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Cildo Meireles

ZERO DOLLAR
Técnica: offset litogravura sobre papel
Medida: 6,5x15,5 cm
Data: 1978/1984
Comentários:

Cildo Meireles
Preço: Sob Consulta

 

  BIOGRAFIA
Cildo Meireles
Cildo Meireles Vida, biografia e trajetória

Cildo Meireles (1948)



Cildo Meireles - Biografia


Nascido na cidade do Rio de Janeiro em 1948, passa sua infância e adolescência entre Goiânia, Belém do Pará e Brasília. Inicia seus estudos em arte em 1963, na Fundação Cultural do Distrito Federal, onde, por influência do pintor peruano Félix Alejandro Barrenechea, começa então a realizar desenhos inspirados em máscaras e esculturas africanas. Por volta de 1966, quando se preparava para ingressar no curso de arquitetura da UNB, é convidado por Mário Cravo a expor seus desenhos no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAMB) em Salvador, motivo pelo qual não chegou a realizar os exames de vestibular.
Em 1967, retorna ao Rio de Janeiro, onde cursa por um breve período a Escola de Belas Artes e freqüenta o ateliê de gravura do MAM. Nesta época, abandona temporariamente o desenho, e dedica-se a uma produção de cunho mais conceitual, voltada à crítica dos meios, dos suportes e das linguagens artísticas tradicionais, cria a série Espaços Virtuais: Cantos, com 44 projetos, em que explora questões de espaço, desenvolvidas ainda nos trabalhos Volumes Virtuais e Ocupações (ambos de 1968-1969). Em 1969, agora como professor do ateliê do MAM, funda ao lado de Guilherme Vaz e Frederico Morais a unidade experimental do museu, da qual passa a ser diretor.
Desta convivência com F. Morais e Guilherme Vaz, nasceria também “Do corpo a Terra”, manifestação realizada no Parque Municipal, nas ruas, nas serras e nos ribeirões da cidade de Belo Horizonte, sob a coordenação de F. Morais, em 1970. Em 1973, passa a criar cenários e figurinos para teatro e cinema e, em 1975, torna-se um dos diretores da revista de arte Malasartes. Desenvolve séries de trabalhos inspirados em papel moeda, como Zero Cruzeiro e Zero Centavo (ambos de 1974-1978) ou Zero Dólar (1978-1994). Em algumas obras, explora questões acerca de unidades de medida do espaço ou do tempo, como em Pão de Metros (1983) ou Fontes (1992). Cildo participa com “Totem – Monumento aos presos políticos”, na qual evocava aos presos e desaparecidos políticos do regime militar.
Nestes anos de censura, medo, e silêncio, que se seguiram à promulgação do AI-5, Cildo Meireles destacou-se por uma série de propostas política e socialmente críticas, como por exemplo, seu trabalho em carimbo em notas de um cruzeiro: “Quem matou Herzog?”, de 1975. Uma mensagem explícita, ainda que anônima, de sua visão da arte enquanto meio de democratização da informação e da sociedade. Motivo pelo qual costumava gravar em seus trabalhos deste período a frase: “a reprodução dessa peça é livre e aberta a toda e qualquer pessoa”, ressaltando a problemática do direito privado, do mercado e da elitização da arte.
É também, neste mesmo período, que o artista elabora seu projeto “Inserções em circuitos ideológicos”, que consistia em gravar nas garrafas retornáveis de Coca-cola informações, opiniões críticas, a fim de devolvê-las à circulação.

Cildo examina a falibilidade da percepção humana, os processos de comunicação, as condições do espectador, a relação da obra de arte com o mercado.
Uma de suas obras, chamada Cruzeiro zero é uma réplica fiel de uma nota do cruzeiro (a moeda corrente naquele tempo) que não tem nenhum valor e as figuras históricas e heróicas sejam substituídas pela fotografia de um índiobrasileiro e de um paciente de um hospital psiquiátrico. Há uma crítica, um comentário na superinflação e na desvalorização do cruzeiro, este trabalho joga com noções tradicionais da natureza e ‘ do valor ‘ da arte e da marginalização do Brasil no mundo internacional da arte.
Já no final da década de 1970, passa a explorar através de seus trabalhos, a capacidade sensorial do público (gustativa, térmica, oral, sonora) como chave da fruição estética, e em detrimento da predominância visual das artes plásticas. Emprega cada vez mais, mas sempre em função de uma idéia, materiais precários, efêmeros, de uso cotidiano e popular.
Particularmente na década de 80, Cildo Meireles não aderiu a proposta de revitalização da pintura, como grande número de artistas da geração 80 a fizeram. Ele seguiu com sua produção conceitual de múltiplas linguagens e suportes empregados. Entretanto, perpassando décadas e acumulando estilos e idéias, este artista – sendo um seguidor e fomentador da contravenção Duchampiana de dessacralizar a arte – incorpora em seu repertório um citacionismo irônico da tradição da arte que domina nos anos 80. Deste modo, ele promove amplas possibilidades de expressão sobre a escultura desmobilizada de preceitos formais.
Vale dizer, que a intensa produção de Cildo Meireles, ainda em andamento, ampliou seu campo criativo ao inserir instalação, objeto e tecnologia. Além disso, ele reafirmou seu compromisso com o público e não com o mercado de arte. Seu trabalho simboliza o máximo grau atingido pela relação aberta entre linguagem e interação.
Em 2008 ganhou o Premio Velázquez de las Artes Plásticas, concedido pelo Ministerio de Cultura da Espanha, ainda em 2008, ganhou mostra na Tate Gallery em Londres.

