nov

23

INSTITUTO DE ARTE CONTEMPORÂNEA – IAC

Postado por admin

O espaço fica fechado entre 24/12/2010 e 03/01/2011.

Mira Schendel

A exposição Mira Schendel: Avesso do Avesso traz 160 obras, todas em papel, produzidas entre os anos 1950 e 1980 pela artista Mira Schendel (Zurique / Suíça; 1919 – São Paulo / SP; 1988). Há trabalhos de séries como “Bordados”, “Trenzinhos”, “Toquinhos”, “Datiloscritos” e “Droguinhas”. Curadoria de Cauê Alves (de 20/11/2010, às 11h, a 27/02/2011).Idealizado pela galerista Raquel Arnaud, o IAC ocupa parte do prédio Joaquim Nabuco, sede da antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP e localizado no complexo do Centro Universitário Maria Antonia. A instituição se volta para a produção de exposições e estudo das obras de Amilcar de Castro, Mira Schendel, Sérgio Camargo e Willys de Castro. O prédio foi construído na década de 20, tombado em 1995 pelo Condephaat e começou a ser restaurado em 1999. Ele pertence à USP, que cedeu 600 m² em comodato para o IAC.

Fonte: Mapa das Artes

nov

19

Masp ganha nova fachada assinada por Regina Silveira

Postado por admin

A fachada do Masp na Avenida Paulista ganhou cara nova neste sábado (13). O edifício que é um ícone da cidade de São Paulo e da arquitetura se transformou em um grande céu azul bordado, com representações de nuvens em ponto cruz e até linha e agulha para simbolizar a costura.

MASP

O projeto, batizado de Trama Azul, é da artista plástica Regina Silveira e trata-se de um adesivo de vinil translúcido com impressões digitais, que faz alusão a uma costura real.  O efeito ganha grande nitidez quando visto à distância.

Desde quinta-feira, uma pequena equipe de trabalhadores fazia rapel na fachada do Masp, subindo e descendo o edifício para fixar (com cola removível) o adesivo. Agora, quem passar pela Avenida Paulista já poderá conferir o resultado. Essa é a maior obra de arte pública já assinada pela artista e ficará exposta até janeiro de 2011.

Fonte: UOL – folha.com

nov

19

Após estudo de 2 anos, Campbell’s muda lata da sopa imortalizada por Andy Warhol

Postado por admin

O consumidor americano que adentrou o supermercado, em agosto, atrás de um repasto semi pronto, se deparou com uma surpresa. 

Lata da sopa imortalizada por Andy Warhol

 

Dentre incontáveis variedades de sopa em lata, sopa em saquinho e sopa em caixinha, havia algo de insólito: o rótulo da Campbell’s, imortalizado nas pinturas de Andy Warhol (1928-1987), estava repaginado.Não era a primeira vez. Nos anos 1990, alguns sabores já haviam aberto mão da velha embalagem –elegante, sem fotografia, a exemplo do persistente Catupiry (não se pode dizer o mesmo dos recauchutados biscoitos Piraquê)– em prol de uma imagem da sopa, em um prato, prestes a ser servida.Em 2008, a alta cúpula da Campbell’s concluiu que esta silhueta também estava defasada. Contratou três escritórios americanos de pesquisa –Innerscope, Merchant Mechanics e Olson Zaltman–, que levaram dois anos estudando a reação de consumidores.Cientistas de neuromarketing imbuíram de sensores 40 pessoas. Mapearam postura, batimento cardíaco, sudorese e respiração delas diante de uma prateleira de sopas, no mercado.Concluíram que a embalagem carecia de três mudanças.No dia 17 de fevereiro de 2010, um comunicado da empresa anunciou “um plano para turbinar a performance de seu portfólio de sopas condensadas nos Estados Unidos”.Dentre estratégias paralelas (“Melhorar o sabor das 26 variedades de sopa de galinha”), o memorando adiantava as mudanças estéticas que logo se veriam: uma fumaça saindo da sopa; a extirpação da colher que mergulhava no prato; a redução do espaço para o logo. 

