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	<title>James Lisboa Escritório de Arte &#187; Artigos</title>
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	<description>Compra, venda e avaliações de obras de arte!</description>
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		<title>Exposição explora a relação conturbada entre artistas e dinheiro</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 18:26:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Na escadaria do lado de fora do Paço das Artes, enormes letras anunciam: &#8220;se  vende&#8221;. Dentro, começa amanhã uma exposição que tem um preço como título. No  caso, os R$ 748.600 captados para financiar esse projeto.
Veja a  galeria de imagens da exposição
Toda a mostra parece uma alegoria do que se propõe a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/se-vende.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-817" title="se vende" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/se-vende.jpg" alt="" width="200" height="153" /></a>Na escadaria do lado de fora do Paço das Artes, enormes letras anunciam: &#8220;se  vende&#8221;. Dentro, começa amanhã uma exposição que tem um preço como título. No  caso, os R$ 748.600 captados para financiar esse projeto.</p>
<p><a href="http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/1949-exposicao-748-600">Veja a  galeria de imagens da exposição</a></p>
<p>Toda a mostra parece uma alegoria do que se propõe a discutir, a relação  entre os artistas e o dinheiro que suas obras movimentam num mercado de cifras e  valores cada vez mais hiperbólicos.Logo na entrada do espaço, um trabalho de Deyson Gilbert força visitantes a  olhar um sinal de adição gravado em lâmpadas de halogênio, deixando um rastro na  retina de quem vai à mostra.<span id="more-818"></span></p>
<p>&#8220;Tudo é uma tentativa de exacerbar o capital dentro das artes plásticas&#8221;,  resume Renan Araújo, curador da exposição financiada pelo banco Santander. &#8220;Até  o texto do catálogo foi revisado por economistas que tentaram mudar palavras  para termos econômicos mais técnicos.&#8221;</p>
<p>Mas nenhum jargão ofusca uma relação que está clara em boa parte dos casos.</p>
<p>&#8220;Zero Dólar&#8221;, em que Cildo Meireles altera uma cédula para que perca o valor,  colares de notas feitos por Marcelo Cidade e até os rabiscos de Jac Leirner  sobre cédulas de cruzeiro denotam a intimidade dos autores com os mandos e  desmandos do capital.</p>
<p>Fora alguns clássicos, Lourival Cuquinha acaba de produzir &#8220;R$ 102&#8243;, em que  imprime uma nota falsa de R$ 100 sobre uma verdadeira de R$ 2, série vendida  agora por esse novo valor de face.</p>
<p>São trabalhos com ressonância ainda maior num país como o Brasil, que já  trocou oito vezes de moeda ao longo da história e registra agora expansão  vertiginosa no mercado de arte, um aumento de sete vezes no volume negociado nos  últimos quatro anos, segundo um levantamento recente do setor.</p>
<p>Em dezembro passado, &#8220;Sol sobre Paisagem&#8221;, de Antônio Bandeira, foi leiloado  por R$ 3,5 milhões em São Paulo, maior valor já pago pela obra de um brasileiro.</p>
<p><strong>EBULIÇÃO GLOBAL</strong></p>
<p>Enquanto isso, o mercado internacional dá sinais de recuperação. Uma feira de  arte on-line, a primeira do tipo, põe gigantes como as galerias White Cube e  Gagosian para negociar obras na esfera virtual até o fim da semana.</p>
<p>No mês que vem, a Sotheby&#8217;s de Londres tenta voltar a patamares pré-crise  vendendo uma obra de Pablo Picasso de 1932 com preço inicial de R$ 45 milhões.</p>
<p>Um retrato da mesma série e da mesma Marie-Therèse alcançou há dois anos a  cifra de R$ 177 milhões, recorde absoluto na história dos leilões que, analistas  esperam, será desbancado agora.</p>
<p>Paris acaba de montar a primeira bolsa de valores de arte no mundo, em que  investidores compram ações de trabalhos negociados, como títulos de grandes  empresas, e lucram com as oscilações repentinas do mercado.</p>
<p>Mas longe da algazarra de leilões e pregões, outras obras no Paço das Artes,  enclave frondoso na Cidade Universitária paulistana, dão conta de outro aspecto  dessa relação com o mercado.</p>
<p>Cartazes do grupo Pino anunciam produtos inúteis que se encaixariam bem em  ambientes corporativos, espécie de arsenal de aspones.</p>
<p>Rodrigo Matheus replica esse habitat cinzento em sua obra: mesa e monitores  para vigiar o vaivém das bolsas e das bolhas especulativas.</p>
<p><strong>748.600</strong><br />
<strong>QUANDO</strong> abertura amanhã, às 15h; ter. a sex., 11h30  às 19h; sáb. e dom., 12h30 às 17h30<br />
<strong>ONDE</strong> Paço das Artes (av. da  Universidade, 1, tel. 0/xx/11/ 3814-4832)<br />
<strong>QUANTO</strong> grátis</p>
<p>Fonte: folha.com</p>
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		<title>MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 14:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[
A exposição Mãos da América celebra os 103 anos do      arquiteto Oscar Niemeyer. O símbolo do Memorial da América Latina,      idealizado por Niemeyer, uma mão aberta com sangue escorrido e ao qual      desenha o mapa da América Latina, é reinterpretado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/memorial-da-america-latina.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-810" title="memorial-da-america-latina" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/memorial-da-america-latina.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>A exposição <strong>Mãos da América</strong> celebra os 103 anos do      arquiteto Oscar Niemeyer. O símbolo do Memorial da América Latina,      idealizado por Niemeyer, uma mão aberta com sangue escorrido e ao qual      desenha o mapa da América Latina, é reinterpretado por artistas      brasileiros e latino-americanos. Eles interferiram em uma miniatura da      obra, de 40cm, feita em cerâmica branca. Participam artistas como Caciporé      Torres, Claudio Tozzi, Jaime Prades, Maureen Bisilliat, Juan Muzzi,      Braun-Veja, Nora Chernajovsky e outros (de 11/01/11, às 19h, a 12/02/11).</p>
<ul></ul>
<p><strong>Barra Funda: av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, estação Barra Funda do Metrô, tels. (11) 3823-4600 / 4705. Ter. a dom., 9h/18h. <a href="http://www.memorial.sp.gov.br" target="_blank">www.memorial.sp.gov.br</a></strong></p>
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		<title>Exposição Nathalie Decoster no Mube</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 14:13:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Artista francesa Nathalie Decoster mostra suas esculturas feitas com ferro e  bronze na área externa do MuBE, até 28 de fevereiro. End.: av. Europa, 218,  Jardim Europa, zona oeste, São Paulo, SP. Ter. a dom.: 10h às 19h. Até 28/2.  Tel.: 0/xx/11/2594-2601. Grátis. Classificação etária: livre
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/Nathalie-Decoster1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-801" title="Nathalie Decoster" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/Nathalie-Decoster1.jpg" alt="" width="594" height="302" /></a></p>
