
Thomaz Ianelli (1932 - 2001)
Biografia
Thomaz Ianelli (São Paulo SP 1932 - idem 2001). Pintor, gravador, aquarelista e desenhista. Começa a trabalhar como aprendiz em uma empresa de desenho publicitário, a Companhia de Anúncios em Bondes, de 1948 a 1955. No início da década de 1950, freqüenta o ateliê de seu irmão, o pintor e escultor Arcangelo Ianelli (1922). Em 1953, tem aulas de desenho e pintura com Angelo Simeone (1899 - 1974), na Associação Paulista de Belas Artes, em São Paulo. Entra em contato com os artistas Mario Zanini (1907 - 1971), Flexor (1907 - 1971) e Arnaldo Ferrari (1906 - 1974), entre outros. A partir de 1957, dedica-se à pintura, e, no ano seguinte, integra o Grupo Guanabara, participando de suas mostras coletivas. Em 1961, através do prêmio viagem que recebe no Concurso Velázquez, do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, viaja para a Europa, e conhece obras de artistas como Paul Klee (1879-1940) e Karel Appel (1921-2006), que passam a influenciar a sua pintura. Em 1965, ministra curso de desenho no Centro de Estudos Brasileiros, em Lima. Recebe prêmio aquisição nas 9ª e 12ª edições da Bienal Internacional de São Paulo, em 1967 e 1975. Torna-se membro do conselho da Associação Internacional de Artes Plásticas da Unesco, em 1972, e, dez anos depois é eleito o primeiro presidente da Associação Profissional de Artistas Plásticos. Em 1979, participa do Congresso Internacional de Artes Plásticas realizado em Stuttgart, na Alemanha, e trabalha em um ateliê de Rothrist, na Suíça. Em 1981, produz séries de têmperas e gravuras em metal. Em 1997, ilustra o livro Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, publicado pela editora Bibla, e, em 2000, é lançado pela editora Berlendis & Verteccia o livro Pinturas de Thomaz Ianelli: arte para criança, de Alberto Goldin.
Fonte: Itaú Cultural
Atualizado em 30/08/2006
Críticas
Thomaz Ianelli - Formas Flutuantes
“(…) Afirmar que Thomaz é um colorista virtuose tornou-se hoje em dia quase uma obviedade. Primeiro, porque a constatação o acompanha com a mesma freqüência que as referências a Klee e à infância, e não há quem não a tenha tido em algum lugar. Segundo, porque a obra de arte nesse ponto fala imediatamente, e por si só (…). Sua obra tem um poder de encantamento imediato que repousa no impacto cromático. Só num segundo tempo de leitura entram em ação outros fatores. E o mais intrigante é que, como regra, suas cores são predominantemente consonantes (…). Thomaz costuma trabalhar primeiro com uma cor determinada, antes de colocar qualquer outra, estabelecendo com ela certos pontos de apoio essenciais. Numa segunda rodada, cria com outro tom um contraponto e só então liberta o improviso (…). Há em várias fases, na pincelada de Thomaz, uma reminiscência de Volpi. E acredito que aí exista mais que casualidade (…). Em plena década de 70, podemos vê-lo obter, no óleo, um ritmo e uma luminosidade por transparência (e até por um formato de gesto) característicos da têmpera de Volpi”.
Olívio Tavares de Araújo
“(…) A pintura de Thomaz Ianelli tem, porém, a particularidade de ser uma obra elaborada precisamente no curso dos anos de crise. Talvez por isso tenha sido ele obrigado a ir tão a fundo na recuperação dos valores pictóricos e fale hoje uma linguagem tão livre e tão rica.
