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Sérvulo Esmeraldo

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BIOGRAFIA

Sérvulo Esmeraldo (Crato CE 1929)

Escultor, gravador, ilustrador, pintor.

No início de sua carreira artística, dedica-se à xilogravura. A partir de 1947, em Fortaleza, freqüenta a Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP e mantém contato com Inimá de Paula (1918 - 1999), Antonio Bandeira (1922 - 1967) e Aldemir Martins (1922 - 2006). Nesse período tem aulas de pintura com Jean-Pierre Chabloz (1910 - 1984). Em 1951 trabalha na montagem da 1ª Bienal Internacional de São Paulo. Após o encerramento da Bienal, passa a residir em São Paulo, exerce a função de gravador e ilustrador no Correio Paulistano e tem contato com Marcelo Grassmann (1925) e Lívio Abramo (1903 - 1992). Em 1956, funda o Museu de Gravura, na cidade de Crato, Ceará. Em 1957, realiza individual no Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP e viaja para a Europa com bolsa do governo francês. Em Paris estuda litografia na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes] e tem acesso às obras raras da Bibliothèque Nationale de France, o que lhe permite estudar a gravura de Albrecht Dürer (1471 - 1528) por dois anos. Com orientação de Johnny Friedlaender (1912 - 1992), inicia seu trabalho de gravura em metal, publicado por editores europeus. Em meados dos anos 1960, integra o movimento da arte cinética, quando realiza as obras Excitáveis - quadros e objetos movidos pela eletricidade estática. Retorna ao Brasil em 1978, fixa-se em Fortaleza e dedica-se à arte pública. Idealiza na capital cearense a Exposição Internacional de Esculturas Efêmeras, da qual é curador em 1986 e 1991.

Comentário Crítico

Na década de 1950, Sérvulo Esmeraldo desenvolve trabalhos figurativos e, segundo o crítico de arte Frederico Morais, ele "representa folhas e peixes de forma muito simplificada e sintética (...) Interessa-o a forma e não o tema".1 Desse modo, Esmeraldo encaminha-se paulatinamente para a abstração, realizando, em 1957, suas primeiras gravuras decididamente abstratas, as quais mantêm estreita relação com a produção de Lívio Abramo (1903 - 1992).

No mesmo ano, muda-se para Paris, onde freqüenta aulas de gravura em metal com Johnny Friedlaender (1912 - 1992). No início faz trabalhos abstratos e líricos, quase informais. Suas gravuras, como os trabalhos de Friedlaender, são repletas de grafismos. Progressivamente, interessa-se pela produção construtiva e passa a lidar com formas mais regulares. Acompanha a produção dos artistas ligados à arte cinética, como Julio Le Parc (1928) e Jesús Rafael Soto (1923 - 2005). Na década de 1960, deixa de se dedicar exclusivamente à gravura e passa a experimentar outras linguagens. Em 1962, produz os primeiros trabalhos cinéticos, feitos com ímãs. Dois anos mais tarde, cria os Excitáveis, objetos cinéticos feitos de acrílico, que reagem ao toque do espectador e mudam de cor. No mesmo período, realiza as primeiras esculturas.

Ao retornar para Fortaleza, em 1978, trabalha com chapas de aço laqueado, produzindo esculturas com planos dobrados e pintados. Em 1981, realiza uma série de peças brancas em que inscreve formas geométricas vazadas. Apesar de lidar com objetos planos, seu trabalho sugere volume.

Em 1986, idealiza e organiza a 1ª Exposição de Escultura Efêmera de Fortaleza. Na mesma época, cria relevos discretos, a terceira dimensão é sugerida pela interação das faces, embora a obra seja quase plana. Esmeraldo conta, que no final dos anos de 1980, percebe que, muitas vezes, o volume de suas esculturas "é suporte para evidenciar as linhas".2 Na década de 1990, entre outros trabalhos, faz relevos em que sulca linhas rigorosas em superfícies bidimensionais de aço. Em 2001, radicaliza esse princípio. Trabalha com linhas regulares de aço, com as quais desenha formas geométricas tridimensionais no espaço.

