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Nuno Ramos


nuno-ramos

OBRAS DO ARTISTA

 - Dois Irmãos
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Dois Irmãos

Técnica: escultura em alumí­nio fundido, sal, terra e vidro
Data: 2003
Medida: 300x300x100
Comentários: sem assinatura

Obra composta por duas peças de tamanhos distintos.

Preço: Sob Consulta
 - Homenagem a Goeldi
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Homenagem a Goeldi

Técnica: técnica mista sobre papel
Data: s.d.
Medida: 59 x 39 cm
Comentários: ass. inf. dir.
Exemplar P.A.

Preço: Sob Consulta

Leilão de Artes Online

BIOGRAFIA

Nuno Ramos (São Paulo SP 1960)

Escultor, pintor, desenhista, cenógrafo, ensaísta, videomaker.

Nuno Álvares Pessoa de Almeida Ramos cursou filosofia na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo - FFLCH/USP, de 1978 a 1982. Trabalha como editor das revistas Almanaque 80 e Kataloki, entre 1980 e 1981. Começa a pintar em 1983, quando funda o ateliê Casa 7, com Paulo Monteiro (1961), Rodrigo Andrade (1962), Carlito Carvalhosa (1961) e Fábio Miguez (1962). Realiza os primeiros trabalhos tridimensionais em 1986. No ano seguinte, recebe do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC/USP a 1ª Bolsa Émile Eddé de Artes Plásticas. Em 1992, em Porto Alegre, expõe pela primeira vez a instalação 111, que se refere ao massacre dos presos na Casa de Detenção de São Paulo (Carandiru) ocorrido naquele ano. Publica, em 1993, o livro em prosa Cujo e, em 1995, o livro-objeto Balada. Vence, em 2000, o concurso realizado em Buenos Aires para a construção de um monumento em memória aos desaparecidos durante a ditadura militar naquele país. Em 2002, publica o livro de contos O Pão do Corvo. Para compor suas obras, o artista emprega diferentes suportes e materiais, e trabalha com gravura, pintura, fotografia, instalação, poesia e vídeo.

Comentário Crítico

Nuno Ramos começa a pintar em 1982, na Casa 7, ateliê formado com os artistas Fábio Miguez (1962), Paulo Monteiro (1961), Rodrigo Andrade (1962) e Carlito Carvalhosa (1961). Na época, seus trabalhos são figurativos e gestuais, feitos com esmalte sintético sobre papel. Sua pintura é influenciada por Julian Schnabel (1951) e Anselm Kiefer (1945). A partir de 1985, passa a utilizar tinta a óleo sobre tela. A massa de tinta torna-se mais espessa e as formas, mais abstratas. No período, adquire prestígio e visibilidade. Participa da 18ª Bienal Internacional de São Paulo (1985) e da 2ª Bienal de Havana (1986).

Em 1987, exibe suas primeiras obras tridimensionais. Faz esculturas com cal, tecido e madeira. Os trabalhos mostram uma mudança em sua carreira: o interesse desloca-se de uma figuração associada ao gesto expressivo, para a composição de peças em que se relacionam materiais díspares. No ano seguinte, as superfícies de seus quadros se avolumam, tomadas por uma massa grossa e colorida, onde se amalgamam objetos de natureza distinta como madeira, pano e arame. Esse agregar de materiais projeta a superfície para os limites do suporte, transformando-o num relevo.

Na década de 1990, desenvolve as suas primeiras instalações. Nelas também reúne materiais de naturezas distintas. Dispõe esculturas, imagens fotográficas, textos e outros objetos incorporados no espaço. Em 1992, realiza 111, onde aborda a brutalidade do massacre de 111 detentos na Casa de Detenção de São Paulo (Carandiru), ocorrido no mesmo ano. Em 1996, expande a área em que seu trabalho se mostra e realiza o projeto ambiental Matacão. O artista insere pedras em covas ao ar livre, na Zona Rural de Orlândia, São Paulo.

