mai

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Leilão de Arte – 31 de Maio de 2010 às 20h30

Postado por Alcides Ribeiro Júnior

Casal em Verde

Ismael Nery

O Leiloeiro Oficial James lisboa realiza dia 31 de Maio mais um leilão com importantíssimas obras de arte, dentre elas quadros dos pintores:

Ismael Nery, Antonio Henrique Amaral, Arcangelo Ianelli, Candido Portinari, Cícero Dias, Emiliano Di Cavalcanti, Leonilson, Mário Gruber, Mário Zanini, Aldemir Martins, Baravelli, Roberto Burle Marx, Tomie Ohtake, Tran Tho, Victor Brecheret, Wesley Duke Lee, Flávio de Carvalho, Vik Muniz entre outros grandes artistas. Este leilão também conta com belíssimas antiguidades como móveis, pratarías etc.

Para acessar o catálogo completo e visualizar todas as obras acesse:

http://www.escritoriodearte.com/leilao/2010/maio/index.asp

Leilão de arte
31 de maio de 2010 às 20:30 horas

Atenção: novo horário e local:

O Leopolldo Plaza
Rua Prudente Correia, 432 – Jardim Europa
(esquina Av. Faria Lima em frente ao Shopping Iguatemi)
São Paulo/SP

Serviço de segurança e manobrista no local

Lances por telefone:

(11) 3061-3155
(11) 3081-6581
(11) 3582-2168
(11) 3578-5919

dez

11

Lançamento do Livro – Rio de Janeiro e São Paulo

Postado por Ricardo B. Rinaldi

Vik Muniz | Obra Completa 1987-2009 – catálogo raisonné 

Catálogo Raisonné

VIK MUNIZ, EDITORA CAPIVARA E CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO, CONVIDAM PARA O LANÇAMENTO DO LIVRO

RIO DE JANEIRO
16 de dezembro às 19h na Livraria da Travessa Shopping Leblon
Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – 2º andar – Loja 205A – Leblon

SÃO PAULO
17 de dezembro às 19h na Livraria da Vila Shopping Cidade Jardim
Pista Local da Marginal Pinheiros, entre as pontes Cidade Jardim e Morumbi

O volume traz a obra completa de Vik Muniz nos primeiros 22 anos de sua carreira, de 1987 a 2009. Neste catálogo, o leitor encontrará quase 1200 obras, que representam mais de 1600 imagens, muitas reproduzidas em página inteira, permitindo um contato com os materiais usados por Vik, tão importantes no impacto de seus trabalhos.

nov

30

No auge da popularidade – Vik Muniz

Postado por Alcides Ribeiro Júnior

Catherine Denueve (Diamond Divas) - 100 x 80 cm - c-print - Série diamante

Catherine Denueve(Diamond Divas)-100x80cm

Paulistano radicado nos Estados Unidos desde 1983, Vik Muniz sempre se recusou a ser chamado de artista brasileiro, sobretudo pelo longo tempo vivido no exterior. Deixou o país após levar um tiro na perna ao tentar apartar uma briga em um bar de São Paulo (um dos brigões bancou a viagem como uma espécie de indenização).

Hoje dividido entre Nova York e Rio, no entanto, nunca teve uma temporada de tanta atividade por aqui. A retrospectiva
Vik, por exemplo, atraiu 200 000 pessoas ao Masp. Agora, ele encerra o ano com um projeto ambicioso: um catálogo raisonné que abrange toda a sua produção ao longo de 22 anos. ‘Minha obra é mais evolucionária do que revolucionária. Costumo trabalhar em séries, então esse livro mapeia uma produção enorme’, afirma Muniz, sobre a decisão de lançar um inventário de suas criações aos 47 anos.’Pretendo, claro, fazer os volumes 2, 3, 4…’

Olga - After Picasso - 275 x 180 cm - C-Print

Olga - After Picasso - 275x180cm

Em edição luxuosa, Vik Muniz: Obra Completa 1987-2009 (Editora Capivara, 710 páginas, 198 reais), nas livrarias a
partir de terça (1º), apresenta 1 200 trabalhos, em tratamento costumeiramente reservado a homenagens póstumas de mestres como Portinari e Tarsila do Amaral. O editor Pedro Corrêa do Lago, organizador do volume, conta que o processo de reunião das obras levou mais de um ano.’Pesquisamos no estúdio dele em Nova York, em galerias e coleções particulares’, explica. ‘O livro funciona tanto como síntese de uma trajetória quanto como uma introdução para leigos.’ A principal qualidade de Vik Muniz: Obra Completa 1987-2009 consiste em resgatar trabalhos dos primeiros anos de carreira, quando o artista ainda se dedicava a esculturas, objetos e instalações experimentais, substituídos posteriormente pela fotografia. ‘O bacana de olhar para trás é descobrir como aquelas primeiras coisas se refletem na produção posterior’, afirma Muniz. Foi com a série Crianças de Açúcar, da metade da década de 90, que encontrou seu estilo consagrado: compõe imagens com matérias-primas inusitadas (chocolate, diamantes,
papel picado, sucata), algumas delas com referências a pinturas célebres da história da arte, e só então as fotografa. ‘Cada material me intriga de uma maneira.Tem coisas que fiz em quinze minutos, outras tomaram seis meses. A do chocolate era desafiadora: eu tinha de fazer em uma hora, senão secava.’ Pelo impacto imediato, esses trabalhos foram considerados fáceis demais por alguns críticos. Muniz reclama do elitismo do circuito artístico e
diz que, além do espectador sofisticado, tenta alcançar não iniciados. ‘Quero conversar com todos de forma inteligente, não apenas falar bonito para poucos.’

Vik segue ativo. Acaba de fotografar 1 200 pessoas em um ginásio para uma campanha do Ministério da Saúde sobre o Dia Mundial da Luta contra a Aids, que deve entrar em circulação a partir de terça (1º). Em 2010, lançará um documentário sobre o Jardim Gramacho, o maior aterro sanitário da América Latina, em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, e publicará um livro infantil. Exibe ainda na Galeria Fortes Vilaça a mostra Versos, já apresentada em Nova York, na qual registra o fundo de telas emblemáticas como As Senhoritas de Avignon, de Picasso, e Noite Estrelada, de Van Gogh. Para completar o bom momento, no último dia 12 a casa de leilões Sotheby’s levou a martelo uma foto de Marilyn Monroe, arrematada por 200 000 dólares, um recorde em sua carreira. ‘Foi um  ano formidável’, resume.