que a questão da possibilidade de uma pintura nacional foi em São Paulo mesmo resolvida por Almeida Júnior, que se pode muito bem adotar como precursor, encaminhador e modelo. Os seus quadro, se bem que não tragam a marca duma personalidade genial, estupenda, fora de crítica, são ainda o que podemos apresentar de mais nosso como exemplo de cultura aproveitada e arte ensaiada".
Oswald de Andrade
ANDRADE, Oswald. Em prol de uma pintura nacional. In: ______. Estética e Política. São Paulo: Globo, 1992. [Texto publicado originalmente na revista O Pirralho. São Paulo, 2 jan. 1915, seção Lanterna Mágica].

Exposições Individuais

1885 - São Paulo SP - Individual, na Livraria Garraux
1899 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Enba

Exposições Coletivas

1879 - Paris (França) - Salão de Paris
1880 - Paris (França) - Salão de Paris
1881 - Paris (França) - Salão de Paris
1882 - Paris (França) - Salão de Paris
1884 - Rio de Janeiro RJ - 26ª Exposição Geral de Belas Artes, na Aiba
1893 - Chicago (Estados Unidos) - Exposição Internacional Colombiana - medalha de ouro
1894 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1895 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1895 - São Paulo SP - Almeida Júnior e Pedro Alexandrino, no Ateliê Almeida Júnior
1897 - Rio de Janeiro RJ - 4ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1897 - São Paulo SP - Primeira exibição pública da obra Partida da Monção, na Rua do Paredão (atual Xavier de Toledo)
1898 - Rio de Janeiro RJ - 5ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1899 - Rio de Janeiro RJ - Exposição Geral de Belas Artes, na Enba

Exposições Póstumas

1900 - São Paulo SP - Exposição Almeida Júnior - Homenagem da Comissão de Amigos, organizada pelo doutor José Maurício Sampaio Viana, com 130 telas. A importância arrecadada é destinada para a construção de um monumento em memória do artista
1940 - São Paulo SP - Exposição Retrospectiva: obras dos grandes mestres da pintura e seus discípulos
1946 - São Paulo SP - 12º Salão Paulista de Belas Artes, na Galeria Prestes Maia
1950 - Rio de Janeiro RJ - Um Século da Pintura Brasileira: 1850-1950, no MNBA
1950 - Bahia - Um Século da Pintura Brasileira: 1850-1950
1950 - Pernambuco - Um Século da Pintura Brasileira: 1850-1950
1950 - Paraíba - Um Século da Pintura Brasileira: 1850-1950
1950 - São Paulo SP - Centenário do Nascimento de Almeida Júnior - comemoração organizada pelo governo do Estado de São Paulo
1950 - Itu SP - Centenário do Nascimento de Almeida Júnior - comemoração organizada pelo governo do Estado de São Paulo
1950 - Piracicaba SP - Centenário do Nascimento de Almeida Júnior - comemoração organizada pelo governo do Estado de São Paulo
1950 - Campinas SP - Centenário do Nascimento de Almeida Júnior - comemoração organizada pelo governo do Estado de São Paulo
1950 - Araraquara  SP - Centenário do Nascimento de Almeida Júnior - comemoração organizada pelo governo do Estado de São Paulo
1950 - Marília SP - Centenário do Nascimento de Almeida Júnior - comemoração organizada pelo governo do Estado de São Paulo
1950 - Guaratinguetá SP - Centenário do Nascimento de Almeida Júnior - comemoração organizada pelo governo do Estado de São Paulo
1950 - Rio de Janeiro RJ - Centenário do Nascimento de Almeida Júnior - comemoração organizada pelo governo do Estado de São Paulo
1953 - São Paulo SP - 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados
1954 - Piracicaba SP - 2º Salão de Belas Artes de Piracicaba, no Departamento Municipal de Cultura de Piracicaba - homenageado
1960 - São Paulo SP - 25º Salão Paulista de Belas Artes, na Galeria Prestes Maia - homenageado
1970 - São Paulo SP - Pinacoteca do Estado de São Paulo 1970, na Pinacoteca do Estado
1976 - Itu SP - 1º Salão de Artes Plásticas de Itu, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Nossa Senhora do Patrocínio - homenageado
1976 - São Paulo SP - O Retrato na Coleção da Pinacoteca, na Pinacoteca do Estado
1978 - São Paulo SP - A Paisagem na Coleção da Pinacoteca, na Pinacoteca do Estado
1980 - São Paulo SP - A Paisagem Brasileira: 1650-1976, no Paço das Artes
1981 - Curitiba PR - Obras do Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, no Solar do Rosário
1983 - São Paulo SP - Projeto Releitura, na Pinacoteca do Estado
1984 - Itu SP - Lembrando Nosso Pintor Ituano em seu 134º Aniversário, na Carlos Magazine
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - São Paulo SP - 100 Obras Itaú, no Masp
1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1986 - São Paulo SP - Dezenovevinte: uma virada no século, na Pinacoteca do Estado
1986 - São Paulo SP - Seis Tempos: 80 anos, na Pinacoteca do Estado
1987 - São Paulo SP - O Brasil Pintado por Mestres Nacionais e Estrangeiros: séculos XVIII - XX, no Masp
1988 - São Paulo SP - Brasiliana: o homem e a terra, na Pinacoteca do Estado
1989 - Fortaleza CE - Arte Brasileira dos Séculos XIX e XX nas Coleções Cearenses: pinturas e desenhos, no Espaço Cultural da Unifor
1990 - Santos SP - Almeida Júnior: 140 anos, no Centro Cultural Patrícia Galvão
1991 - São Paulo SP - O Desejo na Academia: 1847-1916, na Pinacoteca do Estado
1992 - Itu SP - Semana Almeida Júnior, no Espaço Cultural Almeida Júnior
1992 - Rio de Janeiro RJ - Natureza: quatro séculos de arte no Brasil, no CCBB
1992 - São Paulo SP - Almeida Júnior na Pinacoteca, na Pinacoteca do Estado
1994 - São Paulo SP - Um Olhar Crítico sobre o Acervo do Século XIX, na Pinacoteca do Estado
1998 - Rio de Janeiro RJ - Imagens Negociadas: retratos da elite brasileira, no CCBB
1998 - São Paulo SP - Iconografia Paulistana em Coleções Particulares, no Museu da Casa Brasileira
2000 - Porto Alegre RS - De Frans Post a Eliseu Visconti: acervo Museu Nacional de Belas Artes - RJ, no Margs
2000 - São Paulo SP - 51º Salão Paulista de Belas Artes, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo - homenageado
2000 - São Paulo SP - A Figura Humana na Coleção Itaú, no Itaú Cultural
2000 - São Paulo SP - Almeida Júnior: um artista revisitado, na Pinacoteca do Estado
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal
2001 - São Paulo SP - 30 Mestres da Pintura no Brasil, no Masp
2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural
2002 - Brasília DF - Barão do Rio Branco: sua obra e seu tempo, no Ministério das Relações Exteriores. Palácio do Itamaraty
2002 - São Paulo SP - Imagem e Identidade: um olhar sobre a história na coleção do Museu de Belas Artes, no Instituto Cultural Banco Santos

Fonte: Itaú Cultural

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