As crianças ganharam embalagens adornadas por Bob Esponja, Buzz Lightyear e outros personagens da Pixar. Espera-se um aumento de 2% em vendas.Anthony Sanzio, diretor da Campbell’s, disse à Folha que as mudanças não foram discutidas com o museu ou com a fundação Andy Warhol: “Temos uma relação próxima, mas isso não lhes dizia respeito. Apreciamos o fato de Andy Warhol ter transformado sua comida preferida, a sopa Campbell’s, em um ícone da arte.”Por via das dúvidas, a empresa manteve o velho desenho em três de suas sopas: tomate, cogumelo e galinha com macarrão. Sanzio não respondeu se isso era uma espécie de “cota artística”.Philip Larrat-Smith, curador da exposição “Andy Warhol, Mr. America”, ocorrida neste ano, na Estação Pinacoteca, em São Paulo, acredita que o artista teria entendido a mudança: “O Warhol tinha um tino comercial, sabia que as empresas precisavam se adaptar ao mercado. Por outro lado, intimamente, ele provavelmente pensaria: “Mas o desenho era tão bom. Por que mudá-lo?” 

Fonte: UOL – Folha.com

nov

19

Documentário sobre Vik Muniz, “Lixo Extraordinário” está em lista de 15 candidatos a uma indicação ao Oscar da categoria

Postado por admin

Leda e o Cisne

A Academia de Hollywood acaba de anunciar a lista prévia de 15 concorrentes a uma indicação ao Oscar de melhor documentário em longa-metragem. Entre os selecionados, “Lixo Extraordinário”, que no comunicado à imprensa aparece assinado apenas por Lucy Walker, embora tenha sido co-dirigido por João Jardim e Karen Harley. E também o ótimo “Exit Through the Gift Shop”, de Banksy. Ambos os filmes foram exibidos no Festival de Berlim e na Mostra de SP e foram indicados ao prêmio da Associação Internacional de Documentários. Disputaram espaço nessa primeira seleção classificatória 101 títulos.

A Comissão de Documentários da Academia viu todos os documentários elegíveis nessa primeira rodada da votação. Os integrantes agora selecionarão cinco indicados entre os 15 títulos da lista prévia. As indicações aos prêmios do 83º Oscar da Academia serão anunciados ao vivo no dia 25 de janeiro de 2011, no Samuel Goldwyn Theater, em Los Angeles. A cerimônia de entrega dos prêmios se realizará no dia 27 de fevereiro de 2011 no Kodak Theatre, também em Los Angeles, com transmissão ao vivo para mais de 200 países.

Lixo Extraordinário“, de Lucy Walker

Fonte: UOL – Cinema – Últimas Notìcias

nov

16

Latinos na Sotheby’s e Christie’s

Postado por admin

Quadros monumentais de Wifredo Lam e Fernando Botero se destacam com a maior estimativa de preço nos leilões de arte latino-americana, esta semana, na Sotheby”s e na Christie”s de Nova York. Entre os cerca de 600 lotes oferecidos, obras de Sérgio Camargo, Adriana Varejão e Beatriz Milhazes reconfirmam a posição entre as de brasileiros que vem se valorizando na retomada do mercado internacional de arte nos últimos dois anos. Na Sotheby”s, o leilão se divide entre a noite de hoje e a manhã de quarta; o da Christie”s ocorre na noite de quarta e na manhã de quinta-feira.

Les Abalochas Dansent Pour Dhambala, Dieu de L”unité, que Lam (1902-1982) mantinha na sala principal de sua casa em Albissola Mare, no litoral italiano, concentra as expectativas de um novo recorde de preço para obra do artista cubano. À venda na Sotheby”s, a estimativa é que este óleo sobre tela criado em 1970 alcance entre US$ 1,7 milhão e US$ 2,2 milhões. Ele vem da mesma coleção particular americana à qual pertencia Sur les Traces (Transformation), vendido pela Sotheby”s em maio por US$ 1,4 milhão, até agora o maior valor pago por um Lam em venda pública.