<p>Artista francesa Nathalie Decoster mostra suas esculturas feitas com ferro e  bronze na área externa do MuBE, até 28 de fevereiro. End.: av. Europa, 218,  Jardim Europa, zona oeste, São Paulo, SP. Ter. a dom.: 10h às 19h. Até 28/2.  Tel.: 0/xx/11/2594-2601. Grátis. Classificação etária: livre</p>
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		<title>Exposicao Judith Lauand</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 14:53:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Com mais de 100 obras provenientes de coleções do Brasil e do exterior, a artista plástica Judith Lauand é homenageada em exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo.      A mostra traz telas do período em que Lauand aderiu ao movimento concretista, ainda nos anos 50, e trabalhos posteriores, como colagens, aplicações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/Judith-Lauand.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-752" title="Judith Lauand" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/Judith-Lauand-300x299.jpg" alt="" width="300" height="299" /></a></p>
<p>Com mais de 100 obras provenientes de coleções do Brasil e do exterior, a artista plástica Judith Lauand é homenageada em exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo.      A mostra traz telas do período em que Lauand aderiu ao movimento concretista, ainda nos anos 50, e trabalhos posteriores, como colagens, aplicações e suas famosas tramas em xadrez.</p>
<p>A Exposição acontece no Parque do Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/nº &#8211; Portão 3) e vai de 20 de janeiro a 3 de abril no Museu de Arte Moderna de São Paulo,Horários: Terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h).</p>
<p>ENTRADA FRANCA</p>
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		<title>Paulo Von Poser &#8211; Desenhando São Paulo &#8211; 25 de Janeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 18:29:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_746" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/Paulo-von-Poser.jpg"><img class="size-medium wp-image-746" title="Paulo von Poser" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2011/01/Paulo-von-Poser-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text"> Paulo Von Poser</p></div>
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		<title>Paulo Von Poser Expõe na BM&amp;F Bovespa</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 16:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em homenagem aos 457 anos da cidade, a mostra &#8220;Paulo Von Poser na BM&#38;FBovespa – Imagens da Cidade de São Paulo&#8221; apresenta iconografias da cidade pelo artista Paulo Von Poser, além de imagens de rosas, tema de sua predileção. São 28 obras, entre serigrafias, fotografias, gravuras em metal e pinturas. Curadoria de Celso Fioravante (de 19/01/11, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em homenagem aos 457 anos da cidade, a mostra &#8220;Paulo Von Poser na BM&amp;FBovespa – Imagens da Cidade de São Paulo&#8221; apresenta iconografias da cidade pelo artista <strong>Paulo Von Poser</strong>, além de imagens de rosas, tema de sua predileção. São 28 obras, entre serigrafias, fotografias, gravuras em metal e pinturas. Curadoria de Celso Fioravante (de 19/01/11, às 18h30, a 08/04/11).</p>
<p><strong>Centro: praça Antonio Prado, 48, Metrô São Bento, tel. (11) 2565-6826. Seg. a sex., 10h/17h.</strong></p>
<p>Fonte<strong>: </strong>Espaço Cultural BMF</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tomie Ohtake completa 97 anos com exposição de obras inéditas</title>
		<link>http://www.escritoriodearte.com/blog/artigos-categoria/tomie-ohtake-completa-97-anos-com-exposicao-de-obras-ineditas/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 17:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
&#8220;Faz tempo que não nos vemos. Você envelheceu, né?&#8221;, disse Tomie Ohtake, às vésperas de comemorar seus 97 anos, completados anteontem, a este repórter, durante a entrevista sobre sua nova mostra, em seu ateliê.
 &#8220;Acho que o Ricardo [Ohtake, seu filho] não vai gostar do que eu falei, mas eu não sei guardar as coisas, coloco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<div class="mceTemp">&#8220;Faz tempo que não nos vemos. Você envelheceu, né?&#8221;, disse Tomie Ohtake, às vésperas de comemorar seus 97 anos, completados anteontem, a este repórter, durante a entrevista sobre sua nova mostra, em seu ateliê.</div>
<div class="mceTemp"> &#8220;Acho que o Ricardo [Ohtake, seu filho] não vai gostar do que eu falei, mas eu não sei guardar as coisas, coloco tudo para fora&#8221;, sorri. A pintora costuma ser direta, mesmo que para tanto desagrade um pouco. </div>
<div class="mceTemp">
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_728" class="wp-caption alignleft" style="width: 203px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/4051G.jpg"><img class="size-medium wp-image-728" title="4051G" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/4051G-300x240.jpg" alt="" width="193" height="124" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Tomie Ohtake</dd>
</dl>
<p> Desde pequena, ela queria ser artista e chegou a estudar aquarela na escola, mas o meio conservador em que cresceu no Japão, entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, não favorecia suas vontades. A forma que ela encontrou para escapar foi convencer a mãe, em 1936, que vinha visitar o irmão no Brasil. &#8220;Eu tinha de dar um jeito de sair do Japão e prometi a ela que vinha para ficar um ano&#8221;, conta. Três meses depois de desembarcar, Tomie Nakakubo se casava com o engenheiro agrônomo Ushio Ohtake, morto em 1977.</p>
<p>Apesar da identidade japonesa, Tomie nunca foi de ficar em gueto. Ela vivia na Mooca, &#8220;onde era tudo italiano&#8221;, relembra-se. Seus filhos estudaram em escola católica e sua dieta vai bem além de sushi e sashimi. &#8220;Nunca me esqueço do bife a cavalo que comi, quando desembarquei no Brasil. É uma das minhas comidas favoritas.&#8221;Persistência também é outra marca de Tomie. Teve dois filhos e, só após criá-los, quando já estava próxima dos 40 anos, começou de fato sua carreira artística, como autodidata. Então o que estava guardado por tanto tempo começou a aflorar. </p>
</div>
</div>
<p> E sem parar. Só para a mostra &#8220;Pinturas Recentes&#8221;, que inaugura hoje, ela realizou, em menos de dois anos, 25 telas, todas de grandes dimensões, tendo o círculo como tema central. </p>
<p> Por que o círculo? &#8220;É uma forma muito sintética. Trabalhar só com ele é um grande desafio. E ele é também o primeiro desenho que os bebês fazem com os dedinhos&#8221;, conta, repetindo o gesto. </p>
<p> Em um texto de 1961, o crítico Mário Pedrosa (1901-1981) escreveu que Tomie era &#8220;uma pintora que ainda está se formando, numa personalidade já desabrochada&#8221;, portanto, nela, &#8220;a obra corre atrás da personalidade&#8221;.Agora, quase 50 anos depois, &#8220;Pinturas Recentes&#8221; revela como obra e personalidade estão afinadas. </p>
<p>Fonte: Folha.com </p>
</div>
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		<title>INSTITUTO DE ARTE CONTEMPORÂNEA &#8211; IAC</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 17:06:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O espaço fica fechado entre 24/12/2010 e 03/01/2011.

