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Siron Franco

 

  BIOGRAFIA
Siron Franco
Siron Franco Vida, biografia e trajetória
Siron Franco (1947)

Biografia



Gessiron Alves Franco (Goiás Velho GO 1947). Pintor, escultor, ilustrador, desenhista, gravador e diretor de arte. Muda-se para Goiânia em 1950, onde estuda pintura com D. J. Oliveira e Cleber Gouvêa, em 1960, ano em que também é aluno-ouvinte da Escola de Belas Artes da Universidade Católica de Goiânia. Entre 1969 e 1971, freqüenta os ateliês de Bernardo Cid e Walter Levy, em São Paulo, integrando o grupo que faz a exposição Surrealismo e Arte Fantástica, na Galeria Seta. Em 1975, com o prêmio viagem ao exterior, reside entre capitais européias e o Brasil. Em 1979, inicia o Projeto Ver-A-Cidade, realizando diversas interferências no espaço urbano de Goiânia. Entre 1985 e 1987, faz direção de arte para documentários de televisão como Xingu, concebido por Washington Novaes, premiado com medalha de ouro no Festival Internacional de Televisão de Seul. Desde 1986, realiza monumentos públicos, baseados na realidade social do país. Entre 1992 e 1997, ilustra vários livros, como O Desafio do Branco, de Antonio Carlos Osório, O Forasteiro, de Walmir Ayala, e Contos que Valem uma Fábula: História de Animais Animados, de Katia Canton, entre outros.

Fonte: Itaú Cultural

Atualizado em 29/08/2006

Siron Franco nasceu em Goiás Velho no dia 25 de julho de 1947.

Em 16 de janeiro de 1950 , mudou-se para Goiânia, indo residir numa zona de classe média baixa, Bairro Popular. Foi exatamente nessa localidade onde se deu o desastre com o Césio-137, em 1987.


Em 1959 a primeira obra conhecida de Siron. Não se sabe ao certo quando Siron começou a ter contato com as artes visuais ou quando passou a demonstrar certo interesse nesta direção. Sabe-se, no entanto, que, em Goiânia, as pessoas de classe média costumavam decorar as paredes de suas casas com reproduções ruins e baratas dos mestres europeus – da Renascença ao Impressionismo. Possivelmente, teriam sido essas reproduções o primeiro contato que teve Siron com as artes visuais. Na casa de seus pais havia, por exemplo, uma reprodução da Última Ceia de Leonardo Da Vinci. Configurando esse fato como sendo o primeiro contato de Siron com as artes visuais, não há como precisar a data em que ele começou a pintar. Nesse ano numa curta viagem de seus pais, Siron pintou a Última Ceia na parede de sua casa.

Um ano depois em 1960, Siron passou a freqüentar o Estúdio ao Ar Livre, supervisionado por dois pintores locais, D.J. Oliveira e Cleber Gouvêa. Como lhe faltassem tempo e meios para bancar as aulas de pintura, não teve um envolvimento muito singular com esse estabelecimento. Talvez estivesse lá apenas como observador. Foi nesse local que encontrou, além da grande ajuda dos pintores citados, o pintor Confaloni, o fundador da primeira escola de belas-artes de Goiânia e seu primeiro mentor.

Em 1961 começa a trabalhar numa editora, emprego que lhe permite conseguir uma coisa cara para ele: o papel.

Entre 1962 a 1966 sem emprego fixo e estabilidade financeira, Siron aprendia sozinho a dominar a técnica do desenho e, de forma já não tão autodidata, a da pintura. Seu método se baseava na observação e experimentação. Começou a manter-se como retratista, pintando quadros a óleo, técnica que domina, mas raramente faz uso dela.


Aceitava encomendas como desenhista gráfico e até mesmo qualquer trabalho que surgisse.
No ano de 1967, Siron pintou a mulher do governador de Goiás. Com esse trabalho, sua reputação de retratista cresceu e expandiu-se até Brasília, onde retratava as figuras da alta sociedade.
Nesse ano, Siron fez sua primeira exposição individual de desenhos, no Hotel Bandeirante. Submeteu três desenhos em nanquim à comissão julgadora da Segunda Bienal da Bahia.

Um ano depois Siron expôs as três obras aceitas na Segunda Bienal da Bahia: Cavalo de Tróia, Fim de Todos e Morte aos Primogênitos. Na noite de abertura, a Bienal inteira foi fechada pelo regime militar e duas de suas obras foram destruídas, sobrevivendo apenas o Cavalo de
Tróia que recebeu o Prêmio de Aquisição.

Em 1969 realizou sua segunda exposição individual na Fundação Cultural de Brasília, onde expôs desenhos e pinturas. Nessa fase, Siron começou a pintar temas sacros, em especial Madonas, que era mercadoria muito vendável e aceita nos países latinos. Esses rendimentos permitiam a Siron certa liberdade financeira para desenvolver sua própria obra que, na época, carecia ainda de definição e era invendável.