Críticas



“Esses três registros através dos quais foi pensado o Desvio para o Vermelho – Impregnação, Entorno, Desvio – constituem, na verdade, calculados simulacros de normalidade, onde o sujeito inutilmente desperdiçará seus afetos miméticos. Cada uma das etapas é um esforço rigoroso e persistente para evitar o reconhecimento do sujeito num real concebido como espelho, evitar o triunfo das certezas institucionais a produzirem o mundo como um encadeamento sucessivo de causas e efeitos, de meios e fins. Daí o primeiro trabalho de Impregnação, impondo o vermelho como exigência inelutável à percepção, a um só tempo expondo e recolhendo a normalidade. (…)
Logo a seguir, no Entorno, talvez se acredite estar livre desta incômoda normalidade, talvez se acredite já haver detectado o elemento desviante, agora devidamente controlado num pequeno frasco. Falso encadeamento de termos, não se consegue demarcar a amplitude do desvio: o vermelho, agora liquefeito, verte incontinente do frasco, um fluxo absurdamente maior do que a capacidade do recipiente. (…)
Talvez a resolução estivesse na etapa seguinte descobriu-se aqui a origem daquele fluir implausível, a explicação, afinal: uma pia, uma torneira. O que seria muito verossímil, se o sujeito não estivesse completamente imerso na escuridão, se aquela pia, com seu contínuo jorro vermelho, único índice que poderia garantir ao menos a vigência das coordenadas espaciais, não estivesse ligeiramente inclinada, indicando que talvez esse espaço não lhe garanta mais nada. (…)
Mas, note-se bem, do ponto de vista do sujeito trata-se de uma situação extremamente lábil: há algo no desvio que pode, de um momento a outro, convertê-lo em normalidade, e, inversamente, há algo nessa normalidade prestes a tornar-se desvio”.
Sônia Salzstein

“Penso que através das noções da física, da economia e da política, expressando e especificando a interação concreta das forças dessas esferas, Cildo vem atualizando e determinando a legitimidade dos impulsos críticos associados a Duchamp. (…)
No seu trabalho, física, economia e política não representam apenas níveis infra ou supraestruturais, hierarquias, planos distintos, mas um complexo de vetores que agem em conjunto, ora em sincronia, ora disassociados, freqüentemente em contradição. Este complexo tem o nome de Sociedade. No limite exprimiria o insolúvel conflito entre o sem limites do espírito e a escassez da matéria, o drama concreto do ilimitado e do limitado. (…)
A física constitui o nível infra-estrutural onde a constante é a lei da gravitação universal é o mundo da força, massa, peso, velocidade, aceleração, da homogeneidade do tempo e do espaço que a experiência social coloca em questão (Blindhotland). A economia é a esfera da produção, do valor, da circulação, a política do poder. O trabalho acompanha as ‘passagens", os ‘saltos" de uma esfera à outra, a transposição de um plano a outro, registrando e especificando mudanças, deformações, continuidades. Aí nada permanece estático o movimento e a circulação são incessantes e o trabalho apresenta ‘momentos" dessa dinâmica permanente. (…)

Os Metros II de Cildo rejeitam a unidade fixa. Constituem um fluido em alteração contínua, dialética entre a extensão abstrata e a dura atual e concreta das coisas. Não é por acaso que os vários trabalhos da série estão na parede. Referem-se ao local tradicional da representação, à perspectiva linear em que o fenômeno do esforço pode fazer tanto a unidade metro coincidir consigo mesma quanto se reduzir ao ponto – infinito. É o ‘salto" ilusório do mensurável ao não-mensurável, que a representação arma e os Metros II desarmam. (…)
Com os caixotes – Ouro e Paus é o título do trabalho – estamos na esfera da produção, do valor e da circulação. Tal como os Metros II também representam limites, agora tridimensionais. São caixas vazias, continentes sem conteúdo. Inúteis. O valor não está naquilo que porventura venhamos a encontrar no seu interior. O interior é o nada. O valor está no exterior, o próprio caixote é o valor. No elemento desprezível, o prego, encontramos o ouro. Essa série também tenderia para o infinito, onde poderíamos encontrar o caixote derradeiro, metafísico e ainda possível aquele feito com o último e único prego existente, onde a escassez coincidiria com o valor supremo, assim como Deus, se ele existe, só pode ser um”.
Paulo Venâncio Filho

“Não constitui novidade afirmar que a investigação de Cildo Meireles sempre esteve associada a imagens de forte conotação simbólica. Vários críticos exploraram o valor de resistência dessa obra, localizada nos anos 70 como ‘arte experimental de vanguarda", expressão que já trazia em suas filigranas a efígie das ditaduras militares, que não somente tomaram o poder no Brasil, como se expandiram por muitos países da América Latina. As poderosas metáforas construídas pelo artista, ao longo de uma trajetória de trinta anos, tinham como pano de fundo a busca de uma consciência identitária. Sobre a ‘brasilidade", Cildo pronunciou-se com firmeza, afirmando tratar-se antes de uma ansiedade do que de uma questão. É fato que, do Manifesto Antropófago, de Oswald de Andrade, até as proposições neoconcretas de Lygia Clark e Hélio Oiticica, a procura de uma identidade tem sido uma pauta reivindicatória. Mas a pesquisa formal não poderia ficar à margem dessa discussão, e o argumento mais utilizado, tanto no Brasil como na lente do ‘estrangeiro", tem sido o da cor (diferente em Tarsila do Amaral e Volpi, por exemplo), capaz de assumir inúmeros adjetivos: telúrica, expansiva, idealista, tropical etc. ”
Lisette Lagnado

“Em toda a obra de Cildo Meireles, há uma constante manifestação de tensão e torção – seja no âmbito da estética, percepção, ciência ou economia. Centrando-se em nossa experiência desses diferentes ramos do conhecimento, sua arte visa gerar novos significados por meio do reconhecimento dos limites e falibilidade desses sistemas de compreensão. (…)
Desde o fim dos anos 60, Cildo Meireles tem desempenhado papel-chave na transição da arte brasileira entre a produção neoconcretista do início dos anos 60 – Hélio Oiticica, Lygia Clark e Lygia Pape – e a de sua geração, informada também pela arte conceitual e instalação. Embora sua obra tenha se desenvolvido dentro da tradição brasileira, ela não se refugia no regionalismo nem renuncia a afiliações à cultura ocidental. Sua arte situa-se na relação de fricção entre questões sociais e poéticas específicas do Brasil e a herança do Ocidente. Para Cildo, os trabalhos de Marcel Duchamp são tão importantes como os de Oiticica, como modelos de problematização da arte. (…)

