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James Lisboa Escritório de Arte - Leilão - Março 2013 Captacao de obras

Carlos Araújo

S/T
Técnica: óleo sobre madeira
Medida: 160 x 100 c
Data: 1997
Comentários: ass. inf. esq.

Carlos Araújo
Preço: Sob Consulta

Figura feminina
Técnica: óleo sobre tela
Medida: 78 x 55 cm
Data: 1983
Comentários: ass. inf. dir.

Carlos Araújo
Preço: Sob Consulta

 

  BIOGRAFIA
Carlos Araújo
Carlos Araujo , biografia e trajetória

Carlos Araújo(1950)



Biografia


Carlos Alberto de Araújo Filho (São Paulo SP 1950). Pintor, desenhista, litógrafo. Inicia em 1963 estudos autodidáticos com o painel Alegoria ao Carnaval. Entre 1971 e 1975 cursa engenharia na Universidade Mackenzie, em São Paulo. Em 1973, é convidado a participar da exposição Imagens do Brasil, em Bruxelas. No ano seguinte, faz a primeira exposição individual, no Masp, local em que realiza outras exposições. Além da pintura, trabalha outras técnicas, como desenho e litografia. Lança em Paris, em 1989, o livro de litogravuras Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse. Na sua obra observam-se elementos da pintura renascentista. No decorrer de sua carreira, realiza diversas exposições individuais e coletivas, no Brasil e exterior. Em 1980, o painel Anunciação, de sua autoria, é enviado pelo governo brasileiro ao Papa João Paulo II. Em 1984, é premiado pela Associação Paulista de Críticos de Arte - APCA.


Fonte: Itaú Cultural
Atualizado em 25/08/2009

A obra de Carlos Araújo evidencia um perfeito domínio da técnica, aliada ao talento que demonstrara desde criança. Seus temas são cheios de inspiração social: a sociedade brasileira lhe fornece a matéria para transformar em arte as misérias e tragédias humanas. Suas pinturas são carregadas de espectros e assumem um tom metafísico pela definição fugidia das figuras humanas, conquistada através da construção de espaços etéreos, sem profundidade ou peso.
As obras não se concluem onde termina a pintura, elas continuam. Elas parecem ter nascido antes de serem pintadas. É justo, pois, que vivam também além da superfície estrutural. Um sopro espiritual e etéreo envolve suas criações. Trata-se de um sopro que inefavelmente continua muito além.
Ao observarmos sua pintura não nos perguntamos o que é, mas quem é seu autor. Carlos Araújo é um artista além de sua obra. Seu trabalho não é tão somente para ser visto. Não pode ser julgado como o olhamos ou como se julga uma pintura nascida diretamente do olhar, da pincelada, da cor, das relações dos tons. Cada uma de suas obras nasce como nascem os mundos. Cada obra é um mundo à parte. Podemos julgar o mundo?
Seu discurso possui um grande impulso criativo que se adequa à natureza onde o sentimento permanece aquém da emoção. O movimento emotivo precede a interpretação, domina a escolha do tema, seleciona os dados que permeiam a esfera da congenialidade à sua sensibilidade artística.

O artista plástico paulista Carlos Araujo iniciou, há 15 anos, um projeto ousado: pintar 900 telas retratando passagens de toda a Bíblia. Os quadros foram reproduzidos em livro, junto com uma versão ecumênica do texto sagrado, resultando na “Bíblia – Citações”, uma edição de 685 páginas, que mede 50cm por 30cm e pesa 7 quilos.

O trabalho agradou Papa Bento XVI a ponto de fazê-lo escrever um prefácio para a primeira edição, que foi lançada no dia 1º de dezembro na Bienal de Arte Contemporânea de Florença, na Itália. A edição ainda traz introdução e apresentação de Dom Mauro Piacenza, arcebispo de Vittoriana, e Dom Emílio Pignoli, 1º Bispo Diocesano de Campo Limpo, respectivamente. O primeiro exemplar foi entregue ao Pontífice em março deste ano, em sua visita ao Brasil. Cada Bíblia vem com uma gravura feita por Carlos Araujo especialmente para a edição – são 35 imagens diferentes com cem cópias cada, totalizando 3.500 exemplares da tiragem em português.
Os resultados desse trabalho, bem como da obra geral de Araújo, se refletem em seu currículo, que conta com exposições no Museu de Arte de São Paulo (MASP – 1979 e 1987), Museu de Arte Brasileira (FAAP – 1984), Bienal Internacional de Arte Contemporânea (Florença – 2007), Casa França-Brasil (Exposição Bíblia Citações, Rio de Janeiro – 2007) e Paris (Exposição Carrousel do Louvre, Paris – 2008) e vários outros centros de arte nacionais e internacionais, firmando Carlos Araújo como um dos principais nomes da arte contemporânea.
O artista retornou à Campo Grande e expôs suas “Pinturas da Bíblia” na Art Galeria Mara Dolzan.