Em 23 de março de 1970 , muda-se para São Paulo.
Trabalhou com Bernardo Cid e Walter Levy. Fez, nessa época, alguns trabalhos que ele denominou “Era das Máquinas”. Conhece O Museu de Arte Moderna de São Paulo (MASP).
Participa de uma coletiva integrando o grupo que faria a exposição “Surrealismo e Arte Fantástica” na Galeria Seta de São Paulo, onde apresentou as obras Eros e Tánatos.

Em 1971, Siron volta com sua família para Goiânia. Preparou trinta telas que enviou ao Iate Clube, no Rio de Janeiro, onde faria sua primeira exposição individual naquela cidade.

Em novembro de 1972, ele expôs 42 obras no Iate Clube do Rio de Janeiro. Nessa época as obras de Siron tiveram um grande defensor em Walmir Ayala, escritor e crítico de arte na seção cultural do Jornal do Brasil. Em seu artigo “O Pesadelo Tecnológico”, ele diz: “A cibernética, o sonho tecnológico, são as forças motrizes do maduro surrealismo de Siron, que tem em Bosch e na pintura flamenga como entre Deus e sua criação, a semelhança foi sendo desfocada por este poderoso artista goiano e o Bosch se viu ampliado e sertanejamente interpretado”.


Em 1973 abandona o estilo hiper-realismo para pintar figuras isoladas, deformadas, sugerindo fetos, centradas sobre a tela. Nessa exposição surge mais uma figura-chave em sua carreira: o crítico Jayme Maurício, que se tornou o primeiro mentor intelectual de Siron.
Siron foi convidado a participar do Primeiro Salão Global Primavera, em Brasília. Recebeu o Prêmio de Viagem, que consistia de uma permanência de seis meses no México. Seria a primeira vez que deixaria o Brasil.
Um ano depois Siron volta ao Brasil. Seus trabalhos são admitidos na 12a. Bienal Nacional de São Paulo. Siron saiu vitorioso, entre 145 concorrentes, ganhando o Prêmio no valor de mil dólares, além de ser o melhor pintor do ano e único representante brasileiro na 13. Bienal Internacional de São Paulo.
Participou do 23o. Salão de Arte Moderna no Museu Nacional de Belas-Artes, Rio de Janeiro, recebendo o Prêmio de Isenção do júri.
Participou ainda de duas exposições coletivas: a de artistas brasileiros, realizada no Museu Nacional de Osaka, no Japão e na da Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro.
Apresentou-se sozinho também na Galeria LBP de Goiânia e Petite Galerie no Rio de Janeiro.
Apesar de bem aceito pela imprensa e estar vendendo bem, Siron continuava a pintar madonas e figuras com ar de madonas. Talvez porque com a família sempre crescendo as necessidades também crescessem.

No mês de maio de 1975, apresentou três obras para serem expostas no 24o. Salão de Arte Moderna do Rio de Janeiro, no Museu Nacional de Belas-Artes: A Rainha, O Espelho e O Limite do Sistema. O quadro A Rainha valeu-lhe o Prêmio de Viagem, correspondente a uma estadia de dois anos num país estrangeiro de sua escolha e uma bolsa de quinhentos dólares mensais. Na ocasião, tal Prêmio constituía a mais alta honraria a que poderia almejar um artista brasileiro.
Exposição individual na Galeria Oscar Seráphico, em Brasília. Em novembro foi designado para representar o Brasil na 13a. Bienal Internacional de São Paulo, onde recebeu o Prêmio Internacional da Fundação, no valor de três mil dólares.
Aos 28 anos Siron já havia recebido os mais importantes prêmios do país.


Em 1976 Siron parte para a Europa, tendo voltado diversas vezes ao Brasil para cumprir compromissos profissionais.

No ano de 1977 Siron participou de uma exposição itinerante, intitulada “Brasil e sua arte contemporânea” que percorreu várias embaixadas brasileiras na Europa.

Em 1979, Siron foi novamente convidado para representar o Brasil na 15.Bienal Internacional de São Paulo, onde o diretor do MASP, Sr. Bardi adquiriu toda a exposição.
Simon realizou ainda duas exposições: uma coletiva, denominada “Figuração Referencial” montada no 11o.Salão de Artes de Belo Horizonte, e outra individual na Galeria Casa Grande, em Goiás.

