Leilão de Arte
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James Lisboa Escritório de Arte - Leilão - Junho 2013 James Lisboa Leiloeiro Oficial - Leilão Junho de 2013
Aldemir Martins

Sem Título
Técnica: óleo sobre tela
Medida: 162 x 130 cm
Data: 1961
Comentários: ass. inf. ao centro

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Pássaro
Técnica: nanquim e ecoline sobre papel
Medida: 70 x 105 cm
Data: 1961
Comentários: ass. ao centro

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Penteando o Cabelo
Técnica: acrílica sobre tela
Medida: 130 x 130 c
Data: 1966
Comentários: ass. inf. dir.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Fruteira
Técnica: acrílica sobre tela
Medida: 60 x 80 cm
Data: 1990
Comentários: ass. inf. esq.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Mulher Rendeira
Técnica: técnica mista sobre papel
Medida: 35 x 25 cm
Data: 1983
Comentários: ass. inf. esq.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Orquí­deas
Técnica: acrí­lica sobre tela
Medida: 55 x 46 cm
Data: 1990
Comentários: ass. inf. esq.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Rendeira
Técnica: tinta imprensa sobre tela
Medida: 160 x 130 c
Data: 1961
Comentários: ass. ao centro

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Casal no Sertão
Técnica: nanquim sobre papel
Medida: 60,5 x 46 c
Data: 1952
Comentários: ass. inf. dir.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Casal no Sertão
Técnica: nanquim sobre papel
Medida: 63,5 x 48 c
Data: 1952
Comentários: ass. inf. dir

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Macambira (Sertão)
Técnica: acrí­lica sobre juta
Medida: 90 x 110 cm
Data: 1986
Comentários: ass. inf. esq.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Marinha
Técnica: óleo sobre tela
Medida: 61 x 39 cm
Data: 1972
Comentários: ass. inf. dir.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Galo
Técnica: óleo sobre tela
Medida: 26 x 22,5 c
Data: 1971
Comentários: ass. inf. dir.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Gato Azul
Técnica: acrí­lica sobre tela
Medida: 35 x 85 cm
Data: 1980
Comentários: ass. inf. dir.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Mulher
Técnica: acrí­lica sobre tela
Medida: 138x53 cm
Data: 1970
Comentários: ass. inf. esq.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Caranguejo
Técnica: acrílica sobre tela
Medida: 46 x 55 cm
Data: s.d
Comentários: ass. inf. esq.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Galo
Técnica: acrílica sobre tela
Medida: 33 x 41 cm
Data: 1968
Comentários: ass. inf. dir.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Gato Vermelho
Técnica: acrílica sobre tela
Medida: 46 x 55 cm
Data: 1981
Comentários: ass. inf. dir.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Peixe
Técnica: acrílica sobre tela
Medida: 40 x 33 cm
Data: 1968
Comentários: ass. inf. dir.Reproduzido em livro.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Flores
Técnica: nanquim e aquarela sobre papel
Medida: 52,5 x 34,5
Data: 1966
Comentários: ass. ao centro

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Flor
Técnica: serigrafia sobre papel
Medida: MI 55 x 46
Data: 1995
Comentários: ass. inf. dir.
Exemplar 102/150.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Melancias
Técnica: acrílico sobre tela
Medida: 60 x 80 cm
Data: 1978
Comentários: ass. inf. dir.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Fruteira
Técnica: acrílico sobre tela
Medida: 46x54,5 cm
Data: 1998
Comentários: ass. inf. esq.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Galo Vermelho
Técnica: ecoline colorido sobre papel
Medida: 70 x 52 cm
Data: 1954
Comentários: ass. centro

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

PERA
Técnica: Gravura
Medida: 50 x 70 cm
Data: s/d
Comentários: Exemplar P.I.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

PEIXE
Técnica: acrílico sobre tela
Medida: 27 x 35 cm
Data: 1968
Comentários: ass. inf. dir

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Mariana
Técnica: óleo sobre tela
Medida: 100x80 cm
Data: 1967
Comentários: ass. centro

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Galo
Técnica: Nanquim ecoline sobre papel
Medida: 65x36 cm
Data: 1953
Comentários: ass. inf. dir

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

GALO
Técnica: nanquim e ecoline sobre papel
Medida: 50 x 37 cm
Data: 1979
Comentários: ass. inf. central

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Mulher
Técnica: Acr¡lico sobre tela
Medida: 130x130 cm
Data: 1966
Comentários: ass. centro
Acompanha certificado de autenticidade.
Reproduzido livro do artista "Aldemir Martins", à pág.135 Editora Best Point, 2005.

