
Samson Flexor (1907 - 1971)
Biografia
Samson Flexor (Soroca1, Bessarábia, Rússia 1907 - São Paulo SP 1971). Pintor, desenhista, muralista, professor. Viaja para a Bélgica em 1922, onde estuda química e cursa pintura na Académie Royale des Beaux-Arts [Academia Real de Belas Artes]. Muda-se para Paris em 1924 e faz o curso livre da Ecole Nationale Supérieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes], orientado por Lucien Simon (1861-1945). Paralelamente, cursa história da arte na Sorbonne. Em 1926, freqüenta as academias La Grande Chaumière e Ranson, onde recebe aulas de Roger Bissière (1886-1964). No ano seguinte, realiza a primeira exposição individual, na Galeria Campagne Première, em Paris. Em 1929, participa da fundação do Salon des Surindépendants, atuando como diretor até 1938. Quando se converte ao catolicismo em 1933, passa a executar pinturas murais de cunho religioso. Membro da Resistência Francesa, durante a II Guerra Mundial (1939-1945), é forçado a fugir de Paris. Nesse período, suas pinturas tornam-se sombrias e inicia estudos expressionista e cubistas sobre a Paixão de Cristo. Em 1946, realiza viagem ao Brasil e expõe na Galeria Prestes Maia, em São Paulo, e em 1948, fixa-se na cidade. Motivado pelo crítico Léon Dégand (1907-1958), então diretor do Museu de Arte Moderna (MAM/SP), aproxima-se do abstracionismo geométrico e cria, em 1951, o Atelier-Abstração, tendo como alunos Jacques Douches (1921), Norberto Nicola (1930-2007), Leopoldo Raimo (1912), Alberto Teixeira (1925) e Wega Nery (1912-2007), entre outros. Em meados da década de 1960 aproxima-se da abstração lírica e da figuração.
Nota
1 Em 1812, com a assinatura do Tratado de Paz entre os impérios Russo e Turco, a parte oriental da Moldávia, situada entre os rios Prut e Nistru, chamada Bessarábia, e onde se localiza a cidade de Soroca, é anexada ao Império Russo, tornando-se uma província da Rússia até 1918. Nesse ano, os bessárabes decidem se unir à Romênia. Esta união dura até 1940, ano em que o país é anexado pela União Soviética, como consequência do Pacto Ribbentrop-Molotov, de 1939. A Moldávia funciona como uma entidade territorial dentro da ex-União Soviética até 1991, quando declara sua independência.
Fonte: Itaú Cultural
Atualizado em 19/04/2011
De origem franco-romena, em sua formação em Paris especializou-se em pintura mural e em arte sacra, tendo cursado a Escola Nacional de Belas-Artes e a Academia Ranson, convivendo com o meio artístico parisiense durante mais de vinte anos.
Chegando ao Brasil na década de 40, a atividade artística de Flexor se identifica com a fundação, pelo pintor, do Ateliê Abstração, que formaria grande número de pintores interessados na tendência.
Apesar de residir no Brasil, Flexor realizava regularmente exposições individuais por diversas capitais da Europa, tendo participado de seis bienais de São Paulo, da Bienal de Veneza e da Bienal de Tóquio.
Na imagem «Aos pés da cruz» (acima, óleo sobre tela) a composição é realizada com a predominância de tons sombrios, cortada por diagonais com uma linha curva sinuosa ascendente, envolvendo as duas figuras femininas em pranto, aos pés da cruz.
Esta tela é bem representativa de período em que Flexor já evidencia a estilização que o conduziria à abstração geométrica.
Fonte: Museus Brasileiros, vol. 6, Edição Funarte, Rio, 1982.
