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Ernesto Neto


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BIOGRAFIA

Ernesto Neto (Rio de Janeiro RJ 1964)

Artista multimídia.

Ernesto Saboia de Albuquerque Neto na década de 1980 estuda escultura com Jaime Sampaio e com João Carlos Goldberg na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage. Realiza ainda cursos de intervenção urbana e escultura com Cleber Machado e com Roberto Moriconi, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ. Sua produção situa-se entre a escultura e a instalação. No início da carreira, sua trajetória é marcada pelas obras dos artistas José Resende (1945) e Tunga (1952), na exploração da articulação formal e simbólica entre matérias diversas. Mais tarde, passa a utilizar predominantemente meias de poliamida e outros materiais mais flexíveis e cotidianos. Na segunda metade dos anos 1990, Ernesto Neto realiza esculturas nas quais emprega tubos de malha fina e translúcida, preenchidos com especiarias de variadas cores e aromas, como açafrão ou cravo da índia em pó. As esculturas apresentam alusões ao corpo humano no tecido que se assemelha à epiderme e nas formas sinuosas que se estabelecem no espaço. No final da década de 1990, Ernesto Neto passa a elaborar as naves, estruturas de tecido transparente e flexível, que podem ser penetradas pelo público.

Comentário Crítico

Os trabalhos de Ernesto Neto situam-se entre a escultura e a instalação. No início da carreira, sua trajetória é marcada pelas obras dos artistas José Resende (1945) e Tunga (1952), na exploração da articulação formal e simbólica entre matérias diversas. Na obra A-B-A (chapa-corda-chapa), de 1987, explora a tensão estabelecida entre chapas retangulares de ferro, unidas por uma corda de nylon. Opta por procedimentos construtivos simples, que envolvem a articulação desses materiais também em relação ao ambiente circundante.

Na instalação Copulônia (1989), insere pequenas esferas de chumbo em meias de poliamida, que pendem do teto ou se apresentam dispostas no chão. Explora assim o peso do metal, a plasticidade proporcionada pelas pequenas esferas e a aparente fragilidade do tecido. A utilização de meias de poliamida marca a trajetória do artista em relação ao abandono gradual de elementos construtivos mais rígidos e a busca de materiais mais flexíveis e cotidianos.

Na segunda metade da década de 1990, Ernesto Neto passa a realizar esculturas nas quais emprega tubos de malha fina e translúcida, preenchidos com especiarias, de variadas cores e aromas: açafrão, urucum, cominho, pimenta-do-reino moída ou cravo em pó. Em algumas obras, os amontoados de temperos são dispostos no chão enquanto as extremidades dos tubos de tecido são amarradas no teto, gerando a verticalidade das esculturas e também uma interação com o espaço expositivo. As esculturas apresentam alusões ao corpo humano, no tecido que se assemelha à epiderme e nas formas sinuosas que se estabelecem no espaço. Os títulos dos trabalhos reiteram a intenção do artista de situar o corpo humano na centralidade de sua obra: O Céu É a Anatomia do Meu Corpo ou Acontece na Fricção dos Corpos (ambas de 1998).

No fim da década de 1990, Ernesto Neto passa a elaborar estruturas de tecido transparente e flexível, que podem ser penetradas pelo público. Algumas dessas esculturas são denominadas naves. Na opinião do crítico de arte Moacir dos Anjos, nas naves pode ser percebida a inspiração em trabalhos de Hélio Oiticica (1937 - 1980) e Lygia Clark (1920 - 1988).

Ernesto Neto realiza ainda um outro grupo de trabalhos nos quais revela a vontade de capturar o corpo humano no interior das esculturas, como ocorre com Humanóides (2001), nas quais o espectador veste a escultura, o que transmite uma sensação de conforto e aconchego. Em trabalhos apresentados entre 2002 e 2003, ele utiliza basicamente luz e tecidos. Cria superfícies de lycra, dentro das quais o espectador pode caminhar, ficando imerso em campos de cor. O tecido deixa de ser o recipiente para os pigmentos e tornar-se, simultaneamente, matéria e cor.

O artista cria em suas obras espaços de intercâmbio, que solicitam do espectador a superação da experiência meramente visual, aguçando seus sentidos. O corpo prevalece como eixo de sua proposta. Emprega constantemente formas que se tocam no espaço, estabelecendo sugestões de sensualidade e de união física, presentes em grande parte de sua produção.