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

Sertão
Técnica: óleo sobre madeira
Medida: 54x68 cm
Data: 1945
Comentários: ass. inf. esq.
Reproduzido livro do artista "Aldemir Martins por Aldemir Martins" à pág-56, Editora Best Point, 2005

Aldemir Martins
Preço: Sob Consulta

 

  BIOGRAFIA
Aldemir Martins Vida, biografia e trajetória

Aldemir Martins (1922 - 2006)



Biografia


Aldemir Martins (Ingazeiras CE 1922 - São Paulo SP 2006). Pintor, gravador, desenhista, ilustrador. Em 1941, participa da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mário Baratta, um espaço para exposições permanentes e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passa a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP. Aldemir Martins produz desenhos, xilogravuras, aquarelas e pinturas. Atua também como ilustrador na imprensa cearense. Em 1945, viaja para o Rio de Janeiro, e, menos de um ano depois, muda-se para São Paulo, onde realiza sua primeira individual e retoma a carreira de ilustrador. Entre 1949 e 1951, freqüenta os cursos do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp e torna-se monitor da instituição. Estuda história da arte com Pietro Maria Bardi e gravura com Poty Lazzarotto. Em 1959, recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna e permanece por dois anos na Itália. Desde o início da carreira sua produção é figurativa, e o artista emprega um repertório formal constantemente retomado: aves, sobretudo os galos cangaceiros, inspirados nas figuras de cerâmica popular gatos, realizados com linhas sinuosas e ainda flores e frutas. Nas pinturas emprega cores intensas e contrastantes.

Fonte: Itaú Cultural

Atualizado em 02/12/2008

Aldemir Martins


Filho de Miguel de Souza Martins e Raimunda Costa Martins, Aldemir Martins É natural do distrito de Ingazeiras, da cidade de Aurora (Ceará) , 8 de novembro de 1922(Ano de seu Nascimento) — São Paulo, 5 de fevereiro de 2006)(Data de sua Morte), foi um artista plástico brasileiro, ilustrador, pintor e escultor autodidata, de grande renome e fama no país e exterior. Foi o primeiro brasileiro a ganhar um prêmio na Bienal de Veneza.

Nasceu na região do Vale do Carirí, estado do Ceará. Se mudou várias vezes durante sua infância devido ao emprego de seu pai, que era encarregado da construção de estradas de ferro na Rede Viação Cearense. Finalmente estabeleceram-se no município de Pacatuba, próximo à Fortaleza, quando Aldemir tinha, aproximadamente 11 anos.
Aldemir, quando menino dedicava-se ao desenho, foi enviado ao Colégio Militar de Fortaleza em 1934, onde é feito orientador artístico de classe devido à sua habilidade no desenho. Em 1939 é transferido o Ateneu São José, onde conclui o curso ginasial.
Serve ao exército, no período de 1941 a 1945, onde desenha o mapa aerofotogramétrico de Fortaleza, onde conquista seu primeiro prêmio ao vencer o concurso promovido pela Oficina de Material Bélico da 10ª Região militar, na pintura de viaturas do exército, e é nomeado “Cabo Pintor”.
No início da década de 1940, Aldemir cria, juntamente com Mário Barata, Barbosa Leite, Antônio Bandeira, Carmélio Cruz, Inimá de Paula e outros, o Grupo Artys e a SCAP – Sociedade Cearense de Artistas Plásticas, consideradas como responsáveis pela renovação do ambiente artístico cearense.
Em 1942 expõe, pela primeira vez, no II Salão de Pintura do Ceará. Neste período passa a trabalhar, como ilustrador para jornais, revistas e livros.
Aldemir muda-se em 1945, para o Rio de Janeiro, onde participa de uma coletiva na Galeria Askanasi e do Salão Nacional de Belas Artes. Um ano depois muda-se para São Paulo onde realiza sua primeira exposição individual, na seção paulista do Instituto de Arquitetos do Brasil. Retoma sua atividade jornalística com ilustrações para a coluna “Bairros na Berlinda” publicada pelo Correio Paulistano, com textos de Daniel Linguanotto e fotos de Chiquinho. Assina, também com Argeu Ramos, a coluna “Daniel comenta e Aldemir ilustra” publicada pelo jornal A Noite. Faz, ainda, ilustrações para “O Jornal De São Paulo”, para “O Diário” e para a revista “Elite”.

