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José Antônio da Silva


OBRAS DO ARTISTA

 - Melancia
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Melancia

Técnica: técnica mista sobre papel
Data: 1966
Medida: 32 x 43 cm
Comentários: ass. inf. esq.


Preço: Sob Consulta
 - Fazenda de Bois
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Fazenda de Bois

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1978
Medida: 55 x 79,5 cm
Comentários: ass. inf. dir.


Preço: Sob Consulta
 - Trem
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Trem

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1980
Medida: 70 x 100 cm
Comentários: ass. inf. dir.


Preço: Sob Consulta
 - Se o Boi Soubesse a Força que tem Adeus Bicho Homem
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Se o Boi Soubesse a Força que tem Adeus Bicho Homem

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1979
Medida: 50 x 70 cm
Comentários: ass. inf. esq.


Preço: Sob Consulta
 - Nascimento de Cristo
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Nascimento de Cristo

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1981
Medida: 30 x 40 cm
Comentários: ass. ao centro

Preço: Sob Consulta
 - Fazenda
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Fazenda

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1970
Medida: 45,5 x 62,5 cm
Comentários: ass. inf. dir.

Preço: Sob Consulta
 - Auto Retrato
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Auto Retrato

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1972
Medida: 70 x 50 cm
Comentários: ass. inf. esq.

Preço: Sob Consulta
 - Mulher Nua
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Mulher Nua

Técnica: óleo sobre tela
Data: 1980
Medida: 50x70 cm
Comentários: Ass. Inf. Dir.

Preço: Sob Consulta
 - Cavalgada
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Cavalgada

Técnica: guache sobre papel
Data: 1977
Medida: 22 x 30
Comentários:

Preço: Sob Consulta

Leilão de Artes Online

BIOGRAFIA

José Antônio da Silva (Sales de Oliveira SP 1909 - São Paulo SP 1996)

Pintor, desenhista, escritor, escultor, repentista.

Trabalhador rural, de pouca formação escolar, é autodidata. Em 1931, muda-se para São José do Rio Preto, São Paulo. Participa da exposição de inauguração da Casa de Cultura da cidade, em 1946, quando suas pinturas chamam atenção dos críticos Lourival Gomes Machado (1917-1967), Paulo Mendes de Almeida (1905-1986) e do filósofo João Cruz e Costa. Dois anos depois, realiza mostra individual na Galeria Domus, em São Paulo. Nessa ocasião Pietro Maria Bardi (1900-1999), diretor do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), adquire seus quadros e deposita parte deles no acervo do museu. O Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP) edita seu primeiro livro, Romance de Minha Vida, em 1949. Na 1ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1951, recebe prêmio aquisição do Museum of Modern Art (MoMA) [Museu de Arte Moderna] de Nova York. Em 1966, Silva cria o Museu Municipal de Arte Contemporânea de São José do Rio Preto e grava dois LPs, ambos chamados Registro do Folclore Mais Autêntico do Brasil, com composições de sua autoria. No mesmo ano, ganha Sala Especial na 33ª Bienal de Veneza. Publica ainda os livros Maria Clara, 1970, com prefácio do crítico literário Antônio Candido (1918); Alice, 1972; Sou Pintor, Sou Poeta, 1982; e Fazenda da Boa Esperança, 1987. Transfere-se de São José do Rio Preto para São Paulo, em 1973. Em 1980, é fundado o Museu de Arte Primitivista José Antônio da Silva (MAP), em São José do Rio Preto, com obras do artista e peças do antigo Museu Municipal de Arte Contemporânea.

Comentário Crítico

Autodidata de formação, José Antônio da Silva exerce várias atividades, entre elas a de trabalhador rural, até o seu trabalho como artista ser descoberto em 1946, durante exposição na Casa de Cultura, em São José do Rio Preto, despertando o interesse de críticos de arte que participavam do evento. Suas primeiras pinturas possuem cores frias e escuras. A partir de 1948, realiza paisagens de caráter mais lírico, empregando uma gama cromática mais viva e variada. Expõe nas três primeiras edições da Bienal Internacional de São Paulo, e nessa época, sua obra revela a influência pela pincelada vibrante de Vicent van Gogh (1853-1890), em 1955, passa a realizar quadros baseado no pontilhismo, nos quais os pontos ou traços de cor proporcionam destaque a matéria, como em Espantalhos diante da Paisagem (1956).