A exposição Mira Schendel: Avesso do Avesso traz 160 obras, todas em papel, produzidas entre os anos 1950 e 1980 pela artista Mira Schendel (Zurique / Suíça; 1919 – São Paulo / SP; 1988). Há trabalhos de séries como “Bordados”, “Trenzinhos”, “Toquinhos”, “Datiloscritos” e “Droguinhas”. Curadoria de Cauê [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">O espaço fica fechado entre 24/12/2010 e 03/01/2011.</div>
<p><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/asd1.jpg"></a></p>
<div id="attachment_724" class="wp-caption alignleft" style="width: 118px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/asd3.jpg"><img class="size-medium wp-image-724" title="asd" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/asd3-223x300.jpg" alt="" width="108" height="123" /></a><p class="wp-caption-text">Mira Schendel</p></div>
<p>A exposição <strong>Mira Schendel: Avesso do Avesso</strong> traz 160 obras, todas em papel, produzidas entre os anos 1950 e 1980 pela artista Mira Schendel (Zurique / Suíça; 1919 – São Paulo / SP; 1988). Há trabalhos de séries como “Bordados”, “Trenzinhos”, “Toquinhos”, “Datiloscritos” e “Droguinhas”. Curadoria de Cauê Alves (de 20/11/2010, às 11h, a 27/02/2011).Idealizado pela galerista Raquel Arnaud, o IAC ocupa parte do prédio Joaquim Nabuco, sede da antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP e localizado no complexo do Centro Universitário Maria Antonia. A instituição se volta para a produção de exposições e estudo das obras de <strong>Amilcar de Castro</strong>, <strong>Mira Schendel</strong>, <strong>Sérgio Camargo</strong> e <strong>Willys de Castro</strong>. O prédio foi construído na década de 20, tombado em 1995 pelo Condephaat e começou a ser restaurado em 1999. Ele pertence à USP, que cedeu 600 m² em comodato para o IAC.</p>
<p>Fonte: Mapa das Artes</p>
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		<title>Masp ganha nova fachada assinada por Regina Silveira</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 18:33:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A fachada do Masp na Avenida Paulista ganhou cara nova neste sábado (13). O edifício que é um ícone da cidade de São Paulo e da arquitetura se transformou em um grande céu azul bordado, com representações de nuvens em ponto cruz e até linha e agulha para simbolizar a costura.

O projeto, batizado de Trama [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A fachada do <strong>Masp </strong>na Avenida Paulista ganhou cara nova neste sábado (13). O edifício que é um ícone da cidade de São Paulo e da arquitetura se transformou em um grande céu azul bordado, com representações de nuvens em ponto cruz e até linha e agulha para simbolizar a costura.<br />
<a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/10319191.jpg"></a><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/103191911.jpg"></a></p>
<div id="attachment_704" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/103191912.jpg"><img class="size-medium wp-image-704" title="10319191" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/103191912-300x134.jpg" alt="" width="300" height="134" /></a><p class="wp-caption-text">MASP</p></div>
<p>O projeto, batizado de <strong>Trama Azul</strong>, é da artista plástica <strong>Regina Silveira</strong> e trata-se de um adesivo de vinil translúcido com impressões digitais, que faz alusão a uma costura real.  O efeito ganha grande nitidez quando visto à distância.</p>
<p>Desde quinta-feira, uma pequena equipe de trabalhadores fazia rapel na fachada do Masp, subindo e descendo o edifício para fixar (com cola removível) o adesivo. Agora, quem passar pela Avenida Paulista já poderá conferir o resultado. Essa é a maior obra de arte pública já assinada pela artista e ficará exposta até janeiro de 2011.</p>
<p>Fonte: UOL &#8211; folha.com</p>
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		<title>Após estudo de 2 anos, Campbell&#8217;s muda lata da sopa imortalizada por Andy Warhol</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 18:27:31 +0000</pubDate>
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Dentre incontáveis variedades de sopa em lata, sopa em saquinho e sopa em caixinha, havia algo de insólito: o rótulo da Campbell&#8217;s, imortalizado nas pinturas de Andy Warhol (1928-1987), estava repaginado.Não era a primeira vez. Nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O consumidor americano que adentrou o supermercado, em agosto, atrás de um repasto semi pronto, se deparou com uma surpresa. </p>
<div id="attachment_708" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/10323611.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-708" title="1032361" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/10323611-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Lata da sopa imortalizada por Andy Warhol </p></div>
<p> </p>
<p>Dentre incontáveis variedades de sopa em lata, sopa em saquinho e sopa em caixinha, havia algo de insólito: o rótulo da Campbell&#8217;s, imortalizado nas pinturas de Andy Warhol (1928-1987), estava repaginado.Não era a primeira vez. Nos anos 1990, alguns sabores já haviam aberto mão da velha embalagem &#8211;elegante, sem fotografia, a exemplo do persistente Catupiry (não se pode dizer o mesmo dos recauchutados biscoitos Piraquê)&#8211; em prol de uma imagem da sopa, em um prato, prestes a ser servida.Em 2008, a alta cúpula da Campbell&#8217;s concluiu que esta silhueta também estava defasada. Contratou três escritórios americanos de pesquisa &#8211;Innerscope, Merchant Mechanics e Olson Zaltman&#8211;, que levaram dois anos estudando a reação de consumidores.Cientistas de neuromarketing imbuíram de sensores 40 pessoas. Mapearam postura, batimento cardíaco, sudorese e respiração delas diante de uma prateleira de sopas, no mercado.Concluíram que a embalagem carecia de três mudanças.No dia 17 de fevereiro de 2010, um comunicado da empresa anunciou &#8220;um plano para turbinar a performance de seu portfólio de sopas condensadas nos Estados Unidos&#8221;.Dentre estratégias paralelas (&#8220;Melhorar o sabor das 26 variedades de sopa de galinha&#8221;), o memorando adiantava as mudanças estéticas que logo se veriam: uma fumaça saindo da sopa; a extirpação da colher que mergulhava no prato; a redução do espaço para o logo. </p>
<p>As crianças ganharam embalagens adornadas por Bob Esponja, Buzz Lightyear e outros personagens da Pixar. Espera-se um aumento de 2% em vendas.Anthony Sanzio, diretor da Campbell&#8217;s, disse à <strong>Folha</strong> que as mudanças não foram discutidas com o museu ou com a fundação Andy Warhol: &#8220;Temos uma relação próxima, mas isso não lhes dizia respeito. Apreciamos o fato de Andy Warhol ter transformado sua comida preferida, a sopa Campbell&#8217;s, em um ícone da arte.&#8221;Por via das dúvidas, a empresa manteve o velho desenho em três de suas sopas: tomate, cogumelo e galinha com macarrão. Sanzio não respondeu se isso era uma espécie de &#8220;cota artística&#8221;.Philip Larrat-Smith, curador da exposição &#8220;Andy Warhol, Mr. America&#8221;, ocorrida neste ano, na Estação Pinacoteca, em São Paulo, acredita que o artista teria entendido a mudança: &#8220;O Warhol tinha um tino comercial, sabia que as empresas precisavam se adaptar ao mercado. Por outro lado, intimamente, ele provavelmente pensaria: &#8220;Mas o desenho era tão bom. Por que mudá-lo?&#8221; </p>