Críticas
“(…) Como todo pintor em que a inteligência criativa não se afasta ou sucumbe à força instintiva, o desenho sempre foi nele de importância decisiva. Pode-se dizer que Flexor foi, desde o seu começo de pintor, um descendente direto do cubismo sintético. Suas grandes composições figurais ou de temas sacros devem as estruturas complexas à experiência cubista da segunda vaga parisiense, na predominância dos planos sobre tudo o mais. Quando entrou ele na fase geométrica, esses planos se tornaram autônomos de qualquer idéia representativa, passando a entrosar-se ou por um partido ortogônico ou por um partido diagonal. A complexidade estrutural da composição absorvia o artista de tal modo que a cor era, apenas, em geral, uma suplementação em rosa ou em verde ou em qualquer outro semitom ao branco”.
Mário Pedrosa
“Em 1963 Jacques Lassaigne referiu-se à sua arte como uma ‘síntese equilibrada entre a construção e o lirismo", e René Deroudille, em 1965, assim comentou sua evolução: ‘(…) suas primeiras obras brasileiras, dedicadas às abstrações tropicais, traduzem um lirismo formal e colorido, seguido por um momento de serenidade no qual, guiado pelas opções religiosas, Samson Flexor atinge uma síntese expressiva (…) Vem em seguida um período de abstração fria e criativa, próxima do construtivismo e das preocupações óticas e ambíguas da op art. Finalmente, é o levantamento do vôo para as pesquisas muito atuais, onde o olho ‘escuta" as pulsações dos elementos e faz eclodir, na extensão da tela, estranhas crateras, flores venenosas, ondas indomadas, signos de uma tonalidade plástica e poética à qual aspira Samson Flexor". Referindo-se a seus últimos trabalhos, disse Clarival Valadares, em 1968: ‘No exemplo de Flexor, após atingir um nível insuperável de virtuosismo na técnica de superposição e de diafanização tonal, sob rígida ordenação das unidades formais (…) vêmo-lo transpor-se para a configuração de algo da condição humana (…)" “.
Roberto Pontual
“Afirma Flexor que sua orientação decisiva no sentido da abstração decorre não somente de um processo intelectual mas também da contemplação cotidiana do espetáculo que oferece o desenvolvimento frenético de São Paulo, ‘onde tudo tende para o futuro e clama seu desprezo pelo passado colonial". Haveria assim, em seu sentir, uma ligação íntima entre as forças progressistas da civilização e as realizações dos pintores. Estes, libertados da imitação da natureza, emancipados das convenções e das tradições, seriam a expressão natural da civilização atômica. (…)
No caso de Flexor, derive ou não a sua pintura da sua fixação em São Paulo, não a julgaremos por esse prisma, mesmo porque jamais teve ele a intenção de interpretar o que quer que seja. Temos de encará-la como pintura simplesmente, verificando o que nos traz de novo, que soluções apresenta, até que ponto foge das chapas, das convenções dos truques. Tem ela como ponto de partida e com solução mais imediata a composição geométrica, jogo de retângulos ou de círculos, de linhas diagonais, verticais e horizontais em equilíbrio harmônico e no entanto movimentado. E concomitantemente a expressão colorística pelo matiz, em acordes mais requintados do que exigiam os neoplasticistas.
Mas Flexor não quer perder em sua disciplina as soluções mais líricas do hedonismo abstracionista, porque não deseja empobrecer a pintura, enrijecendo-a, e ei-lo a dar à matéria especial cuidado.
Nem concretista nem hedonista, mas pessoal e lírico, embora disciplinado em seu abstracionismo, mostra Flexor quanto pode ser livre e complexa uma tendência que tantos já acusam de acadêmica, mal principiou a produzir alguns frutos saborosos. Uma qualidade tem em todo caso – e indiscutível – a autenticidade, pois o que caracteriza a autenticidade na arte, pintura, música ou arquitetura, é estar a obra intimamente ligada à sua época”.