Apresenta em suas telas espaços amplos, abertos e temas ligados a vida no campo, como o algodoal, os cafezal e o boi no pasto, que acabam tornando-se sua produção mais conhecida. Como nota o crítico P.M. Bardi, o artista revela grande espontaneidade na abstração dos detalhes em suas telas, onde, por exemplo, fileiras de pontos brancos indicam o algodoal. Destacam-se em sua obra o desenho expressivo, o senso da cor e o caráter de fantasia. Silva percorre uma grande variedade de temas: natureza-morta, pintura sacra, marinha, pintura histórica e de gênero. Algumas telas possuem um tom irônico. Nos quadros realizados a partir da década de 1970, o artista cria maior distinção entre a figura e o plano de fundo, empregando também grandes planos de cores.

Críticas

"Numa primeira fase, a pintura de José Antônio da Silva caracteriza-se pelo colorido sombrio, a atmosfera cinzenta, carregada de certa angústia. Já em 1948 e 1949, realizava exposições individuais na Galeria Domus (São Paulo). É a segunda fase de sua pintura, onde aparecem os tons rosados e azulados, enquanto que nas paisagens surgem as tonalidades avermelhadas, além de um elemento lírico. Por volta de 1955 inicia-se a terceira fase de sua pintura, considerada pontilhista. É um período marcado por acontecimentos dramáticos, como a recusa de seus trabalhos em uma das bienais de São Paulo. Ao contrário do pontilhismo europeu, o de Silva é um elemento construtivo que faz a matéria vibrar, e não a luz ou a atmosfera. A quarta e última fase de sua pintura, de formas simplificadas e concentradas, é marcada também pelos coloridos crus e violentos. No entanto, a reunião das quatro fases da pintura de José Antônio da Silva mostra, em todas elas, uma característica comum: o movimento. Suas telas se abrem em espaços amplos, aparecendo em primeiro plano a cena - teatro, dança, animais, cafezais e os intermináveis algodoais (...) Chama a atenção a espontaneidade do artista em abstrair os detalhes: fileiras de pontos brancos assemelham-se a floridos algodoais, e traços negros esparramados sobre um fundo cor de terra são autênticos troncos derrubados".
Pietro Maria Bardi
MUSEU de Arte de São Paulo. Rio de Janeiro: Instituto Nacional de Artes Plásticas, 1981.

Depoimentos

"Estão percorrendo todo Europa
Para todos apreciar
Mostrando as verdes peroba
E as praias linda do mar

As toras em cima do carro
O carreiro alegre trabalhando
O pasto molhado de orvalho
O carro triste cantando.

Mostrei o canavial
Mostrei o engenho de cana
Mostrei o cafezal
Mostrei as morenas bacana.

Lá foi o cateretê
O caboclo alegre sapateando
Para o mundo todo ver
O maior primitivo pintando.

Eu pinto a lavoura
Também pinto as pastaria
Pinto a empregada e a patroa
Pinto a Joana e a Maria.

Pinto carroça e carreta
Pinto carro e carretão
Pinto o pedreiro na picareta
Pinto o colono no enxadão.

(...)

Eu sou primitivo
Já nasci pintor
Quando mais eu vivo
Mais pinto com amor".
José Antônio da Silva
SILVA, José Antônio da. Sou pintor, sou poeta. São Paulo: Kosmos, 1982. p. 111.