Notas
1 MORAIS  Frederico. In: ESMERALDO, Sérvulo. Sérvulo Esmeraldo - Gravuras. Salvador: Oficinas do Centro de Artes plásticas Solar do Unhão, 1989. (folha dobrada).
2 AMARAL, Aracy. Personalidade de Sérvulo Esmeraldo. In: ESMERALDO, Sérvulo. A linha como fator determinante. São Paulo: Múltipla de Arte, 2001.

Críticas

"As esculturas de Sérvulo Esmeraldo atraem sorrateiramente o olhar para um confronto entre a objetividade do visível da obra e um equilíbrio essencialmente subjetivo, enigmático. O inconsciente moderno se encarrega dos investimentos culturais destinados à sua apreensão e experimentação. Apesar da precisão quase matemática, a sensação e o devaneio não escapam, estão presentes, condensados na singularidade dos sólidos inspirados por um ideal (problemático) de perfeição e apropriação da luminosidade. Surgem para o olhar, soltas, emancipadas, mas foram inventadas fazendo parte de um sistema, de uma história. É preciso circular em torno delas para perceber suas sutilezas específicas. O artista trabalha a partir de poucas variações formais, mas intimamente entrosado com o fazer da arte, não só os materiais e a técnica utilizados como também os dados da história. Luz e espaço se articulam como resultado de uma experiência de trabalho, cada escultura é uma soma de volume e luz. Um silêncio estilizado e denso, resistente às falas e definições. Por trás desse equilíbrio quase imperturbável, existe um processo de saber obcecado em inventar com os mais simples sólidos do universo da geometria objetos/monumentos de arte que, além de conviver harmonicamente com a luz e a sombra, acentua a paixão por uma espécie de 'belo clássico', livre de inquietações, um belo puro e destilado, próximo ao êxtase da perfeição. Momentos de humor".
Almandrade
Almandrade. A fantasia estilizada dos sólidos. Esmeraldo, Sérvulo. Sérvulo Esmeraldo. n.p.

"(...) em inícios de 1980 vemos a linearidade imperar com leveza ímpar em suas composições quase bidimensionais, como maquetes magnificadas, placas dobradas, torções de planos, a superfície de aço vergada e de branco pintada, ou por vezes prescindindo de uma base, forma pura pousada sobre o piso, espaço livre, sempre o ângulo a conferir caráter à peça através da sombra projetada (...) sem concessões, porém seco, rigor de concepção e execução, ao mesmo tempo que absorvendo a luz ambiente extravagante de Fortaleza sobre as superfícies de seus planos, e sobre elas obtendo as nuances dos grises mais luminosos (...). No jogo com a luz, ou ciente de seu peso no clima tropical (...), Sérvulo, experimentador disciplinado, descarta o branco, elege o tom grafite intenso para as superfícies facetadas dos prismas, oblíquos, em sua abordagem serial dos 'sólidos', hexaedros a brincar com a luminosidade ambiente (...). Os cubos, ou triângulos acoplados, ou a assimetria do paralelogramo emerge, ao mesmo tempo, a sugerir uma visão de perspectiva que também é ilusória, nas formas que encerra nesta fase de 'corpos-sólidos', espaço limitado por superfícies".
Aracy Amaral
Texto Aracy Amaral. Sérvulo Esmeraldo. São Paulo: Skultura Galeria de Arte, 1986.

"Sérvulo Esmeraldo estrutura suas xilogravuras com formas geométricas: são signos que se ordenam no suporte, também geométrico, portanto, inseparável da composição. O papel-suporte é, pois, pensado como elemento, uma vez que nos conceitos não se faz distinção entre o branco do papel e o preto impresso. Por isso,  Sérvulo afirma que em sua xilogravura não há passagem do figurativo para o não-figurativo, só havendo mudança valorativa. Na história da reflexão de Sérvulo Esmeraldo, interessa, portanto, destacar que a forma abstrata é visionada por ele nos claros de suas gravuras figurativas; com isso, passa a valorizar, não os claros, mas as formas, que, abstratas, constroem a gravura.
Após estudos em Paris com Friedlaender, Sérvulo compõe gravuras com figuras geométricas, que, cortadas, duplicadas, deformadas ou mesmo rebatidas, realizam seu desejo de conjunção do branco e do preto".
Leon Kossovitch e Mayra Laudanna
KOSSOVITCH, Leon; LAUDANNA, Mayra. Concretos. In: GRAVURA: arte brasileira do século XX. São Paulo: Itaú Cultural: Cosac & Naify, 2000. p. 20-21.