curiosidades


O artista plástico paulista Carlos Araujo iniciou, há 15 anos, um projeto ousado: pintar 900 telas retratando passagens de toda a Bíblia. Os quadros foram reproduzidos em livro, junto com uma versão ecumênica do texto sagrado, resultando na “Bíblia – Citações”, uma edição de 685 páginas, que mede 50cm por 30cm e pesa 7 quilos. O prefácio do livro “Bíblia – Citações” foi escrito pelo Papa Bento XVI e a edição ainda traz introdução e apresentação de Dom Mauro Piacenza, arcebispo de Vittoriana, e Dom Emílio Pignoli, 1º Bispo Diocesano de Campo Limpo, respectivamente. O primeiro exemplar foi entregue ao Pontífice em março deste ano, em sua visita ao Brasil. Cada Bíblia vem com uma gravura feita por Carlos Araujo especialmente para a edição – são 35 imagens diferentes com cem cópias cada, totalizando 3.500 exemplares da tiragem em português.

Críticas


“Anjos, demônios, espectros… pessoas comuns: o universo espectral de Carlos Araújo é povoado de sombras e de aparências anônimas, de silhuetas aprisionadas na fração de uma atitude. Os contornos das formas e dos rostos mal se recortam na fluidez de um espaço sem peso nem profundidade outra que a produzida pelo efeito apoiado do traço ou do toque do pincel. Os tons bistres pálidos ou azulados evocam as aquarelas clássicas do renascimento quanto ao espírito ´romântico-crepuscular´ do autor. (…) Não é sem fundamento que Carlos Araújo reivindica a influência dos ´mestres´ renascentistas, Michelangelo em primeiro lugar, que ele admira tanto por seu gênio visionário quanto por seu poder de trabalho. De fato, esses rostos de mulheres, esses corpos de trabalhadores, essas silhuetas de indígenas, de crianças ou de gente de circo têm, nas posturas e nas proporções, como que uma aparência furtiva, aspectos familiares que lembram os personagens da Capela Sistina. Em suas notas de trabalho, que constituem um comentário analítico de tocante lucidez, Carlos Araújo reencontra com naturalidade os toques leonardianos ou michelangelescos para evocar seus métodos de trabalho, o curso de seu pensamento, os pontos de ancoração de sua visão entre os arrebatamentos do sentimento e as exigências da feitura”.
Pierre Restany

“(…). O Trabalho de Araújo mostra a tensão que existe dentro da humanidade de certa maneira, é a convicção de que a Bíblia manifesta a mensagem de salvação da história humana. Sua crônica, que ocorre através das alegorias e freqüentemente é inspirada por fontes religiosas, se dirige ao Brasil tumultuoso e mutante de hoje, e de todos os tempos. (…) Os homens e mulheres de Araújo são feitos de carne e osso, são impressões do Brasil libertados pelo artista para realizar, de sua própria maneira, uma versão de Gênesis e a previsão de outro Juízo Final. (…). O mundo habitual de Araújo é o mundo das pessoas pequenas, do povo anônimo e sofredor do Brasil. Ele é o testemunho e a memória dos excluídos, dos pescadores, dos tristes, dos amedrontados: o trabalho de Araújo é uma crônica de abandono”.
Jorge Glusberg