Ao mesmo tempo, realiza peças de mármore e granito com vaselina, como Manorá, 1997/1999 e faz telas cada vez maiores. Em 2002, mostra o seu primeiro filme, Luz Negra, em homenagem ao cantor e compositor Nélson Cavaquinho (1910 - 1986). No ano seguinte, instala grandes peças de areia no Museu de Arte da Pampulha - MAP, em Belo Horizonte, e no Museu do Açude, no Rio de Janeiro.

Críticas

"Gestar, justapor, aludir, duplicar são quatro modos que Nuno Ramos encontrou para salientar e problematizar a invenção na arte. É através deles que construiu, para além das variações estilísticas ou de aparência visual mais imediata, um invariante poético. O artista nunca se afastou de uma poética que, para onde quer que se desvie, sempre buscou dar continuidade ao descontínuo e, nesse movimento, expor a tensão entre ambos. É assim que ao investigar o fazer pelo gesto procura continuá-lo como tal na pintura apesar da descontinuidade intransponível entre um gesto e a marca que ele deixa. Ou que, ao destacar o fazer por justaposição, não cria colagens com elementos discretos, mas amálgamas ou fusões das mais diversas coisas, em que há um contínuo ato de agregar. Do mesmo modo, quando alude a potências cósmicas como criadoras das obras, garante uma continuidade entre elas e seus vestígios sensíveis através de um hábil contraponto entre o evidente e o enigmático. Já, quando aborda o fazer pela relação entre modelo e cópia, as diferentes escalas ganham fluidez e continuidade no jogo da imaginação que é oferecido ao espectador. Mas, se a fórmula 'dar continuidade ao descontínuo' soar abstrata - como se fosse um problema matemático, filosófico -, talvez baste, para torná-la concreta, olhar uma de suas obras, em que qualquer destroço, fragmento, resto, no fim das contas, mas só no fim das contas, é salvo de seu naufrágio. E quem sabe mesmo experimentar o sentimento único, próprio da arte e de não muito mais, de que os retalhos, a descontinuidade e a finitude da vida deságuam num curso maior, ininterrupto e contínuo como o suceder das gerações".
Alberto Tassinari
TASSINARI, Alberto. Gestar, justapor, aludir, duplicar.  In: TASSINARI, Alberto; MAMMÌ, Lorenzo; NAVES, Rodrigo. Nuno Ramos. São Paulo: Ática, 1997, p. 16-29.

"O tempo desses trabalhos não é o tempo da sucessão, que permite que as coisas se acumulem. Ele é antes um tempo poroso, que opera no interior de um presente extensivo, a criar reiteradamente a sua própria suspensão, anulando um após o outro todos os movimentos sucessivos. Com isso, é o próprio processo de conformação que é colocado em xeque. Se na tradição moderna em boa medida a forma era obtida a partir de uma concepção fenomenológica da matéria - o que não a impedia de ter uma presença até então desconhecida -, e conseqüentemente de uma construtividade que era dada na própria relação perceptiva, num embate em que a resistência dos elementos era simétrica ao poder de formalização do sujeito, agora temos como que uma pulverização deste nexo por uma maleabilidade excessiva da matéria que inviabiliza passivamente as próprias tentativas de estruturação. De certo modo, a trama de madeira é uma teatralização desse drama".
Rodrigo Naves
NAVES, Rodrigo. Em Pó.  In: TASSINARI, Alberto; MAMMÌ, Lorenzo; NAVES, Rodrigo. Nuno Ramos. São Paulo: Ática, 1997, p. 184-185.

