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	<title>James Lisboa Escritório de Arte &#187; Artistas</title>
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	<description>Compra, venda e avaliações de obras de arte!</description>
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		<title>Iole de Freitas de 24.jul a 31.jul 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 14:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Pinacoteca do Estado de São Paulo apresenta instalação da artista plástica Iole de Freitas. A obra é composta por cinco placas translúcidas e retorcidas de policarbonato, suspensas por barras de aço que cruzam o primeiro e o segundo andares do museu. A instalação sugere ao visitante uma nova relação com um dos espaços mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/Iole-de-Freitas.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-807" title="Iole de Freitas" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/Iole-de-Freitas-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A Pinacoteca do Estado de São Paulo apresenta instalação da artista plástica Iole de Freitas. A obra é composta por cinco placas translúcidas e retorcidas de policarbonato, suspensas por barras de aço que cruzam o primeiro e o segundo andares do museu. A instalação sugere ao visitante uma nova relação com um dos espaços mais tradicionais da Pinacoteca: as passarelas projetadas pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha. Iole de Freitas explica que escolheu o policarbonato transparente na composição da obra, para que sua exposição não interferisse nas características arquitetônicas do prédio. “Os elementos vão atravessando o espaço, preenchendo-o com novas curvaturas e linhas. Com a incidência da luz, formam novos ambientes que oferecem múltiplas possibilidades estéticas e espaciais não só através do olhar, mas também pelo deslocamento do próprio corpo”.  A obra foi montada diante dos visitantes do museu, e contou com  apoio da equipe técnica e operacional da Pinacoteca do Estado. Segundo Iole de Freitas, “A instalação foi realizada a partir de um único sistema, cuja base é a relação entre linhas, planos e espaço. Isso possibilitou a realização de uma obra única para cada instituição que a recebeu, Fundação Iberê Camargo e Casa França Brasil, e agora a Pinacoteca apresenta o terceiro momento desta obra. Além desta instalação, outra obra da artista, a escultura s/ título, 2000, pertencente ao acervo da Pinacoteca, também pode ser vista no segundo andar do museu.</p>
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		<title>Antonio Dias &#8211; Anywhere Is My Landde</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 17:14:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_418" class="wp-caption alignleft" style="width: 133px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/9586.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-418" title="Level" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/9586-150x150.jpg" alt="" width="123" height="126" /></a><p class="wp-caption-text">Antonio Dias Level </p></div>
<p>A Pinacoteca do Estado de São Paulo apresenta a exposição Anywhere Is My Land, de Antonio Dias, reunindo mais de 50 obras produzidas no período de 1960 a 1970. A mostra é composta por pinturas, desenhos, instalações e filmes provenientes do acervo da Daros-Latinamerica (Zurique), da coleção Genéviève e Jean Boghici (Rio de Janeiro), da coleção do artista (Rio de Janeiro e Milão) e do acervo da Pinacoteca do Estado.</p>
<h4>Fonte: Pinacoteca de São Paulo &#8211; Exposições</p>
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		<title>Exposição “Portinari em Israel” no Centro da Cultura Judaica</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 21:29:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo B. Rinaldi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lançamento do Livro "Portinari em Israel", uma série de desenhos e pinturas feitas em sua viagem a Israel.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_390" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/Portinari_Druso_NSP_17x215_1956_AIE_E.jpg"><img class="size-medium wp-image-390" title="Portinari_Druso_NSP_17x21,5_1956_AIE_E" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/Portinari_Druso_NSP_17x215_1956_AIE_E-300x243.jpg" alt="Candido Portinari &quot;Druso&quot;" width="300" height="243" /></a><p class="wp-caption-text">Candido Portinari &quot;Druso&quot;</p></div>
<p>A partir do dia 16 de junho, a série de desenhos e pinturas feita por Portinari em sua viagem a Israel nos anos 50, estará em exposição no <a href="http://culturajudaica.uol.com.br/" target="_blank"><strong>Centro da Cultura Judaica</strong></a> até o dia 6 de setembro.</p>
<p>A convite do Centro Cultural Brasil-Israel, Portinari passou o mês de junho de 1956 viajando por Israel. Apenas oito anos depois da aprovação pela ONU do plano de partição da Palestina, o recém-criado estado israelense já tinha como ministro da cultura o pintor Arie Aroch, grande admirador de Portinari. Era a época de Israel dos pioneiros, dos kibtuzim, que reconheciam em Portinari, em sua obra com temática social e dimensão ética, o gesto dos profetas de Israel dos tempos bíblicos. Comunista de carteirinha, Portinari também se reconheceu na terra santa em plena modernização social e econômica.</p>
<p>Desse encontro, incentivado por Arie Aroch, cujo pretexto foi uma grande retrospectiva do artista por Tel Aviv, Haifa e En-Hod, nasceu um caderno de esboços que se tornou uma série de desenhos e pinturas, a Série Israel, que foi apresentada no MAM de São Paulo, do Rio de Janeiro, em Buenos Aires, em Lima e em Bolonha no final dos anos 50, que deu origem a um catálogo.</p>
<p>Como em cada exposição, a sala de leitura é recheada por acervos de outras instituições. Desta vez, ela se torna um espaço de pesquisa para saber mais a respeito da Série Israel e da obra de Portinari em geral. O Projeto Portinari, o arquivo Wanda Svevo, o Itaú Cultural e o MAM de São Paulo colocam à disposição do público, livros de referência sobre o artista, livros ilustrados por Portinari, entrevistas e o clipping completo referente à sua viagem para Israel</p>
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		<title>La Deriva es Nuestra &#8211; Museu Reina Sofia &#8211; &#8220;Madrid &#8211; Espanha&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 19:25:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo B. Rinaldi</dc:creator>
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Desvíos de la deriva. Conversación entre Lissette Lagnado y María Berrios

Recorrido con Lissette Lagnado y María Berrios en torno a la exposición Desvíos de la deriva. Experiencias, travesías y morfologías (Museo Reina Sofía, del 5 de mayo al 23 de agosto). A través de una serie de temas, esta conversación plantea una modernidad específica, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://a.blip.tv/scripts/flash/showplayer.swf?file=http%3A%2F%2Fblip.tv%2Frss%2Fflash%2F3747952&amp;showplayerpath=http%3A%2F%2Fblip.tv/scripts/flash/showplayer.swf&amp;feedurl=http%3A//museoreinasofia.blip.tv/rss/flash&amp;brandname=Museo%20Reina%20Sofia&amp;brandlink=http%3A//blip.tv/%3Futm_source%3Dbrandlink&amp;enablejs=true&amp;preferredRole=Web&amp;tabType3=none&amp;tabType1=details&amp;tabTitle1=Info&amp;tabType2=guide&amp;tabTitle2=Archivo&amp;tabUrl2=http%3A//museoreinasofia.blip.tv/rss/flash/%3Fsort%3D%7Edate" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="300" src="http://a.blip.tv/scripts/flash/showplayer.swf?file=http%3A%2F%2Fblip.tv%2Frss%2Fflash%2F3747952&amp;showplayerpath=http%3A%2F%2Fblip.tv/scripts/flash/showplayer.swf&amp;feedurl=http%3A//museoreinasofia.blip.tv/rss/flash&amp;brandname=Museo%20Reina%20Sofia&amp;brandlink=http%3A//blip.tv/%3Futm_source%3Dbrandlink&amp;enablejs=true&amp;preferredRole=Web&amp;tabType3=none&amp;tabType1=details&amp;tabTitle1=Info&amp;tabType2=guide&amp;tabTitle2=Archivo&amp;tabUrl2=http%3A//museoreinasofia.blip.tv/rss/flash/%3Fsort%3D%7Edate"></embed></object></h1>
<p><strong>Desvíos de la deriva. Conversación entre Lissette Lagnado y María Berrios<br />
</strong><br />
Recorrido con Lissette Lagnado y María Berrios en torno a la exposición Desvíos de la deriva. Experiencias, travesías y morfologías (Museo Reina Sofía, del 5 de mayo al 23 de agosto). A través de una serie de temas, esta conversación plantea una modernidad específica, que no es alterna ni central, sino que recoge las posibilidades de transformación lúdica y poética de la sociedad y casos de pedagogía colectiva en episodios arquitectónicos de América Latina en el segundo tercio del s.XX.</p>
<p> Mais informações: <a href="http://www.museoreinasofia.es/archivo/videos/desvios-deriva.html">http://www.museoreinasofia.es</a></p>
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		<title>Desvíos de la deriva. Experiencias, travesías y morfologías</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 19:26:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como ser americano e moderno? Como relacionar-se com a referência europeia? observações antropológicas e eventos de poesia permitem ampliar a experiência com a topografia. Em relação à deriva ramais de exposição, o Museu Reina Sofia oferece uma oficina inspirada no método de ensino na Escola de Valparaíso, onde poetas e arquitetos estimular os participantes lúdico-construtivo. Ao contrário do que a narrativa que privilegia a criação racional urbana, os peritos chegaram do Brasil e do Chile, com o espanhol urbanistas e arquitetos, vai realizar uma conferência para o trabalho, que incluía viagens ao redor da cidade e conferências.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fechas:</strong> 5 de mayo &#8211; 23 de agosto de 2010<br />
<strong>Lugar: </strong>Edificio Sabatini, Planta 3<br />
<strong>Organización:</strong> Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía<br />
<strong>Comisariado:</strong> Lisette Lagnado y María Berríos<br />
<strong>Actividades relacionadas: </strong><a title="enlace a Seminario y Taller" href="http://www.museoreinasofia.es/exposiciones/actuales/desvios-de-la-deriva.html#seminario">Seminario y taller</a></p>
<div id="attachment_362" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.artenet.com.br/listarQuadros.asp?artista=157"><img class="size-full wp-image-362 " title="Flavio de Carvalho. Experiência nº 3, New Look." src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/desvios-deriva.jpg" alt="Flavio de Carvalho. Experiência nº 3, New Look." width="300" height="222" /></a><p class="wp-caption-text">Flavio de Carvalho. Experiência nº 3, New Look.</p></div>
<p>Las diferentes concepciones arquitectónicas brasileñas y chilenas, que participan en esta exposición, tienen en común una carga humanista y visionaria en su forma de pensar la relación entre espacio público y vida colectiva, topografía y urbanismo, que se refleja tanto en los dibujos, textos y maquetas de Flavio de Carvalho (1899-1973), Juan Borchers (1910-1975), Lina Bo Bardi (1914-1992), Roberto Matta (1911-2002), Sergio Bernardes (1919-2002), como en la enseñanza comunitaria desarrollada en la Escuela de Valparaíso. Poetas-arquitectos, situados entre un creciente impulso hacia lo moderno y la creencia en la capacidad de la tecnología para reducir jornadas de trabajo y aumentar el tiempo dedicado al ocio, tratan de expandir los espacios para un <em>homo ludens</em> y poner en práctica una vida en comunidad que, en Brasil, se apoya en la lectura de Carvalho del <em>Manifiesto Antropófago </em>(1928) de Oswald de Andrade, mientras que en Chile adopta la disciplina de las virtudes basadas en la hospitalidad y la disponibilidad.</p>
<p>La cuestión de la deriva surge aquí como respuesta a otra pregunta: ¿dónde están los límites de la profecía racionalista en Sudamérica? Nos vienen a la mente la noción de “urbanismo unitario” de Constant así como la idea de “deriva” de Guy Debord y sus compañeros, pero aquí no las va a encontrar. En su recorrido, el visitante comprenderá que no está en la Europa que vio cómo se “desmoronaba la casa del Hombre” 1 , y mucho menos frente a las premisas racionalistas que construyeron la modernidad. Antes de su primer viaje a Sudamérica, Le Corbusier (1887-1965) consideraba que utilizar el “meandro” significaba reproducir el trazado irregular del “camino del burro” de la ciudad medieval. Sin embargo, después de su viaje en 1929 ya se permitía vislumbrar un edificio-viaducto con la forma de una inmensa ola instalada en la topografía de los cerros. Esta exposición plantea el cuestionamiento que el Nuevo Mundo hace de las viejas civilizaciones, así como la conocida distinción que Sergio Buarque de Holanda (1936) establece entre la portuguesa “dejadez del sembrador” y la española “razón del enladrillador” para explicar las diferentes fases de colonización, dominación y urbanización: mientras que la primera tipología evoluciona de forma aleatoria, la segunda se construye deliberadamente en forma de retícula.</p>
<p>Sin embargo, existen otras formas de deriva aunque sus nombres sean otros: <em>experiencia, morfología psicológica, travesía</em>. No fueron ni arquitectos ni urbanistas, sino poetas, los que inventaron nombres para evocar civilizaciones en los trópicos y en los Andes: <em>Utopialand</em> es el resultado de la aventura brasileña de Blaise Cendrars en los míticos años veinte a través de un continente imbuido de esperanzas; mientras que la <em>Amereida</em>, una <em>Eneida</em> del sur, surge en 1965 de un proceso colectivo que deliberadamente prescinde de la autoría. 2</p>
<p>Igual que Cendrars, otros extranjeros consideraban Brasil una “patria espiritual”, caracterizada por una naturaleza soberana y fronteras nacionales flexibles. Para Lina Bo Bardi, que emigró a su “patria de elección” en 1946, la arquitectura es un “arte que tiene que considerar seriamente la tierra donde se pone en práctica”.3 Su elogio de la calidad vernácula de la autoconciencia moderna deriva del <em>Manifiesto Antropófago</em>. Comprender la coexistencia de la artesanía con diversos modos de producción industrial, permite iluminar el tema de la “síntesis de las artes” a la vez que sirve de pista para acompañar el recorrido de la exposición.</p>