Depoimentos

"Minhas referências em matéria de artes plásticas eram pinturas, ou reproduções medíocres de pinturas. E eram sempre figurativas. [...] Na Biblioteca Pública de Crato, Ceará, havia pouca coisa sobre artes plásticas. Havia uma História da Arte, de Van Loon, e outra publicação sobre arte americana (que parava nos anos 20), uma outra sobre esculturas nos cemitérios italianos. Van Loon fazia considerações interessantes [...]. Alertava também que além do olhar tem o perceber, o direcionar. Era um bom livro, mas como documentação iconográfica era restrito [...]. Eu queria aprender. Sabia que o fazer passava pelo aprender a fazer. Parece tão evidente. As coisas porém transcendem o conhecimento - o conceito é algo vago, é uma "pluma ao vento". Você desenvolveu o seu pensamento e conceito, que podem ser vivenciados e enriquecidos. Porém não é doutrina. Tudo pode ser contestado. A abertura é a chave. A adequação está entre a ciência e a consciência. Eu nunca poderia ser um surrealista. Um figurativo, sim, pois isso não condiciona ou vai além das formas e suas soluções nos suportes. Foi somente muitos anos depois que tive acesso, através de livros, aos desenhos de Picasso, Matisse, Dufy, em muitos dos quais a linha prevalece; escrita impecável, seca, dinâmica, que não denota esforço no fazer, como algo que estivesse pronto desde o início dos tempos, como a lua, o sol, que nos surpreendem a cada instante. [...] A xilogravura foi muito importante. Ao invés de complicador, foi simplificador. O desenho mostra a importância da observação. A partir daí comecei a construir o meu 'arquivo'. [...]

A xilogravura é o meio mais simples da gravura. Uma simplicidade que requer muita disciplina e economia. O branco puro do papel e o preto igualmente puro da matriz disputam o suporte. O branco pode tender a ser um buraco. Os mestres Munakata e Goeldi compreenderam o problema e driblaram-no. É isto, talvez, o que há de mais difícil de controlar. O que está no plano, está no plano e não vai além. [...] A incisão sobre a madeira pode resultar em belo objeto, num relevo, a resultante, ou seja, o produto final - a gravura poderá não chegar ao objetivo. Até se compreender que a matriz tem uma função na qual a componente, o suporte-papel, tem a palavra final, muita água rola sob a ponte. O branco que deveria ser um claro pode aparecer como um buraco, ou como neve nos telhados tropicais. De qualquer forma a gravura é sempre surpreendente. Você escreve e lê o contrário. A xilo dificilmente permite correções. É por isso que estimo que para mim ela foi uma grande lição. Continuo um aprendiz xilógrafo. A xilogravura é um concentrado de pensamento. Minhas primeiras xilos eram figurativas, como os desenhos. Os claros abertos na madeira resultavam em formas abstratas. De repente, o 'não representado' acabou sendo o principal, o valorizado. Quero me referir às formas justapostas que geram formas. Numa obra não existe nada de secundário. O principal é o todo. Acabei optando pelo que via como casual. Das formas nascem formas, parafraseando Bruno Munari. [...]

[Eu] nunca passei para o abstrato. Minha escrita sempre foi concreta. O encaminhamento começou pelos vegetais, folhas, galhos. Deles retirei minha geometria. Foi somente muito mais tarde que descobri que os caramujos e as folhas que gravava eram polidas equações. Imagine só, vi que o caramujo era um logaritmo! O conhecimento se aprende. A compreensão é uma resultante. Pode-se aprender e não compreender. Existe um universo entre o primário e o primitivo. Os pintores de Altamira ou de Sete Cidades aprenderam? Eles inventaram e, com certeza, compreenderam e nos transmitiram. Eles viram o bisão numa saliência de rocha e o evidenciaram com linhas. Com quem eles aprenderam? Estamos entre o olhar e o ver".
Sérvulo Esmeraldo a Dodora Guimarães (julho de 2000)
SÉRVULO Esmeraldo. In: GRAVURA: arte brasileira do século XX. São Paulo: Itaú Cultural: Cosac & Naify, 2000. p. 132.