Críticas

"A massa do chumbo, centrada sobre a superfície elástica de lycra ou da seda, exerce uma deformação, tensiona o tecido, expandindo a força estática em direção às extremidades. A intensidade da força gravitacional é diluída na medida em que é distribuída por um campo sustentado no ar através de fios de nylon ou de algodão presos a tubos de cobre e/ou barras de ferro. Cada elemento constitutivo exerce função indispensável para manter o conjunto coeso, seja pelo poder de induzir ou sofrer alterações, seja pela faculdade de criar resistência ou canalizar energia de tração. Partindo da alteração da superfície, dá-se o acontecimento: através dos fios tracionados desencadeia-se o fluxo constante de energia vital em sentidos centrípeto e centrífugo. 
Tensão, força, resistência, equilíbrio são resultados de cálculos intuitivos que o artista torna possível no embate corporal com o material. A estruturação do trabalho requer movimentos precisos, pois há risco sempre presente de uma catástrofe iminente. Qualquer gesto abrupto ou mal calculado, qualquer modificação não estudada desequilibra as forças vetoriais e o trabalho pode ruir. Desfeita a tensão, o acontecimento não se concretizaria. 
A tensão levada ao limite, a fragilidade e a dinâmica das estruturas são comprovadas quando o trabalho é tocado. Há então um entendimento físico-estrutural da obra, onde a forma é conseqüência das necessidades funcionais e os materiais preenchem quesitos de peso, elasticidade e resistência. 
Diante do espectro de opções dos materiais, Ernesto Neto elege lycra e seda brancas e meias de poliamida - materiais leves e transparentes que contrastam com as barras e placas de metal compacto, e esferas maciças de chumbo de diâmetros vários. À combinação inusitada de materiais de naturezas diversas soma-se um estranhamento que aguça a sensorialidade do observador: tensionadas ao extremo, as antes delicadas tramas dos tecidos tornam-se rijas e tesas; por sua vez, as placas de ferro inclinadas em diferentes ângulos, assim como as densas barras de metal pairando no ar com pesos aparentemente anulados, e as superfícies alteradas flutuando distantes do solo criam a ilusão de leveza, em desafio às leis da gravidade. Perplexo, o observador depara-se com um acontecimento que intervém na ordem das coisas e explora possibilidades de conhecimento do mundo, subvertendo poeticamente rigorosos princípios da física".
Regina Teixeira de Barros
BARROS, Regina Teixeira de. Ernesto Neto. Galeria: revista de arte, São Paulo, n. 31, p. 47, 1992.

"Algumas questões são constantes desde o início da carreira de Ernesto Neto: problemas de peso e resistência dos materiais, corpos com elasticidade que se sustentam sob pressão, organismos tratados como fluxo permanente de transformação. No final dos anos 80, Neto produziu a série dos ´sacos de meia de seda´, recheados de bolinhas de chumbo, que introduziram de maneira mais marcante no trabalho o caráter da sensualidade. 
Manuseáveis, eróticos e fluidos, esses objetos masculinos/femininos prolongavam-se no espaço, em estados móveis e aleatórios, como corpos ativos que distendessem sua ´pele´. Na época, o artista falou desses objetos como forma de sentir sua ´própria pele´ no trabalho, como se eles, ao se reproduzirem e se multiplicarem, fossem uma extensão sua - ´pedaços de mim que proliferam´. 
Agora o artista vem optando por declarar, de forma evidente, a sua presença dentro da obra. Moldes de chumbo ou de gesso, reproduzindo a cabeça ou as mãos do artista, vêm trazendo para a própria estrutura do trabalho esses ´pedaços de mim´. A idéia é evidenciar os rastros do sujeito na construção do seu objeto; afirmar a presença das mãos e da mente que o fabricaram, tal qual os dedos de Rodin sobre o bronze, ao imprimir e declarar o processo de esculpir".
Ligia Canongia
ESCULTURA plural. Salvador: MAM, 1996.