<p>El boceto de Le Corbusier en el que anticipa el futuro de Río de Janeiro –y que Sergio Bernardes desarrolla en la versión de 1965 de sus barrios-verticales– ha generado interpretaciones divergentes. En torno a la figura del maestro se articula una admiración común, pero también conflictos puntuales que tienen como consecuencia desvíos de ruta. Es lo que sucede con el joven Roberto Matta, que dejó Chile para trabajar con Le Corbusier en 1934-1935, y acaba renegando de él para abrazar el surrealismo, celebrado en <em>Matemática Sensible – Arquitectura del Tiempo</em> 4 . Para Matta, la humanización de la arquitectura en un espacio puramente subjetivo y psíquico implica una forma de erotización espacial: el espacio se vuelve blando para amoldarse a los cuerpos y deseos sensoriales de sus habitantes.</p>
<p>El encuentro de Le Corbusier con Flavio de Carvalho en 1929 tampoco fue muy fructífero, pues los esfuerzos del brasileño por introducir la sintaxis de la arquitectura moderna en São Paulo no llegaron a concretarse; sus proyectos no construidos refuerzan el estigma de “revolucionario romántico” que Le Corbusier le atribuyó. Sigue un camino opuesto a la “eficacia” de las directrices del maestro, porque Carvalho tenía otros paradigmas en mente, inspirado sobre todo en la lectura de Freud. La ciudad del siglo XX sería una extensión de la casa y estaría destinada al “hombre desnudo” (antropófago), libre de los conceptos del estilo de vida burgués, de la familia y de la propiedad. Esta propuesta se pone de manifiesto en su <em>New Look</em> (1956), un traje tropical masculino adecuado a la vida moderna en el trópico, que precede a la minifalda.</p>
<div id="attachment_364" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.artenet.com.br/listarQuadros.asp?artista=157"><img class="size-full wp-image-364 " title="Jogos e torneios, Cidade Aberta, 1972-1977" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/desvios_2_300.gif" alt="Jogos e torneios, Cidade Aberta, 1972-1977" width="300" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Jogos e torneios, Cidade Aberta, 1972-1977</p></div>
<p>Entonces, ¿cómo justificar una oda al urbanismo funcionalista en ciudades latinoamericanas que prosperan en la informalidad? ¿Podemos afirmar que la deriva siempre ha sido la mejor respuesta? Para entender este imaginario urbano, Adrián Gorelik apunta a la “interrupción” como un signo recurrente en la representación simbólica de los países sudamericanos.5 Esta exposición pone de relieve muchas rutas contaminadas, inconclusas, suspendidas o traicionadas. El 31 de julio de 1965, en Punta Arenas, en el extremo sur de Chile, la prensa local anuncia: “Diez profesores universitarios inician un estudio geo-poético por América Latina”. El 10 de septiembre, antes de llegar a Santa Cruz de la Sierra, en la cuenca amazónica, la travesía debe retroceder por un motivo sólo conocido dos años después: la guerrilla del Che Guevara se encontraba en la región, ya controlada por los servicios de inteligencia de los Estados Unidos.</p>
<p>Por motivos más complejos, cuya explicación no es pertinente aquí, Sudamérica se convierte en un laboratorio fértil de múltiples heterotopías o contra-modelos. Muchas de estas manifestaciones artísticas han sido consideradas tardías, incluso engañosas, hasta hace poco tiempo. Lejos de haber agotado su potencial, resurgen incluso para ensombrecer la mala conciencia de las narrativas eurocéntricas. De nuevo, fue Lina Bo Bardi quien reconoció la importancia de la cultura popular en la creación de la modernidad brasileña, cuando escribió que “la arquitectura moderna brasileña no deriva de la colonial sino de aquella primitiva del ‘caipira’ [ámbito rural] del campesino”.6</p>
<p>A partir de la década del sesenta, la arquitectura representa una alternativa para canalizar aptitudes artísticas y las escuelas ofrecían una mezcla de ciencias humanas (filosóficas y antropológicas) que reemplazaba el enfoque técnico y militar asociado al arquitecto-ingeniero. Su manera flexible de concebir el territorio en términos culturales implicaba que el espacio podía ser abordado a través de la <em>poiesis</em> más que desde una agenda estrictamente funcionalista. Ciudad Abierta, en Valparaíso, traduce este mismo ímpetu por abarcar lo que la vida tiene de imprevisto. Hoy, aunque circunscrita a la experiencia universitaria, su legado representa de manera clara la idea de una <em>utopía sin eco</em> dentro de un sistema neoliberal que continúa resistiéndose a enfrentar su incapacidad para producir espacios habitables.</p>
<p>Selección bibliográfica</p>
<p><em>Flavio de Carvalho</em>, Comisariada por Walter Zanini y Rui Moreira Leite, 17ª Bienal de São Paulo, 1983</p>
<p>Ferraz, Marcelo (Coord. ed.), <em>Lina Bo Bardi</em>, São Paulo: Instituto Lina Bo e P. M. Bardi, 1993</p>
<p>Le Corbusier, <em>Précisions. Sur un état présent de l’ Architecture et de l’Urbanisme</em>, Paris: Les Éditions G. Crès et Cie., Collection de “L’Esprit Nouveau”, 1930 [ed. cast: <em>Precisiones respecto a un estado actual de la arquitectura y el urbanismo</em>, Barcelona: Apóstrofe, 1999]</p>
<p>Pérez de Arce, Rodrigo; Pérez Oyarzun, Fernando, <em>Escuela de Valparaíso. Grupo Ciudad Abierta</em>, Madrid: Tanais Ediciones, 2003</p>
<h2>La deriva es nuestra</h2>
<p><strong>Tipo de actividad: </strong>Seminario y taller<br />
<strong>Fecha:</strong> 30 de junio &#8211; 3 de julio de 2010<br />
<strong>Inscripción </strong><strong>Seminario:</strong> <strong> </strong>entrada gratuita<br />
<strong>Inscripción Taller:</strong> gratuito en <a title="correo eléctronico a Programas culturales" href="mailto:programasculturales2@mcu.es">programasculturales2@mcu.es</a></p>
<p>Más información: <a title="enlace a Museo Reina Sofía" href="http://www.museoreinasofia.es/">www.museoreinasofia.es</a></p>
<p>¿Cómo ser americano y moderno? ¿Cómo relacionarse con el referente europeo? Observaciones antropológicas y actos poéticos permiten expandir la experiencia con la topografía del lugar. En relación a la exposición <em>Desvíos de la deriva</em>, el Museo Reina Sofía propone un taller inspirado en el método de enseñanza de la Escuela de Valparaíso, en el que poetas y arquitectos estimulan el carácter lúdico-constructivo de los participantes. Al contrario de la narrativa que privilegia la implantación urbana racional, especialistas llegados de Brasil y Chile, junto a urbanistas y arquitectos españoles, llevarán a cabo unas jornadas de trabajo que incluirán travesías por la ciudad y conferencias en las terrazas del Museo.</p>
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		<title>Obra-prima de Portinari, instalada na sede da ONU, vai passar uma temporada no RJ.</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 17:21:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Candido Portinari]]></category>
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		<category><![CDATA[Sarkozy]]></category>

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		<description><![CDATA[A reforma de quase 2 bilhões de dólares que acontece na sede da Organização das Nações Unidas, em Nova York, vai reaproximar os cariocas de uma das obras definitivas de Candido Portinari, um dos pintores brasileiros. Trata-se do grandioso díptico Guerra e Paz, instalado na entrada do plenário onde funciona a Assembleia Geral da entidade ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<div id="attachment_352" class="wp-caption alignleft" style="width: 225px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/Candido-Portinari.asp"><img class="size-medium wp-image-352" title="Painel Guerra: marcado por alegorias que remetem à pietà" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/portinari-215x300.png" alt="Painel Guerra: marcado por alegorias que remetem à pietà" width="215" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Painel Guerra: marcado por alegorias que remetem à pietà</p></div>
<p>Peço permissão para convidá-lo(a) a ler a matéria sobre o &#8220;Projeto Guerra e Paz&#8221; publicada hoje pela revista VEJA RIO, reproduzida abaixo.</p>
</div>
<div id="_mcePaste">Resultado de mais de trinta anos de trabalho do Projeto Portinari, as articulações efetuadas desde 2007 junto à ONU, ao Grand-Palais, e aos governos brasileiro e francês, apesar de bastante complexas, foram bem sucedidas: a ONU entregou ao Projeto Portinari a guarda dos painéis até 2013, o Grand-Palais agendou a exposição no seu “Salon d’Honneur”, o presidente Lula convidou o presidente Sarkozy para inaugurarem juntos o evento, ainda este ano.</div>
<div id="_mcePaste">Quando da inauguração dos painéis “Guerra” e “Paz” na sede da ONU em Nova York, o chefe da Missão do Brasil junto àquela organização, Embaixador Cyro de Freitas-Valle afirmou “o Brasil está oferecendo hoje às Nações Unidas o que acredita ser o melhor que tem para dar”. Naquela ocasião, o Prêmio Nobel da Paz, Dag Hammarskjold, então Secretário-Geral da ONU, em seu discurso de agradecimento, declarou que os painéis brasileiros constituem “a mais importante obra de arte monumental doada à ONU”.</div>
<div id="_mcePaste">Configura-se assim o “Projeto Guerra e Paz” como uma oportunidade única para o Brasil, não somente no campo da arte e da cultura, mas também como questão de Estado, ação estratégica capaz de contribuir expressivamente para a ampliação do espaço internacional que vem sendo conquistado pelo Brasil nos últimos anos: levar ao mundo o poderoso simbolismo potencializado pela conjugação dos vetores da Paz mundial, do envolvimento da Organização das Nações Unidas, da relação com a França e com uma das instituições artístico-culturais mais importantes do mundo, e da obra-prima de um dos maiores artistas brasileiros.</div>
<div id="_mcePaste">Não obstante a inscrição deste projeto na Lei Rouanet ter sido aprovada há mais de 4 meses, praticamente sem cortes, e com o apoio decidido do próprio Ministro da Cultura, o Projeto Portinari ainda não conseguiu o patrocínio necessário à sua execução.</div>
<div id="_mcePaste">O cronograma do projeto está com um atraso de 4 meses, e os prazos para concretizá-lo estão na iminência de se esgotar.</div>
<div id="_mcePaste">Julguei ser meu dever alertar os caros(as) amigos(as) do Projeto Portinari sobre estes fatos, na esperança de ainda conseguirmos evitar que este projeto inédito para o Brasil venha a ter o destino das grandes oportunidades perdidas.</div>
<div id="_mcePaste">Agradecendo o seu tempo e sua  atenção, receba o meu mais</div>
<div id="_mcePaste">Cordial abraço,</div>
<p>Peço permissão para convidá-lo(a) a ler a matéria sobre o &#8220;Projeto Guerra e Paz&#8221; publicada hoje pela revista VEJA RIO, reproduzida abaixo.<br />
Resultado de mais de trinta anos de trabalho do Projeto Portinari, as articulações efetuadas desde 2007 junto à ONU, ao Grand-Palais, e aos governos brasileiro e francês, apesar de bastante complexas, foram bem sucedidas: a ONU entregou ao Projeto Portinari a guarda dos painéis até 2013, o Grand-Palais agendou a exposição no seu “Salon d’Honneur”, o presidente Lula convidou o presidente Sarkozy para inaugurarem juntos o evento, ainda este ano.<br />
Quando da inauguração dos painéis “Guerra” e “Paz” na sede da ONU em Nova York, o chefe da Missão do Brasil junto àquela organização, Embaixador Cyro de Freitas-Valle afirmou “o Brasil está oferecendo hoje às Nações Unidas o que acredita ser o melhor que tem para dar”. Naquela ocasião, o Prêmio Nobel da Paz, Dag Hammarskjold, então Secretário-Geral da ONU, em seu discurso de agradecimento, declarou que os painéis brasileiros constituem “a mais importante obra de arte monumental doada à ONU”.<br />
Configura-se assim o “Projeto Guerra e Paz” como uma oportunidade única para o Brasil, não somente no campo da arte e da cultura, mas também como questão de Estado, ação estratégica capaz de contribuir expressivamente para a ampliação do espaço internacional que vem sendo conquistado pelo Brasil nos últimos anos: levar ao mundo o poderoso simbolismo potencializado pela conjugação dos vetores da Paz mundial, do envolvimento da Organização das Nações Unidas, da relação com a França e com uma das instituições artístico-culturais mais importantes do mundo, e da obra-prima de um dos maiores artistas brasileiros.<br />
Não obstante a inscrição deste projeto na Lei Rouanet ter sido aprovada há mais de 4 meses, praticamente sem cortes, e com o apoio decidido do próprio Ministro da Cultura, o Projeto Portinari ainda não conseguiu o patrocínio necessário à sua execução.<br />
O cronograma do projeto está com um atraso de 4 meses, e os prazos para concretizá-lo estão na iminência de se esgotar.<br />
Julguei ser meu dever alertar os caros(as) amigos(as) do Projeto Portinari sobre estes fatos, na esperança de ainda conseguirmos evitar que este projeto inédito para o Brasil venha a ter o destino das grandes oportunidades perdidas.<br />
Agradecendo o seu tempo e sua  atenção, receba o meu mais<br />
Cordial abraço,</p>
<p><img src="http://gallery.mailchimp.com/225ca3b74e8047bcd4728cea5/images/AssinJCPNova.jpg" alt="" /></p>
<p>João Candido Portinari<br />
Fundador e Diretor-Geral do Projeto Portinari<br />
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro &#8211; PUC-Rio<br />
Rua Marquês São Vicente 225 Gávea<br />
22451-900 Rio de Janeiro &#8211; RJ - Brasil<br />
Telefaxes: 55-21-3527-1439/1440/1441<br />
email: portinari@portinari.org.br</p>
<p>http://www.portinari.org.br</p>
<p>Celular: 55-21-9474-1007 ou 55-21-8128-7797</p>
<div id="attachment_357" class="wp-caption aligncenter" style="width: 571px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/VEJARIOGPazONU.jpg"><img class="size-full wp-image-357 " title="Projeto Guerra e Paz" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/VEJARIOGPazONU.jpg" alt="Projeto Guerra e Paz" width="561" height="3115" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto Guerra e Paz</p></div>
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		<title>Exposição Flavio de Carvalho &#8211; A cidade do homem nu</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 18:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rui Moreira Leite]]></category>

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		<description><![CDATA[A iconoclastia e a originalidade de Flavio de Carvalho ganham retrospectiva homônima no Museu de Arte Moderna de São Paulo
 
Exposição, com curadoria de Rui Moreira Leite, tem abertura no dia 15 de abril (quinta-feira), a partir das 20h.