Na Christie”s, o carro-chefe é Family Scene, retrato de uma família de toureiros que o colombiano Botero pintou em 1985. Posto em leilão pela primeira vez, o quadro tem preço estimado entre US$ 1 milhão e US$ 1,5 milhão. Um ano depois de registrar o maior preço pago por obra de artista brasileiro num pregão público, com a venda de Relevo, de 1964, a Sotheby”s tem expectativa maior para outro trabalho de Camargo (1930-1990) produzido na década de 60, quando ele convivia com a vanguarda parisiense da arte cinética. Relevo, estimada entre US$ 350 mil e US$ 450 mil, foi vendida por pouco menos de US$ 1,6 milhão. Desta vez, com cotação entre US$ 400 mil e US$ 600 mil, a Sotheby”s oferece a escultura N.º 232, de 1969, uma das várias construções de cilindros de madeira cortados em diagonal e pintados de branco com que o artista criou enigmáticos jogos de planos.

Na Sotheby”s, além da peça de Camargo serão leiloados 16 lotes de artistas brasileiros, entre os quais há quadros de Abrahan Palatnik, Antônio Bandeiras, Cícero Dias e Di Cavalcanti, desenhos e esculturas de Frans Krajcberg, além de obras de Cildo Meireles, Ernesto Neto, Nelson Leirner e Vik Muniz. Na Christie”s são oferecidos 11 lotes de arte brasileira, representada em trabalhos de Adriana Varejão, Aldo Bonadei, Beatriz Milhazes, Cândido Portinari, Eduardo Bortk, Hélio Oiticica, Maurício Barbato, Saint Clair Cemin, Tunga e também de Vik Muniz. Paisagem Canibal (2003), típico exemplar da forma com que Adriana Varejão explora a história colonial brasileira, está à venda com a segunda maior estimativa entre os brasileiros, de US$ 250 mil a US$ 350 mil.

Detentora do atual recorde de preço para obra de artista brasileiro vivo com a venda do seu O Mágico, de 2001, por US$ 1,05 milhão, no leilão de arte contemporânea da Sotheby”s nova-iorquina em maio de 2008, Beatriz Milhazes tem dois quadros de acrílica sobre tela no leilão de arte latina da Christie”s: Machina (1993- 1994) e um sem título, de 1993, ambos com cotação entre US$ 200 mil e US$ 300 mil. No leilão de arte contemporânea da Christie”s, na semana passada, Rosa Nocturna, pintado por Beatriz entre 2006 e 2007, foi adquirido por US$ 338.500, na média da estimativa dos leiloeiros.

Fonte: Site Estadão – Noticias

nov

16

Vaso chinês vendido por 60 milhões de euros

Postado por admin

Um jarrão chinês do século XIX encontrado por herdeiros de uma família inglesa nas limpezas da casa foi vendido quinta-feira à noite num leilão em Londres por 51,3 milhões de libras (60 milhões de euros).

A peça arrematada na venda pública organizada pela leiloeira britânica Bainbridges foi comprada por um agente de Pequim e atingiu o preço mais alto jamais pago por uma obra de arte chinesa num leilão. O valor alcançado superou o de um pergaminho chinês de 15 metros da dinastia Song, vendido em Junho deste ano em Pequim.

O jarrão de porcelana foi encontrado por dois irmãos quando faziam as limpezas na casa dos pais na localidade de Pinner, no condado de Middlesex. Os irmãos, cuja identidade não foi divulgada, tinham herdado recentemente a propriedade onde encontraram a peça, e não tinham ideia do valor do objeto com 41 centímetros de altura e ricamente decorado com peixes e dragões.

O jarrão possui perfurações que deixam ver outro mais pequeno, no interior.

