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James Lisboa Escritório de Arte - Leilão - Março 2013 Captacao de obras

Thomaz Ianelli

Ônibus
Técnica: óleo sobre tela
Medida: 73 x 60 cm
Data: 1969
Comentários: ass. inf. dir.

Thomaz Ianelli
Preço: Sob Consulta

 

  BIOGRAFIA
Thomaz Ianelli
Thomaz Ianelli Vida, biografia e trajetória
Thomaz Ianelli (1932 - 2001)

Biografia



Thomaz Ianelli (São Paulo SP 1932 - idem 2001). Pintor, gravador, aquarelista e desenhista. Começa a trabalhar como aprendiz em uma empresa de desenho publicitário, a Companhia de Anúncios em Bondes, de 1948 a 1955. No início da década de 1950, freqüenta o ateliê de seu irmão, o pintor e escultor Arcangelo Ianelli (1922). Em 1953, tem aulas de desenho e pintura com Angelo Simeone (1899 - 1974), na Associação Paulista de Belas Artes, em São Paulo. Entra em contato com os artistas Mario Zanini (1907 - 1971), Flexor (1907 - 1971) e Arnaldo Ferrari (1906 - 1974), entre outros. A partir de 1957, dedica-se à pintura, e, no ano seguinte, integra o Grupo Guanabara, participando de suas mostras coletivas. Em 1961, através do prêmio viagem que recebe no Concurso Velázquez, do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, viaja para a Europa, e conhece obras de artistas como Paul Klee (1879-1940) e Karel Appel (1921-2006), que passam a influenciar a sua pintura. Em 1965, ministra curso de desenho no Centro de Estudos Brasileiros, em Lima. Recebe prêmio aquisição nas 9ª e 12ª edições da Bienal Internacional de São Paulo, em 1967 e 1975. Torna-se membro do conselho da Associação Internacional de Artes Plásticas da Unesco, em 1972, e, dez anos depois é eleito o primeiro presidente da Associação Profissional de Artistas Plásticos. Em 1979, participa do Congresso Internacional de Artes Plásticas realizado em Stuttgart, na Alemanha, e trabalha em um ateliê de Rothrist, na Suíça. Em 1981, produz séries de têmperas e gravuras em metal. Em 1997, ilustra o livro Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, publicado pela editora Bibla, e, em 2000, é lançado pela editora Berlendis & Verteccia o livro Pinturas de Thomaz Ianelli: arte para criança, de Alberto Goldin.

Fonte: Itaú Cultural

Atualizado em 30/08/2006

Críticas



Thomaz Ianelli - Formas Flutuantes
“(…) Afirmar que Thomaz é um colorista virtuose tornou-se hoje em dia quase uma obviedade. Primeiro, porque a constatação o acompanha com a mesma freqüência que as referências a Klee e à infância, e não há quem não a tenha tido em algum lugar. Segundo, porque a obra de arte nesse ponto fala imediatamente, e por si só (…). Sua obra tem um poder de encantamento imediato que repousa no impacto cromático. Só num segundo tempo de leitura entram em ação outros fatores. E o mais intrigante é que, como regra, suas cores são predominantemente consonantes (…). Thomaz costuma trabalhar primeiro com uma cor determinada, antes de colocar qualquer outra, estabelecendo com ela certos pontos de apoio essenciais. Numa segunda rodada, cria com outro tom um contraponto e só então liberta o improviso (…). Há em várias fases, na pincelada de Thomaz, uma reminiscência de Volpi. E acredito que aí exista mais que casualidade (…). Em plena década de 70, podemos vê-lo obter, no óleo, um ritmo e uma luminosidade por transparência (e até por um formato de gesto) característicos da têmpera de Volpi”.
Olívio Tavares de Araújo

“(…) A pintura de Thomaz Ianelli tem, porém, a particularidade de ser uma obra elaborada precisamente no curso dos anos de crise. Talvez por isso tenha sido ele obrigado a ir tão a fundo na recuperação dos valores pictóricos e fale hoje uma linguagem tão livre e tão rica.