O Museu de Arte Moderna de São Paulo faz o resgate das diversas facetas da obra de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><strong>A iconoclastia e a originalidade de Flavio de Carvalho ganham retrospectiva homônima no Museu de Arte Moderna de São Paulo</strong></h1>
<p><strong> </strong></p>
<p><em>Exposição, com curadoria de Rui Moreira Leite, tem abertura <span style="font-style: normal;"><em>no dia 15 de abril (quinta-feira), a partir das 20h.</em></span></em></p>
<div id="attachment_325" class="wp-caption alignleft" style="width: 201px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/flaviodecarvalho_ocomedordeemocoes_g.jpg"><img class="size-full wp-image-325   " title="flaviodecarvalho_ocomedordeemocoes_g" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/flaviodecarvalho_ocomedordeemocoes_g.jpg" alt="Livro Flávio de Carvalho - O comedor de emoções - J. Toledo - Editora da UNICAMP / Brasiliense" width="191" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">Livro Flávio de Carvalho - O comedor de emoções</p></div>
<p>O Museu de Arte Moderna de São Paulo faz o resgate das diversas facetas da obra de um dos artistas mais revolucionários de seu tempo: a retrospectiva <em>Flavio de Carvalho</em>, sob curadoria de Rui Moreira Leite. A exposição será inaugurada no dia 15 de abril (quinta-feira), a partir das 20h, na Grande Sala, trazendo cerca de 60 obras e outros 30 itens aproximadamente, entre projetos, fotos, ensaios e documentos, que atestam a genialidade precursora do artista.</p>
<p>O destaque é o projeto arquitetônico classificado em 1934 entre os primeiros colocados no concurso promovido pela prefeitura de São Paulo para escolha do segundo Viaduto do Chá, inaugurado em 1938. A vista do Anahangabaú, até hoje inédita do grande público, é a peça de abertura da mostra, instalada no primeiro grande painel que se pode ver no espaço expositivo.</p>
<p><strong>O artista</strong></p>
<p>Flavio de Carvalho (1899-1973) foi um artista anos à frente de seu tempo. Multimídia e provocador, enveredou pelas mais distintas linguagens artísticas (como arquitetura, pintura, escultura, performance, happening, cenografia e teatro) para transcender os valores sociais estreitos que então vigiam em São Paulo e, mais amplamente, no Brasil. Sua formação simultânea em engenharia e pintura, adquirida na Inglaterra (Universidade de Durham, Newcastle upon Tyne), lhe conferiu um senso estético inusual no Brasil de então e uma amplitude de interesses que lhe possibilitou uma abordagem da arte como poucos já haviam experimentado, principalmente em solo nacional.</p>
<div id="attachment_337" class="wp-caption alignright" style="width: 283px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/561.jpg"><img class="size-full wp-image-337 " title="New Look - 1956 - Traje do &quot;Novo homem dos Trópicos&quot;." src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/561.jpg" alt="" width="273" height="212" /></a><p class="wp-caption-text">New Look - 1956 - Traje do &quot;Novo homem dos Trópicos&quot;.</p></div>
<p>Essa originalidade o impulsionou a criar ligações com os artistas de vanguarda, tanto no Brasil quanto na Europa. Aqui, aderiu à antropofagia entre os anos 20 e 30 e criou do Clube de Artistas Modernos (CAM) em 1932, com <a href="http://www.escritoriodearte.com/listarQuadros.asp?artista=63" target="_blank">Antonio Gomide (1895 &#8211; 1967)</a>, <a href="http://www.escritoriodearte.com/di-cavalcanti.asp" target="_blank">Di Cavalcanti (1897 &#8211; 1976)</a> e <a href="http://www.escritoriodearte.com/listarQuadros.asp?artista=343" target="_blank">Carlos Prado (1908 &#8211; 1992)</a>. Na Europa, entrevistou em 1934 expoentes das artes, como André Breton (1896 &#8211; 1966) e Man Ray (1890 &#8211; 1976), o que gerou algumas matérias publicadas em revistas e no jornal Diário de S. Paulo.</p>
<p>Seus diversos projetos arquitetônicos inscritos em concursos públicos, como o caso do Viaduto do Chá (1934) e, anteriormente, do Palácio do Governo do Estado de São Paulo (1928), nunca chegaram a ser executados, mas foram reconhecidos como importantes obras de arquitetura modernista. No caso de monumentos, participou em 1934 de um concurso para criar o Monumento ao Soldado Constitucionalista em 1934, mas foi em 1968 que realizou o <em>Monumento a García Lorca </em>na Praça das Guianas, em São Paulo. A obra, destruída em uma manifestação do Comando de Caça aos Comunistas no ano seguinte à sua inauguração, foi reconstruída pelo artista e exibida na Bienal Internacional de Arte de 1971, embora não tenha voltado à praça: foi recolhida a um depósito da prefeitura.</p>
<p>A polêmica também sempre fez parte de sua trajetória, evidenciando os costumes retrógrados de sua época. Em 1931, caminhou de boné no sentido contrário a uma procissão de Corpus Christi e quase foi linchado pelos participantes, sendo salvo pela polícia. É essa sua <em>Experiência nº 2, </em>misto de happening e performance quando poucos artistas ousavam enveredar por esse caminho em solo brasileiro.</p>
<p>Outra de suas <em>Experiências</em>, a famosa <em>nº 3 </em>(1956), consistiu no caminhar do artista pelo centro de São Paulo vestido com o <em>New Look</em> masculino (uma paródia do <em>New Look </em>feminino de Christian Dior) por ele concebido: blusão de mangas curtas e folgadas e saiote de pregas largas.</p>
<p>Além dessas ousadias, foram fechados em 1933 e 1934, respectivamente, o Teatro da Experiência e a primeira exposição individual (reaberta por ordem judicial poucos dias depois) de Flavio de Carvalho, sob acusação de atentado ao pudor. Com o passar do tempo e o surgimento de uma nova vanguarda nos anos 60, ficou evidente o papel do artista com prenunciador de movimentos que viriam a ser mais amplamente explorados então, possibilitando a ele o reconhecimento merecido ainda em vida, com obras adquiridas pelo MoMA em 1957 e, dez anos depois, com a premiação da IX Bienal na categoria de artista internacional (feito jamais igualado por outro artista brasileiro) entre outros. <em> </em></p>
<div id="attachment_327" class="wp-caption alignright" style="width: 232px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/95.jpg"><img class="size-full wp-image-327 " title="New Look - 1956 - Traje do &quot;Novo homem dos Trópicos&quot;." src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/95.jpg" alt="New Look - 1956 - Traje do &quot;Novo homem dos Trópicos&quot;." width="222" height="273" /></a><p class="wp-caption-text">New Look - 1956 - Traje do &quot;Novo homem dos Trópicos&quot;.</p></div>
<p><strong>A exposição</strong></p>
<p>Todas as facetas da produção artística de Flavio de Carvalho serão contempladas em nichos organizados cronologicamente pela Grande Sala. Na entrada da mostra, está o original do projeto inédito para o Viaduto do Chá, que representa o cenário de suas atividades, como suas <em>Experiências</em>, ladeado por uma linha do tempo.</p>
<p>A arquitetura é o mote dos primeiros nichos laterais. À esquerda, cópias fotográficas de projetos como o Farol de Colombo e a Embaixada da Argentina (ambos de 1926) resgatam a primeira fase de seu trabalho de arquiteto, uma vez que os originais se perderam com o tempo. Seus projetos mais pessoais, como a casa da Fazenda Capuava, de propriedade de sua família, e a Vila América, conjunto de 17 casas localizado na esquina da rua Ministro Rocha Azevedo com a alameda Lorena, figuram ao lado direito.</p>
<p>Entre esses nichos, figuram as primeiras obras de sua carreira artística mais convencional: pinturas (majoritariamente, entre óleos, aquarelas e guaches) e desenhos. Na sequência, ainda no espaço central da Grande Sala, estão obras de cenografia e figurino, além de duas vitrines centrais que exibem obras de referência do período de formação do artista e documentação do Clube dos Artistas Modernos (CAM) e do Teatro da Experiência.</p>
<p>As três edições do Salão de Maio (entre 1937 e 1939), exposição que visava criar um espaço de difusão da arte moderna e que tinha em Flavio de Carvalho um membro extraoficial da organização, são o assunto do terceiro nicho central. Nesse ponto da exposição, à esquerda, são remontadas por meio de registros de época e material de arquivo referente às <em>Experiências</em>. Penúltimo espaço da mostra, a sala de exibição abriga a projeção do documentário de 28 minutos <em>Flavio de Carvalho, o revolucionário romântico</em> (1993), dirigido por Marcos Rogatto. Seguindo a cronologia, o último espaço da mostra traz a produção derradeira do artista.</p>
<p><strong>O curador</strong></p>
<p><strong>Rui Moreira Leite </strong>nasceu em São Paulo, em 1957. Formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (1980) e doutor pela Escola de Comunicações e Artes (1995), ambas da Universidade de São Paulo, é um dos principais estudiosos no Brasil da obra de Flavio de Carvalho, tendo sido curador, com Walter Zanini, da sala dedicada ao artista na 17ª. Bienal Internacional de Artes de São Paulo (1983). É autor de <em>Flávio de Carvalho, o artista total</em> (2008).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Exposição <em>Flavio de Carvalho</em> (Grande Sala)<br />
Curadoria: Rui Moreira Leite</strong></p>
<p>Abertura: 15 de abril, a partir das 20h<br />
Visitação: 16 de abril a 13 de junho de 2010<br />
Endereço: Parque do Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/nº &#8211; Portão 3)<br />
tel (11) 5085-1300<br />
Horários: Terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h)<br />
Ingresso: R$ 5,50</p>
<p>Sócios do MAM, crianças até 10 anos e adultos com mais de 65 anos não pagam entrada. Aos domingos, a entrada é franca para todo o público, durante todo o dia</p>
<p>Agendamento gratuito de visitas em grupo pelo tel. 5085-1313 e email <a href="mailto:educativo@mam.org.br">educativo@mam.org.br<br />
</a>Site: <a href="http://www.mam.org.br/">www.mam.org.br</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Estacionamento no local (Zona Azul: R$ 3 por 2h)<br />
Acesso para deficientes / Restaurante/café / Ar condicionadoMais informações para a imprensa</strong></p>
<p><strong>Conteúdo Comunicação<br />
<span style="font-weight: normal;">Núcleo MAM – Luciana Pareja (<a href="mailto:imprensamam@mam.org.br">imprensamam@mam.org.br</a>) 7200 4131<br />
Tel.: (11) 5085 1337<br />
Roberta Montanari (<a href="mailto:roberta.montanari@conteudonet.com">roberta.montanari@conteudonet.com</a>) 9967 3292<br />
Cláudio  Sá (<a href="mailto:claudio.sa@conteudonet.com">claudio.sa@conteudonet.com</a>) 9945 7005<br />
Tel. (11) 5056 9800</span></strong></p>
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		<title>O homem de pedra &#8211; Sergio Camargo</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 13:32:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Camargo]]></category>
		<category><![CDATA[escultura]]></category>
		<category><![CDATA[escultura em bronze]]></category>
		<category><![CDATA[maria camargo]]></category>
		<category><![CDATA[o homem de pedra]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Arnaud]]></category>