Exposições Individuais

1988 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galerie
1989 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Macunaíma/Funarte
1990 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Espaço Cultural Sérgio Porto
1990 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Millan
1991 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria do Ibeu
1991 - São Paulo SP - Individual, no CCSP
1992 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP
1993 - Rio de Janeiro RJ - Desenhos, no Espaço Cultural Sérgio Porto
1994 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Camargo Vilaça
1996 - Caracas (Venezuela) - Individual, no Espacio 204
1996 - Chicago (Estados Unidos) - Individual, na Zolla-Lieberman Gallery
1996 - Madri (Espanha) - Individual, na Elba Benitez Galeria
1996 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Paço Imperial
1996 - Santa Mônica (Estados Unidos) - Individual, na Cristopher Grimes Gallery
1997 - Brasília DF - Individual, na Fundação Cultural do Distrito Federal
1997 - Porto (Portugal) - Individual, na Galeria Pedro Oliveira
1997 - Santa Mônica (Estados Unidos) - Individual, na Cristopher Grimes Gallery e na Tonya Bonakdar Gallery
1997 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Camargo Vilaça
1998 - Cidade do México (México) - Individual, no Museo del Arte Contemporáneo Carrilo Gil
1998 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Bonakdar Jancou Gallery
1999 - Bruxelas (Bélgica) - Individual, na James Van Damme Gallery
1999 - Houston (Estados Unidos) - Individual, no Contemporary Art Museum
2002 - Brasília DF - Humanóides, na Arte Futura e Companhia
2004 - São Paulo SP - Individual, no CCSP
2004 - Belo Horizonte MG - Individual, no MAP
2007 - Rio de Janeiro RJ - Ernesto Neto, no Artur Fidalgo Escritório de Arte
2010 - Nova York (Estados Unidos) - Ernesto Neto: Navedenga, no Museum of Modern Art