Uma linguagem sem compromisso a não ser com a sua integridade de pintura. Na dialética da linguagem e da realidade – contradição dinâmica e permanente na arte de Thomaz Ianelli -, atingiu ele aquele ponto de equilíbrio em que a linguagem é suficientemente consistente para ter autonomia e suficientemente permeável para não se enrijecer e estereotipar-se. Após o mergulho no universo distante dos signos e formas arcaizantes, voltou às paisagens e aos temas externos, dando provas de sua capacidade de transmudar qualquer coisa em fala pictórica. Conforme os temas, as cores são aí também da superfície e a composição se inspira na ordem natural reestruturada: a bidimensionalidade volta a ser ambígua ainda que predominante. Mas aos poucos, outra vez a linguagem se interioriza, as cores e a fatura tornam-se meios reveladores de uma dimensão outra, tocada de nostalgia e mistério, como nos trabalhos de 1980 e seguintes. O pintor mergulha outra vez no mundo remoto das formas-signos, sem referência direta ao mundo exterior. Só que agora – como é o caso de suas obras mais recentes – esse universo enigmático já nada tem do universo kleeniano e é menos a subjetividade do pintor do que a revelação dos subterrâneos de sua própria linguagem pictórica. Como se ele nos quisesse mostrar o seu avesso”.
Ferreira Gullar


“Existem ainda configurações em sua pintura, porém tão deformadas e dissolvidas, que muitas vezes torna-se difícil reconhecê-las como tais. Assim, gradativamente a sua pintura entrou na fase atual que se caracteriza pela absoluta dissolvência dos elementos figurais. Thomaz criou um novo mundo de expressividade pictórica. Quais são as características deste seu mundo? Antes de mais nada, a leveza, a fluidez, a nebulosidade amorfa. Uma maciez dos coloridos fluidos, um lirismo que raramente tem elementos de uma leve dramaticidade, um flutuar, um levitar perpétuo. Amplos espaços se diluem além das fronteiras dos quadros. Fragmentos de delineamentos, fragmentos figurais seguram a consistência, a estrutura destes vultos amorfos. Estamos dentro de um mundo mágico e feérico. Com a criança dentro de si como guia, Thomaz nos conduz dentro desse mundo seu de lirismo amorfo.(…). Uma pureza, uma bondade emanam de todos os seus quadros. (…). O lirismo e às vezes a dramaticidade tomam o seu lugar. Assim Thomaz cria um rico mundo de suavidades amorfas e levitantes. Uns fragmentos lineares como os desenhos rupestres das cavernas dão, de uma maneira musical e dançante, a solidez estrutural deste mundo amorfo e nebuloso ou, como uma sensível nervatura, oferecem consistência a estes vultos fluidos e etéreos dos cromatismos dilutos e insubstanciais. Uma suave dança perpétua. Um mundo fantasmagórico, onde o colorido puro canta os seus hinos singelos”.
Theon Spanudis

“(…) o fato de a pincelada de Thomaz Ianelli buscar afirmar-se enquanto tal encontra nesses artistas e noutros anteriores (Malfatti, Flávio de Carvalho, Guignard, De Fiori ou Bandeira) uma ampla tradição. A presença do sujeito, como aquele capaz de individualizar sua arte e sua linguagem, encontra na questão da pincelada uma instância de afirmação.

Ao contrário, a busca exacerbada de objetividade do concretismo na década de 50 resultaria no projeto de uso de cor chapada e tinta industrial, que não deixassem vestígio da passagem do autor. Thomaz Ianelli estabelece passagem seca e econômica do pincel. Aprendida a lição cezanniana, a pincelada conquista o espaço, constitui a superfície e constrói a figura – é sempre exercício visível e lúdico.