A obra de Cildo poderia ser descrita como uma teoria poética da sociedade. Ela coloca questões que vão da política a ideais e estratégias. Examina espaços e processos de comunicação, as condições do espectador, os legados da história da arte e o espaço social do gueto – espaço freqüentemente evocado. O foco de sua arte pode abranger desde a expansão econômica do capitalismo internacional a um pequeno gesto cultural de índios brasileiros. Seus trabalhos não têm hierarquia de escala ou consistência de materiais, variando de uma diminuta escultura que consiste em um minúsculo cubo de madeira, Cruzeiro do Sul (1969-70), à instalação com ares de templo que incorpora centenas de milhares de moedas, Missão/Missões (Como Construir Catedrais, 1987). Podem incorporar gestos, fogo, espaço, coisas, circuitos sociais, linguagem, som, acumulação, potência, distância, energia. A arte de Cildo dispensa gestos heróicos para privilegiar simples ações cotidianas, como dobrar um pedaço de papel (A Menor Distância entre Dois Pontos É Uma Curva, 1976), atear fogo (Tiradentes: totem-monumento ao preso político, 1970) ou trocar dinheiro (Eppur si Muove, 1991). A obra é concebida e estruturada em torno de um ponto nodal em que o Real, o Simbólico e o Imaginário se articulam e encontram sua medida”.
Paulo Herkenhoff

Exposições Individuais



1967
Salvador BA – Cildo Meireles: desenhos, no Museu de Arte Moderna de Salvador – MAM/BA
1975
Rio de Janeiro RJ – Blindhotland/Gueto, na Galeria Luiz Buarque de Hollanda e Paulo Bittencourt
Rio de Janeiro RJ – Eureka/Blindhotland, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ
1977
Cuiabá MT – Casos de Sacos, no Museu de Arte e Cultura Popular
São Paulo SP – Casos de Sacos, na Pinacoteca do Estado
1978
São Paulo SP – Cildo Meireles: desenhos, na Pinacoteca do Estado
1979
Rio de Janeiro RJ – Artigos Definidos, na Galeria Saramenha
Rio de Janeiro RJ – Fiat Lux: o sermão da montanha, no CCCM
1981
Rio de Janeiro RJ – Cildo Meireles, na Funarte
São Paulo SP – Artigos Definidos e Espaços Virtuais: cantos, na Galeria Luisa Strina
1983
Rio de Janeiro RJ – Eureka/Blindhotland, na Rio Arte Humaitá
São Paulo SP – Obscura Luz: obscure light, na Galeria Luisa Strina
Rio de Janeiro RJ – Obscura Luz: obscure light, na Galeria Saramenha
1984
Brasília DF – Duas Coleções: desenhos, na Sala Oswaldo Goeldi
Rio de Janeiro RJ – Desvio para o Vermelho, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ
São Paulo SP – Desvio para o Vermelho, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo – MAC/USP
1986
Rio de Janeiro RJ – Cinza, na Petite Galerie
São Paulo SP – Cinza, na Galeria Luisa Strina
São Paulo SP – Desvio para o Vermelho, no MAC/USP
1989
São Paulo SP – Campos de Jogos, na Galeria Luisa Strina
1990
Londres (Inglaterra) – Missão/Missões: como construir catedrais e cinza, no Institute of Contemporary Art (ICA), na Lower Gallery
Nova York (Estados Unidos) – Projects 21: Cildo Meireles, no MoMA
1992
São Paulo SP – Metros I, na Galeria Luisa Strina
1994
San Francisco (Estados Unidos) – EntrevendoVolátil, no Capp Street Project
1995
Rio de Janeiro RJ – Ouro e Paus, na Joel Edelstein Arte Contemporânea
Saint Louis (Estados Unidos) – Two Trees, no Laumeier Sculpture Park
Valência (Espanha) – Retrospectiva, no IVAM Centre del Carme
1996
Filadélfia (Estados Unidos) – Individual, no The Fabric Workshop Museum
Porto (Portugal) – Cildo Meireles: retrospectiva, no Museu de Arte do Porto
Rio de Janeiro RJ – Individual, no Espaço Cultural Sérgio Porto
1997
Boston (Estados Unidos) – Individual, no Institute of Contemporary Art
Nova York (Estados Unidos) – Eureka/BlindhotlandFio, na Galerie Lelong
Rio de Janeiro RJ – Individual, no Paço Imperial
Thiers (França) – Le Creux de l"Enfer
1998
São Paulo SP – Camelô, na Galeria Luisa Strina
1999
Helsinque (Finlândia) – Individual, no Kiasma Museum of Contemporary Art
Nova York (Estados Unidos) – Cildo Meireles, no New Museum of Contemporary Art
2000
Rio de Janeiro RJ – Individual, no MAM/RJ
São Paulo SP – Individual, no Galeria Luisa Strina
São Paulo SP – Individual, no Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM/SP
2001
Brasília DF – Individual, no Arte Futura e Companhia
2002
Brasília DF – Geografia do Brasil, no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio – ECCO
2003
Estrasburgo (França) – Individual, no Musée d"Art Moderne et Contemporain
Miami (Estados Unidos) – Cildo Meireles, no Miami Art Museum of Dade County
São Paulo SP – Descalas, na galeria Luisa Strina
2005
Rio de Janeiro RJ – Cildo Meireles: algum desenho, no Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB
Petrópolis RJ – Casos de Sacos, no Sesc
2006
Vila Velha ES – Babel, no Museu Vale
2008
Curitiba PR – Cildo Meireles: algum desenho, no Museu Oscar Niemeyer
Londres (Reino Unido) – Individual, na Tate Modern
2009
Barcelona (Espanha) – Individual, no Museu d"Art Contemporani
2010
Rio de Janeiro RJ – Os Amigos da Gravura 2010, no Museus Castro Maya, Museu da Chácara do Céu