Em julho de 1980, a mostra coletiva itinerante “Hilton painting highligts” começaria por Brasília e viajaria, em seguida, para os Museus de Arte Moderna de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.
Ganhou o Prêmio de melhor pintor do ano.
Também participou da coletiva “Vinte Pintores Brasileiros” no MASP.
Depois de sua volta da Espanha, o artista declarou que, vivendo no estrangeiro, se sentira estimulado pelas cores. Havia tomado consciência do quanto era colorido o Brasil.
A partir daí a cor começou a ser a forca motriz das obras de Siron.
Da aliança com uma rica e densa imagística resultou a combinação que se tornaria imbatível.
Em novembro, Siron expôs 37 telas, intituladas “Semelhantes”, cujas dimensões eram, para os padrões brasileiros, muito avantajadas. Algumas das obras haviam recebido número e título, outras apenas números. Formava em seu conjunto a série denominada “Semelhantes”. Foi considerada por muitos como a melhor exposição já feita por Siron, e, esse foi um momento decisivo na carreira do artista, assinalando a trajetória passada como os caminhos futuros que viria a seguir.
Faz a primeira exposição na Bahia, na Fundação Cultural do Estado, levando essas obras.

Em 1985 dirige um documentário para a TV, denominado Xingu. O Filme foi premiado com uma medalha de ouro no Festival Mundial de Televisão e exibido na Bienal de Veneza.


Participa da 2a. Bienal de Havana em 1986.
Faz três outras exposições coletivas: URBS, na Galeria Montesanti, no Rio de Janeiro O futebol-arte no Brasil, uma exposição itinerante que partiu de São Paulo e viajou por diversas cidades mexicanas Primeira exposição de “Arte contemporânea Christian Dior”, no Paço Imperial, no Rio de Janeiro.
Realiza duas exposições individuas: Galeria São Paulo e Galeria Montesanti, ambas em São Paulo.
A comunidade baiana, radicada em Brasília, encomendou a Siron o primeiro monumento público que faria em sua vida. Participa, como diretor artístico, da realização do documentário televisivo Pantanal.

Em 1987 com uma vida financeira bastante equilibrada, muda-se com a família para uma casa recém construída nos arredores de Goiânia, em Buriti Sereno, onde instala seu novo estúdio.
Já referenciado pela imprensa e pelos marchands e diretores de museus, Siron podia dar-se ao luxo de abandonar o circuito Rio-São Paulo e fixar-se no seu habitat predileto que é Goiânia, de onde sai o menos possível.
É convidado a criar cinco mil diferentes placas de cerâmicas, projeto que lhe custou 45 dias de trabalho com toda a equipe, para o proprietário da Cecrisa presentear amigos que participavam de conferência em Brasília.

Em obras do fim da década de 1990, o artista passa de uma figuração mais evidente para a utilização de grandes planos cromáticos, em obras quase abstratas, nas quais emprega diversas técnicas: colagens, desenhos e grafismos. Como aponta Dawn Ades, sua produção destaca-se pela inovação formal, pelo compromisso com o satírico, que convive de maneira inusitada com a pintura “séria”, e pela referência a importantes questões políticas e sociais, como a ecologia e a defesa dos povos indígenas.


Para Siron Franco “a arte tem a finalidade de tentar dias melhores para o homem”. Ele afirma: “eu tento, ao meu modo, testemunhar a minha época, o que faço é uma crônica subjetiva da época em que vivo”.

Em julho de 1994, o artista foi convidado para participar do prêmio MARCO, no Monterrey Museum of Contemporary Art. A obra enviada, um políptico intitulado Marcas na tela, passou a fazer parte do acervo do museu.

Dono de uma técnica impecável dá uma atmosfera dramática a seus quadros com a utilização de tons escuros, cinza e marron. Com mais de 3.000 peças criadas, além de instalações e interferências, teve sua obra representada em mais de uma centena de coletivas em todo o mundo, incluindo os mais importantes salões e bienais.

Críticas



“Dono de um ótimo e particular domínio técnico, seu colorido de tons baixos, cinza e marrons acrescenta uma atmosfera dramática aos seus enredos. Preferindo falar amplamente do homem e sua ferocidade, Siron desenvolveu muitas séries, tendo sempre em mira esse personagem como um animal perigoso. Na cabeça – o olhar perverso e o ranger de dentes – está o ponto principal de referência dessas implicações. Há um grande sarcasmo em toda a obra, povoada de criaturas goiescamente carcomidas e decrépitas. Agrupadas ou isoladas, suas personagens se entre/autodevoram num clima de agressividade. Na luta entre o racional e o irracional se evidencia o último, responsável pela degradação humana. E, na luta pela sobrevivência, ele aponta o lado sórdido e cruel das tramas internas do poder. Assim, vem acrescentando à sua fileira de personagens os novos-ricos, mandatários, executivos, panfletários, comerciantes, corruptos, loucos, bestas e vítimas, componentes do quadro capitalista”.
Aline Figueiredo