A cor de Thomaz Ianelli é sobretudo pigmento, na sua paleta terra. Provém de um outro Brasil, menos vegetal ou luminoso e desvinculado da tradição popular. É uma paleta das terras graves, entranhas trazidas à luz da pintura, sem exasperação dramática. De um mundo de manchas, pinceladas, imprecisões emergem figuras, como um exército poético de crianças, bailarinas, animais e brinquedos que estrutura o espaço. O olhar é estimulado à busca das imagens, como exercício de conjecturas e jogo de descobertas lúdicas. O desfecho gratificante é a apreensão desse universo de figuras, habitantes do informe que estruturam o espaço e fazem a obra. Surgem como afloramento da memória da infância, lembrar é perceber o visível no picadeiro da tela”.
Paulo Herkenhoff


“Com freqüência o artista faz uso de uma linguagem metafórica para resgatar o que há de belo numa realidade às vezes dura e dramática. Este talvez seja o segredo de sua obra, a eficácia de suas pinturas, assim como da obra desse outro Thomaz, o construtor de objetos tridimensionais, pequenas assemblages que são montadas, como suas pinturas, com a mesma dosagem de humor e comentário crítico sobre o mundo, a partir de pequenos fragmentos de matéria ou de sonho. Desse mundo, Thomaz é sempre o melhor conhecedor, mas por assim dizer escamoteia o que sabe, dissimulando o propósito com que junta os materiais de seus objetos ou a escolha das figuras que povoam seus quadros, para só deixar emergir, atravessada pela síntese do humor e do olhar crítico, a poesia que sabe arrancar desse mundo.

Talvez se pudesse dizer que na obra de Thomaz, em sua leveza e no que carrega de magia e de sonho, há algo de infantil – à condição de sabermos entender o termo como sinônimo do duro trabalho de reconquista de uma ingenuidade que só a criança, ainda infensa à voragem do mundo, é capaz de expressar. Uma forma de inocência que só a um grande artista em sua maturidade é dado resgatar”.
Emanoel Araújo

Exposições Individuais



1960
São Paulo SP – Primeira individual, na Galeria de Arte das Folhas – Prêmio Leirner

1961
Campinas SP – Individual, na Galeria Aremar

Rio de Janeiro RJ – Individual, no Instituto Italiano de Cultura. Piccolla Galeria