<p>Fonte: UOL &#8211; Folha.com</p>
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		<title>Documentário sobre Vik Muniz, &#8220;Lixo Extraordinário&#8221; está em lista de 15 candidatos a uma indicação ao Oscar da categoria</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 12:43:55 +0000</pubDate>
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A Academia de Hollywood acaba de anunciar a lista prévia de 15 concorrentes a uma indicação ao Oscar de melhor documentário em longa-metragem. Entre os selecionados, &#8220;Lixo Extraordinário&#8221;, que no comunicado à imprensa aparece assinado apenas por Lucy Walker, embora tenha sido co-dirigido por João Jardim e Karen Harley. E também o ótimo &#8220;Exit Through [...]]]></description>
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<div id="attachment_715" class="wp-caption alignleft" style="width: 128px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/4057G1.jpg"><img class="size-full wp-image-715" title="4057G" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/4057G1.jpg" alt="" width="118" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Leda e o Cisne</p></div>
</div>
<p>A Academia de Hollywood acaba de anunciar a lista prévia de 15 concorrentes a uma indicação ao Oscar de melhor documentário em longa-metragem. Entre os selecionados, &#8220;Lixo Extraordinário&#8221;, que no comunicado à imprensa aparece assinado apenas por Lucy Walker, embora tenha sido co-dirigido por João Jardim e Karen Harley. E também o ótimo &#8220;Exit Through the Gift Shop&#8221;, de Banksy. Ambos os filmes foram exibidos no Festival de Berlim e na Mostra de SP e <a href="http://cinema.uol.com.br/ultnot/2010/10/27/lixo-extraordinario-e-filme-sobre-banksy-sao-indicados-ao-premio-da-associacao-internacional-de-documentarios.jhtm">foram indicados ao prêmio da Associação Internacional de Documentários</a>. Disputaram espaço nessa primeira seleção classificatória 101 títulos.</p>
<p>A Comissão de Documentários da Academia viu todos os documentários elegíveis nessa primeira rodada da votação. Os integrantes agora selecionarão cinco indicados entre os 15 títulos da lista prévia. As indicações aos prêmios do 83º Oscar da Academia serão anunciados ao vivo no dia 25 de janeiro de 2011, no Samuel Goldwyn Theater, em Los Angeles. A cerimônia de entrega dos prêmios se realizará no dia 27 de fevereiro de 2011 no Kodak Theatre, também em Los Angeles, com transmissão ao vivo para mais de 200 países.</p>
<p>&#8220;<a href="http://cinema.uol.com.br/mostra/2010/filmes/lixo-extraordinario.jhtm">Lixo Extraordinário</a>&#8220;, de Lucy Walker</p>
<p>Fonte: UOL &#8211; Cinema &#8211; Últimas Notìcias</p>
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		<title>Latinos na Sotheby&#8217;s e Christie&#8217;s</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 13:04:49 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Quadros monumentais de Wifredo Lam e Fernando Botero se destacam com a maior estimativa de preço nos leilões de arte latino-americana, esta semana, na Sotheby&#8221;s e na Christie&#8221;s de Nova York. Entre os cerca de 600 lotes oferecidos, obras de Sérgio Camargo, Adriana Varejão e Beatriz Milhazes reconfirmam a posição entre as de brasileiros que vem se valorizando na retomada do mercado internacional de arte nos últimos dois anos. Na Sotheby&#8221;s, o leilão se divide entre a noite de hoje e a manhã de quarta; o da Christie&#8221;s ocorre na noite de quarta e na manhã de quinta-feira.</p>
<p>Les Abalochas Dansent Pour Dhambala, Dieu de L&#8221;unité, que Lam (1902-1982) mantinha na sala principal de sua casa em Albissola Mare, no litoral italiano, concentra as expectativas de um novo recorde de preço para obra do artista cubano. À venda na Sotheby&#8221;s, a estimativa é que este óleo sobre tela criado em 1970 alcance entre US$ 1,7 milhão e US$ 2,2 milhões. Ele vem da mesma coleção particular americana à qual pertencia Sur les Traces (Transformation), vendido pela Sotheby&#8221;s em maio por US$ 1,4 milhão, até agora o maior valor pago por um Lam em venda pública.</p>
<p>Na Christie&#8221;s, o carro-chefe é Family Scene, retrato de uma família de toureiros que o colombiano Botero pintou em 1985. Posto em leilão pela primeira vez, o quadro tem preço estimado entre US$ 1 milhão e US$ 1,5 milhão. Um ano depois de registrar o maior preço pago por obra de artista brasileiro num pregão público, com a venda de Relevo, de 1964, a Sotheby&#8221;s tem expectativa maior para outro trabalho de Camargo (1930-1990) produzido na década de 60, quando ele convivia com a vanguarda parisiense da arte cinética. Relevo, estimada entre US$ 350 mil e US$ 450 mil, foi vendida por pouco menos de US$ 1,6 milhão. Desta vez, com cotação entre US$ 400 mil e US$ 600 mil, a Sotheby&#8221;s oferece a escultura N.º 232, de 1969, uma das várias construções de cilindros de madeira cortados em diagonal e pintados de branco com que o artista criou enigmáticos jogos de planos.</p>
<p>Na Sotheby&#8221;s, além da peça de Camargo serão leiloados 16 lotes de artistas brasileiros, entre os quais há quadros de Abrahan Palatnik, Antônio Bandeiras, Cícero Dias e Di Cavalcanti, desenhos e esculturas de Frans Krajcberg, além de obras de Cildo Meireles, Ernesto Neto, Nelson Leirner e Vik Muniz. Na Christie&#8221;s são oferecidos 11 lotes de arte brasileira, representada em trabalhos de Adriana Varejão, Aldo Bonadei, Beatriz Milhazes, Cândido Portinari, Eduardo Bortk, Hélio Oiticica, Maurício Barbato, Saint Clair Cemin, Tunga e também de Vik Muniz. Paisagem Canibal (2003), típico exemplar da forma com que Adriana Varejão explora a história colonial brasileira, está à venda com a segunda maior estimativa entre os brasileiros, de US$ 250 mil a US$ 350 mil.</p>
<p>Detentora do atual recorde de preço para obra de artista brasileiro vivo com a venda do seu O Mágico, de 2001, por US$ 1,05 milhão, no leilão de arte contemporânea da Sotheby&#8221;s nova-iorquina em maio de 2008, Beatriz Milhazes tem dois quadros de acrílica sobre tela no leilão de arte latina da Christie&#8221;s: Machina (1993- 1994) e um sem título, de 1993, ambos com cotação entre US$ 200 mil e US$ 300 mil. No leilão de arte contemporânea da Christie&#8221;s, na semana passada, Rosa Nocturna, pintado por Beatriz entre 2006 e 2007, foi adquirido por US$ 338.500, na média da estimativa dos leiloeiros.</p>
<p>Fonte: Site Estadão &#8211; Noticias</p>
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		<title>Vaso chinês vendido por 60 milhões de euros</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 13:01:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um jarrão chinês do século XIX encontrado por herdeiros de uma família inglesa nas limpezas da casa foi vendido quinta-feira à noite num leilão em Londres por 51,3 milhões de libras (60 milhões de euros).