Exposições Coletivas

1985 - Rio de Janeiro RJ - Instituições de Arte do Rio de Janeiro e Seus Destaques de 85, no Espaço Petrobrás
1986 - Rio de Janeiro RJ - 10º Salão Carioca de Artes Plásticas
1987 - Rio de Janeiro RJ - Nova Escultura, na Petit Galerie
1987 - São Paulo SP - 5º Salão Paulista de Arte Contemporânea, na Pinacoteca do Estado
1988 - Rio de Janeiro RJ - 10º Salão Nacional de Artes Plásticas
1988 - Rio de Janeiro RJ - O Eterno é Efêmero, na Petite Galerie
1988 - São Paulo SP - 6º Salão Paulista de Arte Contemporânea
1989 - Rio de Janeiro RJ - 11º Salão Nacional de Artes Plásticas, na Funarte
1989 - Rio de Janeiro RJ - A Ordem Desfeita, na Galeria 110 Arte Contemporânea
1989 - Rio de Janeiro RJ - Rio Hoje, no MAM/RJ
1989 - São Paulo SP - O Pequeno Infinito e o Grande Circunscrito, na Arco Arte Contemporânea Galeria Bruno Musatti
1990 - Brasília DF - Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no MAB/DF
1991 - Caracas (Venezuela) - Brasil: la nueva generación, na Fundación Museo de Bellas Artes
1991 - Curitiba PR - 80/90 Formas Tridimensionais: A Questão Orgânica, no Museu Municipal de Arte
1991 - Rio de Janeiro RJ - Processo nº 738.765-2, no EAV/Parque Lage
1991 - São Paulo SP - 22º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP
1991 - São Paulo SP - O Clássico no Contemporâneo, no Paço das Artes
1991 - São Paulo SP - Programa de Exposições de Artes Plásticas, no CCSP
1992 - São Paulo SP - A Sedução dos Volumes: os tridimensionais do MAC, no MAC/USP
1992 - São Paulo SP - Coletiva, no MAM/SP
1992 - São Paulo SP - Programa Anual de Exposições de Artes Plásticas 91, na Fundação Bienal
1993 - Bogotá (Colômbia) - Brasil Hoy, na Valenzuela e Klener Galeria
1993 - São Paulo SP - Coletiva, na Galeria Camargo Vilaça
1993 - Florença (Itália) - Brasil: Segni d'Arte, na Biblioteca Nationale Centrale di Firenze
1993 - Milão (Itália) - Brasil: Segni d'Arte, na Biblioteca Nazionale Braidense
1993 - Roma (Itália) - Brasil: Segni d'Arte
1993 - Veneza (Itália) - Brasil: Segni d'Arte, na Fondazione Scientífica Querini Stampalia
1994 - Frankfurt (Alemanha) - A Espessura do Signo, Karmeliter Kloster
1994 - Rio de Janeiro RJ - Escultura Carioca, no Paço Imperial
1994 - Rio de Janeiro RJ - Matéria e Forma, no Paço Imperial
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Coletiva, no Espaço Namour
1995 - Curitiba PR - Mostra da Gravura, no Solar do Barão
1995 - Kwangju (Coréia do Sul) - 1ª Bienal Internacional de Kwangju 
1995 - Nova York (Estados Unidos) - Country Code, na Bravin Post Lee Gallery
1995 - Nova York (Estados Unidos) - The Education of the Five Senses, no White Columns
1995 - Rio de Janeiro RJ - Anos 80: o palco da diversidade, no MAM/RJ
1995 - Rio de Janeiro RJ - Entre o Desenho e a Escultura, no Palácio Gustavo Capanema
1995 - Rio de Janeiro RJ - Libertaris Libertinos, no Palácio Gustavo Capanema
1995 - Roma (Itália) - The Education of the Five Senses, no Palazzo Pamphili
1995 - São Paulo SP - Anos 80: o palco da diversidade, na Galeria de Arte do Sesi
1995 - São Paulo SP - Coletiva, na Galeria Camargo Vilaça
1995 - São Paulo SP - Entre o Desenho e a Escultura, no MAM/SP
1996 - Caracas (Venezuela) - Sin Fronteras: Arte latino-americano Actual, no Museo Alejandro Otero
1996 - Graz (Áustria) - 2º Internationales Projekt Für Bildende Kunst 1996, Kunstbrau Next, Verin für Bildends Kunst
1996 - Miami (Estados Unidos) - Defining the Nineties, no Museum of Contemporary Art
1996 - Rio de Janeiro RJ - Transparências, no MAM/RJ
1996 - Rio de Janeiro RJ - Pequenas Mãos, no Paço Imperial e no Centro Cultural Alumni
1996 - São Paulo SP - Pequenas Mãos, no Paço Imperial e no Centro Cultural Alumni
1996 - Salvador BA - Escultura Plural, no MAM/BA
1996 - São Paulo SP - Camargo Vilaça Bis, na Galeria Camargo Vilaça
1996 - Viena (Áustria) - Transformal, Wiener Secession
1997 - Berlim (Alemanha) - Die Anderen Modernen, Haus der Kulturen der Welt
1997 - Bogotá (Colômbia) - Sueños Concretos, na Biblioteca Luis Angel Arango
1997 - Cidade do México (México) - Así Está la Cosa: Arte Objeto e Instalación de Iberoamérica, no Centro Cultural Arte Contemporáneo
1997 - Connecticut (Estados Unidos) - Best of the Season: Selected Work from 1996-97 Gallery Exhibition, no The Aldrich Museum of Contemporary Art
1997 - Curitiba PR - A Arte Contemporânea da Gravura, no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba
1997 - Rio de Janeiro RJ - Escultura Plural, no MAM/RJ
1997 - Sydney (Austrália) - Material Immaterial, na The Art Gallery of New South Wales