Exposições Coletivas



1965
Brasília DF – 2º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal
1968
Porto Rico – Exposição Internacional de Desenho, no Museo de Bellas Artes de Puerto Rico
1969
Rio de Janeiro RJ – Salão da Bússola, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ – 1º prêmio
1970
Belo Horizonte MG – Do Corpo à Terra, no Parque Municipal de Belo Horizonte
Nova York (Estados Unidos) – Information, no MoMA
Rio de Janeiro RJ – Agnus Dei, na Petite Galerie
1973
Buenos Aires (Argentina)- Expo-Projeção 73, no Centro de Arte y Comunicación – CAYC
Rio de Janeiro RJ – Indagação sobre a Natureza: significado e função da obra de arte, na Galeria do Ibeu Copacabana
São Paulo SP – Expo-Projeção 73, no Espaço Grife
1974
Campinas SP – 9º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC
1976
Londres (Reino Unido) – Arte de Sistemas/América Latina, no Institute of Contemporary Art
Paris (França) – Arte de Sistemas/América Latina, no Espace Cairn
Veneza (Itália) – 38ª Bienal de Veneza
1977
Paris (França) – 10ª Bienal de Paris
Rio de Janeiro RJ – Identification of Artist – a book, no EAV/Parque Lage
São Paulo SP – Casos de Sacos, na Pinacoteca do Estado
1979
Belo Horizonte MG – Salão Nacional de Arte Contemporânea de Belo Horizonte, no Museu de Arte da Pampulha
1981
Rio de Janeiro RJ – Cildo Meireles, na Funarte
Medellín (Colômbia) – 1º Coloquio de Arte No-Objetual de Medellín, no Museo de Arte Moderno
Rio de Janeiro RJ – Do Moderno ao Contemporâneo: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ
São Paulo SP – 16ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
São Paulo SP – Artistas Contemporâneos Brasileiros, no Escritório de Arte São Paulo
1982
Lisboa (Portugal) – Do Moderno ao Contemporâneo: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Fundação Calouste Gulbenkian
Londres (Reino Unido) – Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery
Rio de Janeiro RJ – Contemporaneidade: homenagem a Mário Pedrosa, no MAM/RJ
Rio de Janeiro RJ – Que Casa é essa da Arte Brasileira
1983
Rio de Janeiro RJ – 3000 Metros Cúbicos, no Espaço Cultural Sérgio Porto
Rio de Janeiro RJ – Pão de Metros, na Sul América
1984
Rio de Janeiro RJ – Doações Recentes 82-84, no Mnba
Rio de Janeiro RJ – Intervenções no Espaço Urbano, na Funarte. Galeria Sérgio Milliet
Rio de Janeiro RJ – Madeira, Matéria de Arte, no MAM/RJ
São Paulo SP – Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP
Sydney (Austrália) – 5ª Bienal de Sydney, na New South Wales Art Gallery e na Ivan Dougherty Art Gallery
Rio de Janeiro RJ – Intervenções no Espaço Urbano, na Galeria Sérgio Milliet
São Paulo SP – Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985
Rio de Janeiro RJ – Velha Mania: desenho brasileiro, na Escola de Artes Visuais Parque Lage – EAV/Parque Lage
São Paulo SP – Arte Novos Meios/Multimeios: Brasil 70/80, no MAB/Faap
1986
Porto Alegre RS – Coleção Rubem Knijnik: arte brasileira anos 60/70/80, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Aldo Malagoli – Margs
Rio de Janeiro RJ – Depoimento de uma Geração: 1969-70, na Galeria de Arte Banerj
Rio de Janeiro RJ – Transvanguarda e Culturas Nacionais, no MAM/RJ
1987
Brasília DF- Missões 300 Anos: a visão do artista, no Teatro Nacional Cláudio Santoro
Paris (França) – Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d"Art Moderne de la Ville de Paris
Rio de Janeiro RJ – Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ
São Paulo SP – Non Magic Word, no MAM/SP
São Paulo SP – Palavra Imágica, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo – MAC/USP
1988
Nova York (Estados Unidos) – Brazil Projects, no PS1 – The Institute for ArtUrban Resources, Inc.
Nova York (Estados Unidos) – The Debt, no Exit Art
Nova York (Estados Unidos) – The Latin American Spirit: artartists in the United States: 1920-1970, no The Bronx Museum of the Arts
Porto Alegre RS – Missões 300 Anos: a visão do artista
Rio de Janeiro RJ – Hedonismo: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Galeria Edifício Gilberto Chateaubriand
Rio de Janeiro RJ – Missões 300 Anos: a visão do artista, na EAV/Parque Lage
São Paulo SP – Missões 300 Anos: a visão do artista, no Museu de Arte de São Paulo – Masp
São Paulo SP – Modernidade, Arte Brasileira do Século XX, no MAM/SP
1989
El Paso (Estados Unidos) – The Latin American Spirit: artartists in the United States, 1920-1970, no El Paso Museum of Art
Kortrijk (Bélgica) – Cildo Meireles: through/Tunga: lezarts, na Kanaal Art Foundation
Kortrijk (Bélgica) – LezartsThrough, com Tunga, na Kannal-Art Foundation
Londres (Inglaterra) – Cildo Meireles, Tunga, na Whitechapel Gallery
Paris (França) – Magiciens de la Terre, no Centre Georges Pompidou
Rio de Janeiro RJ – Rio Hoje, no MAM/RJ
San Diego (Estados Unidos) – The Latin American Spirit: artartists in the United States, 1920-1970, no San Diego Museum of Art
San Juan (Porto Rico) – The Latin American Spirit: artartists in the United States: 1920-1970, no Instituto de Cultura Puertorriqueña
São Paulo SP – 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1990
Birmingham (Inglaterra) – Transcontinental, na Ikon Gallery
Birmingham (Reino Unido) – Transcontinental (1990 : Birmingham, Inglaterrra) – Ikon Gallery (Birmingham, Inglaterra)
Manchester (Inglaterra) – Transcontinental, na Cornerhouse
Miami (Estados Unidos) – The Latin American Spirit: artartists in the United States: 1920-1970, no Center for the Fine Arts Miami Art Museum of Date
Nova York (Estados Unidos) – The Rhetorical Image, no MoMA
Veneza (Itália) – Casino Fantasma, no Casino Municipale
1991
São Paulo SP – Nacional x Internacional na Arte Brasileira, no Paço das Artes
São Paulo SP – O Clássico no Contemporâneo, no Paço das Artes
São Paulo SP – Projeto: 100 anos de Paulista, na Casa das Rosas
1992
Antuérpia (Bélgica) – América – Bridge of the Sun: 500 years latin americathe low countries, no Royal Museum of Fine Arts
Austin (Estados Unidos) – Encouters Displacements, na Archer M. Huntington Gallery, University of Texas at Austin
Curitiba PR – 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba/Mostra, no Museu da Gravura
Kassel (Alemanha) – Documenta 9, no Museum Fridericianum
Montreal (Canadá) – Pour la Suite Du Monde, no Musée D"Art Contemporain de Montreal
Paris (França) – Latin American Artists of the Twentieth Century, no Centre Georges Pompidou
Rio de Janeiro RJ – 1º A Caminho de Niterói: Coleção João Sattamini, no Paço Imperial
Rio de Janeiro RJ – Brazilian Contemporary Art, no EAV/Parque Lage
Rouen (França) – Dénonciation, no GNAC École d"Architecture de Normandie
São Paulo SP – A Sedução dos Volumes: os tridimensionais do MAC, no MAC/USP
São Paulo SP – Anos 60/70: Coleção Gilberto Chateaubriand/Museu de Arte Moderna – RJ, na Galeria de Arte do Sesi