Sérgio Milliet
“Samson Flexor foi um desses artistas autônomos, que buscava um caminho sem compromissos. Considerado o mais importante introdutor do abstracionismo no Brasil, aqui atua como professor, conferencista e artista plástico. Para Flexor, vida e arte caminham sempre juntas em suas próprias palavras: ‘Vou tentar traduzir, assim como eu o sinto, o relacionamento que existe neste triângulo: artista, vida, obra, triângulo cuja base é dada pelos pontos artista e vida, sendo obra o ponto culminante… ‘ É significativo que expresse suas idéias em termos geométricos. Flexor elabora, em seguida, uma síntese de toda a história da arte, que lembra os manifestos das vanguardas, hoje já históricas, e suas posições básicas. Na pintura e na arte em geral ‘o que mais comove é e permanece… essa tendência Prometheana de vagar beirando os abismos, ultrapassando os limites do possível". As obras de arte são ‘cristalização do pensamento e das aspirações da humanidade em via de realização… testemunho da nossa dignidade e do desejo imperecível do homem de reter a vida universal, que lhe escapa a todo instante, na tentativa de defini-la para sempre". Finalmente, a história da arte chega em nossos dias ‘a esta autonomia… que chamamos ARTE ABSTRATA – abstrata a tudo que não seja ela mesma… ‘ Flexor cita Kandinsky, Delaunay, Mondrian, Paul Valery e muitos outros artistas e intelectuais que romperam com toda tradição, em busca de uma inovação capaz de dar expressão legítima a novas situações. Significativamente, Flexor, que começa a lecionar desde sua chegada definitiva a São Paulo, em 1948, vai inaugurar o seu Atelier Abstração oficialmente no ano da instauração das Bienais Paulistas, em 1951. Sem dúvida cabe a ele o papel pioneiro entre os abstracionistas brasileiros que divulgam esta tendência, considerando-se que as idéias abstratas na arte só começam a ser aqui introduzidas a partir da 1ª e 2ª Bienal Internacional de São Paulo”.
Alice Brill
“Deve-se assinalar, porem, que a arte de Flexor nunca atingiu, como expressão pictórica, o radicalismo que se manifesta em suas idéias. Se é verdade que foi o pioneiro da tendência abstrata no Brasil, trabalhou como pintor dentro de determinados limites, que os concretos e particularmente os neoconcretos ultrapassaram amplamente. Isso se explica, dentre outros fatores, pelo caminho anterior percorrido pela pintura de Flexor, diverso das tendências geométricas que geraram a arte concreta: o abstracionismo de Flexor tem origem no neocubismo e na Escola de Paris, enquanto o concretismo brasileiro bebeu em Max Bill e nas teses da Escola de Ulm. A diferença está visível nas etapas que Flexor percorreu para chegar à abstração, que vão da estilização das figuras à gradativa eliminação das alusões figurativas, enquanto a pintura concreta já parte de formas geométricas puras, livres de qualquer referência ao mundo exterior”.
Ferreira Gullar
“Talvez um dos pontos mais altos da obra de Flexor tenha sido, justamente, aquela série de trabalhos produzidos no final doa anos 40. Ali o artista, sem dúvida impactado com as formulações propostas pela abstração lírica – então se alastrando ferozmente pela Europa e Estados Unidos -, experimenta igualmente certas soluções conseguidas pelo Picasso surrealista e por certas ‘liberdades" advindas da prática do automatismo psíquico. Suas cabeças, suas créoles, suas paisagens e naturezas-mortas demonstram como o artista trafega livre entre a estrutura geométrica do plano pictórico e a sensualidade do gesto, às vezes afirmativo e másculo, às vezes ornamental, repleto de um sincero erotismo. O exímio pintor – detentor de um domínio da técnica pictórica até então poucas vezes encontrada no Brasil -, então, trafega solto por uma poética abstratizante, cujo caráter conciliatório entre a figuração e abstração absolutamente não representa uma fraqueza, mas sim um modo de resolver, pela estratégia da fusão gestual, aquilo que, para muitos, seria impossível”.