1997 - Rio de Janeiro RJ - Novas Aquisições, no Museu de Arte Moderna
1998 - Brasília DF - Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no Teatro Nacional
1998 - Caracas (Venezuela) - Bienal del Barro, na Fundación Museo Alejandro Otero
1998 - Caracas (Venezuela) - Puntos Cardinales, na Fundación Museo Alejandro Otero
1998 - Londres (Inglaterra) - Loose Threads, na Serpentine Gallery
1998 - Maracaibo (Venezuela) - 3ª Bienal Barro de América, no Centro de Arte de Maracaibo Lia Bermúdez
1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no MAC/Niterói
1998 - Porto (Portugal) - Corpos em Trânsito, na Galeria Pedro Oliveira
1998 - Rio de Janeiro RJ - Poéticas da Cor, no Centro Cultural Light
1998 - Santa Mônica (Estados Unidos) - Amnesia, na Track 16 Gallery e na Chistopher Grimes Gallery
1998 - São Paulo SP - 24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1998 - São Paulo SP - Bienal del Barro, no Memorial da América Latina
1998 - São Paulo SP - Camargo Vilaça BIS, na Galeria Camargo Vilaça
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no MAM/SP
1998 - Sydney (Austrália) - 11ª Bienal de Sydney
1999 - Bogotá (Colômbia) - Amnesia, na Biblioteca Luis Angel Arango
1999 - Boston (Estados Unidos) - Collectors Collect Contemporary: 1990-99, no The Institute of Contemporary Art
1999 - Caracas (Venezuela) - Desde el Cuerpo, na Fundación Museo Alejandro Otero
1999 - Cincinnati (Estados Unidos) - Amnesia The Contemporary Arts Center
1999 - Connecticut (Estados Unidos) - The Best of the Season, no The Aldrich Museum of Contemporary Art
1999 - Liverpool (Inglaterra) - 1st Liverpool Biennial of Contemporary Art, na Tate Gallery
1999 - Madri (Espanha) - A Vueltas con los Sentidos, na Casa de América
1999 - Mar del Plata (Argentina) - Las Metarmofosis de las Manos
1999 - Nova York (Estados Unidos) - Drawing, na Bonakdar Jancou Gallery
1999 - Pittsburgh (Estados Unidos) - Carnegie Internacional 1999/2000
1999 - Rio de Janeiro RJ - Os 90, no Paço Imperial
2000 - Buenos Aires (Argentina) - Brasil: plural y singular, no Museo de Arte Moderno
2000 - Curitiba PR - 12ª Mostra da Gravura de Curitiba. Marcas do Corpo, Dobras da Alma
2000 - Kraichtal (Alemanha) - Em Busca da Identidade, no Ursula Blickle Stiftung
2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20: arte do Brasil, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
2000 - Niterói RJ - Coleção Sattamini: dos materiais às diferenças internas, no MAC/Niterói
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento: Arte Contemporânea, na Fundação Bienal
2000 - São Paulo SP - Investigações. O Trabalho do Artista, no Itaú Cultural
2000 - Tampa (Estados Unidos) - Amnesia, na University of South Florida Contemporary Art Museum
2001 - Bolonha (Itália) - Em Busca da Identidade, na Galleria d'Arte Moderna di Bologna
2001 - Madri (Espanha) - El Final del Eclipse: el arte de América Latina en la transición al siglo XXI, na Fundación Telefonica
2001 - Nova York (Estados Unidos) - Brazil: body and soul, no Solomon R. Guggenheim Museu
2001 - Nova York (Estados Unidos) - The Thread Unraveled: contemporary brazilian art, no El Museo del Barrio
2001 - Oxford (Reino Unido) - Experiment Experiência: art in Brazil 1958-2000, no Museum of Modern Art
2001 - Rio de Janeiro RJ - O Espírito de Nossa Época, no MAM/RJ
2001 - Salzburgo (Áustria) - Em Busca da Identidade, na Rupertinum
2001 - São Paulo SP - Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no MAM/SP
2001 - São Paulo SP - O Espírito de Nossa Época, no MAM/SP
2001 - São Paulo SP - Rotativa Fase 1, na Galeria Fortes Vilaça
2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural
2001 - Veneza (Itália) - 49ª Bienal de Veneza
2002 - Brasília DF - Fragmentos a Seu Ímã, no Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio
2002 - Buenos Aires (Argentina) - The Thread Unraveled: contemporary brazilian art, no Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires
2002 - Fortaleza CE - Ceará Redescobre o Brasil, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
2002 - Liverpool (Reino Unido) - Pot
2002 - Londres (Reino Unido) - Vivências: dialogues between the works of Brazilian artists from the 1960s to 2002, na New Art Gallery Walsall
2002 - Madri (Espanha) - Arco/2002, no Parque Ferial Juan Carlos I
2002 - Niterói RJ - Diálogo, Antagonismo e Replicação na Coleção Sattamini, no MAC/Niterói
2002 - Rio de Janeiro RJ - Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, no Paço Imperial