São Paulo SP – Projeto: 100 Anos de Paulista, na Casa das Rosas
Sevilha (Espanha) – Latin American Artists of the Twentieth Century, na Estación Plaza de Armas
Sydney (Austrália) – 9ª Bienal de Sydney
1993
Bignan (França) – De La Main à La Tête: l"objet théorique, no Domaine de Kerguehennec
Colônia (Alemanha) – Latin American Artists of the Twentieth Century (1993 : Colônia, Alemanha) – Kunsthalle Cologne (Colônia, Alemanha)
Colônia (Alemanha) – Latin American Artists of the Twentieth Century, no Kunsthalle Cologne
Los Angeles (Estados Unidos) – Body to Earth, na na Fischer Gallery
Montevidéu (Uruguai) – L"Autre a Montevideo: homenaje a Isidore Ducasse, no Museo Nacional de Artes Visuales
Newcastle (Inglaterra) – Second Tyne International Exhibition of Contemporary Art, na CWS Warehouse
Nova York (Estados Unidos) – Latin American Artists of the Twentieth Century, no MoMA
Rio de Janeiro RJ – A Rarefação dos Sentidos: Coleção João Sattamini – anos 70, na EAV/Parque Lage
Rio de Janeiro RJ – Arte Erótica, no MAM/RJ
Rio de Janeiro RJ – Emblemas do Corpo: o nu na arte moderna brasileira, no CCBB
São Paulo SP – A Arte Brasileira no Mundo, uma Trajetória: 24 artistas brasileiros, na Dan Galeria
São Paulo SP – O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Galeria de Arte do Sesi
São Paulo SP – Representação: presenças decisivas, no Paço das Artes
São Paulo SP – Brazilian Contemporary Art, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
1994
Niterói RJ Artista Participante – Impressões (1994 : Niterói, RJ) – Galeria de Arte do Ingá (Niterói, RJ)
Belo Horizonte MG – O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70
Penápolis SP – O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70, na Itaugaleria
Rio de Janeiro RJ – O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateubriand, no MAM/RJ
Rio de Janeiro RJ – Trincheiras: arte e política no Brasil, no MAM/RJ
São Paulo SP – 20 Anos de Arte Brasileira, no Masp
São Paulo SP – Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
São Paulo SP – O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70, no Itaú Cultural
1995
Colchester (Inglaterra) – Continuum: brazilian art 1960-1990, na Art Gallery, University of Essex
Nova York (Estados Unidos) – Art from Brazil in New York: Cildo MeirelesWaltercio Caldas, na Lelong Gallery
Nova York (Estados Unidos) – Temporarily Possessed: the semi-permanent collection, no New Museum of Contemporary Art
Rio de Janeiro RJ – 24º Panorama da Arte Brasileira, no MAM/RJ
San Sebastián (Espanha) – Colisiones, no Centro Artístico Arteleku
São Paulo SP – 24º Panorama da Arte Brasileira, no MAM/SP
São Paulo SP – Thomas Cohn Arte Contemporânea Visita Galeria Millan, na Galeria Millan
1996
Belo Horizonte MG – Impressões Itinerantes, no Palácio das Artes
Brasília DF – O Efêmero na Arte Brasileira: anos 60/70, na Itaugaleria
Caracas (Venezuela) – Sin Fronteras: arte latino-americano actual, no Museo Alejandro Otero
Paris (França) – Face à l"Histoire, no Centre Georges Pompidou
São Paulo SP – Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP
São Paulo SP – Ex Libris/Home Page, no Paço das Artes
1997
Belém PA – Arte Pará: fronteiras, no Museu do Estado do Pará
Cidade do México (México) – Así es la Cosa: instalación y arte objeto en America Latina, no Centro Cultural/Arte Contemporáneo
Curitiba PR – A Arte Contemporânea da Gravura, no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba
Johannesburgo (África do Sul) – 2ª Bienal de Johannesburgo – Trade Routes: historygeography
Little Rock (Estados Unidos) – Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, no Arkansas Art Center
Londres (Inglaterra) – Networking: art by postfax, no Hayward Gallery
Londres (Inglaterra) – You are Here: re-siting installations, no Royal College of Arts
Nova York(Estados Unidos) – Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, no Museo del Barrio
Porto Alegre RS – 1ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, na Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul
Porto Alegre RS – Cildo Meireles e João Câmara, na UFRGS – Reitoria
Porto Alegre RS – Vertente Política, na Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul
São Paulo SP – Arte Cidade 3: a cidade e suas histórias, na Estação da Luz
São Paulo SP – Diversidade da Escultura Contemporânea Brasileira, na Av. Paulista, realização Ministério da Cultura/Itaú Cultural
São Paulo SP – Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
Johanesburgo (África do Sul) – Bienal de Johanesburgo
Cidade do Cabo (África do Sul) – Johannesburg Biennale: Trades Routes: HistoryGeography
1998
Estocolmo (Suécia) – Insertions: notes towards the dematerialization of the art exhibition, na Nordiska Museet
São Paulo SP – Futebol Arte, na Galeria Marta Traba
Rio de Janeiro RJ – Futebol Arte, na Fundação Casa França-Brasil
Paris (França) – Futebol Arte
Marselha (França) – Futebol Arte
Rio de Janeiro RJ – Teoria dos Valores, na Fundação Casa França-Brasil
Aalborg (Dinamarca) – The Garden of Forking Paths: contemporary art from Latin America, no Nordjillands Kunstmuseum
Austin (Estados Unidos) – Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, na Archer M. Huntington Art Gallery
Barcelona (Espanha) – Out of Actions Between Performancethe Object: 1949-1979, no Museu d"Art Contemporani
Barcelona (Espanha) – Out of Actions Between Performancethe Object: 1949-1979, no Museu d"Art Contemporani
Belo Horizonte MG – Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
Brasília DF – Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Itaugaleria
Caracas (Venezuela) – Puntos Cardinales, no Museo Alejandro Otero
Caracas (Venezuela) – Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, no Museo de Bellas Artes
Copenhague (Dinamarca) – The Garden of Forking Paths: contemporary art from Latin America, no Kunstforeinigen
Estocolmo (Suécia) – Insertions: notes towards the dematerialization of the art exhibition, no Nordiska Museet e no Tekniska Museet
Estocolmo (Suécia) – The Garden of Forking Paths: contemporary art from Latin America, no Edvik Konst & Kultur
Helsinque (Finlândia) – The Garden of Forking Paths: contemporary art from Latin America, no Helsinki City Art Museum
Los Angeles (Estados Unidos) – Out of Actions Between Performancethe Object: 1949-1979, no Museum of Contemporary Art
Maracaibo (Venezuela) – 3ª Bienal Barro de América, no Centro de Arte de Maracaibo Lia Bermúdez
Monterrey (Mexico) – Re-Aligning Visions: alternative currents in South American drawing, no Museo de Arte Contemporáneo
Niterói RJ – Espelho da Bienal, no MAC/Niterói
Penápolis SP – Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Itaugaleria
Rio de Janeiro RJ – Cildo Meireles, Artur Barrio e Luiz Fonseca: desenhos, no Paço Imperial