Uma linguagem sem compromisso a não ser com a sua integridade de pintura. Na dialética da linguagem e da realidade – contradição dinâmica e permanente na arte de Thomaz Ianelli -, atingiu ele aquele ponto de equilíbrio em que a linguagem é suficientemente consistente para ter autonomia e suficientemente permeável para não se enrijecer e estereotipar-se. Após o mergulho no universo distante dos signos e formas arcaizantes, voltou às paisagens e aos temas externos, dando provas de sua capacidade de transmudar qualquer coisa em fala pictórica. Conforme os temas, as cores são aí também da superfície e a composição se inspira na ordem natural reestruturada: a bidimensionalidade volta a ser ambígua ainda que predominante. Mas aos poucos, outra vez a linguagem se interioriza, as cores e a fatura tornam-se meios reveladores de uma dimensão outra, tocada de nostalgia e mistério, como nos trabalhos de 1980 e seguintes. O pintor mergulha outra vez no mundo remoto das formas-signos, sem referência direta ao mundo exterior. Só que agora – como é o caso de suas obras mais recentes – esse universo enigmático já nada tem do universo kleeniano e é menos a subjetividade do pintor do que a revelação dos subterrâneos de sua própria linguagem pictórica. Como se ele nos quisesse mostrar o seu avesso”.
Ferreira Gullar
“Existem ainda configurações em sua pintura, porém tão deformadas e dissolvidas, que muitas vezes torna-se difícil reconhecê-las como tais. Assim, gradativamente a sua pintura entrou na fase atual que se caracteriza pela absoluta dissolvência dos elementos figurais. Thomaz criou um novo mundo de expressividade pictórica. Quais são as características deste seu mundo? Antes de mais nada, a leveza, a fluidez, a nebulosidade amorfa. Uma maciez dos coloridos fluidos, um lirismo que raramente tem elementos de uma leve dramaticidade, um flutuar, um levitar perpétuo. Amplos espaços se diluem além das fronteiras dos quadros. Fragmentos de delineamentos, fragmentos figurais seguram a consistência, a estrutura destes vultos amorfos. Estamos dentro de um mundo mágico e feérico. Com a criança dentro de si como guia, Thomaz nos conduz dentro desse mundo seu de lirismo amorfo.(…). Uma pureza, uma bondade emanam de todos os seus quadros. (…). O lirismo e às vezes a dramaticidade tomam o seu lugar. Assim Thomaz cria um rico mundo de suavidades amorfas e levitantes. Uns fragmentos lineares como os desenhos rupestres das cavernas dão, de uma maneira musical e dançante, a solidez estrutural deste mundo amorfo e nebuloso ou, como uma sensível nervatura, oferecem consistência a estes vultos fluidos e etéreos dos cromatismos dilutos e insubstanciais. Uma suave dança perpétua. Um mundo fantasmagórico, onde o colorido puro canta os seus hinos singelos”.
Theon Spanudis
“(…) o fato de a pincelada de Thomaz Ianelli buscar afirmar-se enquanto tal encontra nesses artistas e noutros anteriores (Malfatti, Flávio de Carvalho, Guignard, De Fiori ou Bandeira) uma ampla tradição. A presença do sujeito, como aquele capaz de individualizar sua arte e sua linguagem, encontra na questão da pincelada uma instância de afirmação.
Ao contrário, a busca exacerbada de objetividade do concretismo na década de 50 resultaria no projeto de uso de cor chapada e tinta industrial, que não deixassem vestígio da passagem do autor. Thomaz Ianelli estabelece passagem seca e econômica do pincel. Aprendida a lição cezanniana, a pincelada conquista o espaço, constitui a superfície e constrói a figura – é sempre exercício visível e lúdico.
A cor de Thomaz Ianelli é sobretudo pigmento, na sua paleta terra. Provém de um outro Brasil, menos vegetal ou luminoso e desvinculado da tradição popular. É uma paleta das terras graves, entranhas trazidas à luz da pintura, sem exasperação dramática. De um mundo de manchas, pinceladas, imprecisões emergem figuras, como um exército poético de crianças, bailarinas, animais e brinquedos que estrutura o espaço. O olhar é estimulado à busca das imagens, como exercício de conjecturas e jogo de descobertas lúdicas. O desfecho gratificante é a apreensão desse universo de figuras, habitantes do informe que estruturam o espaço e fazem a obra. Surgem como afloramento da memória da infância, lembrar é perceber o visível no picadeiro da tela”.