"Leian com muita atençaõ esta aula do Silva que sou eu mesmo. nasci errado e estou certo. para ser um bom artista ou pintor tem que nascer sabendo. Eu não durmo com o olho de ninguém. tenho horror a velhice. não confio em ninguem. levanto cedo e deito cedo. amanhan é sempre outro dia. ja nasci analnafabeto e sou um enquelectual. a vida não é so vida tem algo mais. pratico jinastica e de manhan corro mais do que um cavallo. gosto muito do mar e nado muito. tomo banho de sol todos os dias. não bebo e nem fumo. eu mesmo sou o meu medico. quero viver e chegar aos 100 anos. tenho muita força de vontade. sempre ajii sozinho sem ajuda de ninguem. meu deuz é a natureza e o resto é embrulho. nois somos Encantado e o mundo é um encanto. toda mulher é Flor da espinho Carinho e amor. quem não ama, não vive. Eu como amo estou vivendo. pinto de manhan até as 11 horas. Repouzo 3 horas por dia. Frecuento a picina e adoro um rabo de saia. as mulheres são remedio para os homens. quem não ama não esta vivendo e sim vejetando. quem nunca amou na vida não morreu não é nada. não tenho comprecto de enferioridade. sou eu mesmo. me criei no rabo do boi no meio dos urubus. porisso é que todos os meus quadros tem urubus. so falo a verdade e o que sinto. não sou simpre e nem convencido. vivo e ajo a minha moda. isto que escrevi é pura Filozofia da vida e do mundo. Estamos no meio das grandezas e continuamos com os olhos vendados". (sic)
José Antônio da Silva, 4 de agosto de 1976
SANT'ANNA, Romildo. Silva: quadros e livros, um artista caipira. São Paulo: Unesp, 1993.

Exposições Individuais

1948 - São Paulo SP - Primeira Individual, na Galeria Domus
1949 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Domus
1951 - São José do Rio Preto SP - Individual, no Automável Club de São José do Rio Preto
1953 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Ambiente
1955 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Cosme Velho
1956 - São Paulo SP - Individual, no IAB/SP
1958 - São José do Rio Preto SP - Individual, no Centro Cultural Brasil-Estados Unidos
1958 - Araraquara SP - Individual, na Escola de Artes de Araraquara
1958 - São Paulo SP - Individual, na Galeria da Folha
1959 - São José do Rio Preto SP - Individual, no Lions Club
1960 - São Paulo SP - Individual, na Galeria da Folha
1963 - Araraquara SP - Individual, na Escola de Artes de Araraquara
1966 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte São Luiz
1966 - São José do Rio Preto SP - Individual, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, FAFI
1967 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Astréia
1969 - São Paulo SP - Individual, na A Galeria 
1970 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP
1972 - São Paulo SP - Individual, na Primitiva Art Gallery
1972 - Santos SP - Individual, no Centro Cultural Brasil-Estados Unidos
1973 - São Paulo SP - Individual, na Galeria A Ponte
1975 - São Paulo SP - Individual, na Galeria A Ponte
1975 - Santos SP - Individual, no Centro Cultural Brasil-Estados Unidos
1976 - São José do Rio Preto SP - Individual, na Casa Grande Galeria de Arte
1976 - São Paulo SP - Individual, na R&R Camargo Galeria de Arte
1977 - São Paulo SP - Individual, na Espade Galeria de Arte
1978 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Cosme Velho
1978 - Santos SP - Individual, no Centro Cultural Brasil-Estados Unidos
1979 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Atelier
1979 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Renot
1981 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Uirapuru
1982 - São Paulo SP - Individual, na Marques Galeria
1983 - São Paulo SP - Individual, na Associação Paulista do Ministério Público
1984 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Tema
1986 - São Paulo SP - Individual, na Renot Art Dealer
1987 - São Paulo SP - Individual, no Yataka Sanematsu Escritório de Arte
1988 - São Paulo SP - José Antônio da Silva. Quarenta Anos de Pintura, na Renot Art Dealer
1989 - São Paulo SP - Retrospectiva. José Antônio da Silva: pintor do Brasil, no MAC/USP
1989 - São Paulo SP - Individual, na Biblioteca Mário de Andrade
1992 - Rio de Janeiro RJ e São Paulo SP - Retrospectiva, no MNBA e no Paço das Artes
1994 - São José do Rio Preto SP - José Antônio da Silva. Oitenta e cinco anos de vida e arte, no Ibilce-Unesp
1994 - São Paulo SP - A paixão e Morte de Nosso Senhor segundo Silva, no Museu de Arte Sacra

