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Antonio Dias Level
A Pinacoteca do Estado de São Paulo apresenta a exposição Anywhere Is My Land, de Antonio Dias, reunindo mais de 50 obras produzidas no período de 1960 a 1970. A mostra é composta por pinturas, desenhos, instalações e filmes provenientes do acervo da Daros-Latinamerica (Zurique), da coleção Genéviève e Jean Boghici (Rio de Janeiro), da coleção do artista (Rio de Janeiro e Milão) e do acervo da Pinacoteca do Estado.
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OAB quer impedir exposição de obras em que personalidades são mortas.
A Bienal de Arte de São Paulo, antes mesmo da abertura que ocorre no próximo sábado, já causou polêmica. A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Paulo tentou impedir a exposição de obras em que um artista mata diversas personalidades. A OAB-SP alega que as obras incitam o crime e a violência, e por isso pediu que seja aberto um processo contra os organizadores da exposição.Nos desenhos, o próprio artista pernambucano, Gil Vicente, aparece como assassino de figuras públicas. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o papa Bento XVI e o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, aparecem sob a mira de uma pistola. Já o presidente Lula é degolado pelo artista. Segundo Gil, esta é a forma de representar a indignação contra quem poderia ajudar a melhorar o mundo.Apesar da polêmica, a direção da Bienal garantiu a permanência dos quadros.
Fonte: Globo G1 – Pop & Arte
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A pintura produzida nas duas últimas décadas na Alemanha reunificada, pós-Muro, chega ao Brasil em setembro, em meio à Bienal Internacional de Arte de SP. Se Não, especialmente concebida para o MASP pelo curador Teixeira Coelho e pela brasileira radicada na Alemanha Tereza de Arruda, traz 83 obras de 26 expoentes da arte

Daniel Richter, Phienox
produzida em Berlim, Leipzig, Dresden, Hamburgo, Düsseldorf, Munique e Karlsruhe..E nesse cenário de destaque ocupado pela pintura, a produção alemã contemporânea ocupa um indiscutível lugar privilegiado. Um passado exuberante aliado à permanência de um invejável sistema de formação de artistas, mais uma sensibilidade aguçada para o novo e a reformulação do velho, deram à pintura alemã contemporânea uma força única.
Neste Tempo – Pintura Alemã Contemporânea: 1989-2010
Fonte: Pinacoteca de São Paulo
“Coleção Brasiliana Itaú” traz imagens remotas
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Mais uma exposição resgata o trabalho de viajantes que cruzaram o Brasil no passado e deixaram obras cujo valor artístico se equipara ao histórico. Depois de Hercules Florence e da expedição Langsdorff, ambas em cartaz, a Pinacoteca recebe, a partir de sábado (6), a “Coleção Brasiliana Itaú”, com 300 itens que ajudam a contar a história do país.

ECKHOUT, Albert Retrato de Menino, 1637
“É reflexo de um interesse maior de todos pela arte do passado”, diz o curador Pedro Corrêa do Lago. A mostra traz mapas, ilustrações, pinturas e objetos que passaram pelas mãos da família real portuguesa.
Um dos registros mais fascinantes é a “Vista da Cidade de São Paulo” (1821), de Arnaud Julien Pallière, uma das raras telas que retratam a cidade antes do advento da fotografia. Já gravuras de Jean-Baptiste Debret e Johann Moritz Rugendas ocupam uma vitrine que retrata a vida dos escravos.
Lago defende que “essas obras documentais têm grande valor artístico”, sendo que, às vezes, reproduzem uma visão romantizada. Ele destaca como exemplo de exuberância estética a vista de São Luís do Maranhão pintada pelo italiano Giuseppe Leone Righini.
“Coleção Brasiliana: Versões e Narrativas”
Pinacoteca do Estado – Praça da Luz, 2
De 11 de outubro a outubro de 2008
De terça a domingo, das 10h às 18h
R$ 4 e meia-entrada
Grátis aos sábados
Tel: 3324-1000
Fonte: Folha Online

Exposição Brasiliana Itaú, na Pinacoteca do Estado. Obra de Eckout
Yolanda Mohalyi – No tempo das bienais
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Exposição Pinacoteca do Estado – Yolanda Mohalyi

Yolanda Mohalyi - MÚSICOS - nanquim sobre papel - 73,5x49 cm - 1955
Yolanda Mohalyi – No tempo das bienais é uma releitura do trabalho da artista, que nasceu em Kolozsvar em 1909 e morreu em São Paulo em 1978. Com 95 obras, entre desenhos, aquarelas, guaches, gravuras, a mostra reúne dois importantes momentos de sua expressão artística: o Figurativo (décadas de 1930, 40, 50) e a Abstração (décadas de 1960,70), e exibe, de forma inédita, dois grandes painéis compostos por folhas de papel pintadas a guache. Com curadoria de Maria Alice Milliet, critica e historiadora de arte, diretora da Fundação José e Paulina Nemirovsky. De 05 de dezembro de 2009 a 21 de fevereiro de 2010.
De 05/12 a 21/02
Ter, Qua, Qui, Sex, Sab e Dom
Horário: das 10h às 18h
Preço: R$6,00 e R$3,00 (meia) – Grátis aos sábados.
Pinacoteca do Estado de São Paulo
Praça. da Luz – 02 – Luz
Fone: (11) 3324-1000