Exposições Individuais

1951 - Crato CE - Individual, na Sociedade de Cultura Artística
1956 - São Paulo SP - Individual, no Clube dos Artistas Modernos
1957 - Fortaleza CE - Individual, na UFCE
1957 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP
1960 - Recife PE - Individual, na Galeria Lemac
1961 - Lausanne (Suíça) - Individual, na Galerie Maurice Bridel
1961 - Paris (França) - Individual, na Galerie La Hune
1961 - Salvador BA - Individual, no MAM/BA
1962 - Fortaleza CE - Individual, no MAUC
1962 - Recife PE - Individual, na Galeria de Arte do Recife
1962 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Relevo
1962 - Salvador BA - Individual, no MAM/BA
1963 - Lausanne (Suíça) - Individual, na Galeria Maurice Bridel
1964 - Veneza (Itália) - Individual, na Galleria Il Canale
1966 - Lisboa (Portugal) - Individual, na Galeria Gravura
1966 - Milão (Itália) - Individual, no Instituto Brasil-Itália
1966 - Paris (França) - Individual, na Galerie Nouvelle Gravure
1967 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Itatiaia
1967 - Fortaleza CE - Individual, no MAUC
1968 - Lausanne (Suíça) - Individual, na Galeria Maurice Brindel
1969 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Cosme Velho
1971 - Cannet-Plage (França) - Individual, na Galerie La Pierre de Lune
1971 - Lausanne (Suíça) - Individual, na White Gallery
1971 - Lion (França) - Individual, na Galerie 32
1971 - Paris (França) - Individual, na Galerie La Pochade
1971 - Le Cannet (França) - Individual, na Galerie La Pierre de Lune
1973 - Fortaleza CE - Individual, na Galerie Ignez Fiuza
1974 - Collioure (França) - Sérvulo Esmeraldo: gravuras 1953 a 1973, na Galerie Sanguine Art
1975 - Brasília DF - Individual, no Hotel Nacional
1975 - Fortaleza CE - Individual, na Galerie Ignez Fiuza
1975 - Lausanne (Suíça) - Individual, na White Gallery
1975 - Lion (França) - Individual, na Galerie 32
1975 - Luxemburgo (Luxemburgo) - Individual, na Galerie Paul Bruck
1975 - São Paulo SP - Individual, no Gabinete de Artes Gráficas
1976 - Belo Horizonte MG - Individual, na Fundação Palácio das Artes
1976 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galeria
1976 - São Paulo SP - Individual, no Gabinete de Artes Gráficas
1977 - Belo Horizonte MG - Individual, na Galeria Memória
1977 - Crato CE - Individual, na Sociedade de Cultura Artística
1977 - Recife PE - Individual, na Gatsby Arte
1979 - Bogotá (Colômbia) - Individual, no Centro Venezoelano de Cultura
1979 - São Luís MA - Individual, no Hotel Quatro Rodas
1980 - Fortaleza CE - Sérvulo Esmeraldo: escultura, na Galerie Ignez Fiuza
1981 - Rio de Janeiro RJ - Sérvulo Esmeraldo: esculturas, na Galeria Aktuell
1982 - São Paulo SP - Individual, na Skultura Galeria de Arte
1984 - São Paulo SP - Individual, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte
1985 - Fortaleza CE - Sérvulo Esmeraldo: trajetória 1947-1985, na Arte Galeria
1986 - Fortaleza CE - Individual, na Arte Galeria
1986 - São Paulo SP - Sérvulo Esmeraldo: esculturas, na Skultura Galeria de Arte
1988 - Brasília DF - Individual, na Itaugaleria
1988 - Rio de Janeiro RJ - Sérvulo Esmeraldo: gravuras - trajetória, no MNBA
1988 - São Paulo SP - Individual, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1989 - Rio de Janeiro RJ - Sérvulo Esmeraldo: escultura e relevos, na Tríade Galeria
1989 - Salvador BA - Sérvulo Esmeraldo: gravuras, no Solar do Unhão
1989 - São Paulo SP - Individual, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte
1999 - Fortaleza CE - Individual, no Centro Cultural da Abolição
2001 - São Paulo SP - A Linha como Fator Determinante, na Galeria Múltipla de Arte