São Paulo SP – Individual, na Galeria Ambiente

1962
Bilbao (Espanha) – Individual, no Instituto Vascongago

Madri (Espanha) – Individual, no Instituto de Cultura Hispânica

Paris (França) – Individual, na Maison du Brésil

1964
Madri (Espanha) – Individual, na Galeria Nebli
São Paulo SP – Individual, na Galeria São Luís

1965
Lima (Peru) – Individual, na Galeria Candido Portinari

São Paulo SP – Individual, na Galeria Astréia

1968
São Paulo SP – Individual, na Galeria Cosme Velho

1969
Santos SP – Individual, na Galeria CCBEU

1970
São Paulo SP – Individual, na Galeria Astréia

1971
Campinas SP – Individual, no Banco Lar Brasileiro

1972
São Paulo SP – Individual, na Galeria Astréia

1973
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria de Arte Ipanema

1975
São Paulo SP – Individual, na Galeria Cosme Velho

1976
São Paulo SP – Individual, na Galeria Grafiti

1977
São Paulo SP – Individual, na Cristina Faria de Paula Galeria de Arte

1979
Curitiba PR – Thomaz Ianelli: óleos e aquarelas, no MAC/PR

Rio de Janeiro RJ – Thomaz Ianelli :óleos e guaches, na Galeria Bonino

1980
Paris (França) – Individual, na Galeria Debret

São Paulo SP – Individual, na Grifo Galeria de Arte

1982
Rio de Janeiro RJ – Thomaz Ianelli: óleos e têmperas, na Galeria Bonino

1984
Belo Horizonte MG – Individual, no MAP

Rio de Janeiro RJ – Individual, no MNBA

1985
Brasília DF – Individual, na Fundação Cultural do Distrito Federal

Curitiba PR – Individual, no MAC/PR

Porto Alegre PR – Individual, no Margs

Porto Alegre RS – Individual, na Galeria Tina Presser

São Paulo SP – Individual, no MAM/SP

1986
São Paulo SP – Thomaz Ianelli: a obra sobre papel, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte

1987
Buenos Aires (Argentina) – Thomaz Ianelli: pinturas, no Museo de Artes Plásticas Eduardo Sívori

Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Saramenha

São Paulo SP – Individual, na Yutaka Sanematsu Escritório de Arte

1988
Lisboa (Portugal) – Individual, na Galeria 111

1989
Santiago (Chile) – Individual, na Galeria Arte Actual

São Paulo SP – Thomaz Ianelli: aquarelas, na Kate Art Gallery

1990
New Orleans (Estados Unidos) – Individual, na Global Art Gallery

Porto (Portugal) – Individual, na Galeria Zen

1992
São Paulo SP – Individual, no Masp

1993
Rio de Janeiro RJ – Individual, no Paço Imperial

1995
Brasília DF – Individual, no Marlene Gastal Escritório de Arte

1996
São Bernardo do Campo SP – Individual, no Espaço Henfil de Cultura

1997
São Paulo SP – Individual, na Galeria Nara Roesler

1998
Porto Alegre RS – Thomaz Ianelli, na Bolsa de Arte de Porto Alegre

1999
Miami (Estados Unidos) – Thomaz Ianelli: aquarelas, no National Eagle Bank

São Paulo SP – Individual, na Casa da Fazenda do Morumbi

São Paulo SP – Thomaz Ianelli: a imaginária do aparente, na Pinacoteca do Estado

2000
Lisboa (Portugal) -Formas Flutuantes, no Centro Cultural Padrão dos Descobrimentos

Exposições Coletivas

1958
Curitiba PR – 15º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná – menção honrosa

São Paulo SP – 4ª Exposição do Grupo Guanabara, na ACM

1959
Curitiba PR – 16º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná

Santos SP – 6º Salão Santista de Belas Artes – prêmio aquisição

São Paulo SP – 5ª Exposição do Grupo Guanabara, na ACM

1960
Rio de Janeiro RJ – 9º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ

Santos SP – 8º Salão Santista de Belas Artes – pequena medalha de prata

São Paulo SP – 9º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia – medalha de bronze

1961
São Paulo SP – 10º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia – 1º prêmio de cartaz

Rio de Janeiro RJ – Natureza-Morta na Pintura, na Galeria Ibeu Copacabana

Rio de Janeiro RJ – Salão Nacional de Arte Moderna, no MNBA – prêmio de viagem ao exterior

São Paulo SP – 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho

1962
Barcelona (Espanha) – Arte de América y España

Madri (Espanha) – Arte de América y España

Paris (França) – Arte de América y España

Munique (Alemanha) – Arte de América y España

Bruxelas (Bélgica) – Arte de América y España

Amsterdã (Holanda) – Arte de América y España

Milão (Itália) – Arte de América y España

Berna (Suiça) – Arte de América y España

1963
Londres (Inglaterra) – Brazilian Art Today

Viena (Áustria) – Brazilian Art Today

Bruxelas (Bélgica) – Brazilian Art Today

Paris (França) – 3ª Bienal dos Jovens

São Paulo SP – 12º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia – medalha de prata