“A ligação com a vida é um traço da própria personalidade de Siron, sempre presente, sempre atuante, buscando interferir no processo social e político. Esse traço ‘participante" do cidadão – do pintor – se expressa em manifestações que às vezes extrapolam a linguagem da pintura para se valerem de formas heterodoxas de expressão. Assim, as instalações que Siron criou sempre tiveram um caráter de intervenção imediata nos acontecimentos, seja denunciando o estado caótico e homicida do trânsito nas metrópoles brasileiras ou o alto índice de mortalidade infantil no país. A mais recente e notável dessas obras é o Monumento às Nações Indígenas, construído na periferia de Goiânia. Esse monumento, cuja forma exterior imita o mapa do Brasil, se vale da própria criatividade do índio brasileiro para assinalar o reconhecimento de sua contribuição à arte e à cultura nacional. Ao concebê-lo, nos termos em que o concebeu, Siron Franco ao mesmo tempo desce às fontes imemoriais que também alimentam sua própria imaginação e sua arte”.
Ferreira Gullar

Exposições Individuais



1967
Goiânia GO – Siron Franco: desenhos, no Hotel Bandeirantes

1969
Brasília DF – Siron Franco: desenhos e pinturas, na Fundação Cultural do Distrito Federal

1972
Brasília DF – Siron Franco: pinturas, na Galeria Porta do Sol

Rio de Janeiro RJ – Individual, no Iate Clube do Rio de Janeiro

1973
Porto Alegre RS – Siron Franco: pinturas, na Galeria Guignard

Porto Alegre RS – Individual, na Galeria Vernissage

Rio de Janeiro RJ – Siron Franco: pinturas, na Galeria Intercontinental

1974
Goiânia GO – Individual, na Galeria LBP

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Petite Galeria

1975
Brasília DF – Individual, na Galeria Oscar Seraphico

São Paulo SP – Siron Franco: pinturas, na Galeria Cosme Velho

1976
Porto Alegre RS – Siron Franco: pinturas, na Oficina de Arte

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Petite Galerie

1977
Goiânia GO – Siron Franco Expõe Arte Sacra, na Galeria Casa Grande

Roma (Itália) – Goiás, Brasil: sua arte contemporânea, na Embaixada do Brasil na Itália

1978
Brasília DF – Individual, na Fundação Cultural do Distrito Federal

Goiânia GO – Siron Franco: desenhos, na Galeria Casa Grande

Rio de Janeiro RJ – Últimos Trabalhos, na Galeria Bonino

1979
Brasília DF – Individual, na Fundação Cultural do Distrito Federal

Goiânia GO – Siron Franco: pinturas, na Galeria Casa Grande

1980
Salvador BA – Individual, no MAM/BA

São Paulo SP – Individual, no Masp

1981
Goiânia GO – Siron Franco: pinturas, na Galeria Casa Grande

Porto Alegre RS – Siron Franco: pinturas, na Galeria Salamandra

Recife PE – Siron Franco: pinturas, na Ranulpho Galeria de Arte

1982
Goiânia GO – Guaches e Colagens, na Galeria Casa Grande

Goiânia GO – Individual, na Casa Grande Galeria de Arte

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino

1983
Curitiba PR – Individual, na Galeria Ida e Anita

Porto Alegre RS – Individual, na Bolsa de Arte

Recife PE – Siron, na Ranulpho Galeria de Arte

1984
Belo Horizonte MG – Individual, na Galeria Mandala

São Paulo SP – Pequenos Formatos, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte

São Paulo SP – Siron Franco: pinturas recentes, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte

1985
Maceió AL – Individual, na Karandash Arte Contemporânea

Salvador BA – Individual, no Escritório de Arte da Bahia

1986
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Montesanti Roesler

São Paulo SP – Individual, na Galeria de Arte São Paulo

1987
São Paulo SP – Goiânia Rua 57: guaches, pinturas e esculturas, na Galeria Montesanti Roesler

1988
Colônia (Alemanha) – Siron Goiânia Brasil, na Galeria Inge Baecker

São Paulo SP – Siron Franco: pinturas e desenhos de 1975 a 1984, na Companhia das Artes

