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obra “Coca-Cola (4) (Large Coca-Cola)” do artista plástico americano Andy Warhol foi vendida por US$ 35,36 milhões nesta terça-feira (9). A venda foi parte de um leilão de arte contemporânea e pós-guerra realizado pela Sotheby’s.
As vendas de 54 trabalhos, dos quais cerca de 91% encontraram compradores, acumulou no total US$ 222,4 milhões, superando as expectativas de US$ 214

Coca-Cola
milhões.Liderada por “Coca-Cola (4) (Large Coca-Cola)”, que superou as estimativas iniciais de US$ 25 milhões, a venda mostra o apetite crescente por trabalhos do período pós-guerra. O mercado para esse tipo de arte tem crescido nos últimos anos.
Na segunda-feira (8), a obra “Men in her life”, trabalho de Warhol com múltiplas imagens de Elizabeth Taylor, atingiu a cifra de US$ 63,4 milhões na Phillips.
Fonte: Globo G1 Pop & Arte
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O quadro de Amedeo Modigliani A Bela Romana bateu todos os recordes de vendas do artista italiano, ao ser arrematado por 117 milhões de reais (69 milhões de dólares) num leilão celebrado esta terça-feira (2), em Nova York.

A bela Romana
O óleo sobre tela que exibe uma mulher seminua, pintado em 1917, foi estimado em mais de 70 milhões de reais pela casa Sotheby’s, mas o leilão superou com folga as expectativas no começo das vendas de arte impressionista e moderna.
O recorde anterior para uma obra de Modigliani era de 73 milhões de reais para uma escultura (vendida em junho passado) e de 53 milhões de reais para um quadro (2004).
Na mesma noite, outra tela de Modigliani, Jeanne Hebuterne com chapéu foi vendida por 32,3 milhões de reais e O estanque de Nenúfares, de Monet, mudou de mãos por 41,8 milhões de reais.
Os grandes leilões de outono de arte impressionista, moderno e contemporâneo começaram com um mercado recuperado após a crise e marcado pela globalização do gosto.
Fonte: Veja Noticias
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O Lugar Pantemporâneo, na zona oeste de São Paulo, abre espaço na sexta-feira (8) para monumentos e patrimônios paulistanos retratados em pinturas e aquarelas

Gregorio Gruber - Cidade
realizadas pelo artista Gregorio Gruber.Na exposição “Gregorio Gruber: Passeios”, o espectador é conduzido a importantes cartões-postais da cidade, como as estações da Luz e Júlio Prestes, a avenida Paulista,o viaduto do Chá, a praça Ramos, o estádio do Pacaembu e a ponte Estaiada, entre tantos outros pontos da capital, além de paisagens florestais e ambientes internos.A mostra pode ser visitada até 30 de outubro, de segunda-feira a sábado, das 10h às 18h, exceto em feriados e no dia 11.Assista ao vídeo que reúne algumas das obras em exposição:
Fonte: Uol Entretenimento . Guia Cultural SP
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Série itatiaia
A exposição resgata o ambiente cultural que propiciou grandes mudanças no universo das artes e do design no Brasil, por meio de uma seleção de objetos e publicações entre 1947 e 1967. Serão apresentados móveis de Joaquim Tenreiro, Geraldo de Barros e Lina Bo Bardi, obras de Volpi, Helio Oiticica, Mira Schendel, Lygia Clark e Sergio Camargo, entre outros.
As peças pertencem à Coleção Jayme Vargas e foram selecionadas pelo próprio colecionador, que procurou enfatizar a sofisticação e delicadeza da produção estética do período compreendido entre 1947 e 1967, além da importância dessas décadas para o design e as artes de forma geral no Brasil.
“A caminho do contemporâneo: um olhar sobre os anos 50” traz uma reflexão sobre o período em que a criação estética moderna no país começa a seguir as novas tendências mundiais. Nessa década, o design de móveis escandinavos torna-se referência, assim como o Suprematismo Russo, a Bauhaus na Alemanha e o De Stijl na Holanda. A vinda de Le Corbusier ao Brasil também influenciou o mobiliário. A poltrona Leve, de Tenreiro, e a Cadeira de Três Pés representam esse novo móvel brasileiro.
Joaquim Tenreiro, Lina Bo Bardi, Zanine Caldas, Geraldo de Barros, Sergio Rodrigues, Michel Arnault atualizaram a produção moveleira do Brasil com padrões estéticos modernos, traços refinados, constante preocupação com o acabamento, o uso de madeiras brasileiras e de outros materiais como o ferro, o vidro, couro e os tecidos.
Realização: Jayme Vargas
Abertura: 28/9, às 19h30
Visitação: até 7/11
Acesso a pessoas com deficiência
Visitas orientadas: 3032-2564/agendamento@mcb.org.br
Estacionamento: R$ 12,00 no dia da abertura; de terça a sábado, até 30 min., grátis; até 2 horas, R$ 8,00, demais horas, R$ 2,00; domingo: preço único, R$ 12,00.
Fonte: Museu da Casa Brasileira
Vik Muniz expõe em galeria carioca 30 objetos inéditos no Brasil
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O artista Vik Muniz inaugura nesta quarta-feira (13) a mostra “Relicário” na Galeria Laura Alvim, no Rio de Janeiro, com trinta objetos que jamais foram exibidos publicamente no Brasil. Entre o material estão algumas peças criadas para a primeira mostra do artista em uma galeria, em 1989, em Nova York, quando a série foi intitulada “Relíquias”, e outras inéditas, cujos projetos Muniz não conseguiu realizar à época em que foram concebidos.

Vik Muniz - Keith Gollust
Integram “Relicário” exemplares da série “Flora Industrialis” –fotografias de flores artificiais, captadas e catalogadas por Muniz com rigor científico, o país fabricante e o tipo de material usado. São imagens individuais sobre fundo escuro, dispostas de maneira emblemática, lembrando uma fotografia do século 19.
A mostra também reúne obras como um origami –feito de uma só folha de papel branco e que reproduz um origamista–, um crânio com nariz de palhaço, uma ampulheta com um tijolo substituindo a areia, um sarcófago feito de “tupperware”, luvas de seis dedos, uma bola de futebol murcha, uma tocha carbonizada, uma pluma de mármore Carrara, uma mesa de bonsai e uma mala de mármore preto belga com alça de couro
Lançamento do Livro – Rio de Janeiro e São Paulo
Postado por Ricardo B. Rinaldi
Vik Muniz | Obra Completa 1987-2009 – catálogo raisonné

VIK MUNIZ, EDITORA CAPIVARA E CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO, CONVIDAM PARA O LANÇAMENTO DO LIVRO
RIO DE JANEIRO
16 de dezembro às 19h na Livraria da Travessa Shopping Leblon
Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – 2º andar – Loja 205A – Leblon
SÃO PAULO
17 de dezembro às 19h na Livraria da Vila Shopping Cidade Jardim
Pista Local da Marginal Pinheiros, entre as pontes Cidade Jardim e Morumbi
O volume traz a obra completa de Vik Muniz nos primeiros 22 anos de sua carreira, de 1987 a 2009. Neste catálogo, o leitor encontrará quase 1200 obras, que representam mais de 1600 imagens, muitas reproduzidas em página inteira, permitindo um contato com os materiais usados por Vik, tão importantes no impacto de seus trabalhos.