Rio de Janeiro RJ – Hélio Oiticica e a Cena Americana, no Centro de Artes Hélio Oiticica
Rio de Janeiro RJ – Horizonte Reflexivo, no Centro Cultural Light
São Paulo SP – 24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
São Paulo SP – Afinidades Eletivas I: o olhar do colecionador, na Casa das Rosas
São Paulo SP – Fronteiras, no Itaú Cultural
São Paulo SP – O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand – MAM/RJ, no Masp
São Paulo SP – Teoria dos Valores, no MAM/SP
Viena (Áustria) – Out of Actions Between Performancethe Object: 1949-1979, no Austrian Museum of Applied Arts
1999
Miami (Estados Unidos) – Re-Aligning: alternative currents in South American drawing, no Miami Art Museum
Nova York (Estados Unidos) – Global Conceptualism: points of origins 1950s-1980s, no The Queens Museum of Art
Minneapolis (Estados Unidos) – Global Conceptualism: point of origin, 1950s-1980s, no Walker Art Center
Miami (Estados Unidos) – Global Conceptualism: point of origin, 1950s-1980s, no Miami Art Museum
Rio de Janeiro RJ – A Imagem do Som de Chico Buarque, no Paço Imperial (Rio de Janeiro, RJ)
Rio de Janeiro RJ – Cotidiano/Arte. Objeto Anos 60/90, no MAM/RJ
Santa Mônica (Estados Unidos) – Waltercio Caldas, Cildo Meireles, Mira Schendel, Tunga, no Christopher Grimes Gallery
São Paulo SP – Cotidiano/Arte. O Consumo – Beba Mona Lisa, no Itaú Cultural
São Paulo SP – Cotidiano/Arte. Objeto Anos 60/90, no Itaú Cultural
São Paulo SP – Por que Duchamp?, no Paço das Artes/Itaú Cultural
São Paulo SP – Cotidiano/Arte. O Objeto – Anos 60/90, no Itaú Cultural
Tóquio (Japão) – Out of Actions Between Performancethe Object: 1949-1979, no Hara Museum of Contemporary Art
2000
Buenos Aires (Argentina) – Brasil: plural y singular, no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires
Colchester (Reino Unido) – Outros 500: highlights of brazilian contemporary art in UECLAA, na Art Gallery – University of Essex
Curitiba PR – 12ª Mostra da Gravura de Curitiba. Marcas do Corpo, Dobras da Alma
Niterói RJ – Coleção Sattamini: dos materiais às diferenças internas, no MAC/Niterói
Praga (República Tcheca) – Beyond Preconceptions: the sixties experiment, na National Gallery
Rio de Janeiro RJ – Jornal Aberto, no Museu do Telephone
Rio de Janeiro RJ – Situações: arte brasileira anos 70, na Fundação Casa França-Brasil
São Paulo SP – Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento: Arte Contemporânea, na Fundação Bienal
São Paulo SP – Entre a Arte e o Design: acervo do MAM, no MAM/SP
São Paulo SP – Investigações. O Trabalho do Artista, no Itaú Cultural
São Paulo SP – Lançamento do vídeo Cildo Meireles: gramática do objeto, de Luis Felipe Sá, no Itaú Cultural
Varsóvia (Polônia) – Beyond Preconceptions: the sixties experiment
Brasília DF – Cotidiano/Arte. O Consumo. Beba Mona Lisa, na – Itaugaleria
2001
Belo Horizonte MG – Do Corpo à Terra: um marco radical na arte brasileira, no Itaú Cultural
Campinas SP – (quase) Efêmera Arte, no Itaú Cultural
Madri (Espanha) – El Final del Eclipse: el arte de América Latina en la transición al siglo XXI, na Fundación Telefonica
Paris (França) – Da Adversidade Vivemos, no Museé d"Art Moderne de la Ville de Paris
Porto Alegre RS – Coleção Liba e Rubem Knijnik: arte brasileira contemporânea, no MARGS
Recife PE – Palavraimagem, no MAMAM
Rio de Janeiro RJ – Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light
Rio de Janeiro RJ – Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no Paço Imperial
Rio de Janeiro RJ – Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no Paço Imperial
Rio de Janeiro RJ – O Espírito de Nossa Época, no MAM/RJ
São Paulo SP – Anos 70: Trajetórias, no Itaú Cultural
São Paulo SP – Caminhos da Forma, na Galeria de Arte do Sesi
São Paulo SP – Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no MAM/SP
São Paulo SP – O Espírito de Nossa Época, no MAM/SP
São Paulo SP – Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural
Austin (Estados Unidos) – Rembrandt to Rauschenberg: Building the Collection, no The Jack S. Blanton Museum of Art. The University of Texas at Austin
Buenos Aires (Argentina) – Beyond Preconceptions: the sixties experiment, no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires
São Paulo SP – Beyond Preconceptions: the sixties experiment, no Museu de Arte Brasileira da FAAP
Rio de Janeiro RJ – Beyond Preconceptions: the sixties experiment, no Paço Imperial
São Paulo SP – Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no Museu de Arte Moderna
2002
Rio de Janeiro RJ – Beyond Preconceptions: the sixties experiment, no Museu de Arte Moderna
Rio de Janeiro RJ – Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
Colchester (Reino Unido) – Transit, na University of Essex Art Gallery
Berkeley (Estados Unidos) Artista Participante – Beyond Preconceptions: the sixties experiment (2002 : Berkeley, Estados Unidos) – Berkeley Art MuseumPacific Film Archive (Berkeley, Estados Unidos)
Brasília DF – Fragmentos a Seu Ímã, no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio
Kassel (Alemanha) – 11 Documenta, no Museum Fridericianum
Londres (Reino Unido) – Vivências: dialogues between the works of Brazilian artists from the 1960s to 2002, no New Art Gallery Walsall
Madri (Espanha) – Arco/2002, no Parque Ferial Juan Carlos I
Niterói RJ – Coleção Sattamini: esculturas e objetos, no MAC/Niterói
Niterói RJ – Diálogo, Antagonismo e Replicação na Coleção Sattamini, no MAC/Niterói
Nova York (Estados Unidos) – Tempo, no MoMA
Rio de Janeiro RJ – Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
Rio de Janeiro RJ – Diálogo, Antagonismo e Replicação na Coleção Sattamini, no MAC/Niterói
Rio de Janeiro RJ – Entre a Palavra e a Imagem: módulo 1, na Sala MAM-Cittá América
Rio de Janeiro RJ – Paralelos: arte brasileira da segunda metade do século XX em contexto, Collección Cisneros, no MAM/RJ
São Paulo SP – Beyond Preconceptions: the sixties experiment, no MAM/SP
São Paulo SP – Mapa do Agora: 50 anos da arte brasileira Coleção Sattamini, no Instituto Tomie Ohtake
São Paulo SP – Paralela, no Galpão localizado na Avenida Matarazzo, 530,
São Paulo SP – Paralelos: arte brasileira da segunda metade do século XX em contexto, Colección Cisneros, no MAM/Ibirapuera
São Paulo SP – Pop Brasil: a arte popular e o popular na arte, no CCBB
Siena (Itália) – Arte all"Arte 7. Project Exhibition, no Siena Comércio de Produtos Alimentícios Ltda
2003
Buenos Aires (Argentina) – Geo-Metrias: abastracción geométrica latinoamericana en la Colección Cisneros, no Malba
Iowa City (Estados Unidos) – Layers of Brazilian Art, no Faulconer Gallery
Niterói RJ – Apropriações: Curto-Circuito de Experiências Participativas, no MAC/Niterói
Recife PE – Ver de Novo/Ver o Novo, no MAMAM
Rio de Janeiro RJ – Desenho Anos 70, no MAM/RJ