1964
Rio de Janeiro RJ – 2ª O Rosto e a Obra, no Ibeu Copacabana

1965
Londres (Inglaterra) – Brazilian Art Today, na Royal Academy of Arts

Rio de Janeiro RJ – 1º Salão Esso de Artistas Jovens, no MAM/RJ

São Paulo SP – 1º Salão Esso de Artistas Jovens, no MAC/USP

1966
Bonn (Alemanha) – Brazilian Art Today, no Beethovenhalle

Washington (Estados Unidos) – Pintura Brasileira

São Paulo SP – Três Premissas, no MAB-FAAP

Paris (França) – Pintura Brasileira

Fulda (Alemanha) – Pintura Brasileira

1967
Cidade do México (México) – Dez Pintores Brasileiros Modernos, no Palácio de Belas Artes

Montevidéu (Uruguai) – Dez Pintores Brasileiros Modernos

Santiago (Chile) – Dez Pintores Brasileiros Modernos

Lima (Peru) – Dez Pintores Brasileiros Modernos

Nova York (Estados Unidos) – Art by Latin América, no Zegri Gallery

São Paulo SP – 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal – Prêmio Itamaraty

1969
Campinas SP – 5º Salão de Arte Contemporânea de Campinas

Santo André SP – 2º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal – Prêmio Cidade de Santo André

São Paulo SP – O Amarelo na Pintura, na Galeria Cosme Velho

São Paulo SP – 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1970
Brasília DF – Salão Comemorativo do Pensamento Ecológico

São Paulo SP – Salão Comemorativo do Pensamento Ecológico

Rio de Janeiro RJ – Arte Contemporânea Brasileira, no Banco de Boston

Santo André SP – 3º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal

São Paulo SP – 2º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – 2º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Masp – menção honrosa

São Paulo SP – Mostra Inaugural, na Galeria Astréia

1971
Paris (França) – Salão de Outono, no Grand Palais

Santos SP – 1ª Bienal de Artes Plásticas – Prêmio Interventor Federal

1972
Belo Horizonte MG – Cinco Anos de Vanguarda Brasileira, na Fundação Palácio das Artes

Curitiba PR – 29º Salão Paranaense, no Teatro Guaíra

Quito (Equador) – Salão da la Independência, na Casa de la Cultura Ecuatoriana

Rio de Janeiro RJ – De Ontem para Hoje, no Istituto Italiano di Cultura de San Paolo

São Paulo SP – Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio

1973
São Paulo SP – 5º Panorama de Arte Atual Brasileira, MAM/SP

Washington (Estados Unidos) – Art Gallery of the Brazilian, no Brazilian-American Cultural Institute

1974
Bogotá (Colômbia) – 28 Artistas del Brazil, no Museu de Arte Moderna de Bogotá

Cali (Colômbia) – 28 Artistas del Brazil, no Museo de Arte Moderno La Tertulia

Caracas (Venezuela) – 28 Artistas del Brazil

Santiago (Chile) – 28 Artistas del Brazil, no Museo de Arte Moderno

Lima (Peru) – 28 Artistas del Brazil

Medellín (Colômbia) – 28 Artistas del Brazil

Equador – 28 Artistas del Brazil

São Paulo SP – Calendário, na Galeria Cosme Velho

1975
Brasília DF – Salão do Pensamento Ecológico

São Paulo SP – 13ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – Calendário, na Documenta Galeria de Arte

São Paulo SP – Mostra Inaugural, na Grifo Galeria de Arte

São Paulo SP – Salão do Pensamento Ecológico

1976
Paris (França) – Américas e o Caribe, na United Nations Educational, ScientificCultural Organization

São Paulo SP – 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Américas e o Caribe, no MAM/SP

São Paulo SP – Italianos i Oriundi, na Fiat Automóveis

1977
Goiânia GO – Colecionadores de Goiás dos Mestres da Pintura Brasileira, na Casa Grande Galeria de Arte

Madri (Espanha) – Arte Actual de Ibero-Americana, no Instituto de Cultura Hispânica – itinerante

São Paulo SP – Exposições das Arcadas, no MAM/SP

1978
Barcelona (Espanha) – 17º Prêmio Internacional de Desenho Joan Miró, na Fundação Joan Miró

Cidade de Cingapura (Cingapura) – Quatro Artistas, Quatro Técnicas, no National Museum Art Gallery