2002 - Rio de Janeiro RJ - Paralelos: arte brasileira da segunda metade do século XX em contexto, Collección Cisneros, no MAM/RJ
2002 - São Paulo SP - Fotografias no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, no MAM/SP
2002 - São Paulo SP - Mapa do Agora: arte brasileira recente na Coleção João Sattamini do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no Instituto Tomie Ohtake
2002 - São Paulo SP - Paralela
2002 - São Paulo SP - Paralelos: arte brasileira da segunda metade do século XX em contexto, Colección Cisneros, no MAM/SP
2002 - São Paulo SP - Pot, na Galeria Fortes Vilaça
2003 - Petrópolis RJ - Via BR 040 - longo trecho em aclive, na Plataforma Contemporânea, Museu Imperial
2003 - Petrópolis RJ - Via BR 040: longo trecho em aclive, no Museu Imperial
2003 - Recife PE - Ernesto Neto e Rivane Neuenschwander, no MAMAM
2003 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Alfândega, no Armazem Nº 5
2003 - Rio de Janeiro RJ - Grande Orlândia: artistas abaixo da linha do equador, na Rua Bela, 148 até Rua General Bruce, 230.
2003 - Rio de Janeiro RJ - Infantil, na A Gentil Carioca
2003 - Rio de Janeiro RJ - 11ª Universidarte, na Universidade Estácio de Sá
2003 - São Paulo SP - A Nova Geometria, na Galeria Fortes Vilaça
2003 - São Paulo SP - Marcantonio Vilaça - Passaporte Contemporâneo, no MAC/USP
2003 - São Paulo SP - 28º Panorama de Arte Brasileira, no MAM/SP
2003 - São Paulo SP - Pele, Alma, no Centro Cultural Banco do Brasil
2003 - Havana (Cuba) - 8º Bienal de Havana, no Centro de Arte Contemporáneo Wifredo Lam
2004 - Belo Horizonte MG - Pampulha, Obra Colecionada: 1943-2003, no MAP
2004 - Høvikodden (Noruega) - Postcards from Cuba, na Henie Onstad kunstsenter
2004 - Madri (Espanha) - Arco/2004, no Parque Ferial Juan Carlos I
2004 - Rio de Janeiro RJ - 28º Panorama de Arte Brasileira, no Paço Imperial
2004 - São Paulo SP - Bazar de Verão, na Galeria Fortes Vilaça
2004 - São Paulo SP - Still Life/Natureza Morta, na Galeria de Arte do Sesi
2004 - Kanazawa (Japão) - The encounters in the 21st Century: Polyphony - emerging resonances, no Museum of Contemporary Art, Tokyo
2004 - Kyoto (Japão) - Brazil: body nostalgia, no National Museum of Modern Art
2004 - Porto Alegre RS - Olho Vivo: a arte da fotografia, no Santander Cultural
2004 - Recife PE - Coleção Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães: doações 2001 - 2004, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães
2004 - Tóquio (Japão) - Brazil: body nostalgia, no The National Museum of Modern Art
2005 - São Paulo SP - O Corpo na Arte Contemporânea Brasileira, no Itaú Cultural
2005 - São Paulo SP - O Retrato como Imagem do Mundo, no Museu de Arte Moderna
2005 - Porto Alegre RS - 5ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul
2006 - São Paulo SP - Fortes Vilaça na Choque Cultural, na Galeria Choque Cultural
2006 - São Paulo SP - MAM na Oca, na Oca
2006 - São Paulo SP - O Abraço do Tempo... Jazz, na Galeria Fortes Vilaça
2006 - São Paulo SP - Paralela 2006, no Pavilhão dos Estados
2006 - Zurique (Suíça) - Seduções, no Daros Exhibitions
2007 - São Paulo SP - 80/90: modernos, pós-modernos, etc, no Instituto Tomie Ohtake
2007 - São Paulo SP - Por um Fio, no Paço das Artes
2007 - Belo Horizonte MG - Heterodoxia - Séries, na Galeria Murilo Castro 
2007 - Campinas SP - Por um Fio, no Espaço Cultural CPFL 
2007 - Rio de Janeiro RJ - Alumínio Digital, na Galeria Artur Fidalgo
2007 - Rio de Janeiro RJ - Arte para Crianças, no Museu de Arte Moderna
2007 - Vila Velha ES - Arte para Crianças, no Museu Vale
2008 - São Paulo SP - Bordando Arte, na Pinacoteca do Estado
2008 - São Paulo SP - MAM 60, na Oca
2008 - São Paulo SP - Panorama dos Panoramas, no Museu de Arte Moderna
2008 - Belo Horizonte MG - N Múltiplos, no Murilo Castro Escritório de Arte
2008 - Madri (Espanha) - Arco, no Instituto Feria de Madrid
2009 - São Paulo SP - Memorial Revisitado: 20 anos, na Galeria Marta Traba
2009 - São Paulo SP - Nus, na Galeria Fortes Vilaça
2009 - Brasília DF - Experiências Contemporâneas: coleção Marcantonio Vilaça no MAC USP, no Espaço Cultural Marcantonio Vilaça
2009 - Prato (Itália) - After Utopia, no Centro Per l'Arte Contemporanea Luigi Pecci
2009 - Rotterdã (Holanda) - Brazil Contemporary, no Museum Boijmans Van Beuningen
2010 - São Paulo SP - Dengo, no Museu de Arte Moderna
2010 - Rio de Janeiro RJ - Quando A Gente Para, O Mundo Roda, na Galeria Laura Alvim
2011 - Buenos Aires (Argentina) - O Bicho SusPenso na PaisaGen, no Faena Arts Center

Fonte: Itaú Cultural

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