Desenhava as seções da Assembléia Legislativa de São Paulo com textos de Maurício Loureiro Gama. Nessa época é que conhece políticos que se tornariam muito conhecidos no cenário brasileiro, como Ulisses Guimarães, Auro de Moura Andrade, Roberto de Abreu Sodré, e outros. Ilustrou, ainda, textos e poesias de escritores como Domingos Carvalho da Silva, José Escobar Faria, Mário da Silva Brito, Jorge Medauar, André Carneiro, Dulce Carneiro, César Memolo Jr., entre outros.
Em 1947 é convidado a participar da exposição “19 Pintores”, que marca a ascensão de uma nova geração de artistas brasileiros. Nesta exposição Aldemir conquista um prêmio na 3ª colocação. Desde então, participa ativamente do movimento artístico brasileiro.

A partir de 1947, tinha exposições nos principais salões de arte do país e recebeu vários prêmios. Em 1949, fez um curso de história da arte com Pietro Maria Bardi e tornou-se monitor do Masp, onde também estudou gravura com Poty e conheceu Cora Pabst, que viria a ser sua segunda esposa. Após uma viagem ao Ceará, em 1951, Martins decidiu retornar a São Paulo num caminhão pau-de-arara. Com essa experiência, iniciou uma série de desenhos de temática nordestina, que caracterizaria sua carreira.
Em 28 de julho de 1950 nasce seu filho Pedro Martins, fruto de seu primeiro casamento com Amélia Bauerfeld. Neste ano também participa do IIº Salão Baiano de Artes Plásticas, em Salvador, onde recebe Medalha de Bronze.
Em 1951 pinta dois painéis para o Ceará Rádio Clube. Faz exposição individual na União Cultural Brasil-Estados Unidos, em Fortaleza.. Volta para São Paulo viajando em um caminhão pau de arara, na pesquisa feita nessa viagem produz a primeira série de desenhos de “paus de arara, rendeiras e cangaceiros. Recebe o Prêmio de Aquisição “Dona Olívia Guedes Penteado” na Iª Bienal de Artes de São Paulo. Com o dinheiro do prêmio pôde voltar ao nordeste para seguiria o roteiro do cangaço. Acompanhado por José da Caldas Zanini e Mário Cravo Jr., vai à Pageú das Flores, Caruaru, Geremoabo, Paulo Afonso, Canudos, Riacho do Navio, Pedra do Buick e a outras regiões da caatinga nordestina.
Em 1952 participa do IIº Salão Nacional de Arte Moderna, no Rio de Janeiro e na América do Sul, da “Exposición de Pinturas y Dibujos Brasileños”, em Santiago, Buenos Aires e Caracas. Neste mesmo ano também participa da Bienal de Veneza e da exposição coletiva Itinerante de Artistas Brasileiros, que passou pelos países Japão, Estados Unidos, México, Chile e Bolívia. Com Mário Cravo e José Caldas Zanini, faz uma viagem pelo sertão baiano. Como ilustrador, desenha o logotipo da Editora Cultrix, de São Paulo. Em 14 de outubro, casa-se com Cora Pabst que será sua companheira de toda vida.