Rio de Janeiro RJ – Grande Orlândia: artistas abaixo da linha do equador, na Rua Bela, 148 até Rua General Bruce, 230
Rio de Janeiro RJ – Múltiplos Inéditos, na H.A.P Galeria
São Paulo SP – 28º Panorama da Arte Brasileira, no MAM/SP
São Paulo SP – A Nova Geometria, na Galeria Fortes Vilaça
São Paulo SP – A Subversão dos Meios, no Itaú Cultural
São Paulo SP – Acervo 2003 / 2004, na Galeria Luisa Strina
São Paulo SP – Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural
São Paulo SP – Galeria Luisa Strina: artistas representados, na Galeria Luisa Strina
São Paulo SP – MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no MAC/USP
São Paulo SP – Meus Amigos, no Espaço MAM – Villa-Lobos
São Paulo SP – Um Difícil Momento de Equilíbrio, no Espaço MAM – Villa-Lobos
Veneza (Itália) – 50ª Bienal de Veneza, no Arsenale e Giardini della Biennale.
Vila Velha ES – O Sal da Terra, no Museu Vale do Rio Doce
São Paulo SP – Galeria Luisa Strina: artistas representados, na Galeria Luisa Strina
Curitiba PR – Imagética, no Museu da Gravura Cidade de Curitiba (PR)
2004
São Paulo SP – Fragmentos e Souvenirs Paulistanos – Vol. I, na Galeria Luisa Strina
Recife PE – Coleção Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães: doações 2001 – 2004, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães
Belo Horizonte MG – Pampulha, Obra Colecionada: 1943-2003, no Museu de Arte da Pampulha
Madri (Espanha) – Arco/2004, no Parque Ferial Juan Carlos I
Rio de Janeiro RJ – Arte Contemporânea Brasileira nas Coleções do Rio, no MAM/RJ
Rio de Janeiro RJ – 28º Panorama de Arte Brasileira, no Paço Imperial
São Paulo SP – Fotografia e Escultura no Acervo do MAM – 1995 a 2004, no MAM/SP
2005
Belém PA – Salão de Arte do Pará 2005, na Fundação Romulo Maiorana
São Paulo SP – O Corpo na Arte Contemporânea Brasileira, no Itaú Cultural
Rio de Janeiro RJ – Imagem Sitiada, na galeria do Sesc Copacabana
Londres (Reino Unido) – Open Systems: rethinking art c.1970, no Tate Modern
Petrópolis RJ – Imagem Sitiada, na galeria do Sesc Petrópolis
Paris (França) – Diversidade na Arte Contemporânea Brasileira, no Carreau du Temple
Campos dos Goytacazes RJ – Imagem Sitiada, no Sesc de Campos
São Paulo SP – Dor, Forma, Beleza: a representação criadora da experiência traumática, na Estação Pinacoteca
São Paulo SP – Homo Ludens: do faz de conta à vertigem, no Itaú Cultura
Brest (França) – Equipée Rio São Paulo Brest, no Centre d"Art Passerelle
Rio de Janeiro RJ – N_múltiplos, na Arte 21 galeria
São Paulo SP – O Corpo na Arte Contemporânea Brasileira, no Itaú Cultural
2006
Rio de Janeiro RJ – 25 Artistas, na Mercedes Viegas Escritório de Arte
Rio de Janeiro RJ – De Repente Livros, na A Gentil Carioca
Rio de Janeiro RJ – Um Século de Arte Brasileira – Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAMRJ
São Paulo SP – Clube de Gravura: 20 anos, no MAM/SP
São Paulo SP – Contrabando, na galeria Luisa Strina
São Paulo SP – Paralela 2006, no Pavilhão dos Estados
São Paulo SP – Um Século de Arte Brasileira – Coleção Gilberto Chateaubriand, na Pinacoteca do Estado
São Paulo SP – Volpi e suas Heranças Contemporâneas, no MAC/USP
Zurique (Suiça) – Seduções, na Daros Exhibitions
Belém PA – Traços e Transições da Arte Contemporânea Brasileira, no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas
Rio de Janeiro RJ – Um Século de Arte Brasileira – Coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu de Arte Moderna
São Paulo SP – MAM na Oca, na Oca
2007
Curitiba PR – Um Século de Arte Brasileira – Coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu Oscar Niemeyer
Rio de Janeiro RJ – Coletiva Durex, no Durex Arte Contemporânea
Rio de Janeiro RJ – Exposição Coletiva, na Mercedes Viegas Escritório de Arte
Belo Horizonte MG – Binária: acervo e coleções, no Museu de Arte da Pampulha
Belo Horizonte MG – Neovanguardas, no Museu de Arte da Pampulha
Curitiba PR – Um Século de Arte Brasilerira – Coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu Oscar Niemeyer
Porto Alegre RS – 6º Bienal de Artes Visuais do Mercosul, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
São Paulo SP – Anos 70 – Arte como Questão, no Instituto Tomie Ohtake
São Paulo SP – Futuro do Presente, no Itaú Cultural
São Paulo SP – Itaú Contemporâneo: arte no Brasil 1981 – 2006, no Itaú Cultural
Salvador BA – Um Século de Arte Brasileira – Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM/BA
Porto Alegre RS – 6º Bienal de Artes Visuais do Mercosul, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
Zurique (Suíça) – Fasce to Face, no Daros-Latinamerica AG
2008
São Paulo SP – Poéticas Visuais: arte, conceito e intimidade, noMuseu de Arte Brasileira – FAAP
São Paulo SP – Quando Vidas se Tornam Formas: diálodo com o futuro – Brasil-Japão, no MAM/SP
Albany (Estados Unidos) – Latin AmericanCaribbean Art: Selected Highlights from the Collection of the Museum of Modern Art, no New York State Museum
São Paulo SP – MAM 60, na Oca
Rio de Janeiro RJ – Coletiva 08, na Mercedes Viegas Escritório de Arte
2009
Rio de Janeiro RJ – Nós, no Museu da República
São Paulo SP – Um Mundo Sem Molduras, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
São Paulo SP – Olhar da Crítica: Arte Premiada da ABCA e o Acervo Artístico dos Palácios, no Palácio dos Bandeirantes
Prato (Itália) – After Utopia, no Centro Per l"Arte Contemporanea Luigi Pecci
2010
São Paulo SP – Genealogias do Contemporâneo, no Museu de Arte Moderna
São Paulo SP – Jogos de Guerra, no Memorial da América Latina, Galeria Marta Traba
São Paulo SP – Recortes de uma Coleção, na Galeria Ricardo Camargo
São Paulo SP – sp-arte, na Fundação Bienal
Brasília DF – Arquivo Brasília: cidade imaginário, no Espaço Cultural Marcantonio Vilaça
Rio de Janeiro RJ – Entre Desejos e Utopias, em A Gentil Carioca
Rio de Janeiro RJ – Futebol de Salão – A Coletiva , na Lurixs: Arte Contemporânea
Santander (Espanha) – Río Experimental: más allá del arte, el poema y la acción, no Espacio da Fundación Marcelino Botín
Rio de Janeiro RJ – Objetos Diretos: pequenos formatos de artistas brasileiros, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
Rio de Janeiro RJ – Os 70′s, na Galeria Progetti
São Paulo SP – Das Coisas em Geral, no Espaço Coleção Particular
São Paulo SP – Primeira e Última, Notas Sobre o Monumento, na Galeria Luisa Strina
São Paulo SP – Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo Sobrinho
São Paulo SP – Um Dia Terá Que Ter Terminado: 1969/74, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo
Rio de Janeiro RJ – Coletiva 10, na Mercedes Viegas Escritório de Arte
2011
Belo Horizonte MG – 29ª Bienal de São Paulo: obras selecionadas, na Fundação Clóvis Salgado
São Paulo SP – 748.600, no Paço das Artes
São Paulo SP – Ordem e Progresso: vontade construtiva na arte brasileira, no Museu de Arte Moderna