Exposições Coletivas

1950 - Fortaleza CE - 6º Salão de Abril - menção honrosa
1951 - Fortaleza CE - 7º Salão de Abril - menção honrosa
1956 - São Paulo SP - 5º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - prêmio aquisição
1957 - Cracóvia (Polônia) - 5ª Exposição Internacional de Cracóvia
1957 - Fortaleza CE - Salão Nacional de Artes Plásticas - 1º prêmio
1957 - São Paulo SP - 6º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - prêmio aquisição e medalha de bronze
1959 - Paris (França) - Salon Le Trait, na Sala Balzac
1959 - São Paulo SP - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1960 - Paris (França) - Jeune Gravure Contemporaine
1961 - Paris (França) - Salão de Maio
1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho
1962 - Amsterdã (Holanda) - Arte de América y España
1962 - Barcelona (Espanha) - Arte de América y España
1962 - Berna (Suíça) - Arte de América y España
1962 - Bruxelas (Bélgica) - Arte de América y España
1962 - Madri (Espanha) - Arte de América y España
1962 - Milão (Itália) - Arte de América y España
1962 - Munique (Alemanha) - Arte de América y España
1962 - Paris (França) - Arte de América y España
1962 - Paris (França) - Gravadores Brasileiros, na Galeria Valérie Schmidt
1962 - Paris (França) - Salon Le Trait, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris
1962 - São Paulo SP - Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf, no MAM/SP
1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1965 - Cracóvia (Polônia) - 5ª Exposição Internacional de Gravura
1965 - Paris (França) - Grands et Jeunes d'Aujourd'hui
1966 - Cracóvia (Polônia) - 6ª Exposição Internacional de Gravura
1966 - Florença (Itália) - 2ª Bienal de Gráfica
1966 - Havana (Cuba) - Exposição de Havana
1966 - Madri (Espanha) - Gravadores de Paris
1966 - Paris (França) - Artistas Latino-Americanos de Paris
1966 - Viana do Castelo (Portugal) - Festival de Viana do Castelo
1967 - Cracóvia (Polônia) - 7ª Exposição Internacional de Gravura
1967 - Milão (Itália) - 14ª Trienal de Milão
1968 - Menton (França) - Bienal de Menton
1968 - Nottingham (Inglaterra) - Six Latin American Countries, na Midland Art Group Gallery
1969 - Menton (França) - Arte Gráfica Século XX
1969 - Oregon (Estados Unidos) - Gravadores Contemporâneos, na Universidade de Oregon
1970 - Cracóvia (Polônia) - Exposição Internacional de Gravura
1970 - Florença (Itália) - 2ª Biennalle Internazionale della Gráfica d'Arte
1970 - Paris (França) - Salon des Realités Nouvelles
1970 - Spoleto (Itália) - 5º Festivale dei Due Mondi
1970 - Zurique (Suíça) - La Peu du Lion, na Kunsthaus Zürich
1971 - Genebra (Suíça) - A Gravura da América
1971 - São Paulo SP - 3º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1972 - Montbéliard (França) - A Arte da Multiplicação
1972 - Paris (França) - 2000 Anos de Ourivesaria Francesa: do galo romano ao pop art
1972 - Paris (França) - Criações e Técnicas, na Galerie Christofle
1972 - São Paulo SP - 6ª Jovem Arte Contemporânea, no MAC/USP
1972 - St. Etienne (França) - René Bertholo, Lourdes Castro, Esmeraldo, Guidot, no Museu de St. Etienne
1972 - Veneza (Itália) - 2000 Anos de Ourivesaria Francesa: do galo romano ao pop art
1973 - Paris (França) - Semaine Latino-Américaine de Paris, na Galerie Cefral
1974 - Paris (França) - A Idéia e a Matéria, na Galerie Denise Rene
1974 - Paris (França) - Salon Comparaisons
1974 - San Juan (Porto Rico) - Bienal de San Juan del Grabado Latino - Americano y del Caribe
1974 - San Juan (Puerto Rico) - 3ª Bienal de San Juan del Grabado Latinoamericano y del Caribe, no Instituto de Cultura Puertorriqueña