Piracicaba SP – Quatro Artistas, Quatro Técnicas, no Teatro Municipal Doutor Losso Netto

São Paulo SP – 2º Salão Nacional de Antigüidades e Galerias de Arte, no Masp

São Paulo SP – O Circo, no Paço das Artes

1979
Buenos Aires (Argentina) – 1ª Trienal Latinoamericana del Grabado, nas Salas Nacionales de Exposición

Mendonza (Argentina) – 1ª Trienal Latino-americana del Grabado, no Museo de Arte Moderno

São Paulo SP – Quatro Coloristas, na Christina Faria de Paula Galeria de Arte

1980
Lausanne (Suíça) – Acervo da Galerie Claudine Planque

Nova York (Estados Unidos) – Latin American Art, na Sotheby"s Park Bernet Gallery

São Paulo SP – Mostra Itália Brasil, no Masp

1981
Nova York (Estados Unidos) – 19th e 20th Century Latin American Paintings, na Sotheby"s Park Bernet Gallery

São Paulo SP – Artistas Contemporâneos Brasileiros, na Galeria da Arte São Paulo

1982
Cidade do México (México) – 3ª Bienal Iberoamericana de Arte

Nova York (Estados Unidos) – Contemporary Artists, na Kouros Gallery

1983
Atami (Japão) – 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

Kyoto (Japão) – 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

Rio de Janeiro RJ – 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no MNBA

São Paulo SP – 14º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no Masp

Tóquio ( Japão) – 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão

1984
São Paulo SP – Arte na Rua 2

São Paulo SP – Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal

1985
Nova York (Estados Unidos) – Important Latin American Paintings, na Sotheby"s Park Bernet Gallery

Rio de Janeiro RJ – Seis Décadas da Arte Moderna: Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial

1986
Havana (Cuba) – 2ª Bienal de Havana

Los Angeles (Estados Unidos) – 1ª Los Angeles International Art Fair

Rio de Janeiro RJ – Sete Décadas da Presença Italiana na Arte Brasileira, no Paço Imperial

São Paulo SP – Algumas Tendências da Pintura Argentina e Brasileira, na Galeria Praxis

São Paulo SP – Cor e Desenho, ou Tensão e Humor, na Galeria Papier

São Paulo SP – Muro de Artes Gráficas, no MAM/SP

São Paulo SP – Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – Volpi Permanência e Matriz: 7 artistas de São Paulo, na Galeria Montesanti Roesler

São Paulo SP – Algumas Tendências da Pintura Argentina e Brasileira, na Galeria Praxis

São Paulo SP – Antes e Agora: 8 pintores, na Fundação Cásper Líbero

São Paulo SP – Cor e Desenho ou Tensão e Humor, na Galeria Papier

São Paulo SP – Muro de Artes Gráficas, no MAM/SP

São Paulo SP – 17º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – 1ª Quadrienal de Propaganda: salas especiais, no MAM/SP

São Paulo SP – Volpi Permanência e Matriz: 7 artistas de São Paulo, na Galeria Montesanti Roesler

1987
Rio de Janeiro RJ – Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial

Buenos Aires (Argentina) – Coleção Roberto Marinho, no Museu de Belas Artes

Lisboa (Portugal) – Coleção Roberto Marinho, na Fundação Calouste Gulbenkian

São Paulo SP – 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – 18º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

São Paulo SP – 20ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show

Taipé (Taiwan) – 3ª International Biennial Print Exhibition, no Taipei Fine Arts Museum

1988
Lisboa (Portugal) – 2º Fórum de Arte Contemporânea

Parque Nacional do Xingú (Mato Grosso)- Aquarelas ao Natural

Pequim (China) – 1ª Exposição Brasil-China, na Galeria de Belas Artes da China

São Paulo SP – 15 Anos de Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Mokiti Okada M.O.A.