Fonte: DN ARTES

nov

12

Falsos Aldemir Martins apreendidos em São Paulo

Postado por admin

Quadros seriam do artista plástico cearense Aldemir Martins, morto em 2006. Segundo representantes do artista, o material não é autêntico

Aldemir Martins

Imagine comprar três quadros de um dos mais renomados artistas plásticos brasileiros com certificado de autenticidade assinado pelo próprio pintor e firma reconhecida em cartório e, quando submeter as obras à avaliação específica, descobrir que não passam de falsificações. Foi exatamente isso que aconteceu com um empresário de 50 anos que adquiriu um quadro intitulado Mulher, datado de 2000, e dois com o nome de Gato, datados de 2000 e 2001. Todos supostamente do cearense Aldemir Martins (1922–2006).

Integrantes do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic) apreenderam, na última sexta-feira (5), cinco quadros falsamente atribuídos ao artista plástico. Outros três estavam com o colecionador. O caso começou quando o empresário procurou o Estúdio Aldemir Martins, localizado em São Paulo, gerenciado pelo filho do artista, Pedro.

No estúdio, são realizadas avaliações das pinturas para conferir autenticidade. Grupos de pessoas que conheceram as distintas fases de Aldemir são convidados para julgar. No caso dos quadros trazidos pelo empresário foi detectada a falsificação. Ele resolveu levar a história à polícia, pois já havia feito uma nova encomenda. No momento da entrega, os policiais interceptaram um carro e apreenderam outra obra.

Em entrevista ao O POVO Pedro Martins, filho de Aldemir, disse que aproximadamente 60% dos quadros que chegam ao estúdio são falsos. Cada avaliação pode durar de uma semana a um mês. Assinatura, temas, traços e materiais escolhidos são levados em conta. “Nosso foco é preservar a obra do Aldemir, mas além de preservar emitimos um selo de autenticidade. Esses quadros foram identificados como não autênticos porque a pessoa foi ludibriada”, relata.

Outro ponto tratado por Pedro Martins é a disparidade de preços de uma obra original em comparação aos quadros falsos. Enquanto uma cópia pode ser vendia por 10 mil reais, um original chega a custar 30 mil dólares. “Quando a pessoa adquirir com essa margem de preço corre um perigo. Isso é um chamariz para os compradores”, disse. O artista plástico e diretor da Escolinha Aldemir Martins, Tota, teve como mestre o renomado pintor cearense e lamenta este tipo de crime. Ele lembra o caráter sensível e pessoal das manifestações culturais. “O artista expressa no trabalho o seu sentimento. Falsificar é querer maquiar, usar o outro, usar a roupa do outro”, comenta.

Segundo o artista plástico, os traços de seu mestre são fáceis de perceber. Ele conta que Aldemir Martins sempre primava pela utilização das melhores tintas, melhores telas, melhores pincéis. E muitas vezes os imitadores não atentam para esses detalhes e produzem réplicas grosseiras. Outro ponto levantado por Tota foi o menor fluxo de quadros quando o pintor cearense já estava em seus últimos anos de vida. Sendo assim, seria muito difícil o aparecimento de tantas imagens datadas de 2000 ou 2001.

Se estivesse vivo, Aldemir Martins teria completado 88 anos de vida ontem. Para comemorar a data será realizada uma exposição no mês de dezembro. Tota também está articulando a construção de um memorial com fotos, telegramas, bilhetes e cartões-postais. “O público merece conhecer a verdadeira obra dele. Embora seja uma coisa pequena como um cartão, mas que seja original”, enfatiza.

Fonte: O Povo online

nov

12

Obra de Andy Warhol é leiloada por mais de US$ 35 milhões

Postado por admin

obra “Coca-Cola (4) (Large Coca-Cola)” do artista plástico americano Andy Warhol foi vendida por US$ 35,36 milhões nesta terça-feira (9). A venda foi parte de um leilão de arte contemporânea e pós-guerra realizado pela Sotheby’s.

As vendas de 54 trabalhos, dos quais cerca de 91% encontraram compradores, acumulou no total US$ 222,4 milhões, superando as expectativas de US$ 214

Coca-Cola

milhões.Liderada por “Coca-Cola (4) (Large Coca-Cola)”, que superou as estimativas iniciais de US$ 25 milhões, a venda mostra o apetite crescente por trabalhos do período pós-guerra. O mercado para esse tipo de arte tem crescido nos últimos anos.