Paulo Herkenhoff
“Com freqüência o artista faz uso de uma linguagem metafórica para resgatar o que há de belo numa realidade às vezes dura e dramática. Este talvez seja o segredo de sua obra, a eficácia de suas pinturas, assim como da obra desse outro Thomaz, o construtor de objetos tridimensionais, pequenas assemblages que são montadas, como suas pinturas, com a mesma dosagem de humor e comentário crítico sobre o mundo, a partir de pequenos fragmentos de matéria ou de sonho. Desse mundo, Thomaz é sempre o melhor conhecedor, mas por assim dizer escamoteia o que sabe, dissimulando o propósito com que junta os materiais de seus objetos ou a escolha das figuras que povoam seus quadros, para só deixar emergir, atravessada pela síntese do humor e do olhar crítico, a poesia que sabe arrancar desse mundo.
Talvez se pudesse dizer que na obra de Thomaz, em sua leveza e no que carrega de magia e de sonho, há algo de infantil – à condição de sabermos entender o termo como sinônimo do duro trabalho de reconquista de uma ingenuidade que só a criança, ainda infensa à voragem do mundo, é capaz de expressar. Uma forma de inocência que só a um grande artista em sua maturidade é dado resgatar”.
Emanoel Araújo
Exposições Individuais
1960
São Paulo SP – Primeira individual, na Galeria de Arte das Folhas – Prêmio Leirner
1961
Campinas SP – Individual, na Galeria Aremar
Rio de Janeiro RJ – Individual, no Instituto Italiano de Cultura. Piccolla Galeria
São Paulo SP – Individual, na Galeria Ambiente
1962
Bilbao (Espanha) – Individual, no Instituto Vascongago
Madri (Espanha) – Individual, no Instituto de Cultura Hispânica
Paris (França) – Individual, na Maison du Brésil
1964
Madri (Espanha) – Individual, na Galeria Nebli
São Paulo SP – Individual, na Galeria São Luís
1965
Lima (Peru) – Individual, na Galeria Candido Portinari
São Paulo SP – Individual, na Galeria Astréia
1968
São Paulo SP – Individual, na Galeria Cosme Velho
1969
Santos SP – Individual, na Galeria CCBEU
1970
São Paulo SP – Individual, na Galeria Astréia
1971
Campinas SP – Individual, no Banco Lar Brasileiro
1972
São Paulo SP – Individual, na Galeria Astréia
1973
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria de Arte Ipanema
1975
São Paulo SP – Individual, na Galeria Cosme Velho
1976
São Paulo SP – Individual, na Galeria Grafiti
1977
São Paulo SP – Individual, na Cristina Faria de Paula Galeria de Arte
1979
Curitiba PR – Thomaz Ianelli: óleos e aquarelas, no MAC/PR
Rio de Janeiro RJ – Thomaz Ianelli :óleos e guaches, na Galeria Bonino
1980
Paris (França) – Individual, na Galeria Debret
São Paulo SP – Individual, na Grifo Galeria de Arte
1982
Rio de Janeiro RJ – Thomaz Ianelli: óleos e têmperas, na Galeria Bonino
1984
Belo Horizonte MG – Individual, no MAP
Rio de Janeiro RJ – Individual, no MNBA
1985
Brasília DF – Individual, na Fundação Cultural do Distrito Federal
Curitiba PR – Individual, no MAC/PR
Porto Alegre PR – Individual, no Margs
Porto Alegre RS – Individual, na Galeria Tina Presser
São Paulo SP – Individual, no MAM/SP
1986
São Paulo SP – Thomaz Ianelli: a obra sobre papel, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte
1987
Buenos Aires (Argentina) – Thomaz Ianelli: pinturas, no Museo de Artes Plásticas Eduardo Sívori
Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Saramenha