Bienais


Em 1953, Aldemir participa do IIIº Salão Nacional de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, onde recebe o Certificado de Isenção do Júri e da IIª Bienal de São Paulo, onde recebe o Prêmio Aquisição “Nadir Figueiredo”. No ano seguinte, participa do IIIº Salão Paulista de Arte Moderna, recebendo o Prêmio de Aquisição.
Em 1954 realiza seu primeiro trabalho cenográfico para a peça “Lampião”, de Raquel de Queirós, encenada no teatro Leopoldo Fróes, em São Paulo, com os atores Sérgio Cardoso e Araçari de Oliveira no elenco.
Lança o álbum de xilogravuras “Cinco Carreiras de Cururu”, com texto de Paulo Vanzolini, com tiragem de 150 volumes pela editora Grafix, São Paulo.
Em 1955 realiza exposição no Vº Salão Baiano de Artes Plásticas, em Salvador, Bahia, onde recebe a Medalha de Ouro. Neste ano recebeu novos prêmios, o primeiro por sua participação na IIIª Bienal de São Paulo, onde recebe o Prêmio de Desenho, e o segundo no IVº Salão de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, onde recebe a “Pequena Medalha de Ouro”.
Nesta época Aldemir inicia a pintura de uma série de painéis. Pinta o painel do bar “O Cangaceiro”, no Rio de Janeiro, que se tornaria reduto da boemia carioca, frequentado por pintores, jornalistas e escritores da época, entre eles Dorival Caymmi e Ary Barroso.
Em São Paulo, pinta um painel para a residência de Rudi Bonfiglioli, faz um painel de pastilhas para a Vidrotil, um painel para a Casa Beethoven, um para Companhia União de Refinadores, e um para a loja Adams.
No ano de 1956 recebe uma nova Medalha de Ouro no V Salão Nacional de Arte Moderna, no Rio de Janeiro. Participa também de uma feira realizada pelo clube do qual foi um dos fundadores, Clube dos Artistas Plásticos e Amigos da Arte, a I Feira Anual de Artistas Plásticos de São Paulo. Em Veneza, recebe o prêmio “Prezidente del Consigli dei Ministri” da XXVIII Biennale di Venezia, atribuído ao Melhor Desenhista Internacional.

Neste mesmo período, expõe gravuras no Circolo dei Principi, em Roma, juntamente com o gravador Lívio Abramo. Desenha o galo símbolo do “Baile do Galo Vermelho”, promovido pelo Hotel da Bahia, em Salvador. Como ilustrador, produz a capa do livro “História do Modernismo Brasileiro – Antecedentes da Semana de Arte Moderna”, de Mário da Silva Brito, lançado pela Editora Saraiva. Faz uma gravura especialmente para o clube Amigos da Gravura do Rio de Janeiro. Ilustra “Sonetos de Bocage”, lançado pela Editora Saraiva. É incluído entre “Os Melhores Paulistas do Ano”, pela revista Manchete, da Bloch Editora. É escolhido para fazer parte do Conselho Consultivo da diretoria do MASP.
Em 1957 recebe 7º lugar na enquete popular feita pelo jornal Última Hora, de São Paulo, para “O Homem do Ano”, de 1956. Por sua participação no VI Salão Nacional de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, recebe o Prêmio “Viagem ao País”. Recebe o Prêmio “Melhor Desenhista Brasileiro” na IV Bienal de São Paulo, dado pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Seu desenho “Pássaro” é escolhido para cartão de natal da revista belga Quadrum.
No ano de 1958 realiza uma série de exposições nos Estados Unidos, e é convidado a permanecer no país, por três meses, a convite do Departamento de Estado Americano, visita a Filadélfia, Chicago, Detroit, Boston e New York. Faz álbum de Silk Screem, com apresentação de Pietro Maria Bardi, com tiragem de 100 exemplares em edição bilíngüe, pela Galeria Bonina, Buenos Aires, Argentina.

Nesta época é convidado para executar dois painéis para o Aeroporto de Congonhas, pintando-os sobre as paredes da ala Internacional. Anos depois esses painéis se deterioraram e, apesar de Aldemir ter se proposto a restaurá-los, de graça, terminaram destruídos e o Departamento de Aviação Civil mandou pintar as paredes onde estavam.

Ainda no ano de 1958, recebe o Prêmio Jabotí na categoria Melhor Capa de Livro do Ano, atribuído pela Câmara Brasileira do Livro, pela capa de “História do Modernismo Brasileiro – Antecedentes da Semana de Arte Moderna”.
Neste ano também nasce sua filha, em 24 de novembro, Mariana Pabst Martins, fruto de sua união com Cora Pabst.
Em 1959, recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna e permanece por dois anos na Itália.
Fez desenhos em nanquim que serviram para estampar objetos e tecidos de decoração.
Em 5 de fevereiro de 2006, aos 83 anos, Aldemir sofreu um infarto em sua residência, faleceu no Hospital São Luís em São Paulo.