1989
Brasília DF – O Curral, no Teatro Nacional Cláudio Santoro

São Paulo SP – O Curral, no Subdistrito Comercial de Arte

1990
Fortaleza CE – Noturnos, na Galeria Multiarte

São Paulo SP – Peles, na Galeria Montesanti Roesler

1991
Coral Gables (Estados Unidos) – Siron Franco: recent works, na Elite Fine Arts Gallery

Porto Alegre RS – Rua 57: parte II, na Agência de Arte

1992
Buenos Aires (Argentina) – Goiânia Rua 57, na Organização dos Estados Americanos

Londres (Inglaterra) – Siron Franco: recent paintings, na Elms Lesters

1993
Brasília DF – Goiânia Rua 57, na Galeria Gazeta Mercantil

Paris (França) – Individual, na Gaymu Inter Art Galerie

1994
Coral Gables (Estados Unidos) – Individual, na Elite Fine Arts Gallery

Londres (Inglaterra) – Individual, na Durini Gallery

Porto Alegre RS – Individual, na Bolsa de Arte

1995
Brasília DF – Via Sacra, na Galeria BRB

Brasília DF – Objetos Mágicos, no Itamaraty

Goiânia GO – Objetos Mágicos, na Galeria de Arte Marina Potrich

Recife PE – Objetos Mágicos, no ARIA

Rio de Janeiro RJ – Objetos Mágicos, no MNBA

São Paulo SP – Objetos Mágicos, no Masp

1996
Buenos Aires (Argentina) – Objetos Mágicos, na Fundacíon Banco Patrícios

Salvador BA – Siron Franco: pinturas, no Escritório de Arte da Bahia

1997
Belo Horizonte MG – Curtume, na Galeria Manoel Macedo

1998
Curitiba PR – Visões, na Simões de Assis Galeria de Arte

Rio de Janeiro RJ – Siron Franco: pinturas dos 70 aos 90, no CCBB

São Paulo SP – Siron Franco: pinturas dos 70 aos 90, no Pavilhão Manoel da Nóbrega

1999
Porto Alegre RS – Individual, no Margs

São Paulo SP – A Vida Bate, no MuBE

2000
Goiânia GO – A Vida Bate

Goiânia GO – Casulos, no Teatro Nacional Cláudio Santoro

Londres (Inglaterra) – Siron Franco: cocoons, no ELMS Lesters

Rio de Janeiro RJ – Siron 800 Vezes: cerâmicas, no MNBA

2001
Brasília DF – Siron Franco: cerâmicas, no Teatro Nacional Cláudio Santoro

Goiânia GO – Rua 57 Camas Série Césio, na Fundação Jaime Câmara

Porto Alegre RS – Casulos, no Centro Cultural Aplub

Salvador BA – Casulos, no Solar do Unhão

Salvador BA – Siron Franco: pinturas anos 80 e 90, na Paulo Darzé Galeria de Arte

São Paulo SP – Casulos, na Galeria Nara Roesler

2002
Salvador BA – Siron Franco: desenhos, no Paulo Darzé Galeria de Arte

São Paulo SP – Intolerância, no Memorial da Liberdade

Exposições Coletivas

1963
Goiânia GO – 1º Salão do Artista Goiano – premiado

1968
Salvador BA – 2ª Bienal Nacional da Bahia, no MAM/BA – prêmio aquisição

1970
São Paulo SP – Surrealismo e Arte Fantástica, na Seta Galeria de Arte

1973
Brasília DF – 1º Salão Global da Primavera – prêmio de viagem ao exterior

1974
Rio de Janeiro RJ – 23º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ

São PauloSP – Bienal Nacional 74, na Fundação Bienal

1975
Rio de Janeiro RJ – 24º Salão Nacional de Arte Moderna, no MNBA – prêmio de viagem ao exterior

São Paulo SP – 13ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal – prêmio internacional em pintura

São Paulo SP – 2ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo

1976
Rio de Janeiro RJ – 25º Salão Nacional de Arte Moderna

São Paulo SP – 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1977
Goiânia GO – 4º Salão de Arte Frei Confaloni

Roma (Itália) – Goiás, Brasil: sua arte contemporânea, nas embaixadas brasileiras

Milão (Itália) – Goiás, Brasil: sua arte contemporânea, nas embaixadas brasileiras

Paris (França) – Goiás, Brasil: sua arte contemporânea, nas embaixadas brasileiras

1979
Belo Horizonte MG – 11º Salão Nacional de Arte Contemporânea de Belo Horizonte

Belo Horizonte MG – Figuração Referencial, no Salão de Arte Nacional

São Paulo SP – 15ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

1980
Belo Horizonte MG – Destaque Hilton de Pintura, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes

Brasília DF – Destaque Hilton de Pintura, na Fundação Cultural do Distrito Federal

Curitiba PR – Destaque Hilton de Pintura, no Teatro Guaíra

Porto Alegre RS – Destaque Hilton de Pintura, no Margs

Rio de Janeiro RJ – Destaque Hilton de Pintura, no MAM/RJ

Santiago (Chile) – 20 Pintores Brasileños, na Academia Chilena de Bellas Artes

1981
Bogotá (Colômbia) – 10 Artistas Brasileños, no Museu de Arte Moderna de Bogotá

Medellín (Colômbia) – 4ª Bienal de Medellín

Osaka (Japão) – Arte Contemporânea Japonesa e Latino-Americana, no Museu de Arte de Osaka

Rio de Janeiro RJ – Pablo! Pablo!: uma interpretação brasileira de Guernica, na Funarte