São Paulo SP – Individual, na Yutaka Sanematsu Escritório de Arte
1988
Lisboa (Portugal) – Individual, na Galeria 111
1989
Santiago (Chile) – Individual, na Galeria Arte Actual
São Paulo SP – Thomaz Ianelli: aquarelas, na Kate Art Gallery
1990
New Orleans (Estados Unidos) – Individual, na Global Art Gallery
Porto (Portugal) – Individual, na Galeria Zen
1992
São Paulo SP – Individual, no Masp
1993
Rio de Janeiro RJ – Individual, no Paço Imperial
1995
Brasília DF – Individual, no Marlene Gastal Escritório de Arte
1996
São Bernardo do Campo SP – Individual, no Espaço Henfil de Cultura
1997
São Paulo SP – Individual, na Galeria Nara Roesler
1998
Porto Alegre RS – Thomaz Ianelli, na Bolsa de Arte de Porto Alegre
1999
Miami (Estados Unidos) – Thomaz Ianelli: aquarelas, no National Eagle Bank
São Paulo SP – Individual, na Casa da Fazenda do Morumbi
São Paulo SP – Thomaz Ianelli: a imaginária do aparente, na Pinacoteca do Estado
2000
Lisboa (Portugal) -Formas Flutuantes, no Centro Cultural Padrão dos Descobrimentos
Exposições Coletivas
1958
Curitiba PR – 15º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná – menção honrosa
São Paulo SP – 4ª Exposição do Grupo Guanabara, na ACM
1959
Curitiba PR – 16º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná
Santos SP – 6º Salão Santista de Belas Artes – prêmio aquisição
São Paulo SP – 5ª Exposição do Grupo Guanabara, na ACM
1960
Rio de Janeiro RJ – 9º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ
Santos SP – 8º Salão Santista de Belas Artes – pequena medalha de prata
São Paulo SP – 9º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia – medalha de bronze
1961
São Paulo SP – 10º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia – 1º prêmio de cartaz
Rio de Janeiro RJ – Natureza-Morta na Pintura, na Galeria Ibeu Copacabana
Rio de Janeiro RJ – Salão Nacional de Arte Moderna, no MNBA – prêmio de viagem ao exterior
São Paulo SP – 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1962
Barcelona (Espanha) – Arte de América y España
Madri (Espanha) – Arte de América y España
Paris (França) – Arte de América y España
Munique (Alemanha) – Arte de América y España
Bruxelas (Bélgica) – Arte de América y España
Amsterdã (Holanda) – Arte de América y España
Milão (Itália) – Arte de América y España
Berna (Suiça) – Arte de América y España
1963
Londres (Inglaterra) – Brazilian Art Today
Viena (Áustria) – Brazilian Art Today
Bruxelas (Bélgica) – Brazilian Art Today
Paris (França) – 3ª Bienal dos Jovens
São Paulo SP – 12º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia – medalha de prata
1964
Rio de Janeiro RJ – 2ª O Rosto e a Obra, no Ibeu Copacabana
1965
Londres (Inglaterra) – Brazilian Art Today, na Royal Academy of Arts
Rio de Janeiro RJ – 1º Salão Esso de Artistas Jovens, no MAM/RJ
São Paulo SP – 1º Salão Esso de Artistas Jovens, no MAC/USP
1966
Bonn (Alemanha) – Brazilian Art Today, no Beethovenhalle
Washington (Estados Unidos) – Pintura Brasileira
São Paulo SP – Três Premissas, no MAB-FAAP
Paris (França) – Pintura Brasileira
Fulda (Alemanha) – Pintura Brasileira
1967
Cidade do México (México) – Dez Pintores Brasileiros Modernos, no Palácio de Belas Artes
Montevidéu (Uruguai) – Dez Pintores Brasileiros Modernos
Santiago (Chile) – Dez Pintores Brasileiros Modernos
Lima (Peru) – Dez Pintores Brasileiros Modernos
Nova York (Estados Unidos) – Art by Latin América, no Zegri Gallery