		<category><![CDATA[sergio camargo biografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Documentário que estreia no "É Tudo Verdade", em abril, novo livro e mostra no Rio em setembro marcam os 20 anos da morte do artista Sergio Camargo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Documentário que estreia no &#8220;É Tudo Verdade&#8221;, em abril, novo livro e mostra no Rio em setembro marcam os 20 anos da morte do artista Sergio Camargo.</strong></h2>
<div id="attachment_320" class="wp-caption alignleft" style="width: 247px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/listarQuadros.asp?artista=69"><img class="size-full wp-image-320" title="O artista plástico Sergio Camargo com uma de suas esculturas de mármore branco." src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/i1903201001.jpg" alt="O artista plástico Sergio Camargo com uma de suas esculturas de mármore branco." width="237" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">O artista plástico Sergio Camargo com uma de suas esculturas de mármore branco.</p></div>
<p>Não era como o das outras meninas o pai de Maria Camargo. &#8220;Eu o via sentado no ateliê, capaz de ficar horas e horas olhando para as árvores, um único ponto&#8221;, lembra a filha do artista Sergio Camargo. &#8220;Aquilo era meu pai trabalhando.&#8221;<br />
Só depois de grande, entendeu que ele enxergava em tudo, do tronco de uma árvore no quintal à mordida numa maçã, uma espécie de ordem secreta. Depois tentava eternizar essa ordem nos contornos do mármore branco que talhava.<br />
Sergio Camargo, um dos maiores nomes da vertente construtiva no Brasil, morreu há 20 anos, quando a filha ainda era adolescente. Agora, roteirista de cinema, ela decidiu juntar os cacos dessa memória num curta-metragem que estreia no mês que vem, dentro do festival É Tudo Verdade, relembrando a vida desse artista que faria 80 anos em abril.<br />
Na esteira do filme, um livro preparado por ela e pela artista Iole de Freitas sai no segundo semestre com os textos deixados pelo artista. Em setembro, o Paço Imperial, no Rio, recebe uma grande retrospectiva das obras de Sergio Camargo, que depois abre o calendário de 2011 do Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires.<br />
&#8220;Precisei pensar em quem era essa pessoa que era meu pai, quem era esse artista&#8221;, diz Maria Camargo em entrevista à Folha. &#8220;Só o tempo é capaz de tornar nossos sentimentos em palavras mais verdadeiras.&#8221;<br />
São dela as palavras que abrem o filme. Dizem que o escultor que ganhou fama na Documenta de Kassel e na Bienal de Veneza, que bateu a marca de US$ 1,6 milhão -maior valor absoluto já pago pela obra de um brasileiro- num leilão da Sotheby&#8217;s de Nova York em novembro passado, gostava de tango, Pixinguinha, sorvete de abacaxi e Roberto Carlos. Também que ele odiava heavy metal, novelas e humor grosseiro.<br />
Não é o Sergio Camargo da luz e da geometria empírica do mármore esse que está em &#8220;Se Meu Pai Fosse de Pedra&#8221;. É o homem pai da cineasta, obcecado pelo trabalho, um tanto ausente, que deixava pistas dos pensamentos em guardanapos e anotações datilografadas.<br />
&#8220;Tem poemas dos 15 anos de idade, você já vê neles um olhar para a geometria, a lua no céu, as circunferências&#8221;, lembra Maria. &#8220;Ele tinha uma coisa febril em torno da obra dele, não ficava um dia sem trabalhar.&#8221;</p>
<h2>Coisas vãs fundamentais</h2>
<p>Nem sem escrever. &#8220;Preciosas Coisas Vãs Fundamentais&#8221;, o livro com os textos do artista, faz uma seleção das folhas que sua filha achou pelo ateliê. Numa delas, Camargo fala do &#8220;ceder da árvore ao vento&#8221;, que &#8220;é natural, porém comove&#8221;. Também se pergunta se suas construções não passam de &#8220;banais feitos de concretude airosa&#8221;.<br />
São devaneios arfados depois cortados pelo pé no chão, o peso da matéria, a &#8220;casa na paisagem&#8221; e a &#8220;paisagem na casa&#8221;.<br />
&#8220;É o mesmo raciocínio do texto que estrutura as esculturas&#8221;, diz Iole de Freitas, amiga de Camargo e uma das editoras do livro. &#8220;São escritos com uma poética própria do Sergio, com uma elegância, uma sensibilidade e ironia muito grandes.&#8221;<br />
Talvez por causa dessa mesma sensibilidade, Camargo era convidado o tempo todo por artistas mais jovens, como Lygia Clark, Mira Schendel e mesmo Iole de Freitas a visitar seus ateliês e opinar sobre os trabalhos ainda em construção.<br />
&#8220;Quando ia lá, dizia que queria ver as sobras, tinha muito mais interesse pelo esboço, as coisas que viriam a ser&#8221;, lembra Freitas. &#8220;Percebia o âmago do processo, atitudes nascentes.&#8221;<br />
Esse mesmo pensamento estava nas próprias obras. Camargo trabalhava medidas exatas, aniquilava excessos, lapidava a escala. &#8220;Ele tinha um tino para o espaço que era uma coisa sensacional&#8221;, lembra Raquel Arnaud, galerista que conheceu o artista nos anos 70 e hoje detém seu espólio. &#8220;Por isso, ele não tem obra com defeitos.&#8221;<br />
Foi Arnaud que fechou o ateliê do artista em Massa, na Itália, quando ele morreu. Tinha instruções dele para jogar fora tudo que fosse ruim, atitude que reflete até hoje no valor que suas obras atingiram. &#8220;Passamos vários dias lá, num frio louco, vendo obra por obra&#8221;, lembra Arnaud. &#8220;Aí que a gente viu que ele tinha morrido.&#8221;</p>
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		<title>Experiências secretas &#8211; Flávio de Carvalho</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 16:35:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Numa sala de luz fria, a arquivista usa luvas brancas para mexer nas pilhas de papéis. Um silêncio incômodo contrasta com os documentos de alta voltagem nessas caixas de plástico.
Depois de mais de dez anos de negociações, a Unicamp comprou a metade que faltava dos arquivos de Flávio de Carvalho (1899-1973), até agora na casa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa sala de luz fria, a arquivista usa luvas brancas para mexer nas pilhas de papéis. Um silêncio incômodo contrasta com os documentos de alta voltagem nessas caixas de plástico.</p>
<p>Depois de mais de dez anos de negociações, a Unicamp comprou a metade que faltava dos arquivos de <strong>Flávio de Carvalho</strong> (1899-1973), até agora na casa de um amigo do artista.</p>
<p><a href="http://www.escritoriodearte.com/listarQuadros.asp?artista=157"><img class="size-full wp-image-305  alignleft" title="Bastidores da &quot;Experiência n. 3&quot;, quando criou o &quot;New Look&quot;, em foto do arquivo " src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/i3003201001.jpg" alt="Bastidores da &quot;Experiência n. 3&quot;, quando criou o &quot;New Look&quot;, em foto do arquivo " width="203" height="210" /></a><br />
No fim de vida solitário que teve, <strong>Carvalho</strong> deixou com J. Toledo, autor do &#8220;Dicionário de Suicidas Ilustres&#8221;, que depois se matou, quase tudo o que estava em seus arquivos na fazenda Capuava, em Valinhos (SP).<br />
Juntou pó até agora esse conjunto de projetos arquitetônicos, filmes inéditos, manuscritos e textos sobre moda e psicanálise. Abertas as caixas, o silêncio sobre a figura ímpar de Carvalho, um dos maiores e mais polêmicos nomes do modernismo, começa a se dissipar.</p>
<p><a href="http://www.escritoriodearte.com/listarQuadros.asp?artista=157"><img class="size-medium wp-image-306  alignright" title="Flavio de Carvalho - Traje de verão" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/FlavioDeCarvalho_TrajeDeVerao_Preto_Completo-243x300.jpg" alt="Flavio de Carvalho - Traje de verão" width="170" height="210" /></a><br />
Dessas caixas empoeiradas vai sair uma boa parte do que estará nas mostras dedicadas ao artista neste ano -da retrospectiva no Museu de Arte Moderna à Bienal de São Paulo, passando por exposição no Reina Sofía, em Madri- e um livro com reflexões sobre a moda.</p>
<p>No &#8220;álbum dos comensais&#8221;, como Flávio de Carvalho chamou seus recortes fotográficos e memórias pessoais, estão mensagens de Oswald de Andrade, Maria Della Costa, Eleazar de Carvalho e outros que passavam temporadas de ócio na fazenda Capuava, construção emblemática do modernismo no Brasil, que o artista projetou para ser a sua casa.<br />
&#8220;Sem óculos, só posso ver com os olhos da alma&#8221;, anotou o autor de &#8220;O Rei da Vela&#8221; num canto. &#8220;E os olhos da alma tenho sempre voltados para o antropófago Flávio de Carvalho.&#8221; Nos anos 50, quando jantares na fazenda em Valinhos tomavam ares expressionistas e festas à beira da piscina de luz vermelha arrebanhavam a nata intelectual do país, Carvalho já era a figura histriônica que irradiava a vertente mais libertária do pensamento modernista.<br />
Àquela altura, já tinha desafiado uma procissão de Corpus Christi, indo contra o fluxo de boné e flertando com as devotas -a chamada &#8220;Experiência n. 2&#8243;. Desenhos que fez de sua mãe morrendo, a célebre &#8220;Série Trágica&#8221;, chocaram o público. Sua primeira exposição tinha sido fechada pela Delegacia de Costumes por causa dos nus e seu Teatro da Experiência, interditado pelas heresias da peça &#8220;Bailado do Deus Morto&#8221;.<br />
É a mesma peça que a Bienal de São Paulo pretende reencenar em Valinhos e transmitir em tempo real para o pavilhão no Ibirapuera em setembro.<br />
Seu projeto arquitetônico para o palácio do governo do Estado de São Paulo, que está nos arquivos recuperados, tinha canhões de luz tão cenográficos quanto as máscaras de alumínio que inventou para o palco e pistas de pouso para aviões em terraços simétricos.</p>
<p><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/56-FlavioDeCarvalho_TrajeDeVerao.jpg"><img class="size-medium wp-image-307  alignleft" title="Flávio de Carvalho - Traje de verão" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/56-FlavioDeCarvalho_TrajeDeVerao-300x232.jpg" alt="Flávio de Carvalho - Traje de verão" width="270" height="209" /></a></p>
<p>Era uma obra mais de atitude do que resultado formal. Carvalho falava numa &#8220;revolução estética&#8221; como &#8220;fenômeno de turbulência, com polarização de forças anímicas básicas&#8221;.<br />
E ele desenhou esse contraste no ato de se vestir. Quando encena sua &#8220;Experiência n. 3&#8243;, de meia arrastão, saia e chapéu, está ao lado de senhoras comportadas em plena metade dos anos 50. Carvalho desfilou pelas ruas de São Paulo com seu &#8220;traje de verão&#8221;, propondo uma nova arquitetura do corpo, no mesmo ano em que Juscelino Kubitschek lançou os planos para a construção de Brasília, utopia arquitetônica nacional.<br />
Mas fica difícil entender que fragmento de cada uma das experiências era a obra em si. Depois de escapar ao linchamento na procissão de 1931, escreveu um livro de reflexões. As roupas que usou no verão de 1956 já foram exibidas como se fossem obra de arte, mas foi a caminhada em si, da qual restam só fotografias, que contou.</p>
<p>Na mostra que o Museu de Arte Moderna de São Paulo abre em meados de abril, documentos das performances, livros de sua biblioteca guardada na Unicamp, além de um recorte de seus desenhos e pinturas, vão tentar dar conta da história.<br />