São Paulo SP – Arte Goiás 19, na Galeria Prestes Maia

Valparaíso (Chile) – 5ª Bienal de Valparaíso

1982
Rio de Janeiro RJ – Universo do Futebol, no MAM/RJ

1983
Rio de Janeiro RJ – 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ

Rio de Janeiro RJ – Artistas Brasileiros Contemporâneos, no MNBA

Rio de Janeiro RJ – Auto-Retratos Brasileiros, na Galeria de Arte Banerj

São Paulo SP – 14º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Arte na Rua

1984
Cidade do México (México) – 4ª Bienal Ibero-Americana – premiado

Ottawa (Canadá) – Expõe ao lado de Antonio Henrique Amaral, no National Arts Centre

Rio de Janeiro RJ – Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras

São Paulo SP – A Cor e o Desenho do Brasil, no MAM/SP

São Paulo SP – Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal

Tóquio (Japão) – Artistas Latino-Americanos, no Museu Metropolitano

Haia (Holanda) – A Cor e o Desenho do Brasil

Lisboa (Portugal) – A Cor e o Desenho do Brasil

Londres (Inglaterra) – A Cor e o Desenho do Brasil

Madri (Espanha) – A Cor e o Desenho do Brasil

Paris (França) – A Cor e o Desenho do Brasil

Roma (Itália) – A Cor e o Desenho do Brasil

1985
Brasília DF – Brasilidade e Independência, no Foyer do Teatro Nacional de Brasília

São Paulo SP – 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – 7 Pintores da Arte Contemporânea Brasileira, na Portal Galeria de Arte Ltda.

São Paulo SP – Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP

Tóquio (Japão) – Arte do Brasil Hoje, no Museu Hara de Arte Contemporânea

1986
Havana (Cuba) – 2ª Bienal de Havana, no Museu de Belas Artes

Rio de Janeiro RJ – 1ª Mostra Christian Dior de Arte Contemporânea: pintura, no Paço Imperial

São Paulo SP – A URBS na Visão de Oito Artistas, na Galeria Montesanti Roesler

São Paulo SP – Futebol, Arte do Brasil, no CCSP

México – Futebol, Arte do Brasil

1987
Brasília DF – Levante Centro-Oeste, na Sala Martins Pena

Cidade do México (México) – Art of the Fantastic Latin-America, 1920-1987, no Centro Cultural de Arte Contemporânea

Indianápolis (Estados Unidos) – Art of The Fantastic Latin-America: 1920-1987, no Indianapolis Museum of Art

Miami (Estados Unidos) – Art of the Fantastic Latin-America, 1920-1987, no Centre for Fine Arts

Nova York (Estados Unidos) – Art of the Fantastic Latin-America, 1920-1987, no The Queens Museum

Paris (França) – Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d"Art Moderne de la Ville de Paris

Paris (França) – São Paulo – Rio – Paris, na Galerie 1900-2000

Rio de Janeiro RJ – São Paulo – Rio – Paris, na Montesanti Galleria

Salvador BA – 12 Artistas Brasileiros, na Anarte Galeria

São Paulo SP – O Ofício da Arte: pintura, no Sesc

São Paulo SP – São Paulo-Rio-Paris, na Galeria Montesanti Roesler

1988
Leverkusen (Alemanha) – Brasil Já, no Morsbroich Museum

Los Angeles (Estados Unidos) – Introspectives: contemporary art by americansbrazilians of african descent, no Museu Afro-Americano da Califórnia

Paris (França) – São Paulo-Rio-Paris, na Galerie 1900/2000

Rio de Janeiro RJ – Le Déjeuner sur l"Art: Manet no Brasil, na EAV/Parque Lage

São Paulo SP – Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP

São Paulo SP – Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Sesc

Stuttgart (Alemanha) – Brasil Já, na Galerie Landesgirokasse

Leverkusen (Alemanha) – Brasil Já, no Museu Morsbroich

1989
Copenhague (Dinamarca) – Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Museu Charlottenborg

Dijon (França) – Goiás: un regard sur l"art contemporain du Brésil

Fortaleza CE – Arte Brasileira dos Séculos XIX e XX nas Coleções Cearenses: pinturas e desenhos, no Espaço Cultural da Unifor

Hannover (Alemanha) – Brasil Já, no Sprengel Museum

Los Angeles (Estados Unidos) – Introspectives: contemporary art by americansbrazilians of african descent, no The California Afro-American Museum

São Paulo SP – 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – 20º Panorama da Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Surrealismo no Brasil, na Pinacoteca do Estado