São Paulo SP – 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal – Prêmio Itamaraty
1969
Campinas SP – 5º Salão de Arte Contemporânea de Campinas
Santo André SP – 2º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal – Prêmio Cidade de Santo André
São Paulo SP – O Amarelo na Pintura, na Galeria Cosme Velho
São Paulo SP – 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1970
Brasília DF – Salão Comemorativo do Pensamento Ecológico
São Paulo SP – Salão Comemorativo do Pensamento Ecológico
Rio de Janeiro RJ – Arte Contemporânea Brasileira, no Banco de Boston
Santo André SP – 3º Salão de Arte Contemporânea de Santo André, no Paço Municipal
São Paulo SP – 2º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
São Paulo SP – 2º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no Masp – menção honrosa
São Paulo SP – Mostra Inaugural, na Galeria Astréia
1971
Paris (França) – Salão de Outono, no Grand Palais
Santos SP – 1ª Bienal de Artes Plásticas – Prêmio Interventor Federal
1972
Belo Horizonte MG – Cinco Anos de Vanguarda Brasileira, na Fundação Palácio das Artes
Curitiba PR – 29º Salão Paranaense, no Teatro Guaíra
Quito (Equador) – Salão da la Independência, na Casa de la Cultura Ecuatoriana
Rio de Janeiro RJ – De Ontem para Hoje, no Istituto Italiano di Cultura de San Paolo
São Paulo SP – Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio
1973
São Paulo SP – 5º Panorama de Arte Atual Brasileira, MAM/SP
Washington (Estados Unidos) – Art Gallery of the Brazilian, no Brazilian-American Cultural Institute
1974
Bogotá (Colômbia) – 28 Artistas del Brazil, no Museu de Arte Moderna de Bogotá
Cali (Colômbia) – 28 Artistas del Brazil, no Museo de Arte Moderno La Tertulia
Caracas (Venezuela) – 28 Artistas del Brazil
Santiago (Chile) – 28 Artistas del Brazil, no Museo de Arte Moderno
Lima (Peru) – 28 Artistas del Brazil
Medellín (Colômbia) – 28 Artistas del Brazil
Equador – 28 Artistas del Brazil
São Paulo SP – Calendário, na Galeria Cosme Velho
1975
Brasília DF – Salão do Pensamento Ecológico
São Paulo SP – 13ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
São Paulo SP – Calendário, na Documenta Galeria de Arte
São Paulo SP – Mostra Inaugural, na Grifo Galeria de Arte
São Paulo SP – Salão do Pensamento Ecológico
1976
Paris (França) – Américas e o Caribe, na United Nations Educational, ScientificCultural Organization
São Paulo SP – 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
São Paulo SP – Américas e o Caribe, no MAM/SP
São Paulo SP – Italianos i Oriundi, na Fiat Automóveis
1977
Goiânia GO – Colecionadores de Goiás dos Mestres da Pintura Brasileira, na Casa Grande Galeria de Arte
Madri (Espanha) – Arte Actual de Ibero-Americana, no Instituto de Cultura Hispânica – itinerante
São Paulo SP – Exposições das Arcadas, no MAM/SP
1978
Barcelona (Espanha) – 17º Prêmio Internacional de Desenho Joan Miró, na Fundação Joan Miró
Cidade de Cingapura (Cingapura) – Quatro Artistas, Quatro Técnicas, no National Museum Art Gallery
Piracicaba SP – Quatro Artistas, Quatro Técnicas, no Teatro Municipal Doutor Losso Netto
São Paulo SP – 2º Salão Nacional de Antigüidades e Galerias de Arte, no Masp
São Paulo SP – O Circo, no Paço das Artes
1979
Buenos Aires (Argentina) – 1ª Trienal Latinoamericana del Grabado, nas Salas Nacionales de Exposición
