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José Antônio da Silva


OBRAS DO ARTISTA

 - Cavalgada Nupcial
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Cavalgada Nupcial

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1974
Medida: 40 x 50 cm
Comentários: ass. inf. dir.


Preço: Sob Consulta
 - Vaso de Flores
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Vaso de Flores

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1952
Medida: 49 x 39 cm
Comentários: ass. inf. dir.


Preço: Sob Consulta
 - Dormindo com as Baratas
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Dormindo com as Baratas

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1950
Medida: 50 x 59 cm
Comentários: ass. inf. centro


Preço: Sob Consulta
 - Trem
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Trem

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1980
Medida: 70 x 100 cm
Comentários: ass. inf. dir.

Preço: Sob Consulta
 - Nascimento de Cristo
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Nascimento de Cristo

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1981
Medida: 30 x 40 cm
Comentários: ass. ao centro

Preço: Sob Consulta
 - Fazenda
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Fazenda

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1970
Medida: 45,5 x 62,5 cm
Comentários: ass. inf. dir.

Preço: Sob Consulta
 - Auto Retrato
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Auto Retrato

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1972
Medida: 70 x 50 cm
Comentários: ass. inf. esq.

Preço: Sob Consulta
 - Fazenda
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Fazenda

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1965
Medida: 65x100 cm
Comentários: ass. inf. dir.

Preço: Sob Consulta
 - Mulher Nua
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Mulher Nua

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1980
Medida: 50x70 cm
Comentários: Ass. Inf. Dir.

Preço: Sob Consulta
 - Cavalgada
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Cavalgada

Técnica: guache sobre papel
Data: 1977
Medida: 22 x 30
Comentários:

Preço: Sob Consulta

Leilão de Artes Online

BIOGRAFIA

José Antônio da Silva (Sales de Oliveira SP 1909 - São Paulo SP 1996)

Pintor, desenhista, escritor, escultor, repentista.

Trabalhador rural, de pouca formação escolar, é autodidata. Em 1931, muda-se para São José do Rio Preto, São Paulo. Participa da exposição de inauguração da Casa de Cultura da cidade, em 1946, quando suas pinturas chamam atenção dos críticos Lourival Gomes Machado (1917-1967), Paulo Mendes de Almeida (1905-1986) e do filósofo João Cruz e Costa. Dois anos depois, realiza mostra individual na Galeria Domus, em São Paulo. Nessa ocasião Pietro Maria Bardi (1900-1999), diretor do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), adquire seus quadros e deposita parte deles no acervo do museu. O Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP) edita seu primeiro livro, Romance de Minha Vida, em 1949. Na 1ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1951, recebe prêmio aquisição do Museum of Modern Art (MoMA) [Museu de Arte Moderna] de Nova York. Em 1966, Silva cria o Museu Municipal de Arte Contemporânea de São José do Rio Preto e grava dois LPs, ambos chamados Registro do Folclore Mais Autêntico do Brasil, com composições de sua autoria. No mesmo ano, ganha Sala Especial na 33ª Bienal de Veneza. Publica ainda os livros Maria Clara, 1970, com prefácio do crítico literário Antônio Candido (1918) Alice, 1972 Sou Pintor, Sou Poeta, 1982 e Fazenda da Boa Esperança, 1987. Transfere-se de São José do Rio Preto para São Paulo, em 1973. Em 1980, é fundado o Museu de Arte Primitivista José Antônio da Silva (MAP), em São José do Rio Preto, com obras do artista e peças do antigo Museu Municipal de Arte Contemporânea.

Comentário Crítico

Autodidata de formação, José Antônio da Silva exerce várias atividades, entre elas a de trabalhador rural, até o seu trabalho como artista ser descoberto em 1946, durante exposição na Casa de Cultura, em São José do Rio Preto, despertando o interesse de críticos de arte que participavam do evento. Suas primeiras pinturas possuem cores frias e escuras. A partir de 1948, realiza paisagens de caráter mais lírico, empregando uma gama cromática mais viva e variada. Expõe nas três primeiras edições da Bienal Internacional de São Paulo, e nessa época, sua obra revela a influência pela pincelada vibrante de Vicent van Gogh (1853-1890), em 1955, passa a realizar quadros baseado no pontilhismo, nos quais os pontos ou traços de cor proporcionam destaque a matéria, como em Espantalhos diante da Paisagem (1956).

Apresenta em suas telas espaços amplos, abertos e temas ligados a vida no campo, como o algodoal, os cafezal e o boi no pasto, que acabam tornando-se sua produção mais conhecida. Como nota o crítico P.M. Bardi, o artista revela grande espontaneidade na abstração dos detalhes em suas telas, onde, por exemplo, fileiras de pontos brancos indicam o algodoal. Destacam-se em sua obra o desenho expressivo, o senso da cor e o caráter de fantasia. Silva percorre uma grande variedade de temas: natureza-morta, pintura sacra, marinha, pintura histórica e de gênero. Algumas telas possuem um tom irônico. Nos quadros realizados a partir da década de 1970, o artista cria maior distinção entre a figura e o plano de fundo, empregando também grandes planos de cores.

Fonte: Itaú Cultural

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