No Reina Sofía, em maio, detalhes de seus projetos arquitetônicos vão mostrar outra cara do ser fragmentário chamado Flávio de Carvalho.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3003201009.htm" target="_blank">Folha de S. Paulo</a></p>
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		<title>Exposição reúne 17 esculturas de Artur Pereira em SP</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 15:59:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;É bicho, uai!&#8221;, dizia o escultor Artur Pereira (1920-2003) quando lhe perguntavam sobre o que representavam suas peças em madeira. Mas uma onça, uma ave, um cão, um tatu &#8211; o importante não é nomear a figura, defendia, a seu jeito, o artista do pequeno vilarejo de Cachoeira do Brumado (MG). A história do &#8220;bicho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_301" class="wp-caption alignnone" style="width: 568px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/11.png"><img class="size-full wp-image-301 " title="Artur Pereira - Esculturas" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/11.png" alt="Artur Pereira - Esculturas" width="558" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Artur Pereira - Esculturas</p></div>
<p>&#8220;<strong>É bicho, uai</strong>!&#8221;, dizia o escultor Artur Pereira (1920-2003) quando lhe perguntavam sobre o que representavam suas peças em madeira. Mas uma onça, uma ave, um cão, um tatu &#8211; o importante não é nomear a figura, defendia, a seu jeito, o artista do pequeno vilarejo de Cachoeira do Brumado (MG). A história do &#8220;bicho, uai&#8221; está contada pelo crítico Rodrigo Naves no catálogo da mostra dedicada ao artista, a ser inaugurada hoje, às 19 h, para convidados e amanhã para o público no Instituto Moreira Salles (IMS), em São Paulo. A exposição, já apresentada pelo IMS no Rio e em Poços de Caldas, reúne 17 esculturas de Pereira.</p>
<p>A simplificação/sofisticação das obras do escultor &#8220;aponta antes para uma natureza unitária e emotiva, anterior às classificações que as necessidades humanas nela introduziram&#8221;, continua o crítico, relacionando a arte do mineiro à do moderno romeno Constantin Brancusi. Com a exposição, se faz a oportunidade de ver um conjunto reunido de sua arte.</p>
<p>Artur Pereira era um dos três criadores preferidos do grande mestre do corte e dobra brasileiro, o escultor mineiro Amilcar de Castro. Desde a década de 1970, ele é reconhecido e colecionado, mas, como diz o curador da mostra do artista no Instituto Moreira Salles, Ricardo Homem, só agora se organiza a primeira retrospectiva de sua obra. &#8220;Após sua morte, o trabalho de Artur Pereira praticamente não pôde mais ser visto em lugares públicos. Permaneceu restrito a um círculo de colecionadores privados que mantém suas peças com zelo e encanto comoventes&#8221;, define o curador &#8211; mas a obra de Pereira já esteve em mostras coletivas de peso.</p>
<p><strong>Cedro</strong></p>
<p>Apreciador sobretudo do cedro, madeira que tinha à disposição, o artista, que antes de se dedicar à escultura trabalhou como lavrador, carvoeiro, pedreiro e carpinteiro, realizou, até 1968, peças de figuras únicas. Até começar a criar obras pelas quais um estilo mais próprio ainda se consolida, a criação de esculturas cilíndricas vazadas, curiosamente, cavadas e concretizadas em monoblocos de madeira. São suas colunas, algumas, suas &#8221;galhadas&#8221; repletas de animais. Peças de todos os períodos, a &#8221;leveza do mundo&#8221; criada pelo artista, figuram na mostra. As informações são do jornal <strong>O Estado de S. Paulo.</strong></p>
<p><strong>Artur Pereira</strong>. Instituto Moreira Salles.<br />
Rua Piauí, 844.<br />
Telefone (011) 3825-2560.<br />
13 h/19 h (sáb. e dom. até 18 h; fecha 2ª).<br />
Grátis. Até 30/5.</p>
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		<title>Exposição em São Paulo reúne cem obras de Hélio Oiticica</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 14:29:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mostra exibe várias obras do artista que sobreviveram a incêndio de 2009. Exposição espalha-se por diversos pontos da capital e abre domingo (21).
Será aberta ao público neste domingo (21), em São Paulo, a exposição “Hélio Oiticica – Museu é o mundo”, sediada pelo Itaú Cultural e com instalações espalhadas por diversos pontos da cidade.
A mostra exibe várias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Mostra exibe várias obras do artista que sobreviveram a incêndio de 2009. Exposição espalha-se por diversos pontos da capital e abre domingo (21).</h2>
<p>Será aberta ao público neste domingo (21), em São Paulo, a exposição “Hélio Oiticica – Museu é o mundo”, sediada pelo Itaú Cultural e com instalações espalhadas por diversos pontos da cidade.</p>
<div id="attachment_285" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/"><img class="size-full wp-image-285 " title="Cama 1" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/038400639-FMMP00.jpg" alt="Cama 1" width="270" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Cama 1</p></div>
<p>A mostra exibe várias peças que sobreviveram a <a href="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1361140-7084,00-MAIOR+PARTE+DE+ACERVO+DE+HELIO+OITICICA+PODERA+SER+SALVA+DIZ+MINISTERIO.html">um incêndio, ocorrido em 2009 no Rio de Janeiro, em uma casa que armazenava grande parte do acervo do artista</a>.<br />
Segundo seus curadores, Fernando Cocchiarale e César Oiticica Filho, a mostra é a maior já vista na capital paulista sobre o trabalho do artista carioca – são, ao todo, cem obras de Oiticica reunidas.</p>
<p>Além de ocupar três andares do prédio do Itaú Cultural, a exposição exibe trabalhos do artista em locais como o Parque Ibirapuera, a Casa das Rosas, o Teatro Oficina, a Pinacoteca do Estado e o Parque Mário Covas.</p>
<p>Entre os destaques, ao lado de12 de seus conhecidos Parangolés e da instalação Cosmococa, estão obras como “Macaleia” (feita em homenagem ao compositor carioca Jards Macalé), “A invenção da luz” (estrutura composta por transparências) e “PN 28 &#8216;nas quebradas&#8217;” (que se assemelha a vielas de uma favela).</p>
<p>Dentre as peças que não sofreram avarias com o incêndio do ano passado, estarão expostas na mostra as instalações &#8220;PN 27 &#8216;Rinaviera&#8217;&#8221; e &#8220;B57 bólide cama 1&#8243;.</p>
<div id="attachment_284" class="wp-caption alignnone" style="width: 546px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/"><img class="size-full wp-image-284  " title="A invenção da luz" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/038400637-FMM00.jpg" alt="A invenção da luz" width="536" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">A invenção da luz</p></div>
<p>Junto às obras, &#8220;Hélio Oiticica – Museu é o mundo&#8221; compila textos deixados pelo artista que complementam o entendimento de sua arte.</p>
<p>Vanguardista, Oiticica, morto em 1980, é um nome essencial nas artes plásticas do Brasil e talento reconhecido no mundo todo.</p>
<p><strong>“Hélio Oiticica – Museu é o mundo”</strong><br />
<strong>Quando:</strong> De 21 de março a 16 de maio<br />
<strong>Onde:</strong> Itaú Cultural, Casa das Rosas, Parque Ibirapuera, Teatro Oficina, Parque Mario Covas e Pinacoteca do Estado de São Paulo<br />
<strong>Quanto:</strong> Grátis (com exceção da Pinacoteca, que cobra ingresso de R$ 3 a R$ 6 e é gratis aos sábados)<br />
<strong>Informações:</strong> (11) 2168-1777 e <a href="http://www.itaucultural.org.br/" target="_blank">http://www.itaucultural.org.br/</a></p>
<p>Fonte: <a title="G1 - Globo" href="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1536870-7084,00-EXPOSICAO+EM+SAO+PAULO+REUNE+CEM+OBRAS+DE+HELIO+OITICICA.html" target="_blank">G1 &#8211; Globo</a></p>
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		<title>Aberta exposição com obras de Andy Warhol</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 14:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Andy Warhol]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>

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		<description><![CDATA[A exposição Andy Warhol, Mr. America foi aberta ao público de São Paulo neste sábado (20), onde fica em cartaz até o dia 23 de maio. São 44 filmes, 26 pinturas, 58 gravuras, 39 fotos e duas ilustrações expostas na Pinacoteca, próximo à estação da Luz do metrô.
Warhol é o nome mais conhecido do movimento chamado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A exposição <em>Andy Warhol, Mr. America</em> foi aberta ao público de São Paulo neste sábado (20), onde fica em cartaz até o dia 23 de maio. São 44 filmes, 26 pinturas, 58 gravuras, 39 fotos e duas ilustrações expostas na <strong>Pinacoteca</strong>, próximo à estação da Luz do metrô.</p>
<div id="attachment_279" class="wp-caption alignnone" style="width: 443px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/"><img class="size-full wp-image-279 " title="Foto: AFP" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/andy1.jpg" alt="Foto: AFP" width="433" height="325" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: AFP</p></div>
<p>Warhol é o nome mais conhecido do movimento chamado pop art, surgido na Inglaterra na década de 1950, mas que floresceu somente nos anos 1960. Os artistas da época usavam produtos do capitalismo (como embalagens e propagandas) para expressar arte, fazendo assim uma crítica ao consumo de massa.</p>
<p>A mostra foi organizada pelo The Andy Warhol Museum, de Pittsburgh, nos Estados Unidos, e já passou por outros países da América Latina, como Colômbia e Argentina.</p>
<p>O público pode conferir as obras de Warhol de terça a domingo, das 10h às 18h. Os ingressos custam R$ 6, com possibilidade de meia entrada para estudantes do ensino fundamental, médio e superior.</p>
<div id="attachment_278" class="wp-caption alignnone" style="width: 443px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/"><img class="size-full wp-image-278 " title="Foto: AFP" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/andi5.jpg" alt="Foto: AFP" width="433" height="325" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: AFP</p></div>
<p><strong>Estação Pinacoteca</strong></p>
<p>Largo General Osório, 66 &#8211; Luz &#8211; São Paulo/SP<br />
Fone: (11) 3335-4990<br />
Funcionamento: De terça a domingo, das 10h00 às 18h00</p>
<p>Fonte: <a title="Terra" href="http://diversao.terra.com.br/arteecultura/noticias/0,,OI4331441-EI3615,00-Aberta+exposicao+com+obras+de+Andy+Warhol.html#tarticle" target="_blank">Terra</a></p>
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		<title>Exposição Anita Malfatti &#8211; CCBB de Brasília</title>
		<link>http://www.escritoriodearte.com/blog/exposicoes/exposicao-anita-malfatti-ccbb-de-brasilia/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 16:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Anita Malfatti]]></category>
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		<category><![CDATA[visconti anita malfatti]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho o prazer de comunicar que a montagem e a inauguração da exposição “Anita Malfatti – 120 anos” no CCBB de Brasília foram realizadas com grande êxito.