A peça arrematada na venda pública organizada pela leiloeira britânica Bainbridges foi comprada por um agente de Pequim e atingiu o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/ng1373516.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-678" title="ng1373516" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/ng1373516.jpg" alt="" width="100" height="71" /></a>Um jarrão chinês do século XIX encontrado por herdeiros de uma família inglesa nas limpezas da casa foi vendido quinta-feira à noite num leilão em Londres por 51,3 milhões de libras (60 milhões de euros).</p>
<div id="Article">
<p>A peça arrematada na venda pública organizada pela leiloeira britânica Bainbridges foi comprada por um agente de Pequim e atingiu o preço mais alto jamais pago por uma obra de arte chinesa num leilão. O valor alcançado superou o de um pergaminho chinês de 15 metros da dinastia Song, vendido em Junho deste ano em Pequim.</p>
<p>O jarrão de porcelana foi encontrado por dois irmãos quando faziam as limpezas na casa dos pais na localidade de Pinner, no condado de Middlesex. Os irmãos, cuja identidade não foi divulgada, tinham herdado recentemente a propriedade onde encontraram a peça, e não tinham ideia do valor do objeto com 41 centímetros de altura e ricamente decorado com peixes e dragões.</p>
<p>O jarrão possui perfurações que deixam ver outro mais pequeno, no interior.</p>
<p>Fonte: DN ARTES</p>
</div>
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		<title>Falsos Aldemir Martins apreendidos em São Paulo</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2010 12:52:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quadros seriam do artista plástico cearense Aldemir Martins, morto em 2006.  Segundo representantes do artista, o material não é autêntico
Imagine comprar três quadros de um dos mais renomados artistas plásticos  brasileiros com certificado de autenticidade assinado pelo próprio pintor e  firma reconhecida em cartório e, quando submeter as obras à avaliação  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quadros seriam do artista plástico cearense Aldemir Martins, morto em 2006.  Segundo representantes do artista, o material não é autêntico</p>
<div id="attachment_673" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/20101109035707152929i.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-673" title="20101109035707152929i" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/20101109035707152929i-150x133.jpg" alt="" width="150" height="133" /></a><p class="wp-caption-text">Aldemir Martins</p></div>
<p>Imagine comprar três quadros de um dos mais renomados artistas plásticos  brasileiros com certificado de autenticidade assinado pelo próprio pintor e  firma reconhecida em cartório e, quando submeter as obras à avaliação  específica, descobrir que não passam de falsificações. Foi exatamente isso que  aconteceu com um empresário de 50 anos que adquiriu um quadro intitulado Mulher,  datado de 2000, e dois com o nome de Gato, datados de 2000 e 2001. Todos  supostamente do cearense Aldemir Martins (1922–2006).</p>
<p><span style="font-size: 13.3333px;">Integrantes do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic)  apreenderam, na última sexta-feira (5), cinco quadros falsamente atribuídos ao  artista plástico. Outros três estavam com o colecionador. O caso começou quando  o empresário procurou o Estúdio Aldemir Martins, localizado em São Paulo,  gerenciado pelo filho do artista, Pedro.</span></p>
<p><span style="font-size: 13.3333px;"> </span><span style="font-size: 13.3333px;">No estúdio, são realizadas avaliações das pinturas para conferir  autenticidade. Grupos de pessoas que conheceram as distintas fases de Aldemir  são convidados para julgar. No caso dos quadros trazidos pelo empresário foi  detectada a falsificação. Ele resolveu levar a história à polícia, pois já havia  feito uma nova encomenda. No momento da entrega, os policiais interceptaram um  carro e apreenderam outra obra.</span></p>
<p>Em entrevista ao <strong>O POVO</strong> Pedro Martins, filho de Aldemir,  disse que aproximadamente 60% dos quadros que chegam ao estúdio são falsos. Cada  avaliação pode durar de uma semana a um mês. Assinatura, temas, traços e  materiais escolhidos são levados em conta. “Nosso foco é preservar a obra do  Aldemir, mas além de preservar emitimos um selo de autenticidade. Esses quadros  foram identificados como não autênticos porque a pessoa foi ludibriada”, relata.</p>
<p>Outro ponto tratado por Pedro Martins é a disparidade de preços de uma obra  original em comparação aos quadros falsos. Enquanto uma cópia pode ser vendia  por 10 mil reais, um original chega a custar 30 mil dólares. “Quando a pessoa  adquirir com essa margem de preço corre um perigo. Isso é um chamariz para os  compradores”, disse. O artista plástico e diretor da Escolinha Aldemir Martins,  Tota, teve como mestre o renomado pintor cearense e lamenta este tipo de crime.  Ele lembra o caráter sensível e pessoal das manifestações culturais. “O artista  expressa no trabalho o seu sentimento. Falsificar é querer maquiar, usar o  outro, usar a roupa do outro”, comenta.</p>
<p>Segundo o artista plástico, os traços de seu mestre são fáceis de perceber.  Ele conta que Aldemir Martins sempre primava pela utilização das melhores  tintas, melhores telas, melhores pincéis. E muitas vezes os imitadores não  atentam para esses detalhes e produzem réplicas grosseiras. Outro ponto  levantado por Tota foi o menor fluxo de quadros quando o pintor cearense já  estava em seus últimos anos de vida. Sendo assim, seria muito difícil o  aparecimento de tantas imagens datadas de 2000 ou 2001.</p>
<p>Se estivesse vivo, Aldemir Martins teria completado 88 anos de vida ontem.  Para comemorar a data será realizada uma exposição no mês de dezembro. Tota  também está articulando a construção de um memorial com fotos, telegramas,  bilhetes e cartões-postais. “O público merece conhecer a verdadeira obra dele.  Embora seja uma coisa pequena como um cartão, mas que seja original”, enfatiza.</p>
<p>Fonte: O Povo online</p>
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		<title>Obra de Andy Warhol é leiloada por mais de US$ 35 milhões</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2010 12:45:07 +0000</pubDate>
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As vendas de 54 trabalhos, dos quais cerca de 91% encontraram  compradores, acumulou no total US$ 222,4 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>obra “Coca-Cola (4) (Large Coca-Cola)” do artista plástico americano Andy  Warhol foi vendida por US$ 35,36 milhões nesta terça-feira (9). A venda foi  parte de um leilão de arte contemporânea e pós-guerra realizado pela  Sotheby’s.</p>
<p>As vendas de 54 trabalhos, dos quais cerca de 91% encontraram  compradores, acumulou no total US$ 222,4 milhões, superando as expectativas de  US$ 214</p>
<div id="attachment_667" class="wp-caption alignleft" style="width: 110px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/coca-cola-warhol1.jpg"><img class="size-full wp-image-667" title="coca-cola-warhol" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/coca-cola-warhol1.jpg" alt="" width="100" height="75" /></a><p class="wp-caption-text"> Coca-Cola</p></div>
<p>milhões.Liderada por “Coca-Cola (4) (Large Coca-Cola)”, que superou as estimativas  iniciais de US$ 25 milhões, a venda mostra o apetite crescente por trabalhos do  período pós-guerra. O mercado para esse tipo de arte tem crescido nos últimos  anos.</p>
<p>Na segunda-feira (8), a obra “Men in her life”, trabalho de Warhol  com múltiplas imagens de Elizabeth Taylor, atingiu a cifra de US$ 63,4 milhões  na Phillips.</p>
<p>Fonte: Globo G1  Pop &amp; Arte</p>
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		<title>Quadro de Modigliani é arrematado por 117 milhões de reais e bate recorde</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2010 12:38:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O quadro de Amedeo Modigliani A Bela Romana bateu todos os recordes  de vendas do artista italiano, ao ser arrematado por 117 milhões de reais (69  milhões de dólares) num leilão celebrado esta terça-feira (2), em Nova York.