"Seus trabalhos respeitam os campos delimitados das práticas artísticas, são pinturas ou esculturas, e até acentuam, se bem que de modo oblíquo, a diferença entre os dois gêneros: um recente ciclo de esculturas, brancas e assépticas como uma coleção de gessos, contrapõe-se, nesse sentido, à explosão da matéria pictórica nos últimos quadros. No entanto, por mais que estejam instaladas no centro de um domínio artístico, essas obras revelam um certo mal-estar, uma instabilidade, uma fragilidade sobretudo física: nas esculturas, a matéria compacta é substituída pelo pó de cal, sempre a ponto de desfazer-se ou de desabar sobre si mesma; nas pinturas, os diferentes materiais continuam a reagir uns sobre os outros, não se estabilizam, não 'secam'. A inquietude congênita desvirtualiza a obra como objeto. O que vemos é apenas o resultado precário de um processo, um momento de êxtase que por pouco não se quebra. A superfície úmida dos quadros denuncia que o objeto de arte, a obra como em geral a entendemos, ainda não está pronta, e não o estará nunca. (...) 
Para que a obra possa cumprir sua promessa, ela deve antes de mais nada abolir a certeza de que haverá, de um modo ou de outro, uma aparição. Deve ser capaz de anular a parede, o espaço, a liturgia que a santificam. São justamente os problemas com os quais a vanguarda dos anos 60 e 70 se deparou à exaustão. Mas diversas obras recentes, entre essas aquelas de Nuno Ramos, mostram que essas questões podem ser retomadas nos limites do trabalho pictórico, sem perder sua tensão. (...) É graças ao abandono da forma que os quadros de Nuno Ramos possibilitam uma experiência estética. A obra se subtrai ao olhar porque são abolidos os filtros através dos quais organizamos nossa visão. Oferece-se sem defesa, e assim se esconde - tão concreta que se torna inalcançável.  (...) As esculturas de cal não podiam ser tocadas sem desfazer-se, e tornavam-se  assim inatingíveis, como se estivessem fechadas num campo magnético - essas pinturas não podem nem ser olhadas, sem que o olhar se afunde no corpo do quadro, se atole. A impossibilidade de uma manipulação, ainda que enquanto estratégia visual, restitui à obra uma aura, uma sacralidade - mas é uma sacralidade diferente daquela tradicional: ela assinala que, se a arte retornou às galerias, retornou, porém, irredutivelmente estrangeira. Não se articula mais numa hierarquia de valores, suspende-os: é um buraco negro".
Lorenzo Mammì
MAMMÌ, Lorenzo. Nuno Ramos. In: TASSINARI, Alberto; MAMMÌ, Lorenzo; NAVES, Rodrigo. Nuno Ramos. São Paulo: Ática, 1997, p. 188-189.

"A complexa utilização dos mais diversos materiais - parafina, vaselina, terebentina. feltro, papel, cera, linhaça, barro, sal, pano, corda, lâmina de alumínio, esmalte sintético, mármore, vidro, breu - cria uma mistura densa graças à livre disposição de seus elementos constitutivos. O trabalho resulta numa espécie de campo ativo, através do deslocamento constante desses elementos, sugerindo uma busca descontínua que progride por dificuldades, incompatibilidades e oposições. Suas obras revelam-se, assim, experiências multidirecionadas, traçando uma imensa arena cultural onde ficam expostos os conflitos. Nestas superfícies receptivas a tantos e tantos sentidos, ficamos sem saber precisar o que os retém, o que os afasta, o que os amalgama, enfim, o que os determina. Esta conjugação de elementos difusos forma uma espécie de poema sinfônico contemporâneo de harmonias dissonantes com rápidas alterações de ritmos, sem qualquer centro tonal ou estruturas temáticas".
Vanda Mangia Klabin
KLABIN, Vanda Mangia. Apresentação ao catálogo Nuno Ramos. Rio de Janeiro, Centro de Arte Hélio Oiticica, 1999/São Paulo, Museu de Arte Moderna, 2000, p 6.