A exposição está absurdamente linda! E a visitação está batendo recordes, principalmente de estudantes.
Pela quantidade e principalmente pela qualidade e significância das obras reunidas esta exposição pode ser considerada senão a mais importante de todas já realizadas, uma das mais representativas, igualando-se apenas à retrospectiva de 1977 no MAC de São Paulo e à de 1971 na FAAP.

São 120 obras de 71 coleções, além da sua, entre as quais: IEB/USP – Coleções Mario de Andrade e Anita Malfatti; Acervo Palácio do Governo de SP; MAM do RJ – Coleção Gilberto Chateaubriand; MAC de São Paulo, Museu Casa Guilherme de Almeida, Coleção Roberto Marinho, Coleção Instituto Queiroz do Ceará, Coleção Maria Lucia Verissimo, Coleção Sergio Hamburguer, Coleção Paulo Tarso Flecha de Lima, Coleção Afrísio Vieira Lima Filho, Coleção Almeida Braga, Coleção Simão Mendel Guss, Coleção Nikita Lukin, Coleção Ricard Akagawa, Coleção Glaucia e Peter Cohn, Coleção Orandi Momesso, Coleção Marina Dias Novaes, Coleção Sylvia Malfatti R. Souza, Coleção Desembargador Geraldo Souza e Coleção Sergio Fadel.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A São Paulo de 1917 ainda era muito provinciana para entender o que significava para a arte brasileira aquela exposição que acontecia na Rua Libero Badaró, 111. Ali, uma pintora que tentava esconder uma atrofia no braço e na mão direita, chamada <strong>Anita Malfatti</strong>, ousava mostrar para uma sociedade perplexa a mais pura arte expressionista.  Somente cinco anos depois viria a assimilação com o novo durante a Semana de Arte Moderna do Teatro Municipal, onde estavam 22 obras suas. No entanto, as críticas que recebeu e a insatisfação com sua própria arte a perseguiriam por quase toda a vida.</p>
<div id="attachment_258" class="wp-caption alignleft" style="width: 156px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/listarQuadros.asp?artista=76"><img class="size-full wp-image-258 " title="A Amiga - Anita Malfatti" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/imagem_anita_01.jpg" alt="A Amiga - Anita Malfati" width="146" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">A Amiga - Anita Malfatti</p></div>
<p>A pressão da família, que não via futuro promissor para uma moça solteira deficiente e que não dava sinais de que poderia se tornar uma boa professora de arte, fez de Anita uma artista de muitas fases, inquieta, insegura e sempre incompreendida. Essa busca constante por se expressar livremente com os pincéis permeia a Retrospectiva Anita Malfatti – 120 anos, que estréia nacionalmente no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, de 22 de fevereiro a 25 de abril.</p>
<p>“Sem dúvida ela foi a pioneira do modernismo no Brasil. A exposição de 1917 inspirou o movimento. Fala-se em Lasar Segall ou  Belmiro de Almeida e Visconti como percussores, mas nenhum deles causou tanta polêmica. Ela teve repercussão. E quando a lenda ultrapassa o fato, publica-se a lenda”, afirma Luzia Portinari Greggio, que assina a curadoria da exposição.</p>
<p>Sobrinha de Cândido Portinari e sempre cercada por livros e quadros, seu interesse pela História e pela Filosofia da arte a levou até a vida e obra de Anita, o que lhe rendeu um prêmio de Estímulo de Curta-metragem da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, em 2001, pelo roteiro do documentário “Anita Malfatti”. A pesquisa sobre a vida e obra da pintora também resultou no livro Anita Malfatti – tomei a liberdade de pintar a meu modo, em 2007. E agora, a exposição comemorativa.</p>
<p>Greggio reuniu 120 obras de diversos museus e de coleções particulares que mostram inúmeras e diferentes Anitas. A primeira delas (de 1909 a 1914) é uma Anita naturalista-impressionista. Inclui o período em que ainda assinava como Babynha, como em seu primeiro quadro (Burrinho correndo – que estará exposto no CCBB), até o seu retorno de sua primeira viagem de estudos, quando esteve na Alemanha, onde o expressionismo explodia. Foi quando organizou sua primeira exposição individual em 1914. Essa fase reúne também algumas preciosidades como Meu irmão Alexandre e Mulher de vestido vermelho.</p>
<p>A segunda Anita, mostra sua fase mais esplendorosa (1915 -1922). É quando vai para os Estados Unidos e se entrega ao expressionismo. “A trajetória de Anita é singular. Todo mundo ia estudar na França. Ela foi para Alemanha e depois para os Estados Unidos, onde tinha parentes. Foi lá onde ela desabrochou”, lembra a curadora. A pintora rompe com todas as regras acadêmicas tão apreciadas pelos seus familiares, como o tio Jorge Krug, que financiará seus estudos no exterior, e a mãe, pintora clássica, Betty Krug, presença constante, rígida e autoritária na sua vida.</p>
<div id="attachment_257" class="wp-caption alignleft" style="width: 173px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/listarQuadros.asp?artista=76"><img class="size-full wp-image-257" title="O homem amarelo - Anita Malfatti" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/imagem_anita_02.jpg" alt="O homem amarelo - Anita Malfatti" width="163" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">O homem amarelo - Anita Malfatti</p></div>
<p>Exposição de 17</p>
<p>Mesmo com o escrachado desapontamento dos parentes com a produção artística que trazia na bagagem em seu retorno ao Brasil, Anita faz a exposição de 1917, onde apresenta obras que hoje são consideradas as mais significativas de seu acervo como A boba, A amiga, O farol, A onda, O homem amarelo, Ventania. Também é desta época o primeiro nu cubista brasileiro. “Ela tinha noção que a exposição de 17 ia ser um escândalo. Tanto que resolveu deixar essa obra (Nu cubista I) de fora”, conta Greggio, que incluiu o quadro na mostra.</p>
<p>Seus mais profundos receios recebem contornos dramáticos quando uma crítica de Monteiro Lobato, publicada no jornal O Estado de São Paulo, com o título de A propósito de exposição Malfatti, provoca um efeito devastador na sua exposição. Seus quadros foram devolvidos, outros destruídos. O único a levantar em seu favor foi Oswald de Andrade, o que a fez ser uma inspiração para um grupo de artistas ansiosos em promover uma revolução na arte brasileira.</p>
<p>“Foi ela. Foram seus quadros que nos deram essa primeira consciência de revolta e de coletividade em luta pela modernização das artes brasileiras. Pelo menos pra mim”, chegou a dizer Mario de Andrade em relação a Anita.</p>
<p>Retorno à ordem</p>
<p>Depois da Semana de Arte Moderna de 1922, Anita, que parecia ter encontrado seu lugar no famoso Grupo dos Cinco, mas parte, em agosto de 1923, para Paris, em nova viagem de estudos, desta vez financiada pelo Pensionato Artístico do Estado de São Paulo. Surge neste período, que dura até o final dos anos 20, uma nova face da pintora. “É o chamado “retorno à ordem”, ocorrido no pós-Segunda Guerra. Anita sofre influências de Matisse, Bonnard, começa a pintar interior-exterior, nus, temas recorrentes da época”, explica a curadora. São representativos dessa época os quadros La chambre bleue, Chinesa e Interior de Mônaco, que na exposição estará ao lado de seus estudos I e 2.</p>
<p>Ao retornar ao Brasil, no final de 1928, apesar do abandono à irreverência que marcou sua fase nos EUA, ela faz uma nova exposição sem grandes resultados financeiros e decide, a partir daí, a adotar uma postura ainda menos polêmica. Surge uma Anita muito mais acadêmica. Alguns acreditam que por nunca ter se recuperado das críticas feitas por Lobato ao seu trabalho. A pintora volta a lecionar e desenvolve séries de florais e retratos &#8212; temas mais comerciais na época. “Todo movimento precisa ter uma vítima e um inimigo. Anita foi a vítima do modernismo brasileiro e o Lobato o vilão.  Mas Anita tinha um relacionamento profissional com Lobato, que manteve depois da crítica. Mas de fato ela  buscou, no seu retorno de Paris, a sobrevivência”, explica Greggio.</p>
<p>Pintando a seu modo</p>
<p>O academicismo não agradou os companheiros modernistas. Ela chega a ter seu quadro Época da Colonização (1939) recusado no Salão Oficial de Belas Artes do Rio de Janeiro, em 1940, o que provoca o rompimento definitivo com Mario de Andrade, a quem Anita atribuiu a recusa. O amigo, desde sua volta de Paris, cobrava de Anita um retorno ao seu estilo mais contundente. O quadro também é um dos destaques da mostra de Brasília.</p>
<p>Um ano após a morte de sua mãe, em 1955, Anita é convidada a expor no MASP e se mostra uma artista mais popular, exibindo suas últimas produções (1940-1950) – obras que refletiam os costumes e as belezas do interior brasileiro: Batizado na roça, Colheita de algodão, Casamento na roça e O baile são algumas de suas obras que expressam essa fase. “Tomei a liberdade de pintar ao meu modo”, era o nome da exposição e uma indicação de que as críticas não lhe importavam mais.</p>
<p>Cada vez mais recolhida em sua chácara em Diadema, Anita jamais parou de pintar e no final da vida dedicou-se aos temas religiosos. “A comemoração desses 120 anos de Anita vem para homenagear a ousadia da mulher em buscar seu sonho, em se encontrar. A percebo como um ícone injustiçado. Os contemporâneos, por conta de ciúmes, vaidade, talvez, atrapalham a avaliação na época de um talento como Anita. É por isso que muitos gênios são reavaliados e exaltados com o passar do tempo. Foi o caso dela.”</p>
<div id="attachment_271" class="wp-caption alignnone" style="width: 567px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/listarQuadros.asp?artista=76"><img class="size-full wp-image-271  " title="Fotos da exposição - Anita Malfatti" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/exposicao.jpg" alt="Fotos da exposição - Anita Malfatti" width="557" height="127" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos da exposição - Anita Malfatti</p></div>
<h1>Retrospectiva Anita Malfatti – 120 anos</h1>
<p>De 23 de fevereiro a 25 de abril de 2010</p>
<p>CCBB Brasília &#8211; Galerias 1 e 2</p>
<p>De terça a domingo, das 9h às 21h</p>
<p>SCES, Trecho 02, lote 22</p>
<p>Tel: 3310-7087</p>
<p>Entrada da gratuita</p>
<p>Classificação livre</p>
<p>Fonte: CCBB Brasília</p>
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		<title>Lançamento do Livro &#8211; Rio de Janeiro e São Paulo</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 19:27:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo B. Rinaldi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[Vik Muniz]]></category>
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		<category><![CDATA[noite de autógrafo]]></category>
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		<description><![CDATA[Vik Muniz &#124; Obra Completa 1987-2009 &#8211; catálogo raisonné 