Exposições e Prêmios


Participou de diversas exposições no Brasil e no exterior tendo como destaques:
1951 – Prêmio de desenho na [Bienal de São Paulo], com “O Cangaceiro”.
1953 – Pintores Brasileiros, Tóquio, Japão.
1954 – Gravuras Brasileira, Genebra, Suíça.
1955 – Bienal Internacional de Desenho e Gravura de Lugano, Suíça.
1956 – Medalha de Ouro no V Salão Nacional de Arte Moderna no Rio de Janeiro, XXVIII Bienal de Veneza, Itália – Prêmio “Presidente Dei Consigli dei Ministeri”, atribuído ao melhor desenhista internacional.
1957 – Exposição de gravuras no “Circolo dei Principi”, Roma, Itália, com “Lívio Abramo”, – VI Salão de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
1958 – Festival Internacional de Arte, Festival Galleries, Nova Iorque, Estados Unidos, VIII Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro.
1959 – Prêmio de viagem ao Exterior do VIII Salão de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Exposição individual no Museu de Arte Moderna da Bahia.
1960 – Exposição coletiva Artistas Brasileiros e Americanos, Museu de Arte de São Paulo.
1961 – Exposição de desenhos e litografias na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa, Portugal.
1962 – Exposição individual na Sala Nebili, Madri, Espanha, Exposição coletiva “Brasilianische Kunstler der Gegenwart”, Kassel, Alemanha.
1965 – Exposição individual no Instituto de Arte Contemporânea, Lima, Peru.
1968 – Primeiro prêmio por grafia na Bienal Internacional de Veneza de 1946 a 1966.
1970 – Panorama da Arte Atual Brasileira – Pintura 70, Museu de Arte Moderna de São Paulo.
1975 – XIII Bienal de São Paulo – Sala Brasileira.
1978 – Retrospectiva “19 pintores”, no Museu de Arte Moderna de São Paulo.
1980 – Exposição circulante, coletiva, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, Coletiva 48 artistas, na Pinacoteca do Estado, São Paulo.
1981 – Exposição de pinturas, desenhos e esculturas no Museu de Arte da Bahia.
1982 – Internacional Arte Expo, Estocolmo, Suécia.
1984 – Coletiva – “A Cor e o Desenho no Brasil”, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Individual de pintura, desenho e gravura – “Arte Amazônica”, Nova Iorque, Estados Unidos, “Tradição e Ruptura” – Fundação Bienal de São Paulo.
1985 – Lançamento do livro “Aldemir Martins, Linha, Cor e Forma”.
1988 – Comemoração de 30 anos da SCAP – Sociedade Cearense de Artistas Plásticos – Fortaleza, Ceará, “Os Muros de Maison Vogue”, MASP – Museu de Arte de São Paulo
1989 – “O Nordeste de Aldemir Martins”, Espace Latin-American, Paris, França.
2005 – “Sete décadas de Sucessos Artísticos” – 1945-2005 – O MASP inaugura exposição retrospectiva de Aldemir Martins e promove o lançamento do livro do pintor e gravador brasileiro, conhecido pelos seus temas do nordeste, animais e mulheres. A retrospectiva de um dos artista brasileiro vivo foi uma homenagem do Masp a Aldemir Martins, por suas sete décadas de produção artística.

Curiosidades


- “Depois de Pelé, Rivelino é o jogador que mais parece interessar aos pintores brasileiros. Ele já foi retratado por Luís Jasmim, Cláudio Tozzi e, na época da Copa do México, por Aldemir Martins. Que, neste quadro, foge de seu estilo tradicional e consagrado, abandonando o branco-e-preto para se utilizar de cores vivas, como as da camisa da Seleção Brasileira.”
- “Jorge Amado escreveu “A bola e o goleiro” e convidou seu amigo Aldemir para ilustrar o texto. O livro que resultou do trabalho a quatro mãos foi bem recebido e acabou sendo traduzido na Suíça. Lá, em 1991, recebeu o título de “Bola Fura-Redes under Torhuter”. Marco importante, pois pouco a pouco, estamos aumentando a exportação de literatura brasileira graças a qualidade do que produzimos.”
- “Em 1958, foi criado pela CBL (Câmara Brasileira do Livro), o Prêmio Jabuti (com o intuito de incentivar autores e projetos editoriais) e também pela Cultrix a coleção “Mestres do Desenho”.”

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