Depoimentos

"Eu confundo um pouco o que é arte com por que sou artista. É quase uma ferramenta, um modo de você ter acesso a alguma coisa - uma coisa que parece mais verdadeira que outra. E é você fazer com que aquilo que você tem acesso, tenha corpo, não seja uma coisa que passa, que vai embora. É lógico ter acesso a diversas coisas, fazendo, dançando, jogando futebol. Com arte você tem condições de estancar isso, de tornar aquilo uma coisa real, uma coisa materializável e que se modifica também com o tempo. Quase uma vontade de materializar uma cócega existencial, uma coisa indefinida, uma ansiedade, uma vontade, uma ambição, uma vontade de falar de tudo, de poder ser autor de uma coisa memorável. (...) 
Por não ter uma novidade clara, a arte agora tem uma força muito enigmática. A força vem da pintura, são grupos superpicassianos, nem um pouco evolutivos. Deixamos de lado a preocupação com o caminho para o novo. A novidade está muito confusa e difícil de localizar. Fora isso, há um interesse geral por uma coisa de peso, bruta, crua. Há uma tentativa de infringir o que seria um pensamento estético. (...) 
Num grupo de trabalho, como é a 'Casa 7', você precisa marcar posição e isso gera diversos conflitos. Um deles está ligado à questão da novidade. Cada um acaba usando um pouco o mundo do outro, e isso às vezes é perigoso, chato. Causa dificuldades, ciúmes até. Mas eu acredito que dessa grande competição interna o trabalho acaba saindo mais forte".
Nuno Ramos
RAMOS, Nuno. Por que sou artista? In: Arte em São Paulo, São Paulo, n. 29, mar.  1985, n. p.

"Pus todos juntos: água, alga, lama, numa poça vertical como uma escultura, costurada por seu próprio peso. Pedaços do mundo (palavras principalmente, palavras) refletiam-se ali e a cor dourada desses reflexos dava uma impressão intocada de realidade. O som horrível de uma serra saía de dentro da poça e completava o ritual, como uma promessa (pela qual eu esperava, atento) que fosse conhecimento e revelação. Foi então, como se suasse, que algumas gotas apareceram em sua superfície e escorreram, primeiro lentas e depois aos goles, numa asfixia movediça que trouxe o interior à superfície e desfez em pedaços a suspensão e a paralisia. E feita sujeira, aos meus pés, era uma lamento do que eu tinha visto e perdido".
Nuno Ramos
RAMOS, Nuno. Cujo. Rio de Janeiro, Editora 34, 1993, p. 9.

Acervos

Coleção Museu de Arte Contemporânea de São Paulo
Coleção Museu de Arte Moderna de São Paulo
Coleção Museu de Arte Moderna de Brasília
Coleção Museu de Arte Moderna de Porto Alegre
Coleção Charles Cosac
Coleção Beatriz Bracher
Coleção Dulce e João de Figueiredo Ferraz - Ribeirão Preto, São Paulo
Coleção Escola Panamericana de Artes
Coleção fernando Altério - São Paulo
Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ
Coleção Isabella Prata
Coleção João Pedrosa
Coleção José Zaragosa
Coleção Karla Camargo
Coleção Marcantonio Vilaça
Coleção Maria Helena e Antonio Carlos Vianna de Barros
Coleção Nacional Engenharia S/A
Coleção Pedro Tassinari Filho
Coleção Raquel Arnaud
Coleção Raymon Louis Rebetez
Coleção Rodrigo Barroso