O óleo sobre tela que exibe uma mulher seminua, pintado em 1917, foi estimado  em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O quadro de Amedeo Modigliani <em>A Bela Romana</em> bateu todos os recordes  de vendas do artista italiano, ao ser arrematado por 117 milhões de reais (69  milhões de dólares) num leilão celebrado esta terça-feira (2), em Nova York.</p>
<div id="attachment_658" class="wp-caption alignleft" style="width: 110px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/untitled2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-658" title="untitled" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/untitled2-100x150.jpg" alt="" width="100" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">A bela Romana</p></div>
<p>O óleo sobre tela que exibe uma mulher seminua, pintado em 1917, foi estimado  em mais de 70 milhões de reais pela casa Sotheby&#8217;s, mas o leilão superou com  folga as expectativas no começo das vendas de arte impressionista e moderna.</p>
<p>O recorde anterior para uma obra de Modigliani era de 73 milhões de reais  para uma escultura (vendida em junho passado) e de 53 milhões de reais para um  quadro (2004).</p>
<p>Na mesma noite, outra tela de Modigliani, <em>Jeanne Hebuterne com  chapéu</em> foi vendida por 32,3 milhões de reais e <em>O estanque de  Nenúfares</em>, de Monet, mudou de mãos por 41,8 milhões de reais.</p>
<p>Os grandes leilões de outono de arte impressionista, moderno e contemporâneo  começaram com um mercado recuperado após a crise e marcado pela globalização do  gosto.</p>
<p>Fonte: Veja Noticias</p>
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		<title>Caro(a)  Amigo(a) do Projeto Portinari:</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 12:11:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É com enorme orgulho e alegria que trazemos a você notícias sobre a realização do projeto de restauro e exposição dos painéis Guerra e Paz.

Resultado de mais de 3 anos de planejamento e articulações, finalmente o projeto Guerra e Paz é, hoje, uma realidade, com o apoio financeiro do BNDES e o patrocínio da FINEP [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong>É com enorme orgulho e alegria que trazemos a você notícias sobre a realização do projeto de restauro e exposição dos painéis Guerra e Paz.</strong></div>
<div>
<div class="mceTemp">Resultado de mais de 3 anos de planejamento e articulações, finalmente o projeto Guerra e Paz é, hoje, uma realidade, com o apoio financeiro do BNDES e o patrocínio da FINEP e da Redecard, além do inestimável apoio da ONU, do Itamaraty, da PUC-Rio, da Rede Globo e da Galeria Dom Quixote. </div>
</div>
<p><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/Untitled-1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-687" title="Untitled-1" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/Untitled-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Nesta primeira etapa, os painéis serão apresentados no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com visitação no período de 18 a 31 de dezembro de 2010, resgatando a <a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/3214G.jpg"></a>memória da cerimônia inaugural dos painéis nesse teatro, em 24 de fevereiro de 1956, com a presença do Presidente Juscelino Kubitschek. Em seguida, Guerra e Paz serão restaurados em ateliê aberto no Palácio Gustavo Capanema, Rio de Janeiro, de janeiro a maio de 2011, com amplo programa educativo destinado a estudantesdurante todo o período de restauro.</p>
<p>Estamos empenhando os nossos melhores esforços para realizar este importante empreendimento e esperamos ser contemplados com sua visita durante o primeiro período de exposição dos painéis, na cidade do Rio de Janeiro. Para enviarmos o convite, precisamos atualizar seus dados na nossa base. Nesse sentido, solicitamos o preenchimento do breve formulário apresentado no link abaixo até o dia 05 de novembro, bem como sua autorização para o envio de mensagens por correio eletrônico.</p>
<p>Com o grato e afetuoso abraço,<br />
João Candido Portinari </p>
<p>Fonte:  Projeto Portinari<a href="http://portinari.us1.list-manage.com/track/click?u=225ca3b74e8047bcd4728cea5&amp;id=f41b81c224&amp;e=7e84f15309"><br />
</a></p>
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		<title>Primeiro Leilão Beneficente do Projeto Trecho 2.8 – Criação e Pesquisa em fotografia.</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 13:48:40 +0000</pubDate>
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Será uma grande oportunidade dos senhores conhecerem as obras que vão a leilão no dia 25/10 na Daslu e interagirem com os participantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_613" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/brasis.jpg"><img src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/brasis-150x150.jpg" alt="" title="brasis" width="150" height="150" class="size-thumbnail wp-image-613" /></a><p class="wp-caption-text">Instituto Brasis</p></div>Hoje, 18/10/2010, as 19:00, será realizado, na loja Op Art (Rua Oscar Freire, 791), a vernissage exclusiva da exposição do Primeiro Leilão Beneficente do Projeto Trecho 2.8 – Criação e Pesquisa em fotografia.</p>
<p>Será uma grande oportunidade dos senhores conhecerem as obras que vão a leilão no dia 25/10 na Daslu e interagirem com os participantes do projeto (ex moradores de rua).</p>
<p>Contamos com a presença de todos</p>
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		<title>Pinturas de Gregorio Gruber eternizam paisagens urbanas; veja vídeo</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 18:54:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Lugar Pantemporâneo, na zona oeste de São Paulo, abre espaço na sexta-feira (8) para monumentos e patrimônios paulistanos retratados em pinturas e aquarelas




realizadas pelo artista Gregorio Gruber.Na exposição &#8220;Gregorio Gruber: Passeios&#8221;, o espectador é conduzido a importantes cartões-postais da cidade, como as estações da Luz e Júlio Prestes, a avenida Paulista,o viaduto do Chá, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/4081G.jpg"></a>O Lugar Pantemporâneo, na zona oeste de São Paulo, abre espaço na sexta-feira (8) para monumentos e patrimônios paulistanos retratados em pinturas e aquarelas</p>
<div class="mceTemp">
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_640" class="wp-caption alignleft" style="width: 304px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/9191.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-640" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/9191-150x150.jpg" alt="" width="294" height="99" /></a><p class="wp-caption-text">Gregorio Gruber - Cidade </p></div>
</div>
</div>
<p>realizadas pelo artista Gregorio Gruber.Na exposição &#8220;Gregorio Gruber: Passeios&#8221;, o espectador é conduzido a importantes cartões-postais da cidade, como as estações da Luz e Júlio Prestes, a avenida Paulista,o viaduto do Chá, a praça Ramos, o estádio do Pacaembu e a ponte Estaiada, entre tantos outros pontos da capital, além de paisagens florestais e ambientes internos.A mostra pode ser visitada até 30 de outubro, de segunda-feira a sábado, das 10h às 18h, exceto em feriados e no dia 11.Assista ao vídeo que reúne algumas das obras em exposição:</p>