Entrevista com Carlos Araújo


Por Fernanda Ferraz
Conheci o trabalho de Carlos Raújo pela prineira vez em exposição no MUBE em 2009, cuja curadoria de Bia Lessa transformou aquele museu em uma espécie de santuário. O impacto de
seus enormes quadros que retratam imagens bíblicas causam em quem as vê é profundo.
Neste 2012, recebi a incumbência de entrevistar o artista para a revista que comemora 50 anos da Casa do Artista. Estive em seu atelier do Morumbi, habitado por uma quantidade
imensa de telas de diversos tamanhos, em várias fases de produção.
Araújo permance ali todos os dias, produzindo como se tivesse recebido uma incumbência divina.
Carlos começou ao pintar aos 13 anos. Autoditada, usou desde o princípio o óleo sobre a tela. Aos 18 anos, conheceu o professor Pietro Maria Bardi, fundador do Museu de Arte de
São Paulo, que passou a acompanhar seu trabalho. Os traços fortes imprimidos nesta primeira fase questionavam e criticavam o mundo ao nossoo redor e foram surgindo conforme o
jovem artista percebia a existência humana, através de viagens pelo interior do nosso país.
Em 1973 foi convidado por Bardi a fazer sua primeira exposição individual no MASP, cuja tônica eram figuras e controvérsias humanas. O inconformismo com as discrepâncias socias
e o questionamento de quem somos nós aparecem em trabalhos como “Consagração da justiça”, “Temporalidade da matéria”, “Antagonismo”, “Retrato de um idealista”.
Trabalhadores, índios, nordestinos, personagens circenses, figuras pensativas foram representados, em traços que revelam e escodendem. E seguiram-se exposições no Brasil e no exterior.
“Fazia um crítica sentida”: Como pode bater tanta pobreza? Como os homens deixam seus semelhantes ficarem assim?”
Bardi encaminhou um de seus quadros para Bruxelas, na Bélgica, e no final dos anos 1980 veio o convite da editora francesa. Arianne Lancel para produzir um livro – uma ´serie de
litografias – que retratasse a dicotomia humana. Tal publicação seria o último de uma série de livros encomendados a grandes artista, inclusive Salvador Dali, com forte influência
da religiosidade.
Ali, Araújo adentrou o mundo espiritual. Mergulhou na leitura da Bíblia e ali encontrou, surpreso, muitas respostas à miséria humana.
A fase foi de imensa transformação, de abandono do ego, imerso em estudos bíblicos, com a escrita arcaica, que causaram sofrimento. Um novo homem estava nascendo e abandonar o que já fomos é sempre doloroso.

Revista C.A – Nesta época havia a produção de que trabalho?
Carlos Araújo - Fiquei por um tempo sem conseguir pintar, deprimido. Percebi que não sou nada, apenas um instrumento. Passei dois anos circulando a Bíblia e passei a pintar
partes boas do livro: a maternidade, a natividade. E cito a palavra de Jesus Cristo “Por que vocês se escandalizam quando digo que sou filho de Deus?” Todos nós somos…
Não existe tempo para a Bíblia: é um texto futurista! Passei a produzi ainda mais interessante. Me sentia desaparecendo, e ao mesmo tempo sentindo a presença do “eu sou”. Todos
devemos procurar a luz. São desta época trabalhos como “A ascensão” e “A conversão de Saulo”.

R.C – Como é sua técnica?
C.A - Sou engenheiro por formação. Então, há uma parte prática, especialmente no preparo da tela. Tenho alguns assistentes que me ajudam nesta fase. Sobre o tecido natural,
utilizamos muitos produtos, que sempre foram fornecidos pela Casa do Artista, ao longo desses muitos anos. São 7,8,9 mãos de fundo branco, e entre essas mãos de tinta, lixamos,
secamos, reaplicamos, esticamos… Isso é fundamental para que meus quadros tenham essa “profundidade”.

R.C – Existem alguns trabalhos favoritos?
C.A - A função do artistas é de muita responsabilidade. Cada trabalho tem minha dedicação total e seu significado, seu valor. Já retratei a dicotomia Terra(matéria) versus
Universo – que é infinitamente maior. Especialmente na ocasião em que passei a retratar a Bíblia, naqueles momentos em que eu não sou eu, quero passar uma mensagem positiva
“Amai ao próximo como a ti mesmo.”

R.C – Sente algum preconceito “artístico” pelo fato de se dedicar aos temas bíblicos?
C.A - Não. Me tornei invisível aos valores aos quais a maioria das pessoas está imersa.
“Dentro do mundo espiritual a única palavra que tem poder é a de Jesus, que vem do coração.”

R.C – Sua produção é impressionante. Quando você considera pronto um quadro?
C.A - Quando está compreensível. O óleo se modifica. Meus quadros têm luz e sombra, é sutil. As feições são feitas através de projecções. É uma coisa intuitiva e racional ao mesmo
tempo. Trabalho todos os dias, ainda sinto necessidade de pintar. Peço a Deus que eu morra com um pincel na mão…
” A ideia pré-fixada, executada metodicamente, delineia em parte meu processo criativo, de maneira inversa – ele surge como figuras saltando de um fundo subconsciente e preparado.”

R.C – No que está trabalhando agora?
C.A - Entre tantas telas, por onde transito, vou e volto, estou dedicado este ano a uma encomenda que recebi: o painel “Genessi II Sesto Giorno”, parte da exposição organizada pelo
Governo Italiano em um espaço cedido a cada país que compõe o Parlamento anualmente, no próximo mês de setembro.

R.C – Você tem um trabalho maravilhoso, tocante. Se sente feliz com essa função?
C.A - Ser feliz é muito relativo. Posso dizer que sou muito mais do que esta definição, a felicidade que todos dizem procurar. Existe algo maior, que experimento: a plenitude.
“Trabalho dez horas por dia,e sinto que meu corpo, às vezes, já não me obedece em minhas visões. A pintura me leva à inconciência e letargia. Incorporar a realidade ao mundo dos
sonhos. Transcender. Ah, a bem-aventurança da lucides, ao invés da incompreensão.”