Na segunda-feira (8), a obra “Men in her life”, trabalho de Warhol com múltiplas imagens de Elizabeth Taylor, atingiu a cifra de US$ 63,4 milhões na Phillips.

Fonte: Globo G1  Pop & Arte

nov

12

Quadro de Modigliani é arrematado por 117 milhões de reais e bate recorde

Postado por admin

O quadro de Amedeo Modigliani A Bela Romana bateu todos os recordes de vendas do artista italiano, ao ser arrematado por 117 milhões de reais (69 milhões de dólares) num leilão celebrado esta terça-feira (2), em Nova York.

A bela Romana

O óleo sobre tela que exibe uma mulher seminua, pintado em 1917, foi estimado em mais de 70 milhões de reais pela casa Sotheby’s, mas o leilão superou com folga as expectativas no começo das vendas de arte impressionista e moderna.

O recorde anterior para uma obra de Modigliani era de 73 milhões de reais para uma escultura (vendida em junho passado) e de 53 milhões de reais para um quadro (2004).

Na mesma noite, outra tela de Modigliani, Jeanne Hebuterne com chapéu foi vendida por 32,3 milhões de reais e O estanque de Nenúfares, de Monet, mudou de mãos por 41,8 milhões de reais.

Os grandes leilões de outono de arte impressionista, moderno e contemporâneo começaram com um mercado recuperado após a crise e marcado pela globalização do gosto.

Fonte: Veja Noticias

out

15

Pinturas de Gregorio Gruber eternizam paisagens urbanas; veja vídeo

Postado por admin

O Lugar Pantemporâneo, na zona oeste de São Paulo, abre espaço na sexta-feira (8) para monumentos e patrimônios paulistanos retratados em pinturas e aquarelas

Gregorio Gruber - Cidade

realizadas pelo artista Gregorio Gruber.Na exposição “Gregorio Gruber: Passeios”, o espectador é conduzido a importantes cartões-postais da cidade, como as estações da Luz e Júlio Prestes, a avenida Paulista,o viaduto do Chá, a praça Ramos, o estádio do Pacaembu e a ponte Estaiada, entre tantos outros pontos da capital, além de paisagens florestais e ambientes internos.A mostra pode ser visitada até 30 de outubro, de segunda-feira a sábado, das 10h às 18h, exceto em feriados e no dia 11.Assista ao vídeo que reúne algumas das obras em exposição:

Fonte: Uol Entretenimento . Guia Cultural SP

out

15

A caminho do contemporâneo: um olhar sobre os anos 50

Postado por admin

Série itatiaia

A exposição resgata o ambiente cultural que propiciou grandes mudanças no universo das artes e do design no Brasil, por meio de uma seleção de objetos e publicações entre 1947 e 1967. Serão apresentados móveis de Joaquim Tenreiro, Geraldo de Barros e Lina Bo Bardi, obras de Volpi, Helio Oiticica, Mira Schendel, Lygia Clark e Sergio Camargo, entre outros.

As peças pertencem à Coleção Jayme Vargas e foram selecionadas pelo próprio colecionador, que procurou enfatizar a sofisticação e delicadeza da produção estética do período compreendido entre 1947 e 1967, além da importância dessas décadas para o design e as artes de forma geral no Brasil.

“A caminho do contemporâneo: um olhar sobre os anos 50” traz uma reflexão sobre o período em que a criação estética moderna no país começa a seguir as novas tendências mundiais. Nessa década, o design de móveis escandinavos torna-se referência, assim como o Suprematismo Russo, a Bauhaus na Alemanha e o De Stijl na Holanda. A vinda de Le Corbusier ao Brasil também influenciou o mobiliário. A poltrona Leve, de Tenreiro, e a Cadeira de Três Pés representam esse novo móvel brasileiro.

Joaquim Tenreiro, Lina Bo Bardi, Zanine Caldas, Geraldo de Barros, Sergio Rodrigues, Michel Arnault atualizaram a produção moveleira do Brasil com padrões estéticos modernos, traços refinados, constante preocupação com o acabamento, o uso de madeiras brasileiras e de outros materiais como o ferro, o vidro, couro e os tecidos.