VIK MUNIZ, EDITORA CAPIVARA E CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO, CONVIDAM PARA O LANÇAMENTO DO LIVRO
RIO DE JANEIRO
16 de dezembro às 19h na Livraria da Travessa Shopping Leblon
Av. Afrânio de Melo Franco, 290 &#8211; 2º andar &#8211; Loja 205A &#8211; Leblon
SÃO PAULO
17 de dezembro às 19h na Livraria da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Vik Muniz | Obra Completa 1987-2009 &#8211; catálogo raisonné </h1>
<p><img class="size-full wp-image-219 alignleft" title="VikMuniz_Raisonne_350" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2009/12/VikMuniz_Raisonne_350.jpg" alt="Catálogo Raisonné" width="275" height="315" /></p>
<h3>VIK MUNIZ, EDITORA CAPIVARA E CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO, CONVIDAM PARA O LANÇAMENTO DO LIVRO</h3>
<p><strong>RIO DE JANEIRO</strong><br />
16 de dezembro às 19h na Livraria da Travessa Shopping Leblon<br />
Av. Afrânio de Melo Franco, 290 &#8211; 2º andar &#8211; Loja 205A &#8211; Leblon</p>
<p><strong>SÃO PAULO</strong><br />
17 de dezembro às 19h na Livraria da Vila Shopping Cidade Jardim<br />
Pista Local da Marginal Pinheiros, entre as pontes Cidade Jardim e Morumbi</p>
<p>O volume traz a obra completa de Vik Muniz nos primeiros 22 anos de sua carreira, de 1987 a 2009. Neste catálogo, o leitor encontrará quase 1200 obras, que representam mais de 1600 imagens, muitas reproduzidas em página inteira, permitindo um contato com os materiais usados por Vik, tão importantes no impacto de seus trabalhos.</p>
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		<title>Yolanda Mohalyi &#8211; No tempo das bienais</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 18:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Yolanda Mohalyi]]></category>
		<category><![CDATA[pinacoteca]]></category>
		<category><![CDATA[Yolanda Mohali]]></category>
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		<description><![CDATA[Exposição Pinacoteca do Estado &#8211; Yolanda Mohalyi
Yolanda Mohalyi &#8211; No tempo das bienais é uma releitura do trabalho da artista, que nasceu em Kolozsvar em 1909 e morreu em São Paulo em 1978. Com 95 obras, entre desenhos, aquarelas, guaches, gravuras, a mostra reúne dois importantes momentos de sua expressão artística: o Figurativo (décadas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: left;">Exposição Pinacoteca do Estado &#8211; Yolanda Mohalyi</h1>
<div id="attachment_206" class="wp-caption alignleft" style="width: 224px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/listarQuadros.asp?artista=87"><img class="size-full wp-image-206  " title="Yolanda Mohalyi - MÚSICOS - nanquim sobre papel - 73,5x49 cm - 1955" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2009/12/1609G.jpg" alt="Yolanda Mohalyi - MÚSICOS - nanquim sobre papel - 73,5x49 cm - 1955" width="214" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Yolanda Mohalyi - MÚSICOS - nanquim sobre papel - 73,5x49 cm - 1955</p></div>
<p>Yolanda Mohalyi &#8211; No tempo das bienais é uma releitura do trabalho da artista, que nasceu em Kolozsvar em 1909 e morreu em São Paulo em 1978. Com 95 obras, entre desenhos, aquarelas, guaches, gravuras, a mostra reúne dois importantes momentos de sua expressão artística: o Figurativo (décadas de 1930, 40, 50) e a Abstração (décadas de 1960,70), e exibe, de forma inédita, dois grandes painéis compostos por folhas de papel pintadas a guache. Com curadoria de Maria Alice Milliet, critica e historiadora de arte, diretora da Fundação José e Paulina Nemirovsky. De 05 de dezembro de 2009 a 21 de fevereiro de 2010.</p>
<p><strong>De 05/12 a 21/02<br />
</strong><strong>Ter, Qua, Qui, Sex, Sab e Dom<br />
</strong>Horário: das 10h às 18h<br />
Preço: R$6,00 e R$3,00 (meia) &#8211; Grátis aos sábados.</p>
<p><strong>Pinacoteca do Estado de São Paulo</strong><br />
Praça. da Luz &#8211; 02 &#8211; Luz<br />
Fone: (11) 3324-1000</p>
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		<title>Projeto Portinari &#8211; Portinari na Amazônia</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 17:13:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Candido Portinari]]></category>
		<category><![CDATA[marinha do brasil portinari]]></category>
		<category><![CDATA[portinari]]></category>
		<category><![CDATA[portinari na amazonia]]></category>
		<category><![CDATA[Portinari nos Rios Brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Portinari]]></category>
		<category><![CDATA[puc portinari]]></category>

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		<description><![CDATA[Caro(a) Amigo(a) do Projeto Portinari:
Peço permissão para compartilhar com você um relato sobre uma das ações do Projeto Portinari das quais mais nos orgulhamos, com a certeza de que ela o tocará como cidadão(ã) e como pessoa humana:
http://www.portinarinaamazonia.blogspot.com/
Caso tenha você tempo e interesse, leia o breve resumo abaixo (histórico), que explica a razão de ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Caro(a) Amigo(a) do Projeto Portinari:</h1>
<p>Peço permissão para compartilhar com você um relato sobre uma das ações do Projeto Portinari das quais mais nos orgulhamos, com a certeza de que ela o tocará como cidadão(ã) e como pessoa humana:</p>
<p><a href="http://www.portinarinaamazonia.blogspot.com/">http://www.portinarinaamazonia.blogspot.com/</a></p>
<p>Caso tenha você tempo e interesse, leia o breve resumo abaixo (histórico), que explica a razão de ser deste blog, do qual extraimos algumas imagens, reproduzidas ao final.</p>
<p>Agradecendo o seu tempo e sua atenção, receba o meu mais</p>
<p>Cordial abraço,</p>
<p><span style="WIDOWS: 2; TEXT-TRANSFORM: none; TEXT-INDENT: 0px; BORDER-COLLAPSE: separate; FONT: medium 'Times New Roman'; WHITE-SPACE: normal; ORPHANS: 2; LETTER-SPACING: normal; COLOR: #000000; WORD-SPACING: 0px; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; -webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px"><span style="LINE-HEIGHT: 18px; FONT-FAMILY: Verdana; COLOR: #333333; FONT-SIZE: 12px"><img src="http://gallery.mailchimp.com/225ca3b74e8047bcd4728cea5/images/AssinJCPNova.jpg" border="0" alt="" width="224" height="124" /></span></span></p>
<p>João Candido Portinari<br />
Diretor-Geral<br />
Projeto Portinari<br />
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro &#8211; PUC-Rio<br />
Rua Marquês São Vicente 225 Gávea<br />
22451-900 Rio de Janeiro &#8211; RJ<br />
Brasil<br />
Telefaxes: 55-21-3527-1439/1440/1441<br />
email: <a href="mailto:portinari@portinari.org.br">portinari@portinari.org.br</a><br />
<a href="http://www.portinari.org.br">http://www.portinari.org.br</a><br />
Celular: 55-21-9474-1007</p>
<h2>Histórico:</h2>
<p>Desde 1997 o Projeto Portinari vem desenvolvendo atividades de arte-educação e inclusão social, levando a obra de Portinari a segmentos do público brasileiro os mais desfavorecidos com respeito ao acesso à arte e à cultura de nosso país. A premissa que norteia este programa é a de que a obra de Portinari está toda ela permeada de valores. Valores humanos, valores sociais. Acreditamos que assim ela pode ser um poderoso instrumento de transformação social, inspirando sentimentos de cidadania, de justiça social, de não-violência, de fraternidade, espírito comunitário e respeito pelo sagrado da vida. A partir desta premissa elaboramos uma ação fundamentada numa exposição de réplicas digitais das obras originais, acompanhada de um programa pedagógico, elaborado por educadores, visando estimular no público, e principalmente nas crianças e jovens &#8212; alvo preferencial do programa &#8212; uma reflexão crítica sobre a realidade brasileira, e sobre os valores inspirados no legado do pintor.</p>
<p>Durante mais de uma década percorremos todos os Estados brasileiros, sem exceção, registrando em livro a visita de mais de 500 mil crianças. Escolas, Centros de Cultura, Hospitais, Presídios, etc., foram assim visitados pelo programa.</p>
<p>Um braço destas ações foi chamado &#8220;Portinari nos Rios Brasileiros&#8221;, tendo como alvo as comunidades ribeirinhas. O primeiro momento foi no Pantanal do Mato Grosso do Sul, quando montamos a exposição no convés superior de uma chalana da Polícia Florestal, subindo 1.200 km do Rio Paraguai, de Porto Murtinho a Corumbá, parando nos povoados das margens brasileira e paraguaia para receber as crianças e o povo ribeirinho. Veja no blog o indiozinho pantaneiro, surpreso ao reconhecer-se na tela pintada por Portinari&#8230;</p>
<p>Sempre sonhamos em levar o programa para a Amazônia. Este sonho acaba de tornar-se realidade, por meio de uma parceria com a Marinha do Brasil. A Marinha percorre o Amazonas e seus afluentes dando assistência médico-hospitalar, odontológica e de cidadania às populações ribeirinhas, por meio de três navios. O Projeto Portinari foi honrado com a confiança da Marinha do Brasil, na pessoa do Almirante Sávio, Chefe do Departamento de Comunicação Social da Marinha e, no dia 10 de novembro passado, a Professora Suely Avellar, Coordenadora de nosso Núcleo de Arte-Educação, embarcou a bordo do navio NasHDoutorMontenegro, percorrendo as comunidades ribeirinhas do Rio Purus.</p>
<p>Suely escreveu um &#8220;Diário de Bordo&#8221;, sob a forma de um blog. A emoção deste relato, tão singelo, e, ao mesmo tempo, poderoso, foi de tal ordem que não resistimos ao desejo de compartilhá-lo com você, Caro(a) Amigo(a), mesmo correndo o risco de, com este ato, vir a importuná-lo(a). Se este for o caso, pedimos humildes e sinceras desculpas.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://portinarinaamazonia.blogspot.com/"><img style="border: 0px;" title="Diário de Bordo - Projeto Portinari - Portinari na Amazônia - Blog" src="http://gallery.mailchimp.com/225ca3b74e8047bcd4728cea5/images/PortinariAmazoniaImagensBlog.jpg" border="0" alt="" width="600" height="5920" /></a><p class="wp-caption-text">Diário de Bordo - Projeto Portinari - Portinari na Amazônia - Blog</p></div>
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		<title>A estética do movimento pelo pioneiro Abraham Palatnik</title>
		<link>http://www.escritoriodearte.com/blog/exposicoes/a-estetica-do-movimento-pelo-pioneiro-abraham-palatnik/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 21:08:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abraham Palatnik]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[cinecromático]]></category>
		<category><![CDATA[cinética]]></category>
		<category><![CDATA[estética do movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[hitler]]></category>

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		<description><![CDATA[Mostra apresenta síntese de sua trajetória dedicada a criações cinéticas no Brasil.