Exposições Coletivas

1946 - São José do Rio Preto SP - Coletiva de inauguração da Casa de Cultura de São José do Rio Preto - premiado
1947 - São José do Rio Preto SP - Coletiva, no Clube Comercial de São José do Rio Preto
1949 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva, na Sul América Seguros
1949 - Rio de Janeiro RJ - Pintura Paulista, no Ministério de Educação e Saúde
1949 - São Paulo SP - 12º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo
1951 - São Paulo SP - 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon - prêmio aquisição pelo MoMA
1952 - Santiago (Chile) - Exposição de Pintura, Desenho e Gravura do Brasil
1952 - São José do Rio Preto SP - Exposição de Arte Contemporânea do Centenário de São José do Rio Preto
1952 - Veneza (Itália) - 26ª Bienal de Veneza
1953 - Salvador BA - 3º Salão Baiano de Belas Artes
1953 - São Paulo SP - 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados
1953 - São Paulo SP - Congresso Extraordinário da Associação Internacional de Críticos de Arte, no Masp
1954 - Goiânia GO - Exposição do Congresso Nacional de Intelectuais
1954 - Havana (Cuba) - 2ª Bienal Hispano-Americana - prêmio aquisição
1955 - Caracas (Venezuela) - Exposição Internacional de Pintura, no Ateneo de Valência
1955 - Milão (Itália) - Exposição Internacional Lissone
1955 - Neuchatel (Suíça) - Exposição Internacional de Arte
1955 - Pittsburgh (Estados Unidos) - Exposição Internacional do Carnegie Institute
1955 - Salvador BA - 5º Salão Baiano de Belas Artes
1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão das Nações
1955 - São Paulo SP - 4º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - pequena medalha de prata
1956 - Rio de Janeiro RJ - Salão Ferroviário
1956 - Salvador BA - 6º Salão Baiano de Belas Artes
1956 - São Paulo SP - 5º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - grande medalha de prata
1956 - São Paulo SP - Paisagem Brasileira de 1900 aos nossos dias, no Palácio dos Estados
1957 - Buenos Aires - Arte Moderna do Brasil
1957 - Rosário (Argentina) - Arte Moderna do Brasil
1957 - Santiago (Chile) - Arte Moderna do Brasil
1957 - Lima (Peru) - Arte Moderna do Brasil
1957 - São Paulo SP - 12 artistas de São Paulo, na Galeria de Arte das Folhas
1957 - São Paulo SP - 6º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - prêmio aquisição
1958 - São Paulo SP - 7º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - prêmio aquisição
1958 - São Paulo SP - Prêmio Leirner de Arte Contemporânea, na Galeria de Arte das Folhas
1959 - São Paulo SP - 8º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - prêmio aquisição
1959 - São Paulo SP - Coletiva, no Masp
1960 - São Paulo SP - Coleção Leirner, na Galeria de Arte das Folhas  
1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho - isenção de júri
1962 - São Paulo SP - Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf, no MAM
1963 - Campinas SP - Pintura e escultura contemporâneas, Centro de Ciências, Letras e Artes
1963 - Campinas SP - Pintura e escultura contemporâneas, no Museu Carlos Gomes
1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1965 - São Paulo SP - 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1966 - Moscou (União Soviética) - Coletiva
1966 - Paris (França) - Coletiva
1966 - Salvador BA - 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas
1966 - Veneza (Itália) - 33ª Bienal de Veneza - sala especial
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1969 - São Paulo SP - 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP 
1970 - São Paulo SP - Pinacoteca do Estado de São Paulo 1970, na Pinacoteca do Estado
1972 - Buenos Aires (Argentina) - Coletiva do Museu de Arte Sacra de São Paulo, no Museu Municipal de Arte Hispano-Americano Issac Fernandez Blanco
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio
1972 - São Paulo SP - Temática Brasileira, no Paço das Artes
1973 - Penápolis SP - Coletiva, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1973 - São Paulo SP - 5º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP - artista convidado
1973 - Piracicaba SP - 6º Salão Oficial de Arte Contemporânea
1974 - São José do Rio Preto SP - Coletiva, na Casa Grande Galeria de Arte
1974 - São Paulo SP - Festa de Cores, no Masp
1975 - Penápolis SP - 1º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1975 - São Paulo SP - Festa de Cores, no Masp