Mendonza (Argentina) – 1ª Trienal Latino-americana del Grabado, no Museo de Arte Moderno
São Paulo SP – Quatro Coloristas, na Christina Faria de Paula Galeria de Arte
1980
Lausanne (Suíça) – Acervo da Galerie Claudine Planque
Nova York (Estados Unidos) – Latin American Art, na Sotheby"s Park Bernet Gallery
São Paulo SP – Mostra Itália Brasil, no Masp
1981
Nova York (Estados Unidos) – 19th e 20th Century Latin American Paintings, na Sotheby"s Park Bernet Gallery
São Paulo SP – Artistas Contemporâneos Brasileiros, na Galeria da Arte São Paulo
1982
Cidade do México (México) – 3ª Bienal Iberoamericana de Arte
Nova York (Estados Unidos) – Contemporary Artists, na Kouros Gallery
1983
Atami (Japão) – 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
Kyoto (Japão) – 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
Rio de Janeiro RJ – 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no MNBA
São Paulo SP – 14º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
São Paulo SP – 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, no Masp
Tóquio ( Japão) – 6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão
1984
São Paulo SP – Arte na Rua 2
São Paulo SP – Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985
Nova York (Estados Unidos) – Important Latin American Paintings, na Sotheby"s Park Bernet Gallery
Rio de Janeiro RJ – Seis Décadas da Arte Moderna: Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial
1986
Havana (Cuba) – 2ª Bienal de Havana
Los Angeles (Estados Unidos) – 1ª Los Angeles International Art Fair
Rio de Janeiro RJ – Sete Décadas da Presença Italiana na Arte Brasileira, no Paço Imperial
São Paulo SP – Algumas Tendências da Pintura Argentina e Brasileira, na Galeria Praxis
São Paulo SP – Cor e Desenho, ou Tensão e Humor, na Galeria Papier
São Paulo SP – Muro de Artes Gráficas, no MAM/SP
São Paulo SP – Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
São Paulo SP – Volpi Permanência e Matriz: 7 artistas de São Paulo, na Galeria Montesanti Roesler
São Paulo SP – Algumas Tendências da Pintura Argentina e Brasileira, na Galeria Praxis
São Paulo SP – Antes e Agora: 8 pintores, na Fundação Cásper Líbero
São Paulo SP – Cor e Desenho ou Tensão e Humor, na Galeria Papier
São Paulo SP – Muro de Artes Gráficas, no MAM/SP
São Paulo SP – 17º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
São Paulo SP – 1ª Quadrienal de Propaganda: salas especiais, no MAM/SP
São Paulo SP – Volpi Permanência e Matriz: 7 artistas de São Paulo, na Galeria Montesanti Roesler
1987
Rio de Janeiro RJ – Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial
Buenos Aires (Argentina) – Coleção Roberto Marinho, no Museu de Belas Artes
Lisboa (Portugal) – Coleção Roberto Marinho, na Fundação Calouste Gulbenkian
São Paulo SP – 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
São Paulo SP – 18º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
São Paulo SP – 20ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show
Taipé (Taiwan) – 3ª International Biennial Print Exhibition, no Taipei Fine Arts Museum
1988
Lisboa (Portugal) – 2º Fórum de Arte Contemporânea
Parque Nacional do Xingú (Mato Grosso)- Aquarelas ao Natural
Pequim (China) – 1ª Exposição Brasil-China, na Galeria de Belas Artes da China
São Paulo SP – 15 Anos de Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Mokiti Okada M.O.A.