Abraham Palatnik é considerado um pioneiro da arte cinética no Brasil. Antes de fazer suas primeiras máquinas, era apenas pintor, mas desistiu dos pincéis quando, em 1948, no Rio, visitou o Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro com o crítico Mário Pedrosa, conhecendo, assim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Mostra apresenta síntese de sua trajetória dedicada a criações cinéticas no Brasil.</h2>
<p>Abraham Palatnik é considerado um pioneiro da arte cinética no Brasil. Antes de fazer suas primeiras máquinas, era apenas pintor, mas desistiu dos pincéis quando, em 1948, no Rio, visitou o Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro com o crítico Mário Pedrosa, conhecendo, assim, o trabalho de arte que a doutora Nise da Silveira realizava com doentes mentais. &#8220;Fiquei muito impressionado com as pinturas que eles faziam. Quando as comparei com minhas obras, vi que meu subconsciente era muito pobre&#8221;, diz Palatnik.</p>
<p>O artista ficou atordoado, queria criar algo novo, e foi Pedrosa que o &#8220;acalmou&#8221; e o incentivou, dizendo que muito podia ser feito. &#8220;De repente me vi cercado de engrenagens, articulações, de uma pesquisa sobre a luz&#8221;, afirma o artista. Em 1951, exibiu na primeira Bienal de São Paulo o aparelho Cinecromático, uma caixa em que são projetadas formas coloridas em movimento, obra que ninguém sabia definir naquela ocasião. Desde então, foi uma trajetória sem limite para a experimentação, em técnicas, materiais e objetos cinéticos &#8211; e esse dado tão especial relacionado ao artista, agora com 81 anos, é o mote da exposição Ocupação Abraham Palatnik, que o Itaú Cultural inaugura hoje para convidados e amanhã para o público. Com curadoria de Aracy Amaral, convidada de Palatnik para tal tarefa, a exposição é enxuta, uma &#8220;síntese&#8221;, ela diz, que ressalta a variedade de experimentações e que coloca, além de obras, três vídeos sobre o artista e o contexto das criações de seus trabalhos.</p>
<div id="attachment_192" class="wp-caption alignleft" style="width: 395px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/listarQuadros.asp?artista=288"><img class="size-full wp-image-192   " title="Objeto cinético feito por Palatnik em 1966" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2009/12/0933587.jpeg" alt="Objeto cinético feito por Palatnik em 1966" width="385" height="245" /></a><p class="wp-caption-text">Objeto cinético feito por Palatnik em 1966</p></div>
<p>A mostra começa com o único óleo sobre tela do conjunto único, também, autorretrato que Palatnik, ascido em Natal, no Rio Grande do Norte, realizou em 1945, em Israel, coincidentemente, concluído no dia em que foi anunciado o fim da segunda Guerra. &#8220;Hitler estava acabado e já era esperado o término da guerra&#8221;, conta o artista. Depois de seu autorretrato, única obra figurativa, seguem-se na mostra pinturas feitas com barbantes, ripas de madeira cortadas a laser e sobre vidro, duas raras criações em resina poliéster da década de 1970, além, claro, de objetos cinéticos realizados em anos diferentes &#8211; pelos quais Palatnik, que vive no rio, está identificado &#8211; e um Aparelho Cinecromático que, instalado em uma sala escura, deixa o espectador hipnotizado pelo movimento lento e leve das combinações diversas de formas em tantas tonalidades.</p>
<p>Dar ordem ao movimento é uma das considerações que se faz em relação à obra de Palatnik, &#8220;artista anticaos&#8221; que, curiosamente,  ressalta em suas criações algo de lúdico nos objetos feitos de uma tecnologia simples e inteligente. &#8220;Penso nos objetos cinéticos dele como um trabalho de relojoaria, em que os elementos se unem em harmonia&#8221;, diz Aracy. &#8220;Sempre trabalhei sozinho nos mecanismos e máquinas, fazendo articulações inventadas por necessidades imediatas:e deu certo&#8221;, afirma agora Palatnik, que, curiosamente, conta que seu ensejo para a criação de seu primeiro aparelho cinecromático foi a observação da sombra de uma vela em um dia que houve falta de eletricidade.</p>
<div id="attachment_193" class="wp-caption alignright" style="width: 360px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/listarQuadros.asp?artista=288"><img class="size-full wp-image-193" title="Abraham Palatnik - W-122 - Acrilico sobre madeira - 86 x 119 cm - 2006" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2009/12/AbrahamPalatnik.jpg" alt="Abraham Palatnik - W-122 - Acrilico sobre madeira - 86 x 119 cm - 2006" width="350" height="256" /></a><p class="wp-caption-text">Abraham Palatnik - W-122 - Acrilico sobre madeira - 86 x 119 cm - 2006</p></div>
<p>Iniciou-se, assim, uma pesquisa de décadas sobre a luz e o movimento sem deixar de ser, ainda, uma experimentação com a cor &#8211; Palatnik &#8220;também&#8221; é pintor, como diz. Para um artista que se baseou em &#8220;princípios estéticos, a vida toda&#8221;, ele afirma, chama a atenção que o cinetismo não se dá apenas nas máquinas e aparelhos, mas também nas telas, que são construções, relevos em progressões e ondulações de camadas de ripas de madeira, cartões cortados com estiletes, tela com barbantes ou a pintura de uma geometria leve sobre vidro. &#8220;Fui desenvolvendo a técnica adequada para cada material&#8221;, afirma Palatnik. Primeiro, como frisa, sua preocupação é o movimento para depois colocar a cor, &#8220;último elemento, o mais prazeroso&#8221;, diz Aracy.</p>
<h3>ABRAHAM PALATNIK &#8211; Itaú Cultural</h3>
<p><strong>Quando:</strong> abertura 02/Dezembro, às 20h;<br />
ter. a sex., das 10h às 21h;<br />
sáb. e dom., das 10h às 19h;<br />
até 10/Dezembro</p>
<p><strong>Onde: </strong>Itaú Cultural (av. Paulista, 149, tel. 2168-1776)</p>
<p><strong>Quanto:</strong> entrada franca</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 947px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">ABRAHAM PALATNIK</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 947px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quando: abertura amanhã, às 20h; ter. a sex., das 10h às 21h; sáb. e dom., das 10h às 19h; até 10/1</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 947px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Onde: Itaú Cultural (av. Paulista, 149, tel. 2168-1776)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 947px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quanto: entrada franca</div>
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		<title>Abraham Palatnik</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 15:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abraham Palatnik]]></category>
		<category><![CDATA[arte cinética]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[cinetismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos pioneiros da arte cinética no Brasil, Abraham Palatnik que hoje é referência com suas obras que são de grande importância no cinetismo, atualmente vive no Rio de Janeiro onde vem desenvolvendo trabalhos que unem pesquisa visual e rigor matemático, buscando com extrema liberdade transgredir das técnicas tradicionalmente conhecidas  unindo tecnologia e arte para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos pioneiros da arte cinética no Brasil, <strong>Abraham Palatnik</strong> que hoje é referência com suas obras que são de grande importância no cinetismo, atualmente vive no Rio de Janeiro onde vem desenvolvendo trabalhos que unem pesquisa visual e rigor matemático, buscando com extrema liberdade transgredir das técnicas tradicionalmente conhecidas  unindo tecnologia e arte para realizar obras que criam movimentos e jogos de luzes que nos proporcionam essencialmente o contato com o inesperado projetando-se para além da retina, com um olhar atento podemos retirar toda sua potencialidade poética.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Biografia &#8211; Abraham Palatnik (Natal, 19 de fevereiro de 1928 – Atualmente vive no Rio de Janeiro)</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #000000; font-weight: normal;">Entre 1928/1932, Abraham Palatnik de familia com origem judia e russa vive em Natal,  Rio Grande do Norte, entre 1932/1947 transfere-se com a familia para Israel onde estudou pintura e história da arte no ateliê de Aron Ani, escultura com Sternshus e estética com Dr. Shor. na mesma época em que fazia um curso de motores a explosão (nas escolas Herzlla e Montefiori em Tel Aviv, esta última de especialização em motores de explosão) na antiga Palestina, atual Israel.</span></strong></p>
<p>De volta ao Brasil, em 1948, continua sua orientação estética com Mário Pedrosa e integra o primeiro núcleo de artistas abstratos do Rio de Janeiro. No ano seguinte, iniciou suas pesquisas no campo da luz e do movimento, responsáveis por seu reconhecimento como um dos pioneiros da Arte cinética. Em 1951, ter seu primeiro trabalho exposto na 1ª Bienal Internacional de São Paulo foi uma verdadeira aventura,  visto que não se tratando de pintura convencional não foi aceito pela comissão e foi somente introduzido posteriormente.</p>
<div id="attachment_125" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/detalharQuadro.asp?quadro=3092"><img class="size-full wp-image-125 " title="Abraham Palatnik" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/AbrahamPalatnik.jpg" alt="W-122 - Acrilico sobre madeira - 86 x 119 cm" width="350" height="256" /></a><p class="wp-caption-text">W-122 - Acrilico sobre madeira - 86 x 119 cm</p></div>
<p>Integrou o Grupo Frente e participou de três das quatro mostras realizadas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 1955, e em Resende e Volta Redonda, em 1956. O artista produzia pinturas abstratas aliadas ao mobiliário simultaneamente aos cinecromáticos, depois passou a desenvolver objetos móbiles cinéticos e relevos com papéis que remetem às nossas dunas potiguares. Palatnik rompe com a pintura, formalmente, mas dá continuidade incursionando em seu discurso pictórico novos materiais e desenvolvendo novas propostas objectuais. Percursor também da Art High Tech, podemos citar como redimensionamento da pinturacesa a poética High Tech de alguns brasileiros.</p>
<p>Participou da 1ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul em 1997, em 2007 faz parte da exposição “Lo(s) Cinetico(s)”, no Centro de Arte Reina Sofia em Madrid/Espanha. Hoje vem exibindo seus trabalhos pelo mundo, é reconhecido internacionalmente e considerado o “pai” do cinetismo.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Cronologia</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1928/1932 &#8211; Vive em Natal, Rio Grande do Norte</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1932/1947 &#8211; Transfere-se com a família para Israel</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1942/1945 &#8211; Faz curso de especialização em motores de explosão na Escola Montefiori, Tel Aviv, Israel</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1943 &#8211; Freqüenta os estúdios do pintor Haaron Avni e do escultor Sternshus; se torna aluno de estética de Shor, em Tel Aviv, Israel.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1943/1947 &#8211; Estuda pintura, desenho, história da arte e estética no Instituto Municipal de Arte, Tel Aviv, Israel</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1948 &#8211; Retorna ao Brasil e reside no Rio de Janeiro. Conhece o crítico Mário Pedrosa (1900 &#8211; 1981), de quem passa a receber orientação estética</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">ca.1948 &#8211; Levado por Almir Mavignier, orientador do ateliê de pintura, conhece o Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1949 &#8211; Inicia pesquisa no campo da luz e movimento</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1951 &#8211; Dedica-se à solução de problemas técnicos industriais</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1951 &#8211; Desenvolve processos de controle visual e automático em indústrias</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1951 &#8211; Inventa várias máquinas e dispositivos de uso industrial e obtém patentes</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1951 &#8211; Cria seu primeiro Aparelho Cinecromático</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1954/1956 &#8211; Integra o Grupo Frente, no Rio de Janeiro</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1955 &#8211; Projeta móveis modernos</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1962 &#8211; Inventa um jogo de percepção O Quadrado Perfeito, e obtém copyright</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1964 &#8211; Cria os Objetos Cinéticos, um desdobramento dos Objetos Cinecromáticos</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1988 &#8211; Participa, como convidado, do concurso Uma Escultura para o Mar de Angra, promovido pela secretaria de Turismo do Rio de Janeiro</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">2002 &#8211; Recebe medalha do mérito Alberto Maranhão do Governo do Rio Grande do Norte</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">2002 &#8211; Lançamento do vídeo O Mundo da Arte &#8211; Abraham Palatnik &#8211; A Arte do Tempo, Documenta Vídeo Brasil, direção Carlos Cavalcanti.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Atualizado em 08/07/2009</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 682px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: Itaú Cultural</div>
<p><strong>1928/1932</strong> &#8211; Vive em Natal, Rio Grande do Norte</p>
<p><strong>1932/1947</strong> &#8211; Transfere-se com a família para Israel</p>
<p><strong>1942/194</strong>5 &#8211; Faz curso de especialização em motores de explosão na Escola Montefiori, Tel Aviv, Israel</p>
<p><strong>1943</strong> &#8211; Freqüenta os estúdios do pintor Haaron Avni e do escultor Sternshus; se torna aluno de estética de Shor, em Tel Aviv, Israel.</p>
<p><strong>1943/1947</strong> &#8211; Estuda pintura, desenho, história da arte e estética no Instituto Municipal de Arte, Tel Aviv, Israel</p>
<p><strong>1948</strong> &#8211; Retorna ao Brasil e reside no Rio de Janeiro. Conhece o crítico Mário Pedrosa (1900 &#8211; 1981), de quem passa a receber orientação estética</p>
<p><strong>ca.1948</strong> &#8211; Levado por Almir Mavignier, orientador do ateliê de pintura, conhece o Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro</p>
<p><strong>1949</strong> &#8211; Inicia pesquisa no campo da luz e movimento</p>
<p><strong>1951</strong> &#8211; Dedica-se à solução de problemas técnicos industriais</p>
<p><strong>1951</strong> &#8211; Desenvolve processos de controle visual e automático em indústrias</p>
<p><strong>1951</strong> &#8211; Inventa várias máquinas e dispositivos de uso industrial e obtém patentes</p>
<p><strong>1951</strong> &#8211; Cria seu primeiro Aparelho Cinecromático</p>
<p><strong>1954/1956</strong> &#8211; Integra o Grupo Frente, no Rio de Janeiro</p>
<p><strong>1955</strong> &#8211; Projeta móveis modernos</p>
<p><strong>1962</strong> &#8211; Inventa um jogo de percepção O Quadrado Perfeito, e obtém copyright</p>
<p><strong>1964</strong> &#8211; Cria os Objetos Cinéticos, um desdobramento dos Objetos Cinecromáticos</p>
<p><strong>1988</strong> &#8211; Participa, como convidado, do concurso Uma Escultura para o Mar de Angra, promovido pela secretaria de Turismo do Rio de Janeiro</p>
<p><strong>2002</strong> &#8211; Recebe medalha do mérito Alberto Maranhão do Governo do Rio Grande do Norte</p>
<p><strong>2002</strong> &#8211; Lançamento do vídeo O Mundo da Arte &#8211; Abraham Palatnik &#8211; A Arte do Tempo, Documenta Vídeo Brasil, direção Carlos Cavalcanti.</p>
<p>Atualizado em 08/07/2009</p>
<p>Fonte: <a title="Itaú Cultural" href="http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&amp;cd_verbete=554&amp;cd_idioma=28555&amp;cd_item=3" target="_blank">Itaú Cultural</a></p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Mídia/Video</span></strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rVd98NWSPEQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/rVd98NWSPEQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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