Tadeu Chiarelli
Depoimento (Livro Flexor)
Jacques Douchez – Janeiro 1990
Pode parecer artificial explicar a posteriori as fases sucessivas de um artista ligando-as por um fio condutor que lhes assegure uma continuidade satisfatória para o espírito. Como é que Flexor, o pintor das amplas composições geométricas, matematicamente construidas, dentro do cromatismo refinado dos anos de 1950, pôde conceber os Bípedes dos anos de 1960, reflexos igualmente pesados e evanescentes de não sei que subumanidade entrevista no limiar do pesadelo? Ou melhor, como é que o Flexor sereno desses anos de 1950 pôde criar ao mesmo tempo essa admirável e trágica série de Paixão de Cristo que nos mergulha num universo de dor e crueldade? Reunidos na mesma sala de um museo imaginário, esses diferentes aspectos
do gênio do artista desorientam com certeza aquele que, sob realizações plásticas tão diversas, pretendese descobrir o fio secreto que os une, a personalidade profunda do homem Flexor.
Esse problema não existiria para seus amigos, seus familiares, aos quais ele expunha com uma admirável lucidez a motivação de suas obras. Para Flexor, nada dessas contradições, comuns a certos artista que,
incapazes de assegurar a unidade do seu ser, passam febrilmente de um estilo a outro, renegando hoje o credo estético do qual eram ontem os campeões. O mesmo Flexor estava sempre ali, coerente, lúcido, verdadeiro. No entanto, sua personalidade, sua cultura, eram tão ricas que ele podia, como músico que era, dosar suas sonoridades ao sabor de suas preocupações intelectuais, do seu estado d"alma e, na última fase de sua vida, de seu estado de saúde.
O pintor Flexor que, após os sofrimentos da guerra, vinha, em 1948, tentar uma nova vida no Brasil, fora fortemente marcado por sua formação francesa, intelectual e artística. Exatamente como seu grande amigo brasileiro Sérgio Milliet, assíduo leitor de Montaigne, ele era antes de mais nada um humanista, um ser ávido de conhecer tudo que se refere ao homem. Nada escapava à sua sede de saber: as matemáticas, a filosofia, a música e, naturalmente, as artes plásticas. Como os grandes mestres da Renascença, ele achava que num quadro o Belo só poderia ser atingido submetendo a composição a relações matemáticas privelegiadas, como a seção áurea, por exemplo.
Seu temperamento ardente, intelectualmente inquieto, o conduzia a levar suas experiências pictóricas às últimas consequências. Não se tratava do “quadrado branco em fundo branco” de Malevitch, mas de algo semelhante, mais rigoroso talvez. Excelente pianista, maravilha-se com a organização racional de uma sonata de Bach, e queria que seus quadros fossem similarmente composto. Falava, no fundo, uma linguagem próxima da de Piero della Francesca: porém, nele, somente as estruturas “abstraídas” da realizade permaneciam. Esse rigorismo intelectual dominava os arroubos de uma sensibilidade, por vezes revelada pelo lirismo de certos esboços preparatórios, a lápis. Um tema religioso podia no entanto liberá-lo do hedonismo apolíneo adquirido em Paris. Teremos então a notável série da Paixão de Cristo, pungente grito em que se misturam a dor do cristão diante da morte do Filho do Homem, a do judeu, que conheceu a opressão totalitária, e a do homem esmagado por sua condição. É, no entanto, bem Flexor. A composição expressionista, barroca mesmo (Jesus entre os dois ladrões), é sábia, e o cromatismo obedece às regras da liturgia e ao simbolismo psicológico tradicional.