Realização: Jayme Vargas

Abertura: 28/9, às 19h30
Visitação: até 7/11
Acesso a pessoas com deficiência
Visitas orientadas: 3032-2564/agendamento@mcb.org.br
Estacionamento: R$ 12,00 no dia da abertura; de terça a sábado, até 30 min., grátis; até 2 horas, R$ 8,00, demais horas, R$ 2,00; domingo: preço único, R$ 12,00.

Fonte: Museu da Casa Brasileira

out

14

Vik Muniz expõe cópias do verso de obras famosas na Fortes Vilaça (SP)

Postado por admin

Reproduzir o verso de obras célebres, como “Les Demoiselles d’Avignon”, de Picasso, “Starry Night”, de Van Gogh, e “La Grande Jatte”, de Seurat, e, assim, tentar nos aproximar de suas histórias particulares. Esta é a proposta da mostra “Verso”, de Vik Muniz, que a Galeria Fortes Vilaça (SP) inaugura nesta quinta-feira (29/7). A mostra oferece oito peças tridimensionais, de tamanhos e mídias variadas.
O trabalho é fruto de um processo que durou seis anos. Neste período, Muniz fotografou e estudou grandes obras com a ajuda da equipe e curadores e de conservação de instituições como MoMA (Nova York), Guggenheim (Bilbao) e Art Institute (Chicago), além de um time especializado de artesãos, artistas,

Vik Muniz - MEDUZA MARINARA

falsificadores e técnicos.
Ao entrar na sala, tem-se a impressão de que a exposição está em montagem –os quadros estão no chão, encostados na parede. Um olhar mais atento revela então os autores e os títulos das obras, e traz a certeza de que aquelas obras não poderiam estar ali, já que pertencem a coleções de museus importantes do Brasil e do mundo. A série “Verso” força o espectador a imaginar as obras somente de posse das cópias das etiquetas dos museus por onde passaram. A semelhança com os originais é resultado do trabalho da equipe profissional: após fotografar as obras, cada especialista foi responsável pela execução de um detalhe específico, como molduras, arranhões, manchas e etiquetas.

out

14

Vik Muniz expõe em galeria carioca 30 objetos inéditos no Brasil

Postado por admin

O artista Vik Muniz inaugura nesta quarta-feira (13) a mostra “Relicário” na Galeria Laura Alvim, no Rio de Janeiro, com trinta objetos que jamais foram exibidos publicamente no Brasil. Entre o material estão algumas peças criadas para a primeira mostra do artista em uma galeria, em 1989, em Nova York, quando a série foi intitulada “Relíquias”, e outras inéditas, cujos projetos Muniz não conseguiu realizar à época em que foram concebidos.

Vik Muniz - Keith Gollust

Integram “Relicário” exemplares da série “Flora Industrialis” –fotografias de flores artificiais, captadas e catalogadas por Muniz com rigor científico, o país fabricante e o tipo de material usado. São imagens individuais sobre fundo escuro, dispostas de maneira emblemática, lembrando uma fotografia do século 19.

A mostra também reúne obras como um origami –feito de uma só folha de papel branco e que reproduz um origamista–, um crânio com nariz de palhaço, uma ampulheta com um tijolo substituindo a areia, um sarcófago feito de “tupperware”, luvas de seis dedos, uma bola de futebol murcha, uma tocha carbonizada, uma pluma de mármore Carrara, uma mesa de bonsai e uma mala de mármore preto belga com alça de couro

out

13

Mercado de arte Quadros Lucrativos

Postado por admin

A arte brasileira caiu no gosto dos colecionadores e investidores do Brasil e do Exterior: Conheça as oportunidades e os riscos desse mercado.