Exposições Individuais

1983 - São Paulo SP - Individual, no Sesc Vila Nova
1987 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Funarte
1988 - São Paulo SP - Individual, no MAC/USP
1988 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Funarte
1990 - Amsterdã (Holanda) - Individual, na Pulitzer Art Gallery
1990 - São Paulo SP - Individual, no CCSP
1990 - São Paulo SP - Individual, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1991 - Belo Horizonte MG - Individual, na Gesto Gráfico Galeria de Arte
1991 - São Paulo SP - Individual, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1992 - Assunção (Paraguai) - Individual, no Centro de Estudos Brasileiros. Sala Lívio Abramo
1992 - Porto Alegre RS - 111, no Instituto Estadual de Artes Visuais
1992 - Porto Alegre RS - Nuno Ramos: pinturas, no MAC/RS
1993 - São Paulo SP - 111, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1994 - São Paulo SP - Montes, no Sesc Pompéia
1995 - Nova York (Estados Unidos) - Milky Way, na Brooke Alexander
1996 - Orlândia SP - Matacão (obra permanente)
1996 - São Paulo SP - Para Goeldi, no As Studio
1996 - Vitória ES - As Vezes, na Ufes. Galeria de Arte e Pesquisa
1997 - Assunção (Paraguai) - Manorá, no Centro de Estudos Brasileiros
1997 - São Paulo SP - Afogadas, no Masp
1997 - Rio de Janeiro RJ - Afogadas, no Centro de Arte Hélio Oiticica
1998 - Madri (Espanha) - Noites Brancas, na Arco
1998 - Rio de Janeiro RJ - Fungos, no Museus Castro Maya. Museu da Chácara do Céu
1998 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Funarte
1998 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Paço Imperial, Projeto Atelier Finep
1998 - São Paulo SP - Fungos, na Galeria Camargo Vilaça
1999 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Centro de Arte Hélio Oiticica
2000 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP
2002 - São Paulo SP - Luz Negra, na Galeria Fortes Vilaça
2002 - São Paulo SP - Individual, no Centro Universitário Maria Antonia
2003 - Belo Horizonte MG - Individual, no MAP
2003 - São Paulo SP - Individual, no CCSP
2004 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Silvia Cintra Galeria de Arte
2004 - São Paulo SP - Morte das Casas, no CCBB