Mas nada do que é humano lhe indiferente. Uma grande ruptura cultural prepara-se nesses anos de pós-guerra. Paris e suas exigências de equilíbrio racional esvanecem-se diante da nova geração americana ébria de incontrolados ardores. É 1957, Flexor conhece Nova York, os exageros da action painting e os meandros da caligrafia orietal. Que imagem do Homem e arte lhe irá dar? Flexor é excessivamente comedido para entregar-se à liberdade do traço e da pincelada. Domina muito bem sua técnica para esquecê-la um momento sequer. É em seus esboços ou nas suas aquarelas que ele pode mais sinceramente caminhar rumo à espontaneidade, à expressão gestual. Nas grandes composições a óleo, mais logamente elaboradas, a emoção do grafismo ou a mancha cede um pouco diante da dureza e da perfeição do cristal. Aproxima-se o fim. O artista tem apenas 64 anos, mas o ardente apóstolo da abstração geométrica, o líder, está cansado. Cansado daquilo que ele julgava ser a incompreensão dos meios artísticos, cansado pela doença de que iria morrer. Pela primeira vez, Flexor se entrega – sabê-lo-ia? – a seus demônios interiores. Sua pintura quer reencontrar
as composições amplas da grande época mas não são as formas vigorosas, geométricas, com a cores luminosas de outrora são vastas zonas lívidas, orladas de cordões de massa, trabalhadas com a espátula. A coerência matemática deu lugar a uma outra lógica: as grandes manchas organizam-se em obessões figurativas, gigantes esmagados, seres pesados e invertebrados, que surgem do pincel fatigado, um pincel que se recusa a renunciar. O mestre de outrora, que passava, cheio de entusiasmo, do piano ao cavalete, é agora o homem enfraquecido, que às vezes, lágrimas nos olhos, volta à sua tela em que nascem esses Bípedes, imagens ao mesmo tempo poderosas e miseráveis de uma vida que o abandona. Aqui e acolá, ainda uma nota vibrante: um pequeno retângulo bem geométrico, vigorosamente colorido, negro às vezes [...]
Exposições Individuais
1927
Paris (França) – Primeira individual, na Galerie Campagne Première
1928
Paris (França) – Individual, na Galerie Jeune Peinture
1929
Bruxelas (Bélgica) – Individual, na Galerie Le Cadre
Paris (França) – Individual, na Galerie Jeune Peinture
1930
Paris (França) – Individual, na Galeria George Dupuis
1933
Paris (França) – Individual, na Galerie Jeune Peinture
1935
Paris (França) – Individual, na Galerie A. Barreiro
1937
Paris (França) – Individual, na Galeria La Fenêtre Ouverte
1939
Paris (França) – Individual, na Galerie Carmine
1946
Paris (França) – Individual, na Galerie Carmine
São Paulo SP – Individual, na Galeria Prestes Maia – Salão Almeida Júnior
1948
Paris (França) – Flexor: peintures et dessins, na Galerie Roux-Hentschel
São Paulo SP – Individual, na Galeria Domus
1950
São Paulo SP – Individual, na Galeria Domus
São Paulo SP – Individual, no MAM/SP
1952
Salvador BA – Individual, na Galeria Oxumaré
São Paulo SP – Individual, na Livraria Francesa – Sociedade Inter-Franco-Brasil
São Paulo SP – Um Vitral de Flexor, no MAM/SP
1953
Santos SP – Individual, na Associação Franco-Brasileira
1954
São Paulo SP – Individual, no MAM/SP
1955
Rio de Janeiro RJ – Individual, no MAM/RJ
1956
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Montmartre-Jorge
1957
Nova York (Estados Unidos) – Individual, na Roland de Aenlle Gallery
1958
São Paulo SP – Individual, na Galeria de Arte das Folhas
1960
Belo Horizonte MG – Individual, no MAP
São Paulo SP – Individual, na Galeria São Luís
1961
Campinas SP – Individual, na Galeria Aremar
Rio de Janeiro RJ – Individual, no MAM/RJ
São Paulo SP – Individual, no MAM/SP
São Paulo SP – Individual, na Casa do Artista Plástico
São Paulo SP – Individual, no MAM/SP
1962