1974 - São Paulo SP - Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1974 - São Paulo SP - Prospectiva' 74, no MAC/USP
1975 - Palazzolo (Itália) - De Alexandris, Morandini, Esmeraldo e Sircana, na Galeria F22
1978 - São Paulo SP - 10º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1979 - Paris (França) - Coleção Marius Rey, no CNAC
1979 - Rio de Janeiro RJ - Escultores Brasileiros, na Galeria Aktuell
1981 - Havana (Cuba) - Arte de Nuestra América, na Galeria Latino-Americana
1981 - São Paulo SP - 13º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1982 - Penápolis SP - 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1982 - São Paulo SP - Um Século de Escultura no Brasil, no Masp
1983 - Olinda PE - 2ª Exposição da Coleção Abelardo Rodrigues de Artes Plásticas, no MAC/Olinda
1983 - Rio de Janeiro RJ - Arte na Rua 2
1984 - Belém PA - 3º Salão Arte Pará - 1º prêmio
1984 - Buenos Aires (Argentina) - Mestres do Abstracionismo Brasileiro
1984 - Curitiba PR - 6ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba, na Fundação Cultural de Curitiba
1984 - Havana (Cuba) - 1ª Bienal de Havana, no Museo Nacional de Bellas Artes
1984 - Lisboa (Portugal) - Mestres do Abstracionismo Brasileiro
1984 - Londres (Inglaterra) - Mestres do Abstracionismo Brasileiro
1984 - Paris (França) - Mestres do Abstracionismo Brasileiro
1984 - Rio de Janeiro RJ - Os Papéis do Papel, na Funarte. Centro de Artes
1984 - Roma (Itália) - Mestres do Abstracionismo Brasileiro
1984 - São Paulo SP - Geometria 84, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte
1984 - Washington (Estados Unidos) - Mestres do Abstracionismo Brasileiro
1985 - Belo Horizonte MG - Geometria Hoje, no MAP
1985 - Fortaleza CE - Aldemir Martins, Floriano Teixeira, Pietrina Checcacci, Sérgio Lima e Sérvulo Esmeraldo, na Galeria Ignez Fiuza
1985 - Penápolis SP - 6º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação das Artes de Penápolis
1985 - São Paulo SP - 16º Panorama da Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1985 - São Paulo SP - Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP
1985 - São Paulo SP - Tendências do Livro de Artista no Brasil, no CCSP
1986 - Fortaleza CE - 1ª Exposição Internacional de Esculturas Efêmeras, na Fundação Demócrito Rocha
1986 - Fortaleza CE - Esmeraldo/Krajcberg, na Arte Galeria
1986 - Fortaleza CE - Imagine: o planeta saúda o cometa, na Arte Galeria
1986 - Havana (Cuba) - 2ª Bienal de Havana
1986 - Recife PE - 1ª Mostra de Escultura e do Objeto Pernambucano, na Galeria Metropolitana
1987 - Rio de Janeiro RJ - A Gravura Brasileira: rumo ao abstracionismo, no MNBA
1987 - São Paulo SP - 19ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1988 - Campinas SP - 13º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MACC
1988 - Polomar (Venezuela) - Bienal de Polamar: esculturas efêmeras
1988 - São Paulo SP - 19º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1988 - São Paulo SP - MAC 25 Anos: aquisições e doações recentes, no MAC/USP
1989 - Belo Horizonte MG - 21º Festival de Inverno da UFMG
1989 - Fortaleza CE - 10ª Unifor Plástica
1989 - Fortaleza CE - Salão de Abril
1989 - São Paulo SP - 10 Escultores, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1990 - Curitiba PR - 9ª Artistas Convidados: litografias, na Casa Romário Martins
1990 - Fortaleza CE - 41º Salão de Abril, no Centro de Artes Visuais Raimundo Cela - Palácio da Abolição
1991 - Fortaleza CE - 42º Salão de Abril - prêmio em escultura
1991 - Fortaleza CE - Scap: 50 anos, no Imperial Othon Palace Hotel. Salão Juazeiro