Exposições Coletivas

1984 - Fortaleza CE - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas
1984 - Piracicaba SP - 16º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba
1984 - Rio de Janeiro RJ - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1984 - São Paulo SP - 2º Salão Paulista de Arte Contemporânea, no MIS/SP - prêmio aquisição
1984 - São Paulo SP - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas - prêmio viagem ao exterior
1984 - São Paulo SP - Arte na Rua 2
1984 - São Paulo SP - Grupo Casa 7 e Sérgio Fingermann, no CCSP
1984 - São Paulo SP - Painéis, no Paço das Artes
1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ
1985 - Rio de Janeiro RJ - Casa 7: pintura, no MAM/RJ
1985 - São Paulo SP - 12 Artistas Paulistas, no Subdistrito Comercial de Arte
1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1985 - São Paulo SP - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas
1985 - São Paulo SP - Casa 7: pintura, no MAC/USP
1986 - Buenos Aires (Argentina) - 1ª Bienal Latino Americana de Arte sobre Papel, no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires - itinerante
1986 - Havana (Cuba) - 2ª Bienal de Havana
1986 - Nova Délhi (Índia) - 6ª Trienal de Nova Délhi - 1º prêmio
1987 - Belém PA - Salão Arte Pará, no Museu do Estado do Pará
1987 - Paris (França) - Modernidade: arte brasileira no século XX, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris de la Ville de Paris
1988 - Leverkusen (Alemanha) - Brasil Já, no Museum Morsbroich
1988 - São Paulo SP - Anos 80, na Arco Arte Contemporânea Galeria Bruno Musatti
1988 - São Paulo SP - Homenagem a Carlos Ziccardi, na Galeria Subdistrito
1988 - São Paulo SP - MAC 25 Anos: aquisições e doações recentes, no MAC/USP
1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP
1988 - Stuttgart (Alemanha) - Brasil Já, na Galerie Landesgirokasse
1989 - Hannover (Alemanha) - Brasil Já, no Sprengel Museum
1989 - Jaú SP - Jaú e Arte: um compromisso
1989 - São Paulo SP - 10 Artistas, no Atelier Fortunato
1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1990 - Brasília DF - Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no Museu de Arte de Brasília
1990 - São Paulo SP - Programa Anual de Exposições de Artes Plásticas, no CCSP
1991 - Belo Horizonte MG - Estruturas Metálicas Brasileiras, no Galpão Embra
1991 - Caracas (Venezuela) - Brasil: la nueva generación, na Fundación Museo de Bellas Artes
1991 - Cuenca (Equador) - 3ª Bienal Internacional de Cuenca
1991 - Curitiba PR - 80/90 Formas Tridimensionais: a questão orgânica, no Museu Municipal de Arte
1991 - São Paulo SP - BR/80. pintura Brasil década 80, na Itaugaleria
1992 - Paris (França) - Latin American Artists of the Twentieth Century, no Centre Georges Pompidou
1992 - Rio de Janeiro RJ - 10 Artistas Paulistas, no MAM/RJ
1992 - Rio de Janeiro RJ - Brazilian Contemporary Art, na EAV/Parque Lage
1992 - São Paulo SP - A Sedução dos Volumes: os tridimensionais do MAC, no MAC/USP
1992 - São Paulo SP - Brazilian Contemporary Art, no MAC/USP
1992 - São Paulo SP - João Sattamini/Subdistrito, na Casa das Rosas
1992 - São Paulo SP - Quatro Artistas da Coleção Marcantônio Vilaça, na Casa das Rosas
1992 - São Paulo SP - Semana da Semana, no Theatro Municipal
1992 - Sevilha (Espanha) - Latin American Artists of the Twentieth Century, na Estación Plaza de Armas
1993 - Colônia (Alemanha) - Latin American Artists of the Twentieth Century, na Kunsthalle Kologne
1993 - Nova York (Estados Unidos) - Latin American Artists of the Twentieth Century, no MoMA
1993 - Porto Alegre RS - Anti Corpo, no Margs
1993 - São Paulo SP - A Arte Brasileira no Mundo, uma Trajetória: 24 artistas brasileiros, na Dan Galeria
1993 - São Paulo SP - Poética, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1994 - São Paulo SP - 22ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - A Fotografia Contaminada, no CCSP
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Coletiva de Esculturas, no Espaço Namour
1995 - Curitiba PR - 11ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba, na Fundação Cultural de Curitiba. Solar do Barão
1995 - Londrina PR - Arte Brasileira: confrontos e contrastes, no Pavilhão Internacional Octávio Cesário Pereira Júnior
1995 - São Paulo SP - Anos 80: o palco da diversidade, na Galeria de Arte do Sesi
1995 - Veneza (Itália) - 46ª Bienal de Veneza
1996 - Niterói RJ - Arte Contemporânea Brasileira na Coleção João Sattamini, noMAC/Niterói
1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira Contemporânea: doações recentes/96, no MAM/SP
1996 - São Paulo SP - Coletiva, na Galeria Camargo Vilaça
1996 - São Paulo SP - O Excesso, no Paço das Artes
1997 - Belém PA - 16º Salão Arte Pará, no Museu do Estado do Pará. Palácio Lauro Sodré
1997 - Belém PA - Arte Pará: fronteiras, no Museu de Arte do Belém
1997 - Cidade do México (México) - Así está la Cosa: instalación y arte objeto en America Latina, no Centro Cultural Arte Contemporáneo