<p>Fonte: Uol Entretenimento . Guia Cultural SP</p>
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		<title>A caminho do contemporâneo: um olhar sobre os anos 50</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 18:44:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A exposição resgata o ambiente cultural que propiciou grandes mudanças no universo das artes e do design no Brasil, por meio de uma seleção de objetos e publicações entre 1947 e 1967. Serão apresentados móveis de Joaquim Tenreiro, Geraldo de Barros e Lina Bo Bardi, obras de Volpi, Helio Oiticica, Mira Schendel, Lygia Clark e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_610" class="wp-caption alignleft" style="width: 82px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/3914P.jpg"><img src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/3914P.jpg" alt="" title="3914P" width="72" height="150" class="size-full wp-image-610" /></a><p class="wp-caption-text">Série itatiaia</p></div>A exposição resgata o ambiente cultural que propiciou grandes mudanças no universo das artes e do design no Brasil, por meio de uma seleção de objetos e publicações entre 1947 e 1967. Serão apresentados móveis de Joaquim Tenreiro, Geraldo de Barros e Lina Bo Bardi, obras de Volpi, Helio Oiticica, Mira Schendel, Lygia Clark e Sergio Camargo, entre outros.</p>
<p>As peças pertencem à Coleção Jayme Vargas e foram selecionadas pelo próprio colecionador, que procurou enfatizar a sofisticação e delicadeza da produção estética do período compreendido entre 1947 e 1967, além da importância dessas décadas para o design e as artes de forma geral no Brasil.</p>
<p>“A caminho do contemporâneo: um olhar sobre os anos 50” traz uma reflexão sobre o período em que a criação estética moderna no país começa a seguir as novas tendências mundiais. Nessa década, o design de móveis escandinavos torna-se referência, assim como o Suprematismo Russo, a Bauhaus na Alemanha e o De Stijl na Holanda. A vinda de Le Corbusier ao Brasil também influenciou o mobiliário. A poltrona Leve, de Tenreiro, e a Cadeira de Três Pés representam esse novo móvel brasileiro.</p>
<p>Joaquim Tenreiro, Lina Bo Bardi, Zanine Caldas, Geraldo de Barros, Sergio Rodrigues, Michel Arnault atualizaram a produção moveleira do Brasil com padrões estéticos modernos, traços refinados, constante preocupação com o acabamento, o uso de madeiras brasileiras e de outros materiais como o ferro, o vidro, couro e os tecidos.</p>
<p>Realização: Jayme Vargas</p>
<p>Abertura: 28/9, às 19h30<br />
Visitação: até 7/11<br />
Acesso a pessoas com deficiência<br />
Visitas orientadas: 3032-2564/agendamento@mcb.org.br<br />
Estacionamento: R$ 12,00 no dia da abertura; de terça a sábado, até 30 min., grátis; até 2 horas, R$ 8,00, demais horas, R$ 2,00; domingo: preço único, R$ 12,00.</p>
<p>Fonte: Museu da Casa Brasileira</p>
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		<title>Vik Muniz expõe cópias do verso de obras famosas na Fortes Vilaça (SP)</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 14:10:25 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Reproduzir o verso de obras célebres, como &#8220;Les Demoiselles d’Avignon&#8221;, de Picasso, &#8220;Starry Night&#8221;, de Van Gogh, e &#8220;La Grande Jatte&#8221;, de Seurat, e, assim, tentar nos aproximar de suas histórias particulares. Esta é a proposta da mostra &#8220;Verso&#8221;, de Vik Muniz, que a Galeria Fortes Vilaça (SP) inaugura nesta quinta-feira (29/7). A mostra oferece oito peças tridimensionais, de tamanhos e mídias variadas.<br />
O trabalho é fruto de um processo que durou seis anos. Neste período, Muniz fotografou e estudou grandes obras com a ajuda da equipe e curadores e de conservação de instituições como MoMA (Nova York), Guggenheim (Bilbao) e Art Institute (Chicago), além de um time especializado de artesãos, artistas,</p>
<div id="attachment_586" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/3288P.jpg"><img class="size-full wp-image-586" title="3288P" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/3288P.jpg" alt="" width="150" height="138" /></a><p class="wp-caption-text">Vik Muniz - MEDUZA MARINARA</p></div>
<p>falsificadores e técnicos.<br />
Ao entrar na sala, tem-se a impressão de que a exposição está em montagem &#8211;os quadros estão no chão, encostados na parede. Um olhar mais atento revela então os autores e os títulos das obras, e traz a certeza de que aquelas obras não poderiam estar ali, já que pertencem a coleções de museus importantes do Brasil e do mundo. A série &#8220;Verso&#8221; força o espectador a imaginar as obras somente de posse das cópias das etiquetas dos museus por onde passaram. A semelhança com os originais é resultado do trabalho da equipe profissional: após fotografar as obras, cada especialista foi responsável pela execução de um detalhe específico, como molduras, arranhões, manchas e etiquetas.</p>
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		<title>Vik Muniz expõe em galeria carioca 30 objetos inéditos no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 14:08:47 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O artista Vik Muniz inaugura nesta quarta-feira (13) a mostra &#8220;Relicário&#8221; na Galeria Laura Alvim, no Rio de Janeiro, com trinta objetos que jamais foram exibidos publicamente no Brasil. Entre o material estão algumas peças criadas para a primeira mostra do artista em uma galeria, em 1989, em Nova York, quando a série foi intitulada &#8220;Relíquias&#8221;, e outras inéditas, cujos projetos Muniz não conseguiu realizar à época em que foram concebidos.</p>
<div id="attachment_583" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/10045g.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-583" title="10045g" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/10045g-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Vik Muniz - Keith Gollust</p></div>
<p>Integram &#8220;Relicário&#8221; exemplares da série &#8220;Flora Industrialis&#8221; &#8211;fotografias de flores artificiais, captadas e catalogadas por Muniz com rigor científico, o país fabricante e o tipo de material usado. São imagens individuais sobre fundo escuro, dispostas de maneira emblemática, lembrando uma fotografia do século 19.</p>
<p>A mostra também reúne obras como um origami &#8211;feito de uma só folha de papel branco e que reproduz um origamista&#8211;, um crânio com nariz de palhaço, uma ampulheta com um tijolo substituindo a areia, um sarcófago feito de &#8220;tupperware&#8221;, luvas de seis dedos, uma bola de futebol murcha, uma tocha carbonizada, uma pluma de mármore Carrara, uma mesa de bonsai e uma mala de mármore preto belga com alça de couro</p>
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		<title>Mercado de arte Quadros Lucrativos</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 18:56:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A arte brasileira caiu no gosto dos colecionadores e investidores do Brasil e do Exterior: Conheça as oportunidades e os riscos desse mercado.