1976 - Penápolis SP - 2º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1976 - São Paulo SP - 8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1976 - São Paulo SP - Santeiros e Imaginários, no Paço das Artes
1976 - Washington D. C. (Estados Unidos) - Popular Painters and Sculptors of Brazil
1977 - São Paulo SP - Brasil-Arte 1922/77, na Galeria de Arte Portal
1978 - Penápolis SP - 3º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1978 - São Paulo SP - Construtivistas e figurativos da Coleção Theon Spanudis, no Centro de Arte Porto Seguro
1979 - São Paulo SP - 11º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1979 - São Paulo SP - Coleção Theon Spanudis, no MAC/USP
1980 - Buenos Aires (Argentina) - Ochenta Años de Arte Brasileño, no Banco Itaú
1980 - Santiago (Chile) - 20 Pintores Brasileiros, na Academia Chilena de Bellas Artes  
1980 - São Paulo SP - Arte Transcendente, no MAM/SP
1980 - São Paulo SP - Gente da Terra, no Paço das Artes
1980 - São Paulo SP - Pinacoteca do Estado no Sesc, na Galeria Sesc/Carmo
1981 - São Paulo SP - Arte Transcendente, no MAM/SP
1982 - Bauru SP - 80 Anos de Arte Brasileira
1982 - Marília SP - 80 Anos de Arte Brasileira
1982 - Rio de Janeiro RJ - Universo do Futebol, MAM/RJ 
1982 - São Paulo SP - 80 Anos de Arte Brasileira, no MAB
1982 - São Paulo SP - 80 Anos de Arte Brasileira, no MAM/SP
1982 - São Paulo SP - Do Modernismo à Bienal, no MAM/SP
1983 - Belo Horizonte MG - 80 Anos de Arte Brasileira, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes
1983 - Campinas SP - 80 Anos de Arte Brasileira, no MACC 
1983 - Curitiba PR - 80 Anos de Arte Brasileira, no MAC/PR 
1983 - Ribeirão Preto SP - 80 Anos de Arte Brasileira
1983 - Santo André SP - 80 Anos de Arte Brasileira, na Prefeitura Municipal de Santo André
1984 - Cidade do México (México) - Bienal do México - artista convidado
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura - Síntese de Arte e Cultura Brasileira, na Fundação Bienal
1984 - Tóquio (Japão) - Bienal do Japão - artista convidado
1985 - Penápolis SP - 6º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1986 - Rio de Janeiro RJ - Festa de Cores, no Rio Design Center
1986 - São Paulo SP - A paisagem no Acervo do MAM, no MAM/SP
1987 - São Paulo SP - 19ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1987 - São Paulo SP - 20ª Exposição de Arte Contemporânea, no Chapel Art Show
1988 - Rio de Janeiro RJ - O Mundo Fascinante dos Naïfs, no Paço Imperial
1988 - São Paulo SP - MAC 25 anos: destaques da coleção inicial, no MAC/USP 
1989 - São Paulo SP - 20ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1989 - São Paulo SP - As Mesas, na Ranulpho Galeria de Arte
1990 - Atami (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea  
1990 - Brasília DF - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1990 - Brasília DF - Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no MAB/DF 
1990 - Rio de Janeiro RJ - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea 
1990 - São Paulo SP - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea, na Fundação Brasil-Japão
1990 - Sapporo (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1990 - Tóquio (Japão) - 9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea
1992 - Poços de Caldas MG - Arte Moderna Brasileira: acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, na Casa da Cultura de Poços de Caldas
1992 - Rio de Janeiro RJ - Natureza: quatro séculos de arte no Brasil, no CCBB
1992 - São Paulo SP - Coletiva, na Galeria Jacques Ardies
1993 - São Paulo SP - Grande exposição de arte naïf brasileira, na Galeria Jacques Ardies
1994 - Poços de Caldas MG - Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos de Unibanco, na Casa da Cultura de Poços de Caldas
1994 - São Paulo SP - Grande exposição de arte naïf brasileira, na Galeria Jacques Ardies
1995 - Rio de Janeiro RJ - Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos do Unibanco, no MAM/RJ
1995 - São Paulo SP - Grande exposição de arte naïf, na Galeria Jacques Ardies
1995 - São Paulo SP - Primavera, na Rosa Gallery
1996 - Osasco SP - Expo FIEO: doação Luiz Ernesto Kawall, no Centro Universitário Fieo
1996 - São Paulo SP - Figura e Paisagem no Acervo do MAM: homenagem a Volpi, no MAM/SP