Montevidéu (Uruguai) – Individual, no Ministério de Instrucción Publica y Prevision Social
São Paulo SP – Individual, na Galeria Astréia
1963
Düsseldorf (Alemanha) – Individual, na Galeria Gunar
Kassel (Alemanha) – Individual, na Kasseler Kunstverein
Lisboa (Portugal) – Individual, na Embaixada do Brasil
Paris (França) – Samson Flexor: peinture et aquarelles récentes, na Galerie George Bongers
Stuttgart (Alemanha) – Individual, na Galerie Hans Maercklin
1964
Lisboa (Portugal) – Individual, na Câmara do Comércio do Brasil em Portugal
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino
São Paulo SP – Obras Recentes de Flexor, na Galeria São Luís
1965
Genebra (Suíça) – Individual, no Museu Rath
1966
Santos SP – Individual, no Clube de Arte
São Paulo SP – Individual, na Chelsea Art Gallery
São Paulo SP – Individual, na Galeria 4 Planetas
1967
São Paulo SP – Flexor 1947-1967, no Banco de Minas Gerais
1968
Rio de Janeiro RJ – Flexor: 30 anos de pintura, no MAM/RJ
1969
São Paulo SP – Individual, na Documenta Galeria de Arte
1970
Campinas SP – Individual, na Galeria Girassol
São Paulo SP – Individual, na Chelsea Art Gallery
Exposições Coletivas
1927
Paris (França) – 20º Salão de Outono, no Grand Palais
1929
Paris (França) – 40º Salon des Indépendants, na Société des Artistes Indépendants
Paris (França) – Salão de Outono, no Grand Palais
Paris (França) – Salon des Tuilleries
1930
Paris (França) – Exposição, no Les Surindépendants
Paris (França) – Salão de Outono, no Grand Palais
1932
Paris (França) – Salon des Échanges
1933
Bruxelas (Bélgica) – Dispensaire des Artistes
1934
Paris (França) – Salon des Échanges, no Parc des Exposition, Porte de Versailles
1935
Nevers (França) – Exposição, na Galerie d"Art Jack
Paris (França) – Salon des Échanges, no Parc des Expositions, Porte de Versailles
1936
Paris (França) – Salon des Tuilleries
1937
Paris (França) – Prêmio Paul Guillaume, na Galeria Berheim Jeune
Paris (França) – Exposição Universal de Paris, no Pavillon d"Art Français
Paris (França) – Salon des Échanges, no Parc des Expositions, Porte de Versailles
1938
Nevers (França) – 26ª Exposition du Groupe d"Emulation Artistique du Nivernais
Paris (França) – 8ª Salon des Échanges, no Parc des Exposition, Porte de Versailles
Paris (França) – Exposição, na Maison de La Culture
Paris (França) – Salon des Tuilleries
1939
Paris (França) – Prêmio Paul Guillaume, na Galeria Berheim Jeune
1940
Normandia (França) – Salon des Artistes Bas-Normands
1946
Paris (França) – Artistes de la Résistence, no Musée d"Art Moderne de la Ville de Paris
1949
São Paulo SP – 13º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos
São Paulo SP – Do Figurativismo ao Abstracionismo, no MAM/SP
1950
São Paulo SP – Composição sobre os Temas da Paixão, no MAM/SP
1951
Salvador BA – 3º Salão Baiano de Artes Plásticas
São Paulo SP – 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon
São Paulo SP – 1º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
São Paulo SP – Exposição, na Livraria Francesa
1952
Havana (Cuba) – 2ª Bienal Hispano Americana
Rio de Janeiro RJ – 1º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
Santiago (Chile) – Exposição Francesa, na Universidad de Santiago do Chile
1953
Caracas (Venezuela) – Salão Pan-americano
São Paulo SP – 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados
São Paulo SP – Atelier Abstração, no IAB/SP
1954
São Paulo SP – Atelier Abstração, no MAM/SP
Veneza (Itália) – 27ª Bienal de Veneza
1955
Montevidéu (Uruguai) – Exposição de Arte Brasileira
Paris (França) – Mostra de Arte Brasileira, na Maison de L"Amerique Latine
São Paulo SP – 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão das Nações
São Paulo SP – Atelier Abstração, no Instituto Mackenzie