Vendido! È o que mais se ouve nos leilões brasileiros e internacionais quando o assunto são os artistas brasileiros contemporâneos, que se tornaram os novos queridinhos dos colecionadores e investidores em todo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A arte brasileira caiu no gosto dos colecionadores e investidores do Brasil e do Exterior: Conheça as oportunidades e os riscos desse mercado.</p>
<p>Vendido! È o que mais se ouve nos leilões brasileiros e internacionais quando o assunto são os artistas brasileiros contemporâneos, que se tornaram os novos queridinhos dos colecionadores e investidores em todo o mundo. A valorização é impressionante. Em 2003, o quadro O Mágico, da artista carioca Beatriz Milhazes, valia US$ 15 mil. Em 2008, essa mesma tela foi vendida por mais de US$ 1 milhão em um leilão na Sotheby’s de Nova York, o preço mais elevado por um quadro de artista brasileiro vivo. “ Os preços permanecem nessa patamar “ , diz <strong> James Lisboa, </strong>um dos mais respeitados leiloeiros do Brasil. <a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/10-13-2010-035428PM.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-575" title="10-13-2010-03;54;28PM" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/10-13-2010-035428PM-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Adriana Varejão, outra artista carioca do primeiro time, segue o mesmo caminho. A valorização de seus trabalhos mais expressivos nos últimos oito anos chega a 5.000%, superando os 4.200% das ações da CSN, papel do Índice Bovespa que mais se valorizou nesse período.</p>
<p>O que fez esses nomes se transformarem na nova sensação dos investidores: Uma das causas é a estabilidade da economia, que beneficia também os negócios ligados á arte. “ O Pais está na moda e chama a atenção dos colecionadores em rodo o mundo”, diz a galerista Marília  Razuk, que  tem os dois espaços de exposição em São Paulo. Outra causa PE a  qualidade do trabalho dos brasileiros. “Os artistas estão em sintonia com a realidade e conseguem exprimir o que se passa no mundo de maneira criativa, real e fiel á suas origens, ingredientes que sempre agradam os compradores”, diz Marília.</p>
<p><strong>Que conhece o mercado também observa um aumento do número de interessados. “ Há muito mais participantes nos últimos anos”, diz Alfredo Setubal, banqueiro, colecionador e responsável pelas aquisições do Itaú Unibanco. </strong>Meticuloso, Setubal começou a colecionar a sério há 15 anos. Hoje, ele possui uma coleção de cerca de mil obras, que vão da década de 40 anos contemporâneos, e notou uma mudança no perfil dos compradores. “ Há gente nova no mercado.  Quem ganhou dinheiro com as aberturas de capital e o crescimento da economia já satisfez sues desejos consumistas mais imediatos e agora também esta investindo em artes.”</p>
<p>Fonte: Resiva Isto é Dinheiro  Ano 13 nº 679 13/10/2010</p>
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		<title>Primeiro Leilão Beneficente de Fotografias do Projeto Techo 2.8</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 21:05:24 +0000</pubDate>
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Primeiro Leilão Beneficente de Fotografias do Projeto Techo 2.8 Criação e Pesquisa em Fotografias, realizara seu primeiro leilão nos

dia 25 de Outubro de 2010 ás 20:30 horas  
 

Exposição das obras
18 a 23 de Outubro de 2010
10:00 ás 20:00 horas.
Op Art &#8211; Rua Oscar Freire nº 791
Jardim Paulista
tel.: (11)3062-4404
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/banner.png"></a> </p>
<p><a href="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/bannerP.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-566" title="bannerP" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/bannerP.jpg" alt="" width="150" height="113" /></a></p>
<p>Primeiro Leilão Beneficente de Fotografias do Projeto Techo 2.8 Criação e Pesquisa em Fotografias, realizara seu primeiro leilão nos</p>
<div>
<p><strong><span style="color: green;">dia 25 de Outubro de 2010 ás 20:30 horas</span><strong> </strong></strong><strong><strong><strong> </strong></strong></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
</div>
<p><strong><span style="color: green;">Exposição das obras</span><br />
18 a 23 de Outubro de 2010<br />
10:00 ás 20:00 horas.<br />
Op Art &#8211; Rua Oscar Freire nº 791<br />
Jardim Paulista<br />
tel.: (11)3062-4404</strong></p>
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		<title>Justiça libera obra de Krajcberg no Ibirapuera (São Paulo / SP)</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 20:48:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma decisão da Justiça autorizou nesta semana a Prefeitura de São Paulo a seguir adiante com o projeto de instalar na antiga serraria do parque Ibirapuera esculturas do artista Frans Krajcberg.
Há dois anos, quando foi anunciado o projeto, a Sociedade dos Moradores e Amigos do Jardim Lusitânia, bairro vizinho ao parque, entrou com uma ação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma decisão da Justiça autorizou nesta semana a Prefeitura de São Paulo a seguir adiante com o projeto de instalar na antiga serraria do parque Ibirapuera esculturas do artista Frans Krajcberg.<br />
Há dois anos, quando foi anunciado o projeto, a Sociedade dos Moradores e Amigos do Jardim Lusitânia, bairro vizinho ao parque, entrou com uma ação civil pública para impedir a ocupação da estrutura do antigo galpão com obras de arte.<br />
Alegaram no processo que a reforma do galpão para abrigar as obras causaria danos ao ambiente, oferecendo risco aos pássaros que vivem ali, e prejudicaria a rotina de visitantes do parque.</p>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_543" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-543" title="4095G" src="http://www.escritoriodearte.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/4095G-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Krajcberg</p></div>
<p>Numa decisão unânime tomada na última terça-feira (28/09/10), o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo julgou improcedente essa ação.<br />
&#8220;A turma julgadora entendeu que não há atentado contra o ambiente&#8221;, disse à “Folha de S. Paulo” o desembargador Márcio Franklin Nogueira. &#8220;Não há ilegalidade com a exposição naquele local.&#8221;<br />
Com o impasse, a prefeitura havia cogitado transferir o projeto de Krajcberg para o parque do Carmo, onde chegou a lançar uma pedra fundamental no ano passado, marcando o início das obras.<br />
Segundo a Secretaria Municipal de Cultura, há dois projetos agora &#8211; um para o Ibirapuera, outro para o parque na zona leste. Mas ainda não houve uma decisão.<br />
Embora a associação de moradores possa recorrer da decisão, a prefeitura já tem permissão legal para ocupar a serraria com obras de arte.<br />
&#8220;Foi uma coisa justa que fizeram&#8221;, disse Krajcberg. &#8220;Era absurdo inventar coisas para não instalar uma exposição ecológica no parque.&#8221;<br />
Presidente da Sociedade dos Moradores e Amigos do Jardim Lusitânia, Otávio Villares disse que estuda com seu advogado formas de evitar a ocupação do local. </p>
<p>Fonte: Folha de S. Paulo; 01/10/10; texto de Silas Martí</p>
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