Cronologia


ca.1955/ca.1957
Vive em Goiânia
ca.1960
Muda-se para Brasília
1963/1965
Freqüenta o ateliê do artista peruano Barrenechea (1921), mantido pela Fundação Cultural do Distrito Federal
1967
Fixa residência no Rio de Janeiro. Nesse ano monta pela primeira vez, no MAM/RJ, a obra Desvio para o Vermelho
1967/1968
Realiza a obra Espaços Virtuais – Cantos
1968
Estuda por dois meses na Enba e freqüenta o Ateliê de Gravura do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ
1969
É professor no MAM/RJ
Funda, com Guilherme Vaz e Frederico Morais, a Unidade Experimental do MAM/RJ
1970
Realiza a obra Inserções em Circuitos Ideológicos
Participa da Semana da Inconfidência, realizada em Belo Horizonte, no evento Do Corpo à Terra. Apresenta a obra Tiradentes: totem-monumento ao preso político, na qual dez galinhas amarradas a uma estaca são queimadas vivas
1970/ca.1976
É tema do filme Histórias Verídicas, de Antonio Manuel
1971
Reside em Nova York
1973
De volta ao Brasil, fixa residência no Rio de Janeiro
1979
Wilson Coutinho dirige o documentário Cildo Meireles (vencedor do Festival JB de Cinema)
1984
Tuca Moraes dirige o documentário Desvio para o Vermelho
É tema do documentário O Falsário, dirigido por Frédéric Laffont para a Amtenne II/RTF
1989
É realizado o documentário Olvido, por ocasião da 20ª Bienal Internacional de São Paulo
1990
É realizado o documentário Cildo Meireles – Interview with Guy Brett, no Institute of Contemporary Arts, em Londres
O distrito de Glasgow, na Escócia, recusa projeto de intervenção urbana encomendado a Cildo Meireles pelo TSWA Four Cities Project
1996
É realizado Estética como Ética/Ética como Estética, projeto para a revista TRANS arts. culture. media, vol. 1, nº 2
1997
Branca Bogdanova dirige o documentário Cildo Meireles, no Institute of Contemporary Art, em Boston, Estados Unidos)
1999
Recebe do governo holandês o Prince Clauss Award
2000
Lançado pela editora Cosac & Naify o livro Cildo Meireles, publicado originalmente pela Phaidon Press Limited, Londres, em 1999
2008
Recebe o Premio Velázquez de las Artes Plásticas, concedido pelo Ministerio de Cultura da Espanha
2009
Lançamento do longa-metragem Cildo, com direção de Gustavo Moura.

Vídeo






Cildo Meireles

 

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