1990
Atami (Japão) – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea

Brasília DF – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea

Brasília DF – Pantanal: sete visões, na Visual Galeria de Arte

Caracas (Venezuela) – Figuras e Fábulas: 75 anos de arte na América Latina

Fortaleza CE – Unifor Plástica, no Espaço Cultural da Unifor

Goiânia GO – 20 Anos do Museu de Arte de Goiânia, no Museu de Arte

Los Angeles (Estados Unidos) – Chicano e Latino, no Daniel Saxon Gallery

Nova York (Estados Unidos) – Introspectives: contemporary art by americansbrazilians of african descent, no The Bronx Museum of the Arts

Nova York (Estados Unidos) – Latina Art 90, na Galeria Anita Shapolsky

Recife PE – Místicos, Sagrados e Profanos, na Ranulpho Galeria de Arte

Rio de Janeiro RJ – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea

São Paulo SP – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea, na Fundação Brasil-Japão

São Paulo SP – Frutas, Flores e Cores, na Ranulpho Galeria de Arte

São Paulo SP – Gatos Pintados, na Ranulpho Galeria de Arte

São Paulo SP – Gente de Fibra, no Sesc Pompéia

Sapporo (Japão) – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea

Tóquio (Japão) – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea

1991
Coral Gable (Estados Unidos) – Latina American Spectrum, na Galeria Elite de Belas Artes

Estocolmo (Suécia) – Vioz-Brasil – Vioz, no Liljevalchs Konsthall

Madri (Espanha) – 5º Centenário do Descobrimento da América

Madri (Espanha) – Imaquinaciones: 16 miradas al 92

Nagoya (Japão) – Perspectives of the Present: contemporary painting of Latin American, no Nagoya Museum of Art

São Paulo SP – 21ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – Chico e os Bichos, na Ranulpho Galeria de Arte

São Paulo SP – Dois Pintores Brasileiros: Siron Franco, Thomaz Ianelli, na Fundação Memorial da América Latina

São Paulo SP – El Reino de este Mundo en Irazabal, Lizardo y Russo, na Fundação Memorial da América Latina

São Paulo SP – Instalação À Flor da Terra, no Sesc Pompéia

São Paulo SP – Nacional x Internacional na Arte Brasileira, no Paço das Artes

São Paulo SP – Siron, Reynaldo e Scliar, na Ranulpho Galeria de Arte

1992
Belo Horizonte MG – Manoel Macedo Galeria de Arte: 10 Anos, na Manoel Macedo Galeria de Arte

Cidade do México (México) – Imaquinaciones – 16 Miradas al 92, organizada pela Comissão Nacional Espanhola do 5º Centenário do Descobrimento da América

Nova York (Estados Unidos) – Imaquinaciones – 16 Miradas al 92, organizada pela Comissão Nacional Espanhola do 5º Centenário do Descobrimento da América

Madri (Espanha) – Imaquinaciones – 16 Miradas al 92, organizada pela Comissão Nacional Espanhola do 5º Centenário do Descobrimento da América

Londres (Inglaterra) – Cross Culture Currents in Contemporary Latin American Art, na Canning House

Poços de Caldas MG – Arte Moderna Brasileira: acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, na Casa da Cultura de Poços de Caldas

Rio de Janeiro RJ – Eco Art, no MAM/RJ

Washington (Estados Unidos) – Chicago e Latino, na Galeria Kimberly

Zurique (Suíça) – Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, na Kunsthaus Zürich

1993
Colchester (Inglaterra) – Searching for Self-identify, na University of Essex. Art Gallery

Rio de Janeiro RJ – Brasil 100 Anos de Arte Moderna: Coleção Sérgio Fadel, no MNBA

1994
Juiz de Fora MG – America, na UFJF

Lisboa (Portugal) – Além da Taprobana: a figura humana nas artes plásticas dos países de língua portuguesa, na Sociedade Nacional de Belas Artes

Monterrey (México) – Prêmio Marco, no Museo de Arte Contemporaneo de Monterrey

Rio de Janeiro RJ – Cem Anos de Arte Brasileira, no MNBA

Rio de Janeiro RJ – Trincheiras: arte e política no Brasil, no MAM/RJ

São Paulo SP – América, no Masp

São Paulo SP – Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal

São Paulo SP – Claudio Tozzi, Ivald Granato, Cleber Machado, Maurício Nogueira Lima, Rubens Gerchman, Siron Franco e Tomshige Kusuno, na A Hebraica

São Paulo SP – Os Novos Viajantes, no Sesc Pompéia

São Paulo SP – Paisagens, na Galeria de Arte São Paulo

São Paulo SP – Para Criança Ver, Tocar e Transformar, na Pinacoteca do Estado

São Paulo SP – Vida e Arte de Circo, na Pinacoteca do Estado

1995
Lausanne (Suíça) – Rio: mistérios e fronteiras, no Musée de Pully

Rio de Janeiro RJ – Além da Taprobana: a figura humana nas artes plásticas dos países de língua portuguesa, no MAM/RJ