1989
Lisboa (Portugal) – 2º Fórum de Arte Contemporânea
Lisboa (Portugal) – Seis Décadas de Arte Moderna Brasileira: Coleção Roberto Marinho, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
São Paulo SP – 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
São Paulo SP – 20º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1990
Atami (Japão) – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
Brasília DF – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
Buenos Aires (Argentina) – Atualidade Brasileira Contemporânea, na OEA
Óbidos (Portugal) – 3ª Bienal de Óbidos, no Solar da Praça de Santa Maria
Rio de Janeiro RJ – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
São Paulo SP – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea, na Fundação Brasil-Japão
Sapporo (Japão) – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
Tóquio (Japão) – 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1991
Santiago (Chile) – Diez Años, na Galeria de Arte Actual
Santos SP – 3ª Bienal Nacional de Santos, no Centro Cultural Patrícia Galvão
São Paulo SP – Dois Pintores Brasileiros: Siron Franco, Thomaz Ianelli, na Fundação Memorial da América Latina
1992
Campinas SP – Premiados nos Salões de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC
Rio de Janeiro RJ – Artis Mundi, Fórum Global ECO 92
São Paulo SP – Grupo Guanabara: 1950-1959, na Renato Magalhães Gouvêa – Escritório de Arte
1993
Caracas (Venezuela) – Feira Internacional das Galerias de Arte
João Pessoa PB – Xilogravura: do cordel à galeria, na Funesc
Santos SP – 4ª Bienal Nacional de Santos, no Centro Cultural Patrícia Galvão
São Paulo SP – Universo do Circo e Arte do Aretuzza, na Pinacoteca do Estado
São Paulo SP – Mostra do Anuário Latino-Americano de Artes Plásticas
Buenos Aires (Argentina) – Mostra do Anuário Latino-Americano de Artes Plásticas
1994
Miami (Estados Unidos) – Art Miami 94 – Feira Internacional de Arte
São José dos Campos SP – 1ª Bienal de Gravura de São José dos Campos
São Paulo SP – Da Imagética Brasileira e de Miró, no MAC/USP
São Paulo SP – Xilogravura: do cordel à galeria, no Metrô
São Paulo SP – Bandeiras: 60 artistas homenageiam os 60 anos da USP, no MAC/USP
1995
Ilinois (Estados Unidos) – Mostra de Aquarelas da FASM, na Northern Illinois University. Galeria 200
São Paulo SP – Mostra de Aquarelas da FASM, na Faculdade Santa Marcelina
1996
Cidade do México (México) – Aquarela Brasil-México 96, no Museo Nacional de la Acuarela
Rio de Janeiro RJ – Projeto Arcos da Lapa do Laboratoire Sculpture Urbaine Grenoble, nos Arcos da Lapa
São Paulo SP – Bandeiras, na Galeria de Arte do Sesi
1997
Grenoble (França) – Labratoire Sculpture Urbaine
São Paulo SP – 10 anos, na Faculdade de Artes Santa Marcelina
São Paulo SP – Jerusalém 3.000 Anos pela Paz, no MuBE
São Paulo SP – Ubu: a patafísica nos trópicos, no MAB-FAAP
1998
São Paulo SP – Arte Contemporânea, na Sérgio Caribé Galeria de Arte
1999
Rio de Janeiro RJ – Mostra Rio Gravura. Gravura Moderna Brasileira: acervo Museu Nacional de Belas Artes, no MNBA
Rio de Janeiro RJ – Mostra Rio Gravura: São Paulo: gravura hoje, no Palácio Gustavo Capanema
São Paulo SP – 8 Artistas Brasileiros, na Sérgio Caribé Galeria de Arte
São Paulo SP – Americamérica: obras das três Américas, no Masp
2000
São Paulo SP – Os Anjos Estão de Volta, na Pinacoteca do Estado
2001
Rio de Janeiro RJ – Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light
São Paulo SP – Mostra Inaugural, na Arte Infinita Galeria
Thomaz Ianelli