1956
São Paulo SP – 50 Anos de Paisagem Brasileira, no MAM/SP
São Paulo SP – Atelier Abstração, no MAM/SP
1957
Buenos Aires (Argentina) – Arte Moderna no Brasil, no Museo de Arte Moderno
Lima (Peru) – Arte Moderna no Brasil, no Museo de Arte
Paris (França) – 50 Ans de Peinture Abstraite, na Galerie Creuze
Rosário (Argentina) – Arte Moderna no Brasil, no Museo Municipal de Bellas Artes Juan B. Castagnino
Santiago (Chile) – Arte Moderna no Brasil, no Museo de Arte Contemporáneo
São Paulo SP – 12 Artistas de São Paulo, na Galeria de Arte das Folhas
São Paulo SP – 4ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1958
Nova York (Estados Unidos) – Atelier Abstração of São Paulo, na Roland de Aenlle Gallery
1959
Leverkusen (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
Munique (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa, na Kunsthaus
Viena (Áustria) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1960
Concórdia SC – Salão de Belas Artes do Clube Concórdia
Hamburgo (Alemanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
Kassel (Alemanha) – Arte Brasileira da Atualidade
Lisboa (Portugal) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
Madri (Espanha) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
Paris (França) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
São Paulo SP – Coleção Leirner, na Galeria de Arte das Folhas
Teresópolis RJ – Exposição de Arte Contemporânea, na Prefeitura Municipal de Teresópolis
Utrecht (Holanda) – Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa
1961
Rio de Janeiro RJ – 10º Salão Nacional de Arte Moderna
Rio de Janeiro RJ – Coletiva, no MAM/RJ
São Paulo SP – 10º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia – medalha de ouro
São Paulo SP – 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1962
Curitiba PR – Salão do Paraná, na Biblioteca Pública do Paraná
Kassel (Alemanha) – Brasilianische Kunstler der Gegenwart, na Kasseler Kunstverein
São Paulo SP – 11º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia
São Paulo SP – Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf, no MAM/SP
1963
Berlim (Alemanha) – Sudamerikanische Malerei der Gegenwart, na Akademie der Kunste
Campinas SP – Pintura e Escultura Contemporâneas, no Museu Carlos Gomes
1964
Paris (França) – Salon Comparaisons, no Musée d"Art Moderne de la Ville de Paris
1965
Osaka e Sakata (Japão) – Coletiva, na Galeria Nunu e no Honma Art Museum
1966
Osaka (Japão) – International Society of PlasticAudiovisual Arts
Paris (França) – Artistes Brésiliens de Paris, na Galeria Debret
São Paulo SP – Coletiva, no MAC/USP
São Paulo SP – Manchas, na Galeria 4 Planetas
São Paulo SP – Três Premissas, no MAB/Faap
1967
Montevidéu (Uruguai) – Exposição de Arte Brasileira
São Paulo SP – 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1968
Rijeka (Iugoslávia, atual Croácia) – Exposition Internationale des Dessins Originaux, no Museum of ModernContemporary Art
São Paulo SP – 17º Salão Paulista de Arte Moderna
1969
Rio de Janeiro RJ – 7º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ
São Paulo SP – 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
São Paulo SP – Os 5 Grandes, no Banco Nacional, organizado pela Chelsea Art Gallery
1970
Montevidéu (Uruguai) – 1ª Bienal do Uruguai – grande prêmio pan-americano de pintura
Sakata (Japão) – International Society of PlasticAudiovisual Arts
São Paulo SP – 2º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
São Paulo SP – Coletiva, na Galeria Azulão
1971
São Paulo SP – 11ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
São Paulo SP – Obras de Artistas Brasileiros Doadas ao Museu de Arte Contemporânea de Skopje, no Paço das Artes
Samson Flexor