São Paulo SP – Filhos do Abaporu, na Arte do Brasil

São Paulo SP – Projeto Contato, na Galeria Sesc Paulista

1996
Dormagen (Alemanha) – Brasilianische Kunst der Gegenwart, na Bayer AG – Feierabendhaus

Leverkusen (Alemanha) – Brasilianische Kunst der Gegenwart, na Bayer AG – Foyer Hochhaus W1

Londres (Inglaterra) – UECLAA Highlights, na Bolivar Hall

Monterrey (México) – Prêmio Marco, no Museo de Arte Contemporaneo de Monterrey

Porto Alegre RS – 1ª Sesc Escultura: exposição internacional de esculturas ao ar livre, no Sesc Campestre

Rio de Janeiro RJ – Rio: mistérios e fronteiras, no MAM/RJ

Santiago (Chile) – 10 Artistas Brasileiros, no Museo de Arte Contemporáneo

São Paulo SP – 1ª Off Bienal, no MuBE

São Paulo SP – Arte Brasileira Contemporânea, no MAM/SP

São Paulo SP – Mostra do Acervo da Sudameris Galleria, na Sudameris Galleria

São Paulo SP – United Artists 2: Utopia, na Casa das Rosas

1997
Curitiba PR – Casa Cor Sul, na Simões de Assis Galeria de Arte

Goiânia GO – Brasilidade: coletânea de artistas brasileiros, na Galeria de Arte Marina Potrich

Porto Alegre RS – 1ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, na Aplub na Casa de Cultura Mário Quintana no DC Navegantes na Edel na Usina do Gasômetro no Instituto de Artes da UFRGS na Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul no Margs no Espaço Ulbra no Museu de Comunicação Social na Reitoria da UFRGS e no Theatro São Pedro

Porto Alegre RS – Vertente Política, no Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul

São Paulo SP – Dimensões da Arte Contemporânea, no MAC/USP

São Paulo SP – Diversidade da Escultura Contemporânea Brasileira, na Avenida Paulista – realização Ministério da Cultura/Itaú Cultural

1998
Brasília DF – Cien Recuerdos para Garcia Lorca, no Espaço Cultural 508 Sul

Niterói RJ – Espelho da Bienal, no MAC/Niterói

Rio de Janeiro RJ – A Imagem do Som de Caetano Veloso, no Paço Imperial

São Paulo SP – Afinidades Eletivas I: o olhar do colecionador, na Casa das Rosas

São Paulo SP – Canibáliafetiva, na A Estufa

São Paulo SP – Figurações: 30 anos na arte brasileira, no MAC/USP

1999
Goiânia GO – 2ª Grande Coletiva de Arte Brasileira, na Galeria de Arte Marina Potrich

São Paulo SP – 8 Artistas Brasileiros, na Galeria Sergio Caribé

São Paulo SP – A Ressacralização da Arte, no Sesc Pompéia

São Paulo SP – O Brasil no Século da Arte, na Galeria de Arte do Sesi

2000
Lisboa (Portugal) – Século 20: arte do Brasil, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão

São Paulo SP – Almeida Júnior: um artista revisitado, na Pinacoteca do Estado

São Paulo SP – Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal

São Paulo SP – Os Anjos Estão de Volta, na Pinacoteca do Estado

2001
Fortaleza CE – Retratos: Belchior visto por grandes nomes e por ele mesmo, no Centro Cultural Oboé

Ribeirão Preto SP – Salão de Arte de Ribeirão Preto, na Casa da Cultura de Ribeirão Preto

Rio de Janeiro – O Espírito de Nossa Época, no MAM/RJ

São Paulo SP – Biografias Instantâneas, na Casa das Rosas

São Paulo SP – Cultura Brasileira 1, na Casa das Rosas

São Paulo SP – Museu de Arte Brasileira: 40 anos, no MAB/Faap

São Paulo SP – O Espírito de Nossa Época, no MAM/SP

2002
Fortaleza CE – Ceará Redescobre o Brasil, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura

Santos SP – Coleção Metrópolis de Arte Contemporânea, na Pinacoteca Benedito Calixto

São Paulo SP – Artistas Contemporâneos: prêmio ABCA 2000/2001, no CCBB

São Paulo SP – Coleção Metrópolis de Arte Contemporânea, na Pinacoteca do Estado

São Paulo SP – México Imaginário: o olhar do artista brasileiro, na Casa das Rosas

São Paulo SP – Ópera Aberta: celebração, na Casa das Rosas

2003
Riode Janeiro RJ – Belchior: retratos e auto-retratos, no Centro Cultural da Justiça Federal

São Paulo SP – Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural

2004
Campinas SP – Coleção Metrópolis de Arte Contemporânea, no Espaço Cultural CPFL

São Paulo SP – Arte Contemporânea no Ateliê de Iberê Camargo, no CEUMA

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Siron Franco

 

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