Exposições Individuais


1974
São Paulo SP – Carlos Araújo: pinturas, no Masp
1979
São Paulo SP – Carlos Araújo: pinturas, no Masp
1982
São Paulo SP – Individual, no Centro Campestre do Sesc
1984
São Paulo SP – Individual, no Clube Atlético Monte Líbano
São Paulo SP – Trinta Painéis de Carlos Araújo, no MAB/Faap
1985
São Paulo SP – Individual, na Galeria de Arte Aplicada
1986
Salvador BA – Individual, no Escritório de Arte da Bahia
1987
São Paulo SP – Individual, no Masp
1989
Paris (França) – Carlos Araújo: pinturas e esculturas, na Galerie Furstemberg
1992
Panamá (Panamá) – Individual, na Bernhein Gallery
1996
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Votre Galeria de Arte
1997
Curitiba PR – Individual, na Simões de Assis Galeria de Arte
1998
Fortaleza CE – Individual, na Galeria Multiarte
2000
Miami (Estados Unidos) – Cenas da Bíblia, na Praxis Art International Gallery
Nova York (Estados Unidos) – Individual, na Praxis Art International Gallery
Nova York (Estados Unidos) – Cenas da Bíblia, na Praxis Art International Gallery
São Paulo SP – Ascensão, no Espaço de Artes Unicid
2001
Curitiba PR – Cenas da Bíblia, na Simões de Assis Galeria de Arte
São Paulo SP – Cenas da Bíblia, na Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa

Exposições Coletivas


1973
Bruxelas (Bélgica) – Imagens do Brasil
1976
Penápolis SP – 2º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1977
São Paulo SP – Mostra de Arte, no Grupo Financeiro BBI
1978
Cidade do México (México) – 1ª Bienal Ibero-Americana de Pintura
Penápolis SP – 3º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1979
São Paulo SP – Arte no Brasil: uma história de cinco séculos, no Masp
1980
Penápolis SP – 4º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1982
Bauru SP – 80 Anos de Arte Brasileira
Marília SP – 80 Anos de Arte Brasileira
Penápolis SP – 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
São Paulo SP – 80 Anos de Arte Brasileira, no MAB/Faap
1983
Belo Horizonte MG – 80 Anos de Arte Brasileira, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes
Campinas SP – 80 Anos de Arte Brasileira, no MACC
Curitiba PR – 80 Anos de Arte Brasileira, no MAC/PR
Ribeirão Preto SP – 80 Anos de Arte Brasileira
Santo André SP – 80 Anos de Arte Brasileira, na Prefeitura Municipal de Santo André
1985
São Paulo SP – 7 Pintores da Arte Contemporânea Brasileira, na Galeria de Arte Portal
1987
São Paulo SP – 20ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show
1991
Chicago (Estados Unidos) – Art Chicago International Art Exposition
1992
Miami (Estados Unidos) – Art Miami International Art Exposition
Santo André SP – Litogravura: métodos e conceitos, no Paço Municipal
1995
Buenos Aires (Argentina) – Feira de Arte de Buenos Aires
1997
Curitiba PR – Casa Cor Sul, na Simões de Assis Galeria de Arte
1999
Curitiba PR – Destaques da Pintura Brasileira, na Simões de Assis Galeria de Arte
São Paulo SP – Litografia: fidelidade e memória, no Espaço de Arte Unicid
2001
Caracas (Venezuela) – Feira Ibero Americana de Arte
Miami (Estados Unidos) – Art Miami
2003
Rio de Janeiro RJ – Projeto Brazilianart, na Almacén Galeria de Arte
2004
São Paulo SP – Coletiva de Artistas Contemporâneos, no Esporte Clube Sírio

Cronologia


1980
O painel Anunciação é enviado pelo governo brasileiro ao Papa João Paulo II. A obra encontra-se hoje no Museu do Vaticano
1981
São Paulo SP – Executa o painel Os Trabalhadores, para o Banco Itaú, iniciando fase social
1984
São Paulo SP – Recebe o prêmio da APCA
1987
Paris (França) – Claude Draeger edita monografia ilustrada, intitulada Araújo, sobre sua pintura, com apresentação de Pietro Maria Bardi e Pierre Restany, reeditada em 1995
1989
Paris (França) – Lançamento do livro de litogravuras Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse, editado por Ariene Lancell, inspirado na obra de Blasco Ibañez
1996
São Paulo – Artista homenageado na 28º Chapel Art Show

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