Vendido! È o que mais se ouve nos leilões brasileiros e internacionais quando o assunto são os artistas brasileiros contemporâneos, que se tornaram os novos queridinhos dos colecionadores e investidores em todo o mundo. A valorização é impressionante. Em 2003, o quadro O Mágico, da artista carioca Beatriz Milhazes, valia US$ 15 mil. Em 2008, essa mesma tela foi vendida por mais de US$ 1 milhão em um leilão na Sotheby’s de Nova York, o preço mais elevado por um quadro de artista brasileiro vivo. “ Os preços permanecem nessa patamar “ , diz  James Lisboa, um dos mais respeitados leiloeiros do Brasil. Adriana Varejão, outra artista carioca do primeiro time, segue o mesmo caminho. A valorização de seus trabalhos mais expressivos nos últimos oito anos chega a 5.000%, superando os 4.200% das ações da CSN, papel do Índice Bovespa que mais se valorizou nesse período.

O que fez esses nomes se transformarem na nova sensação dos investidores: Uma das causas é a estabilidade da economia, que beneficia também os negócios ligados á arte. “ O Pais está na moda e chama a atenção dos colecionadores em rodo o mundo”, diz a galerista Marília  Razuk, que  tem os dois espaços de exposição em São Paulo. Outra causa PE a  qualidade do trabalho dos brasileiros. “Os artistas estão em sintonia com a realidade e conseguem exprimir o que se passa no mundo de maneira criativa, real e fiel á suas origens, ingredientes que sempre agradam os compradores”, diz Marília.

Que conhece o mercado também observa um aumento do número de interessados. “ Há muito mais participantes nos últimos anos”, diz Alfredo Setubal, banqueiro, colecionador e responsável pelas aquisições do Itaú Unibanco. Meticuloso, Setubal começou a colecionar a sério há 15 anos. Hoje, ele possui uma coleção de cerca de mil obras, que vão da década de 40 anos contemporâneos, e notou uma mudança no perfil dos compradores. “ Há gente nova no mercado.  Quem ganhou dinheiro com as aberturas de capital e o crescimento da economia já satisfez sues desejos consumistas mais imediatos e agora também esta investindo em artes.”

Fonte: Resiva Isto é Dinheiro  Ano 13 nº 679 13/10/2010

out

7

Justiça libera obra de Krajcberg no Ibirapuera (São Paulo / SP)

Postado por admin

Uma decisão da Justiça autorizou nesta semana a Prefeitura de São Paulo a seguir adiante com o projeto de instalar na antiga serraria do parque Ibirapuera esculturas do artista Frans Krajcberg.
Há dois anos, quando foi anunciado o projeto, a Sociedade dos Moradores e Amigos do Jardim Lusitânia, bairro vizinho ao parque, entrou com uma ação civil pública para impedir a ocupação da estrutura do antigo galpão com obras de arte.
Alegaram no processo que a reforma do galpão para abrigar as obras causaria danos ao ambiente, oferecendo risco aos pássaros que vivem ali, e prejudicaria a rotina de visitantes do parque.

Krajcberg

Numa decisão unânime tomada na última terça-feira (28/09/10), o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo julgou improcedente essa ação.
“A turma julgadora entendeu que não há atentado contra o ambiente”, disse à “Folha de S. Paulo” o desembargador Márcio Franklin Nogueira. “Não há ilegalidade com a exposição naquele local.”
Com o impasse, a prefeitura havia cogitado transferir o projeto de Krajcberg para o parque do Carmo, onde chegou a lançar uma pedra fundamental no ano passado, marcando o início das obras.
Segundo a Secretaria Municipal de Cultura, há dois projetos agora – um para o Ibirapuera, outro para o parque na zona leste. Mas ainda não houve uma decisão.
Embora a associação de moradores possa recorrer da decisão, a prefeitura já tem permissão legal para ocupar a serraria com obras de arte.
“Foi uma coisa justa que fizeram”, disse Krajcberg. “Era absurdo inventar coisas para não instalar uma exposição ecológica no parque.”
Presidente da Sociedade dos Moradores e Amigos do Jardim Lusitânia, Otávio Villares disse que estuda com seu advogado formas de evitar a ocupação do local. 

Fonte: Folha de S. Paulo; 01/10/10; texto de Silas Martí