1997 - Ciudad Bolívar (Venezuela) - 5ª Bienal Nacional de Arte Guayana, no Museo de Arte Jesús Soto
1997 - Curitiba PR - A Arte Contemporânea da Gravura, no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba
1997 - Guayana (Venezuela) - 5ª Bienal Nacional de Arte de Guayana
1997 - São Paulo SP - 3ª United Artists: luz, na Casa das Rosas
1997 - São Paulo SP - Diversidade da Escultura Contemporânea Brasileira, na Avenida Paulista - realização Ministério da Cultura/Itaú Cultural
1997 - São Paulo SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1998 - Belo Horizonte MG - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1998 - Brasília DF - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural
1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no MAC/Niterói
1998 - Penápolis SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, na Galeria Itaú Cultural
1998 - Ribeirão Preto SP - As Dimensões da Arte Contemporânea, no Museu de Arte de Ribeirão Preto Pedro Manuel-Gismondi
1998 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo: doações recentes 1996-1998, no CCBB
1998 - São Paulo SP - Canibáliafetiva, na A Estufa
1998 - São Paulo SP - Fronteiras, no Itaú Cultural
1998 - São Paulo SP - Navegar é Preciso, no CCSP
1998 - São Paulo SP - O Colecionador, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Masp
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura: Gravura Moderna Brasileira: acervo Museu Nacional de Belas Artes, no MNBA
1999 - São Paulo SP - Figuras, no MAM/SP
1999 - São Paulo SP - Por que Duchamp?, no Paço das Artes
2000 - Curitiba PR - 12ª Mostra da Gravura de Curitiba. Marcas do Corpo, Dobras da Alma
2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20: arte do Brasil, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
2000 - Niterói RJ - Pinturas na Coleção João Sattamini, no MAC/Niterói
2000 - São Paulo SP - Escultura Brasileira: da Pinacoteca ao Jardim da Luz, na Pinacoteca do Estado
2000 - São Paulo SP - Fim de Milênio: os anos 90 no MAM, no MAM/SP
2000 - São Paulo SP - Investigações. O Trabalho do Artista, no Itaú Cultural
2001 - Barra Mansa RJ - O Olhar Hedonista, na UBM
2001 - Oxford (Reino Unido) - Experiment Experiência: art in Brazil 1958-2000, no Museum of Modern Art
2001 - Recife PE - Políticas de la Diferencia: arte iberoamericano fin de siglo, no Centro de Convenções de Pernambuco
2001 - Rio de Janeiro RJ - A Imagem do Som de Antônio Carlos Jobim, no Paço Imperial
2001 - Rio de Janeiro RJ - Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no Paço Imperial
2001 - Rio de Janeiro RJ - O Espírito de Nossa Época, no MAM/RJ
2001 - São Paulo SP - Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no MAM/SP
2001 - São Paulo SP - O Espírito de Nossa Época, no MAM/SP
2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural
2002 - Brasília DF - Fragmentos a Seu Ímã, no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio
2002 - Niterói RJ - Diálogo, Antagonismo e Replicação na Coleção Sattamini, no MAC/Niterói
2002 - Passo Fundo RS - Gravuras: Coleção Paulo Dalacorte, no Museu de Artes Visuais Ruth Schneider
2002 - Porto Alegre RS - Gravuras: Coleção Paulo Dalacorte, no Museu do Trabalho
2002 - Porto Alegre RS - Violência e Paixão, no Santander Cultural
2002 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Mostra Rio Arte Contemporânea, no MAM/SP
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 - São Paulo SP - Mapa do Agora: arte brasileira recente na Coleção João Sattamini do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Instituto Tomie Ohtake
2002 - São Paulo SP - Ópera Aberta: celebração, na Casa das Rosas
2002 - São Paulo SP - Paralela, no Galpão localizado na Avenida Matarazzo, 530
2002 - São Paulo SP - Rotativa Fase 2, na Galeria Fortes Vilaça
2002 - Toronto (Canadá) - Ultrabaroque: aspects of post-Latin American Art, na Art Gallery of Ontario
2003 - São Paulo SP - 2080, no MAM/SP
2003 - São Paulo SP - Arte e Sociedade: uma relação polêmica, no Itaú Cultural
2003 - São Paulo SP - MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no MAC/USP
2003 - São Paulo SP - Marcantonio Vilaça - Passaporte Contemporâneo, no MAC/USP
2003 - Vila Velha ES - O Sal da Terra, no Museu Vale do Rio Doce
2004 - Rio de Janeiro RJ - Arte Contemporânea Brasileira nas Coleções do Rio, no MAM/RJ
2004 - Rio de Janeiro RJ - Novas Aquisições 2003: Coleção Gilberto Chateubriand, no MAM/RJ
2004 - Rio de Janeiro RJ - Onde Está Você, Geração 80?, no CCBB
2004 - São Paulo SP - Afinidades e Diversidades, na Avenida Roque Petroni Jr., 630
2004 - São Paulo SP - Arte Contemporânea no Acervo Municipal, no CCSP
2004 - São Paulo SP - Arte Contemporânea: uma história em aberto, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
2004 - São Paulo SP - Bazar de Verão, na Galeria Fortes Vilaça

Fonte: Itaú Cultural

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