1991 - São Paulo SP - A Mata, no MAC/USP
1991 - São Paulo SP - Homem e Natureza, no MAC/USP
1991 - São Paulo SP - Projeto: 100 anos de Paulista, na Casa das Rosas
1992 - Belém PA - 11º Salão Arte Pará, na Fundação Romulo Maiorana
1992 - Brasília DF - 43º Salão de Abril, na ECT Galeria de Arte
1992 - Curitiba PR - 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba/Mostra América, no Museu da Gravura
1992 - Fortaleza CE - 43º Salão de Abril, no Museu de Arte da UFC
1992 - Recife PE - 43º Salão de Abril, na Galeria Metropolitana de Arte
1992 - São Paulo SP - 43º Salão de Abril, na Casa das Rosas
1992 - São Paulo SP - A Sedução dos Volumes: os tridimensionais do MAC, no MAC/USP
1993 - João Pessoa PB - Xilogravura: do cordel à galeria, na Funesc
1993 - São Paulo SP - Obras para Ilustração do Suplemento Literário: 1956-1967, no MAM/SP
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Xilogravura: do cordel à galeria, no Metrô
1995 - Fortaleza CE - D'Aprés Dürer: gravadores cearenses, no Centro Cultural da Abolição
1996 - Brasília DF - Arte e Espaço Urbano: quinze propostas, no Ministério das Relações Exteriores. Palácio do Itamaraty
1996 - Porto Alegre RS - 1ª Sesc Escultura: exposição internacional de esculturas ao ar livre, no Sesc Campestre
1996 - Rio de Janeiro RJ - Tendências Construtivas no Acervo do MAC/USP: construção, medida e proporção, no CCBB
1996 - São Paulo SP - Ex Libris/Home Page, no Paço das Artes
1997 - Rio de Janeiro RJ - AR: exposição de artes plásticas, brinquedos, objetos e maquetes, no Paço Imperial
1997 - São Paulo SP - Diversidade da Escultura Contemporânea Brasileira, na Av. Paulista - realização Ministério da Cultura/Itaú Cultural
1997 - São Paulo SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1998 - Belo Horizonte MG - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1998 - Brasília DF - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural
1998 - Penápolis SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural
1998 - Rio de Janeiro RJ - 16º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1998 - São Paulo SP - Coleção 98 Skultura, na Skultura Galeria de Arte
1999 - Fortaleza CE - 50º Salão de Abril, no Centro Cultural da Abolição
1999 - Paris (França) - Viva Brasil, na Galerie 1900 - 2000
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura. Coleção Guita e José Mindlin no Espaço Cultural dos Correios
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura. Gravura Moderna Brasileira: acervo Museu Nacional de Belas Artes, no MNBA
1999 - São Paulo SP - Cotidiano/Arte. A Técnica, no Itaú Cultural
2000 - São Paulo SP - Arte Conceitual e Conceitualismos: anos 70 no acervo do MAC/USP, na Galeria de Arte do Sesi
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Anos: Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - Escultura Brasileira: da Pinacoteca ao Jardim da Luz, na Pinacoteca do Estado
2000 - São Paulo SP - Investigações. A Gravura Brasileira, no Itaú Cultural
2001 - Brasília DF - Investigações. A Gravura Brasileira, na Galeria Itaú Cultural
2001 - Penápolis SP - Investigações. A Gravura Brasileira, na Galeria Itaú Cultural
2002 - Fortaleza CE - Ceará Redescobre o, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
2002 - São Paulo SP - Quem Faz as Bienais, na Galeria Múltipla de Arte
2003 - Rio de Janeiro RJ - Projeto Brazilianart, na Almacén Galeria de Arte
2004 - São Paulo SP - Gesto e Expressão: o abstracionismo informal nas coleções JP Morgan Chase e MAM, no MAM/SP

Fonte: Itaú Cultural

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