1989
Lisboa (Portugal) – 2º Fórum de Arte Contemporânea

Lisboa (Portugal) – Seis Décadas de Arte Moderna Brasileira: Coleção Roberto Marinho, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão

São Paulo SP – 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

São Paulo SP – 20º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

1990
Atami (Japão) – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea

Brasília DF – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea

Buenos Aires (Argentina) – Atualidade Brasileira Contemporânea, na OEA

Óbidos (Portugal) – 3ª Bienal de Óbidos, no Solar da Praça de Santa Maria

Rio de Janeiro RJ – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea

São Paulo SP – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea, na Fundação Brasil-Japão

Sapporo (Japão) – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea

Tóquio (Japão) – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea

1991
Santiago (Chile) – Diez Años, na Galeria de Arte Actual

Santos SP – 3ª Bienal Nacional de Santos, no Centro Cultural Patrícia Galvão

São Paulo SP – Dois Pintores Brasileiros: Siron Franco, Thomaz Ianelli, na Fundação Memorial da América Latina

1992
Campinas SP – Premiados nos Salões de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC

Rio de Janeiro RJ – Artis Mundi, Fórum Global ECO 92

São Paulo SP – Grupo Guanabara: 1950-1959, na Renato Magalhães Gouvêa – Escritório de Arte

1993
Caracas (Venezuela) – Feira Internacional das Galerias de Arte

João Pessoa PB – Xilogravura: do cordel à galeria, na Funesc

Santos SP – 4ª Bienal Nacional de Santos, no Centro Cultural Patrícia Galvão

São Paulo SP – Universo do Circo e Arte do Aretuzza, na Pinacoteca do Estado

São Paulo SP – Mostra do Anuário Latino-Americano de Artes Plásticas

Buenos Aires (Argentina) – Mostra do Anuário Latino-Americano de Artes Plásticas

1994
Miami (Estados Unidos) – Art Miami 94 – Feira Internacional de Arte

São José dos Campos SP – 1ª Bienal de Gravura de São José dos Campos

São Paulo SP – Da Imagética Brasileira e de Miró, no MAC/USP

São Paulo SP – Xilogravura: do cordel à galeria, no Metrô

São Paulo SP – Bandeiras: 60 artistas homenageiam os 60 anos da USP, no MAC/USP

1995
Ilinois (Estados Unidos) – Mostra de Aquarelas da FASM, na Northern Illinois University. Galeria 200

São Paulo SP – Mostra de Aquarelas da FASM, na Faculdade Santa Marcelina

1996
Cidade do México (México) – Aquarela Brasil-México 96, no Museo Nacional de la Acuarela

Rio de Janeiro RJ – Projeto Arcos da Lapa do Laboratoire Sculpture Urbaine Grenoble, nos Arcos da Lapa

São Paulo SP – Bandeiras, na Galeria de Arte do Sesi

1997
Grenoble (França) – Labratoire Sculpture Urbaine

São Paulo SP – 10 anos, na Faculdade de Artes Santa Marcelina

São Paulo SP – Jerusalém 3.000 Anos pela Paz, no MuBE

São Paulo SP – Ubu: a patafísica nos trópicos, no MAB-FAAP

1998
São Paulo SP – Arte Contemporânea, na Sérgio Caribé Galeria de Arte

1999
Rio de Janeiro RJ – Mostra Rio Gravura. Gravura Moderna Brasileira: acervo Museu Nacional de Belas Artes, no MNBA

Rio de Janeiro RJ – Mostra Rio Gravura: São Paulo: gravura hoje, no Palácio Gustavo Capanema

São Paulo SP – 8 Artistas Brasileiros, na Sérgio Caribé Galeria de Arte

São Paulo SP – Americamérica: obras das três Américas, no Masp

2000
São Paulo SP – Os Anjos Estão de Volta, na Pinacoteca do Estado

2001
Rio de Janeiro RJ – Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light

São Paulo SP – Mostra Inaugural, na Arte Infinita Galeria

Thomaz Ianelli

 

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