Exposições Póstumas

1997 - São José do Rio Preto SP - Feliz Aniversilva, no Museu de Arte Primitivista e no Rio Preto Shopping
1997 - São Paulo SP - Apropriações Antropofágicas, no Itaú Cultural 
1997 - São Paulo SP - Exposição de arte Naïf, na Galeria Jacques Ardies
1998 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira no Acervo do MAM/SP - Doações Recentes, no CCBB
1998 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo: doações recentes 1996 -1998, no CCBB
1998 - São Paulo SP - A Arte de Expor Arte, no MAM/SP
1998 - São Paulo SP - O Colecionador, no MAM/SP
1999 - Brasília DF - Gênios Ingênuos 70/80, Galeria Itaú Cultural
2000 - São Paulo SP - Arte Naif, na Galeria Jacques Ardies  
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Arte Popular, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - Exposição de arte naïf, na Galeria Jacques Ardies
2001 - Brasília DF - Forma-e-Cor como Luz nos Naïfs, no Itaugaleria
2001 - Penápolis SP - Forma-e-Cor como Luz nos Naïfs, na Galeria Itaú Cultural
2001 - São Paulo SP - Arte Naïf, na Galeria Jacques Ardies 
2001 - São Paulo SP - José Antonio da Silva, na Ricardo Camargo Galeria  
2002 - Piracicaba SP - 6ª Bienal Naifs do Brasil, no Sesc Piracicaba
2002 - São Paulo SP - Arte Naif, na Galeria Jacques Ardies
2002 - São Paulo SP - Espelho Selvagem: arte moderna no Brasil da primeira metade do século XX, Coleção Nemirovsky, no MAM/SP 
2002 - São Paulo SP - Modernismo: da Semana de 22 à seção de arte de Sérgio Milliet, no CCSP
2002 - São Paulo SP - Pop Brasil: a arte popular e o popular na arte, no CCBB
2002 - São Paulo SP - Santa Ingenuidade, no Unifieo
2003 - São Paulo SP - José Antônio da Silva, na Galeria Jacques Ardies
2004 - São Paulo SP - Arte Naif, na Galeria Jacques Ardies
2008 - São Paulo SP - Brasil Brasileiro, no CCBB
2009 - Rio de Janeiro RJ - Brasil Brasileiro, no CCBB
2009 - São Paulo SP - Nasci Errado e Estou Certo, na Galeria Estação
2009 - São Paulo SP - José Antônio da Silva - Homenagem ao Centenário de Nascimento, na Pinacoteca da Associação Paulista de Medicina

Fonte: Itaú Cultural

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